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A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida levou à morte mais de 25 milhões


desde que foi identificada em 1981, o que a tornou umas das mais
destrutivas epidemias registradas na história. Apesar dos tratamentos
antiretrovirais e cuidados em muitas regiões do planeta a AIDS reclamou,
apenas em 2005, aproximadamente 3,1 milhões de vidas, dos quais 570 mil
eram crianças. Algumas entidades afirmam que os números da AIDS
atingiram recordes de contaminação de todos os tempos. Estima -se que
40,3 milhões de pessoas n o mundo estejam convivendo com a doença e
que 5 milhões tenham sido infectadas apenas em 2005. 

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A epidemia não e homogênea com algumas regiões mais afetadas do que


outras. Apesar das extenuante campanha global de prevenção o número de
contaminações continua a crescer. A região do Sub -Saara africano continua
sendo a mais afetada com 26,4 milhões de pessoas contaminadas, um
milhão a mais do que em 2003. 64% de todos os contaminados no mundo
vivem naquela região e 77% de todas as mulheres contaminadas. Em
segundo lugar fica o sul e sudoeste da Ásia com 15% dos contaminados.

Os fatos-chave sobre a origem da AIDS ainda não estao b em claros,


particularmente onde e quando a pandemia se iniciou, porém se imagina
que tenha derivado de uma doença que afeta alguns primadas africanos.
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A malária mata 2 mi lhões de pessoas por ano, uma taxa só comparável à da
AIDS, e afeta mais de 500 milhões de pessoas todos os anos. É a principal
parasitose tropical e uma das mais freqüentes causas de morte em crianças
nesses países: (mata um milhão de crianças com menos d e 5 anos a cada
ano). Segundo a OMS, a malária mata uma criança africana a cada 30
segundos, e muitas crianças que sobrevivem a casos severos sofrem danos
cerebrais graves e têm dificuldades de aprendizagem.

Não há estatísticas muito precisas, pois muito s casos ocorrem em áreas


rurais onde as pessoas não têm acesso hospitalar. Conseqüentemente a
vasta maioria dos casos não é documentada.

A malaria é uma das doenças infecciosas mais comuns e um enorme


problema de saúde publica. O parasita e transmitido pe la fêmea do mosquito
c  . Uma vez que o hospedeiro e infectado, o parasita passa a se
multiplicar dentro das hemácias causando sintomas da anemia (dores de
cabeças, falta de ar, taquicardia, etc.), e também sintomas gerais como
febre, calafrios, náus eas. Os sintomas são parecidos com os da gripe e
pode levar ao coma e morte.

A doença é causada por um protozoário do gênero Plasmódio. É muito


disseminado em zonas tropicais e subtropicais incluindo partes das
Américas, Ásia e África.

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Entre 1918 e 1919 a epidemia de Gripe Espanhola matou mais pessoas do
que Hitler, armas nucleares e todos os terroristas da história somados. No
Rio de Janeiro, morreram 17 mil pessoas em dois meses. Os familiares,
desesperados, jogavam seus mortos na rua com medo de contrair a doença.

A influenza espanhola era mais severa que a gripe comum, mas tinha os
mesmos sintomas iniciais como garganta dolorida, dor de cabeça e febre.
Mas comumente em muitos pacientes a doença progredia para algo muito
pior do que espirros. Calafrios intensos e fatiga vinham acompanhados de
fluido nos pulm ões. Se a gripe passava do estágio de pequena
inconveniência geralmente a pessoa já estava pré -destinada a morrer.

Mesmo hoje &'!!()! *+ . Tudo o que os médicos


podiam fazer era deixar seus pacientes o mais confortáveis possível. A cor
azulada na pele dos doentes evoluía para marrom ou roxo e seus pés
ficavam pretos. Os ³sortudos´ se afogavam com o fluído nos pulmões. Os
outros desenvolviam pneumonia bacteriana e agonizavam de uma infecção
secundária. Como os antibióticos ainda não haviam sido inventados essa
doença também não podia ser tratada.

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Peste negra é a desi gnação por que ficou conhecida, durante a Idade Média,
a peste bubônica, pandemia que assolou a Europa durante o século XIV e
dizimou em torno de 25 a 75 milhões de pessoas, pois alguns pesquisadores
acreditam que o número mais próximo da realidade é de 75 milhões de
pessoas, um terço da população da época.

A Peste Negra foi uma epidemia que atingiu a Europa, a China, o Oriente
Médio e outras regiões do Mundo durante o século XIV (1347 -1350),
matando um terço da população da Europa e proporções provavelmen te
semelhantes nas outras regiões. A peste não só dizimou a população como
largamente destruiu a brilhante civilização européia da baixa Idade Média,
da construção das catedrais e do feudalismo, que foi substituída pela
bastante diferente civilização das D escobertas e do Renascimento, logo que
a população voltou a crescer. Durante o período de revolução que causou,
instituições milenares como a Igreja Católica foram questionadas, novas
formas de religião místicas e de pensar prosperaram e minorias inocentes
como os leprosos e os judeus foram perseguidas e acusadas de serem a
causa da peste.

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A bactéria entra por pequenas quebras invi síveis da integridade da pele. Daí
espalha-se para os gânglios linfáticos, onde se multiplica.

Após no máximo sete dias, em 90% dos casos surge febre alta, mal estar e
os bulbos, que são protuberâncias azuladas na pele. São na verdade
apenas gânglios linf áticos hemorrágicos e inchados devido à infecção. A cor
azul-esverdeada advém da degeneração da hemoglobina. O surgimento dos
bulbos corresponde a uma taxa média de sobrevivência que pode ser tão
baixa como 25% se não for tratada. As bactérias invadem entã o a corrente
sanguínea, onde se multiplicam causando peste septicêmica.
A peste septicêmica caracteriza -se pelas hemorragias em vários órgãos. As
hemorragias para a pele formam manchas escuras, de onde vem o nome de
peste negra. Do sangue podem invadir qu alquer órgão, sendo comum a
infecção do pulmão.

A peste pneumônica pode ser um desenvolvimento da peste bubônica ou


uma inalação direta de gotas infecciosas expelidas por outro doente. Há
tosse com expectoração sanguinolenta e purulenta altamente infeccio sa. A
peste inalada tem menor período de incubação (2 -3 dias) e é logo de início
pulmonar, sem bulbos. Após surgimento dos sintomas pulmonares a peste
não tratada é mortal em 100% dos casos.

Mesmo se tratada com antibióticos, exceto se na fase inicial, a peste tem


ainda uma mortalidade de 15%.

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A varíola sempre foi a causa


de epidemias mortíferas.

O vírus da varíola é um
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vírus que infectam seres
humanos, com cerca de 300
nanômetros de diâmetro, o que
é suficientemente grande para
ser visto como um ponto ao
microscópio óptico. Há
somente outro vírus infectante no mundo todo com este tamanho. O seu
genoma é de DNA e é dos mais complexos existentes.

O último caso registrado de varíola ocorreu na Somália em 1977 e o seu


vírus hoje só é guardado em dois laboratórios governamentais bem vigiados,
nos EUA e na Sibéria, Rússia. Fontes:

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FONTE: www.alcoolismo.com.br

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