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A M O R I M G E N E R O S J . DE
A M O R I M G E N E R O S J . DE
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J . DE J. A. SILVA-GENEROS-ME CNPJ: 0 3.507.383/0001-87

R I M G E N E R O S J . DE J. A. SILVA-GENEROS-ME

TRANSPORTE RODOVIÁRI O DE PRODUT0S PERIGOSOS

LICENCIAR A ATIVIDADE - TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PRODUTOS PERIGOSOS EMPRENDIMENTO A MORIM GENEROS LAUDO /

LICENCIAR A ATIVIDADE - TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PRODUTOS PERIGOSOS

EMPRENDIMENTO A MORIM GENEROS

LAUDO / ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO

PLANO DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA EM TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PRODUTOS PERIGOSOS - PAE

EMPRENDEDOR

J. DE J. A. SILVA-GENEROS–ME CNPJ: 0 3.507.383/0001-87

URBANO SANTOS – MA AGOSTO DE 2018

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

URBANO SANTOS – MA AGOSTO DE 2018 PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE

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SUMÁRIO 1. NORMATIZAÇÃO 4 2. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGENCIA 6 2.1 . EQUIPE 6

SUMÁRIO

1. NORMATIZAÇÃO

4

2. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGENCIA

6

2.1

. EQUIPE

6

3.

ESTRUTURA DE IDENTIFICAÇÃO

7

3.1 . IDENTIFICAÇÃO DO

7

3.2 . IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL

7

4.

CONTESTO DO PROJETO

7

4.1

.

7

5. APRESENTAÇÃO

8

6. OBJETIVO

9

6.1 . OBJETIVO GERAL

9

6.2 . OBJETIVO

9

6.3 . OBJETIVOS DO ESTUDO

10

6.4 . CLASSIFICAÇÃO DO

10

6.5 . ATIVIDADE PRINCIPAL

10

6.6 . DEMAIS

10

6.7 . NÚMERO TOTAL DE

11

6.8 . REGIME DE

11

6.9 . CONSUMO MÉDIO MENSAL DO

11

7.

PROCESSOS

12

7.1

. DESCRIÇÃO DO PROCESSO

12

7.2

. TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS

12

7.3

.

12

7.4

. INFORMAÇÕES PRELIMINARES ABNT NBR 14608

13

8.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA

14

8.1

. CHEFE DE

15

9.

MODELAGEM ESQUEMÁTICA

15

9.1 . ORGANOGRAMA DE FORMAÇÃO DA

15

9.2 . INSTRUÇÕES AOS

16

9.3 . RESPONSÁVEIS DO POSTO

16

9.4 . BRIGADA DE EMERGÊNCIA

16

10. TELEFONES EMERGENCIAIS / ESTADO DO MARANHÃO

17

11. PROCEDIMENTOS PRELIMINARES

18

12. ROTOGRAMA

19

13. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

20

13.1

. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES

20

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

13.1 . ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 20 PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

Página 2

13.2 . O 21 13.3 . TRANSPORTE TERRESTRE DE PRODUTOS 22 14. CONCEITO DE RISCO

13.2 . O

21

13.3 . TRANSPORTE TERRESTRE DE PRODUTOS

22

14.

CONCEITO DE RISCO X PERIGO

23

14.1 . CLASSE DE RISCOS E NÚMERO DA ONU

23

14.2 . EQUIPAMENTOS DE

26

14.3 . PAINEL DE

26

15.

PROCEDIMENTOS EM CASOS DE EMERGÊNCIA

27

15.1 . COMO ISOLAR A ÁREA AFETADA

28

15.2 . AÇÕES NA

31

16. COMCLUSÃO

33

17. CONDUTOR

33

18. RESPONSSAVEL TECNICO

34

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

CONDUTOR 33 18. RESPONSSAVEL TECNICO 34 PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

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1.

NORMATIZAÇÃO

1. NORMATIZAÇÃO Para definição do referido Projeto, foram consideradas as normas da ABNT especificas como: ✓

Para definição do referido Projeto, foram consideradas as normas da ABNT especificas como:

Normas do Corpo de Bombeiros – COSCIP/MA. Instrução Técnica Nº06 e demais normas aplicáveis.

NBR 10.004 – Utilização de resíduos sólidos;

NBR 10.007 – Resíduos classe I e II, orgânicos e infectantes;

NBR 10.271 – Conjunto de Equipamentos para Emergências no Transporte Rodoviário de Ácido Fluorídrico;

NBR 12.982 – Desvalorização de tanque para o Transporte Terrestre de Produtos Perigosos - Classe de Risco 3 - Líquidos inflamáveis;

NBR 13.221 – Transporte terrestre de resíduos;

NBR 14.064 – Atendimento de Emergência no Transporte Terrestre de Produtos Perigosos;

NBR 14.095 – Área de Estacionamento para veículos Rodoviários de Transporte de Produtos Perigosos;

NBR 14.619 – Transporte Te rrestre de Produtos Perigosos - Incompatibilidade Química;

NBR 14.725 – FISPQ – Ficha de Identificação e Segurança do Produto Químico;

NBR 15.480 – Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos – Plano de Ação de Emergência (PAE);

NBR 15.481 – Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos – Requisitos Mínimos de Segurança;

NBR 7.500 – Identificação para o Transporte terrestre, manuseio, movimentação e armazenamento de Produtos;

NBR 7.501 – Transporte Terrestre de Produtos Perigosos - Terminologia;

NBR 7.503 – Ficha de Emergência e Envelope para o Transporte terrestre de Produtos Perigosos - Características, Dimensões e Preenchimento;

NBR 9.735 – Conjunto de Equipamentos para Emergências no Transporte Terrestre de Produtos Perigosos;

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

no Transporte Terrestre de Produtos Perigosos; PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

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✓ Portaria 196 e 197/2004 - INMETRO (RTQ); ✓ Resolução 102/99 CONTRAN, trata da tolerância

Portaria 196 e 197/2004 - INMETRO (RTQ);

