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Aula 04

Regime Jurídico Único p/ INSS - Técnico do Seguro Social - Com videoaulas - 2015

Professor: Daniel Mesquita

77192982334 - James Dean Pinheiro da Silva


Regime Jurídico Único p/ Técnico de Seguro
Social do INSS. Teoria e exercícios comentados

Prof. Daniel Mesquita Aula 04

AULA 04: Da Seguridade Social.


Servidores Públicos.

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO À AULA 04 2

2. DA SEGURIDADE SOCIAL 2

2.1 APOSENTADORIA 13
2.2 DO AUXÍLIO-NATALIDADE 32
2.3 DO SALÁRIO-FAMÍLIA 33
2.4 DA LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE 35
2.5 DA LICENÇA À GESTANTE, À ADOTANTE E DA LICENÇA-PATERNIDADE 37
2.6 DA LICENÇA POR ACIDENTE EM SERVIÇO 38
2.7 DA PENSÃO 39
2.8 DO AUXÍLIO-FUNERAL 45
2.9 DO AUXÍLIO-RECLUSÃO 45
2.10 DA ASSISTÊNCIA À SAÚDE 46

3. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 47

4. DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS 49

5. RESUMO DA AULA 51

6. QUESTÕES 65

7. REFERÊNCIAS 77192982334
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Regime Jurídico Único p/ Técnico de Seguro
Social do INSS. Teoria e exercícios comentados

Prof. Daniel Mesquita Aula 04

1. Introdução à aula 04

Bem vindos à nossa aula 04 de Noções de Direito Administrativo,


do Curso de Técnico de Seguro Social do INSS.
Nesta aula 04, abordaremos a matéria prevista no edital: “LEI nº
8.112/1990 – Da seguridade social do servidor: disposições gerais, dos
benefícios, da aposentadoria, do auxílio-natalidade, do salário-família,
da licença para tratamento de saúde, da licença à gestante, à adotante
e da licença-paternidade, da licença por acidente em serviço, da
pensão, do auxílio-funeral, do auxílio-reclusão, da assistência à saúde.
Das disposições gerais e das disposições transitórias e finais”.
São raros os exercícios desse tópico.
Não se esqueça que, ao final, você terá um resumo da aula e as
questões tratadas ao longo dela. Use esses pontos da aula na véspera
da prova!
Chega de papo, vamos a luta!

2. Da Seguridade Social

Antes de entrarmos em aposentadoria é importante que você


tenha uma noção de seguridade social. Vamos lá?

A lei 8.112/90 nos fala que a União é responsável por manter o


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plano de seguridade social para os servidores e para sua família.


ATENÇÃO!!! O servidor ocupante de cargo em comissão que não seja,
simultaneamente, ocupante de cargo ou emprego efetivo na
administração pública direta, autárquica e fundacional não terá direito
aos benefícios do Plano de Seguridade Social, com exceção da
assistência à saúde.

O servidor afastado ou licenciado do cargo efetivo,


sem direito à remuneração, inclusive para servir em organismo oficial
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internacional do qual o Brasil seja membro efetivo ou com o qual
coopere, ainda que contribua para regime de previdência social no
exterior, terá suspenso o seu vínculo com o regime do Plano de
Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou
a licença, não lhes assistindo, neste período, os benefícios do
mencionado regime de previdência.

O Plano de Seguridade Social visa a dar cobertura aos riscos a


que estão sujeitos o servidor e sua família, e compreende um conjunto
de benefícios e ações que atendam às seguintes finalidades:
 Garantir meios de subsistência nos eventos de doença,
invalidez, velhice, acidente em serviço, inatividade,
falecimento e reclusão;
 Proteção à maternidade, à adoção e à paternidade;
 Assistência à saúde.

Quanto aos benefícios, observe o que diz o art. 185 da Lei nº


8.112/90:

Art. 185. Os benefícios do Plano de Seguridade Social do servidor


compreendem:
I - quanto ao servidor:

a) aposentadoria;

b) auxílio-natalidade;
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c) salário-família;

d) licença para tratamento de saúde;

e) licença à gestante, à adotante e licença-paternidade;

f) licença por acidente em serviço;

g) assistência à saúde;

h) garantia de condições individuais e ambientais de trabalho


satisfatórias;

II - quanto ao dependente:

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a) pensão vitalícia e temporária;

b) auxílio-funeral;

c) auxílio-reclusão;

d) assistência à saúde.

O art. 40 da Constituição Federal trata do regime de previdência


social aplicável aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos
estados, do DF e dos municípios, incluídas as respectivas autarquias e
fundações (RPPS), ou seja: regime próprio de previdência social.

Esse regime é diferente do regime geral (RGPS),


disciplinado no art. 201, CF, a que estão sujeitos os demais
trabalhadores, não só os da iniciativa privada regidos pela CLT,
autônomos e outros, mas também os servidores ocupantes,
exclusivamente, de cargo em comissão, cargo temporário e emprego
público.

OBS: o regime geral de previdência aplica-se


subsidiariamente aos servidores públicos submetidos ao regime
próprio.
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O regime tem caráter contributivo e solidário. Dessa forma,


não importa apenas o tempo de serviço do servidor; para fazer jus à
aposentadoria, só será computado o tempo de efetiva contribuição do
beneficiário. É vedado ao legislador estabelecer qualquer forma
de contagem de tempo de contribuição fictício (art. 40, § 10, da
Constituição). A instituição desse regime foi mantida em caráter
facultativo para Estados e Municípios.

Devem contribuir para o sistema o ente público, os servidores


ativos e inativos e os pensionistas. As contribuições devem observar

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critérios que preserve o equilíbrio financeiro e atuarial do sistema
(art. 40, caput, da CF).

Cabe ressaltar que aqueles servidores afastado ou licenciado,


sem direito a remuneração, contribuintes para regime de
previdência social, é assegurado a manutenção da vinculação ao
regime do Plano de Seguridade Social, mediante o recolhimento mensal
da respectiva contribuição, no mesmo percentual devido pelos
servidores em atividade, incidente sobre a remuneração total do cargo
a que faz jus no exercício de suas atribuições, incluindo, as vantagens
pessoais.

Já aquele servidor afastado ou licenciado do cargo efetivo, sem


direito à remuneração, inclusive para servir em organismo oficial
internacional do qual o Brasil seja membro efetivo ou com o qual
coopere, ainda que contribua para regime de previdência social no
exterior, terá suspenso o seu vínculo com o regime do Plano de
Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou
a licença, não lhes assistindo, neste período, os benefícios do
mencionado regime de previdência.

A contribuição dos servidores incide, inclusive sobre as vantagens


pecuniárias permanentes, adicionais de caráter individual e outras
vantagens remuneratórias.
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A lei vigente, contudo, excluiu da base de incidência: a) As


diárias para viagem; b) a ajuda de custo por mudança de sede; c)
indenização de transporte; d) salário-família; e) o auxílio-alimentação;
f) auxílio-creche; g)as parcelas pagas em razão do local de trabalho; h)
a parcela recebida em razão pelo exercício de cargo em comissão ou de
função de confiança; i) o abono de permanência (art. 40, §19, CF e
arts. 2º, §5º, e 3º, §¹º, da EC 41/03)

Art. 185. Os benefícios do Plano de Seguridade Social do servidor


compreendem:

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SERVIDOR DEPENDENTE

a) aposentadoria; a) pensão vitalícia e temporária;

b) auxílio-natalidade; b) auxílio-funeral;

c) salário-família; c) auxílio-reclusão;

d) licença para tratamento de d) assistência à saúde.


saúde;

e) licença à gestante, à adotante e


licença-paternidade;

f) licença por acidente em serviço;

g) assistência à saúde;

h) garantia de condições
individuais e ambientais de
trabalho satisfatórias;

A EC nº 41/2003 cuidou de proibir a existência de mais de um


regime próprio de previdência social para os servidores titulares de
cargos efetivos, e de mais de uma unidade gestora do respectivo
regime em cada ente estatal. É proibida também a percepção de
mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdência
próprio dos servidores 77192982334

estatutários, ressalvadas as
aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis previstos
na Constituição. Confira o disposto no § 20 do art. 40:

§ 20. Fica vedada a existência de mais de um regime próprio de


previdência social para os servidores titulares de cargos efetivos, e de
mais de uma unidade gestora do respectivo regime em cada ente estatal,
ressalvado o disposto no art. 142, § 3º, X (previdência militar).

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E CUIDADO COM AS EXCEÇÕES!! É também


vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a
concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime próprio de
previdência dos estatutários, ressalvados, nos termos definidos em
leis complementares, os casos de servidores:

1. portadores de deficiência;

2. que exerçam atividades de risco;

3. cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que


prejudiquem a saúde ou a integridade física.

Agora, meus caros, reparem bem a seguinte regra constitucional:

§ 3º Para o cálculo dos proventos de aposentadoria, por ocasião da sua


concessão, serão consideradas as remunerações utilizadas como base
para as contribuições do servidor aos regimes de previdência de que
tratam este artigo e o art. 201, na forma da lei.

“Inocente” essa regra, não é?

Pois é, meus caros, essa é a regra constitucional responsável pelo


fim da aposentadoria com proventos integrais do servidor público.
Os proventos não corresponderão, como antes era possível, ao valor da
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última remuneração do servidor. Seu valor será uma média calculada,


nos termos da lei, com base nas remunerações sobre as quais o
servidor contribuiu ao longo de sua vida profissional.

Segundo o art. 40, §2º, da Constituição Federal, os proventos de


aposentadoria e as pensões, por ocasião de sua concessão, não poderão
exceder a remuneração do respectivo servidor, no cargo efetivo em que
se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da
pensão.

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Também foi revogado pela EC nº 41/2003 o princípio da paridade,
que determinava que os proventos de aposentadoria e as pensões
fossem revistos na mesma proporção e na mesma data da remuneração
dos servidores em atividade, como também as vantagens atribuídas à
atividade fossem extensíveis à inatividade. O art. 40, §8º, da CF, prevê
a revisão dos proventos, assegurando o reajustamento dos benefícios
para preservar-lhes, em caráter permanente, o valor real, conforme
critérios estabelecidos em lei. Assim, fica instituído o princípio da
preservação do valor real, que é o grande sonho de qualquer
trabalhador, já que significa a manutenção do poder aquisitivo do
servidor, do seu poder de compra.

Com o fim da aposentadoria integral, levada a cabo pela


EC41/2003, veio também a obrigatoriedade de instituição do regime
de previdência complementar. O ente político que pretenda
estabelecer como teto dos proventos por ela pagos o limite de
benefícios do RGPS deverá instituir esse regime complementar, por
meio de lei ordinária de iniciativa do chefe do Poder Executivo
(Presidente da República, governador do estado ou do DF ou prefeito),
com a finalidade de permitir que o servidor contribua mais e com isso
conquiste o direito de adquirir proventos superiores ao teto.

Esse regime complementar será organizado de forma autônoma


em relação ao regime geral de previdência social e ao regime de
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previdência próprio do servidor público. Ficará a cargo de entidades


fechadas de previdência complementar, de natureza pública, que
oferecerão aos respectivos participantes planos de benefícios somente
na modalidade de contribuição definida.

O servidor que tenha ingressado no serviço público até a data da


publicação do ato de instituição do correspondente regime de
previdência complementar a ele estará sujeito somente se prévia e
expressamente formalizar opção nesse sentido.

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Apenas em 2012 o regime complementar de


previdência para os servidores federais foi aprovado pela Lei nº 12.618,
de 30 de abril, e publicada no DOU de 02.05.2012. A nova lei estipulou
que o valor das aposentadorias e pensões no serviço público federal
civil será limitado ao teto do RGPS, estabelecendo que os servidores
deverão contribuir com 11%, limitados a esse teto. O servidor poderá
receber benefício além desse teto se contribuir com o Funpresp
(Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal) e
o governo contribuirá com o mesmo valor, até o limite de 8,5% sobre a
parcela do vencimento que exceder ao teto do RGPS. Importante
destacar que ao servidor não foi estipulado limite de contribuição.

A mesma EC 41/03 inseriu outro dispositivo “inocente” no art. 40


da Constituição Federal, trata-se do § 18, que instituiu a
obrigatoriedade da contribuição do inativo, vejamos:

§ 18. Incidirá contribuição sobre os proventos de aposentadorias e


pensões concedidas pelo regime de que trata este artigo que superem o
limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de
previdência social de que trata o art. 201, com percentual igual ao
estabelecido para os servidores titulares de cargos efetivos.

Como se vê, a contribuição incide sobre os proventos de


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aposentadorias e pensões concedidas pelo regime próprio de


previdência dos servidores civis que superem o limite máximo
estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência
(atualmente R$ 3.416,54), com percentual igual ao estabelecido para
os servidores titulares de cargos efetivos (atualmente 11%). OBS: no
caso de portador de doença incapacitante, essa contribuição
incidirá apenas sobre as parcelas que superem o dobro do teto
do RGPS.

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Outro dispositivo inserido pela EC 41/03 foi o §19 do art. 40 da
Constituição Federal, que trouxe uma nova natureza para a figura do
“abono de permanência”, que continua servindo para evitar a saída
dos servidores e risco de comprometimento dos serviços, garantindo o
funcionamento da Administração Pública.

E em que consiste esse instituto? Ele equivale à dispensa


do pagamento da contribuição previdenciária para o servidor que
permaneça em atividade após ter completado os requisitos para
requerer a aposentadoria voluntária não proporcional (60 anos de idade
e 35 de contribuição, se homem; 55 anos de idade e 30 de
contribuição, se mulher; 10 anos de efetivo exercício no serviço público;
5 anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria). O servidor
fará jus ao abono enquanto permanecer na ativa, até o limite de 70
anos, idade em que é alcançado pela aposentadoria compulsória.

Vale lembrar que a EC nº 20/98 já falava em


abono de permanência, definindo uma forma de isenção para os
servidores que, mesmo tendo os requisitos para se aposentar,
continuassem trabalhando. Entretanto, com a EC nº 41/2003, o
benefício, apesar de atingir os mesmos servidores, deixa de ter
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natureza de isenção e passa a ser uma nova remuneração para o


servidor; na verdade, na mesma folha de pagamento, o servidor paga a
contribuição e recebe de volta o mesmo valor a título de abono de
permanência.

