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Vamos tratar desse livro – estrutura da ação social – q nessa parte selecionada tem um pouco

o esquema geral, proposito do livro, como ele desenvolve a concepção dele de ação e de ordem social,
é um cfronto a leitura e interpretação q trata ai. Não interessa mt detalhes de cada, mas a ideia dele é
desenvolver teoria da AÇÃO e uma teoria da ORDEM SOCIAL.
AÇÃO
ORDEM SOCIAL

Que de conta da coesao... estabilidade...


A ordem social envolve mt coisa, um termo mt carregado, mas claro, Coordenação das
ações... Temos de agir de uma maneira minimamente coordenada.
Toda sociedade precisa coordenar em varios contextos as ações de uma pluraridade de
individuos para q não colidam...
Coordenação está presente, e também COOPERAÇÃO, como vamos agir de modo a atingir
certos fins coletivos, presente na noção de ordem social...
Coesão social... quando há a reinvindicação de cisão no interior da sociedade, de
segmentação, é um indice que não se tem mt coesão.
Ordem social tbm diz respeito a integração... certa posição no interior da divisao do trabalho
de maneira q não desenvolvam motivações divergentes em relação a sociedade, integrar o individuo
tem esse sentido, integração dos individuos, dos membros na sociedade. Também das normas, o q
indica q elas tem certa compatibilidade, não são contraditórias... O individuo não ta infringido normas
q são validas pra outros contextos, ou se está, isso é mantido dentro de limites... Garantir integração
de normas significa definir de maneira mais precisa a jurisdição dessas normas.

O termo rico de significado, polissemico, precisamos estar atentos a isso sempre q se


perguntar o q se está dizendo.
O controle do conflito, uma sociedade [e tanto mais ordenada qnt menor o indice de
crimilaidade, td tipo de coisa q contrariam normas sociais...

Parsons quer fazer uma teoria geral da ação, fazendo uma leitura da historia do pensamento
sociológico...
Interpretação de pensamentos de 4 autores (marshall pareto durkheim e weber) tenta
extrair – este é o grande fio condutor do livro e q ele apresenta uma alternativa a concepção utilitarista
de ação e de ordem social, ele quer obter dessa pequena historia do pensamento sociologico, quer
extrair deles uma nova teoria, uma possivel teoria da ação e da ordem social, q supere a versão
utilitarista da ação e ordem social, que supere não no sentido de refutar inteiramente, mas conservar
alguns elementos da teoria utilitarista, mas acrescentar a ela alguns elementos outros.
Pressupostos da teoria utilitarista...
Ele quer uma certa concepção de ação q dê conta da ordem social... no fundo o raciocinio é
a ordem social existe, é um fato incontroverso, há certo nivel de coordenação, cooperação, confiança,
em qualquer sociedade certo nivel e grau, podendo variar dmais. Certo grau de ordem social sempre
há em toda soicedae. A questao é como explicar esse fato.
Pressupoe q isso seja um fato... não está em jogo provar a existencia da ordem social, ela
existe como dado. Temos q dar conta desse fato incontroverso.
Para os q são mais sensiveis a exsitencia do conflito na sociedade, pode-se dizer q pq q não
há mais conflito, pq não há conflito a ponto de opor a cada momento todo individuo contra todos os
outros? O conflito é sempre dentro de certos limites... pq temos, salvo em certas circunstancias em
sociedades modernas, certas normas pra resolver conflitos. Conflito pode atingir até certo ponto, até
certo ponto é possivel ter conflito, dps não...
Certa aceitação na sociedade democratica de quais são mecanismos pra resolver conflitos...
claro q mecanismos podem ser alvos de critica, de tempos em tempos podem ser objetos de
destruição... mas o fato é q há mecanismos, há limites, há uma noção quadro-normativa q impede q a
sociedade se dilacere, se dissolva em uma luta.
Claro, é possível q isso ocorra, daí não tem mais sociedade, tem outra coisa.
Partindo do fato de que ordem social existe, e tomando isso como ponto de partida pra
reflexao sobre ação, tem q desenvolver uma concepção de ação social q de conta disso... um pouco a
logica do raciocinio...
É muito importante... o pensamento utilitarista q ele cita algumas caracteristicas... Devemos
ter identificados algumas caracteristicas na leitura do texto, mas o q é a versao utilitarista da ação e
ordem social? É uma possivel teorização, possibilidade logica, no interior do que parsons chama de
quadro de referencia da ação. Tem um quadro, feito de alguns elementos estruturais, q dao anatomia
do que é a ação humana, quais são os elementos q definem a ação humana como algo dotado de
sentido e não só uma mera reação biologica... Claro, há mt do nosso comportamento q é reação a
instintos, bocejar por exemplo, quando não estamos tentando passar pra alguem q estamos passando
por situação de tedio...
Qnd usamos deliberadamente pra transmitir alguma coisa entra na ordem simbólica, e aí não
é mais matéria de estudo da sociologia, mas da da psicologia social.

