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Trata-se de uma ficha resumo do texto “didática e docência: aprendendo a

profissão”. Os escritos são descritivos e analíticos a respeito do conjunto de ideias


que os autores propõem discutir.
A primeira ideia que foi possível assimilar, que foi expressa com muita clareza,
é que os estudos teóricos da didática, bem como os fundamentos existentes nesses
estudos teóricos, têm como base fundamental a ação, a prática, aquilo que o
professor faz. Segundo os autores, este é o objetivo da reflexão do capítulo 1: que se
chama “fundamentos da prática docente: elementos quase invisíveis”. Ao destacar no
título que existe elementos quase invisíveis na fundamentação da prática docente, os
autores praticamente afirmam que existem observações e produções teóricas a
respeito das práticas dos docentes que ocorrem sem que haja uma assimilação
completa, visível, das pessoas que estão envolvidas nesse processo ou que existe
alguma tipo de prática que objetiva criar e desenvolver propositalmente a
invisibilidade dos elementos no entanto mostra-se uma certa pedância Por parte dos
autores ao se colocarem sem dividir o mérito a respeito de quem pode de quem é
capaz de ver os elementos que estariam ou fariam parte da invisibilidade interior das
fundamentações teóricas a respeito da prática docente no ponto de vista da didática.
Os autores afirmam que existe aspectos históricos que determinam as coisas
que os professores fazem profissionalmente. e para compreender os aspectos
históricos que determinam os fazeres, a prática dos professores, é necessário
recorrer aos elementos invisíveis que, inicialmente, não são postos pelos autores.
nesse sentido, vale uma crítica ao modo, à maneira, à configuração dos escritos, em
que ocorre uma análise crítica acerca das concepções idealistas da educação, e da
sociedade como um todo, antes de ir direto ao ponto: quais seriam os tais aspectos
invisíveis presentes na fundamentação teórica da didática docente. chama-se a
atenção para a necessidade de uma leitura crítica da prática docente e a partir dessa
leitura crítica, ela por si só teria a capacidade de redimensionar o olhar, a visão, o viés
para as concepções que estão presentes acerca da sociedade, da educação, da
escola e também de qual seria o papel do professor do ponto de vista das suas
práticas, que teriam como objetivo realizar tarefas de ensino-aprendizagem. Este
ponto que coloca e que aproxima o papel, as tarefas, os fazeres, as ações
pedagógicas inerentes ao professor, relacionadas ao ensino aprendizagem, nos
remete à questão: ensinar e aprender exatamente o que?
Faz-se alusão ao processo histórico de transformação da educação, sua forma
de organização, funcionamento... em suma, da ação didática docente. Fala-se que
isto assume diferentes formas no decorrer do tempo, mas não é dito, desdobrado,
nem as formas e nem o tempo histórico da ocorrência desses fatos. Para nós, um dos
grandes problemas, aterrorizantes, é não denunciar aqueles que se engajaram, de
maneira decisiva, na destruição da esfera pública, na destruição da possibilidade de
se evoluir coletivamente. Não denunciar a elite, a casta que em todo momento do
desenvolvimento histórico, em todo momento do desenvolvimento do espírito do
mundo, estiveram estiveram sob o comando de todos, da maioria. Isto é, a minoria
que, estrategicamente, sempre usurpou o poder da maioria e que criou diversas
práticas e, principalmente, ideias para anestesiar e para tapar os olhos da maioria,
das massas, do povo e, com isso, distorcer a realidade de modo que todos os fatos
concretos, isto é, a substância real do mundo, perdesse a força e a potência de
convencer aqueles que diante do real estiveram com os olhos abertos, porém, sem
enxergar.
existem trechos dos inscritos que parecem mais um jogo de ping pong (direita-
esquerda)
é dito que a teoria marxista deve servir de referência para o processo educativo
em toda sua extensão futura.
os autores usam um conjunto de palavras que norteiam tendências, como:
“conjunto de ideias, valores, conceitos de homem e de sociedade”. nota-se que dentre
as tendências pedagógicas não há a pedagogia revolucionária, mesmo tendo existido
de fato.
o tipo de escrita é aquela ridícula que vai formatando o olhar do leitor ao invés
de colocar os fatos eles criam um óculos dos quais qualquer conteúdo deve ser visto
dentro de uma determinada paisagem (orientação política)

IDÉIAS
a forma de escrita, (de escrever) de um determinado grupo de pessoas que têm como
principal atividade prática (dita como profissional) a carreira docente, é uma
expressão de como pisar em ovos, pois, segundo os cientista humanístico as ciências
humanas precisaria de um certo ajustamentos para que se integre ou ao menos
corresponde a exigência de neutralidade
determinados professores universitários Dizem que o campo das ciências
humanas é categorizado como Campo científico de maneira inequivocadamente
correta Ou seja a ideia a concepção a prática de ciências como podemos perceber
as ciências naturais também teriam espaço para perspectiva humanística criando
para tal atividade científica métodos materiais tratando-se de coleta de dados e
análise crítica a matemática enquanto ciência material seria o campo do
conhecimento do qual as Ciências Sociais se apanhar iam
User office: Max Willian de Souza