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Potência e correção

Eletricidade Aplicada Lista 4


de Fator de Potência

Potência e Correção do Fator de Potência


“nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn”

Potência Aparente: N  V .I (VA)


Potência Ativa: P  V .I .cos (W )
Potência Reativa: Q  V .I .sin  (VAR)
Fator de Potência: F .P  cos
Com estes valores definidos podemos construir triângulos de
potências para cada um dos componentes do sistema das seguintes
formas:
P
N θ
Q Q
θ N
P
Triângulo de Potência Adiantado Triângulo de Potência Atrasado

Dependendo o equipamento empregado no sistema o fator de


potência pode ser atrasado ou adiantado. A associação desses
equipamentos apresentará o fator de potência total do sistema.
Equipamentos que interferem no Fator de Potência:

Aparência do
Equipamento Contribuição
Triangulo

Motor de indução Atrasa

Transformador Atrasa

Motor Síncrono Adianta

Carga Resistiva Adianta

Banco de Capacitores Adianta

Cargas Chaveadas Atrasa (Ajuste Fino)

Filtro Eletrônico Adianta (Ajuste Fino)

A fim de facilitar a resolução dos problemas propostos vale lembrar


que:

Lei dos Senos:


C
α β sin  sin  sin 
 
A γ B B A C
Potência e correção
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de Fator de Potência

Nota: Neste capítulo devido à necessidade de aplicar funções sen-1 e cos-1 e estas retornarem
valores com muitas casas decimais, utilizarei 5 casa decimais nos exercícios para minimizar
erros de arredondamento. Em exercícios que estas transformações puderem ser evitadas,
estas serão feitas à todo custo.
Potência e correção
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4.2.8)

Z1=20|30º
Z2=15|-45º
Z3=10|0º V Z Z Z
V=100|-45º 1 2 3

Para determinar o triangulo de potência (P,Q e N) de cada uma das impedâncias


devemos primeiramente determinar a corrente que flui em cada uma delas.
Para Z1 temos:

V 100 | 45º
V  Z .I  I1    I1  5 | 75º A
Z1 20 | 30º

Com o valor da corrente que passa pela impedância podemos determinar as


componentes do triângulo de potência. Para evitar os efeitos da fase da fonte e
mater o comportamento dos componentes ao invés de utilizar I1 utilizaremos I1*,
que tem o mesmo valor de I1 porém com o sinal da fase invertido.

N  V .I  N1  V .I1*
N1  (100 | 45º ).(5 | 75º )
N1  (500 | 30º )  435.01  250 J

Potência Aparente (N) θ Potência Ativa (P) Potência Reativa (Q)


Como Z1 tem sua fase positiva (+30º) o triângulo de forças será atrasado. Caso
contrário este seria adiantado. Assim temos o seguinte triangulo de forças para Z1
:
433W
30º
250VAR
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Para Z2 temos:
V 100 | 45º
V  Z .I  I 2    I 2  6.67 | 0º A
Z 2 15 | 45º

N  V .I  N 2  V .I 2*
N1  (100 | 45º ).(6.67 | 0º )
N1  (667 | 45º )  471.64  471.64 J

Potência Aparente (N) θ Potência Ativa (P) Potência Reativa (Q)

Como Z2 tem sua fase negativa (-45º) o triângulo de forças será adiantado. Assim
temos o seguinte triângulo de forças para Z2 :
471,64VAR

45º
471,64W
Para Z3 temos:

V 100 | 45º
V  Z .I  I 3    I 3  10 | 45º A
Z3 10 | 0º

N  V .I  N 3  V .I 3*
N1  (100 | 45º ).(10 | 45º )
N1  (1000 | 0º )  1000  0 J
Como Z3 tem sua fase igual à 0 este apresentará comportamento puramente
aitvo. Assim temos o seguinte triângulo de forças para Z3 :

1000W
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Para determinar o triângulo total de potência devemos associar os 3 triângulos


sempre conectando os vetores da potência aparente. Finalmente ligaremos o
início do primeiro vetor da potência aparente ao final do último.