Ele procura identificar elementos q constituem ação como algo distinto do comportamento
determinado por razões biologicas e organicas. O jogo entre os elementos, manipulação entre os
elmeentos, modo como relacionamos os elementos é q ditará as várias teorias com as quais ele
trabalha, e ele trabalha uma possibilidade logica, especialmente, q ele chama teoria voluntarista da
ação.
O quadro de referencia da ação envolve um ator, ai podemos fazer uma série de
dinstinções... ator pode ser coletivo, pode ser individual, pode ser grupo politicamente organizado ou
não, pode ser uma nação, um jogo das relações internacionais, etc... mt coisa pode ser extraida.
Depois, tem a situação em que agimos, e o ator sempre dá um significado para a situação,
interpreta a situação, e td o problema e quais os criterios q utilizamos para interpretar a situação é
importante... parsons desenvolve mt isso em outros textos, certa orientação do ator para a sua
situação. A situação pode ser algo imediatamnete concreta e presente pra ele, ou não, pode uma
situaç!ao imaginaria mas q tem efeitos concretos pra ele, etc...
Há uma distinção mt importante no interior da ação. Há certos elementos q chama de
condições, e há o q chama de meios. As condições da ação... td aquilo q é um dado, teremos q levar
em conta, e que não poderemos alterar: a presença de outros, a presença de certos obstaculos podem
entrar nisso; podemos incluir no interior das condições a nossa condição fisico-organica, q determina
as ações q podemos realizar e que não podemos alterar ou podemos alterar dentro de certos limites...
Condições da nossa presente situação. Td q poe limites a nossa ação, podem ser limites relativos a
nossa natureza interna, constituição fisico-organica, etc.
Temos, alem do ator e da situação q pode ser subdividad em situação e meios, elementos da
situação q podemos manipular, que temos algum controle.
Alem de tudo tem os fins, dirigidas para certas metas, objetivos... Os fins ai tambem podem
ser dos mais diversos tipos.. Coletivos, individuais, uma distinção importante para a CS em geral. E por
fim outro elemento fundamental q parsons da mt enfase são as normas. Outro elemento q constitui
quadro da ação.

****Ator – situação (condições e meios) – fins – normas


(quadro de referência)

Normas que orientam a escolha dos meios para atingir os fins, normas q podem regular a
escolha dos fins, normas q podem dizer quais fins são legítimos e quais não, norams podem orientar a
maneira como interpretaçmos a situação da ação... Entao a norma de natureza cognitiva q nos diz o
que observar em certas situações, o que prestar atenção, q faz um mapeamento cognitivo do espaço,
q diz o q devemos valorizar...
Há uma variedade de normas q orientam a nossa ação.
Este o quadro de referencia da ação (acima em negrito)

Ação como um processo é nada mais do que o esforço do ator para alterar condições no
sentido de obter seus fins de acordo com certas normas. Por isso o termo VOLUNTARISTA q o parsons
empenha é q ação sempre coloca esforço no sentido de obter os fins, mas de acordo com certa norma,
q diz como é desejavel obter as coisas, modelos desejaveis de conduta. Seguir essas normas implica
certo esforço.
A questão é q a maneira utilitarista de articular os elementos q constituem o quadro de
referencia da ação...
Qual a maneira... há uma versao possivel de articular esses elemtnos. Parsons tenta trabalhar
com vários possibilidade. Claro, há um momento no pensamento em que esta maneira de articular o
esses elementos tem suas falhas e os autores percebem que dados fenômenos empíricos, essa
maneira de formular este quadro é insuficiente.
Houve um momento q a tentativa foi 1234, do ator as normas, era o normal. (ver de novo o
audio) Mas isso foi insuficiente.
Os autores, Pareto Marshall Durkheim Weber, percebem pouco ou não explicitam direito
quais são os pontos falhos dessa versão utilitarista da ação, e mt menos não explicitam alternativa a
essa versão utilitarista.
Há elementos aqui e ali aproveitáveis na obra desses autores, PArson aproveita esses
elementos, explicitando, elementos de uma nova concepção de ação que surge, está em germe,
presente de maneira difusa nos 4 autores, q trabalharam de formas independentes, em contextos
teoricos e sociais diferentes. A origem e proveniencia de cada um é mt diferente, tanto tradição teorica
(weber – idealismo alemao; durkheim – positivismo; marshal – utilitarista...). São autores que provem
de heranças teóricas distintas, estao envolvidos em contextos sociais e históricos distintos... Mas
simultaneamente e sem nenhum contato entre eles estariam fazendo uma especie de descoberta q
parsons teve o mérito de identificar qual foi.
Parsons diz isso da plausibilidade a minha teoria da ação é quase como uma necessidade do
pensamento partir de uma estipulação disso, ver as falhas e tentar (ver audio).
Como se fosse algo proprio da ideia e da razão rumando pra teoria voluntarista da ação.
Prova disso é q os 4 trabalhando sem se conhecer tavam se rumando pra isso ai.