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1. (FCC – 2014 – AL (PE) – Analista Legislativo – Direito
Constitucional, Administrativo e Eleitoral) Quanto à vinculação dos
servidores públicos (sentido lato) ao regime previdenciário, é correto
afirmar que

a) a contribuição previdenciária no denominado regime próprio de


previdência alcança tão somente os servidores ativos, não atingindo os
inativos e pensionistas.

b) o denominado regime próprio de previdência é aplicável aos


ocupantes de cargos efetivos dos entes federativos, aplicando-se aos
servidores da Administração pública indireta, necessariamente, o
regime de geral de previdência social.

c) o ocupante de emprego público submete-se ao regime geral de


previdência social, já o se ocupante exclusivamente de cargo em
comissão, ao contrário, submete-se ao regime próprio de previdência.

d) os servidores titulares de cargos efetivos de autarquias e


fundações submetem-se ao regime previdenciário próprio do servidor
público.

e) o titular de cargo efetivo nos quadros da Administração que


venha a ocupar cargo em comissão passa, obrigatoriamente, a integrar
o regime geral de previdência social.

Letra (A). Incidirá contribuição


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sobre os proventos de
aposentadorias e pensões concedidas pelo RPPS que superem o limite
máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência
social, com percentual igual ao estabelecido para os servidores titulares
de cargos efetivos (art. 40, §18, CF). Logo, está INCORRETA.

Letra (B). O art. 40 da Constituição Federal trata do regime de


previdência social aplicável aos servidores titulares de cargos efetivos
da União, dos estados, do DF e dos municípios, incluídas as

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respectivas autarquias e fundações (RPPS), ou seja: regime próprio
de previdência social. Portanto, está ERRADA.

Letra (C). Estão sujeitos ao RGPS os demais trabalhadores, não só


os da iniciativa privada regidos pela CLT, autônomos e outros, mas
também os servidores ocupantes, exclusivamente, de cargo em
comissão, cargo temporário e emprego público. Logo, está
INCORRETA.

Letra (D). Considerando o comentário constante do item B, está


CORRETA.

Letra (E). Só integra o RGPS se for ocupante exclusivamente de


cargo em comissão, o que não se encaixa no caso do item. Portanto,
está ERRADA.

Gabarito: D

2. (FCC – 2011 – TRE/PE – Técnico Judiciário – Área


Administrativa) Nos termos da Lei nº 8.112/1990, o servidor afastado
ou licenciado do cargo efetivo, sem direito à remuneração, inclusive
para servir em organismo oficial internacional do qual o Brasil seja
membro efetivo ou com o qual coopere, ainda que contribua para
regime de previdência social no exterior, terá

a) interrompido o seu vínculo com o regime do Plano de


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Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou


a licença, assistindo-lhes, neste período, os benefícios do mencionado
regime de previdência.

b) mantido normalmente seu vínculo com o regime do Plano de


Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou
a licença, não lhes assistindo, porém, neste período, os benefícios do
mencionado regime de previdência.

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c) suspenso o seu vínculo com o regime do Plano de Seguridade
Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou a licença,
não lhes assistindo, neste período, os benefícios do mencionado regime
de previdência.

d) mantido normalmente seu vínculo com o regime do Plano de


Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou
a licença, assistindo- lhes, neste período, os benefícios do mencionado
regime de previdência.

e) interrompido, com efeitos retroativos, seu vínculo com o


regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público, não lhes
assistindo, porém, neste período, os benefícios do mencionado regime
de previdência.

O servidor afastado ou licenciado do cargo efetivo, sem direito à


remuneração, inclusive para servir em organismo oficial internacional
do qual o Brasil seja membro efetivo ou com o qual coopere, ainda que
contribua para regime de previdência social no exterior, terá suspenso
o seu vínculo com o regime do Plano de Seguridade Social do
Servidor Público enquanto durar o afastamento ou a licença, não
lhes assistindo, neste período, os benefícios do mencionado
regime de previdência (art. 183, §2º, da Lei nº 8.112/90). Portanto,
a resposta correta é a letra C.
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Gabarito: C

2.1 Aposentadoria

Afinal, o que seria a aposentadoria?

Aposentadoria é o direito à inatividade remunerada, assegurado


ao servidor público em caso de invalidez, idade ou requisitos

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conjugados de tempo de exercício no serviço público e no cargo, idade
mínima e tempo de contribuição.

Trata-se de um fato administrativo que se


formaliza por meio de um ato administrativo complexo, isto é, que
depende de duas manifestações de vontade, uma da autoridade
competente e a outra do Tribunal de Contas, a quem cabe o controle de
sua legalidade.

Atualmente, o texto constitucional conta com dois regimes de


aposentadoria: Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e o Regime
Próprio de Previdência Social (RPPS). Para esta aula, somente nos
interessa este último, aplicável aos servidores públicos titulares de
cargos efetivos e de cargos vitalícios.

Para os servidores ocupantes de cargos em


comissão, apesar de ter o regime de cargo, isto é, estatutário, o texto
constitucional é hoje expresso, no art. 40, §13, quanto à adoção do
regime geral de previdência.

No RPPS, quantas e quais são as modalidades de aposentadoria?

São 4 as modalidades de aposentadoria: por invalidez,


compulsória, voluntária e especial.
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Vamos analisar as 4 hipóteses de aposentadoria no regime próprio


dos servidores públicos. PRESTE ATENÇÃO!!! Neste ponto, devemos
considerar o disposto no art. 40 da CF e não no art. 186 e seus
incisos da Lei nº 8.112/90.

1. INVALIDEZ PERMANENTE: com proventos proporcionais


ao tempo de contribuição, em todos os casos, exceto quando
a invalidez decorrer de acidente de serviço, moléstia
profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável,

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na forma da lei. OBS: a aposentadoria por invalidez é
precedida de licença para tratamento de saúde por
período não excedente a 24 meses.

Consideram-se doenças graves, contagiosas ou incuráveis:


tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla,
neoplasia maligna, cegueira posterior ao ingresso no serviço
público, hanseníase, cardiopatia grave, doença de Parkinson,
paralisia irreversível e incapacitante, espondiloartrose
anquilosante, nefropatia grave, estados avançados do mal de
Paget (osteíte deformante), Síndrome de Imunodeficiência
Adquirida - AIDS, e outras que a lei indicar, com base na
medicina especializada.

O servidor será submetido à junta médica oficial, que atestará


a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o
desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de
readaptação.

A aposentadoria voluntária ou por invalidez vigorará a partir da


data da publicação do respectivo ato.

2. COMPULSÓRIA (invalidez presumida): aos 70 anos de idade,


independente de ser homem ou mulher, com proventos
proporcionais ao tempo de contribuição. OBS: somente dará
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direito a proventos integrais se o funcionário já tiver


completado o tempo de contribuição exigido para a
aposentadoria voluntária, ou seja, 35 anos, para homem,
e 30 para a mulher.

É automática e será declarada por ato com vigência a partir do


dia seguinte àquele em que o funcionário atingir a idade-limite.

3. VOLUNTÁRIA: pode se dar com proventos integrais ou


proporcionais.

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São 4 requisitos para aposentadoria voluntária com proventos
integrais:

tempo de efetivo serviço público: 10 anos;

tempo de serviço no cargo efetivo em que se dará a


aposentadoria: 5 anos;

idade mínima: 60 anos, para o homem, e 55, para a mulher;

tempo de contribuição: 35 anos para o homem e 30


para a mulher.

Já para a aposentadoria voluntária com proventos


proporcionais são apenas 3 requisitos:

tempo de efetivo serviço público: 10 anos;

tempo de serviço no cargo efetivo em que se dará a


aposentadoria: 5 anos;

idade mínima: 65 anos, para o homem, e 60, para a mulher.

ATENÇÃO, PARA PROVENTOS PROPORCIONAIS não se


exige um tempo mínimo de contribuição, porém os
proventos serão proporcionais ao tempo de contribuição.

A aposentadoria voluntária vigorará a partir da data da


publicação do respectivo ato.
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4. ESPECIAL: cabível para o professor, para o deficiente físico,


para os que exerçam atividades de risco e para aqueles cuja
atividades sejam exercidas sob condições especiais que
prejudiquem a saúde ou a integridade física, não sendo
admitido qualquer outro tratamento especial.

A aposentadoria especial do professor é a única


que tem seus requisitos expressos já no texto
constitucional. No caso de professor ou professora que

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comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das
funções de magistério na educação infantil e ensino
fundamental e médio, o tempo de contribuição e o limite
de idade dão reduzidos em 5 anos para a concessão de
aposentadoria voluntária com proventos integrais. Perceba
que os professores universitários estão excluídos desse
tratamento diferenciado. Ademais, não inclui a aposentadoria
voluntária com proventos proporcionais.

As demais hipóteses de aposentadoria especial possuem sua


concretização condicionada à definição por lei complementar.

O STF admite que são consideradas funções de


magistério as exercidas por professores e especialistas em
educação no desempenho de atividades educativas, quando
exercidas em estabelecimento de educação básica em seus
diversos níveis e modalidades. Foram também incluídas, além do
exercício da docência, a de direção de unidade escolar e as de
coordenação e assessoramento pedagógico. Conclui que a
atividade de docente não se restringe à sala de aula, podendo
incluir direção, assessoramento pedagógico e coordenação,
desde que realizadas por professores.

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DICA IMPORTANTE: Não se mate decorando os anos de cada um


dos requisitos para aposentadoria. Decore apenas regras gerais, tais
como: a aposentadoria compulsória se dá, em regra, com proventos
proporcionais; não há um tempo mínimo de contribuição para
aposentadoria com tempo proporcional; para a aposentadoria voluntária
é exigido um tempo no serviço público e um tempo no cargo; a
aposentadoria voluntária pode gerar proventos integrais, etc.

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Na contagem do prazo para aquisição do direito à


aposentadoria, o servidor pode considerar o tempo de contribuição
tanto federal, quanto estadual ou municipal (art. 40, §9º, CF). Além
disso, aplica-se o princípio da reciprocidade, que admite o
aproveitamento do tempo de contribuição por serviço prestado à
atividade privada (art. 40, §3º, CF).

Ressalvada a revisão prevista em lei, os proventos da inatividade


regulam-se pela lei vigente ao tempo em que o militar, ou o servidor
civil, reuniu os requisitos necessáiros (Súmula nº 359 do STF).

3. (FCC - 2012 - MPE-AP - Analista Ministerial) As modalidades de


aposentadoria no serviço público são:

a) inatividade remunerada, formal e direito de afastamento.

b) formal, por inatividade e voluntária.


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c) por invalidez, formal e inatividade remunerada.

d) por invalidez, compulsória e voluntária.

e) compulsória, inatividade remunerada e direito de afastamento.

Como vimos nesta aula, as 3 hipóteses de aposentadoria no


regime próprio dos servidores públicos são:

1. INVALIDEZ PERMANENTE: com proventos proporcionais


ao tempo de contribuição, em todos os casos, exceto quando
a invalidez decorrer de acidente de serviço, moléstia

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profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável,
na forma da lei. OBS: a aposentadoria por invalidez é
precedida de licença para tratamento de saúde por
período não excedente a 24 meses.

2. COMPULSÓRIA (invalidez presumida): aos 70 anos de idade,


com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. OBS:
somente dará direito a proventos integrais se o
funcionário já tiver completado o tempo de contribuição
exigido para a aposentadoria voluntária, ou seja, 35
anos, para homem, e 30 para a mulher.

É automática e será declarada por ato com vigência a partir do


dia seguinte àquele em que o funcionário atingir a idade-limite.

3. VOLUNTÁRIA: pode se dar com proventos integrais ou


proporcionais.

São 4 requisitos para aposentadoria voluntária com proventos


integrais:

tempo de efetivo serviço público: 10 anos;

tempo de serviço no cargo efetivo em que se dará a


aposentadoria: 5 anos;

idade mínima: 60 anos, para o homem, e 55, para a mulher;


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tempo de contribuição: 35 anos para o homem e 30


para a mulher.

Gabarito: Letra “d”.

4. (FCC - 2012 - MPE-AP - Analista Ministerial – Administração)


O abono de permanência, instituído pela Emenda Constitucional no
41/2003, é regulado da seguinte forma:

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a) não pode ser requerido para a aposentadoria proporcional, se o
direito à ela foi adquirido até o dia trinta de dezembro do ano de dois
mil e três.

b) só pode ser requerido por servidor em regime de aposentadoria


voluntária.

c) só pode ser requerido por servidor em regime de aposentadoria


compulsória.

d) só pode ser requerido por servidores aposentados com mais de


vinte anos de contribuição, se mulher, ou trinta anos de contribuição se
for homem.

e) corresponde ao valor da contribuição previdenciária mensal do


servidor que o solicitar, desde que este servidor cumpra as condições
necessárias para a aposentadoria e faça a opção de continuar em
atividade.

O abono de permanência equivale à dispensa do pagamento da


contribuição previdenciária para o servidor que permaneça em
atividade após ter completado os requisitos para requerer a
aposentadoria voluntária não proporcional (60 anos de idade e 35
de contribuição, se homem; 55 anos de idade e 30 de contribuição, se
mulher; 10 anos de efetivo exercício no serviço público; 5 anos no
cargo efetivo em que se dará a aposentadoria). O servidor fará jus ao
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abono enquanto permanecer na ativa, até o limite de 70 anos, idade


em que é alcançado pela aposentadoria compulsória.

Gabarito: Letra “e”.

5. (CESPE - 2012 - Câmara dos Deputados - Analista


Legislativo - Taquígrafo) A respeito da seguridade social do servidor,
julgue os itens que se seguem. Os servidores ocupantes de cargo em
comissão, ainda que não ocupem, simultaneamente, cargo ou emprego

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efetivo na administração direta, autárquica ou fundacional, têm direito à
assistência à saúde prevista no plano de seguridade social.

De acordo com art. 183, da Lei 8.112/90, o servidor ocupante de


cargo em comissão que não seja, simultaneamente, ocupante de cargo
ou emprego efetivo na administração pública direta, autárquica e
fundacional não terá direito aos benefícios do Plano de Seguridade
Social, com exceção da assistência à saúde.

Gabarito: Correto.

