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REVISÃO TEXTUAL-INTERATIVA EM EDITOR DE TEXTO

NICOLA, Rosane de Mello Santo – PUCPR


rnconsultoria@brturbo.com.br

Eixo Temático: Didática: Teorias, Metodologias e Práticas


Agência Financiadora: Não contou com financiamento.

Resumo

Este artigo propõe o uso do software editor de texto do programa Words como recurso
metodológico de ensino de língua materna, em aulas de produção textual, viabilizando o uso do
principal tipo de correção textual proposto por Ruiz ( 2001) – a correção textual-interativa. Por
meio dela, o professor estabelece uma interlocução não codificada com o aluno, escrevendo-lhe
bilhetes que focam problemas referentes à globalidade do texto, ou seja, de natureza
macroestrutural, voltados não apenas à materialidade textual, mas principalmente, às relações
entre a forma de expressão e seu sentido. Desse modo, as intervenções do professor são mais
producentes por lhe possibilitarem uma variedade de ações dialógicas - sugerir, questionar,
elogiar, esclarecer, comentar, etc., favorecendo ao aluno melhores condições de reescrita do
texto. Portanto, o uso de ferramentas de gerenciamento do editor de texto, como o controle de
alterações, cujo recurso permite visualizar comentários e aceitá-los ou não, embora bastante
conhecido, parece ainda, pouco explorado como procedimento metodológico de ensino, mesmo
em instituições com amplo acesso às tecnologias. O artigo se organiza em duas partes, uma
teórica, que visa à exposição de alguns fundamentos da perspectiva sociointeracionista da
linguagem e sua relação com a correção textual-interativa; e a outra, aplicada, propondo
atividades de análise reflexiva coletiva e individual do aluno sobre a escrita por meio do editor de
texto. Dessa forma, pretende-se divulgar novas estratégias de ensino, confirmando o que afirma
Valente ( 1995) quanto à necessidade de o educador conhecer o que cada ferramenta tecnológica
tem a oferecer e como pode ser explorada em diferentes situações educacionais. A articulação
entre as recentes teorias de linguística aplicada ao ensino e as ferramentas tecnológicas adequadas
pode contribuir para uma atuação pedagógica de qualidade.

Palavras-chave
Editor de texto. Correção textual-interativa. Ensino de produção textual.

Introdução
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O tema de produção e reestruturação textual é bastante recorrente, ainda que, na prática,


as estratégias interventivas de correção textual empregadas pelos professores pouco tenham
avançado efetivamente. A própria representação docente sobre a tarefa da correção remete a uma
atividade menor, de pouco valor e de mera perda de tempo, conforme atesta Assis ( 2005). Em
contrapartida, neste artigo, busca-se tratar da produção textual mediada pela correção de textos
como estratégia de intervenção imprescindível para o processo de apropriação da escrita por parte
do aluno em contexto escolar.
Disso decorre a necessidade de uma ressignificação das práticas pedagógicas de que o
professor de língua materna faz uso; e, para tanto, apresenta-se o uso do editor de texto do Word,
como uma alternativa de aplicação didático-pedagógica, porém longe de, com isso, pretender-se
reforçar o mito das novas tecnologias como solução para problemas de método e de motivação no
ensino de língua, visto representar mais um recurso, não uma panacéia.
O artigo se organiza em duas partes, uma teórica, que visa à exposição de alguns
fundamentos da perspectiva sociointeracionista da linguagem e sua relação com a correção
textual-interativa; e a outra, aplicada, propondo atividades de análise reflexiva coletiva e
individual do aluno sobre a escrita por meio do editor de texto.