Argumentação do parsons... como ele conjuga a historia do pensamento social, envolvendo


os 4 autores, (MPDW), e a leitura q faz desses autores é uma interpretação q da uma certa coerencia
logica a esses 4 autores. Não é uma obra de interpretação q faz uma leitura estanque de cada um
deles, não são autores com obras q não teriam nenhuma possibilidade de dialogo entre elas. Tem sim.
Tem possibilidade de dialogo no interior do quadro de referencia da ação, interpretar esses autores
seguindo o quadro de referencia da ação daria um dialogo central teorico, com certos problemas
teoricos da ação e ordem social.
Autores q não tem dialogo explicito.
E a QRA seria uma maneira de fazer leitura dessas obras e torna esses autores não separados,
mas q podem ser articulados ou relacionados.
Parte importnate do livro – obra de teoria social q faz uso da historia do pensamento social
mas pq ela tem esse ponto de vista (esse quadro de referencia da ação 1234).

A questao é saber quais os pressupostos da teoria utilitarista, e o q há de insuficiente nela.


Qual o grande problema q ele aponta na versao utilitarista no QRA, ou elementos q esse quadro
utilitarista enfatiza dentro da QRA. Como retrata o ator, agente, buscando alguns fins... Isso é
fundamental, “sim, há o autor q busca alguns fins, para isso emprega os meios mais adequados para
obtenção desses fins”. Significa dizer q temos uso ou enfase em certo padrão normativo para articular
relação entre meios e fins. Isso q é central na teorização, versao utilitarista no quadro de referencia da
ação.
Autor que busca fins, quaisquer q sejam os fins. E q para obter os fins, faz leitura das
condições e dos meios, condições q deve evitar pq são indobraveis e meios q são articuláveis.
Há a articulação meios-fins, q é feita segundo o q parsons chama de norma da racionalidade
cientifica, q quer dizer uma racionalidade q busca identificar quais os meios mais eficientes para atingir
os fins, e mais eficientes segundo regras empiricas do conhecimento. Esse é o autor retratado e essa a
ação analisada pela versão utilitarista.
Há uma unica norma, padrao normativo, o da racionalidade na articulação meios-fins.
Norma q articula relação meios-fins é a norma da racionalidade cientifica.
Há uma lacuna importante ai... há algo nesta teorização q é deixada inteiramente de lado..
tem uma solução, mas a rigor a solução para esse problema exige uma articulação de uma nova
teorização (teoria voluntarista da ação).
Qual a categoria residual, aquela q a teoria não abarca, ou q abarca de maneira negativa...
categoria fins. Ela não é tratada, não tematizada pela teoria. A teoria não procura dar conta de como
são definidos os fins das nossas ações, ou como são distribuidos os fins no interior de uma sociedade.
É possivel q em uma sociedade difernetes grupos tenham diferentes finalidades... E claro podemos
dizer q há alguns fins q são validos para todos... Ter um papel na estrutura ocupacional da nossa
sociedade...
Alguns grupos dentro da estrutura ocupacional.. O utilitarista pressupõe que ...
A teoria utilitarista é incapaz de explicar a ordem social justamente por causa disso.
Os fins são absolutamente individuais, e dizer isso é q os fins não são socialmente
distribuidos, não são formados em contexto de interaçao outros, ta apontando nessa direção...
Os fins são de ordem subjetiva, eles variam de individuo para individuo, os proprios
individuos mudam de uma hora pra outra, n há nenhuma estabildiade na categoria fins na visao
utilitarista. Os fins, a rigor, variam, e variam aleatoriamente.
É de ordem individual, para o individuo é único. Isso n importa, a teoria ta preocupada com
como os individuos, dado certos fins, adquirem formação sobre meios para obtenção dos seus fins.
Isso q ta dentro do escopo da versão utilitarista do quadro de referencia da ação.
Como os individuos de acordo com a norma da racionalidade adquire informação para obter
seus fins... Claro, dai, toda uma vertente de teorização da ciencia social, ciencia politica, economia...
teoria da escolha racional, etc... nivel de informação q os individuos buscam, como o nivel de
informação depende da importância dos fins q querem obter, como chega um momento q obter mais
informações sobre os meios pode ser custoso, tem q ser um nivel de informação ótimo para atingir
certos fins, mas não pode sobrecarregar tanto q me impossibilite de agir... Tem q ser alguma
informação somente q me oriente...
Fazer uma analise da ação dentre esses modos.
Parsons tem nada contra isso, claro, tem algo contra, mas de certa maneira, tem uma critica.
As críticas é q isto tem q ser visto, essa maneira de articular, o quadro de referencia da ação,
como uma opção analitica privilegia certos elementos e pode ser aplicavel para certos antros no
interior da sociedade... relações de ordem economica.
Pode ser mt importante pra analise das relações economicas. Não podemos é interpretar de
maneira equivocada essa aplicabilidade, é aplicavel não pq seja retrato fiel da realidade, mas pq
privilegiamos alguns elemntos na analise, mas devemos ter mt cuidado de não interpretar esses
elmeentos como se a aplicabildiade resultasse de um retrato da realidade em todos os seus aspectos.
Isso é uma opção analitica viavel para certos contextos, desde que não interpretemos mal essa
aplicabilidade. Talvez, em alguns contextos, predomine esse tipo de ação... busca na obra de Marshall
algumas coisas interessantes...
O sujeito q usa meios para atingir fins, quaisquer q sejam os fins, não é um sujeito voltado ao
prazer, voltado a hedonismo, é um agente economico tal como foi formado na historia q não se
entrega ao gozo imediato, é disciplinado, aprendeu a renunciar a certos ganhos, a uma certa maneira
de consumir de forma imediata para poupar para depois investir e ganha rmais, etc, consegue
renunciar a situação automatica.
Não seria viavel aplicar a noção de um sujeito voltado a obtenção do prazer ao economico,
dado q esse agente economico é mt controlado. Nem precisamos pensar em empresarios, podemos
pensar nos trabalhadores, mesmo q saiba q com maior produtividade pode aumentar o ganho, e o
maior ganho pode aumentar seu leque de consumo.

