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Superi ntendê n cia do Desenv olvimen to do N ordest e Concurs o Público

Superi ntendê ncia do Desenv olvimen to do N ordeste

Concurs o Público 2 013

olvimen to do N ordest e Concurs o Público 2 013 Pro v a Esc r

Prov a Escr ita Ob jetiva e Disc ursiva – Nív el Sup erior En genhe iro

En ge nh ar ia M ecâ ni ca

TIP O 1 – B RAN CA

Inform ações Gerais

1. Você receberá do fiscal de s a la:

a) uma folha de respostas d estinada à ma rcação das res p ostas

das quest ões objetivas;

b) uma folh a destinada à t ranscrição da resposta da q u estão discursiva ;

c) esse cad e rno de prova contendo 70 (setenta) qu e stões objetivas, cada qual co m cinco altern ativas de res p ostas (A, B, C, D e E) e uma qu estão discursiv a .

2. Verifique se seu caderno e stá completo , sem repetiç ã o de questões ou f alhas. Caso co ntrário, notifiq ue imediatam e nte o fiscal de sala p ara que sejam tomadas as d e vidas providên cias.

3. As questões objetivas são i dentificadas p elo número si tuado acima do seu e nunciado.

4. Ao receber a s folhas de res p ostas da prov a objetiva e de texto definitivo da r edação, você d eve:

a) conferir s eus dados p essoais, em e special seu n ome, número de inscrição e o número do documen to de identidad e ;

b) ler atenta mente as ins t ruções para o preenchime n to da folha de r espostas e pa ra a transcriçã o do texto def initivo das quest ões discursivas ;

c) marcar n a s folhas de res postas da prov a objetiva e na folha de texto definitivo da s questões d iscursivas o c ampo relativo à confirmação d o tipo/cor d e prova, confo rme o caderno q ue você receb e u;

d) assinar s e u nome, ape n as nos espaç os reservados , com caneta es f erográfica de t inta azul ou pr e ta.

5. Durante a apli cação da prov a não será perm itido:

a) qualquer t ipo de comuni cação entre os candidatos;

b) levantar d a cadeira se m a devida aut orização do fis cal de sala;

c) portar a p arelhos eletr ônicos, tais c omo bipe , tel efone celular, a g enda eletrôn ica, notebook, palmtop , rec e ptor, gravador, máquina de ca lcular, máquin a fotográfica d igital, controle d e alarme de carro etc., be m como reló g io de qualquer modelo, óculo s escuros ou q uaisquer aces sórios de chapel a ria, tais com o chapéu, boné , gorro etc. e, a inda, lápis, lapi s eira (grafite), corretor líquid o e/ou borrach a. Tal infração poderá acarr etar a elimi n ação sumári a do candidato .

6.

O preenchimen to das respos t as da prova o bjetiva e do t e xto

efinitivo da q u estão discursiv a, de inteira r e sponsabilidad e do c andidato, dev erá ser feito c om caneta esf e rográfica de t inta i n delével de co r preta ou azu l. Não será pe rmitida a troc a da f o lha de respos tas por erro d o candidato .

d

7.

O

tempo dis ponível para a realização da prova é de

5 (cinco) horas , incluído o tempo para a marcação da f olha

d

e respostas d a prova objet iva e para tra nscrição do t e xto

d

efinitivo da qu estão discursiv a.

 

8.

R

eserve temp o suficiente p ara o preenc himento de s uas

r e spostas. Pa r a fins de

avaliação, se rão levadas

em

c onsideração a penas as mar cações realiza d as nas folha s de r e spostas da p rova objetiva e o texto def initivo da que s tão

iscursiva, não sendo permitid o anotar infor m ações relativ a s às s uas respostas em qualquer o utro meio que não seja o pró prio c aderno de pro vas.

d

9.

S omente após d ecorridas du a s horas do in ício da prova v ocê

p

oderá retirarse da sala d e prova, con t udo sem lev a r o

c aderno de pro vas.

 

10.

S omente no de correr dos últi m os sessenta m inutos do per íodo

d

a prova, você poderá retirar se da sala lev a ndo o cadern o de

p

rovas.

11.

A

o terminar a p rova, entregu e a folha de res postas e a folh a de

t e xto definitiv o das questõe s s discursivas a o fiscal da sa la e

eixe o local d e prova. Caso v ocê se negue a entregar uma das f olhas, será elim inado do conc urso.

d

12.

A

FGV realizará a coleta da im pressão digital dos candidato s na f olha de respos tas e na de text o definitivo.

13.

O

s candidatos p oderão ser s u bmetidos a sis tema de dete cção

d

e metais quan do do ingress o e da saída de sanitários dur a nte

realização da s provas. Ao sa ir da sala, ao t é rmino da prov a, o c andidato não p oderá usar o s anitário.

a

14.