Resolução 102/99 CONTRAN, trata da tolerância máxima de peso bruto de veículos;

Resolução 168/04 CONTRAN, trata do Curso de Treinamento específico e complementar para condutores de veículos transportando Produtos Perigosos;

Resolução 420/04 ANTT – Aprova as Instruções Complementares ao Regulamento do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos;

Resoluções do CONAMA 237, 273 e 275;

RTPP – Regulamento para o Transporte de Produtos Perigosos;

ABNT NBR 14023:1997 – Registro de atividades de bombeiros;

ABNT NBR 14276/1999 – Programa de brigada de incêndio;

ABNT NBR 14608/2000 – Bombeiro profissional civil.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

NBR 14608/2000 – Bombeiro profissional civil. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

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2. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGENCIA 2.1 . EQUIPE TÉCNICA. PROFISSIONAL CÉSAR ROBERTO NASCIMENTO

2.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGENCIA

2.1

. EQUIPE TÉCNICA.

PROFISSIONAL

PROFISSIONAL CÉSAR ROBERTO NASCIMENTO GUIMARÃES MILENA LIMA ROSA GUIMARÃES FORMAÇÃO / REGISTRO PROFISSIONAL Eng.º

CÉSAR ROBERTO NASCIMENTO GUIMARÃES

CÉSAR ROBERTO NASCIMENTO GUIMARÃES
PROFISSIONAL CÉSAR ROBERTO NASCIMENTO GUIMARÃES MILENA LIMA ROSA GUIMARÃES FORMAÇÃO / REGISTRO PROFISSIONAL Eng.º

MILENA LIMA

ROSA

GUIMARÃES

GUIMARÃES

FORMAÇÃO / REGISTRO PROFISSIONAL

FORMAÇÃO / REGISTRO PROFISSIONAL

Eng.º MECÂNICO

Eng.º AMBIENTAL

CREA: 020983995-3

GRADUADA EM GEOGRAFIA / ESP. EDUCAÇÃO AMBIENTAL.

GRADUADA EM GEOGRAFIA / ESP. EDUCAÇÃO AMBIENTAL.
GRADUADA EM GEOGRAFIA / ESP. EDUCAÇÃO AMBIENTAL.

RESPONSABILIDADE

TÉCNICA

RESPONSSAVEL TECNICO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL

RESPONSSAVEL TECNICO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL
RESPONSSAVEL TECNICO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL

APOIO TÉCNICO ADMINISTRATIVO E DE CAMPO

APOIO TÉCNICO ADMINISTRATIVO E DE CAMPO
APOIO TÉCNICO ADMINISTRATIVO E DE CAMPO

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

APOIO TÉCNICO ADMINISTRATIVO E DE CAMPO PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

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3. ESTRUTURA DE IDENTIFICAÇÃO 3.1 . IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR. EMPREENDEDOR; JOSÉ DE JESUS AMORIM

3.

ESTRUTURA DE IDENTIFICAÇÃO

3.1

. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR.

EMPREENDEDOR; JOSÉ DE JESUS AMORIM SILVA

CPF: nº 175.618.923 – 49

ENDEREÇO: Praça Getúlio Vargas, Nº 75, Bairro Centro.

CEP: 65.530-000 – Urbano Santos/MA

3.2 . IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL TÉCNICO.

Responsável Técnico; CÉSAR ROBERTO N. GUIMARÃES.

CPF: 708365663-00 – Eng.º Mecânico e Segurança do Trabalho

CREA: 020983995-3

Endereço: Rua José Domiciano Siqueira nº 120 B, Bairro - Torre.

CEP; 65485-000 – Itapecuru Mirim - MA.

4.

CONTESTO DO PROJETO

4.1

. DESCRIÇÃO.

Empreendimento; J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME.

Área total do terreno: 600,00 m²

Área total da construção: 500,00 m²

Coordenadas geográficas: X = 03°12'34.18"S e Y = 43°24'12.06"W

Endereço: Praça Getúlio Vargas, Nº 75, Bairro Centro.

CEP: 65.530-000 – Urbano Santos/MA.

Bairro Centro. CEP : 65.530-000 – Urbano Santos/MA. Figura 01: Adaptação do Autor – Caminhão –

Figura 01: Adaptação do Autor – Caminhão – 2018

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

Adaptação do Autor – Caminhão – 2018 PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE

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5.

APRESENTAÇÃO

5. APRESENTAÇÃO O Plano de Atendimento de Emergência tem por finalidade descrever as medidas de segurança

O Plano de Atendimento de Emergência tem por finalidade descrever as medidas de segurança contra incêndio e pânico previsto no Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (COSCIP). E também o atendimento a Emergências no Transporte de Produtos Perigosos nas vias públicas dos municípios por onde o caminhão irá percorrer, deverá ser comunicada aos órgãos de segurança pública, principalmente ao Corpo de Bombeiros, através do telefone 193 que, em caso de necessidade, acionará a unidade mais próxima.

Segundo o Art. 1º - Do (COSCIP), Esse Código estabelece normas de Segurança Contra Incêndio e Pânico no Estado do Maranhão, regula a prestação de serviço especial não relacionado com a missão-fim do Corpo de Bombeiros e institui medidas administrativas para a sua execução.

Este trabalho pretende informar aos funcionários, sobre os procedimentos a serem adotados para a prevenção de sinistros e o combate dos mesmos em seus princípios.

Acreditamos que se os colaboradores tiverem conhecimentos básicos sobre prevenção de incêndios, certamente desenvolverão comportamentos preventivos de modo a evitar as condições que levam ao fogo.

Tais providências proporcionarão eventos sem surpresas desagradáveis, capazes de causarem pânico e ferimentos nos presentes.

A todos envolvidos neste trabalho caberá o aperfeiçoamento, objetivando tornar-se qualificado para o exercício de suas atividades, objetivando as oportunidades em alcançar um ambiente com o máximo de segurança.

