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1. Introdução

O presente projecto é refente a cadeira de Estratégia de Desenvolvimento Rural


Sustentável, No âmbito da unidade temática sobre “métodos e técnicas de planificação
e elaboração de projectos de desenvolvimento comunitário, elaborou se um projecto de
viabilidade socioeconómica cujo tema é referente a projecto de produção de
hortícolas. Este é um projecto de produção de hortícolas o projecto esta focalizada na
produção, comércio e fornecimento de hortaliças na área rural do posto administrativo
de Tica, a escolha deste espaço cinge se pelo facto de ser uma região agro-ecológica,
com uma terra fértil e apropriada para produção de hortícolas e também porque há
Disponibilidade de terra, Disponibilidade de água de rega em todo período do ano, Vias
de acesso em condições, Disponibilidade de mão-de-obra, Existência de um mercado
para a comercialização destes produtos. Importa referir que a zona escolhida é zona
baixa do rio Púngue favorecendo a humidade e fertilidade sendo um bom local para a
plantação, tendo condições de terreno e clima adequados. O presente plano faz o
arrolamento das principais acções definidas como sendo de primordiais importância
para a implementação do projecto e o alcance dos objectivos preconizados, acções tais
como análise dos constrangimentos, potenciais, necessidades em recursos financeiros,
materiais e humanos, operações culturais e a previsão do rendimento.

A ideia referida consiste em encontrar um terreno agrícola com cerca e 3 hectares sendo
divido em dois tipos distintos. O primeiro cerca de 1 hectare com estufas com sistema
hidroponia para um cultivo onde possa ter um rendimento ao longo do ano. Este espaço
com o cultivo de : pimenta, pepino e tomates, couve (couve estaca, couve tronchuda,
couve-flor, couve-brócoli entre outros), repolho, alho, cebola, beterraba, cenoura,
batata, gengibre, feijão verde, morango, alface, cenoura, beterraba, repolho, couve,
espinafre, pepino, temperos (cebolinha verde, salsa), coentro, ervilha, feijão-vagem,
abobrinha, batata-doce, milho-verde.
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2. Objectivos do projecto

2.1 Objectivo Geral:


 Produzir, comercializar e fornecer hortícolas

2.2 Objectivos Específicos:


 Criar postos de trabalho;
 Aumentar a renda familiar contribuindo assim para a redução da pobreza
absoluta,
 Incrementar a disponibilidade de hortícolas.

3. Resultados esperados
 Postos de trabalho criados numa primeira fase, em regime de trabalhadores
fixos e centenas de postos de trabalho em regime de sazonais
 Renda familiar incrementada; e
 Disponibilidade de hortícola nacional aumentada, sobre tudo no verão, época
que verifica escassez de hortícolas.

4. Justificação

A escolha de hortícolas diversas para a sua produção deveu-se a:

 A fraca disponibilidade no mercado destes produtos;


 Existência de mercado para a sua comercialização;
 Rentabilidade comercial satisfatória;
 O alto valor socioeconómico neste ponto do país; e
 Experiência na produção destas culturas.
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5. SUMARIO EXECUTIVO

5.1 Resumo dos principais pontos do plano de negócio


Este é um projecto de produção de hortícolas o projecto esta focalizada na produção,
comércio e fornecimento de hortaliças na área rural do posto administrativo de Tica, a
escolha deste espaço cinge se pelo facto de ser uma região agro-ecológica, com uma
terra fértil e apropriada para produção de hortícolas e também porque há
Disponibilidade de terra, Disponibilidade de água de rega em todo período do ano, Vias
de acesso em condições, Disponibilidade de mão-de-obra, Existência de um mercado
para a comercialização destes produtos. Importa referir que a zona escolhida é zona
baixa do rio Púngue favorecendo a humidade e fertilidade sendo um bom local para a
plantação, tendo condições de terreno e clima adequados. O presente plano faz o
arrolamento das principais acções definidas como sendo de primordiais importância
para a implementação do projecto e o alcance dos objectivos preconizados, acções tais
como análise dos constrangimentos, potenciais, necessidades em recursos financeiros,
materiais e humanos, operações culturais e a previsão do rendimento.

A execução do projecto técnico terá início em agosto de 2019 a implementação inicial


será de uma área de 3.200 m2 de estufas para produção de algumas hortaliças para
serem cultivadas na horta nomeadamente: pimenta, pepino e tomates, couve (couve
estaca, couve tronchuda, couve-flor, couve-brócoli entre outros), repolho, alho, cebola,
beterraba, cenoura, batata, gengibre, feijão verde, morango, alface, cenoura, beterraba,
repolho, couve, espinafre, pepino, temperos (cebolinha verde, salsa), coentro, ervilha,
feijão-vagem, abobrinha, batata-doce, milho-verde.

A ideia referida consiste em encontrar um terreno agrícola com cerca e 3 hectares sendo
divido em dois tipos distintos. O primeiro cerca de 1 hectare com estufas com sistema
hidroponia para um cultivo onde possa ter um rendimento ao longo do ano. Este espaço
com o cultivo de pepinos ou feijão-verde dependendo da produtividade. Os outros 2
hectares tinham na ideia o cultivo de menor exigência a nível de clima

O projecto será implementado pela POMUVA HORTICOLAS, Para a implantação da


horta serão levantados os canteiros (1,10m de largura) com madeiras rústicas (20 a 30
cm de largura) utilizadas em construção, deixando-se caminhos de 0,5m de largura entre
eles, para facilitar o deslocamento dentro da horta. Após a adubação orgânica e
calagem, com base na análise do solo, será feito o revolvimento do solo com pá de corte
e incorporação do adubo (esterco de animais).

