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Questões Primeiro Ano – Ensino Médio

1. (Enem 2014) Alguns dos desejos são naturais e necessários; outros, naturais e não necessários;
outros, nem naturais nem necessários, mas nascidos de vã opinião. Os desejos que não nos trazem
dor se não satisfeitos não são necessários, mas o seu impulso pode ser facilmente desfeito, quando
é difícil obter sua satisfação ou parecem geradores de dano.

EPICURO DE SAMOS. “Doutrinas principais”. In: SANSON, V. F. Textos de filosofia. Rio de


Janeiro: Eduff, 1974.

No fragmento da obra filosófica de Epicuro, o homem tem como fim

a) alcançar o prazer moderado e a felicidade.


b) valorizar os deveres e as obrigações sociais.
c) aceitar o sofrimento e o rigorismo da vida com resignação.
d) refletir sobre os valores e as normas dadas pela divindade.
e) defender a indiferença e a impossibilidade de se atingir o saber.

Resposta correta: A

2. (Unisc 2012) Nas suas Meditações, o filósofo estoico Marco Aurélio escreveu:

“Na vida de um homem, sua duração é um ponto, sua essência, um fluxo, seus sentidos,
um turbilhão, todo o seu corpo, algo pronto a apodrecer, sua alma, inquietude, seu destino,
obscuro, e sua fama, duvidosa. Em resumo, tudo o que é relativo ao corpo é como o fluxo de um
rio, e, quanto á alma, sonhos e fluidos, a vida é uma luta, uma breve estadia numa terra estranha,
e a reputação, esquecimento. O que pode, portanto, ter o poder de guiar nossos passos? Somente
uma única coisa: a Filosofia. Ela consiste em abster-nos de contrariar e ofender o espírito divino
que habita em nós, em transcender o prazer e a dor, não fazer nada sem propósito, evitar a
falsidade e a dissimulação, não depender das ações dos outros, aceitar o que acontece, pois tudo
provém de uma mesma fonte e, sobretudo, aguardar a morte com calma e resignação, pois ela
nada mais é que a dissolução dos elementos pelos quais são formados todos os seres vivos. Se
não há nada de terrível para esses elementos em sua contínua transformação, por que, então,
temer as mudanças e a dissolução do todo?”

Considere as seguintes afirmativas sobre esse texto:

I. Marco Aurélio nos diz que a morte é um grande mal.


II. Segundo Marco Aurélio, devemos buscar a fama, a riqueza e o prazer.
III. Segundo Marco Aurélio, conseguindo fama, podemos transcender a finitude da vida humana.
IV. Para Marco Aurélio, a filosofia é valiosa porque nos permite compreender que a morte é parte
de um processo da natureza e assim evita que nos angustiemos por ela.
V. Para Marco Aurélio, só a fé em Deus e em Cristo pode libertar o homem do temor da morte.
VI. Para Marco Aurélio, o homem participa de uma realidade divina.

Assinale a alternativa correta.


a) Somente as afirmativas I e V estão corretas.
b) Somente as afirmativas I, II e III estão corretas.
c) Somente as afirmativas IV e VI estão corretas.
d) Todas as afirmativas estão corretas.
e) Somente a afirmativa IV está correta.

Resposta correta: C
3. (Uem 2010) A filosofia de Epicuro (341 a 240 a.c.) pode ser caracterizada por uma filosofia
da natureza e uma antropologia materialista; por uma ética fundamentada na amizade e a busca
da felicidade nos princípios de autarquia (autonomia e independência do sujeito) e de ataraxia
(serenidade, ausência de perturbação, de inquietação da mente).

Sobre a filosofia de Epicuro, assinale o que for correto.