Alguns fundamentos do sociointeracionismo discursivo e suas relações com a correção


textual-interativa

O objeto real de ensino-aprendizagem da língua materna, em essência, são as operações


de linguagem necessárias a ações de recepção ( escuta e leitura) e produção (oral ou escrita) as
quais dominadas, constituem as capacidades de linguagem. Na concepção interacionista,
consideram-se capacidades de linguagem como um conjunto de operações que permitem a
realização de uma determinada ação de linguagem, um instrumento para mobilizar os
conhecimentos prévios e operacionalizar a aprendizagem.
Revisar e reescrever textos representam operações de linguagem que envolvem complexas
tarefas de leitura e releitura, favorecendo a mediação e o processo colaborativo entre professor e
alunos. Na perspectiva dialógica, o papel do professor deve ser de interlocutor disposto a dialogar
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com o texto e seu autor. Trata-se de uma postura construtiva e interativa na correção com a
intenção de construir o comportamento do aluno revisor dos próprios textos. Assim, o principal
propósito da prática de correção deve ser o de levar o aluno à reflexão sobre seu próprio discurso
e os efeitos de sentido que produzirá no interlocutor.
Entretanto, tradicionalmente, o quadro de ensino de produção escrita na escola de
educação básica parece ter recebido poucas influências das tendências orientadas para a
perspectiva dialógica da língua. O modo como o professor de língua encara a produção escrita do
aluno como produto acabado que deve ser corrigido segundo um código homogêneo e
independente dos alunos, constitui uma prática cotidiana oposta à visão de inter-relação forma,
conteúdo e contexto.
Corrigir vai além das marcações usadas por muitos docentes nos textos de seus
alunos, pois requer reflexão sobre o uso da língua, não se limitando à correção de aspectos
gramaticais. Cabe ao professor explicitar ao aluno como as inadequações de seus textos podem
interferir na coerência e coesão. Segundo Therezo (2002:24),

Por coesão entende-se a articulação de palavras na frase, de frases no período, de períodos no parágrafo
e de parágrafos no texto. Se não houver boa utilização de pronomes e dos sinônimos não se obterá
coesão referencial. Se não se empregarem bem as conjunções, será prejudicada a coesão seqüencial.
Quanto à coerência, desnecessário reafirmar que é imprescindível, numa exposição de idéias, pois é
responsável pelo eixo condutor do pensamento. Alicerce do raciocínio lógico, ela é a articulação dos
sentidos no texto e fundamenta-se na progressão interna do conteúdo das idéias e na compatibilidade
externa com o real.

Em outras palavras, a correção textual é uma atividade complexa em que a função do


professor é intervir no texto do aluno com o objetivo de apontar lacunas e inadequações na
tessitura desse objeto cultural. Ao corrigir, o docente precisa levar em consideração o gênero
textual estabelecido na proposta, cujo enunciado necessita cumprir as condições de produção de
textos: o que dizer (tema); a quem dizer (leitor); como dizer (gênero); por que dizer? (objetivo);
onde será veiculado? (suporte). Dessa maneira, a correção varia conforme o gênero textual.
Observe-se um exemplo de enunciado de trabalho solicitado na área de História, que cumpre
todas as condições de produção textual:
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Examine as manchetes de jornal ao lado e faça


uma lista de assuntos de história que permeiam
esse fato. Busque maiores esclarecimentos. Leia
as reportagens, colete dados, pesquise fontes
históricas e, finalmente, redija um artigo de
opinião para a revista “Nossa História”,
refletindo sobre a validade ou não de se tornar
públicos os documentos relevantes sobre a
ditadura no Brasil. O site da revista é
www.nossahistoria.net, e aceita propostas de
artigos.
Fonte: Texto de professor coletado em material de aluno

Figura 1- Manchetes de jornal.


Fonte: Folha de S. Paulo on line.

