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Aula 1 – Sinais e Sistemas

Ementa Resumida

• Introdução • Sistemas
• Classificação de Sinais – Definições
– Tempo Contínuo/Discreto – Classificação de Sistemas
– Par/Ìmpar (Estabilidade, Memória,
– Periódico/Não Periódico Causalidade, Linearidade,
Invariância no Tempo).
– Determinístico/Aleatório
• Representação no Domínio do
– Energia/Potência
Tempo
• Operações com Sinais
– Definição de SLIT
– Nas variáveis dependentes
– Convolução discreta e contínua
– Na variável independente (t)
• Representação no Domínio da
• Sinais Elementares Frequência
– Degrau (gate e rampa); – Transf. Laplace/Fourier; Função
Impulso (Cont e Disc); de Transferência/Resposta em
Prof. Dra. Ana Lúcia M.C.Silvestre da Silva Exponenciais; Senoidais. Frequência 2
lucia.silva@sj.unisal.br

Bibliografia Básica Critério de Avaliação

• HAYKIN, S., VAN VENN, B., Sinais e Sistemas, Porto Alegre: Bookman, • Sejam duas provas P1 e P2 e um teste T
2001. (matéria acumulativa sempre)
• NALON, J. A., Introdução ao Processamento Digital de Sinais, Rio de M = (4P1+5P2+1T)/10
Janeiro: LTC, 2009. • Prova de faltosos: é realizada no fim do semestre, matéria toda e exclusivamente
• GIROD, B., Sinais e sistemas, Rio de Janeiro: LTC, 2003. para alunos faltosos com justificativa aprovada pela secretaria (reg. novo). Caso
aluno falte em mais de uma prova, substituirá a prova de maior peso.
• Média para aprovação: 6,0.
• Critério de Arredondamento da nota final: científico
Metodologia (0-0,24 = 0; 0,25-0,74=0,5; 0,75-1 =1,0)
• Na Prova: celulares desligados; material obrigatório, calculadora proibida, folha de
• Aulas expositivas (quadro negro e Powerpoint) consulta A4 à mão (não pode ser xerox) , identificada, opcional.
• Exercícios em sala de aula com acompanhamento da professora • Datas: P1: 21/09 ; P2: 16/11 ;
• T: 23/11 (sem consulta); P faltosos: 07/12 (sem consulta)
• Presença: no mínimo 75% das aulas; justificativas de faltas: direto na secretaria.
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CD: Detecção
CD: códigos de linha, Espaço
A - Sinais e sistemas – Introdução CD: Coerente e Não
de sinais; Mod digitais (ASK,
Huffmann Coerente
FSK; PSK, MSK, QPSK, QAM)
CD: Prob.
CD: Erro
Bases para Engenharia Elétrica/Telecom, Eng. Computação e Eng. Controle e CD: PCM Informação, CD: Múltiplo
Entropia Acesso, FDMA,
Automação, especialmente em: Sinal
Mensagem TDMA, CDMA
Processamento Sistemas de Sistemas de Transmissor - TX Sinal
de Sinais Comunicações Controle transmitido
A/D Codif. Fonte Codif. Canal Modulação Multiplex

Solução de Circuitos Elétricos via TF eq. diferenciais; Sistemas tempo


real, Sis Inteligentes, Sist Embarcados, Sensores e Aquisição de Dados,
PDI, Celulares, Princípios de Comunicação, projetos de filtros (análise de SS PDS PE SS PC PDS PC
(filtragem)
distorções harmônicas), sistemas de áudio, apps comm móveis, apps Canal

Android, Projetos de Controladores Estimativa de


Mensagem
PE
• Tratar formas de tempo contínua e discreta, lado a lado, de sinais e sistemas (e
sua aplicação em Engenharia) para observar similaridades e diferenças. Receptor - RX
• Trata suas aplicações em modulação, filtragem e realimentação D/A Decod. Fonte Decod. Canal Demodulação Demux
Sinal
• Sinais e Sistemas apresenta sinais determinísticos. Estocásticos acrescenta no recebido
mesmo universo de sistemas de comunicação, sinais aleatórios (sinais de PE: Espaço Prob, Prob. Condicional, Fç Dist. e Densidade contínua e discreta; Esperança, Média e
Variância, Correlação
comunicação). Explo: sinal modulante. 5 6
SS: Class (P-NP, Det-Al, Par-Impar, Cont-Disc, En-Pot), Sinais element.; Conv; TF
• Ensina-se técnicas matemáticas aplicadas a Sinais e Sistemas:“ferramentaria”. PC: envolvia mundo analogico. Em CD aprofundamento para mundo digital.

I - Sinal Relembrando ... I - Sinal


É uma função que representa uma medida de IMP:
para cada elemento do Domínio, a função mapeia um ÚNICO elemento da Imagem;
uma variável (grandeza física, química,
senão não é função!
biológica, financeira, ...)