01) A filosofia de Epicuro fundamenta-se no atomismo de Demócrito. Epicuro acredita que a
alma humana é formada de um agrupamento de átomos que se desagregam depois da morte,
mas que não se extinguem, pois são eternos, podendo reagrupar-se infinitamente.
02) Para Epicuro, a amizade se expressa, sobretudo, por meio do engajamento político como
forma de amar todos os homens representados pela pátria.
04) Epicuro, como seu mestre Demócrito, foi ateu, considera que a crença nos deuses é o resultado
da fantasia humana produzida pelo medo da morte.
08) Epicuro critica os filósofos que ficavam reclusos no jardim das suas academias e ensinavam
apenas para um grupo restrito de discípulos. Acredita que a filosofia deve ser ensinada nas
praças públicas.
16) Para Epicuro, não devemos temer a morte, pois, enquanto vivemos, a morte está ausente e
quando ela for presente nós não seremos mais; portanto, a vida e a morte não podem
encontrar-se. Devemos exorcizar todo temor da morte e sermos capazes de gozar a finitude
da nossa vida.
A soma das alternativas corretas é:

a) 06
b) 17
c) 12
d) 7
e) 31
Resposta correta: B

4. (Uff 2010) Filosofia

O mundo me condena, e ninguém tem pena


Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome
Mas a filosofia hoje me auxilia
A viver indiferente assim
Nesta prontidão sem fim
Vou fingindo que sou rico
Pra ninguém zombar de mim
Não me incomodo que você me diga
Que a sociedade é minha inimiga
Pois cantando neste mundo
Vivo escravo do meu samba, muito embora vagabundo
Quanto a você da aristocracia
Que tem dinheiro, mas não compra alegria
Há de viver eternamente sendo escrava dessa gente
Que cultiva hipocrisia.

Assinale a sentença do filósofo grego Epicuro cujo significado é o mais próximo da letra da
canção “Filosofia”, composta em 1933 por Noel Rosa, em parceria com André Filho.
a) É verdadeiro tanto o que vemos com os olhos como aquilo que apreendemos pela intuição
mental.
b) Para sermos felizes, o essencial é o que se passa em nosso interior, pois é deste que nós somos
donos.
c) Para se explicar os fenômenos naturais, não se deve recorrer nunca à divindade, mas se deve
deixá-la livre de todo encargo, em sua completa felicidade.
d) As leis existem para os sábios, não para impedir que cometam injustiças, mas para impedir que
as sofram.
e) A natureza é a mesma para todos os seres, por isso ela não fez os seres humanos nobres ou
ignóbeis, e, sim suas ações e intenções.

Resposta correta: B

5. (Uem 2008) Adaptada - O Período Helenístico inicia-se com a conquista macedônica das
cidades-Estado gregas. As correntes filosóficas desse período surgem como tentativas de remediar
os sofrimentos da condição humana individual: o epicurismo ensinando que o prazer é o sentido
da vida; o estoicismo instruindo a suportar com a mesma firmeza de caráter os acontecimentos
bons ou maus; o ceticismo de Pirro orientando a suspender os julgamentos sobre os fenômenos.
Sobre essas correntes filosóficas, assinale o que for correto.
01) Os estoicos, acreditando na ideia de um cosmo harmonioso governado por uma razão
universal, afirmaram que virtuoso e feliz é o homem que vive de acordo com a natureza e a
razão.
02) Conforme a moral estoica, nossos juízos e paixões dependem de nós, e a importância das
coisas provém da opinião que delas temos.
04) Para o epicurismo, a felicidade é o prazer, mas o verdadeiro prazer é aquele proporcionado
pela ausência de sofrimentos do corpo e de perturbações da alma.
08) Para Epicuro, não se deve temer a morte, porque nada é para nós enquanto vivemos e, quando
ela nos sobrevém, somos nós que deixamos de ser.
A soma das alternativas corretas é:
a) 01
b) 14
c) 3
d) 15
e) 7
Resposta correta: D
Questões Segundo Ano – Ensino Médio
6. (Uel 2015) Leia o texto a seguir.

É pois manifesto que a ciência a adquirir é a das causas primeiras (pois dizemos que conhecemos
cada coisa somente quando julgamos conhecer a sua primeira causa); ora, causa diz-se em
quatro sentidos: no primeiro, entendemos por causa a substância e a essência (o “porquê”
reconduz-se pois à noção última, e o primeiro “porquê” é causa e princípio); a segunda causa é
a matéria e o sujeito; a terceira é a de onde vem o início do movimento; a quarta causa, que se
opõe à precedente, é o “fim para que” e o bem (porque este é, com efeito, o fim de toda a geração
e movimento).