Este plano visa descrever orientações e procedimentos a serem seguido pelos motoristas condutores do caminhão de transporte rodoviário de produtos perigosos da AMORIM GENEROS, quando da ocorrência de princípios de incêndio, sinistros, acidentes químico-biológicos, casos extremos de violência interna ou externa, distúrbios civis e ameaças naturais externas.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

distúrbios civis e ameaças naturais externas. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

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6. OBJETIVO 6.1 . OBJETIVO GERAL. Este Plano tem por objetivo proporcionar um conjunto de

6.

OBJETIVO

6.1

. OBJETIVO GERAL.

Este Plano tem por objetivo proporcionar um conjunto de diretrizes e informações destinadas à adoção de procedimentos lógicos, técnicos e administrativos estruturado para possibilitar respostas rápidas e eficazes nas atuações de emergências nas operações e atividades no tocante a segurança no nível dos trabalhadores e do corpo social, e do controle de riscos ambientais desempenhadas pelo AMORIM GENEROS.

O presente plano visa descrever orientações e procedimentos a serem seguidos pelos funcionários, prestadores de serviço e demais pessoas J. DE J. A. SILVA GENEROS ME quando da ocorrência de possíveis danos ambientais quanto a exposição aos produtos perigosos transportados pela mesma.

Aplicável a todas os veículos de transporte de produtos perigosos da J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME de maneira que os funcionários, prestadores de serviço e visitantes, tenham conhecimento sobre os procedimentos a serem adotados para a Prevenção de Contaminação, Incêndios e Sinistros.

6.2 . OBJETIVO ESPECÍFICO.

Apresentar o – (PAE) Plano de Atendimento e Emergência, seguindo as diretrizes para a execução do licenciamento ambiental aos quais estão expressas na Lei 6.938/81 e nas Resoluções CONAMA nº 001/86 e nº 237/97. Apresentaremos as alterações acrescentadas da ABNT NBR ABNT NBR 13784:1997 – Detecção de vazamento em postos de serviço. ABNT NBR 13785:2003 – Posto de serviço – Construção de tanque atmosférico de parede dupla, Jaquetado. Manuseio, movimentação e armazenamento de produtos, como base para licença junto à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão SEMA, da J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

SEMA , da J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA

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6.3 . OBJETIVOS DO ESTUDO AMBIENTAL. A. Caracterizar a descrição e a concepção básica do

6.3 . OBJETIVOS DO ESTUDO AMBIENTAL.

A. Caracterizar a descrição e a concepção básica do empreendimento e

do seu entorno.

B. Identificar as possíveis não conformidades legais referentes à

poluição.

C. Nortear a ações propostas no (PCA) Plano de Controle Ambiental,

onde for pertinente, (PGR) Plano de Gerenciamento de Riscos, o

(PAE) Plano de Atendimento e Emergência.

D. Atender as diretrizes das orientações básicas prevista no sistema de

licenciamento da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais

do Maranhão SEMA.

E. Solicitar junto à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais

do Maranhão SEMA, a expedição da licença de Operação para o

referido empreendimento, AMORIM GENEROS.

6.4 . CLASSIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO.

Área útil ocupada pelo empreendimento, 600,00 m² (seiscentos metros quadrados).

Área Construída

500,00

 

SENDO:

1.

SEDE ADMINISTRATIVA

500,00

6.5 . ATIVIDADE PRINCIPAL.

4 6.91-5-00 - Comércio atacadista de mercadorias em geral, com predominância

de produtos alimentícios.

6.6 . DEMAIS ATIVIDADES.

4 7.44-0-01 - Comércio varejista de ferragens e ferramentas. 49.30203 – Transporte rodoviário de produtos perigosos.

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Transporte rodoviário de produtos perigosos. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P Página

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6.7 . NÚMERO TOTAL DE EMPREGADOS. Número total de empregados no empreendimento Os empregados têm

6.7 . NÚMERO TOTAL DE EMPREGADOS.

Número total de empregados no empreendimento

Os empregados têm como origem o Município de Urbano Santos/ MA.

06

6.8 . REGIME DE OPERAÇÃO.

Semana Completa (Turno de Revezamento, duas equipes). Jornada de Trabalho, 7 (sete) dias por semana, 12/24 horas. De segunda a domingo, das 06h00min às 11h30min e de 12h30min as 22h00min. 15 dias trabalhados /mês cada equipe. Sistema de trabalho adotado no posto é o sistema de Turno de revezamento, onde duas equipes trabalham um dia e folga o outro.

6.9 . CONSUMO MÉDIO MENSAL DO EMPREENDIMENTO.

Tabela 01 Energia Elétrica

EQUIPAMENTO

Q

D/M

H / D

CONSUMO KW

AR CONDICIO.

02

30

08h00min

660,00

LAMPADAS 15 w

18

30

06h00min

55,92

REFRIGERADOR

03

30

24h00min

108,00

COMPUTADOR

02

30

08h00min

96,00

TOTAL

     

920,00 KW/m

Fonte ANEEL: Q = Quantidade de Equipamentos, D/M = Dias por Mês, H/D = Horas por Dia. Consumo em R$ aproximadamente R$ 405,00 / M

Consumo de água 2m³ / Mês. Diesel 550,00 l / Mês. Gasolina 200,00 l / Mês.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

550,00 l / Mês. Gasolina 200,00 l / Mês. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE –

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7.

PROCESSOS

7. PROCESSOS Quanto à concepção de projeto, a operação, da revenda, irá passar pelos seguintes processos:

Quanto à concepção de projeto, a operação, da revenda, irá passar pelos seguintes processos:

7.1 . DESCRIÇÃO DO PROCESSO.

O processo de operação do empreendimento é composto basicamente

de 4 (Quatro) etapas distintas:

1. Transporte direto do Fornecedor (TRANSPETRO).

2. Recebimento.

3. Armazenagem

4. Venda direto nas bombas.

O produto chega direto da Base de Armazenagem da Transpetro, que

fica localizada no município de São Luís, por meio do Caminhão alugado equipado para esse fim, e descarrega nos Tanques subterrâneo localizado no pátio dos postos PROGRESSO em Urbano Santos.