5.2 O montante de capital a ser investido


Orçamento inicial para implantação da Horta Orgânica, Necessitará o presente projecto,
para sua implantação e manutenção os materiais, conforme descrição abaixo,
perfazendo-se, desta forma, uma previsão orçamentária no valor de 1.600.000,00 mt
(um milhão e seiscentos mil meticais), necessários em investimentos para a compra dos
materiais abaixo relacionados
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5.3 Características do mercado dos produtores


O grande número de unidades de produção será destinado a comercialização no
mercado grossista Maquinino da Beira, Chimoio e Tete, por outro lado vai se celebrar
um termo contractual com os supermercado e restaurantes ao nível da cidade da Beira
para sermos os fornecedores oficial das hortícolas tendo em conta que a qualidade da
nossa produção de hortícolas oferecera uma extrema qualidade que por sua vez vai fazer
com que reduza a procura de hortícolas importadas da África do sul. Mercado é o
sistema através do qual consumidores e vendedores negoceiam para determinarem os
preços e as quantidades de uma mercadoria. De acordo com este autor, o mercado pode
ser centralizado, como o de títulos, ou descentralizado, o caso de habitação ou de
trabalho. grande número de unidades de produção a sazonalidade da produção agrícola
(refere-se a variação na produção ao longo dos meses do ano) fazendo com que a
produção e a oferta concentrem-se em determinados meses do ano, afectando deste
modo os preços recebidos pelos produtores, os custos de transporte, armazenagem e
processamento. Pela sua natureza biológica, o mercado de produtos agrários é de difícil
previsão por causa dos factores incontroláveis, como o clima, ou pouco controláveis,
como por exemplo, pragas e doenças.

Mercado é o sistema através do qual consumidores e vendedores negoceiam para


determinarem os preços e as quantidades de uma mercadoria. De acordo com este autor,
o mercado pode ser centralizado, como o de títulos, ou descentralizado, o caso de
habitação ou de trabalho.

5.4 Caracterização do local de implementação


O local de exploração está localizado na Província Sofala, distrito de Nhamatanda no
posto administrativo de Tica a escolha deste espaço cinge se pelo facto de ser uma
região agro-ecológica, com uma terra fértil e apropriada para produção de hortícolas e
também porque há Disponibilidade de terra, Disponibilidade de água de rega em todo
período do ano, Vias de acesso em condições, Disponibilidade de mão-de-obra,
Existência de um mercado para a comercialização destes produtos. Importa referir que a
zona escolhida é zona baixa do rio Púngue favorecendo a humidade e fertilidade sendo
um bom local para a plantação, tendo condições de terreno e clima adequados.

A produção agro-pecuária do distrito é largamente dominada pelas produções de


culturas alimentares e hortícolas do sector familiar, constituindo a principal actividade
socioeconómica do distrito. As principais culturas produzidas são o milho, arroz,
amendoim, feijão nhemba, feijão vulgar, mandioca, batata-doce e hortícolas, com
destaque para o tomate, cebola, alho e repolho, embora se verifique algum crescimento
nas áreas de produção de culturas como o milho, o arroz, e de grupo de hortícolas.
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5.5 Características do sector agrário do local de implementação

O sector agrário na província de Sofala é constituído, essencialmente, pelo sector


familiar, o que contrasta com a estrutura dualista que apresentam outros países. Esta
falta de dualismo cria algumas dificuldades, mas também, apresenta uma oportunidade
de promoção de uma estratégia de crescimento a favor dos menos favorecidos,
enfatizando a necessidade de transformação do sector familiar. No concernente ao uso
de meios de produção e serviços, apenas cerca de 11% usam rega dentro das pequenas
explorações; em termos do uso de insumos, somente 3.7% das pequenas explorações
utilizam fertilizantes e 6.7% utilizam pesticidas; cerca de 16% das explorações
contratam mão-de-obra.

O maior potencial agrário do país não é ainda devidamente explorado. Além das infra-
estruturas, há características e dinâmicas sociais e económicas que constrangem ou
impulsionam a capacidade de aproveitamento e desenvolvimento do potencial agrário.
Os elementos de dinâmica que devem ser considerados na análise do sector agrário em
Moçambique incluem: O baixo uso de tecnologias melhoradas, incluindo sementes
fertilizantes e pesticidas; As desigualdades no acesso e utilização da terra; A fraca
concentração de infra-estruturas de rega nas zonas prioritárias; O fraco acesso aos
mercados de insumos e factores; O fraco apoio financeiro aos produtores; A dispersão
geográfica das zonas de produção de acordo com as zonas agro-ecológicas definidas, o
que constitui um factor importante na definição de estratégias diferenciadas; Os baixos
volumes de produção por indivíduo, o que requer uma função de acumulação que pode
ser aproveitada através das associações de produtores

5.6 Materiais a serem usados para a implementação do projecto


Materiais

Para a implementação dos projectos serão necessários os seguintes materiais:

 Tractor e suas alfaias: serve para facilitar a preparar o solo para o plantio;
 Enxada: é usada para capinar, isto é, cortar as plantas daninhas que nascem e
crescem entre as plantas cultivadas. No preparo do solo, serve para incorporar
adubos, acertar as bordas e as superfícies dos canteiros.
 Enxadão: é utilizado para cavar e revolver a terra, incorporar a matéria
orgânica, calcário ou adubos;
 Ancinho ou rastelo: serve para facilitar o trabalho de juntar resíduos de
materiais espalhados na área, acertar a superfície dos canteiros, retirando
também os torrões de terra;
 Sacho: é usado para retirar plantas daninhas dos canteiros, entre plantas; afofar a
terra entre as linhas plantadas e fazer sulcos e covas pequenas nos canteiros;
 Pá: utilizada para remover a terra e composto orgânico;
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 Regador: para irrigação da horta. Deve-se apresentar o bico com crivos finos,
para evitar que gotas grandes de água prejudiquem o nascimento das plantas
novas ou as recém-transplantadas;
 Carrinha de mão: importante para o transporte de terra, adubos e produtos
colhidos;
 Colher de jardineiro ou de transplante: usada para retirar com maior
facilidade as mudas a serem transplantadas, com um bloco de terra junto às
raízes;
 Cordão ou barbante: para alinhamento dos canteiros;
 Garfo: para colecta de mato e folhagens;
 Mangueira: facilita o trabalho de irrigação (rega) em áreas maiores, porém
deve-se ter o cuidado de não usar jatos de água muito fortes para não afetar as
plantas;
 Peneira: utilizada na preparação de misturas de terra que serão utilizadas em
sementeiras;
 Plantador ou chucho: (pedaço de cabo de vassoura apontado de um dos lados)
serve para fazer pequenas covas para o transplante ou sulcos nos canteiros;
 Pulverizador: para aplicar defensivos ou adubos foliares;
 Catana: para cortar arbustos, estacas entre outras coisas relevantes;
 insumos agrícolas

