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Sistema

Terra-Lua
A Lua, o único satélite
natural da Terra
É um “planeta telúrico” de pequenas dimensões
e, por isso, de baixa força gravítica. Daí resulta a
ausência de atmosfera e de hidrosfera.

A erosão é quase inexistente devido à ausência


de água e de vento, no entanto as grandes
amplitudes térmicas sofridas (+120º a -180º) e os
impactos de meteoritos provocam a
desagregação de rochas.

É geologicamente inativo.
A Superfície Lunar

Mares lunares
(basálticos)

Continentes lunares
(feldspáticos e
anortosíticos)

Rególito lunar
resultante de impactos
Mares lunares
(1/3 da superfície lunar)

Zonas mais escuras, de relevo plano,


constituídas essencialmente por
basalto que estão associadas a grandes
impactos de meteoritos .

Estas rochas reflectem 7% da luz solar e


predominam na face visível da Lua.

Rochas com idades relativamente


recentes (3160 M.a.) resultantes da
actividade vulcânica induzida pelo
bombardeamento.
Formação de mares lunares
Continentes lunares
(2/3 Lua da superfície lunar)

Zonas mais claras, de relevo acentuado


constituídas essencialmente por
anortosite.

Estas rochas reflectem 18% da luz solar e


predominam na face oculta da Lua.

Encontram-se densamente marcados por


crateras de impacto que datam da época
de formação da Lua – as rochas mais
antigas.

Continentes a amarelo e laranja


Faces da Lua
Interação Terra-Lua
• A rotação e translação da Lua são síncronas, por isso a face da
Lua que vemos da Terra é sempre a mesma.

• A variação da força gravitacional exercida na Terra pela Lua


provoca a alteração das marés dos oceanos.

• O efeito de maré da Lua sobre a Geosfera Terrestre:


– afasta a Lua da Terra 3,8 cm/ano.
– leva a que o movimento de rotação da Terra decresça; cada dia
aumenta 0,0018 segundos por Século.