7.2 . TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS.

O produto percorre 280 km de São Luís para Urbano Santos, saindo da

sede da Transpetro, por meio de caminhões tanque.

7.3 . RECEBIMENTO.

Quanto ao recebimento dos produtos, ocorrerá em seis etapas distintas, tendo em vista que é uma operação que oferece riscos, tanto do ponto de vista de acidente com os operadores quanto para o meio ambiente em decorrência de um possível derrame de produtos. Se houver alguma irregularidade no momento do recebimento dos produtos o proprietário do posto de revenda de combustíveis terá que entrar em contato imediatamente com a base de distribuição ao qual pertence o combustível.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

distribuição ao qual pertence o combustível. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

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7.4 . INFORMAÇÕES PRELIMINARES ABNT NBR 14608. Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes

7.4 . INFORMAÇÕES PRELIMINARES ABNT NBR 14608.

Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições.

EMERGÊNCIA – Situação indesejável decorrente de uma anomalia, com potencial de risco para afetar o meio ambiente e/ou a saúde e segurança de colaboradores, terceiros e/ou visitantes.

INCIDENTES – São acontecimentos não desejados, inesperados, que não resultem em danos materiais, ambientais, nem lesões pessoais, apresentando, porém, potencial para tais ocorrências.

ACIDENTES – São acontecimentos não desejados e inesperados, que resultem em uma lesão (podendo ocorrer afastamento temporário ou permanente), doenças, danos materiais e/ou ambientais.

BRIGADA DE EMERGÊNCIA – Equipe formada por pessoal capacitado, segundo treinamento específico, para o atendimento e controle de situações emergenciais, tais como: combater incêndio, derramamentos, vazamentos, explosão, primeiros socorros, etc.

BRIGADISTA DE INCÊNDIO – Profissional que faz parte do quadro de trabalhadores do empreendimento e que está apto a intervir quando necessário no combate de um princípio de sinistro.

SIMULADOS – Exercício prático de instruções e treinamento para tomada de ações em casos de emergências nas situações consideradas de risco, visando preparar as pessoas para atuarem de forma ambientalmente correta e com segurança.

GRUPO DE APOIO – O grupo de apoio é composto por terceiros (por exemplo, pessoal da manutenção, serviços de segurança patrimonial, telefonista, serviços de limpeza etc.) ou não, treinados e capacitados, que irão auxiliar na execução dos procedimentos básicos de emergência contra incêndio.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

básicos de emergência contra incêndio. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P Página

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8. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA Uma das condições essenciais para garantir a eficácia de

8. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA

Uma das condições essenciais para garantir a eficácia de um Plano de Emergência é a sua correta e perfeita atualização. Para o efeito, afigura-se indispensável que sejam comunicadas previamente aos responsáveis pelo Plano de Emergência (Coordenação da J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME. E a Brigada de Incêndio) quaisquer alterações ao nível das condições físicas da organização dos meios humanos relacionados à segurança.

Dentre as situações passíveis de exigir atualização do Plano salientam- se as seguintes:

Orientar pessoas e equipes responsáveis pelo atendimento a emergências, definir as ações a serem adotadas e os recursos humanos e materiais disponíveis;

Atuar de forma organizada e eficaz em emergências, para que a estratégia de combate implementada possa neutralizar os efeitos do derramamento ou minimizar suas consequências.;

Identificação, controle e extinção das situações emergenciais, no menor espaço de tempo possível.;

Evitar ou minimizar os impactos negativos dos acidentes sobre a população da área afetada, meio ambiente, equipamentos da J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME;

O Plano de Emergência para Transporte de Produtos Perigosos contempla as hipóteses acidentais identificadas, suas consequências e medidas efetivas para o desencadeamento das ações de controle em cada uma dessas situações. Contempla também os procedimentos e recursos, humanos e materiais, de modo a propiciar as condições para adoção de ações rápidas e eficazes, para fazer frente aos possíveis acidentes causados durante o transporte terrestre de produtos perigosos e poluentes dentro dos Municípios contidos no Rotograma da empresa.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

Municípios contidos no Rotograma da empresa. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

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Na ocorrência de alterações o Chefe da Brigada deverá proceder à atualização do Plano de

Na ocorrência de alterações o Chefe da Brigada deverá proceder à atualização do Plano de Emergência, fazendo as mudanças necessárias. Todas as alterações efetuadas ao Plano de Emergência deverão ser comunicadas aos detentores de exemplares do mesmo.

8.1 . CHEFE DE BRIGADA.

É o responsável pelas operações táticas em uma emergência. As ações e decisões iniciais estão definidas a seguir:

Definir, em conjunto com o Encarregado da área, as ações e estratégias a serem adotadas;

Manter o Comando informado do andamento da emergência;

9.

MODELAGEM ESQUEMÁTICA

9.1

. ORGANOGRAMA DE FORMAÇÃO DA BRIGADA.

COORDENADOR DA BRIGADA BRIGADISTA 01

CHEFE DA BRIGADA BRIGADISTA 02

DA BRIGADA BRIGADISTA 01 CHEFE DA BRIGADA BRIGADISTA 02 BRIGADISTA BRIGADISTA 03 BRIGADISTA BRIGADISTA 05

BRIGADISTA BRIGADISTA 03

BRIGADISTA BRIGADISTA 05

BRIGADISTA BRIGADISTA 04

BRIGADISTA BRIGADISTA 06

Figura 02: Adaptação do Autor – Amorim Gêneros. – 2018

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

do Autor – Amorim Gêneros. – 2018 PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE

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9.2 . INSTRUÇÕES AOS BRIGADISTAS. Estas instruções dirigem-se especialmente aos brigadistas do POSTO PROGRESSO,

9.2 . INSTRUÇÕES AOS BRIGADISTAS.