5.7 Visão das cadeias de produção de hortícolas

Produção de horticolas por agrupamento


de vários produtores (trabalhadores)
Embalamento de horticolas pelo
agrupamento de produtores
Transporte de horticolas por empresas de
transporte
Armazenamento de horticolas pelos
armazenistas
Distribuição de horticolas pelas cadeias
de supermercados
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5.8 Condições óptimas de armazenamento


De forma a condensar os aspectos essenciais para a gestão da qualidade de frutas e
hortaliças entre a colheita e o consumo, foi recentemente proposto um conjunto de
generalizações designadas por “princípios consagrados”

A refrigeração é o método mais eficaz para minimizar a perda de qualidade. A gestão da


temperatura i.e., o arrefecimento rápido para a temperatura mínima tolerada pelo órgão
vegetal e a manutenção da cadeia de frio a essa temperatura, é melhor forma de reduzir
os processos fisiológicos que depreciam a qualidade de hortaliças. A refrigeração é um
método tão eficaz porque nenhum outro factor ambiental afecta, no bom sentido e
simultaneamente, tantos processos fisiológicos como a temperatura. Se a refrigeração é
o método mais eficaz para preservar a qualidade de órgãos vivos, todas as outras
tecnologias de conservação de produtos hortofrutícolas devem ser considerados como

Os métodos de arrefecimento rápido são:

• Arrefecimento em câmara (room cooling) – câmara (fixa ou móvel) com isolamento


térmico equipada com um sistema de refrigeração mecânica. É um método expedito,
compatível com todos os produtos. Pode ser realizado sem equipamento especial, mas
não permite um arrefecimento suficientemente rápido (especialmente importante em
produtos muito perecíveis).

• Arrefecimento por ar forçado (forced air cooling) – consiste forçar a passagem de


ar frio pelo produto de forma a garantir um íntimo contacto. O arrefecimento é rápido e
é um método versátil, compatível com a maioria dos produtos hortícolas, com o
inconveniente de favorecer a perda de água.

• Arrefecimento por água ou hidroarrefecimento (hydrocooling) – recorre a água


fria para arrefecer os produtos. É muito eficiente do ponto de vista energético e
proporciona arrefecimento rápido. Apresenta riscos de contaminação dos produtos –
requer cuidados especiais em relação à sanidade da água – e não é compatível com
várias hortaliças. Elementares da refrigeração, nunca seus substitutos.

Gestão da embalagem

A embalagem assume um papel central nesta garantia da identidade biológica dos


produtos. O armazenamento misto de embalagens – caixas, paletes, paloxes, etc. – é
proibido ou restrito.

Transporte e distribuição

Durante o transporte e distribuição é necessário prevenir a contaminação com pesticidas


proibidos, lubrificantes, metais pesados, detergentes proibidos, solos e matéria orgânica
em decomposição. Em situações de cargas mistas de produtos biológicos e
convencionais deve ter-se a precaução de colocar as embalagens de produtos biológicos
sobre os produtos convencionais (parte de cima das paletes), colocar as cargas secas
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sobre cargas húmidas e colocar barreiras entre tipos de carga para prevenir eventuais
contaminações.

5.9 Dados dos empreendedores

Nome do empreendedor Experiencia profissional Atribuições ou perfil


Eulário E. J. Pombal Gestor ambiental Auto empreendedor na área
de venda de tomate e
cereais, tem experiencia
nesta desde 2012, já
participou de formação na
área de empreendedorismo,
reúne competências na área
de produção de tomate já
vem trabalhando com essa
cultura desde 2010
Bendito B. Mucuaranha Técnico topógrafo Reúne competência na área
de markting, já
desenvolveu muitos
projectos na área de venda
e markting, tem habilidades
na área de transporte, já
trabalhou em empresas de
fornecimentos de produtos
alimentar, tem
conhecimento básico na
área de empreendorismo.
Valdemiro F. Miguel Técnico Agro-pecuária Especializado na
agricultura, já trabalhou em
projectos na área de
agricultura em ONGs como
extencionista, já
desenvolveu muitos
projectos da agricultura já
foi produtor da mandioca,
milho e jatrofa, já
participou de muitas
formações técnicas
profissional na área de
agronegócio
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5.10 Dados do empreendimento

Identificação do empreendimento

Empresa: POMUVA HORTICOLA Lda. (empresa de produção e comercialização de


hortícolas)

Actividade: produção e Comercialização de hortícolas

Cidade: Sede na cidade de Nhamatanda- Província de Sofala

Endereço: Bairro Central, Avenida Samora Machel, Rua 14

Cadastro: Sociedade matriculada no registo comercial nr. 550,Folhas 53 do livro c-13.

Contacto: +258 847932136

Endereço electrónico: www.pomuvahorticolas.co.mz

Correio electrónico: pomuvahorticolas@gmail.com

5.11 Missão, visão e valor da empresa


Missão da empresa

A nossa missão passa por produzir e comercializar hortícolas provenientes da nossa


região, promover o desenvolvimento e valorização do produto nacional, Reflectindo
pela satisfação dos nossos clientes e colaboradores são a razão da nossa existência.

Visão

Fazer da POMUVA uma referência nacional, proporcionando qualidade de hortícolas


com padrões internacional segundo as necessidades do mercado, satisfazendo e
surpreendendo os nossos clientes, Queremos inovar e apostar no desenvolvimento
sustentado e na modernização da Agricultura da nossa Região. e contribuindo
efectivamente para o crescimento socioeconómico da região em que nos inserimos,
assim como do País.