Nessa proposta, o tema é a abertura de arquivos da ditadura militar no Brasil, o gênero a


ser produzido é artigo de opinião, e o objetivo é que, à luz dos fatos históricos, o aluno se
posicione a favor de /ou contrário a tornar públicos todos os documentos relevantes sobre abusos
de direitos humanos durante esse período. O suporte é a revista “Nossa História” e, portanto, é
possível inferir o perfil do leitor desse artigo de opinião (um acadêmico, estudioso de história ou
pesquisador). Um enunciado bem-feito representa maior garantia para a qualidade da produção
do aluno. Corrigir na escola está relacionado ao tipo de estímulo dado à escrita, portanto, é
essencial contextualizar, ou seja, simular uma situação de produção, criar uma forma de
divulgação da produção no domínio escolar, enfim, problematizar.
Entretanto, como mediador dessa atividade, também o professor necessita fazer
observações individuais para cada estudante, de acordo com os diferentes conhecimentos de
mundo, lingüísticos e discursivos de cada um, buscando promover sua capacidade de calcular o
sentido do próprio texto. Portanto, a natureza das intervenções do professor reflete sua concepção
de linguagem e as representações que faz de língua e de texto.
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Serafini (1989) classificou a correção textual em três tipos os quais apresentam-se,


brevemente, a seguir:
- correção resolutiva – consiste em corrigir todos os erros encontrados no texto,
reescrevendo palavras, frases e períodos;
- correção indicativa – consiste em marcar / indicar palavras, frases e períodos que
apresentam erros ou são pouco claros;
- correção classificatória – consiste na identificação específica dos erros por meio de uma
classificação.
Já Ruiz ( 2001) propôs um quarto tipo, a correção textual-interativa, que consiste em fazer
comentários escritos após o texto do aluno e se realiza sob forma de bilhetes que visam orientar a
reescrita do aluno.
Nesse contexto, é possível afirmar que há expressiva preferência dos professores de
língua materna (e talvez também dos docentes das demais disciplinas) pela correção resolutiva,
caracterizada pela apresentação e solução dos problemas detectados nos textos. Trata-se da
concepção de língua como código homogêneo e neutro em que se estabelece a perspectiva
normativa que considera o texto do aluno apenas para avaliar seu conhecimento de regras
gramaticais. Limita-se o processo reflexivo do autor aprendiz, pois ele recebe todas as falhas
reescritas, eliminando-se a possibilidade de refletir sobre seu próprio texto, uma vez que o
veredito já está dado; dessa forma, entende-se o texto como produto acabado e não como
processo. Segundo Therezo (2002, p.7), “ensinar a redigir é um processo lento, dentro do qual se
insere outro processo, o da chamada correção, que, por sua vez, supõe etapas.”
O quarto tipo de correção considera a revisão como atividade interacional, contribuindo
para conduzir o aluno produtor a se tornar um usuário competente na habilidade de escrever.
Mas, para isso, é importante que os professores se conscientizem da necessidade da correção
“clara, sem ambiguidade e inclusive sendo coautores dos textos de seus alunos” (Bezerra,
Queiroz & Tabosa, 2004 apud Ruiz, op. cit). Os textos devem ser corrigidos levando-se em
consideração além das unidades menores (questões gramaticais), “o que se diz, como se diz, para
quem se diz e quando se diz”.
Cabe ao professor ensinar ao aluno que sua produção escrita precisa contemplar aspectos
que ultrapassem a visão reducionista de que basta escrever sem cometer erros gramaticais; é
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preciso considerar “os fatos textuais e discursivos, e ter como apoio o uso da língua em textos
reais, isto é, em manifestações textuais da comunicação funcional” ( Antunes, 2006: 32).
Serafini (2001) propõe seis princípios que fundamentam a prática da correção, os quais
são:
1) A correção não deve ser ambígua. É imprescindível que o professor corrija o texto de
forma pontual, precisa e que oriente claramente o aluno quanto ao que precisa ser mudado na
reescrita.
2) Os erros devem ser reagrupados e catalogados. Trata-se da necessidade de se classificar
os usos da língua feitos pelos alunos/aprendizes, pois dessa forma, refletem sobre o código.
3) O aluno deve ser estimulado a rever as correções feitas, compreendê-las e trabalhar
sobre elas. A reflexão sobre os usos da língua representa uma forma de análise linguística.
4) Deve-se corrigir poucos erros em cada texto. A preocupação com a autoestima
linguística do aluno é fundamental para que ele persevere em suas produções textuais escritas.
5) O professor deve estar predisposto a aceitar o texto do aluno. Acolher as possibilidades
de produção do aluno significa compreender seu perfil ( idade, sexo, nível socioeconômico).
6) A correção deve ser adequada à capacidade do aluno. De nada adianta corrigir todos os
aspectos linguísticos e discursivos se o aluno não compreende esses fenômenos.
Pode-se inferir, então, que determinados padrões de correção, sobretudo se vinculados à
tarefa de reescrita, são extremamente significativos para a reflexão sobre a atividade de produção
de textos, exercendo relevante papel no processo de aprendizagem da modalidade escrita.
Outro aspecto que merece ser destacado são os objetivos da correção do professor:
- Conferir o grau de conhecimento temático (informatividade) apresentado no texto pelo
autor/aprendiz.
- Examinar as relações entre a forma de expressão e o sentido.
- Reexaminar assimilações de conteúdos, ou seja, as transposições e aplicações feitas dos
textos de apoio para o texto solicitado.
- Avaliar o nível da linguagem utilizada de acordo com o gênero, o contexto e o leitor
alvo.
- Conferir a adequação à proposta de produção solicitada.
- Conferir a adequação ao gênero.
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Toda essa complexidade que subjaz o trabalho de revisão de textos escolares assegura a
noção de texto como trabalho, construção que se processa na interação. E por meio do editor de
texto que esse processo se configura de forma dinâmica e motivadora para os alunos ( crianças e
jovens) da sociedade atual.

