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LIVRO 1 | QUÍMICA 3

Resoluções das Atividades


Sumário
Módulo 1 – Teoria atômica básica e leis ponderais – Evolução dos modelos atômicos – Modelo atômico atual.....................................................................................1
Módulo 2 – Números quânticos; Distribuição eletrônica – Paramagnetismo, diamagnetismo e ferromagnestismo...............................................................................3
Módulo 3 – Tabela periódica – Propriedades periódicas e aperiódicas dos elementos............................................................................................................................5

(V) Os elétrons partem do cátodo.


Módulo 1 (V) Os elétrons se propagam em linha reta.
(V) O cata-vento entrou em rotação devido ao impacto dos
Teoria atômica básica e leis ponderais – Evolução elétrons na sua superfície.
dos modelos atômicos – Modelo atômico atual
05 B
Atividades para Sala Os raios catódicos, raios negativos, apresentavam massa
(corpusculares) e eram atraídos por um campo elétrico
positivo. Esses raios, ao serem projetados em um orifício,
01 D apresentavam uma sombra.
Em sistemas abertos, na queima de papel, ocorrerá forma-
ção de gases e a massa final diminuirá. Na queima de aço,
06 B
haverá formação de um sólido – Fe2O3 –, e a massa final
aumentará. Os raios anódicos propagam-se com grande velocidade,
embora menor que a dos raios catódicos, por terem maior
massa e serem constituídos por prótons.
02 C
A + B → C 07 D
1V 3V 2V
·2 ·2 ·2 A luminosidade é produzida quando os elétrons saltam
Excesso 3V 6V 4V para níveis de maior energia e retornam aos níveis de
Correto 2V menor energia.
O volume final do sistema será 5 volumes (4 volumes do
gás C + 1 volume de excesso do gás A). 08 C
O luminol é utilizado em perícias para identificar marcas
03 A de sangue. Na reação entre o luminol e o ferro presente na
hemoglobina do sangue, há produção de luz que permite
Descobrindo o reagente em excesso:
visualizar locais contaminados com pequenas quantidades
CaO 2 NH4C de sangue. Esse fenômeno é conhecido como quimilumi-
56 g 2 · 53,5 g nescência.
112 g Z
Z = 214 g de NH4C (reagente em excesso é 10 g de NH4C) 09 A
Quando é fornecida energia a um átomo, os elétrons
ficam excitados, isto é, passam para níveis de maior ener-
CaO –––––––––– 2 NH3
gia. Ao voltarem aos níveis iniciais, liberam energia na
56 g 2 · 17 g forma de luz.
112 g T
T= 68 g de NH3
Atividades Propostas
04 B
01 D
(F) Gases não são bons condutores da corrente elétrica.
(V) Os elétrons possuem massa – são corpusculares. I. (F) A equação para formar o óxido férrico é:
(V) Os elétrons possuem carga elétrica negativa. 4 Fe + 3 O2 → 2 Fe2O3.

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Temos a proporção: xg 70 g 85 g
4 mol-------l-------2 mol Cálculo da massa de hidrogênio:
Transformando em massa:
Hidrogênio amônia
4 · 56 g 2 · 160 g
1 g X 4,5 g 25,5 g
X= 1,4 g de Fe2O3 x 85 g
II. (V) A equação citada é: x= 15g de hidrogênio
O + Ca → CaO
Segundo Lavoisier, temos: Cálculo da massa de nitrogênio:
16 g-------40 g-------72 g Nitrogênio amônia
III. (F) A equação citada é: 21 g 25,5 g
2 Fe + O2 → 2 FeO
y 85 g
Proporção:
2 mol----1 mol-----2 mol y= 70 g de nitrogênio
A proporção citada no item entre o ferro e oxigênio
não obedece à Lei de Proust. 06 D
IV. (V) A equação para obter os óxidos é:
Pela Lei de Proust, a proporção entre os participantes per-
2 Fe + O2 → 2 FeO (óxido ferroso)
manece constante, logo:
Proporção: 32 X
2 mol------1 mol-----2 mol =
Y 132
4 Fe + 3 O2 → 2 Fe2O3 (óxido férrico)
Proporção:
4 mol------3 mol-----2 mol
07 B
02 A a) (F) As propriedades físicas dependem da massa das
Massa de oxigênio (mO2) = 2,5 kg = 250 g de oxigênio substâncias e não dos elétrons.
inspirado. b) (V) A energia química produzida nas pilhas é devido às
Massa de oxigênio (mO2) = 1.744 g de oxigênio expirado. reações de oxirredução.
c) (F) A teoria cinética trata os gases como esferas sem
Massa de oxigênio (mO2) = 756 g de oxigênio absorvidos.
carga e com massa desprezível.
Estabelecendo uma regra de três, temos: d) (F) O equilíbrio trata do estado das substâncias.
1 mL 1,4 · 10–3 g e) (F) O modelo de Dalton foi desenvolvido antes da des-
x mL 756 g coberta do elétron.
x = 540.000 mL = 540 L
08 D
03 D O modelo de Thomson propôs que o átomo seria for-
mado por uma esfera de carga positiva, contendo elétrons
Para verificar a Lei de Lavoisier, deveremos considerar o
incrustados, possuidores de carga elétrica negativa.
sistema fechado. A única alternativa verdadeira é o item A,
pois em sistema fechado a massa do reagente será igual à
massa do produto. 09 E
De acordo com o modelo de Dalton, podemos concluir, que:
04 E I. (V) O átomo de Dalton é representado por uma esfera
A equação descrita é: maciça.
4 Fe(s) + 3 O2(g) → 2 Fe2O3(s). II. (V) Átomos de um mesmo elemento têm a mesma
massa, isto é, são idênticos em todos os aspectos.
Massas molares: Fe = 56 g/mol e Fe2O3 = 160 g/mol
III. (V) Os átomos dos elementos permanecem inaltera-
4 · 56 g 2 · 160 g dos nas reações químicas, nas quais há apenas um
1g x rearranjo dos átomos.
X = 1,4g de Fe2O3. IV. (V) Os compostos são formados pelas ligações dos áto-
mos dos elementos em proporções fixas e simples.
A massa final é maior que 1g, pois o oxigênio se ligou ao ferro.