Valor

O nosso maior valor é reforçar a nossa responsabilidade no comprometimento do


desenvolvimento rural a partir do uso dos recursos natural de uma forma sustentável de
forma a rentabilizar o projecto e gerar crescimento socioeconómico na região.
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5.12 Sector de actividade do empreendimento

A POMUVA HORTICOLAS e uma empresa que vai se dedicar na produção e


comercialização de hortícolas para abastecer os principais mercados da cidade da beira,
Chimoio e tete. Postar no desenvolvimento sustentado e na modernização da
Agricultura da nossa Região e contribuindo efectivamente para o crescimento
socioeconómico. Sobre a mesma cadeia de valor a empresa por sua vez vai transportar
as hortícolas e por sua vez vai fornecer aos estimados clientes comprometido com a
empresa.

5.13 Forma jurídica


Para o licenciamento do empreendimento recorrendo o decreto nr. 34/2013 De 02 de
agosto, aprovou o regulamento de licenciamento da actividade comercial, para o aso do
empreendimento importa realçar que vai recorrer ao licenciamento simplificado das
actividades económica, segundo o decreto5/2012de 07 de marco sobre o licenciamento
simplificado das actividades de económica, actualmente o alvará para o exercício do
comércio, e prestação de serviço por tempo indeterminados

5.14 Fonte para obtenção de recursos para implantação do empreendimento

Para a implantação da empresa precisaram de um financiamento cujo projecto tem como


a sua base para obtenção de recursos financeiro pedido crédito bancário nos bancos
nacionais de investimento, assim como fundo nacional de agricultura FDA assim como
o financiamento do projecto SUSTENTA. Como forma de alcançar o traçado ou o
objectivo do projecto foi submetido os devidos requisitos para a tramitação de processo
de financiamento. É de salientar que todos bens e equipamento serão adquiridos
nacionalmente. Pós embora que o direito de uso e aproveitamento de terra já esta
legalizado e já existe lugar para uso e aproveitamento de terra.
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6. ANÁLISE DO MERCADO

6.1 Identificação das características gerais dos clientes


A comercialização será feita em 3 principais mercados, mercado cidade da Beira, na
cidade de Chimoio e cidade de Tete, também será fornecidos aos supermercados da
cidade da Beira como shopprite, supermercado real, ivato, spar entre os restaurantes ao
redor da cidade da Beira. A comercialização em feiras e mercado grossista destacam se
mercado maquinino da Beira, na feira comercial da cidade de chimoio onde a
comercialização se caracteriza por venda grossa para os revendedores dos mercados de
hortícolas. Importa salientar que a maioria de revendedor ou comerciante informal de
hortícolas destacam se na sua maioria por sexo feminino sendo essa actividade como
geração de renda familiar, e distinguem se por na sua maioria serem senhoras dos 35
anos a 50 anos. Grande número de unidades de produção a sazonalidade da produção
agrícola (refere-se a variação na produção ao longo dos meses do ano) fazendo com que
a produção e a oferta concentrem-se em determinados meses do ano, afectando deste
modo os preços recebidos pelos produtores, os custos de transporte, armazenagem e
processamento. Pela sua natureza biológica, o mercado de produtos agrários é de difícil
previsão por causa dos factores incontroláveis, como o clima, ou pouco controláveis,
como por exemplo, pragas e doenças.

6.2 Estratégia de comercialização

Modo de comercialização Principais características

Venda directa A venda na própria exploração pode


assegurar a máxima frescura e dar ao
consumidor garantia de genuinidade, mas
atinge um número limitado de
consumidores.

Mercados e feiras Normalmente especializados em produtos


biológicos. A frescura dos produtos é
muito variável, dependendo do tempo que
medeia entre a colheita e a venda e das
condições de exposição.

Entrega domiciliária(fornecimento) Normalmente efectuada por


intermediários que compram directamente
na exploração ou a outros intermediários e
entregam em casa do consumidor.

Cooperativas de consumidores Recebem produtos directamente dos


produtores locais ou recorrem a produtos
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importados que disponibilizam aos


consumidores

Médias e grandes superfícies comerciais Responsáveis por uma grande fatia da


distribuição alimentar moderna, antecipa-
se que assumam uma importância
crescente na distribuição de frutas e
hortaliças biológicos. Adoptam
frequentemente uma distribuição
centralizada.

6.3 Identificação dos interesses e comportamentos dos clientes

Como pode se constatar que os clientes que mais poderão se destacar são os revendedor
de hortícolas dos principais mercados da cidade da Beira, Chimoio, Tete pelo facto
destes fazerem compra grossa e por serem muitos clientes de compra grossa. que por
sua vez os mesmo compravam hortícolas proveniente da África de sul por causa da
qualidade e sua competitividade no mercado, pós embora com a implementação do
empreendimento em causa vai contribuir para o mercado competitivo pela sua qualidade
e o preço será razoável tendo em conta que não haverá avultado custo no transporte da
proveniência do produto em relação a produto proveniente da África do sul, actualmente
1kg de tomate por exemplo custa 90,00mt mas com o projecto prevê se custar 80mt por
quilograma.

6.4 Estudo dos concorrentes

Os principais concorrentes são os comerciantes de hortícolas que trazem dos pais


vizinho que é a áfrica do sul, não obstaste os produtores locais são também um dos
nossos concorrentes, por sua vez esses os últimos praticam agricultura que depende das
condições climáticas o que deixa de ser uma ameaça para o nosso mercado competitivo.
Para o s concorrentes que importam hortícolas da áfrica do sul em termos da qualidade
exigida pelo mercado actual torna se um do maior concorrente pese embora que tem
despendido avultados custo de transporte e armazenamento faz com o preço seja mais
alto em relação ao nosso que disponibilizamos de recursos e pelo factor de localização
tornamos em vantagem competitiva em termos de preço oferecido.
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6.5 Os pontos fortes e fracos do empreendimento

Constituem os principais pontos forte do projecto POMUVA HORTICOLAS a


localização estratégica da área de produção de hortícolas em relação ao mercado de
comercialização e fornecimento o que vai facilitar a redução de custos de transporte e
armazenamento, não obstante constituíram um dos pontos forte a comercialização de
produtos fresco e recentemente colhido e embalado o que fara da nossa empresa a mais
concorrida porque a exigência do merca consistem venda de produtos fresco e com
menos dias de conservação. Uso das novas técnicas de produção de hortícolas que a
empresa implementará vai fazer com os produtos produzido seja de extrema qualidade
exigida no mercado actual, Também em termo de preferência será um orgulho nacional
a produção e consumo de produto nacional.