Correção textual-interativa e editor de texto

Embora não tenha sido criado com esse objetivo, o editor de textos do Words é um
recurso pedagógico que permite a revisão textual-interativa, porque possibilita ao professor
inserir comentários, ou seja, fazer intervenções mais produtivas e dialógicas (sugerir, questionar,
elogiar, esclarecer, contra-argumentar etc.), provocando o aluno a refletir sobre as relações entre
a forma de expressão e seu sentido. Por outro lado, permite ao aluno controlar alterações, isto é,
saber quais alterações foram feitas na primeira versão; aceitar ou rejeitar alterações, obrigando-
se a analisar os comentários feitos pelo professor em balões nas laterais do texto. Observe-se um
exemplo de correção textual-interativa de um verbete escrito por um aluno de 1º do Ensino
Médio noturno de escola pública:

Chá de cadeira quem nunca tomou um, lá estava eu trabalhando fui fazer uma entrega
chegando a o estacionamento bati de cara com uma combi que estava carregando no momento
que estacionei feixaram o portão tive que esperar, após 30 minutos depois fui atendido fiquei
revoltado coisa que ia durar 10 minutos.

C.:
Você deu um bom exemplo do que significa a expressão
popular, mas, para produzir um verbete de enciclopédia, primeiro
precisa explicar o significado dela; o exemplo vem depois. Use nível
de linguagem formal.
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O professor utilizou o editor de texto do Word da seguinte forma: clicou em Ferramentas