Estas instruções dirigem-se especialmente aos brigadistas do POSTO PROGRESSO, considerando-se que todos os seus elementos delas terão conhecimento e colaborará na sua aplicação. Efetuar a evacuação ordenadamente do local;

Socorrer as pessoas que se encontrem em perigo imediato;

Dar o alarme à Direção do estabelecimento e aos outros servidores

Dar ou confirmar o alerta ao corpo de bombeiros;

Iniciar o combate ao foco de incêndio com os meios de intervenção existentes;

9.3

. RESPONSÁVEIS DO POSTO.

Diante de situações de acidentes graves, deverá viabilizar recursos necessários para atendimento e socorro. Todos os colaboradores deverão receber instruções sobre os procedimentos de emergência e deverão seguir as instruções da Brigada de Emergência.

9.4 . BRIGADA DE EMERGÊNCIA.

Providenciar e manter isolamento da área afetada e imediata retirada dos empregados, se aplicável. Providenciar para que as vias de acesso permaneçam livres e desobstruídas. Impedir a entrada de pessoas nas áreas de emergência, salvo quando se tratar de pessoas envolvidas e/ou requisitadas para participarem das operações. Auxiliar o corpo de bombeiros (externo) nas atividades de combate a incêndio, quando necessário. Manter a ordem interna no local de emergência.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

Manter a ordem interna no local de emergência. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE

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10. TELEFONES EMERGENCIAIS / ESTADO DO MARANHÃO Órgãos Públicos e Entidades Fone Polícia Militar 190

10. TELEFONES EMERGENCIAIS / ESTADO DO MARANHÃO

Órgãos Públicos e Entidades

Fone

Polícia Militar

190

Polícia Civil

147

Corpo de Bombeiros

193

SEMA

(98) 3194-8900

Polícia Rodoviária Federal

(98) 3244-5390

Defesa Civil

(98) 3212-1521

Fonte: Autor 2018 PAE TRANSPORTE DE CARGAS PERIGOSAS

Por garantia do funcionário do posto responsável pelo acompanhamento de inspecionar visualmente o interior do tanque do caminhão para certificar-se do TOTAL esvaziamento, se for necessária iluminação, apenas utilizar lanterna à prova de explosão. Não utilize nenhum outro equipamento, como celulares ou lanternas convencionais; mensurar quantidade no tanque recebedor com régua medidora ou outro equipamento metrológico, desde que esteja calibrada pelo padrão da Rede Brasileira de Calibração (RBC). Sempre solicitar a presença do motorista nesta medição, sendo proibido o abastecimento do posto recebedor no momento da descarga.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

do posto recebedor no momento da descarga. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE

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11. PROCEDIMENTOS PRELIMINARES Figura 03: Esquema Ilustrativo PAE – AMORIM GENEROS. – 2018 PLANO DE

11. PROCEDIMENTOS PRELIMINARES

11. PROCEDIMENTOS PRELIMINARES Figura 03: Esquema Ilustrativo PAE – AMORIM GENEROS. – 2018 PLANO DE ATENDIMENTO

Figura 03: Esquema Ilustrativo PAE AMORIM GENEROS. 2018

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

Ilustrativo PAE – AMORIM GENEROS. – 2018 PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE

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12.

ROTOGRAMA

12. ROTOGRAMA O transporte de cargas perigosas da J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME,

O transporte de cargas perigosas da J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME, irá passar por vários municípios como mostra o Rotograma logo a seguir.

vários municípios como mostra o Rotograma logo a seguir. Figura 04: Rotograma de transporte – AMORIM

Figura 04: Rotograma de transporte AMORIM GENEROS. 2018

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

de transporte – AMORIM GENEROS. – 2018 PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE

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O Rotograma definido para percurso do tanque é composto de dois percursos num total de

O Rotograma definido para percurso do tanque é composto de dois percursos num total de 279 km, da base da Transpetro, localizada no Terminal portuário do Itaqui no Município de São Luís passando por outros 07 (sete) municípios onde mostraremos na tabela 04 logo a seguir.

TABELA 04: ROTA DE TRANSPORTE

Quilometro

Rodovia

Município

00

BR – 135

SÃO LUIS

53

BR – 135

BACABEIRA

89

BR – 135

SANTA RITA

123

BR – 135

ITAPECURU MIRIM

156

BR – 222

VARGEM GRANDE

247

BR – 222 / MA 224

SÃO BENEDITO DO R. PRETO.

279

MA – 224

URBANO SANTOS

Fonte: Google – 2018 – Rotograma Transporte de Produtos – AMORIM GENEROS.

13.

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

13.1

. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES.

As atribuições e estrutura organizacional é toda da J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME, bem como o seu papel de cobrar, treinar e fiscalizar se os condutores e os veículos encontram-se aptos para efetuarem os transportes de produtos perigosos. O caminhão tem que está com todas as documentações em dia bem como o IPVA do ano de vigência quitado, os itens de segurança também têm que estar em perfeitas condições de uso para que o condutor possa usar sem problemas.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

para que o condutor possa usar sem problemas. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE

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13.2

. O CONDUTOR.

13.2 . O CONDUTOR. Sempre possuir a carteira do curso MOPP e em caso de emergência

Sempre possuir a carteira do curso MOPP e em caso de emergência deverá seguir as diretivas do envelope de transporte, sempre utilizar o equipamento de proteção individual compatível com o(s) produto(s) transportado(s) e sempre que possível sinalizar e isolar a área, eliminar ou manter afastadas todas as fontes de ignição, entregar a(s) ficha(s) de emergência aos socorros públicos e comunicar o fato imediatamente a J. DE J. A. SILVA GENEROS – ME e/ou contratante do serviço, Corpo de Bombeiros e Órgãos de Controle de Tráfego/Trânsito.

de Bombeiros e Órgãos de Controle de Tráfego/Trânsito. Figura 05: Frente do Envelope de Transporte –

Figura 05: Frente do Envelope de Transporte Ilustrativo

05: Frente do Envelope de Transporte – Ilustrativo Figura 05: Verso do Envelope de Transporte –

Figura 05: Verso do Envelope de Transporte Ilustrativo

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

do Envelope de Transporte – Ilustrativo PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

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13.3

13.3 . TRANSPORTE TERRESTRE DE PRODUTOS PERIGOSOS. O que é Produto Perigoso? É considerado produto perigoso

. TRANSPORTE TERRESTRE DE PRODUTOS PERIGOSOS.