Até coerção e compulsão, disciplina... Aqui temos esse pequeno quadro da versao utilitarista
q tem esse ponto, essa lacuna. Os fins variam aleatoraimente. É um ponto cego da teoria, e é natural
e parte do progresso cientifico, do ritmo do progresso cientifico (parsons não diz em nenhum
momento q certas preocupações ideologicas impulsionaram a busca de um esclarecimento sobre a
natureza dos fins... a maneira como investiga o progresso teórico privilegia a logica das ideias e muitos
empíricos que os autores teria. A logica das ideias é o q dita o progresso cientifico. Parsons em nenhum
momento Parsons ta ocupdao em apontar influencias de ordem política, ideiológica na evolução dessa
teoriazao, da historia interna, história interna do conhecimento cientifico fatores externos –
ideologias, crenças politicas, etc, não é o q tenta identificar como elemento chave.)

A questão dos fins... Há maneiras de tentar dar conta disto dentro dessa teorização
utilitarista, parsons tbm não quer complicar mt o quadro, mas o sentido utilitarista se da sob
pressupostos positivistas sobre o que é a ciência.
Há pressão natural dentro do pensamento positivista, daqueles que considera a nossa única
relação cognitiva com mundo é aquela proporcionada pela ciência, não por acaso a norma da
racionalidade cientifica é o elemento nromativo privilegiado pelo potivisita... Positivista no sentido
preciso como diz parsons, q considera q nossa única experiencia cognitiva é aquela proporcionada pela
ciencia. Não há outro modo de conhecimento a não ser o cientifico.

Tbm pensa as relações como relações regulares, q podem ser formuladas na forma de leis...
concepção positivista de conhecimento e ciencia, há uma pressao natural pra tentar dar conta da
natureza dos fins, da origem dos fins, da genese dos fins. Há maneiras de tentar fazer isso no interior
desse quadro utilitarista/positivista.
Uma maneira, pergunta parsons, identifica uma maneira de teorizar a ação q trabalha com
certos elementos (meios/fins e norma/racionalidade) e .... solução e como a solução é mais ou menos
satisfatoria... uma maneira é de tentar extrair os fins das condições. Os fins da nossa ação são
extraiodos da leitura cientifica q fazemos da situação... derivam usando conhecimento cientifico,
deriva os fins do conhecimento cientifico. Com isto, a categoria fins deixa de ser um elemento
independente e é assimilada a categoria condições... perco elemento importante no quadro de
referencia da ação, e um elemento de natureza subjetiva (fins)... os fins são transformados em
condições... O agente não se escolhe os fins, ele se adapta as condições q ditam a ele certos fins. Td q
temos q fazer pra identificar os fins é fazer leitura cientifica correta da situação.
Durkheim, em certas passagme, fez isso de maneira sociologica. Caberia a sociologia
identificar quais são os fins inerentes à sociedade moderna... Sociologia teria capacidaded de
identificar mediante levantamento historico... sempre q temos certas condições, temos tambem
concomitantemente uma afiração cada vez maior de valores q prezam e sacralizam o individuo, seus
direitos, sacralizam tornam o direito sagrado, o direito a desenvolver suas potencialidades,
personalidades (individualismo moral como chamado por durkheim) esse seria o fim inerente a
sociedade moderna, pelo menos interpretação sociologica da evolução da sociedade moderna
mostraria isso. Temos ao longo da evolução afirmação cada vez maior de um certo tipo de ideal, do
individuo tendo direito de varias coisas...
Ciencia..
Para ter os fins nada mais precisamos q faze ruma leitura correta cientifica da situação. Com
isso, perdemos algo, categoria fins é assimilada na categoria condições. Não há mais nenhum padrão
para escolher os fins, Padrões morais, religiosos etc. Apenas a leitura racional da situação.
E se não estamos adotando os fins por uma leitura racional cientifica da situação, estamos
cometendo um erro... ou estamos ignorando a natureza das condições ou estamos errando quanto ao
calculo dos meios mais eficazes para atingir os fins... Entao temos 2 possiiblidades de nos desviarmos
dos fins que são ditados pela leitura cientifica da situação, cientificas dadas pelas ... erro e ignorancia.
Se adotamos outros fins e não aqueles q analise cientifica da situação exigira, pq ignoramos
a natureza da situação ou pq fizemos leituras correta ao fim, mas erramos dos melhores meios, etc...
Não há outra orientação normativa da ação q não seja essa da racionalidade cientifica.. essa é uma
possibildiade no interior do quadro normativo da ação... uma possibilidade, veja, que é instável pq
prejudica ou sacrifica um elemento.
Há outra solução... essa solução (parsons gosta de rotulos ) de extrair os fins de uma leitura
cientifica de uma situação é o que ele chama de:
 Positivista-racionalista da ação