10 B
05 A
O experimento de Rutherford serviu para situar o núcleo
Hidrogênio + nitrogênio amônia (massa e a eletrosfera do átomo. O núcleo é muito menor que o
real de nitrogênio: 25,5 – 4,5= 21 g) átomo e contém prótons (carga positiva); a eletrosfera é
4,5 g 21 g 25,5 g negativa e contém os elétrons.

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11 A
Os raios catódicos são constituídos por elétrons. Módulo 2
Números quânticos; Distribuição eletrônica –
12 D
I. (V) O modelo de Rutherford é também conhecido
Paramagnetismo, diamagnetismo e ferromagnetismo
como modelo planetário do átomo.
II. (V) No modelo atômico, considera-se que elétrons de Atividades para Sala
cargas negativas circundam em órbitas ao redor de
um núcleo de carga positiva.
III. (F) Segundo Rutherford, a eletrosfera, local onde se 01 D
encontram os elétrons, possui um diâmetro maior Na distribuição eletrônica do escândio, temos:
que o núcleo atômico. Sc: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d1
21
IV. (V) Na proposição do seu modelo atômico, Rutherford
se baseou em um bombardeamento de partículas O subnível mais energético é o 3d1.
alfa sobre uma lâmina de ouro. Logo: n = 3 e l = 2.

13 C 02 A
Fosforescência é a capacidade de emitir um brilho depois
A distribuição eletrônica do ferro é: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d6.
de exposto à luz. Esse fenômeno é possível devido ao salto
de elétrons de um nível mais energético de um átomo para O elétron de diferenciação do ferro está no subnível 3d6.
um menos energético. Logo:
número quântico principal (n) = 3.
14 E
a) (F) A coloração depende do tipo de metal presente. número quântico secundário () = 2.
b) (F) A emissão de cores é explicada pela Teoria de número quântico magnético (m) = –2.
Böhr. 1
c) (F) São exotérmicas e geralmente são espontâneas. número quântico spin (s ou ms) = + .
2
d) (F) Depende apenas dos elétrons e de suas energias.
e) (V) 03 A
O subnível em questão é o 4p6. Temos a seguinte distri-
15 E
O modelo de Böhr explica o fenômeno de elétrons que, buição eletrônica: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p6; logo esse
compondo os átomos, absorvem energia luminosa, saltam átomo neutro apresenta 36 prótons. Como a massa = pró-
para níveis de energia mais externos e, ao retornarem, tons + nêutrons, temos: n = 84 – 36 = 48.
liberam fótons (luz).
04 E
16 B
Os metais ferromagnéticos podem ser atraídos por ímãs,
a) (F) Ao mudar de órbita ou nível, o elétron emite ou
absorve energia igual à diferença de energia entre facilitando assim a separação dos metais para reciclagem.
as órbitas ou níveis em que ocorreu mudança, Lembre-se de que no modelo atômico de Dalton, não
sendo esta energia dada por ΔE = E2 – E1 = hƒ. temos carga elétrica.
b) (V)
c) (F) As órbitas elípticas foram introduzidas no modelo 05 C
de Sommerfield.
O paládio tem 46 prótons e 46 elétrons. A sua distribuição
d) (F) Isso faz referência ao modelo atômico de Thomson.
e) (F) O elétron apresenta carga negativa. eletrônica é dada por:
1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p6 5s2 4d8.
17 C
(II) Descoberta do átomo e seu tamanho relativo.
06 B
(I) Átomos esféricos, maciços, indivisíveis.
(IV) Modelo semelhante a um “pudim de passas“ com De acordo com a distribuição eletrônica, os elementos
cargas positivas e negativas em igual número. índio (In), prata (Ag) e telúrio (Te) estão localizados no
(III) Os elétrons giram em torno do núcleo em determina- mesmo período da tabela periódica (período 5).
das órbitas. Distribuição eletrônicas:
Índio (Z = 49) [Kr] 5s2 4d10 5p1
18 A
O modelo atômico que explica a diferença de cores emiti-