Em contra partida constituem os principais pontos fraco será abrangência do mercado


numa primeira fase do início de operação do projecto tendo em conta que muitos dos
clientes já tem seus fornecedores habitual, o volume de produção numa primeira fase
não será suficiente para abastecer a demanda do mercado o que vai obrigar com que os
clientes tenham outras filiações para satisfazer com a demanda. E também constituirá
um dos pontos fraco a inexistência de grandes frigorifico para conservação de hortícolas
o que vai fazer com a empresa use alguma técnicas alternativa.

6.6 Estudo dos fornecedores

A empresa pretende celebrar um termo contratual para fornecimento de insumos


agrícola, com a empresa AGROSEEDS, na qual será o nosso fornecedor oficial de
sementes, e por sua vez em termos equipamento para a produção tais como tractor a
empresa pretende filiar se com a empresa de aluguer de tractor, e para outros
equipamentos a empresa pretende comprar internamente dentro do pais , e para
fornecimento de material para conservação a empresa pretende contratar uma empresa
estrageira visto que os seus serviços são viáveis, para plásticos e embalagem a empresa
vai fazer uma encomenda em grande quantidades.

7. PLANO DE MARKETING

7.1 Descrição dos principais produtos

Os principais itens que serão produzidos são: pimenta, pepino e tomates, couve (couve
estaca, couve tronchuda, couve-flor, couve-brócoli entre outros), repolho, alho, cebola,
beterraba, cenoura, batata, gengibre, feijão-verde, morango, alface, cenoura, beterraba,
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repolho, couve, espinafre, pepino, temperos (cebolinha verde, salsa), coentro, ervilha,
feijão-vagem, abobra, batata-doce, milho-verde. Importa salientar que a principal
cultura a ser produzida será tomate por causa da sua demanda e seu uso frequente nas
refeições confeccionadas. Os mesmos produtos produzidos serão vendidos, os serviços
que serão prestados são fornecimento e transporte de hortícolas. Os produtos serão
embalados e rotulados depois da colheita das mesmas, na rotulagem será estampada a
validade do produto porque os produtos hortícolas são perecíveis.

7.2 Preço das principais hortícolas a serem produzidos

Na tabela consta a proposta dos preços de hortícolas que serão produzidos pelo
empreendimento, na mesma tabela faz referência de 3 variáveis de preço consoante o
tipo de mercado que será disponibilizado.

Mercados Entrega Superfícies


grossistas e domiciliária comerciais
feiras (fornecimento)
Especificação Quantidade Preço Preço Preço
Tomate 1 Kg 50,00mt 80,00mt 90,mt
Repolho 1 Cabeça 30,00mt 50,00mt 60,00mt
Pepino 1kg 20,00mt 30,00mt 35,00mt
Cenoura 1kg 80,00mt 100,00mt 110,00mt
Feijão-verde 1kg 70,00mt 80,00mt 90,00mt
Cebola 1kg 100,00mt 120,00mt 135,00mt
Alho 1kg 150,00mt 185,00mt 200,00mt
Batata 1kg 30,00mt 45,00mt 60,00mt
Beterraba 1kg 40,00mt 60,00mt 75,00mt
Couve 1 Molho 30,00mt 40,00mt 50,00mt
Gengibre 1kg 150,00mt 180,00mt 200,00mt
Alface 1 Cabeça 15,00mt 25,00mt 30,00mt
Ervilha 1kg 70,00mt 85.00mt 100,00mt

7.3 Estratégias promocionais

Numa primeira fase será feita Propaganda pelas midias tais como em rádio, em televisão
e jornais; vai se criar uma página na Internet com vista a divulgar os nossos produtos e
serviços; não obstante será produzidos folhetos para ser distribuídos em mercado
grossista em instituições comerciais entre outros como restaurante; também será feito
Descontos promocionais no primeiro mês de acordo com os volumes comprados;
finalmente vai se Participar em feiras e eventos relacionado com a venda de hortícolas
agrícolas.
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7.3 Estrutura de comercialização

Os canais de distribuição e comercialização dos produtos terá a seguinte estruturam: A


comercialização será feita em 3 principais mercados, mercado cidade da Beira, na
cidade de Chimoio e cidade de Tete, também será fornecidos aos supermercados da
cidade da Beira como Shopprite, supermercado Real, Ivato, Spar entre os restaurantes
ao redor da cidade da Beira. A comercialização em feiras e mercado grossista destacam
se mercado Maquinino da Beira, na feira comercial da cidade de chimoio onde a
comercialização se caracteriza por venda grossa para os revendedores dos mercados de
hortícolas. Os preços recebidos pelos produtores, os custos de transporte, armazenagem
e processamento as venda terão a seguinte organização: Venda directa, Mercados e
feiras, Entrega domiciliária (fornecimento), Cooperativas de consumidores, Médias e
grandes superfícies comerciais.