e depois em Controlar alterações. A partir daí, tudo que for acrescentado, será sublinhado e
escrito em vermelho, ou, como no caso acima, se for clicado em Inserir comentário, o efeito será
o apresentado no exemplo anterior. Além dos comentários do editor de texto, o professor insere
um bilhete para o aluno, no qual faz observações referentes às unidades maiores da língua –
adequação ao gênero solicitado e ao nível de linguagem. Sem essas orientações, ainda que todos
os comentários anteriores fossem atendidos na reformulação, a produção não estaria adequada;
há, portanto, duas etapas de reformulação: a das unidades menores ( aspectos estruturais ) e a das
unidades maiores.
A partir daí, dependendo dos recursos disponíveis, o professor poderá: imprimir o texto
do aluno, para que ele o analise e reescreva; apresentá-lo em slide para que a turma analise e
proponha sua reestruturação de forma coletiva; enviar ao aluno por email para que ele aceite as
alterações ou as rejeite, reformulando o texto; ou ainda, trabalhar com ele em sala de informática
ou com classmate.1
Outra forma de se utilizar essa ferramenta é simular uma situação de texto em processo de
edição e entregar a grupos de dois a três alunos um texto impresso com os comentários feitos no
editor de textos do Word; os alunos deverão produzir a versão definitiva que irá para o autor
validar.
Assim, a revisão de textos é uma ação sociointeracional de mediação e subjetividade na /
pela escrita que possibilita o exercício efetivo de letramento escolar. A qualidade da interlocução
nos contextos de ensino abre caminho para sequências didáticas mais próximas ao alinhamento
das ações individuais eficazes em sala de aula. Portanto, defende-se que o uso do Word permite
práticas educativas eficazes que possibilitam reflexão e experiência compartilhada. Conforme
Martins (1996), o texto original e os textos dele decorrentes (neste caso, os comentários nas
laterais da primeira versão e a segunda versão do autor/aprendiz) podem nos dar uma dimensão
do que é a linguagem e suas possibilidades. O papel do professor se torna mais evidente, um
interlocutor disposto a dialogar com o texto e seu autor. Também o texto deixa de ser uma

1
Classmate é um míni - notebook de baixo custo destinado aos estudantes. Sua vantagem é a portabilidade e a
possibilidade de armazenar conteúdos didáticos, permitindo a pesquisa do aluno na internet na sala de aula.
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produção em situação escolar, extrapolando os limites da tarefa escolar para ser entendido como
unidade significativa de interlocução à distância que produz conhecimento.
É, porém, a prática da correção que passa a ter mais ênfase, pois não só ocorre uma
simulação de práticas sociais comuns nos meios editoriais, como também o recurso favorece ao
aluno o exercício da reflexão sobre seu próprio discurso e os efeitos de sentido que produzirão no
interlocutor.

Considerações finais

Cabe ao educador conhecer o que cada ferramenta tecnológica tem a oferecer e como
pode ser explorada em diferentes situações de aprendizagem. Mas isso apenas não é suficiente. É
necessária a articulação entre as ferramentas adequadas e as teorias recentes de sua área de
conhecimento, neste caso, as de lingüística aplicada ao ensino. Revisar um texto, principalmente
o de um aluno que se encontra em formação, significa contribuir para a construção de sua
identidade, visto que ela se constitui pela língua. Por isso revisar é uma responsabilidade voltada
para ações dialógicas, o que requer que todo professor que revisa um texto em situação escolar
supere a visão limitadora da tarefa escolar e o entenda como unidade significativa de interlocução
à distância que produz conhecimento.

REFERÊNCIAS

ANTUNES, I. Muito além da gramática: por um ensino da gramática sem pedras no caminho.
São Paulo: Parábola, 2007.

ASSIS, Juliana Alves. A correção de textos acadêmicos no processo de formação de professores.


Comunicação apresentada no 53º Seminário do GEL, em julho de 2005, na Universidade Federal
de São Carlos, no âmbito do Simpósio Práticas de Letramento II: da Educação Básica ao Ensino
Superior, coordenado pela autora.

BEZERRA, M. A. ; QUEIROZ, A . K.; TABOSA, M. Q. “Correção de textos e concepções de


língua e variação: relações nem sempre aparentes”. In: Revista Brasileira de Lingüística
Aplicada, v. 4, n. 1, 2004.
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RUIZ, Eliana Maria Severino Donaio. Como se corrige redação na escola. Campinas, SP:
Mercado de Letras, 2001.

SERAFINI, M. T. Como escrever textos. Tradução de Maria Augusta B. de Mattos.


São Paulo: Globo, 2001.

THEREZO, G. P. Como corrigir redação. 4. ed. Campinas: Alínea, 2002.

VALENTE, José Armando. Computadores e Conhecimento: Repensando a Educação. Campinas:


Nied, 1995.