Prata (Z = 47) [Kr] 5s2 4d9
das por diversos materiais é o de Niels Böhr.
Telúrio (Z = 52) [Kr] 5s2 4d10 5p4

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I. Próton. Partícula de massa igual a 1,673 · 10−27 kg, que


Atividades Propostas corresponde à massa de uma unidade atômica.
IV. Átomo de Rutherford. Partícula que possui um núcleo
central dotado de cargas elétricas positivas, sendo
01 B
envolvido por uma nuvem de cargas elétricas negativas.
De acordo com a configuração eletrônica, o subnível mais
energético para o átomo de oxigênio é o 2p4, que apre-
08 C
senta os seguintes valores para os números quânticos:
Teremos:
n (número quântico principal) = 2.
M
45
Z
45 45
X
 (número quântico secundário) = 1. 23 23 p

m (número quântico magnético) = –1. 45 – 23 = 23 + 20 – p


1 p = 21
s (número quântico spin) = ± .
2 X: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d1
1 21
± ).
Então seus números quânticos são: (2, 1, –1 e + Para 3d1:
2 ↑

02 D –2 –1 0 +1 +2
Segundo o modelo atômico de Sommerfeld, em um 1
n = 3;  = 2; m = –2; s = –
átomo, os elétrons encontram-se em órbitas quantizadas, 2
circulares e elípticas.
09 A
A distribuição eletrônica do ferro atômico é:
03 C
1 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d6; retirando 3 elétrons, teremos (Fe3+):
Subnível: 3d9 (n = 3, l = 2, m = +2, s= )
2 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 3d5.
Dessa forma, os valores dos números quânticos  e m do
29o elétron do selênio (z = 34) são, respectivamente, 2 e +2.
10 E
a) (F) As cores observadas para diferentes átomos no teste
04 D
de chama podem ser explicadas pelo modelo atô-
O subnível citado é o 4d10 (1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p6 5s2), mico de Böhr.
representando o número atômico 48. b) (F) As cores observadas na queima de fogos de artifícios
e da luz emitida pelas lâmpadas de vapor de sódio ou
05 A de mercúrio são decorrentes de processos eletrôni-
cos idênticos aos observados no teste de chama.
I. (V) Como esse átomo é neutro o seu número de pró-
c) (F) A cor da luz emitida depende das transições dos elétrons.
tons será igual a 25.
d) (F) No teste de chama, as cores observadas são decor-
II. (F) Apresenta 4 camadas ou níveis de energia.
rentes da excitação de elétrons para níveis de energia
III. (V) Apresenta 5 elétrons desemparelhados no subnível 3d5.
mais externos, provocada pela chama e, quando estes
IV. (V) Apresenta 10 orbitais completos. elétrons retornam aos seus níveis de origem, liberam
energia luminosa, no caso, na região da luz visível.
06 E e) (V) As cores observadas podem ser explicadas conside-
I. (V) A camada N comporta no máximo 32 elétrons (2n2). rando-se o modelo atômico proposto por Böhr.
II. (V) Ocorreu transferência dos elétrons do orbital pz
para o orbital py. 11 C
III. (V) 15P: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p3. Temos 3 elétrons desempare- Após bombardear uma fina camada de ouro com partícu-
lhados no orbital p. las alfa, Rutherford observou que a maioria das partículas
IV. (V) Como o hidrogênio apresenta somente 1 elétron, alfa atravessou a placa de ouro e sofreu espalhamento,
a energia para esse elétron saltar do 3s é a mesma porém uma quantidade considerável de partículas alfa
para o 3d. sofreu desvios com diferentes ângulos. Para algumas par-
tículas, o ângulo de espalhamento foi maior do que 90%,
07 A ou seja, estas partículas alfa foram arremessadas de volta
II. Elétron. Partícula de massa igual a 9,109 · 10–31 kg e contra a lâmina de ouro emergindo do mesmo lado pelo
carga elétrica de –1,602 · 10–19 C. qual haviam entrado.
V. Átomo de Böhr. Partícula constituída por um núcleo
contendo prótons e nêutrons, rodeado por elétrons 12 C
que circundam em órbitas estacionárias. O único cátion que apresenta elétrons desemparelhados
III. Átomo de Dalton. Partícula indivisível e indestrutível é o ferro II (Fe2+). Essa condição é favorável para que o
durante as transformações químicas. mesmo seja atraído por um imã.