8. PLANO OPERACIONAL
8.1 Arranjo físico

A distribuição dos diversos sectores da empresa compreende em nomeadamente: sector


de produção (responsável pelo cultivos de hortícolas a partir da preparação do solo,
sementeira, plantação, irrigação e colheita) sector de armazenamento (consiste em
selecção de hortícolas, embalagem, e rotulagem) sector de transporte e fornecimento
(consiste em transportar os produtos para os destinos e mercados, e fornecer aos
clientes) sector de venda e markting (consiste em vender as hortícolas e promoção dos
mesmo por via de markting)

8.2 Capacidade produtiva

A capacidade produtiva que a empresa prevê mensalmente é de produzir 10 toneladas


de produtos diversos e na sua maior parte de produção será a de tomate como a cultura
principal que a empresa se comprometera. A comercialização em feiras e mercado
grossista destacam se mercado Maquinino da Beira, na feira comercial da cidade de
chimoio onde a comercialização se caracteriza por venda grossa para os revendedores
dos mercados de hortícolas. Os preços recebidos pelos produtores, os custos de
transporte, armazenagem e processamento as venda terão a seguinte organização: Venda
directa, Mercados e feiras, Entrega domiciliária (fornecimento), Cooperativas de
consumidores, Médias e grandes superfícies comerciais.

8.3 Processos operacionais e métodos a serem usados


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Métodos

-Preparação do solo

A preparação do solo visa criar acama para melhor desenvolvimento das plantas, será
feita uma preparação mecânica, através do uso do tractor e seus implementos.

Serão feitas duas lavouras, duas gradagens, sulcamento e marachamento. A primeira


lavoura será feita 40 dias antes do transplante e a segunda 15 dias antes, as gradagens
serão 6 dias antes do transplante, a sulcagem e marachamento serão 5 e 2 dias antes do
transplante.

-Preparo do canteiro

Para algumas espécies cultivadas em espaçamentos maiores, basta revolver e destorroar


o solo. Em seguida, deve-se abrir as covas, sulcos ou ainda fazer camalhões ou leiras,
adubar e plantar, conforme o sistema de cada cultura.

Algumas hortaliças necessitam de preparo especial do terreno para confecção de


canteiros que podem servir como sementeira para posterior transplante de mudas e para
semeadura directa/plantio. Após o revolvimento do solo, os canteiros são levantados e
destorroados com enxada. Deve-se evitar preparar o canteiro quando o solo estiver
muito seco ou muito húmido.

Para preparo adequado do canteiro recomenda-se:

 Fazer dois sulcos paralelos de 15 a 20cm de profundidade, com 30 a 40 cm de


largura, e distanciados de 1 a 1,2m, utilizando-se cordões ou bambu para
alinhamento;
 Com auxílio de ancinho (rastelo) faz-se o nivelamento da terra e retira-se os torrões
menores, raízes, pedras e outros materiais;
 Com a pá curva faz-se o acabamento, limpando-se a passagem entre os canteiros.

Os canteiros depois de prontos ficarão com cerca de 1m de largura, 15 a 20cm de


altura e separados por 30 a 40 cm entre si, para facilitar a passagem das pessoas que
cuidarão da horta. Entre cada série de canteiros deve-se deixar um caminho (1m) para
passagem do carrinho de mão, usado para transporte de adubos, estercos e produtos
colhidos.

Em terrenos inclinados, os canteiros devem ficar atravessados em relação à declividade


para evitar que as águas das chuvas os destruam.

-Época de semeadura/plantio

De um modo geral, as hortaliças encontram as melhores condições de


desenvolvimento e produção quando o clima é ameno (18 a 22ºC), com chuvas leves e
17

frequentes. As temperaturas elevadas (mais de 30ºC), de um modo geral, encurtam o


ciclo das plantas e aceleram a maturação; as baixas temperaturas (menos de 10ºC)
retardam o crescimento, a frutificação, a maturação e favorecem o florescimento
indesejável. O fotoperíodo (número de horas com luz natural por dia) e a temperatura
influem na formação e no desenvolvimento de bulbos (cebola e alho) e de tubérculos
(batata).

Obs.: na matéria sobre planeamento de uma horta orgânica (parte I) foi postada uma
tabela com informações de épocas de semeadura ou plantio para as principais hortaliças.
O livro "Cultive uma horta e um pomar orgânicos...", disponível para venda na
Epagri/Estação Experimental de Urussanga, também possui estas e muitas outras
informações importantes.

-Produção de mudas

O transplante de mudas sadias e vigorosas garante a produção de hortaliças de boa


qualidade. Algumas lojas agro-pecuárias dispõem de mudas de hortaliças, em bandejas
de isopor. As diversas formas de produção de mudas são descritas a seguir.

-Transplante

Far-se-á a aquisição de plantas e, o seu transplante irá obedecer o espaçamento de 120 x


20 cm entre as linhas e plantas respectivamente,

-Adubação

A aplicação de adubos visa suprir as necessidades nutricionais da cultura, para o efeito


serão feitas 2 adubações, a primeira será no dias do transplante com um adubo
composto NPK 12-24-12, na quantidade de 250Kg/ha, e a segunda será a de fundo com
ureia numa quantidade de 200Kg/ha e, será feita 30 dias depois do transplante.

-Controlo de infestantes

O controlo de infestantes visa livrar os campos das infestantes que concorrem água e
nutrientes com as planta e, esta operação será manual, prevendo-se duas sachas ao longo
do ciclo da cultura, as sachas serão feitas sempre que se justificar a sua realização.

-Controlo fitossanitário

O controlo de pragas e doenças será através de uso de pesticidas, aplicados com


pulverizadores a dorso e atomizadores de baiza pressão, devendo ser aplicados segundo
o cronograma de actividades e sempre que que justificar.

-Colheita

A colheita será manual, devendo-se colher apenas o produto que estiver pronto para a
comercialização, esta operação terá o seu inicio cerca de 90 dias depois do transplante
(DDT) e prolongar-se-á por cerca de um mês e meio.
18

-Comercialização

A comercialização será feita em 3 principais mercados, mercado cidade da Beira, na


cidade de Chimoioe cidade de Tete, também será fornecidos aos supermercados da
cidade da Beira como shopprite, supermercado real, ivato, spar entre os restaurantes ao
redor da cidade da Beira.