Há outra possibilidade... extrair os fins da natureza humana, tomar os fins como algo
determinado por nossa constituição humana, q parsos chama de hereditariedade, q há fins prescritos
na natureza... uma maneira de articulari isso utilizadas por alguns autores da escola utilitarista, como
psicologia... tipo agiremos de acordo com nossa natureza de buscar prazer e fugir da dor... E faremos
isso se tivermos conhecimento
E os fins são dados pela natureza humana, os fins deixamd e ser independente... estará
presente na natureza. Passa a fazer parte das condições internas da nossa natureza, os fins com essa
solução dada a origem dos fins, os fins deixam de ser categoria independente do quadro de referencia
de ação, é assimilado a condiçoes novamente. E com isso, a noção de fins deixa de pertencer tambem
ao q deve ser analisado do ponto de vista subjetiva do autor. Não é algo q escolhe, q possa escolher...
é algo q se adapta novamente, sua natureza interna.
Os fins passam a fazer parte das condições da ação. Parsons ta dizendo é- essas soluções (por
isso disse q era importante o quadro de referencia da ação q define a ação como algo distinto do
comportamento biologico, reação a estimulos biologicos, essa caracteristica pode se perder com essas
soluções... Especialmente essa, onde os fins passam a ser a propria natureza humana, algo q pode ser
ate pensado no registro psicologico ou biologico, mas determinado pela natureza interna do sujeito,
ameaçam descaracterizar o quadro da ação como algo q distingue ação do comportament obiologico.
Parsons diz q ameaça privar a ação do carater de ação, e tornar a reação a determinantes biologicos,
determinismos biologicos... Essa ultima seria a anti-intelectualista.
Por isso não são soluções satisfatorias dentro do quadro de referencia da ação. Importante
partir dessa definição. Agir é dar sentido a situação, escolher meios de acordo com norma, criterio,
padrão, e não reagir a instintos. Envolve trabalho, empenho interpretativo de fins e meios e de normas
q regulam a relação entre meios e fins...
Essas noções aqui definem o que é a ação, agora elas não estareacao a instintos biologicos...
Mesmo a norma da racionalidade é uma norma. Preserva esse carater de ação da ação.
Envolve, de forma mt delimitada... escutar audio...

E ai parsons tentara dar um pouco mais de cor e conteudo, esse esquema, versão que ele
chama de anti-intelectualista.
Parsons não pretende ver elas desenvolvidas dessas maneiras exatamente nos varios
autores... Ele tenta buscar versoes desass soluçoes e articulações da teoria da açaõ... os autores
Hobbes, Locke, Darwinistas sociais, Spencer, Zezencka?, são mais sofisticados, parsons ta atento a isso,
conjugam mts elementos, as vezes surge concepção mais rica da... ... ele apresenta mais uma
simplificação das coisa. Nos autores classicos da filosofia e economia politica são mais sofisticados,
mas reduzindo a solução q dao ao problema daçaão em seus caracteres elementais, chega a isso.

Parte da critica ta ai... sua solução ameaça implodir o quadro de referencia da ação, privar
nosso comportamento da açaõ... E outra parte falha da lacuna dessa concepção de acao, é que ela não
dá conta da existencia da ação social. Seria impossivel, dentro dos pressupostos da teoria utilitarista
derivar explicação para existencia da ordem social.
Mt importante pro parsons desenvolver uma concepção de ação que dê conta da existnecia
da ordem social, e por isso mostrar q as falhas no utilitarismo não são apenas falhas que são
relacionadas a acao, mas também a ordem, não explicaria a ordem social.
... (audio2)
Tem q haver alguns fins (e isso escapa para o utilitarista), para explicar a ordem social, temos
q assumir tem alguns fins q tem prioridade em relação a outros fins... q não tem a ver com o calculo
egoista.
É o exemplo q durkheim da, cumprir com as promessas feitas no contrato, esse tipo de norma
tem q ser obedecido incondicionalemnte, algo q não submeto a meus calculos utilitarios de tal modo
q eu calcule “ness emomento é vantajoso cumprir a promessa, mas amanha não... dependendo se for
eu sigo, se não, não”...
Se fizermos isso o tempo todo, não é racional acreditar em contrato. Se minha confiança de
q o outro vai cumprir a promessa se eu suober q isso ta o tempo todo em calculo egoista da pessoa,
fica comprometido...
Uma vez prometido, espera-se q cumpra a promessa. A questao é, segundo parsons, para
explicar a ordem social preciso estipular q alguns fins e normas tem uma prioridade absoluta acima da
outras. Não posso fazer isso com todas as normas, pq se fizermos isso o tempo todo com todas as
normas, se generalizarmos isso, não podemos falar em relações sociais estaveis: exemplo
As normas sociais, como a de reciprocidade, retribuir algo q recebemos. É uma norma da
sociedade q funciona em mts contextos, retribuir convite q recebemos de alguem para jantar é uma
norma social, etc... As normas até são mt implicitas, pq é preciso saber dar tempo para retribuir isso,
pq se retribuirmos mt rapido da uma ideia de que queremos nos livrar do fardo...
Mts vezes fazemos calculos utilitários... supomos q um casal foi convidado pra uma festa e
precisa retribuir um convite, um deles pode dizer “olha, a um certo tempo recebemos convite de certo
casal, temos que retribuir”. Pode ser q exista por tras da mençao dessa norma seja anterior a um
calculo. A pessoa pode estar utilizando a norma pra ocultar seu verdadeiro objetivo, um interesse
utilitario, q não fica claro. Manipulamos as normas para com isso obter aquilo q almejamos, aquilo q é
vantajoso pra nos sem ser obrigado a delcarar aquilo q queremos, pq as vezes não é de bom tom...