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d) (V) Em um mesmo grupo, as propriedades químicas são


Módulo 3 muito semelhantes.
e) (F) A eletronegatividade e a energia de ionização são
Tabela periódica – Propriedades periódicas e propriedades periódicas.
aperiódicas dos elementos

Atividades para Sala Atividades Propostas


Atividades Propostas

01 D
01 B
a) (F) Ouro e mercúrio são metais.
a) (F) O cálcio é um alcalinoterroso
b) (F) O ouro pertence à família 11 e o mercúrio a família 12.
b) (V) Ambos apresentam como subnível mais energético o s2.
c) (F) Pertencem à família 11 e a família 12.
c) (F) O potássio é um metal alcalino.
d) (V) São metais de transição externa, pois apresentam
d) (F) O cálcio é um alcalinoterroso.
como subnível mais externo o d.
e) (F) O potássio é um metal alcalino.
e) (F) São elementos de transição externa.
02 B
02 A
O alumínio e o silício pertencem respectivamente às famí-
I. (V)
lias do gálio e do germânio.
II. (V)
III. (F) São classificados como representativos.
IV. (F) Em uma família os elementos apresentam diferen- 03 E
tes números de camadas. O elemento que poderá formar o composto AB é o NaF. A
distribuição eletrônica do flúor é 1s2 2s2 2p5.
03 C
A distribuição eletrônica do vanádio 23V é: 1s2 2s2 2p6 3s2
04 E
3p6 4s2 3d3
Somente os elementos I e III pertencem ao mesmo
Esse elemento é sólido a temperatura ambiente (25 ºC). O
período.
vanádio apresenta como subnível mais energético o 3d3,
sendo classificado como metal de transição externa, loca-
lizado na família 5 e período 4. 05 D
L e M apresentam como subníveis mais energéticos o sub-
04 A nível s2, logo pertencem a família dos metais alcalinoterro-
sos.
O elemento chumbo está localizado na família 14 e período
6. O elemento mercúrio está localizado na família 12 e no
período 6. Pela localização na tabela ambos apresentam o 06 D
mesmo número de camadas preenchidas e o chumbo é o Com o aumento do número atômico em uma família,
mais eletronegativo. ocorre o decréscimo da eletronegatividade e o raio atô-
05 E mico cresce.
a) (F) C está no 4o período e D está no 6o período.
b) (F) A está no 2o grupo (metais alcalinoterrosos) e C está 07 C
no 14o grupo(família do carbono). O metal mais suscetível a exibir o efeito fotoelétrico é o
c) (F) Ambos apresentam famílias diferentes. césio (Cs). Além de ser metal, esse elemento apresenta a
d) (F) A apresenta o maior raio. maior tendência para perder elétrons.
e) (V) B é um elemento de transição externa e D um ele-
mento de transição interna.
08 C
06 D I. (F) Y é um metal alcalinoterroso.
a) (F) O potencial de ionização é uma propriedade de II. (F) Z é um metal.
todos elementos da tabela periódica. III. (V)
b) (F) O grafite e o diamante são uma forma alotrópica do
carbono. 09 C
c) (F) Em um mesmo grupo da tabela periódica, os ele- a) (F) O rubídio apresenta o maior raio.
mentos localizados nos últimos períodos têm raio b) (F) O silício pertence à família 14 e o enxofre a família 16.
maior que aqueles localizados nos primeiros perío- c) (V) A energia necessária para arrancar 1 elétron de um gás
dos, devido o aumento do número de camadas. nobre é muito alta devido a sua estabilidade eletrônica.

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d) (F) O chumbo tem o menor raio.


e) (F) O magnésio é mais reativo, pois tem mais tendência
para perder elétrons.

10 C
O íon F– apresenta o maior raio iônico por apresentar o
menor número atômico, favorecendo uma menor carga
nuclear efetiva.

11 E
O elemento bário pertence a família 2 ou 2A (metais alcali-
noterrosos) e apresenta 2 elétrons na camada de valência.
Esse elemento apresenta tendência para perder elétrons e
ao se ligar com o oxigênio doa dois elétrons.

12 B
Em um grupo da tabela periódica, ao aumentar o período,
ocorre um aumento do número de camadas, consequen-
temente ocorre um aumento do raio.

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