8.3 Necessidade de pessoal


Para o funcionamento da empresa será necessário no total 55 trabalhadores distribuído
em seguintes sectores:

Sector de produção: 30 trabalhadores

Sector de armazenamento: 10 trabalhadores

Sector de transporte: 04 trabalhadores

Sector de comercialização: 11 trabalhadores

9. PLANO FINANCEIRO

9.1 Estimativa de investimento fixo, pré-operacionais, Capital giro e Investimento


total
Previsão orçamento de materiais e equipamentos necessários para a manutenção do
projecto numa fase inicial e Investimentos pré-operacionais como: aluguer de tractor,
pagamento de trabalhadores, taxas fiscais impostos, armazenamento etc. vai rondar
numa média de 660.000,00mt.
Especificação Quantidade Valor
Moto bomba 1 80.000,00mt
Enxadas de cabo 70 30.000,00mt
Sementes e mudas de 100 kg 70.000,00mt
hortaliças
Plástico preto para 300 metros 15.000,00mt
cobertura de mudas
Corda para alinhamento 100 metros 5.000,00mt
Cesto para colheita 30 unidades 10.000.00mt
Regador 30 unidades 15.000,00mt
Fertilizante (Adubo) 500 kg 80.000,00mt
Ancinhos e catanas 50 unidades cada 20.000.00mt
Madeira para viveiro 10.000.00mt
Camionete para transporte 1 500.000.00mt
de hortaliça
Sombrite 200 metros 15.000.00mt
Mangueira 200 metros 40.000,00mt
Insecticidas 300 litros 50.000.00mt
19

Outras despesas (aluguer de 660.000.00mt


tractor, pagamento de
trabalhadores, taxas fiscais
impostos, armazenamento
etc.)
TOTAL 1.600.000.00mt

9.2 Estimativa de facturamento mensal, custo unitário, custos de


comercialização
A empresa prevê facturar mensalmente 700.000,00mt com a disponibilização de 10
toneladas por mês de produtos diversos, Calcula-se o custo com materiais matéria-prima
+ embalagem o valor de 100.000,00mt por cada época de sementeira. Os gastos com
impostos e comissões de vendedores ou representantes rondam em média 80.000,00mt.

9.3 Estimativa dos custos com mão-de-obra

Para o pagamento dos trabalhadores que contribuirão com a mão-de-obra para alavancar
a empresa será contratado 55 trabalhadores de diversos sectores de actuação na qual o
salário mensal será 3.800,00mt líquido, totalizando o custo total de 209.000,00mt de
pagamento mensal dos trabalhadores que podemos considerar de custos fixos
operacionais mensais.

9.4 Lucratividade e Rentabilidade da empresa

Em termos de lucratividade importa referir que a empresa A empresa prevê facturar


mensalmente 700.000,00mt em relação às vendas. o retorno do capital investido prevê
em torno de 1 ano, importa referir que o projecto é muito rentável por causa da
necessidade do mercado actual e o índice de boa qualidade de vida que os
moçambicanos pretende ostentar no decorrer do tempo.

10. AVALIAÇÃO ESTRATÉGICA

10.1 Análise F.O.F.A da empresa


 Pontos fortes
Constituem os principais pontos forte do projecto POMUVA HORTICOLAS a
localização estratégica da área de produção de hortícolas em relação ao mercado de
comercialização e fornecimento o que vai facilitar a redução de custos de transporte e
armazenamento, não obstante constituíram um dos pontos forte a comercialização de
produtos fresco e recentemente colhido e embalado o que fara da nossa empresa a mais
concorrida porque a exigência do merca consistem venda de produtos fresco e com
menos dias de conservação. Uso das novas técnicas de produção de hortícolas que a
20

empresa implementará vai fazer com os produtos produzido seja de extrema qualidade
exigida no mercado actual, Também em termo de preferência será um orgulho nacional
a produção e consumo de produto nacional.

 Pontos fracos

Em contra partida constituem os principais pontos fraco será abrangência do mercado


numa primeira fase do início de operação do projecto tendo em conta que muitos dos
clientes já tem seus fornecedores habitual, o volume de produção numa primeira fase
não será suficiente para abastecer a demanda do mercado o que vai obrigar com que os
clientes tenham outras filiações para satisfazer com a demanda. E também constituirá
um dos pontos fraco a inexistência de grandes frigorifico para conservação de hortícolas
o que vai fazer com a empresa use alguma técnicas alternativa.

11. AVALIAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIO

Uma oportunidade de promoção de uma estratégia de crescimento a favor dos menos


favorecidos, enfatizando a necessidade de transformação do sector familiar. No
concernente ao uso de meios de produção e serviços, apenas cerca de 11% usam rega
dentro das pequenas explorações; em termos do uso de insumos, somente 3.7% das
pequenas explorações utilizam fertilizantes e 6.7% utilizam pesticidas; cerca de 16%
das explorações contratam mão-de-obra.

Há Disponibilidade de terra, Disponibilidade de água de rega em todo período do ano,


Vias de acesso em condições, Disponibilidade de mão-de-obra, Existência de um
mercado para a comercialização destes produtos. Importa referir que a zona escolhida é
zona baixa do rio Púngue favorecendo a humidade e fertilidade sendo um bom local
para a plantação, tendo condições de terreno e clima adequados. O presente plano faz o
arrolamento das principais acções definidas como sendo de primordiais importância
para a implementação do projecto e o alcance dos objectivos preconizados, acções tais
como análise dos constrangimentos, potenciais, necessidades em recursos financeiros,
materiais e humanos, operações culturais e a previsão do rendimento.

A execução do projecto técnico terá início em agosto de 2019 a implementação inicial


será de uma área de 3.200 m2 de estufas para produção de algumas hortaliças para
serem cultivadas na horta nomeadamente: pimenta, pepino e tomates, couve (couve
estaca, couve trichuda, couve-flor, couve-brócoli entre outros), repolho, alho, cebola,
beterraba, cenoura, batata, gengibre, feijão verde, morango, alface, cenoura, beterraba,
repolho, couve, espinafre, pepino, temperos (cebolinha verde, salsa), coentro, ervilha,
feijão-vagem, abobrinha, batata-doce, milho-verde.