Explos: Através dos


sinais de fala; Sinais, obtemos y1
Imagens; INFORMAÇÕES É sinal.
batimentos cardíacos, pressão sanguínea; que nos
flutuações diárias das ações na bolsa; permitem tomar
valor do dólar; AÇÕES
x2 x1
peso de uma criança;
imagens enviadas por sondas que exploram y1
o espaço;
Não é sinal
x1 porque não é
Tem que ser uma fç e representar uma medida; função!!!
Normalmente é fç do tempo -> dá para construir um gráfico dele. y2
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II – Sistema Sistemas de Comunicação podem ser:
• Recebe e processa sinais.
• Composto por subsistemas.
• 2 tipos de sistemas mais típicos: Comunicações e Controle Analógicos v.a. contínua Digitais v.a. discreta

Em termos de processamento Mais complexo. Se o sinal for analógico, primeiro o


II.a – Sist Com. de sinais, é simples: Tx terá que convertê-lo em digital. (*) P/ isso:
Tx: modulador 1) amostragem: converte m(t) numa sequência de
Sinal Rx: demodulador números, amostras (cada no. Representa a
mensagem Canal amplitude de m(t) num instante de tempo
Tx Rx
m(t) (fibra ótica, cabo 2) Quantização: representa cada amostra no nível
(transmissor) s(t) (receptor)
coaxial, satélite) r(t) (t) (aleatório) mais próximo dentre um no. Finito de níveis com
Sinal recebido (é a melhor aproximação,
amplitude discreta.
estimativa, que o receptor
é capaz de fazer pois
3) Codificação: converte em palavras-código.
houve distorções do canal, 4) Pode ser feita codificação de fonte e codif canal.
m(t) pode ser voz, imagem ou dados; (Aleatório) ruídos e interferência) 5) Modulação: converte sinal msg em forma
Tx: obj é converter m(t) produzido por uma fonte de informação em uma forma Note que a compatível para passar pelo canal. O sinal é
apropriada p/ ser transmitida pelo canal; portadora (Determinístico) codif canal vem representado como uma variação de amplitude,
Canal: meio físico de transmissão; imperfeito (distorções); antes da fase ou frequência de uma onda portadora senoidal
Rx: obj é produzir uma estimativa de m(t) e entregá-lo ao usuário final. modulação (mod de ampl, fase ou freq; cada qual com
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Papel inverso ao do Tx. Tb inverte os efeitos do canal. vantagens e desvantagens)

Sinal Sinal Note que comunicações digitais exigem muitos circuitos eletrônicos, mas estes são
analógico Digitalizado cada vez mais baratos e há grande disponibilidade de VLSI (very large scaled
Codificação integrated) na forma de chips de silício.
amostr quantiz codificação de fonte e Modulação
canal
Há dois modos básicos de comunicações:
1. Radiodifusão: único Tx potente e vários Rx baratos.
No receptor , as operações são executadas em ordem inversa. Obs: o inverso da Fluxo unidirecional. Explo: rádio, TV,...
amostragem é chamado de interpolação. 2. Ponto a Ponto: enlace entre um único Tx e um único Rx.
Fluxo Bidirecional. Explo: telefone, deep space entre estação
Quantização: processo não-inversível, ou seja, não dá para recuperar as perdas. terrestre e robô que explora a superfície de um planeta.
Portanto, na quantização o engenheiro precisa balancear o custo-benefício: usar o
maior no. de níveis possível (que dá menor erro), já que aumentar o no. de níveis
acabará gerando palavras-código maiores na codificação que vem em seguida.

Codif Fonte: Remove redundância pela redução do no. bits/amostra

Codif Canal: insere redundância controlada para oferecer proteção contra ruído,
interferência e distorção do canal. Controle de erros.

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II.b – Sist Controle III - Sistemas Analógicos X Sistemas Digitais
Sinal- Sinal de perturbação
referência Sinal-erro Tempo contínuo Tempo discreto
controle Planta
ou set e(t)
controlador v(t) (objeto a ser
saída
point + y(t) Recorre a elementos de circuitos Recorre a elementos de circuitos digitais
x(t) - controlado, explo: analógicos (resistores, capacitores, (somadores, multiplicadores (para operações
aeronaves) indutores, diodos, ...) aritméticas), memória (para armazenamento)

sensor Resolve equações diferenciais, que Resolve computações numéricas; o tempo


Sinal medido r(t)
Exige Realimentação (malha fechada) descrevem sistemas físicos sem precisar de dessas computações determina se será tempo
sol. aproximadas; tempo real; independem real ou não. Porém, apresenta:
O sensor mede a saída da planta, y(t), e a converte para forma elétrica. É então comparado a x(t) da fx de frequência do sinal de entrada Flexibilidade: o mesmo HW implementa ≠
para produzir e(t). Em sistemas de controle digitais, o Controlador pode ser um computador ou um versões ou mudanças simplesmente alterando o
microprocessador. O controlador tb tem que ser ajustado para não levar em conta o ruído do sensor. SW ( no caso analógico, mudança significa
Eqs diferenciais são vistas em circuitos reprojetar o sistema)
Pode ser SISO (single-input-single-output) ou MIMO: (multiple-input-multiple-output) elétricos, por exemplo. Tudo analógico lá; Repetitividade: a mesma operação é repetida de
tudo tempo contínuo. Transformada de maneira exata muitas vezes (no analógico, há
Técnicas de sinais e sistemas aplicadas a sistema de controle são muito usadas na indústria. Explo: Laplace/Fourier (a TF também é usada em variações de parâmetros devido a mudanças de
piloto automático de aviões, transporte coletivo, reatores, robôs, ... Estocásticos para analisar sinais aleatórios tensão na fonte de energia, ou na temperatura
- A TF da autocorrelação é a densidade ambiente.
Deseja-se:
espectral de potencia do sinal aleatório) Transformada Z /Fourier Discreta; tempo discreto
• Resposta satisfatória: saída tem que acompanhar set point. O processo chama-se Regulação.
(Idem para o caso discreto)
• Robustez: sistema é robusto se possui boa regulação apesar das perturbações externas (explo
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de perturbação: turbulências em vôos) A maioria dos sistemas práticos é mista.

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