O que é Produto Perigoso? É considerado produto perigoso todo aquele que represente risco à saúde das pessoas, ao meio ambiente ou à segurança pública, seja ele encontrado na natureza ou produzido por qualquer processo. A classificação de um produto como perigoso para o transporte deve ser feita pelo seu fabricante ou expedidor orientado pelo fabricante.

Perigo X Fator = Risco

Para fins de transporte, a classificação é dada em função do perigo associado à substância, ponderado com as atividades englobadas em uma operação de movimentação. Assim, concluísse:

em uma operação de movimentação. Assim, concluísse: PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

de movimentação. Assim, concluísse: PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P Página 22

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14. CONCEITO DE RISCO X PERIGO O perigo associado à determinada substância é avaliado em

14. CONCEITO DE RISCO X PERIGO

O perigo associado à determinada substância é avaliado em função de sua composição química. Já o risco é obtido levando-se em consideração a maneira como o perigo da substância relaciona-se com outro fator que pode ser:

exposição, transporte, contato, etc.

Perigo X Transporte = Risco Associado ao Transporte

Os testes a serem realizados para a classificação de produtos perigosos para fins de transporte são os dispostos no Manual de Ensaios e Critérios da ONU.

14.1

. CLASSE DE RISCOS E NÚMERO DA ONU.

Para fins de transporte, os produtos perigosos são alocados às Classes

de Risco apresentadas na Tabela abaixo.

A revenda de combustíveis é uma atividade de utilidade pública, regulamentada pela Lei 9.478/97 e exercida por postos revendedores que tenham registro de revendedor varejista expedido pela ANP, conforme os termos

da Portaria ANP nº. 116, de 5/7/2000.

A atividade de revenda varejista de combustíveis automotivos somente poderá ser exercida por pessoa jurídica constituída sob as leis brasileiras que

tiver em caráter permanente, registro de revendedor varejista expedido pela ANP

e dispor de posto revendedor com tancagem para armazenamento e

equipamento medidor de combustíveis automotivos (Portaria ANP nº. 116/2000, artigo 3°). Também, são apresentados os respectivos Rótulos de Risco, como mostra a tabela 03 logo a seguir.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

de Risco, como mostra a tabela 03 logo a seguir. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE

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Tabela 03 Classificação dos Riscos e Número da ONU.   CLASSE DE RISCO RÓTULO DOS

Tabela 03 Classificação dos Riscos e Número da ONU.

 

CLASSE DE RISCO

RÓTULO DOS RISCOS

 

1-

EXPLOSIVOS

  1- EXPLOSIVOS
  1- EXPLOSIVOS
 

2-

GASES

  2- GASES
  2- GASES
 

3-

LÍQUIDOS

  3- LÍQUIDOS
  3- LÍQUIDOS
 

INFLAMÁVEIS

4- SÓLIDOS INFLAMÁVEIS, SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A COMBUSTÃO ESPONTÂNEA.

4- SÓLIDOS INFLAMÁVEIS, SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A COMBUSTÃO ESPONTÂNEA.
4- SÓLIDOS INFLAMÁVEIS, SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A COMBUSTÃO ESPONTÂNEA.
4- SÓLIDOS INFLAMÁVEIS, SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A COMBUSTÃO ESPONTÂNEA.

5-

SUBSTÂNCIAS

5- SUBSTÂNCIAS
5- SUBSTÂNCIAS

OXIDANTES E

PERÓXIDOS

ORGÂNICOS

6-

SUBSTÂNCIAS

6- SUBSTÂNCIAS
6- SUBSTÂNCIAS

TÓXICAS E

SUBSTÂNCIAS

INFECTANTES

7-

MATERIAIS

7- MATERIAIS
7- MATERIAIS

RADIOATIVOS

8-

SUBSTÂNCIAS

8- SUBSTÂNCIAS
8- SUBSTÂNCIAS

CORROSIVAS

9-

SUBSTÂNCIAS E ARTIGOS PERIGOSOS DIVERSOS

9- SUBSTÂNCIAS E ARTIGOS PERIGOSOS DIVERSOS
9- SUBSTÂNCIAS E ARTIGOS PERIGOSOS DIVERSOS

Fonte: ANP - 2018.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

E ARTIGOS PERIGOSOS DIVERSOS Fonte: ANP - 2018. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE

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Ao ser alocado a determinada Classe de Risco o produto perigoso também recebe um número

Ao ser alocado a determinada Classe de Risco o produto perigoso

também recebe um número ONU, que o identifica internacionalmente.

Por exemplo: GASOLINA – n º. ONU 1203 GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) – nº. ONU 1075

1203 GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) – nº. ONU 1075 Figura 04 – Caminhão – Amorim
1203 GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) – nº. ONU 1075 Figura 04 – Caminhão – Amorim

Figura 04 Caminhão Amorim Gêneros. 2018.

– Líquido Altamente Inflamável

– Risco Subsidiário: Inflamável

– Risco Principal: Líquido Inflamável

– Número da ONU

Exigências são aplicáveis para tramporte de produtos perigososos. Uma expedição terrestre contendo produtos perigosos deve atender a diversas exigências, em especial as relativas a:

Documentação, Embalagens e Volumes, Sinalização das Unidades de Transporte. A sinalização das unidades de transporte é feita, basicamente, por meio da utilização de rótulos de risco e painéis de segurança.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

de rótulos de risco e painéis de segurança. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE

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14.2 . EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA. Equipamento de Proteção Individual - EPI. O Equipamento de Proteção

14.2 . EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA.