O

s gabaritos

preliminares

das provas

objetivas s erão

d

ivulgados no dia 17/09/ 2 013, no en d ereço eletrô nico

w

ww.fgv.br/fgv projetos/concu rsos/sudene .

 

15.

O prazo para interposição d e recursos c ntra os gaba ritos

p reliminares se rá das 0h00m in do dia 1 8/09/2013 até às

2 3h59min do d ia 19/09/2013 , observado o horário oficial , no

por

e ndereço ww w .fgv.br/fgvpr ojetos/concur s os/sudene ,

meio do Sistema Eletrônico de Interposição de Recurso.

por e ndereço ww w .fgv.br/fgvpr ojetos/concur s os/sudene , meio do Sistema Eletrônico de Interposição

Concurso Público para a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste SUDENE – 2013

FGV Projetos

Língua Portuguesa

Texto

Alternativa

Envelhecer é chato, mas consolemonos: a alternativa é pior. Ninguém que eu conheça morreu e voltou para contar como é estar morto, mas o consenso geral é que existir é muito melhor

do que não existir. dúvidas, claro. Muitos acreditam que com

a morte se vai desta vida para outra melhor, inclusive mais barata, além de eterna. descobriremos quando chegarmos lá. Enquanto isso vamos envelhecendo com a dignidade possível, sem nenhuma vontade de experimentar a alternativa.

Mas há casos em que a alternativa para as coisas como estão

é conhecida. Já passamos pela alternativa e sabemos muito bem

como ela é. Por exemplo: a alternativa de um país sem políticos, ou com políticos cerceados por um poder mais alto e armado. Tivemos vinte anos desta alternativa e quem tem saudade dela precisa ser constantemente lembrado de como foi. Não havia corrupção? Havia, sim, não havia era investigação pra valer. Havia

prepotência, havia censura à imprensa, havia a Presidência passando de general para general sem consulta popular, repressão criminosa à divergência, uma política econômica subserviente a um “milagre” econômico enganador. Quem viveu naquele tempo lembra que as ordens do dia nos quartéis eram

lidas e divulgadas como éditos papais para orientar os fiéis sobre

o “pensamento militar”, que decidia nossas vidas.

Ao contrário da morte, de uma ditadura se volta, preferencialmente com uma lição aprendida. E, para garantirse que a alternativa não se repita, é preciso cuidar para não desmoralizar demais a política e os políticos, que seja. Melhor uma democracia imperfeita do que uma ordem falsa, mas incontestável. Da próxima vez que desesperar dos nossos políticos, portanto, e que alguma notícia de Brasília lhe enojar, ou você concluir que o país estaria melhor sem esses dirigentes e representantes que só representam seus interesses, e seus bolsos, respire fundo e pense na alternativa.

Sequer pensar que a alternativa seria preferível – como tem

gente pensando – equivale a um suicídio cívico. Para mudar isso

aí, prefira a vida – e o voto.

(Adaptado. Veríssimo, O Globo, 30/6/2013)

01

Envelhecer é chato, mas consolemo nos: a alternativa é pior ”. Nesse caso, segundo o texto, a alternativa é

(A)

permanecer sempre jovem.

(B)

perder a vida.

(C)

valorizar a vida.

(D)

acreditar na vida após a morte.

(E)

envelhecer com dignidade.

02

dúvidas, claro.

A presença da expressão “ claro ” indica que

(A)

a ciência não é capaz de estabelecer a verdade.

(B)

a religião perturba a correta visão do mundo.

(C)

as verdades humanas são sempre passíveis de incertezas.

(D)

o conhecimento humano é sempre verdadeiro.

(E)

a opinião do autor do texto contraria a opinião geral.

03

Envelhecer é chato, mas consolemo nos: a alternativa é pior. Ninguém que eu conheça morreu e voltou para contar como é estar morto, mas o consenso geral é que existir é muito melhor do que não existir”. Nesse segmento há um reparo quanto à construção do texto, que é

(A)

forma verbal consolemo nos está errada que a forma verbal do verbo consolar” na primeira pessoa do plural é

a

consolemos”.

(B)

O

emprego de dois pontos após a forma verbal “ consolemo

nos” é inadequado, já que não há qualquer enumeração a seguir.

(C)

O emprego do subjuntivo conheça” é equivocado, pois se trata de um fato real e não virtual.

(D)

A expressão “ consenso geral” é uma redundância desnecessária, visto que todo consenso é geral.

(E)

O

emprego de “do que ” no segundo termo da comparação é

errado, devendo ser substituído por que ”.

04

Muitos acreditam que com a morte se vai desta vida para outra melhor, inclusive mais barata, além de eterna. Só descobriremos quando chegarmos ”. Infere se desse segmento do primeiro parágrafo que

(A)

visão religiosa da vida humana inclui valores terrenos na vida após a morte, como o fato de ser “mais barata”.

a

(B)

o

fato de serem muitosos que acreditam na vida após a

morte valoriza a visão católica do mundo, que esse credo é

o único a defender esse preceito.