Adaptado de: ARISTÓTELES. Metafísica. Trad. De Vincenzo Cocco. São Paulo: Abril S. A.
Cultural, 1984. p.16. (Coleção Os Pensadores.)

Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, assinale a alternativa que indica,
corretamente, a ordem em que Aristóteles apresentou as causas primeiras.
a) Causa final, causa eficiente, causa material e causa formal.
b) Causa formal, causa material, causa final e causa eficiente.
c) Causa formal, causa material, causa eficiente e causa final.
d) Causa material, causa formal, causa eficiente e causa final.
e) Causa material, causa formal, causa final e causa eficiente.

Resposta correta: C

7. (Enem 2014)
No centro da imagem, o filósofo Platão é retratado apontando para o alto. Esse gesto significa que
o conhecimento se encontra em uma instância na qual o homem descobre a

a) suspensão do juízo como reveladora da verdade.


b) realidade inteligível por meio do método dialético.
c) salvação da condição mortal pelo poder de Deus.
d) essência das coisas sensíveis no intelecto divino.
e) ordem intrínseca ao mundo por meio da sensibilidade.

Resposta correta: B

8. (Uem 2013) Adaptada - Uma das obras de Platão (428-347 a.C.) mais conhecidas é A
República, na qual se encontra o mito da caverna “Platão imagina uma caverna onde pessoas estão
acorrentadas desde a infância, de tal forma que, não podendo ver a entrada dela, apenas enxergam
o seu fundo, no qual são projetadas as sombras das coisas que passam às suas costas, onde há uma
fogueira. Se um desses indivíduos conseguisse se soltar das correntes para contemplar, à luz do
dia, os verdadeiros objetos, ao regressar, relatando o que viu aos seus antigos companheiros, esses
o tomariam por louco e não acreditariam em suas palavras.”

(ARANHA, M.L.A. e MARTINS, M.H. Filosofando: introdução à filosofia. 3.ª ed. revista. São
Paulo: Moderna, 2003, p.121).

Sobre a citação acima e o alcance epistemológico do mito da caverna, assinale o que for correto.
01) As imagens produzidas na caverna são sombras que podem ser confundidas com a realidade.
02) A todo aquele que sai da caverna é vetada a possibilidade de retorno.
04) A imagem da fogueira se contrapõe, fora da caverna, à presença do sol, responsável pela
verdadeira luz.
08) Tal qual o mito da Esfinge, decifrado por Édipo, Platão descreve três estados da humanidade:
infância, juventude e maturidade.
16) Tal qual o mundo sensível, ilusório e efêmero, as imagens da caverna possuem um grau de
ser deficitário ou duvidoso.
A soma das alternativas corretas é:

a) 24
b) 06
c) 11
d) 01
e) 21

Resposta correta: E

9. (Uncisal 2012) No contexto da Filosofia Clássica, Platão e Aristóteles possuem lugar de


destaque. Suas concepções, que se opõem, mas não se excluem, são amplamente estudadas e
debatidas devido à influência que exerceram, e ainda exercem, sobre o pensamento ocidental.
Todavia é necessário salientar que o produto dos seus pensamentos se insere em uma longa
tradição filosófica que remonta a Parmênides e Heráclito e que influenciou, direta ou
indiretamente, entre outros, os racionalistas, empiristas, Kant e Hegel.
Observando o cerne da filosofia de Platão, assinale nas opções abaixo aquela que se identifica
corretamente com suas concepções.
a) A dicotomia aristotélica (mundo sensível X mundo inteligível) se opõe radicalmente as
concepções de caráter empírico defendidas por Platão.
b) A filosofia platônica é marcada pelo materialismo e pragmatismo, afastando-se do misticismo
e de conceitos transcendentais.
c) Segundo Platão a verdade é obtida a partir da observação das coisas, por meio da valorização
do conhecimento sensível.
d) Para Platão, a realidade material e o conhecimento sensível são ilusórios.
e) As concepções platônicas negam veementemente a validade do Inatismo.