Equipamento de Proteção Individual - EPI. O Equipamento de Proteção Individual deve ser usado, pelo motorista, para o manuseio do produto ou no caso de ocorrência de um acidente. O EPI básico é composto por Capacete e luvas de material adequado ao(s) produto(s) transportado(s), definidos pelo fabricante do produto. Obs.: Além do EPI Básico existem 11 grupos de EPI específico, que variam de acordo com o produto transportado (NBR 9735, da ABNT).

Equipamentos para Emergência Consideram-se equipamentos para emergência o conjunto de equipamentos previstos pela NBR 9735, da ABNT, que deve acompanhar o transporte rodoviário de produtos perigosos. Todos os veículos utilizados no transporte de produtos perigosos, além dos equipamentos obrigatórios, EPI (equipamento de proteção individual) e extintores de incêndio, devem portar os equipamentos necessários às emergências. Deve-se verificar periodicamente o estado geral do veículo, bem como os equipamentos de transporte de produtos perigosos.

Sinalização do Veículo:

Os veículos que transportam produtos perigosos deverão estar identificados pelos rótulos de riscos e painéis de segurança, com a finalidade de:

a) tornar tais produtos facilmente reconhecíveis à distância; b) permitir a identificação rápida dos riscos que apresentam durante o transporte.

14.3 . PAINEL DE SEGURANÇA.

O painel de segurança serve para indicar a classe do produto perigoso que está sendo transportado pelo veículo. Os números que indicam o tipo e a intensidade do risco de determinada carga são formados por dois ou três algarismos. A importância do risco é registrada da esquerda para a direita. Os algarismos que compõem os números de risco têm o seguinte significado:

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

números de risco têm o seguinte significado: PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE

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1 Emissão de gás devido à pressão ou à reação química; 2 Inflamabilidade de líquidos

1 Emissão de gás devido à pressão ou à reação química;

2 Inflamabilidade de líquidos (vapores) e gases, ou líquidos sujeitos ao auto aquecimento;

3 Inflamabilidade de sólidos, ou sólidos sujeitos ao auto aquecimento;

4 Efeito oxidante (favorece incêndio);

5 Toxicidade;

6 Radioatividade;

7 Corrosividade;

8 Risco de violenta reação espontânea.

15. PROCEDIMENTOS EM CASOS DE EMERGÊNCIA

O principal aspecto a ser considerado durante o atendimento de um acidente ambiental que envolva produtos perigosos diz respeito a segurança das pessoas envolvidas. Para tanto, especialmente em se tratando de profissionais de primeira resposta, deve-se adotar as seguintes recomendações básicas (Oliveira, 2000, p.44):

seguintes recomendações básicas (Oliveira, 2000, p.44): Evitar qualquer tipo de contato com o produto perigoso,

Evitar qualquer tipo de contato com o produto perigoso, aproximando- se da cena com cuidado, tendo o vento pelas costas, tomando como referência o ponto de vazamento do produto;

Procurar identificar o produto (não se aproximar mais do que 100 m da área de risco) e verificar se há vazamento, derrame, liberação de vapores, incêndio ou a presença de vítimas;tomando como referência o ponto de vazamento do produto; Isolar o local do acidente impedindo a

de vapores, incêndio ou a presença de vítimas; Isolar o local do acidente impedindo a entrada

Isolar o local do acidente impedindo a entrada ou a saída de qualquer pessoa. Manter-se afastado da zona contaminada no mínimo 100 metros até conseguir informações seguras sobre o tipo de produto perigoso existente no local;

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

o tipo de produto perigoso existente no local; PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE

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Solicitar a presença de socorro especializado (polícia rodoviária, polícia militar, corpo de bombeiros, defesa civil,
Solicitar a presença de socorro especializado (polícia rodoviária, polícia militar, corpo de bombeiros, defesa civil,

Solicitar a presença de socorro especializado (polícia rodoviária, polícia militar, corpo de bombeiros, defesa civil, etc.);

polícia militar, corpo de bombeiros, defesa civil, etc.); Estabelecer as áreas de segurança e isolamento

Estabelecer as áreas de segurança e isolamento (proteção) inicial recomendadas no Manual de emergências da ABIQUIM; Determinar as ações iniciais de emergência, recomendadas no Manual de emergências da empresa, até a chegada do socorro especializado.

da empresa, até a chegada do socorro especializado. 15.1 . COMO ISOLAR A ÁREA AFETADA. Após

15.1 . COMO ISOLAR A ÁREA AFETADA.

Após identificar o(s) produto(s) perigoso(s) e tomar as medidas iniciais de emergência, verifique a direção predominante do vento e determine se o vazamento é grande ou pequeno.

Pequeno vazamento = único recipiente de até 200 litros ou tanque maior que possa formar uma deposição de até 15 metros de diâmetro;

Grande vazamento = grande volume de produtos provenientes de um único recipiente ou diversos vazamentos simultâneos que formem uma deposição maior que 15 metros de diâmetro.

Depois, isole a área de risco utilizando a fita ou corda e seus dispositivos de sustentação, presentes nos Equipamentos para Situação de Emergência. Utilize os quatro cones e as quatro placas “Perigo Afaste-se” para sinalizar o acidente. Determine as distâncias adequadas consultando a tabela existente na seção verde do manual de Emergências da ABIQUIM e dirija todas as pessoas para longe do vazamento, seguindo a direção contrária a do vento. As distâncias mínimas para o isolamento e evacuação são de 30 e 200 metros, respectivamente. Zonas de Controle - Toda área do acidente com produto perigoso deverá estar sob rigoroso controle para se reduzir a possibilidade de contato com qualquer dos contaminantes presentes.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

com qualquer dos contaminantes presentes. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P Página

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O

método

O método utilizado para prevenir ou reduzir a migração dos contaminantes é a limitação de três

utilizado

para

prevenir

ou

reduzir

a

migração

dos

contaminantes é a limitação de três zonas de trabalho.

contaminantes é a limitação de três zonas de trabalho. Segundo indicação da Internacional Fire Service Training

Segundo indicação da Internacional Fire Service Training Association (IFSTA, 1995, p.145) as zonas de trabalho devem ser delimitadas no local com fitas coloridas e, se possível, também mapeadas. A dimensão das zonas e os pontos de controle de acesso devem ser do conhecimento de todos os envolvidos na operação.