1000W

QT
471,64VAR
433W
30º PT
250VAR

45º

471,64W

Avaliando o novo triângulo de potência podemos determinar seus componentes:

QT  471.64  250  221.64VAR


PT  433  471.64  1000  1904.64W
NT  PT2  QT2  (1904.64) 2  (221.64) 2
NT  1917.49VA
PT 1904.64
F.P  Cos    0.99329
N T 1917.49

Q  221.64VAR
T , NT  1917.49VAe F.P.  0.993(adiantado)
, PT  1904.64W
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4.2.9)

Z1=25|15º
Z2=15|-60º
Z3=15|90º V Z Z Z
V=240|-30º 1 2 3

Este problema será resolvido da mesma forma que o anterior.


Para Z1 temos:

V 240 | 30º
V  Z .I  I1    I1  9.6 | 45º A
Z1 25 | 15º
N  V .I  N1  V .I1*
N1  (240 | 30º ).(9.6 | 45º )
N1  (2034 | 15º )  2225.49  596.32 J

Potência Aparente (N) θ Potência Ativa (P) Potência Reativa (Q)

Como Z1 tem sua fase positiva (+15º) o triângulo de forças será atrasado. Assim
temos o seguinte triangulo de forças para Z1 :

2225,5W
596,32VAR

15º
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Para Z2 temos:
V 240 | 30º
V  Z .I  I 2    I 2  16 | 30º A
Z 2 15 | 60º

N  V .I  N 2  V .I 2*
N1  (240 | 30º ).(16 | 30º )
N1  (3840 | 60º )  1920  3325.54 J

Potência Aparente (N) θ Potência Ativa (P) Potência Reativa (Q)

Como Z2 tem sua fase negativa (-60º) o triângulo de forças será adiantado. Assim
temos o seguinte triângulo de forças para Z2 :
3325,54VAR

60º
1920W
Para Z3 temos:

V 240 | 30º
V  Z .I  I 3    I 3  16 | 120º A
Z3 15 | 90º

N  V .I  N 3  V .I 3*
N1  (240 | 30º ).(16 | 120º )
N1  (3840 | 90º )  0  3840 J
Como Z3 tem sua fase igual à 0 este apresentará comportamento puramente
aitvo. Assim temos o seguinte triângulo de forças para Z3 :
3840VAR
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Para determinar o triângulo total de potência devemos associar os 3 triângulos da


seguinte forma:

3325VAR

3840VAR
2225,5W PT

596,32VAR
15º

QT
60º

1920W

Avaliando o novo triângulo de potência podemos determinar seus componentes:

QT  Q1  Q2  Q3
QT  596.32  3325.54  3840  1110.78VAR
PT  P1  P2
PT  2225.5  1920  4141.5W
NT  PT2  QT2  (1110.78) 2  (4145.5) 2
NT  4291.79VA
PT 4145.5
F.P  Cos    0.966
N T 4291.79

Q  1110.78VAR , NT  4291.79VAe F.P  0.966(atrasado)


, PT  4145.5W
T
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4.2.10)

Carga 1: Carga 2: Carga 3:


• P=5KW • N=4KVA • N=6KVA
• F.P.=0,8 • Q=2KVAR • F.P.=0,9
• Atrasado • Adiantado • Atrasado

Antes de determinar o triângulo total de forças devemos completar as informações


referentes a cada uma das cargas do problema. Para a carga 1 temos:
P1
Cos1  0.8  Cos1 
N1
5KW
5KW 5KW
0.8   N1   6.25 KVA θ1
N1 0.8

Q1
N1  P1  Q1  Q1  6.252  52
2 2 2

Q1  14.0625  3.75 KVAR

Para a carga 2 temos:

N 2  P2  Q2  P2  42  22
2 2 2

P2  12  3.46410 KVAR

P2 3.46410
2KVAR

Cos  2   Cos 2 
N2 4
θ2
Cos  2  0.86602 P2
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Para a carga 3 temos:

P3
Cos  3  0.9  Cos  3 
N3
P3
P3
0.9   P3  5.4 KW θ3
6 KVA

Q3
N 3  P3  Q3  Q3  62  5.42
2 2 2

Q3  6.84  2.61533KVAR

5KW PT
5,4KW
3,75KVAR

θ1

2,61533KVAR
θ3
2KVAR

QT
θ2
3,4641KW

Vale salientar que a construção do triangulo de potências resultante deve ser


realizada em proporção para evitar erros na visualização de lados e ângulos.
Avaliando o novo triângulo de potência podemos determinar seus componentes:

QT  Q1  Q2  Q3
QT  3.75  2  2.61533  4.36533KVAR
PT  P1  P2  P3
PT  5  3.46410  5.4  13.86410 KW
NT  PT2  QT2  (4.36533) 2  (13.86410) 2
NT  14.53510 KVA
PT 13.86410
F.P  Cos     0.95383
N T 14.53510

Q  4.36533KVA R , P  13.86410KW
, NT  14.53510KVA e F.P  0.95383(atrasado)
T T
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4.2.11)

Carga 1: Carga 2: Carga 3:


• N=200VA • N=350VA • N=275VA
• F.P.=0,7 • F.P.=0,5 • F.P.=1
• Atrasado • Atrasado

Conforme feito para o exemplo anterior, para a carga 1 temos:

P1
Cos 1  0.7  Cos 1 
N1
P1
P1
0.7   P1  140W θ1
200

Q1
N1  P1  Q1  Q1  2002  1402
2 2 2

Q1  20400  142.82856VAR

Para a carga 2 temos:

P2
Cos  2  0.5  Cos  2 
N2 P2
P2 θ2
0.5   P2  175W
Q2

350

N 2  P2  Q2  Q2  3502  1752
2 2 2

Q2  91875  303.10889VAR
Potência e correção
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Para a carga 3 temos:

P3
Cos 3  1 Cos 3 
N3 P3
P3
1  P3  275W
275VA
Q3  0VAR

140W PT
142,82856VAR

θ1

175W
θ2
QT
303,10899VAR

275W

QT  Q1  Q2
QT  142.82856  303.10899  445.93755VAR 590
F.P   0.79776
PT  P1  P2  P3 739.56764
PT  140  175  275  590 KW
NT  PT2  QT2  (590) 2  (445.93755) 2
NT  739.56764 KVA
Potência e correção
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Q  445.93755VAR , P  590W, N  739.56764VA e F.P  0.79776(atrasado)


T T T
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4.2.12)

300KW

θI

QC
QI
CosθI=0,65

Neste exemplo temos uma carga com fator de potência 0,65 que terá capacitores
em paralelo adicionados de forma que o fator de potência final do aranjo chegue à
0,9. Iniciaremos determinando os valores para QI e NI:

300KW
P
Cos  I  0.65  Cos  I  I
NI θI

300
0.65   N I  461.53846 KVA

QI
NI

N I  PI  QI  QI  461.538462  3002
2 2 2

Q1  123017.75147  350.73886 KVAR


Potência e correção
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À estre triangulo adicionaremos os capacitores com carga resistiva QC até que o


fator de potência do arranjo se torne 0.9 atrasado. A figura abaixo representa o
novo arranjo:
300KW

θT PT
θI

QT

350,738865KVAR
QC
Definido o triângulo total de potências podemos calcular seus componentes :

PT  PI  300 KW

PT
cosT  0.9  cosT 
NT
300
0.9   NT  333.33333
NT
QT  333.333332  3002  21111.11111
QT  145.29663

Sabendo que QT+QC=QI podemos calcular o valor de QC:

QT  QC  QI  QC  QT  QI
QC  350.73886  145.29663
QC  205.44223
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Agora calcularemos a redução em porcentagem de KVA:

N I  NT 461.53846  333.33333
Re d %KVA  .100  .100
NI 461.53846
Re d %KVA  27.77777%

QC  205.44223KVAR e Re d%KVA  27.77777%


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4.2.13)

PI

θI

QI
PN
CosθI=0,8

Neste exemplo temos uma carga com fator de potência 0,8 que terá cargas
resistivas adicionadas de forma que o fator de potência final do aranjo chegue à
0,85. Iniciaremos determinando os valores para QI e PI:

PI
P
Cos  I  0.8  Cos I  I
NI θI

PI
0.8   PI  20 KW

QI
25

N I  PI  QI  QI  252  202
2 2 2

Q1  225  15 KVAR
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À estre triangulo adicionaremos cargas resistivas com potência PR até que o


fator de potência do arranjo se torne 0.85 atrasado. A figura abaixo representa o
novo arranjo:
20KW PT
θI θT

15KVAR

QT
PR
Definido o triângulo total de potências podemos calcular seus componentes :

QT  QI  15KVAR
cosT  0.85  sin T  0.52678
QT 15
sin T   NT   28.47488 KVA
NT 0.52678
PT  28.474882  152  601.44060
PT  24.52428 KW
Sabendo que PT=PR+PI podemos calcular o valor de PR:

PT  PI  RR  PR  PT  PI
PR  24.52428  20
PR  4.52428KW

PR  4.52428KW
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4.2.14)

1500W

θI

QM

QC
QI
θM
PM
CosθI=0,75 CosθM=0,65

Neste exemplo temos um motor de indução com fator de potência 0,75 atrasado
associado à motores sícronos com fator de potência 0,65 adiantado. Neste arranjo
devemos adicionar cargas capacitivas (banco de capacitores) até obtermos um
fator de potência igual à 0,95. Iniciaremos determinando os valores para Q I, NI, QM
e PM :
PI
Cos  I  0.75  Cos I  1500W
NI
θI
1500
0.75   N I  2000VA

QI
NI

N I  PI  QI  QI  20002  15002
2 2 2

Q1  1750000  1322.87565VAR
Analogamente para o motor síncrono temos:

PM
Cos  M  0.65  Cos M 
NM
QM

PM
0.65   PM  325W θM
500 PM

N I  PI  QI  QI  5002  3252
2 2 2

Q1  144375  379.96710VAR
Potência e correção
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À estre arranjo adicionaremos cargas capacitivas com potência QC até que o


fator de potência do arranjo se torne 0.95 atrasado. A figura abaixo representa o
novo arranjo:

1500W PT
θT

QT
1322,87565VAR
θI

QC 379,96710VAR
θM
325W
CosθI=0,75 CosθM=0,65

Definido o triângulo total de potências podemos calcular seus componentes :


PT  PI  PM  1500  325  1825W
PT
cosT  0.95  cosT 
NT
1825
0.95   NT  1921.05263VA
NT
QT  1921.052632  18252  359878.21329
QT  599.84849VAR
Sabendo que QT=QI-QC-QM podemos calcular o valor de QC:

QT  QI  QC  QM  QC  QI  QT  QM
QC  1322.87565  599.84849  379.96710
QC  343.06006VAR
Potência e correção
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Agora calcularemos a redução em porcentagem de VA. Para isso devemos


calcular primeiro a quantidade de VA (NA) existentes no arranjo composto pelo
motor de indução e o motor síncrono. Este arranjo segue abaixo:

1500W PA
θA

1322,87565VAR
θI

QA
379,96710VAR
θM
325W
CosθI=0,75 CosθM=0,65

PA  PI  PM  1500  325  1825W

QA  QI  QM  1322.87565  379.96710
QA  942.90855

N A  18252  942.908552
N A  2054.19121
Com após calcular a quantidade de VA do arranjo (NA), determinaremos a sua
redução até o valor final (NT):