6. (CESPE - 2008 - TRT - 1ª REGIÃO (RJ) - Analista Judiciário -


Área Judiciária) Em relação aos vencimentos e proventos de
aposentadoria dos servidores públicos, o STF entende que

a) a Constituição veda a cumulação de cargos públicos por uma


mesma pessoa.

b) não há vedação constitucional à acumulação de cargos públicos


desde que haja compatibilidade de horários e o acesso tenha se dado
por concurso público.

c) é permitida a cumulação sem restrições, se ficar caracterizado


direito adquirido pelo servidor.
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d) é possível a acumulação de mais de uma aposentadoria, se


forem elas relativas a cargos que, na atividade, seriam cumuláveis.

e) são inacumuláveis em razão do princípio da moralidade


administrativa.

Como vimos, é proibida a percepção de mais de uma


aposentadoria à conta do regime de previdência próprio dos servidores
estatutários, ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos
acumuláveis previstos na Constituição.

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Gabarito: D

7. (CESPE - 2010 - ABIN - Oficial Técnico de Inteligência) O


servidor que, preenchendo os requisitos para a aposentadoria voluntária
por idade com proventos proporcionais em 2008, opte por permanecer
em atividade tem direito ao abono de permanência.

O abono de permanência equivale à dispensa do pagamento da


contribuição previdenciária para o servidor que permaneça em atividade
após ter completado os requisitos para requerer a aposentadoria
voluntária não proporcional. Esses requisitos são aqueles do art.40,
parágrafo 1o, III, a, da CF, ou seja: Tempo de contribuição (35 para
homens e 30 para mulheres) + idade (60 anos para homens ou 55 para
mulheres). O enunciado fala apenas de idade, o que torna errada a
assertiva.

Gabarito: Errado.

8. (CESPE - 2010 - ABIN - Oficial Técnico de Inteligência)


Aplica-se à aposentadoria compulsória o requisito de tempo mínimo de
dez anos de efetivo exercício no serviço público.

Este requisito é para aposentadoria voluntária. A aposentadoria


compulsória é calculada de modo proporcional ao tempo de
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contribuição.

Gabarito: Errado.

9. (ESAF - 2012 - CGU - Analista de Finanças e Controle -


prova 3 - Administrativa) Quanto à contagem do tempo de serviço
federal, é correto afirmar que:

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a) a apuração do tempo de serviço é feita em meses, que serão
convertidos em anos.
b) são considerados como de efetivo exercício para todos os efeitos
os afastamentos, entre outros, em virtude de férias; de participação em
programa de treinamento regularmente instituído; e de licença para
tratamento de saúde de pessoal da família do servidor.
c) o tempo de serviço prestado concomitantemente em mais de um
cargo ou função de órgão ou entidades dos Poderes da União, Estado,
Distrito Federal e Município, autarquia, fundação pública, sociedade de
economia mista e empresa pública será contado cumulativamente.
d) o tempo de serviço prestado às Forças Armadas é contado para
todos os efeitos, inclusive, em dobro, o tempo em operações de guerra.
e) o tempo em que o servidor esteve aposentado será contado
para todos os efeitos.
Dispõe o artigo 103, §2º, da Lei 8.112/90:

Art. 103. Contar-se-á apenas para efeito de aposentadoria e


disponibilidade:
§ 2o Será contado em dobro o tempo de serviço prestado às Forças
Armadas em operações de guerra.

Logo, o tempo de serviço prestado às Forças Armadas é


computado para efeito de aposentadoria, inclusive em dobro no caso
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operações de guerra.

Gabarito: Letra D

10. (ESAF - 2012 - CGU - Analista de Finanças e Controle -


prova 3 - Administrativa) No tocante ao Plano de Seguridade Social do
servidor público federal e de sua família, é incorreto afirmar que:

a) ao servidor ocupante de cargo em comissão, ainda que não seja,


simultaneamente, ocupante de cargo ou emprego efetivo na
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Administração Pública direta, autárquica e fundacional, são assegurados
todos os benefícios do Plano de Seguridade Social.
b) o Plano de Seguridade Social visa a dar cobertura aos riscos a
que estão sujeitos o servidor e sua família e compreende um conjunto
de benefícios e ações.
c) ao servidor público são garantidos, entre outros, os benefícios
da aposentadoria, do auxílio-natalidade, do salário-família e da licença
por acidente em serviço.
d) ao dependente do servidor público são garantidos os benefícios
de pensão vitalícia e temporária, auxílio- funeral, auxílio-reclusão e
assistência à saúde.
e) ao servidor licenciado ou afastado sem remuneração é garantida
a manutenção da vinculação ao regime do Plano de Seguridade Social
do Servidor Público, mediante o recolhimento mensal da respectiva
contribuição, no mesmo percentual devido pelos servidores em
atividade, incidente sobre a remuneração total do cargo a que faz jus
no exercício de suas atribuições.

A questão busca a alternativa incorreta, portanto devemos atentar


para o enunciado da alternativa “a”, uma vez que o servidor ocupante
de cargo em comissão que não seja, simultaneamente, ocupante de
cargo ou emprego efetivo na Administração Pública, não fará jus aos
benefícios do Plano de Seguridade
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Social, excepcionando-se a
assistência à saúde.

Gabarito: A

11. (ESAF - 2012 - CGU - Analista de Finanças e Controle -


prova 3 - Administrativa) Quanto à aposentadoria do servidor público,
pode-se afirmar corretamente que:

a) a aposentadoria por invalidez permanente dar-se-á com


proventos integrais.

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b) aos oitenta anos de idade, o servidor será aposentado
compulsoriamente com proventos proporcionais.
c) ao servidor aposentado não é devida a gratificação natalina.
d) a aposentadoria voluntária ou por invalidez vigorará a partir da
data do pedido feito pelo servidor.
e) a aposentadoria compulsória é automática e tem vigência a
partir do dia imediato àquele em que o servidor atingir a idade-limite de
permanência no serviço ativo.

Conforme regido pela Lei 8.112/90 e disposto acima no decorrer


da aula, a aposentaria será compulsória quando o servidor atingira a
idade limite de permanência no serviço ativo, que é de 70 anos de
idade.

Gabarito: E

12. (ESAF - 2010 - CVM - Analista - Recursos Humanos - prova


2) Estatui o art. 40, caput, da Constituição da República, que “Aos
servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é
assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário,
mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos
e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o
equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo”. Em relação ao
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regime de previdência em tela, assinale a assertiva incorreta:

a) Ao servidor ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão


declarado em lei de livre nomeação e exoneração aplica-se o regime
geral de previdência social.
b) A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, desde
que instituam regime de previdência complementar para os seus
respectivos servidores titulares de cargo efetivo, poderão fixar, para o
valor das aposentadorias e pensões a serem concedidas pelo regime

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próprio de previdência, o limite máximo estabelecido para os benefícios
do regime geral de previdência social.
c) O servidor público será aposentado compulsoriamente, aos
setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de
contribuição.
d) A lei não poderá estabelecer qualquer forma de contagem de
tempo de contribuição fictício.
e) São integrais os proventos decorrentes de aposentadoria por
invalidez permanente.
Os proventos decorrentes de aposentadoria por invalidez só serão
integrais nos casos de acidente em serviço, moléstia profissional ou
doença grave, contagiosa ou incurável. Nos demais casos será
proporcional.
Gabarito: E

13. (ESAF - 2006 - MTE - Auditor Fiscal do Trabalho - Prova 2)


No âmbito das normas de seguridade social do servidor público,
previstas na Lei n. 8.112/90, assinale a hipótese não prevista para
concessão de pensão provisória por morte presumida de servidor.

a) Desaparecimento em desabamento, inundação, incêndio ou


acidente não caracterizado como em serviço.
b) Declaração de ausência, prestada pela autoridade judiciária ou
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policial competente.
c) Desaparecimento no desempenho das atribuições do cargo.
d) Declaração de ausência, prestada pela autoridade judiciária
competente.
e) Desaparecimento no desempenho de missão de segurança.
A questão busca a hipótese em que não é possível concessão de
pensão provisória por morte presumida de servidor, logo, por meio da
leitura da alternativa “b”, percebe-se ser esta a assertiva incorreta, já

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que a autoridade policial não é competente parar declarar a ausência de
um servidor.
Gabarito: B

14. (ESAF - 2004 - MPU - Técnico Administrativo) O benefício da


pensão temporária, do Plano de Seguridade Social do Servidor, regido
pelo regime da Lei nº 8.112/90, à falta de outro herdeiro pensionável,
será devido:

a) à pessoa divorciada, que recebia pensão alimentícia do servidor


falecido.
b) à pessoa portadora de deficiência física, que vivia sob a
dependência econômica do servidor falecido.
c) ao cônjuge do servidor falecido.
d) ao pai do servidor falecido.
e) ao irmão inválido, do servidor falecido, que vivia sob sua
dependência econômica.
Dispõe o artigo 217, II, “c”, da Lei 8.112/90:

Art. 217. São beneficiários das pensões:


II - temporária:
c) o irmão órfão, até 21 (vinte e um) anos, e o inválido, enquanto
durar a invalidez, que comprovem dependência econômica do
servidor;
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Portanto, sob a luz do artigo acima, vemos que a letra “e” é a


correta, uma vez que as demais hipóteses acima relacionadas são
causas de pensão vitalícia.

Gabarito: E

15. (FCC – 2013 – TJ/PE – Juiz) Os servidores titulares de


cargos efetivos dos Estados, que hoje ingressam no serviço, sujeitam-
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se a regras constitucionais que disciplinam sua aposentadoria.
Considere, a respeito, os itens abaixo sobre hipóteses de aposentadoria
e respectivo critério de cálculo de proventos:

I. por invalidez permanente, com proventos integrais.

II. compulsoriamente, aos setenta anos de idade, com proventos


proporcionais ao tempo de serviço.

III. voluntariamente, desde que cumprido tempo mínimo de dez


anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo
efetivo em que se dará a aposentadoria, observadas as seguintes
condições: a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição, se
homem, e cinquenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição, se
mulher; b) sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos
de idade, se mulher, com proventos proporcionais ao tempo de
contribuição.

Está harmônico com as regras gerais constantes da Constituição o


que consta APENAS em

a) III.

b) I.

c) II.

d) II e III.
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e) I e II.

Item I. Na aposentadoria por invalidez permanente, os proventos


são proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se decorrente de
acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa
ou incurável, na forma da lei (art. 40, §1º, inciso I, da CF). Logo, está
INCORRETO.

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Item II. A aposentadoria compulsória se dá com proventos
proporcionais ao tempo de contribuição (art. 40, §1º, inciso II, da
CF). Logo, está ERRADO.

Item III. Está de acordo com o art. 40, §1º, inciso III, alíneas “a”
e “b”, da CF. Portanto, está CERTO.

Assim, apenas o item III está correto (letra A).

Gabarito: A

16. (FCC – 2014 – Prefeitura de Cuiabá/MT – Procurador


Municipal) O corpo permanente da Constituição Federal, no tocante aos
proventos do servidor aposentado pelo regime próprio de previdência,

a) estabelece que os requisitos de idade e de tempo de


contribuição serão reduzidos em cinco anos, para o professor que
comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de
magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio, com
a consequente redução proporcional dos proventos, caso opte por essa
aposentadoria especial.

b) garante aos servidores inativos a extensão de todos e


quaisquer benefícios e vantagens concedidos aos servidores em
atividade.
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c) determina que, nas hipóteses de aposentadoria com proventos


proporcionais, deve-se utilizar como base de cálculo o valor da última
remuneração percebida pelo servidor, quando em atividade.

d) estabelece que os servidores ocupantes, exclusivamente, de


cargo em comissão farão jus à aposentadoria complementar, mediante
sua expressa adesão a tal regime, sem prejuízo da vinculação ao
regime geral de previdência social.

e) prevê a incidência de contribuição previdenciária nos proventos


do inativo portador de doença incapacitante, a qual incidirá apenas
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sobre as parcelas que superem o dobro do limite máximo estabelecido
para os benefícios do regime geral de previdência social.

Letra (A). Essa regra de redução dos requisitos de idade e de


tempo de contribuição para professores é aplicável à aposentadoria
voluntária com proventos integrais (art. 40, §5º, da CF). Portanto,
está ERRADA.

Letra (B). Não há essa garantia na Constituição Federal. Logo,


está INCORRETA.

Letra (C). A regra constitucional contida no art. 40, §3º, da CF, foi
responsável pelo fim da aposentadoria com proventos integrais do
servidor público. Os proventos não corresponderão, como antes era
possível, ao valor da última remuneração do servidor. Seu valor será
uma média calculada, nos termos da lei, com base nas remunerações
sobre as quais o servidor contribuiu ao longo de sua vida profissional.
Portanto, está ERRADA.

Letra (D). O erro está em colocar que esses servidores farão jus,
pois na verdade eles terão que financiar este sistema complementar.
Logo, está INCORRETA.

Letra (E). Está de acordo com o art. 40, §§ 18 e 21, da CF. Logo,
está CORRETA.

Gabarito: E 77192982334

17. (FCC – 2006 – DPE/SP – Defensor Público) Um servidor


estatutário atinge a idade para a aposentadoria compulsória após 7
(sete) anos de exercício no serviço público. Sabendo-se que ele não
possui outros períodos de contribuição ou de tempo de serviço a serem
computados, ele

a) deverá permanecer em atividade, visto que não atingiu o


mínimo de 10 (dez) anos de efetivo exercício no serviço público.

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b) será aposentado, com proventos proporcionais ao tempo de
contribuição, proventos esses que não podem ser inferiores a 1 (um)
salário mínimo.

c) será aposentado, com proventos proporcionais ao tempo de


contribuição, garantida a percepção de 50% (cinqüenta por cento) da
última remuneração na atividade.

d) será aposentado, com proventos integrais, em razão do critério


etário.

e) será exonerado, com indenização de 1 (um) salário por ano de


efetivo exercício, por não reunir os requisitos para a aposentadoria.

A aposentadoria compulsória ocorre aos setenta anos de idade,


com proventos proporcionais ao tempo de contribuição (art. 40, §1º,
inciso II, da CF). Nenhum servidor receberá remuneração inferior ao
salário mínimo (art. 41, §5º, da Lei nº 8.112/90). Portanto, a resposta
correta é a letra B.

Gabarito: B

18. (CESPE – 2014 – TC/DF – Analista de Administração Pública


– Orçamento, Gestão Financeira e Controle) A aposentadoria poderá ser
voluntária e proporcional, desde que cumprido o tempo mínimo de cinco
anos de efetivo exercício no serviço público, observadas as demais
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condições de idade e tempo de contribuição.