A divisão das zonas de trabalho (IFSTA, 1995, p. 144) deverá constituir- se da forma que segue:

ZONA QUENTE - Localizada na parte central do acidente, é o local onde os contaminantes estão ou poderão surgir. O isolamento da área de risco executado pode ser utilizado como delimitação da zona quente. ZONA MORNA - É a localidade que fica posicionada na área de transição entre as áreas contaminadas e as áreas limpas.

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

entre as áreas contaminadas e as áreas limpas. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE

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Esta zona deve conter o corredor de descontaminação. Toda saída da zona quente deverá ser

Esta zona deve conter o corredor de descontaminação. Toda saída da

zona quente deverá ser realizada por esse corredor.

ZONA FRIA - Localizada na parte mais externa da área é considerada

não contaminada. O posto de comando da operação e todo o apoio logístico

ficam nessa área.

Conjunto de equipamentos para emergências do veículo. Os

veículos deverão portar um conjunto mínimo de equipamentos que serão usados

para atender às emergências, acidente ou avaria, contendo materiais para

sinalizar e isolar a aérea de ocorrência, bem como proteger o funcionário, sendo

alguns equipamentos de material antifaiscante, conforme NBR 9735.

A bolsa do kit de emergência, de acordo com a NBR 9735 de 2004/2005 deverá conter os seguintes itens:

1

capacete de segurança;

1

óculos de segurança com ampla visão;

1

avental de PVC forrado;

1

bota de borracha altura sete léguas;

1

par de luvas de PVC punho 26;

1

máscara semifacial com filtro vo;

2

calços de madeira tipo cunha;

4

placas “Perigo! Afaste-se!”;

4

cones flexíveis laranja / branco refletivo 75 cm (NBR 15071);

6

cones de PVC zebrados preto/amarelo 50cm;

1

pá ou enxada antifaiscante;

2

mantas de contenção;

2

batoques de madeira;

1

martelo de madeira;

10 tirantes de amarração;

1 fita zebrada de 100mts;

1 lanterna emborrachada;

2 pilhas para lanterna;

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

1 lanterna emborrachada; 2 pilhas para lanterna; PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE

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1 lona plástica 3x4; 1 kit de ferramentas: alicate universal, chave de boca 13, chave

1 lona plástica 3x4;

1 kit de ferramentas: alicate universal, chave de boca 13, chave de fenda ou

Philips, bolsa de lona impermeável.

15.2 . AÇÕES NA EMERGÊNCIA.

O Plano de Emergência tem por finalidade orientar sobre os cuidados

básicos necessários sempre que ocorrer acidente com o veículo, causando

vazamento do produto, ou na movimentação dos mesmos.

vazamento do produto, ou na movimentação dos mesmos. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE
vazamento do produto, ou na movimentação dos mesmos. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

do produto, ou na movimentação dos mesmos. PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE

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Inspeção diária de Veículo Todo veículo de transporte rodoviário de produtos perigosos em operação deve
Inspeção diária de Veículo Todo veículo de transporte rodoviário de produtos perigosos em operação deve

Inspeção diária de Veículo

Todo veículo de transporte rodoviário de produtos perigosos em

operação deve passar mensalmente por uma inspeção de segurança. E para

realizá-la deve ser usado o checklist padrão para tal inspeção. Complementar a

esse procedimento que se encontra disponível no anexo I. Quando for

constatada alguma irregularidade, deverão ser efetuadas as devidas correções.

PREVENTIVOS FIXOS E MÓVEIS QUE PODEM SER USADOS PELOS CONDUTORES

FIXOS E MÓVEIS QUE PODEM SER USADOS PELOS CONDUTORES PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE –
FIXOS E MÓVEIS QUE PODEM SER USADOS PELOS CONDUTORES PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE –
FIXOS E MÓVEIS QUE PODEM SER USADOS PELOS CONDUTORES PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE –
FIXOS E MÓVEIS QUE PODEM SER USADOS PELOS CONDUTORES PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE –

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

E MÓVEIS QUE PODEM SER USADOS PELOS CONDUTORES PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE

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16. COMCLUSÃO

16. COMCLUSÃO O Plano de Atendimento a Emergência não será eficaz se não houver o elemento

O Plano de Atendimento a Emergência não será eficaz se não houver o elemento humano preparado para operá-lo. Esse elemento humano, para poder combater com eficácia um incêndio em seu princípio e proceder a um plano de abandono, deverá estar perfeitamente treinado.

É um erro pensar que, sem treinamento, alguém, por mais hábil que seja, por mais coragem que tenha, por maior valor que possua, seja capaz de atuar de maneira eficiente quando do surgimento do Sinistro.

Com isso, nenhuma premissa de Princípios de Incêndio e Sinistros deve ser ignorada e os Procedimentos de Atendimento a Emergência descumprida, ficando a Empresa responsável pelo cumprimento parcial ou total em suas dependências.

17. CONDUTOR

parcial ou total em suas dependências. 17. CONDUTOR PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

ou total em suas dependências. 17. CONDUTOR PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE

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18. RESPONSSAVEL TECNICO Engenheiro César Roberto Nascimento Guimarães Eng.º Mecânico / Ambiental / Segurança do

18. RESPONSSAVEL TECNICO

18. RESPONSSAVEL TECNICO Engenheiro César Roberto Nascimento Guimarães Eng.º Mecânico / Ambiental / Segurança do

Engenheiro César Roberto Nascimento Guimarães Eng.º Mecânico / Ambiental / Segurança do Trabalho. CONFEA 020983995-3

PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

/ Segurança do Trabalho. CONFEA 020983995-3 PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P

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PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P Página 35
PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P Página 35

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PLANO DE ATENDIMENTO EM EMERGÊNCIA PAE – TRANSPORTE DE C.P Página 35

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