Isso é um caso de manipulação da norma social. Se nós generalizarmos isso da utilitarismo


por tras da norma, se fizermos isso o tempo todo e se soubermos que todos fariam o tempo todo, que
sentido faria invocar a norma?
Sim, fazemos os cálculos utilitários, mas não da pra generalizar dizer q usamos o tempo todo,
pq não fará sentido sequer usar a norma de forma manipulativa pq se fará o tempo inteiro...

É preciso hierarquizar os fins, os fins não variam aleatoriamente, não estao simplesmente
sujeitos ao calculo de cada um... O q importa é rever de forma profunda esse quadro utilitarista. Vai
dar a norma, tornar a norma uma categoria de fato independente, de fato que normas morais e tal
obedecemos incondicionalmente, independentemente do beneficio q extrairemos... Significa dar um
peso mt grande a ação normativa.
A norma não é apenas a da racionalidade q está introduzida agora. É algo como fim em si
mesmo... não é norma q diz “seja racional, utilize dos meios mais eficazes pra atingir seus fins”. A
norma diz q temos valores, temos regras morais q temos q obedecer incondicionalmente.
Um fator em nossa conduta q é independente e que tem q ser introduzido na teorização em
qualquer articulação do quadro de referencia da ação. AS normas como algo que respeitamos por elas
mesmas, q é um fim em si mesmo.
Claro, não somos todos bonzinhos e fazemos isso o tempo todo, mas nossos calculos
utilitarios tem certo limite, é o q está dizendo.
Isso envolve uma critica da concepção utilitarista pra explocar ordem social. Parsons explicita
algumas manerias de explicar a ordem social q ta dentro da concepção utilitarista.. algo como a versao
do Adam Smith. Algo como “sim somos egoistas, agimos maior parte do tempo como egoistas”... há
uma identidade natural desses interesses, mas agindo em nosso interesse, criamos um mundo q é
benefico para todos, portanto há identidade natural dos interesses.

OU a ideia desenvolvida por alguns utilitaristas de q algo como “bem estar do outro nos causa
prazer”, temos sentimento natural de simpatia pelo bem estar do outro, e isso faz com q nossas ações
sejam dirigidas tambem pelo bem estar do outro. Isso tbm é apostar em inclinação natural de simpatia
com o outro. Pro parsons tem mt valor pq tem a ver com natureza humana...
Três soluções para o problema da ordem dentro da visão utilitarista...
Identidade natural dos interesses – adam smith, agimos egoisticamente, mas de alguma
maneira criamos algo q é benefico para todos, sem intervenção de nenhuma instituição...
Fusão dos interesses – meu interesse egoísta é tbm de interesse social pq sinto prazer qnd
vejo outro em situação de bem-estar.
Fusão artificial dos interesses – solução Hobbesiana ao problema da ordem, por exemplo..
precisamos de sanções q impeçam certas linhas de conduta... sanções, penalidades que sejam
obstáculos a certas maneiras de se conduzir. Isso é importante, a definição, explicitação das normas,
pena associada a cada tipo de infração... Isso é importante. Não é q os utilitaristas não utilizam a ideia
de quadro normativo, eles utilizam. De que maneira as norams estao presentes dentro do universo
intrinsecamente utilitarista? Estao presentes no interior das condições da ação, é um dado q tenho q
levar em conta nos meus calculos. “Se eu adotar certa linha de conduta, corro risco de ser
penalizado”... e ainda posso fazer o calculo “essa pena quase nunca é utilizada, posso correr o risco”,
ou “a um certo prazer imediato to disposto a sofrer depois, que pode até não vir”
As normas estão dentro do interior da ação, nesse caso, eu calculo, então.
Autoridade da sociedade está presente por meio do estado, instituições juridicas... presente
dessa maneira, define e aplica sanções/penalidades, de maneira clara, para q o sujeito calcule a
informação disponivel para q o individuo calcule se vale a pena ou não seguir a norma.
Diz o Parsons junto com Durkheim q isso é mt instável... isso não garante relações sociais
estabilizadas, ordenadas, coordenadas, a rigor pode ate fazer (e isso importante, estao sempre
experimentos mentais, lançandos certos pressupostos, e por raciocinio dedutivo logico extrai
consequencias, não tem nada de mt empírico...) pode até levar ao extremo, pensar que a ordem surge
desta relação entre individuos q buscam seus fins e fazem seus calculos dentro de quadro normativo
q define penalidade, pensar q a ordem surge dai, no fundo é pensar q a ordem social repousa em
parte em um elemento coercitivo... E qnd a ordem se sustenta na força, do poder coercitivo, podemos
pensar q também se colapsará pela força. Ocorre o risco de ser em algum momento desafiada pela
força. Não tem garantia de estabilidade dentro deste quadro em q buscamos atores, q estabelecem
relações de troca, mt importante para o quadro utilitarista, etc... O modelo da relação social costuma
ser modelo da troca, as vezes conseguimos vantagens reciprocas dentro de um contrato comercial ou
seja la qual for o termo... Há um quadro normativo q impede para estabelecer essas relações o uso da
fraude, q impede o uso da força para obter consentimento do outro, estabelece o que pode ser objeto
de contrato, o que q não pode... não podemos nos vendermos escravos por exemplo, mesmo q as
partes queiram.
Há em todo quadro normativo q proibe certas maneiras de obter contrato, objetos poderiam
ser contratados, etc... É importante para obter a ordem social, mas o quadro normativo funciona por
meio