O servidor poderá aposentar-se voluntariamente desde que


cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço
público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria
(art. 40, §1º, inciso III, da CF). Logo, está ERRADO.

Gabarito: E

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2.2 Do Auxílio-Natalidade

O auxílio natalidade será concedido à servidora por motivo de


nascimento de filho ou ao cônjuge ou companheiro servidor público,
quando a parturiente não for servidora. O valor será equivalente ao
menor vencimento do serviço público, inclusive no caso de natimorto.

A finalidade do auxílio natalidade, conforme


jurisprudência do STF, é sócio-assistencialista, tendente a auxiliar em
termos financeiros, a gestante em decorrência dos novos gastos que
necessariamente advirão com o nascituro, buscando-se igualmente
prestar um auxílio ao próprio incapaz, para que este tenha condições de
se desenvolver sadiamente.

Se a servidora tiver parto múltiplo, ou seja, gêmeos, trigêmeos e


por aí vai... o valor será acrescido de 50% (cinquenta por cento), por
nascituro.

Interessante observar que a Lei n. 8112/90 não prevê o auxílio


natalidade para a servidora adotante, ou seja, a que tem um filho não
de seu ventre, mas sim adotado.

Contudo, em razão do princípio constitucional da isonomia,


especialmente diante da inexistência de distinção entre filhos naturais e
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adotados, há uma tendência em se admitir, nos tribunais, que a


servidora que adota tem sim direito ao auxílio natalidade. Veja o
interessante resumo do julgamento do Tribunal Regional Federal da 4ª
Região:

PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. SINDICATO. LEGITIMIDADE


ATIVA AD CAUSAM. AUXÍLIO-
NATALIDADE. SERVIDOR ADOTANTE. POSSIBILIDADE. SENTENÇA.
ABRANGÊNCIA ESTADUAL. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. VALOR FIXO.
(...) 2. O direito à percepção de auxílio-natalidade por
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servidor adotante é matéria controvertida, porque ao princípio da
isonomia opõem-se os da legalidade e da reserva orçamentária, todos
de status constitucional e relevância jurídica equivalente. Não obstante,
considerando a finalidade da norma legal - arts. 185, I, a, e 196 da Lei
nº 8.112, de 1991 - de prover as necessidades imediatas daquele que
passou a compor a unidade familiar, necessidades estas que, por serem
próprias de qualquer criança, não se distinguem pelo vínculo (biológico
ou afetivo) estabelecido com o servidor, tenho que a solução mais
adequada é concedê-lo também ao servidor adotante. Em que pese o
característico nascimento de filho seja essencial ao legislador, ter um
filho, seja pelo vínculo biológico do nascimento, seja pela adoção,
acarreta despesas ao servidor, o que justifica a percepção do auxílio
pecuniário. 3. A Constituição Federal equiparou os filhos adotados
aos naturais, proibindo qualquer tipo de discriminação, ao
dispor que 'os filhos, havidos ou não da relação de casamento,
ou por adoção, terão os mesmos direitos e qualificações,
proibidas quaisquer designações discriminatórias relativas à
filiação.' (Art. 227, § 6°, da CF). (...) APELREEX 200671000217512,
4ª Turma, DJe de 01.03.2010.

2.3 Do Salário-Família
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O salário-família é devido ao servidor ativo ou ao inativo, por


dependente econômico.

E quem são os dependentes econômicos?

 O cônjuge ou companheiro e os filhos, inclusive os


enteados até 21 (vinte e um) anos de idade ou, se estudante,
até 24 (vinte e quatro) anos ou, se inválido, de qualquer idade;

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 O menor de 21 (vinte e um) anos que, mediante
autorização judicial, viver na companhia e às expensas do
servidor, ou do inativo;

 A mãe e o pai sem economia própria.

De acordo com a lei 8.112/90 não se configura


a dependência econômica quando o beneficiário do salário-
família perceber rendimento do trabalho ou de qualquer outra
fonte, inclusive pensão ou provento da aposentadoria, em valor igual
ou superior ao salário-mínimo.

Nos casos de filhos, filhos adotivos, enteados e menores sob


guarda, a exclusão será automática aos 21 anos de idade.

Quando o pai e mãe forem servidores públicos e


viverem em comum, o salário-família será pago a UM deles. Quando
separados, será pago a um e outro, de acordo com a distribuição dos
dependentes.

Lembrando que equipara-se ao pai e à mãe equiparam-se o


padrasto, a madrasta e, na falta destes, os representantes legais dos
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incapazes.

Outra informação importante é que o salário-


família não está sujeito a qualquer tributo, nem servirá de base para
qualquer contribuição, inclusive para a Previdência Social.

O afastamento do cargo efetivo, sem remuneração, não acarreta


a suspensão do pagamento do salário-família.

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2.4 Da Licença para Tratamento de Saúde

Servidor acometido de enfermidades que exijam tratamento.


Quanto ao procedimento, será preenchido um formulário específico,
pelo chefe imediato, anexando o atestado médico, sendo necessário
entregá-los no Serviço de Avaliação e Perícia da Saúde, no prazo
máximo de 48 horas.

A licença para tratamento saúde pode ser tanto a pedido quanto


de ofício, com base em perícia médica OFICIAL, sem prejuízo da
remuneração a que fizer jus.

Sempre que necessário, a inspeção médica será realizada na


residência do servidor ou no estabelecimento hospitalar onde se
encontrar internado. Neste caso, o atestado somente produzirá efeitos
depois de recepcionado pela unidade de recursos humanos do órgão ou
entidade.

Se não houver médico no órgão ou entidade no local onde se


encontra ou tenha exercício em caráter permanente o servidor, será
aceito atestado passado por médico particular.
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Quanto aos prazos, :

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Mais de 120 dias Requisito: avaliação por


pelo período de 12 junta médica oficial
meses

LICENÇA

Menos de 15 dias Dispensa a perícia oficial, na


pelo período de 1 forma definida em
(um) ano. regulamento.

Para concessão de Licença para Tratamento de Saúde até 30 a


inspeção será feita por médico do setor de assistência do órgão de
pessoal da Instituição; para concessão por prazo superior, a inspeção
será feita por Junta Médica oficial.

A lei 8.112/90 nos diz que o laudo da junta médica não se


referirão ao nome ou natureza da doença, salvo quando se tratar de
lesões produzidas por acidente em serviço, doença profissional ou
qualquer das doenças especificadas no art. 186, § 1o da Lei 8.112/90.

Caso o servidor apresente indícios de lesões orgânicas ou


funcionais será submetido a inspeção médica. Sobre o tema a lei nos
diz: 77192982334

Parágrafo único. Para os fins do disposto no caput, a União e suas


entidades autárquicas e fundacionais poderão: (Incluído pela Lei nº 12.998,
de 2014)

I - prestar os exames médicos periódicos diretamente pelo órgão ou


entidade à qual se encontra vinculado o servidor; (Incluído pela Lei nº
12.998, de 2014)

II - celebrar convênio ou instrumento de cooperação ou parceria com


os órgãos e entidades da administração direta, suas autarquias e fundações;
(Incluído pela Lei nº 12.998, de 2014)

III - celebrar convênios com operadoras de plano de assistência à

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saúde, organizadas na modalidade de autogestão, que possuam autorização
de funcionamento do órgão regulador, na forma do art. 230; ou (Incluído pela
Lei nº 12.998, de 2014)

IV - prestar os exames médicos periódicos mediante contrato


administrativo, observado o disposto na Lei no 8.666, de 21 de junho de
1993, e demais normas pertinentes. (Incluído pela Lei nº 12.998, de 2014)

19. (FCC – 2012 – TRE/CE – Técnico Judiciário – Operação de


Computador) De acordo com a Lei no 8.112/90, poderá ser dispensada
de perícia oficial, na forma definida em regulamento, a licença para
tratamento de saúde inferior a:
a) quinze dias, dentro de um ano.
b) trinta dias, dentro de um ano.
c) sessenta dias, dentro de dois anos.
d) trinta dias, dentro de dois anos.
e) noventa dias, dentro de um ano.

De acordo com o art. 204 da Lei nº 8.112/90, a licença para


tratamento de saúde inferior a 15 (quinze) dias, dentro de 1 (um)
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ano, poderá ser dispensada de perícia oficial, na forma definida em


regulamento. Assim, a resposta correta é a letra A.
Gabarito: A

2.5 Da Licença à Gestante, à Adotante e da Licença-Paternidade

A servidora gestante terá direito a concessão de 120 dias


consecutivos de licença, sem prejuízo de sua remuneração. A licença
poderá ter início no primeiro dia do nono mês de gestação,
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excepcionando-se os casos em que ocorra prescrição médica para a
antecipação desta licença.
Caso ocorra nascimento prematuro, a licença iniciará no momento
do parto. No caso de natimorto, a servidora será submetida a exame
médico, decorridos 30 (trinta) dias do evento, o qual indicará se a
mesma encontra-se apta para o retorno de suas atividades.

O servidor público fará jus à licença-paternidade de


5 (cinco) consecutivos no caso de nascimento ou adoção de
filhos.
A servidora lactante terá o direito a uma hora de descanso em sua
jornada de trabalho, a qual poderá ser parcelada em dois períodos de
meia hora, para amamentar seu próprio filho até a idade de seis meses.
No caso de adoção ou obtenção de guarda judicial de criança de
até 1 (um) ano de idade, a servidora fará jus a 90 (noventa) dias de
licença remunerada, todavia, caso a criança tenha mais de 1 (um) ano
de idade, o período é de 30 (trinta) dias.

2.6 Da Licença por Acidente em Serviço


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O servidor que sofrer acidente em serviço terá licença com


remuneração integral. O acidente em serviço se configura pelo dano
físico ou mental sofrido pelo servidor, relacionando-se mediata ou
imediatamente com as atribuições que exerce em seu cargo. Também
equiparam-se à acidente de serviço a agressão sofrida e não provocada
pelo servidor no exercício do cargo e o dano sofrido no percurso da
residência para o trabalho e vice-versa.

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Caso o servidor necessite de tratamento especializado em
instituição privada, poderá ser tratado por conta dos recursos públicos,
porém tal situação só é possível quando inexistirem meios e recursos
em instituição pública.
A prova do acidente deverá ocorrer no prazo de 10 (dez) dias,
sendo prorrogável apenas quando as circunstâncias exigirem.

2.7 Da Pensão

A pensão mensal é cabível aos dependentes do servidor falecido.


Eles receberão o valor correspondente ao da respectiva remuneração ou
provento, iniciando-se na data do óbito.
Da mesma forma como ocorre na aposentadoria, como a pensão é
um benefício previdenciário, ocorre a sujeição prevista no art. 40 ao
princípio da contributividade e da solidariedade, do art. 40 da CF/88.
As pensões podem ser vitalícias, neste caso serão compostas de
cota ou cotas permanentes, somente se extinguindo ou se revertendo
com a morte de seus beneficiários. E, também, temporárias composta
de cota ou cotas, porém estas podem se extinguir ou reverter por
motivo de morte, cessação de invalidez ou maioridade do beneficiário.

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Dispõe o artigo 217 da Lei 8.112/90


quem podem ser os beneficiários das pensões, vitalícias e temporárias,
respectivamente:

Art. 217. São beneficiários das pensões:


I - vitalícia:
a) o cônjuge;
b) a pessoa desquitada, separada judicialmente ou divorciada, com
percepção de pensão alimentícia;
c) o companheiro ou companheira designado que comprove união
estável como entidade familiar;
d) a mãe e o pai que comprovem dependência econômica do

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servidor;
e) a pessoa designada, maior de 60 (sessenta) anos e a pessoa
portadora de deficiência, que vivam sob a dependência econômica do
servidor;
II - temporária:
a) os filhos, ou enteados, até 21 (vinte e um) anos de idade, ou, se
inválidos, enquanto durar a invalidez;
b) o menor sob guarda ou tutela até 21 (vinte e um) anos de
idade;
c) o irmão órfão, até 21 (vinte e um) anos, e o inválido, enquanto
durar a invalidez, que comprovem dependência econômica do servidor;
d) a pessoa designada que viva na dependência econômica do
servidor, até 21 (vinte e um) anos, ou, se inválida, enquanto durar a
invalidez.
§ 1o A concessão de pensão vitalícia aos beneficiários de que
tratam as alíneas "a" e "c" do inciso I deste artigo exclui desse direito os
demais beneficiários referidos nas alíneas "d" e "e".
§ 2o A concessão da pensão temporária aos beneficiários de que
tratam as alíneas "a" e "b" do inciso II deste artigo exclui desse direito os
demais beneficiários referidos nas alíneas "c" e "d".

A pensão é concedida em sua integralidade aos beneficiários da


pensão vitalícia, excepcionando-se apenas se existirem beneficiários da
pensão temporária.
Caso ocorra a habilitação de vários beneficiários à pensão vitalícia,
o valor será distribuído em partes iguais entre os que concorrem por
ele, o que também ocorre com a pensão temporária. Porém, caso exista
habilitação às pensões vitalícia e temporária simultaneamente, metade
do valor caberá aos titulares da pensão vitalícia, e a outra metade à
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pensão temporária, sendo rateados igualitariamente entre os


habilitados.
A pensão pode ser requerida a qualquer tempo, prescrevendo
apenas as prestações exigíveis há mais de 5 (cinco) anos. Assim que
a pensão for concedida, qualquer prova posterior ou habilitação tardia
que implique na exclusão do beneficiário ou redução da pensão só irá
produzir efeitos na data de oferecimento da prova.
Quanto ao assunto Carvalho Filho destaca que assim como ocorre
na aposentadoria, o Tribunal de Contas irá apreciar a legalidade, e ainda

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destaca: “Em virtude de grande demora ocorrida em alguns casos, tem-
se considerado que após cinco anos, sem apreciação, qualquer alteração
exigiria a observância do princípio do contraditório e da ampla defesa
em favor do interessado e, por via de consequência do princípio da
segurança jurídica.”