Resposta correta: D

10. (Ufu 2012) Em primeiro lugar, é claro que, com a expressão “ser segundo a potência e o ato”,
indicam-se dois modos de ser muito diferentes e, em certo sentido, opostos. Aristóteles, de fato,
chama o ser da potência até mesmo de não-ser, no sentido de que, com relação ao ser-em-ato, o
ser-em-potência é não-ser-em-ato.

REALE, Giovanni. História da Filosofia Antiga. Vol. II. Trad. de Henrique Cláudio de Lima Vaz
e Marcelo Perine. São Paulo: Loyola, 1994, p. 349.
A partir da leitura do trecho acima e em conformidade com a Teoria do Ato e Potência de
Aristóteles, assinale a alternativa correta.
a) Para Aristóteles, ser-em-ato é o ser em sua capacidade de se transformar em algo diferente dele
mesmo, como, por exemplo, o mármore (ser-em-ato) em relação à estátua (ser-em-potência).
b) Segundo Aristóteles, a teoria do ato e potência explica o movimento percebido no mundo
sensível. Tudo o que possui matéria possui potencialidade (capacidade de assumir ou receber
uma forma diferente de si), que tende a se atualizar (assumindo ou recebendo aquela forma).
c) Para Aristóteles, a bem da verdade, existe apenas o ser-em-ato. Isto ocorre porque o movimento
verificado no mundo material é apenas ilusório, e o que existe é sempre imutável e imóvel.
d) Segundo Aristóteles, o ato é próprio do mundo sensível (das coisas materiais) e a potência se
encontra tão-somente no mundo inteligível, apreendido apenas com o intelecto.
e) Segundo Aristóteles, a teoria do ato e potência explica o movimento percebido no mundo
sensível. No entanto, o ser-em-ato, só pode existir formalmente no mundo das ideias.
Resposta correta: B
Questões Terceiro Ano – Ensino Médio

11. (Enem 2013) Até hoje admitia-se que nosso conhecimento se devia regular pelos objetos;
porém todas as tentativas para descobrir, mediante conceitos, algo que ampliasse nosso
conhecimento, malogravam-se com esse pressuposto. Tentemos, pois, uma vez, experimentar se
não se resolverão melhor as tarefas da metafísica, admitindo que os objetos se deveriam regular
pelo nosso conhecimento.

KANT, I. Crítica da razão pura. Lisboa: Calouste-Gulbenkian, 1994 (adaptado).

O trecho em questão é uma referência ao que ficou conhecido como revolução copernicana na
filosofia. Nele, confrontam-se duas posições filosóficas que
a) assumem pontos de vista opostos acerca da natureza do conhecimento.
b) defendem que o conhecimento é impossível, restando-nos somente o ceticismo.
c) revelam a relação de interdependência entre os dados da experiência e a reflexão filosófica.
d) apostam, no que diz respeito às tarefas da filosofia, na primazia das ideias em relação aos
objetos.
e) refutam-se mutuamente quanto à natureza do nosso conhecimento e são ambas recusadas por
Kant.
Resposta correta: A

12. (Unioeste 2012) “Em todos os juízos em que for pensada a relação de um sujeito com o
predicado (se considero apenas os juízos afirmativos (…)), essa relação é possível de dois modos.
Ou o predicado B pertence ao sujeito A como algo contido (ocultamente) nesse conceito A, ou B
jaz completamente fora do conceito A, embora esteja em conexão com o mesmo”.

Kant.

Considerando o texto acima e a teoria do conhecimento de Kant, é incorreto afirmar que


a) os juízos sintéticos a posteriori são os mais importantes para a teoria do conhecimento de Kant,
pois são contingentes e particulares, estando ligados a casos empíricos singulares.
b) Kant denomina o primeiro modo de relacionar sujeito e predicado de juízo analítico e o
segundo, de juízo sintético.
c) o problema do conhecimento para Kant envolve responder “como são possíveis os juízos
sintéticos a priori?”.
d) os juízos analíticos, embora universais e necessários, não fazem progredir o conhecimento,
pois são tautológicos.
e) o juízo “Todos os corpos são extensos” é analítico, pois não há como pensar o conceito de
corpo sem o conceito de extensão.

