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A HISTÓRIA DE KUAN YIN

13 dez 2017 • Jacq Oliver

A HISTÓRIA DE KUAN YIN

A HISTÓRIA DE KUAN YING

Na mitologia chinesa, Kuan Yin 观世音菩萨 é conhecida como a Deusa da Compaixão e da


Misericórdia. Ela existiu como pessoa, igual a todos nós e somente depois de sua morte foi
transformada em Deusa. Também conhecida como Quan’Am (no Vietnã), Kannon (no Japão), e
Kanin (em Bali). Ela cobre as planícies alagadas do Oriente, do Egito à China. E é venerada em
todo o mundo por milhões de pessoas, que a consideram o símbolo máximo da pureza
espiritual.

Esta Deusa enquanto viveu, percorreu o mundo, viu muita dor e então, jurou proteger e
amparar todos os humanos até que o último sofrimento acabe. A MESTRA KUAN YIN TORNOU-
SE A INCORPORAÇÃO DA COMPAIXÃO.

Kuan Yin, cujo nome significa “aquela que ouve os lamentos do mundo” é boddhisatva da
Compaixão no budismo chinês. Ela vive em uma ilha paradisíaca de P’u T’o Shan, onde ouve
todas nossas preces. Todos que trabalham com sua energia, sabem o quanto ela é doce e sutil,
mas também o quanto é poderosa. Somente a menção de Seu Nome alivia o sofrimento e as
dificuldades. Mesmo tendo alcançado a iluminação, Ela optou por permanecer no mundo dos
homens.

Kuan Yin é representada com um dragão, pois ele é o símbolo mais antigo da alta
espiritualidade, a sabedoria, a força e os poderes divinos de transformação.

Algumas vezes, Kuan Yin é representada como uma figura muito armada, tendo em cada mão
um símbolo cósmico diferente ou expressando uma posição ritual específica (mudras). Isto
caracteriza a Deusa como a fonte e alimento de todas as coisas. As mãos dela formam
frequentemente o Yoni Mudra, simbolizando o útero como a porta para entrada para este
mundo pelo princípio feminino universal.

Outras vezes, Kuan Yin é representada sentada sobre uma flor de lótus. Nas pinturas dos
artistas tibetanos, linhagens de Budas e homens santos também aparecem flutuando sobre
flores de lótus – uma representação dos tronos da suprema espiritualidade. Nas escrituras
budistas do Tibet, conta-se que o pequeno Buda já podia andar ao nascer e que, a cada passo,
brotavam flores de lótus de suas pegadas – um sinal de sua origem divina. Hoje, muitos
monges e fiéis dessa religião visualizam essa mesma cena enquanto caminham, imaginando
que flores de lótus surgem debaixo de seus pés. Com essa prática meditativa, acreditam eles,
estariam espalhando o amor e a compaixão de Buda simbolizados pela flor.

Na teologia Budista Kuan Yin é algumas vezes representada como capitã do “Barco da
Salvação”, guiando as almas ao Paraíso Oeste de Amitabha, a Terra Pura, a terra das bençãos,
onde as almas podem renascer para continuar recebendo instruções até alcançar a iluminação
e a perfeição.

Ela é também uma das quatro Bodhisattvas (P’u-sa em chinês), junto com Samantabhadra,
Kshitigorha (Di-cang) e Manjushiri (Wen-shu) e em seu aspecto masculino se identifica com o
Bodhisattva Avalokiteshvara, a quem em Tibetano se chama Chenresi: “Quem ouve e chora o
mundo”.

Exatamente igual a Ártemis, Kuan Yin é uma deusa virgem que protege todas as mulheres e
crianças. A simplicidade que esta Deusa da Clemência gera ao seu redor e entre seus devotos,
é de um forte sentimento de fraternidade universal. Seus padrões morais e humanos tendem a
nos conduzir para nos tornarmos mais compassivos e misericordiosos.

Acredita-se que Kwan Yin frequentemente aparece no céu ou nas ondas para salvar aqueles
que a invocam quando em perigo. Histórias pessoais podem ser ouvidas em Taiwan, por
exemplo, de pessoas que a viram durante a Segunda Guerra Mundial aparecendo no céu como
uma jovem, agarrando as bombas e cobrindo-as com as suas vestes brancas para que não
explodissem.

Ela passou por numerosas encarnações antes de sua ascensão há milhares de anos e aceitou o
voto de bodhisattva para ensinar aos filhos de Deus não ascensionados como equilibrar seus
carmas e cumprir seus planos divinos com serviço amoroso à vida e a aplicação da chama
violeta pela ciência da Palavra falada.

Kwan Yin é originária do planeta Vênus e chegou à Terra juntamente com a comitiva de Sanat
Kumara há 16 milhões de anos, quando este tomava posse como Senhor do Mundo, na
regência da Terra. Como Mestra de Saint Germain, ela o acompanhou e inspirou em suas
inúmeras missões na Terra, com a intenção de ajudar a humanidade em sua elevação.