É importante observar que o beneficiário condenado


pela prática de crime doloso que tenha resultado no falecimento do
servidor não fará jus à pensão!
No caso de morte presumida do servidor, será concedida pensão
provisória nos casos de:
 Declaração de ausência, pela autoridade judiciária competente;
 Desaparecimento em desabamento, inundação, incêndio ou
acidente não caracterizado como em serviço;
 Desaparecimento no desempenho das atribuições do cargo ou em
missão de segurança.
Decorridos 5 (cinco) anos da vigência da pensão provisória, a
pensão será convertida em vitalícia ou temporária, conforme o
caso, ressalvada a hipótese de reaparecimento do servidor, ocasião que
cancelará o benefício.
O beneficiário perderá a sua qualidade, e, consequentemente, seu
direito à pensão, nos casos de: 77192982334

 O seu falecimento;
 A anulação do casamento, quando a decisão ocorrer após a
concessão da pensão ao cônjuge;
 A cessação de invalidez, em se tratando de beneficiário
inválido;
 A maioridade de filho, irmão órfão ou pessoa designada, aos
21 (vinte e um) anos de idade;
 A acumulação de pensão;
 A renúncia expressa.

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Atenção!!!! A lei determina 21 anos de idade


como limite para o recebimento da pensão, dessa forma, a pensão
extinguirá de pleno direito quando atingir esta idade, mesmo que lhe
seja assegurada em juízo de família, o direito de percebê-la até os
24 anos em se tratando de estudante universitário (STJ, REsp
1.347.272, Min. Herman Benjamin, 18/10/2012).
O cálculo da pensão será de acordo com a remuneração do
servidor, seja em atividade ou aposentado. Observe que se o valor
exceder o limite máximo previdenciário, o beneficiário irá receber do
valor corresponde a esse limite mais os 70 % da parte excedente, da
mesma forma ocorre com o aposentado.
Cabe ressaltar que o beneficiário de pensão temporária motivada
por invalidez pode ser convocado a qualquer momento para
submeter-se a uma avaliação, a fim de se observarem as condições
que ensejaram a concessão do benefício.
No caso de morte ou perda da qualidade de beneficiário, a
respectiva cota será revertida em pensão vitalícia para os
remanescentes ou para os titulares da pensão temporária, caso não
haja outros pensionistas de pensão vitalícia. No caso de pensão
temporária, irá para a cota dos co-beneficiários, ou, na falta destes,
para o beneficiário da pensão vitalícia.
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As pensões serão atualizadas automaticamente na mesma data e


mesma proporção dos reajustes ocorridos nos vencimentos dos
servidores.
A lei 8.112/90 veda a percepção cumulativa de mais de duas
pensões! Porém O STF entende que é legítima a acumulação de
pensões quando antes do falecimento do servidor a acumulação dos
seus vencimentos era legítima. Exemplo: O professor que ocupa dois
cargos em acumulação permitidas, a sua família terá direito a dupla
pensão no caso do seu falecimento.
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20. (FCC – 2009 – PGE/RJ – Técnico Superior Administrativo)


Quanto à previdência dos servidores, é correto afirmar:
a) A pensão por morte será devida a partir do mês em que
ocorrer o falecimento do segurado.
b) No caso de aposentadoria compulsória por idade, o segurado
afastar-se-á do exercício de seu cargo no dia imediatamente anterior à
data em que completar setenta anos.
c) A pensão por morte será devida a partir do mês em que for
requerida pelo beneficiário.
d) O direito à pensão por morte prescreverá em cinco anos
contados da data em que forem devidas as prestações.
e) Para fins de receber o auxílio-reclusão consideram- se
segurados de baixa renda aqueles que recebem remuneração ou
subsídio mensal igual ou inferior a R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos
reais).
Letra (A). Por morte do servidor, os dependentes fazem jus a uma
pensão mensal de valor correspondente ao da respectiva remuneração
ou provento, a partir da data do óbito (art. 215 da Lei nº 8.112/90).
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Logo, está CERTA.


Letra (B). A aposentadoria compulsória será automática, e
declarada por ato, com vigência a partir do dia imediato àquele em que
o servidor atingir a idade-limite de permanência no serviço ativo (art.
187 da Lei nº 8.112/90). Portanto, está INCORRETA.
Letra (C). Está ERRADA, considerando o citado art. 215 da Lei nº
8.112/90.

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Letra (D). A pensão poderá ser requerida a qualquer tempo,
prescrevendo tão-somente as prestações exigíveis há mais de 5 (cinco)
anos (art. 219, “caput”, da Lei nº 8.112/90). Logo, está INCORRETA.
Letra (E). Não há essa previsão na Lei nº 8.112/90. Logo, está
ERRADA.
Gabarito: A

21. (FCC – 2009 – PGE/RJ – Técnico Assistente de Procuradoria)


Em relação ao direito à pensão por morte, é correto afirmar que
a) o direito à pensão por morte prescreverá no prazo de 5 (cinco)
anos contados da data em que for devida.
b) não prescreverão as prestações não reclamadas no prazo de 10
(dez) anos contados da data em que forem devidas.
c) integrarão a pensão por morte as parcelas remuneratórias
pagas ao servidor falecido, em decorrência de local de trabalho.
d) não prescreverão as prestações não reclamadas no prazo
quinquenal.
e) não prescreverá o direito à pensão por morte.
Letra (A). A pensão poderá ser requerida a qualquer tempo,
prescrevendo tão-somente as prestações exigíveis há mais de 5 (cinco)
anos (art. 219, “caput”, da Lei nº 8.112/90). Logo, está INCORRETA.
Letra (B). Com base no citado art. 219, “caput”, da Lei nº
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8.112/90, prescreverão sim. Portanto, está ERRADA.


Letra (C). Não há essa previsão na Lei nº 8.112/90. Logo, está
INCORRETA.
Letra (D). Com base no citado art. 219, “caput”, da Lei nº
8.112/90, prescreverão sim. Portanto, está ERRADA.
Letra (E). Está de acordo no citado art. 219, “caput”, da Lei nº
8.112/90. Logo, está CORRETA.
Gabarito: E

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22. (CESPE – 2013 – SEGESP/AL – Papiloscopista) De acordo
com o que estabelece a Lei n.º 8.112/90, para que seja beneficiário de
pensão por morte de servidor civil, o companheiro ou a companheira
designado deve comprovar união estável como entidade familiar e
dependência econômica em relação ao de cujus.
A Lei nº 8.112/90 só traz a condição de comprovar união estável
como entidade familiar, não exigindo que haja dependência econômica
em relação ao de cujus (art. 217, inciso I, alínea “c”). Portanto, o item
está ERRADO.
Gabarito: E

2.8 Do Auxílio-Funeral

Quando o servidor falecer na atividade de seu cargo ou


aposentado, será devido a sua família o auxílio-funeral, em valor
equivalente a um mês de remuneração ou provento. Caso o servidor
possua acumulação legal de cargos, o auxílio será pago somente em
razão do cargo de maior remuneração.
O auxílio será pago em até 48 (quarenta e oito) horas, por meio
de procedimento sumaríssimo, à pessoa da família responsável pelo
custeio do funeral. Caso tenha sido custeado por terceiro, este deverá
ser indenizado. 77192982334

Se o servidor falecer em serviço fora do local de trabalho, inclusive


no exterior, caberá à União, autarquia ou fundação pública o custeio das
despesas de transporte do corpo.

2.9 Do Auxílio-Reclusão

O auxílio-reclusão será devido à família do servidor ativo,


obedecendo as seguintes proporções:

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 Dois terços da remuneração, quando afastado por
motivo de prisão, em flagrante ou preventiva, determinada pela
autoridade competente, enquanto perdurar a prisão.
 Caso o servidor seja absolvido, terá direito à
integralização da remuneração;
 Metade da remuneração, durante o afastamento,
em virtude de condenação, por sentença definitiva, a pena que
não determine a perda de cargo.
O pagamento do auxílio-reclusão cessará no dia em que o servidor
for posto em liberdade, ainda que condicional.

2.10 Da Assistência à Saúde

Veja o que diz o art. 230 da Lei nº 8.112/90:


Art. 230. A assistência à saúde do servidor, ativo ou inativo, e de sua família
compreende assistência médica, hospitalar, odontológica, psicológica e farmacêutica,
terá como diretriz básica o implemento de ações preventivas voltadas para a
promoção da saúde e será prestada pelo Sistema Único de Saúde – SUS, diretamente
pelo órgão ou entidade ao qual estiver vinculado o servidor, ou mediante convênio ou
contrato, ou ainda na forma de auxílio, mediante ressarcimento parcial do valor
despendido pelo servidor, ativo ou inativo, e seus dependentes ou pensionistas com
planos ou seguros privados de assistência à saúde, na forma estabelecida em
regulamento. (Redação dada pela Lei nº 11.302 de 2006)

§ 1o Nas hipóteses previstas nesta Lei em que seja exigida perícia, avaliação ou
inspeção médica, na ausência de médico ou junta médica oficial, para a sua
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realização o órgão ou entidade celebrará, preferencialmente, convênio com unidades


de atendimento do sistema público de saúde, entidades sem fins lucrativos declaradas
de utilidade pública, ou com o Instituto Nacional do Seguro Social - INSS. (Incluído
pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)

§ 2o Na impossibilidade, devidamente justificada, da aplicação do disposto no


parágrafo anterior, o órgão ou entidade promoverá a contratação da prestação de
serviços por pessoa jurídica, que constituirá junta médica especificamente para esses
fins, indicando os nomes e especialidades dos seus integrantes, com a comprovação
de suas habilitações e de que não estejam respondendo a processo disciplinar junto à
entidade fiscalizadora da profissão. (Incluído pela Lei nº 9.527, de 10.12.97)

§ 3o Para os fins do disposto no caput deste artigo, ficam a União e suas


entidades autárquicas e fundacionais autorizadas a: (Incluído pela Lei nº 11.302

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de 2006)

I - celebrar convênios exclusivamente para a prestação de serviços de


assistência à saúde para os seus servidores ou empregados ativos, aposentados,
pensionistas, bem como para seus respectivos grupos familiares definidos, com
entidades de autogestão por elas patrocinadas por meio de instrumentos jurídicos
efetivamente celebrados e publicados até 12 de fevereiro de 2006 e que possuam
autorização de funcionamento do órgão regulador, sendo certo que os convênios
celebrados depois dessa data somente poderão sê-lo na forma da regulamentação
específica sobre patrocínio de autogestões, a ser publicada pelo mesmo órgão
regulador, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias da vigência desta Lei, normas essas
também aplicáveis aos convênios existentes até 12 de fevereiro de
2006; (Incluído pela Lei nº 11.302 de 2006)

II - contratar, mediante licitação, na forma da Lei no 8.666, de 21 de junho de


1993, operadoras de planos e seguros privados de assistência à saúde que possuam
autorização de funcionamento do órgão regulador; (Incluído pela Lei nº 11.302 de
2006)

III - (VETADO) (Incluído pela Lei nº 11.302 de 2006)

§ 4o (VETADO) (Incluído pela Lei nº 11.302 de 2006)

§ 5o O valor do ressarcimento fica limitado ao total despendido pelo servidor ou


pensionista civil com plano ou seguro privado de assistência à saúde. (Incluído
pela Lei nº 11.302 de 2006)

3. Das Disposições Gerais

Você sabia que data comemora-se o Dia do Servidor Público? A


própria lei define a data sendo dia vinte e oito de outubro (28/10).
Além daqueles já previstos nos respectivos planos de carreira, há
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alguns incentivos funcionais que poderão ser instituídos, em todos os


poderes. São eles:
 Prêmios pela apresentação de ideias, inventos ou trabalhos que
favoreçam o aumento de produtividade e a redução dos custos
operacionais;

 Concessão de medalhas, diplomas de honra ao mérito,


condecoração e elogio.

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Para efeitos de contagem de prazos previstos na Lei 8.112/90,
serão contados em dias corridos, excluindo-se o dia do começo e
incluindo-se o do vencimento, ficando prorrogado, para o primeiro dia
útil seguinte, o prazo vencido em dia em que não haja expediente.

A lei assegura que, por motivo de crença religiosa ou de convicção


filosófica ou política, o servidor não poderá ser privado de
quaisquer dos seus direitos, sofrer discriminação em sua vida
funcional. E por outro lado, o servidor não pode eximir-se do
cumprimento de seus deveres.

É assegurado, também, ao servidor público civil o direito à


livre associação sindical e os seguintes direitos, entre outros, dela
decorrentes:
a) de ser representado pelo sindicato, inclusive como
substituto processual;
b) de inamovibilidade do dirigente sindical, até um ano após
o final do mandato, exceto se a pedido;
c) de descontar em folha o valor das mensalidades e
contribuições definidas em assembleia geral da categoria, sem ônus
para a entidade sindical a que for filiado;
d) de negociação coletiva;
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e) de ajuizamento, individual e coletivamente, frente à


Justiça do Trabalho, nos termos da Constituição Federal.

Além do cônjuge e filhos, são consideradas da família do servidor,


quaisquer pessoas que vivam às suas expensas e constem do seu
assentamento individual. A lei determina que a companheira ou
companheiro sejam equiparados ao cônjuge, desde que comprovada
união estável como entidade familiar.

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Por fim, as Disposições Gerais considera-se sede o município onde
a repartição estiver instalada e onde o servidor tiver exercício, em
caráter permanente.

4. Das disposições transitórias e finais

Nas disposições transitórias e finais, a lei estabelece quem está


submetido a ela. Assim, tenha em mente que se submetem à Lei nº
8.112/90 os servidores dos Poderes da União, dos ex-Territórios, das
autarquias, inclusive as em regime especial, e das fundações públicas,
regidos pela Lei nº 1.711, de 28 de outubro de 1952 - Estatuto dos
Funcionários Públicos Civis da União, ou pela Consolidação das Leis do
Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1o de maio de 1943 ,
exceto os contratados por prazo determinado, cujos contratos não
poderão ser prorrogados após o vencimento do prazo de prorrogação.

Vale observar, ainda, que o regime jurídico da Lei nº 8.112/90 é


extensivo aos serventuários da Justiça, remunerados com recursos da
União (= funcionários da justiça federal, dos tribunais superiores, da
justiça trabalhista, da justiça eleitoral, do TJDFT etc.). Contudo, se
houver lei específica desses servidores que contrarie as disposições
gerais da 8112/90, deve ser aplicada a norma específica.
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Para que o servidor estatutário regido pela Lei nº 8.112/90 não


fosse confundido com os empregados públicos (regidos pela CLT), esse
capítulo da lei determinou a transformação dos empregos ocupados
pelos servidores incluídos no regime instituído pela 8.112 em cargos, na
data de publicação da Lei.