N A  NT 2054.19121  1921.05263
Re d %VA  .100  .100
NA 2054.19121
Re d %VA  6.48131%

QC  343.06006VAR e Re d%KVA  6.48131%


Potência e correção
Eletricidade Aplicada Lista 4
de Fator de Potência
4.2.15)

PI

θI

20KVAR
QI
Neste exemplo temos uma carga inicial que será associada à um banco de
capacitores com 20KVAR. Esta adição nos resulta em triângulo de potência
atrasado com fator de potência igual à 0,9. Sabendo que a adição de bancos de
capacitores tende à adiantar o fator de potência do arranjo podemos concluir que
a carga inicial tem F.P menor que 0,9 e que este é inicialmente atrasado. Neste
problema traçaremos o triangulo total de potência e determinaremos o valor QI, NI,
PI e seu fator de potência. Assim temos:

P CosθT=0,9 PI
CosT  0.9  CosT  T
NT θT PT
θI

QT
P
0.9  T  PT  166.5 KW
185

QI
NT  PT  QT  QT  1852  166.52
2 2 2

20KVAR
QT  6502.75  80.63963KVAR

Verificando a figura temos:

PI  PT  166.5 KW PT
F .P.I 
QI  QT  20  QI  100.63963KVAR NT
N I  166.52  100.639632 166.5
F .P.I   0.85581
N I  194.55226 KVA 194.55226
Potência e correção
Eletricidade Aplicada Lista 4
de Fator de Potência

, NT  194.55226KVA
Q  100.69363KVAR, P  166.5KW e F .P  0.85581(atrasado)
I T
Potência e correção
Eletricidade Aplicada Lista 4
de Fator de Potência
4.2.16)

PI

θI

QM
QI
θM
PM
CosθI=0,8

Neste exemplo temos uma combinação de motores de indução e sincronos que


no resultam em um arranjo final com F.P 0,9 atrasado:

CosθT=0,9 PI PT
θT
θI

QT
θ1
CosθI=0,8
θ2
QI

θ3
θ4
QM
θM
PM

Este problema exigirá uma utilização mais profunda da trigonometria para sua
solução. Primeiro definiremos os valores dos ângulos presentes na figura:

CosT  0.9 T  25.84193o


Cos I  0.8  I  36.86989o
1   I  T  11.0279o
 2  T  90  2  64.15806o
Para definir θ3 aplicaremos a lei dos senos:
sin 1 sin  3 2000.sin 1
  sin  3 
500 2000 500
sin  3  4 sin 1  0.76515
 3  49.92015o
Potência e correção
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Repetindo a figura com os valores dos ângulos indicados podemos determinar o


valor de θM:

CosθT=0,9 PI PT
25,84193º
θI

QT
11,0279º
CosθI=0,8 64,15806º

QI
49,92015º
θ4

QM
θM
PM

 4  49.92015o  64.15806o  180o


 4  65.92179o
 M   4  90  M  24.07821o
F .P.M  cos M  0.91298

F .P.M  0.91298
Potência e correção
Eletricidade Aplicada Lista 4
de Fator de Potência
4.2.17)

PI

θI

QM
QI
θM
PM
CosθM=0,6

Neste exemplo temos uma combinação de motores de indução e sincronos que


no resultam em um arranjo final com F.P 0,9 atrasado:

CosθT=0,85 PI PT
θT
θI

QT
θ1
θ2
QI

θ3
θ4
QM
θM
CosθM=0,6 PM

Este problema exigirá uma utilização mais profunda da trigonometria para sua
solução. Primeiro definiremos os valores dos ângulos presentes na figura:

CosT  0.85 T  31.78833o


Cos M  0.6  M  53.13010o
 M   4  90  4  36.86990o
T   2  90  2  58.21167 o
 2   3   4  180  3  84.91843o
Potência e correção
Eletricidade Aplicada Lista 4
de Fator de Potência