Resposta correta: A

13. (Uema 2011) Na perspectiva do conhecimento, Immanuel Kant pretende superar a dicotomia
racionalismo-empirismo. Entre as alternativas abaixo, a única que contém informações corretas
sobre o criticismo kantiano é:
a) A razão estabelece as condições de possibilidade do conhecimento; por isso independe da
matéria do conhecimento.
b) O conhecimento é constituído de matéria e forma. Para termos conhecimento das coisas, temos
de organizá-las a partir da forma a priori do espaço e do tempo.
c) O conhecimento é constituído de matéria, forma e pensamento. Para termos conhecimento das
coisas temos de pensá-las a partir do tempo cronológico.
d) A razão enquanto determinante nos conhecimentos fenomênicos e noumênicos
(transcendentais) atesta a capacidade do ser humano.
e) O homem conhece pela razão a realidade fenomênica porque Deus é quem afinal determina
este processo.
Resposta correta: B

14. (Unioeste 2009) “Até agora se supôs que todo nosso conhecimento tinha que se regular pelos
objetos; porém, todas as tentativas de mediante conceitos estabelecer algo a priori sobre os
mesmos, através do que o nosso conhecimento seria ampliado, fracassaram sob esta
pressuposição. Por isso tente-se ver uma vez se não progredimos melhor nas tarefas da Metafísica
admitindo que os objetos têm que se regular pelo nosso conhecimento a priori, o que assim já
concorda melhor com a requerida possibilidade de um conhecimento a priori dos mesmos que
deve estabelecer algo sobre os objetos antes de nos serem dados”. (Kant)

De acordo com o pensamento de Kant, é correto afirmar que


a) o conhecimento resulta da ação dos objetos sobre nossa capacidade perceptiva, de modo que
todo conhecimento deriva da experiência.
b) nada pode ser estabelecido sobre os objetos que não seja dado por eles ou por meio deles.
c) nosso conhecimento é regulado por princípios que se encontram em nossa mente; como tais,
são anteriores e independentes de toda experiência.
d) é dispensável fazer uma crítica da Razão e dos limites e possibilidade do conhecimento.
e) a Metafísica se constituiu há muito tempo como disciplina que “encetou o caminho seguro de
uma ciência” (Kant).

Resposta correta: C

15. (Uel 2013) Em 2012, o Vaticano permitiu o acesso do público a vários documentos, entre
eles o Sumário do julgamento de Giordano Bruno e os Atos do processo de Galileu. As teorias
desses estudiosos, juntamente com o Homem Vitruviano, são exemplos de uma profunda
transformação no modo de conceber e explicar o conhecimento da natureza.
Com base nos conhecimentos sobre a investigação da natureza no início da ciência moderna,
particularmente em Galileu, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.

( ) A nova atitude de investigação rendeu-se ao poder de convencimento argumentativo da


Igreja, a ponto de o próprio Galileu, ao abjurar suas teses, ter se convencido dos equívocos
da sua teoria.
( ) A observação dos fenômenos, a experimentação e a noção de regularidade matemática da
natureza abalaram as concepções que fundamentavam a visão medieval de mundo.
( ) O abandono da especulação levou Galileu a adotar pressupostos da filosofia de Aristóteles,
pois esse pensador possuía uma concepção de experimentação similar à sua.
( ) O método de investigação da natureza restringia-se àquilo que podia ser apreendido
imediatamente pelos sentidos, uma vez que o que está além dos sentidos é mera
especulação.
( ) Uma das razões mais fortes para a condenação de Galileu foi sua identificação da imperfeição
dos corpos celestes, o que contrariava os dogmas da igreja.

Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.


a) V, V, V, F, F.
b) V, V, F, V, F.
c) V, F, V, F, V.
d) F, V, F, F, V.
e) F, F, V, F, V.

Resposta correta: D

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