Nesse caso, se o servidor contribuía a título de previdência para o


regime geral (hoje o INSS), ele passa a contribuir para o regime
previdenciário próprio do servidor público. Assim, para que os regimes

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se compatibilizem,deve haver o ajuste de contas entre o regime geral e
o regime próprio (art. 247).

A lei nos fala em seu art. 243 §2º que quando as funções de
confiança forem exercidas por pessoas não integrantes de tabela
permanente do órgão ou entidade onde têm exercício, tal função será
transformada em cargos em comissão. Anteriormente existia as
Funções de Assessoramento Superior- FAS, que com a criação da Lei
8.112/90 foram extintas.

Vimos que de acordo com o art. 37, I, da Constituição Federal, os


cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que
preencham os requisitos estabelecidos em lei, assim como aos
estrangeiros, na forma da lei. Sobre os empregados estrangeiros com
estabilidade no serviço público, enquanto não adquirirem a
nacionalidade brasileira, passarão a integrar tabela em extinção, do
respectivo órgão ou entidade, sem prejuízo dos direitos inerentes aos
planos de carreira aos quais se encontrem vinculados os empregos (art.
243, §6º, da Lei 8.112/90).

Quando o assunto for imposto de renda, veja o que diz o §8º do


art. 243:

§ 8oPara fins de incidência do imposto de renda na fonte e na declaração de


rendimentos, serão considerados como indenizações isentas os pagamentos
efetuados a título de indenização prevista no parágrafo anterior.
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As pensões estatutárias, concedidas até a vigência da Lei


8.112/90, foram mantidas pelo órgão ou entidade de origem do
servidor.

Por fim, não podemos encerrar esse estudo sem a análise de dois
dispositivos:

Art. 244. Os adicionais por tempo de serviço, já concedidos aos servidores


abrangidos por esta Lei, ficam transformados em anuênio.
Art. 245. A licença especial disciplinada pelo art. 116 da Lei nº 1.711, de

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1952, ou por outro diploma legal, fica transformada em licença-prêmio por


assiduidade, na forma prevista nos arts. 87 a 90.

Vimos em nossa aula que o servidor regido pela Lei nº 8.112/90


não faz jus ao adicional por tempo de serviço. O art. 244, ao contrário
do que parece, não assegura esse adicional. Ele limita-se a dizer que
aquele servidor que já adquiriu direito de perceber os adicionais
(quando a lei autorizava) não terão esses valores suprimidos de seu
contracheque. Eles serão apenas congelados e transformados em
anuênio.

O mesmo entendimento deve ser aplicado ao art. 245. Não há


mais a licença-prêmio na Lei nº 8.112/90, mas aqueles que já a
adquiriram, podem gozá-la.

Encerramos por aqui. Por hoje é só!

Vamos ao resumo da aula!

5. Resumo da aula

Esse regime é diferente do regime geral (RGPS), disciplinado no


art. 201, CF, a que estão sujeitos os demais trabalhadores, não só os
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da iniciativa privada regidos pela CLT, autônomos e outros, mas


também os servidores ocupantes, exclusivamente, de cargo em
comissão, cargo temporário e emprego público.

OBS: o regime geral de previdência aplica-se


subsidiariamente aos servidores públicos submetidos ao regime
próprio.

O regime tem caráter contributivo e solidário. Dessa forma,


não importa apenas o tempo de serviço do servidor; para fazer jus à
aposentadoria, só será computado o tempo de efetiva contribuição do
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beneficiário. É vedado ao legislador estabelecer qualquer forma
de contagem de tempo de contribuição fictício (art. 40, § 10, da
Constituição). A instituição desse regime foi mantida em caráter
facultativo para Estados e Municípios.

Devem contribuir para o sistema o ente público, os servidores


ativos e inativos e os pensionistas.; As contribuições devem observar
critérios que preserve o equilíbrio financeiro e atuarial do sistema
(art. 40, caput, da CF).

O Plano de Seguridade Social visa a dar cobertura aos riscos a


que estão sujeitos o servidor e sua família, e compreende um conjunto
de benefícios e ações que atendam às seguintes finalidades:

 Garantir meios de subsistência nos eventos de doença,


invalidez, velhice, acidente em serviço, inatividade, falecimento e
reclusão;

 Proteção à maternidade, à adoção e à paternidade;

 Assistência à saúde.

Art. 185. Os benefícios do Plano de Seguridade Social do servidor


compreendem:

SERVIDOR DEPENDENTE

a) aposentadoria; a) pensão vitalícia e temporária;


77192982334

b) auxílio-natalidade; b) auxílio-funeral;

c) salário-família; c) auxílio-reclusão;

d) licença para tratamento de d) assistência à saúde.


saúde;

e) licença à gestante, à adotante e


licença-paternidade;

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f) licença por acidente em serviço;

g) assistência à saúde;

h) garantia de condições
individuais e ambientais de
trabalho satisfatórias;

A EC nº 41/2003 cuidou de proibir a existência de mais de um


regime próprio de previdência social para os servidores titulares de
cargos efetivos, e de mais de uma unidade gestora do respectivo
regime em cada ente estatal. É proibida também a percepção de
mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdência
próprio dos servidores estatutários, ressalvadas as
aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis previstos
na Constituição. Confira o disposto no § 20 do art. 40:

§ 20. Fica vedada a existência de mais de um regime próprio de


previdência social para os servidores titulares de cargos efetivos, e de
mais de uma unidade gestora do respectivo regime em cada ente estatal,
ressalvado o disposto no art. 142, § 3º, X (previdência militar).

ATENÇÃO! E CUIDADO COM AS EXCEÇÕES!! É também vedada a


adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de
aposentadoria aos abrangidos pelo regime próprio de previdência dos
estatutários, ressalvados, 77192982334
nos termos definidos em leis
complementares, os casos de servidores:

4. portadores de deficiência;

5. que exerçam atividades de risco;

6. cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que


prejudiquem a saúde ou a integridade física.

Aposentadoria é o direito à inatividade remunerada, assegurado


ao servidor público em caso de invalidez, idade ou requisitos
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conjugados de tempo de exercício no serviço público e no cargo, idade
mínima e tempo de contribuição.

São 4 as modalidades de aposentadoria: por invalidez,


compulsória, voluntária e especial.

1. INVALIDEZ PERMANENTE: com proventos proporcionais


ao tempo de contribuição, em todos os casos, exceto quando
a invalidez decorrer de acidente de serviço, moléstia
profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável,
na forma da lei. OBS: a aposentadoria por invalidez é
precedida de licença para tratamento de saúde por
período não excedente a 24 meses.

Consideram-se doenças graves, contagiosas ou incuráveis:


tuberculose ativa, alienação mental, esclerose múltipla,
neoplasia maligna, cegueira posterior ao ingresso no serviço
público, hanseníase, cardiopatia grave, doença de Parkinson,
paralisia irreversível e incapacitante, espondiloartrose
anquilosante, nefropatia grave, estados avançados do mal de
Paget (osteíte deformante), Síndrome de Imunodeficiência
Adquirida - AIDS, e outras que a lei indicar, com base na
medicina especializada.

O servidor será submetido à junta médica oficial, que atestará


77192982334

a invalidez quando caracterizada a incapacidade para o


desempenho das atribuições do cargo ou a impossibilidade de
readaptação.

A aposentadoria voluntária ou por invalidez vigorará a partir da


data da publicação do respectivo ato.

2. COMPULSÓRIA (invalidez presumida): aos 70 anos de idade,


independente de ser homem ou mulher, com proventos

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proporcionais ao tempo de contribuição. OBS: somente dará
direito a proventos integrais se o funcionário já tiver
completado o tempo de contribuição exigido para a
aposentadoria voluntária, ou seja, 35 anos, para homem,
e 30 para a mulher.

É automática e será declarada por ato com vigência a partir do


dia seguinte àquele em que o funcionário atingir a idade-limite.

3. VOLUNTÁRIA: pode se dar com proventos integrais ou


proporcionais.

São 4 requisitos para aposentadoria voluntária com proventos


integrais:

tempo de efetivo serviço público: 10 anos;

tempo de serviço no cargo efetivo em que se dará a


aposentadoria: 5 anos;

idade mínima: 60 anos, para o homem, e 55, para a mulher;

tempo de contribuição: 35 anos para o homem e 30


para a mulher.

Já para a aposentadoria voluntária com proventos


proporcionais são apenas 3 requisitos:

tempo de efetivo serviço público: 10 anos;


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tempo de serviço no cargo efetivo em que se dará a


aposentadoria: 5 anos;

idade mínima: 65 anos, para o homem, e 60, para a mulher.

ATENÇÃO, PARA PROVENTOS PROPORCIONAIS não se


exige um tempo mínimo de contribuição, porém os
proventos serão proporcionais ao tempo de contribuição.

A aposentadoria voluntária vigorará a partir da data da


publicação do respectivo ato.

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4. ESPECIAL: cabível para o professor, para o deficiente físico,
para os que exerçam atividades de risco e para aqueles cuja
atividades sejam exercidas sob condições especiais que
prejudiquem a saúde ou a integridade física, não sendo
admitido qualquer outro tratamento especial.

A aposentadoria especial do professor é a única


que tem seus requisitos expressos já no texto
constitucional. No caso de professor ou professora que
comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das
funções de magistério na educação infantil e ensino
fundamental e médio, o tempo de contribuição e o limite
de idade dão reduzidos em 5 anos para a concessão de
aposentadoria voluntária com proventos integrais.
Perceba que os professores universitários estão excluídos
desse tratamento diferenciado. Ademais, não inclui a
aposentadoria voluntária com proventos proporcionais.

As demais hipóteses de aposentadoria especial possuem


sua concretização condicionada à definição por lei
complementar.

Em seguida passamos a ver os benefícios concedidos aos


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servidores públicos em situações que os auxiliem a superar


determinada situação, como veremos abaixo.

O auxílio natalidade será concedido à servidora por motivo de


nascimento de filho ou ao cônjuge ou companheiro servidor público,
quando a parturiente não for servidora. O valor será equivalente ao
menor vencimento do serviço público, inclusive no caso de natimorto. A
finalidade do auxílio natalidade é sócio-assistencialista, ajudando a
gestante a custear os novos gastos em decorrência da gestação,

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auxiliando-a para que o incapaz possa ter condições de se desenvolver
sadiamente.

No caso de parto múltiplo, ou seja, gemêos, trigêmeos ou mais, o


valor será acrescido de 50% (cinquenta por cento) a cada nascituro.

A Lei n. 8112/90 não prevê o auxílio natalidade para a servidora


adotante, ou seja, a que tem um filho não de seu ventre, mas sim
adotado, porém a jurisprudência tem entendido no sentido de que não
pode haver distinção entre filhos naturais e filhos adotados, obedecendo
ao princípio constitucional da isonomia, conferindo a servidora adotante
o direito a receber o auxílio natalidade.

Na sequência foi visto o salário-família, devido ao servidor ativo


ou ao inativo, por dependente econômico.

E quem são os dependentes econômicos?

 O cônjuge ou companheiro e os filhos, inclusive os


enteados até 21 (vinte e um) anos de idade ou, se estudante,
até 24 (vinte e quatro) anos ou, se inválido, de qualquer idade;

 O menor de 21 (vinte e um) anos que, mediante


autorização judicial, viver na companhia e às expensas do
servidor, ou do inativo;

 A mãe e o pai sem economia própria.


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A dependência econômica não será configurada caso o beneficiário


do salário-familia perceber rendimento do trabalho ou qualquer outra
fonte, incluindo pensão ou provento da aposentadoria, em valor igual
ou superior ao salário-mínimo.

Nos casos de filhos, filhos adotivos, enteados e menores sob


guarda, a exclusão será automática aos 21 anos de idade.

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Quando o pai e mãe, incluídos nessa situação o padrasto e
madrasta, ou os representantes legais dos incapazes, forem servidores
públicos e viverem em comum, o salário-família será pago a UM
deles. Quando separados, será pago a um e outro, de acordo com a
distribuição dos dependentes.

Outra informação importante é que o salário-família não está


sujeito a qualquer tributo, nem servirá de base para qualquer
contribuição, inclusive para a Previdência Social.

O afastamento do cargo efetivo, sem remuneração, não acarreta


a suspensão do pagamento do salário-família.

O outro auxílio estudado foi a licença para tratamento de


saúde, conferida ao servidor acometido de enfermidades que exijam
tratamento. Será concedida por meio de um formulário específico, pelo
chefe imediato, com o atestado médico anexado, devendo ser entregue
no prazo de 48 horas ao Serviço de Avaliação e Perícia da Saúde.

A licença para tratamento saúde pode ser tanto a pedido quanto


de ofício, com base em perícia médica OFICIAL, sem prejuízo da
remuneração a que fizer jus. A inspeção médica será realizada na
residência do servidor ou no estabelecimento hospitalar onde o servidor
se encontrar internado, caso necessário, fazendo com que o atestado
produza efeitos após ser recepcionado pela unidade de recursos
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humanos do órgão ou entidade.

Se não houver médico no órgão ou entidade no local onde se


encontra ou tenha exercício em caráter permanente o servidor, será
aceito atestado passado por médico particular.

Quanto aos prazos, fique atento:

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Caso o servidor apresente indícios de lesões orgânicas ou

Mais de 120 dias Requisito: avaliação por


pelo período de 12 junta médica oficial
meses

LICENÇA

Menos de 15 dias Dispensa a perícia oficial, na


pelo período de 1 forma definida em
(um) ano. regulamento.

funcionais será submetido a inspeção médica. Sobre o tema a lei nos


diz:

Art. 206-A. O servidor será submetido a exames médicos periódicos,


nos termos e condições definidos em regulamento. (Incluído pela Lei nº
11.907, de 2009) (Regulamento).
Parágrafo único. Para os fins do disposto no caput, a União e suas
entidades autárquicas e fundacionais poderão: (Incluído pela Medida
provisória nº 632, de 2013)
I - prestar os exames médicos periódicos diretamente pelo órgão ou
entidade a qual se encontra vinculado o servidor; (Incluído pela Medida
provisória nº 632, de 2013)
II - celebrar convênio ou instrumento de cooperação ou parceria com
os órgãos e entidades da administração direta, suas autarquias e
fundações; (Incluído pela Medida provisória nº 632, de 2013)
III - celebrar convênios com operadoras de plano de assistência à
saúde, organizadas na modalidade de autogestão, que possuam autorização
de funcionamento do órgão regulador, na forma do art. 230; ou (Incluído
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pela Medida provisória nº 632, de 2013)


IV - prestar os exames médicos periódicos mediante contrato
administrativo, observado o disposto na Lei no 8.666, de 21 de junho de
1993, e demais normas pertinentes. (Incluído pela Medida provisória nº 632,
de 2013)

No prosseguimento, foi visto a licença à servidora gestante,


adotante e a licença paternidade, conferida a servidora gestante
120 dias consecutivos de licença, sem prejuízo de sua remuneração,
que terá início no primeiro dia do nono mês de gestação, salvo os casos
em que ocorra prescrição médica para a antecipação desta licença.