Repetindo a figura com os valores dos ângulos indicados podemos determinar o


valor de θ1 e θI:

CosθT=0,85 PI PT
31,78833º
θI

QT
θ1
58,21167

QI
84,91843º

QM
36,86990º
53,13010º
CosθM=0,6 PM
Para definir θ1 aplicaremos a lei dos senos:

sin 1 sin  3 25.sin 84.91843o


  sin 1 
25 65 65
5
sin 1  sin 84.91843o  0.38310
13
1  22.52606o

 I  1  T
 I  22.52606o  31.78833o
 I  54.32439o
F .PI  cos I  0.58319

F .P.I  0.58319
Potência e correção
Eletricidade Aplicada Lista 4
de Fator de Potência
4.2.18)

P1 P2

θ1 θ2

QI

Q2
Cosθ1=0,85 Cosθ2=0,6

Neste exemplo temos uma trawnformador de 100KVA que opera com apenas 80%
de sua plena carga com isso temos:

N1  0,80.100 KVA  80 KVA


Será associado a este transformador cargas com F.P. atrasado de moto que a
potência total final não exceda os 100KVA (NT) do transformador. Com isso temos
o seguinte arranjo:
P1 PT

Cosθ1=0,85 θ1
θ3
QT
QI

γ
P2
α θ2 Cosθ2=0,6
Q2

Primeiro definiremos os valores dos ângulos presentes na figura:

Cos1  0.85 1  31.78833o


Cos 2  0.6  2  53.13010o
1   3  90  3  58.21167 o
 2   3    90o  360   158.66823o
Potência e correção
Eletricidade Aplicada Lista 4
de Fator de Potência

Repetindo a figura com os valores dos ângulos indicados podemos determinar o


valor de θ1 e θI:

P1 PT

Cosθ1=0,85 31,78833º
58,21167º

QT
QI
γ
P2
53,13010 Cosθ2=0,6

Q2
β

Para calcular β aplicaremos a lei dos senos:

sin  sin  80.sin 158.66826o


  sin  
80 100 100
4
sin   sin 158.66826o  0.29101
5
  16.91866o

      180
  180  16.91866  158.66826  4.41308o
Para calcular N2 aplicaremos a lei dos senos:

sin  sin  100.sin 


  N2 
N2 100 sin 
100.sin 4.41308o
N2   21.15271KVA
sin 158.66826

N 2  21.15271KVA
Potência e correção
Eletricidade Aplicada Lista 4
de Fator de Potência
4.2.19)
a) P1

θ1

QC
QI
Cosθ1=0,8

Para a letra A associaremos o transformador ao capacitor para obtermos um F.P.


igual à 0,9 atrasado conforme feito no exercício 12. Antes devemos defirnir as
demais potências associadas ao transformador:

P1
Cos1  0.8  Cos1  θ1
N1
P1

QI
0 .8   P1  200 KW
250

Cosθ1=0,8
N I  PI  QI  QI  250  200
2 2 2 2 2

Q1  22500  150 KVAR

200KW PT

PT  P1  200 KW θT
QT

θ1
150KVAR

PT
cosT  0.9  cosT 
NT
QC

200
0 .9   NT  222.22222
NT QC  Q1  QT
QT  222.222222  2002  9382.71506 QC  150  96.86441
QT  96.86441 QC  53.13559 KVAR
Potência e correção
Eletricidade Aplicada Lista 4
de Fator de Potência

b)
Com o fator de potência corrigido agora definiremos quantos KW com fator de
carga unitário podemos adicionar ao triângulo de forças da questão sem que
sejam ultrapassados os 250KVA do transformador
200KW PT
θI θT

96,86441KVAR

QT
PR
Como já dispomos do valor de QT e NT podemos calcular PT:

PT  2502  96.864412  53117.28607


PT  230.47187 KW

PR  PT  200
PR  230.47187  200  30.47187 KW

a) QC  53.13559 KW b) PR  4.52428KW