Msm qnd temos uma sitação de causa aparente, tipo qnd a ordem policial está
Vamos pensar se não tem um aparato organizado repressivo, se tiver caos, é preciso um
aparato repressivo
Mesmo instituições q são claramente baseadas na força, exemplo prisões, baseada no
emprego da força, não é possivel garantir ordem apenas com base na ameaça de sanção... é preciso
(alguns estudos feitos nos EUA) de algum grau de ordem, o entendimento de algum grau de relações
de troca entre prisioneiros e carcereiros...
Temos outra concepção da ordem aqui, a noção de interdependencia, relações de troca,
etc... A rigor, três grandes soluções – isso q parsons fala – consenso voalorativo (aceitação das normas
como intrinsecamente valido, não utilitario) – coerção, e interdependencia (durkheim se situaria aqui?
Durkheim esta discutindo na divisao do trabalho com os economistas... .
É importante saber odne é q ele localiza a interdependencia... qnd durkheim discute a divisao
do trabalho, é q a divisao do trabalho aumenta a produtividade, satisfaz maior gama de interesses,
acesso a profusao maior de bens... divisao do trabalho tem impacto economico sobre produtividade,
portanto pode satisfazer interesses (qnd se da de maneira equilibrada, qnd não se tenta retirar oo
outro mais do q ele queria dar e tal). Ele não quer dizer q divisao do trabalho cria relaões vantajosas
pra todos. O q ele quer é mostrar é a dimensão moral da divisão do trabalho... derivar consenso de
valores DA INTERDEPENDENCIA... Qnd há relações frequentes, há respeito, foi o q Durkheim diz (logo
no inicio da divisao do trabalho). Mt cuidado com noção q fazemos de troca... costuma-se pensar
relação de troca como algo efemero, ir ao mercado, comprar e ir embora. Qnd ele fala de divisao do
trabalho ele ta falando de relações frequentes, constantes, diversas ocupações, ate relações
frequentes entre proprietarios e trabalhadores como atenuar. Corporações, não sindicatos, q reunem
todos os membros de determinada ocupação (empresarios, trabalhadores, etc) seria uma ocasiao para
discutirem seus problemas e moderarem seus fins... essa noção de interdependencia pode ter impacto
moral. Se ficarmos apenas com relações efemeras e transitorias, divisao do trabalho não tem impacto
moral nenhum. Durkheim está falando da interdependencia, mas ta tentando extrair dessa
interdependencia um efeito moral. Interdependencia não é importante pq satisfaz interesses mas pq
causa um efeito moral. “A imagem q tenho do outro reflete a imagem q tenho de mim mesmo”.
Até o aspecto coerção tá presente em Durkheim, num aspecto de que coerção não é só
externa, coerção pode ser interna (o individuo q foi devidamente civilizado, experimenta coerção
interna, tipo o sentimento de vergonha e culpa).
E claro, coerção externa tbm ta presente, mas não é o elemento central, a ordem não está
baseada toda aí.
Se fizermos leitura q parsons faz de Durkheim, durkheim em certo momento ainda pensa
coerção como elemento externo, mas depois reformula isso e aposta na internalização da coerção de
um individuo civilizado...
Pra durkheim, sociedade ta presente não so como instituição q define as normas, como
tambem instituição q socializa individuos, ai ele fala da educação, etc... Como motivar um individuo
para desempenhar certas normas de conduta e como manter o individuo motivado, isso é um
problema... motivação da socialização.