A comercialização será feita em 3 principais mercados, mercado cidade da Beira, na


cidade de Chimoioe cidade de Tete, também será fornecidos aos supermercados da
cidade da Beira como shopprite, supermercado real, ivato, spar entre os restaurantes ao
redor da cidade da Beira.
21

12. Conclusão

Para concluir importa referir que O sector agrário na província de Sofala é constituído,
essencialmente, pelo sector familiar, o que contrasta com a estrutura dualista que
apresentam outros países. Esta falta de dualismo cria algumas dificuldades, mas
também, apresenta uma oportunidade de promoção de uma estratégia de crescimento a
favor dos menos favorecidos, enfatizando a necessidade de transformação do sector
familiar. No concernente ao uso de meios de produção e serviços, apenas cerca de 11%
usam rega dentro das pequenas explorações; em termos do uso de insumos, somente
3.7% das pequenas explorações utilizam fertilizantes e 6.7% utilizam pesticidas; cerca
de 16% das explorações contratam mão-de-obra.

O maior potencial agrário do país não é ainda devidamente explorado. Além das infra-
estruturas, há características e dinâmicas sociais e económicas que constrangem ou
impulsionam a capacidade de aproveitamento e desenvolvimento do potencial agrário.
Os elementos de dinâmica que devem ser considerados na análise do sector agrário em
Moçambique incluem: O baixo uso de tecnologias melhoradas, incluindo sementes
fertilizantes e pesticidas; As desigualdades no acesso e utilização da terra; A fraca
concentração de infra-estruturas de rega nas zonas prioritárias; O fraco acesso aos
mercados de insumos e factores; O fraco apoio financeiro aos produtores; A dispersão
geográfica das zonas de produção de acordo com as zonas agro-ecológicas definidas, o
que constitui um factor importante na definição de estratégias diferenciadas; Os baixos
volumes de produção por indivíduo, o que requer uma função de acumulação que pode
ser aproveitada através das associações de produtores
22

13. Referência bibliográfica


1. MOURÃO, I. PINTO, R. 2006. Produção vegetal. São Paulo.2000

2. IDRHA. Dados estatísticos. Instituto de Desenvolvimento Rural e Hidráulica,


Ministério da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas. 2007
Disponível em <http://www.idrha.min-
agricultura.pt/agricultura_biologica/index.htm>. Acesso no dia 15.082018

3. ALMEIDA, D. Manual de culturas hortícolas. Editorial Presença. Lisboa volumes


2. 2006

4. ALMEIDA, D. Manuseamento de produtos hortofrutícolas. Sociedade Portuguesa


de Inovação, Porto.2005
23

14. ANEXO1: Imagem de hortícolas a serem produzidos

Figuras: Campo de produção de hortícolas, tomate, alface, morango, cenoura, feijão-


verde, pimentos e cebolas Fonte: (PINTO,2006)
24

Índice
1. Introdução.................................................................................................................. 1
2. Objectivos do projecto .............................................................................................. 2
2.1 Objectivo Geral: ......................................................................................................... 2
2.2 Objectivos Específicos: .............................................................................................. 2
3. Resultados esperados................................................................................................. 2
4. Justificação ................................................................................................................ 2
5. SUMARIO EXECUTIVO......................................................................................... 3
5.1 Resumo dos principais pontos do plano de negócio ................................................... 3
5.2 O montante de capital a ser investido ......................................................................... 3
5.3 Características do mercado dos produtores ................................................................ 4
5.4 Caracterização do local de implementação ................................................................ 4
5.5 Características do sector agrário do local de implementação ..................................... 5
5.6 Materiais a serem usados para a implementação do projecto ..................................... 5
5.7 Visão das cadeias de produção de hortícolas.............................................................. 6
5.8 Condições óptimas de armazenamento....................................................................... 7
5.9 Dados dos empreendedores ........................................................................................ 8
5.10 Dados do empreendimento ....................................................................................... 9
5.11 Missão, visão e valor da empresa ............................................................................. 9
5.12 Sector de actividade do empreendimento ............................................................... 10
5.13 Forma jurídica ........................................................................................................ 10
5.14 Fonte para obtenção de recursos para implantação do empreendimento ............... 10
6. ANÁLISE DO MERCADO .................................................................................... 11
6.1 Identificação das características gerais dos clientes ................................................. 11
6.2 Estratégia de comercialização .................................................................................. 11
6.3 Identificação dos interesses e comportamentos dos clientes .................................... 12
6.4 Estudo dos concorrentes ........................................................................................... 12
6.5 Os pontos fortes e fracos do empreendimento.......................................................... 13
6.6 Estudo dos fornecedores ........................................................................................... 13
7. PLANO DE MARKETING .................................................................................... 13
7.1 Descrição dos principais produtos ............................................................................ 13
7.2 Preço das principais hortícolas a serem produzidos ................................................. 14
7.3 Estratégias promocionais .......................................................................................... 14
7.4 Estrutura de comercialização .................................................................................... 15
25

8. PLANO OPERACIONAL ...................................................................................... 15


8.1 Arranjo físico ............................................................................................................ 15
8.2 Capacidade produtiva ............................................................................................... 15
8.3 Processos operacionais e métodos a serem usados ................................................... 15
8.4 Necessidade de pessoal ............................................................................................. 18
9. PLANO FINANCEIRO .......................................................................................... 18
9.1 Estimativa de investimento fixo, pré-operacionais, Capital giro e Investimento total
........................................................................................................................................ 18
9.2 Estimativa de facturamento mensal, custo unitário, custos de comercialização ...... 19
9.3 Estimativa dos custos com mão-de-obra .................................................................. 19
9.4 Lucratividade e Rentabilidade da empresa ............................................................... 19
10. AVALIAÇÃO ESTRATÉGICA ......................................................................... 19
10.1 Análise F.O.F.A da empresa ................................................................................... 19
11. AVALIAÇÃO DO PLANO DE NEGÓCIO ....................................................... 20
12. Conclusão ............................................................................................................ 21
13. Referência bibliográfica ...................................................................................... 22
14. Anexo1: imagem de hortícolas a serem produzidos ............................................ 23