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Caso ocorra nascimento prematuro, a licença iniciará no momento
do parto. No caso de natimorto, a servidora será submetida a exame
médico, decorridos 30 (trinta) dias do evento, o qual indicará se a
mesma encontra-se apta para o retorno de suas atividades.
O servidor público fará jus à licença-paternidade de 5 (cinco)
consecutivos no caso de nascimento ou adoção de filhos.
A servidora lactante terá o direito a uma hora de descanso em sua
jornada de trabalho, a qual poderá ser parcelada em dois períodos de
meia hora, para amamentar seu próprio filho até a idade de seis meses.
No caso de adoção ou obtenção de guarda judicial de criança de
até 1 (um) ano de idade, a servidora fará jus a 90 (noventa) dias de
licença remunerada, todavia, caso a criança tenha mais de 1 (um) ano
de idade, o período é de 30 (trinta) dias.
Na sequência, a licença por acidente de serviço é conferida ao
servidor que sofrer acidente em serviço, o qual terá licença com
remuneração integral. O acidente em serviço se configura pelo dano
físico ou mental sofrido pelo servidor, relacionando-se mediata ou
imediatamente com as atribuições que exerce em seu cargo. Também
equiparam-se à acidente de serviço a agressão sofrida e não provocada
pelo servidor no exercício do cargo e o dano sofrido no percurso da
residência para o trabalho e vice-versa.
Caso o servidor necessite de tratamento especializado em
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instituição privada, poderá ser tratado por conta dos recursos públicos,
porém tal situação só é possível quando inexistirem meios e recursos
em instituição pública.
A prova do acidente deverá ocorrer no prazo de 10 (dez) dias,
sendo prorrogável apenas quando as circunstâncias exigirem.
Já nos casos em que o servidor falecer, é cabível aos seus
dependentes uma pensão mensal, cujo valor será correspondente ao
da remuneração ou provento do servidor falecido, iniciando-se na
data do óbito.

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Social do INSS. Teoria e exercícios comentados

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As pensões podem ser vitalícias, compostas de cota ou cotas
permanentes, somente se extinguindo ou se revertendo com a morte de
seus beneficiários, ou temporárias composta de cota ou cotas, porém
podem se extinguir ou reverter por motivo de morte, cessação de
invalidez ou maioridade do beneficiário.
Dispõe o artigo 217 da Lei 8.112/90 quem podem ser os
beneficiários das pensões, vitalícias e temporárias, respectivamente:

Art. 217. São beneficiários das pensões:


I - vitalícia:
a) o cônjuge;
b) a pessoa desquitada, separada judicialmente ou divorciada, com
percepção de pensão alimentícia;
c) o companheiro ou companheira designado que comprove união
estável como entidade familiar;
d) a mãe e o pai que comprovem dependência econômica do
servidor;
e) a pessoa designada, maior de 60 (sessenta) anos e a pessoa
portadora de deficiência, que vivam sob a dependência econômica do servidor;
II - temporária:
a) os filhos, ou enteados, até 21 (vinte e um) anos de idade, ou, se
inválidos, enquanto durar a invalidez;
b) o menor sob guarda ou tutela até 21 (vinte e um) anos de idade;
c) o irmão órfão, até 21 (vinte e um) anos, e o inválido, enquanto
durar a invalidez, que comprovem dependência econômica do servidor;
d) a pessoa designada que viva na dependência econômica do
servidor, até 21 (vinte e um) anos, ou, se inválida, enquanto durar a invalidez.
§ 1o A concessão de pensão vitalícia aos beneficiários de que tratam
as alíneas "a" e "c" do inciso I deste artigo exclui desse direito os demais
beneficiários referidos nas alíneas "d" e "e".
§ 2o A concessão da pensão temporária aos beneficiários de que
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tratam as alíneas "a" e "b" do inciso II deste artigo exclui desse direito os
demais beneficiários referidos nas alíneas "c" e "d".

Caso ocorra a habilitação de vários beneficiários à pensão vitalícia,


o valor será distribuído em partes iguais entre os que concorrem por
ele, o que também ocorre com a pensão temporária. Porém, caso exista
habilitação às pensões vitalícia e temporária simultaneamente, metade
do valor caberá aos titulares da pensão vitalícia, e a outra metade à

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pensão temporária, sendo rateados igualitariamente entre os
habilitados.
A pensão pode ser requerida a qualquer tempo, prescrevendo
apenas as prestações exigíveis há mais de 5 (cinco) anos. Assim que
a pensão for concedida, qualquer prova posterior ou habilitação tardia
que implique na exclusão do beneficiário ou redução da pensão só irá
produzir efeitos na data de oferecimento da prova.
No caso de morte presumida do servidor, será concedida pensão
provisória nos casos de:
 Declaração de ausência, pela autoridade judiciária competente;
 Desaparecimento em desabamento, inundação, incêndio ou
acidente não caracterizado como em serviço;
 Desaparecimento no desempenho das atribuições do cargo ou em
missão de segurança.
Decorridos 5 (cinco) anos da vigência da pensão provisória, a
pensão será convertida em vitalícia ou temporária, conforme o
caso, ressalvada a hipótese de reaparecimento do servidor, ocasião que
cancelará o benefício.
O beneficiário perderá a sua qualidade, e, consequentemente, seu
direito à pensão, nos casos de:
 O seu falecimento;
 A anulação do casamento, quando a decisão ocorrer após a
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concessão da pensão ao cônjuge;


 A cessação de invalidez, em se tratando de beneficiário
inválido;
 A maioridade de filho, irmão órfão ou pessoa designada, aos
21 (vinte e um) anos de idade (não se aplica o direito de percebê-la
até os 24 anos em se tratando de estudante universitário);
 A acumulação de pensão;
 A renúncia expressa.

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Cabe ressaltar que o beneficiário de pensão temporária motivada
por invalidez pode ser convocado a qualquer momento para
submeter-se a uma avaliação, a fim de se observarem as condições
que ensejaram a concessão do benefício.
A lei 8.112/90 veda a percepção cumulativa de mais de duas
pensões! Porém O STF entende que é legítima a acumulação de
pensões quando antes do falecimento do servidor a acumulação dos
seus vencimentos era legítima.
O auxílio-funeral é devido à família do servidor quando este
falecer na atividade de seu cargo ou aposentado, cujo valor é
equivalente a um mês de remuneração ou provento. Caso o servidor
possua acumulação legal de cargos, o auxílio será pago somente em
razão do cargo de maior remuneração.
O auxílio será pago em até 48 (quarenta e oito) horas, por meio
de procedimento sumaríssimo, à pessoa da família responsável pelo
custeio do funeral. Caso tenha sido custeado por terceiro, este deverá
ser indenizado.
O auxílio-reclusão será devido à família do servidor ativo,
obedecendo as seguintes proporções especificadas na Lei, conforme
visto na aula, proporcionando à família do servidor condenado os meios
necessários à sua subsistência. O pagamento do auxílio-reclusão
cessará no dia em que o servidor for posto em liberdade, ainda que
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condicional.
A assistência à saúde do servidor, ativo ou inativo, e de sua
família compreende assistência médica, hospitalar, odontológica,
psicológica e farmacêutica, terá como diretriz básica o implemento de
ações preventivas voltadas para a promoção da saúde e será prestada
pelo Sistema Único de Saúde – SUS, diretamente pelo órgão ou
entidade ao qual estiver vinculado o servidor, ou mediante convênio ou
contrato, ou ainda na forma de auxílio, mediante ressarcimento parcial
do valor despendido pelo servidor, ativo ou inativo, e seus dependentes

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ou pensionistas com planos ou seguros privados de assistência à
saúde, na forma estabelecida em regulamento.
As Disposições Gerais, da Lei 8.112/90, dispõem sobre vários
temas. O Título começa enumerando alguns incentivos funcionais
que poderão ser instituídos. São eles:
 Prêmios pela apresentação de ideias, inventos ou trabalhos que
favoreçam o aumento de produtividade e a redução dos custos
operacionais;

 Concessão de medalhas, diplomas de honra ao mérito,


condecoração e elogio.

Para efeitos de contagem de prazos previstos na Lei 8.112/90,


serão contados em dias corridos, excluindo-se o dia do começo e
incluindo-se o do vencimento, ficando prorrogado, para o primeiro dia
útil seguinte, o prazo vencido em dia em que não haja expediente.

A lei assegura que, por motivo de crença religiosa ou de convicção


filosófica ou política, o servidor não poderá ser privado de
quaisquer dos seus direitos, sofrer discriminação em sua vida
funcional. E por outro lado, o servidor não pode eximir-se do
cumprimento de seus deveres.

É assegurado, também, ao servidor público civil o direito à livre


associação sindical e os seguintes direitos, entre outros, dela
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decorrentes:
a) de ser representado pelo sindicato, inclusive como
substituto processual;
b) de inamovibilidade do dirigente sindical, até um ano após
o final do mandato, exceto se a pedido;
c) de descontar em folha o valor das mensalidades e
contribuições definidas em assembleia geral da categoria, sem ônus
para a entidade sindical a que for filiado;
d) de negociação coletiva;
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e) de ajuizamento, individual e coletivamente, frente à
Justiça do Trabalho, nos termos da Constituição Federal.

Nas disposições transitórias e finais, a lei estabelece quem está


submetido a ela. Assim, tenha em mente que se submetem à Lei nº
8.112/90 os servidores dos Poderes da União, dos ex-Territórios, das
autarquias, inclusive as em regime especial, e das fundações públicas,
regidos pela Lei nº 1.711, de 28 de outubro de 1952 - Estatuto dos
Funcionários Públicos Civis da União, ou pela Consolidação das Leis do
Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1o de maio de 1943 ,
exceto os contratados por prazo determinado, cujos contratos não
poderão ser prorrogados após o vencimento do prazo de prorrogação.

Vale observar, ainda, que o regime jurídico da Lei nº 8.112/90 é


extensivo aos serventuários da Justiça, remunerados com recursos da
União (= funcionários da justiça federal, dos tribunais superiores, da
justiça trabalhista, da justiça eleitoral, do TJDFT etc.). Contudo, se
houver lei específica desses servidores que contrarie as disposições
gerais da 8112/90, deve ser aplicada a norma específica.

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6. Questões

1. (FCC – 2014 – AL (PE) – Analista Legislativo – Direito


Constitucional, Administrativo e Eleitoral) Quanto à vinculação
dos servidores públicos (sentido lato) ao regime previdenciário,
é correto afirmar que

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a) a contribuição previdenciária no denominado regime próprio de
previdência alcança tão somente os servidores ativos, não
atingindo os inativos e pensionistas.

b) o denominado regime próprio de previdência é aplicável aos


ocupantes de cargos efetivos dos entes federativos, aplicando-se
aos servidores da Administração pública indireta,
necessariamente, o regime de geral de previdência social.

c) o ocupante de emprego público submete-se ao regime geral de


previdência social, já o se ocupante exclusivamente de cargo em
comissão, ao contrário, submete-se ao regime próprio de
previdência.

d) os servidores titulares de cargos efetivos de autarquias e


fundações submetem-se ao regime previdenciário próprio do
servidor público.

e) o titular de cargo efetivo nos quadros da Administração que


venha a ocupar cargo em comissão passa, obrigatoriamente, a
integrar o regime geral de previdência social.

2. (FCC – 2011 – TRE/PE – Técnico Judiciário – Área


Administrativa) Nos termos da Lei nº 8.112/1990, o servidor
afastado ou licenciado do cargo efetivo, sem direito à
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remuneração, inclusive para servir em organismo oficial


internacional do qual o Brasil seja membro efetivo ou com o
qual coopere, ainda que contribua para regime de previdência
social no exterior, terá

a) interrompido o seu vínculo com o regime do Plano de


Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o
afastamento ou a licença, assistindo-lhes, neste período, os
benefícios do mencionado regime de previdência.

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b) mantido normalmente seu vínculo com o regime do Plano de
Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o
afastamento ou a licença, não lhes assistindo, porém, neste
período, os benefícios do mencionado regime de previdência.

c) suspenso o seu vínculo com o regime do Plano de Seguridade


Social do Servidor Público enquanto durar o afastamento ou a
licença, não lhes assistindo, neste período, os benefícios do
mencionado regime de previdência.

d) mantido normalmente seu vínculo com o regime do Plano de


Seguridade Social do Servidor Público enquanto durar o
afastamento ou a licença, assistindo- lhes, neste período, os
benefícios do mencionado regime de previdência.

e) interrompido, com efeitos retroativos, seu vínculo com o


regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público, não
lhes assistindo, porém, neste período, os benefícios do
mencionado regime de previdência.

3. (FCC - 2012 - MPE-AP - Analista Ministerial) As modalidades de


aposentadoria no serviço público são:

a) inatividade remunerada, formal e direito de afastamento.

b) formal, por inatividade e voluntária.


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c) por invalidez, formal e inatividade remunerada.

d) por invalidez, compulsória e voluntária.

e) compulsória, inatividade remunerada e direito de afastamento.

4. (FCC - 2012 - MPE-AP - Analista Ministerial – Administração)


O abono de permanência, instituído pela Emenda Constitucional no
41/2003, é regulado da seguinte forma:

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a) não pode ser requerido para a aposentadoria proporcional, se o
direito à ela foi adquirido até o dia trinta de dezembro do ano de dois
mil e três.

b) só pode ser requerido por servidor em regime de aposentadoria


voluntária.

c) só pode ser requerido por servidor em regime de aposentadoria


compulsória.

d) só pode ser requerido por servidores aposentados com mais de


vinte anos de contribuição, se mulher, ou trinta anos de contribuição se
for homem.

e) corresponde ao valor da contribuição previdenciária mensal do


servidor que o solicitar, desde que este servidor cumpra as condições
necessárias para a aposentadoria e faça a opção de continuar em
atividade.