Para pensarmos a ordem social, torná-la inteligível, temos q pensar a ação, a orientação
normativa como elemento interno, a norma passa a ser parte da subjetividade do ator, não é mais
elemento externo q ele observa e calcula. Parte do seu aparato subjetivo, a maneira como se concebe,
ele desloca a norma para o interior do sujeito. Isso precisa toda uma teorização de como se dá a
interiorização das normas, ai tem teorias da (ver o audio) q vai desde a familia, escola, etc...
Torna-se portanto não só algo q deve ser... socialização torna um problema interessante.
Se a sociedade depende de certo consenso moral, é sempre um problema sociedades
diferenciadas q socializam o individuo de maneira diferente. Não só os meios sociais são distintos,
como tbm o individuo passa por grupos de socialização distintos ao longo da vida (familia, amigos, etC).
Uma sociedade diferenciada pode ter pluralidade de vlaores, ai a questao é o quanto os valores são
integrados ou quanto são divergentes... Esses são os problemas...

A coerção é uma teoria mt utilizada, não só uma teoria até pq é só ver quantos estados
investem na coerção... prende-se cada vez mais. Em q teoria se baseiam os estados modernos, Brasil
e Estados Unidos, provavelmente teorias da coerção, q inspira mt do controle social.

Recomenda a leitura desse trecho da Estrutura da Ação Social. Se quisermos prosseguir um


pouco para dar um pouco mais de substancia, e já q fizemos curso sobre durkheim weber, ler a parte
q parsons dedica a durkheim. A segunda metade inteira, ou 2/3 do primeiro volume da estrutura da
ação social, toda ela dedicada a Durkheim. A analise q parsons faz de durkheim vendo rituais, e tal.
Parsons abre tbm a possibilidade pra pensarmos ações rituais, não desenvolve de maneira
adequada e tal, mas abre um pouco a possibilidade, ações rituais q não tem fim externo a ela mesma,
ações q vc expressa, e o proprio ato da expressão esgota o significado da expressão. Categoria
importante pra pensar a ação... antropologia estudou mt isso (ações de natureza simbolica, ritual, etc)
Claro, tem tbm o Weber, tipologia da ação q é importante, e Parsons depois desenvolve.
Veremos na proxima aula, embora não esteja exatamente no texto sobre sistema social, desenvolve
um esquema toda ação precisa resolver 5 problemas, alternativas dicotômicas.
Preciso decidir dentro de dterminada situação se vou tentar obter imediatamente o prazer,
ou se vou adiar um pouco. Em algumas situações estamos autorizados a isso, em outras não. Temos q
decidir se vamos nos comportar de maneira afetiva ou neutra...
Se vamos levar em conta qualidades intrinsecas no outro, ou seu desempenho. Na relaçao
professor-aluno, o professor tem q levar em conta o desempenho do aluno, não pode levar em conta
qualidades do individuo. Se orienta de maneira particularista, relações pessoais com o outro individuo,
ou se vai levar em conta os aspectos universalistas. Esse é do particularismo e universalista.
Mts vezes qnd se fala de Parsons se fala disso, Variáveis Padrão: cinco problemas q podem
ser formuladas como alternativas dicotômicas, q toda ação tem q resolver, e q envolve minha relação
com o outro... Leva em conta certos traços reliogoso, isso significa q estou me orientando em relação
ao outro de acordo com religiao e tal, ou se to só de acordo com desempenho.
Em principios de empregos, por exemplo, geralmente se leva o desempenho.
Parsons tenta, sempre nas teorizações mt abstratas, q pudesse ser levado a toda sociedade...
Já nessas variaveis padrao parsons começa a ficar mais substantivo, mais dotado de conteudo, menos
abstrato...
Complementar – dogma social. O importante é ler de novo SOLIDARIEDADE CONTRATUAL E
ORGANICA. Nem tudo é contratual no contrato – parsons extrai tudo dai. Nem tudo é contratado pelos
contratantes, há um esquema normativo anterior q regula o q eles podem contratar, q define certos
meios q eles podem usar...
Nem as relações q estabelecemos pra trocar coisas de acordo com nosso interesse, nem essas
podem ser pensadas de acordo com sistema utilitarista... Pq antes há um sistema q os constrange, q
eles o respeita... Tambem ler a analise q parsons faz e ver como extrai dessa consideração de durkheim
todas as consequencias teoricas. Isso nos exige pensar a ação de outra maneira e a ação social de
outra maneira.
Conjugar esse trecho do Durkheim com a analise q parsons faz. -- Estrutura
Proxima aula pequeno texto sobre sistema social.

Todos esses autores (marshal pareto durkheim weber) estao fazendo elaboração utilitarista
da ação. Durkheim vem de uma procedencia positivista, as vezes flerta com positivista-racionalista,
mas aos poucos vai elaborando uma teoria voluntarista da ação.
Os autores vao aos poucos se libertando o esquema

Evolução do pensamento em cada um.

Pra entender a ação de Weber a religiao é mt importante (tipo, de acordo com calculo
racional dos interesses e td mais)

Qnd nos tornamos isolados, cada um pensa em seus proprios interesses privados.