5. (CESPE - 2012 - Câmara dos Deputados - Analista


Legislativo - Taquígrafo) A respeito da seguridade social do servidor,
julgue os itens que se seguem. Os servidores ocupantes de cargo em
comissão, ainda que não ocupem, simultaneamente, cargo ou emprego
efetivo na administração direta, autárquica ou fundacional, têm direito à
assistência à saúde prevista no plano de seguridade social.
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6. (CESPE - 2008 - TRT - 1ª REGIÃO (RJ) - Analista Judiciário -


Área Judiciária) Em relação aos vencimentos e proventos de
aposentadoria dos servidores públicos, o STF entende que

a) a Constituição veda a cumulação de cargos públicos por uma


mesma pessoa.

b) não há vedação constitucional à acumulação de cargos públicos


desde que haja compatibilidade de horários e o acesso tenha se dado
por concurso público.

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c) é permitida a cumulação sem restrições, se ficar caracterizado
direito adquirido pelo servidor.

d) é possível a acumulação de mais de uma aposentadoria, se


forem elas relativas a cargos que, na atividade, seriam cumuláveis.

e) são inacumuláveis em razão do princípio da moralidade


administrativa.

7. (CESPE - 2010 - ABIN - Oficial Técnico de Inteligência) O


servidor que, preenchendo os requisitos para a aposentadoria voluntária
por idade com proventos proporcionais em 2008, opte por permanecer
em atividade tem direito ao abono de permanência.

8. (CESPE - 2010 - ABIN - Oficial Técnico de Inteligência)


Aplica-se à aposentadoria compulsória o requisito de tempo mínimo de
dez anos de efetivo exercício no serviço público.
9. (ESAF - 2012 - CGU - Analista de Finanças e Controle -
prova 3 - Administrativa) Quanto à contagem do tempo de serviço
federal, é correto afirmar que:
a) a apuração do tempo de serviço é feita em meses, que serão
convertidos em anos.
b) são considerados como de efetivo exercício para todos os efeitos
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os afastamentos, entre outros, em virtude de férias; de participação em


programa de treinamento regularmente instituído; e de licença para
tratamento de saúde de pessoal da família do servidor.
c) o tempo de serviço prestado concomitantemente em mais de um
cargo ou função de órgão ou entidades dos Poderes da União, Estado,
Distrito Federal e Município, autarquia, fundação pública, sociedade de
economia mista e empresa pública será contado cumulativamente.
d) o tempo de serviço prestado às Forças Armadas é contado para
todos os efeitos, inclusive, em dobro, o tempo em operações de guerra.

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e) o tempo em que o servidor esteve aposentado será contado
para todos os efeitos.
10. (ESAF - 2012 - CGU - Analista de Finanças e Controle -
prova 3 - Administrativa) No tocante ao Plano de Seguridade Social do
servidor público federal e de sua família, é incorreto afirmar que:
a) ao servidor ocupante de cargo em comissão, ainda que não seja,
simultaneamente, ocupante de cargo ou emprego efetivo na
Administração Pública direta, autárquica e fundacional, são assegurados
todos os benefícios do Plano de Seguridade Social.
b) o Plano de Seguridade Social visa a dar cobertura aos riscos a
que estão sujeitos o servidor e sua família e compreende um conjunto
de benefícios e ações.
c) ao servidor público são garantidos, entre outros, os benefícios
da aposentadoria, do auxílio-natalidade, do salário-família e da licença
por acidente em serviço.
d) ao dependente do servidor público são garantidos os benefícios
de pensão vitalícia e temporária, auxílio- funeral, auxílio-reclusão e
assistência à saúde.
e) ao servidor licenciado ou afastado sem remuneração é garantida
a manutenção da vinculação ao regime do Plano de Seguridade Social
do Servidor Público, mediante o recolhimento mensal da respectiva
contribuição, no mesmo percentual devido pelos servidores em
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atividade, incidente sobre a remuneração total do cargo a que faz jus


no exercício de suas atribuições.
11. (ESAF - 2012 - CGU - Analista de Finanças e Controle -
prova 3 - Administrativa) Quanto à aposentadoria do servidor público,
pode-se afirmar corretamente que:
a) a aposentadoria por invalidez permanente dar-se-á com
proventos integrais.
b) aos oitenta anos de idade, o servidor será aposentado
compulsoriamente com proventos proporcionais.

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c) ao servidor aposentado não é devida a gratificação natalina.
d) a aposentadoria voluntária ou por invalidez vigorará a partir da
data do pedido feito pelo servidor.
e) a aposentadoria compulsória é automática e tem vigência a
partir do dia imediato àquele em que o servidor atingir a idade-limite de
permanência no serviço ativo.
12. (ESAF - 2010 - CVM - Analista - Recursos Humanos - prova
2) Estatui o art. 40, caput, da Constituição da República, que “Aos
servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é
assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário,
mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos
e inativos e dos pensionistas, observados critérios que preservem o
equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo”. Em relação ao
regime de previdência em tela, assinale a assertiva incorreta:
a) Ao servidor ocupante, exclusivamente, de cargo em comissão
declarado em lei de livre nomeação e exoneração aplica-se o regime
geral de previdência social.
b) A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, desde
que instituam regime de previdência complementar para os seus
respectivos servidores titulares de cargo efetivo, poderão fixar, para o
valor das aposentadorias e pensões a serem concedidas pelo regime
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próprio de previdência, o limite máximo estabelecido para os benefícios


do regime geral de previdência social.
c) O servidor público será aposentado compulsoriamente, aos
setenta anos de idade, com proventos proporcionais ao tempo de
contribuição.
d) A lei não poderá estabelecer qualquer forma de contagem de
tempo de contribuição fictício.
e) São integrais os proventos decorrentes de aposentadoria por
invalidez permanente.

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13. (ESAF - 2006 - MTE - Auditor Fiscal do Trabalho - Prova 2)
No âmbito das normas de seguridade social do servidor público,
previstas na Lei n. 8.112/90, assinale a hipótese não prevista para
concessão de pensão provisória por morte presumida de servidor.
a) Desaparecimento em desabamento, inundação, incêndio ou
acidente não caracterizado como em serviço.
b) Declaração de ausência, prestada pela autoridade judiciária ou
policial competente.
c) Desaparecimento no desempenho das atribuições do cargo.
d) Declaração de ausência, prestada pela autoridade judiciária
competente.
e) Desaparecimento no desempenho de missão de segurança.
14. (ESAF - 2004 - MPU - Técnico Administrativo) O benefício da
pensão temporária, do Plano de Seguridade Social do Servidor, regido
pelo regime da Lei nº 8.112/90, à falta de outro herdeiro pensionável,
será devido:
a) à pessoa divorciada, que recebia pensão alimentícia do servidor
falecido.
b) à pessoa portadora de deficiência física, que vivia sob a
dependência econômica do servidor falecido.
c) ao cônjuge do servidor falecido.
d) ao pai do servidor falecido.
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e) ao irmão inválido, do servidor falecido, que vivia sob sua


dependência econômica.

15. (FCC – 2013 – TJ/PE – Juiz) Os servidores titulares de


cargos efetivos dos Estados, que hoje ingressam no serviço,
sujeitam-se a regras constitucionais que disciplinam sua
aposentadoria. Considere, a respeito, os itens abaixo sobre
hipóteses de aposentadoria e respectivo critério de cálculo de
proventos:

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I. por invalidez permanente, com proventos integrais.

II. compulsoriamente, aos setenta anos de idade, com proventos


proporcionais ao tempo de serviço.

III. voluntariamente, desde que cumprido tempo mínimo de dez


anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo
efetivo em que se dará a aposentadoria, observadas as seguintes
condições: a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de
contribuição, se homem, e cinquenta e cinco anos de idade e
trinta de contribuição, se mulher; b) sessenta e cinco anos de
idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher, com
proventos proporcionais ao tempo de contribuição.

Está harmônico com as regras gerais constantes da Constituição o


que consta APENAS em

a) III.

b) I.

c) II.

d) II e III.

e) I e II.

16. (FCC – 2014 – Prefeitura de Cuiabá/MT – Procurador


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Municipal) O corpo permanente da Constituição Federal, no tocante aos


proventos do servidor aposentado pelo regime próprio de previdência,

a) estabelece que os requisitos de idade e de tempo de


contribuição serão reduzidos em cinco anos, para o professor que
comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções
de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e
médio, com a consequente redução proporcional dos proventos,
caso opte por essa aposentadoria especial.

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b) garante aos servidores inativos a extensão de todos e
quaisquer benefícios e vantagens concedidos aos servidores em
atividade.

c) determina que, nas hipóteses de aposentadoria com proventos


proporcionais, deve-se utilizar como base de cálculo o valor da
última remuneração percebida pelo servidor, quando em
atividade.

d) estabelece que os servidores ocupantes, exclusivamente, de


cargo em comissão farão jus à aposentadoria complementar,
mediante sua expressa adesão a tal regime, sem prejuízo da
vinculação ao regime geral de previdência social.

e) prevê a incidência de contribuição previdenciária nos proventos


do inativo portador de doença incapacitante, a qual incidirá
apenas sobre as parcelas que superem o dobro do limite máximo
estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência
social.

17. (FCC – 2006 – DPE/SP – Defensor Público) Um servidor


estatutário atinge a idade para a aposentadoria compulsória após 7
(sete) anos de exercício no serviço público. Sabendo-se que ele não
possui outros períodos de contribuição ou de tempo de serviço a serem
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computados, ele

a) deverá permanecer em atividade, visto que não atingiu o


mínimo de 10 (dez) anos de efetivo exercício no serviço público.

b) será aposentado, com proventos proporcionais ao tempo de


contribuição, proventos esses que não podem ser inferiores a 1
(um) salário mínimo.

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c) será aposentado, com proventos proporcionais ao tempo de
contribuição, garantida a percepção de 50% (cinqüenta por cento)
da última remuneração na atividade.

d) será aposentado, com proventos integrais, em razão do critério


etário.

e) será exonerado, com indenização de 1 (um) salário por ano de


efetivo exercício, por não reunir os requisitos para a
aposentadoria.

18. (CESPE – 2014 – TC/DF – Analista de Administração Pública


– Orçamento, Gestão Financeira e Controle) A aposentadoria poderá ser
voluntária e proporcional, desde que cumprido o tempo mínimo de cinco
anos de efetivo exercício no serviço público, observadas as demais
condições de idade e tempo de contribuição.

19. (FCC – 2012 – TRE/CE – Técnico Judiciário – Operação de


Computador) De acordo com a Lei no 8.112/90, poderá ser dispensada
de perícia oficial, na forma definida em regulamento, a licença para
tratamento de saúde inferior a:
a) quinze dias, dentro de um ano.
b) trinta dias, dentro de um ano.
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c) sessenta dias, dentro de dois anos.


d) trinta dias, dentro de dois anos.
e) noventa dias, dentro de um ano.

20. (FCC – 2009 – PGE/RJ – Técnico Superior Administrativo)


Quanto à previdência dos servidores, é correto afirmar:
a) A pensão por morte será devida a partir do mês em que
ocorrer o falecimento do segurado.

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b) No caso de aposentadoria compulsória por idade, o
segurado afastar-se-á do exercício de seu cargo no dia
imediatamente anterior à data em que completar setenta anos.
c) A pensão por morte será devida a partir do mês em que for
requerida pelo beneficiário.
d) O direito à pensão por morte prescreverá em cinco anos
contados da data em que forem devidas as prestações.
e) Para fins de receber o auxílio-reclusão consideram- se
segurados de baixa renda aqueles que recebem remuneração
ou subsídio mensal igual ou inferior a R$ 1.500,00 (hum mil e
quinhentos reais).
21. (FCC – 2009 – PGE/RJ – Técnico Assistente de
Procuradoria) Em relação ao direito à pensão por morte, é correto
afirmar que
a) o direito à pensão por morte prescreverá no prazo de 5 (cinco)
anos contados da data em que for devida.
b) não prescreverão as prestações não reclamadas no prazo de 10
(dez) anos contados da data em que forem devidas.
c) integrarão a pensão por morte as parcelas remuneratórias
pagas ao servidor falecido, em decorrência de local de trabalho.
d) não prescreverão as prestações não reclamadas no prazo
quinquenal.
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e) não prescreverá o direito à pensão por morte.

22. (CESPE – 2013 – SEGESP/AL – Papiloscopista) De acordo


com o que estabelece a Lei n.º 8.112/90, para que seja beneficiário de
pensão por morte de servidor civil, o companheiro ou a companheira
designado deve comprovar união estável como entidade familiar e
dependência econômica em relação ao de cujus.

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Gabarito

1) D
2) C
3) D
4) E
5) C
6) D
7) E
8) E
9) D
10) A
11) E
12) E
13) B
14) E
15) A
16) E
17) B
18) E
19) A
20) A
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21) E
22) E

7. Referências

ALEXANDRINO, Marcelo e PAULO, Vicente. Direito Administrativo


descomplicado. 18ª ed. São Paulo: Método, 2010.
BANDEIRA DE MELLO, Celso Antônio. Curso de Direito Administrativo.
27ª ed. São Paulo: Malheiros, 2010.

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CARVALHO FILHO, José dos Santos. Manual de Direito Administrativo.
26ª ed. São Paulo: Atlas, 2013.
DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 22ª ed. São
Paulo: Editora Atlas, 2009.
GASPARINI, Diogenes. Direito Administrativo. 13ª ed. São Paulo:
Saraiva, 2008.
MARINELA, Fernanda. Direito Administrativo, 8ª Ed., Niterói: Impetrus,
2014.
MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo brasileiro. São Paulo:
Malheiros, 2003.
MESQUITA, Daniel. Direito Administrativo – Série Advocacia Pública,
Vol. 3, Ed. Forense, Rio de Janeiro, Ed. Método, São Paulo, 2011.
STOCO, Rui. Responsabilidade civil e sua interpretação jurisprudencial:
doutrina e jurisprudência. 4ª ed. São Paulo: Revista dos Tribunais,
1999.
Informativos de jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, em
www.stf.jus.br, e do Superior Tribunal de Justiça, em www.stj.jus.br.

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