(C)

a eternidade mostra que a vida após a morte faz com que não

envelheçamos, daí que seja preferível à vida antes da morte.

(D)

o

autor não participa da visão de uma vida após a morte,

que ele declara que só descobriremos quando chegarmos lá.

(E)

autor do texto não crê na morte como fim de tudo, pois defende a existência de uma outra vida.

o

05

O apelo ao tema de uma “ alternativa” é uma estratégia textual para:

(A)

possibilitar a comparação com uma realidade política da atualidade.

(B)

valorizar a visão religiosa do mundo.

(C)

referirse a um fato recente da vida do autor.

(D)

demonstrar a instabilidade da vida humana.

(E)

indicar a ideia de que a vida humana se realiza entre pontos contrários.

06

Só descobriremos quando chegarmos ”. A frase nos diz, implicitamente, que o autor do texto

(A)

não segue a fé católica, pois acredita no que é de sua experiência direta.

(B)

é

partidário do ateísmo, pois não crê em valores espirituais.

(C)

obedece a uma visão espiritual do mundo, pois confirma a existência após a morte.

(D)

nega o castigo previsto aos pecadores, pois usa o pronome “nós”, de conteúdo universal.

(E)

ironiza a vida eterna, pois trata o alémtúmulo como um lugar real, com características terrestres.

Concurso Público para a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste SUDENE – 2013

FGV Projetos

07

passamos pela alternativa e sabemos muito bem como ela é ”.

A referência do autor do texto é

(A)

a vida após a morte, experiência por que passou em época recente.

(B)

a época da ditadura militar, explicitada a seguir.

(C)

o fato de ter experimentado a velhice, dada sua idade avançada.

(D)

os problemas de vandalismo, presentes nas recentes passeatas.

(E)

a insegurança da saúde por que passam todas as pessoas idosas.

08

No texto, o fato de o vocábulo milagre aparecer entre aspas significa que o termo está empregado em sentido

(A)

denotativo.

(B)

neologístico.

(C)

regional.

(D)

religioso.

(E)

irônico.

09

Assinale a frase do texto que não apresenta um marcador que denota a participação opinativa do autor.

(A)

dúvidas, claro ”.

cuidar

para não desmoralizar demais a política e os

políticos, que seja”.

(B)

Sequer pensar que a alternativa seria preferível ”.

(C)

(D)

Havia, sim, não havia era investigação pra valer ”.

(E)

Ao contrário da morte, de uma ditadura se volta, ”.

10

A palavra édito é proparoxítona, como as duas escritas sem qualquer acento gráfico, propositalmente, na seguinte alternativa:

(A)

Interim perito

(B)

decano – exegese

(C)

prototipo democracia

(D)

gratuito – tropico

(E)

antitese sequito

11

E, para garantirse (1) que a alternativa não se repita, é preciso cuidar (2) para não desmoralizar (3) demais a política e os políticos, que seja. Melhor uma democracia imperfeita do que uma ordem falsa, mas incontestável. Da próxima vez que desesperar (4) dos nossos políticos, portanto, e que alguma notícia de Brasília lhe enojar (5), ou você concluir que o país estaria melhor sem esses dirigentes e representantes que representam seus interesses, e seus bolsos, respire fundo e pense na alternativa”. As formas verbais destacadas correspondem a formas de infinitivo ou de futuro do subjuntivo. Assinale a alternativa que apresenta apenas as que pertencem

a formas de infinitivo.

(A)

1 – 2 – 3.

(B)

4 – 5.

(C)

1 – 2 – 3 – 4.

(D)

2 – 3 – 4 – 5.

(E)

2 – 3 – 5.

12

Assinale a alternativa que indica o segmento que não mostra nenhuma ideia comparativa.

(A)

existir

é muito melhor do que não existir”.

(B)

com

a morte se vai desta vida para outra melhor”.

(C)

e

sabemos muito bem como ela é ”.

(D) “ Melhor uma democracia imperfeita do que uma ordem falsa ”.

(E) “ o

país estaria melhor sem esses dirigentes ”.

13

Assinale a alternativa que indica a palavra que não apresenta qualquer prefixo ou sufixo.

(A)

Ditadura.

(B)

Preferencialmente.

(C)

Preferível.

(D)

Saudade.

(E)

Prepotência.

14

Após a leitura do texto devemos classificá lo como predominantemente:

(A)

informativo

(B)

narrativo

(C)

descritivo

(D)

didático

(E)

argumentativo

15

descritivo (D) didático (E) argumentativo 15 Sobre a charge acima foram feitas várias

Sobre a charge acima foram feitas várias afirmativas.

I. A charge critica vários setores da sociedade, inclusive o cidadão comum.

II. As vestimentas dos personagens da charge colaboram essencialmente para a sua identificação.

III. Como a leitura da charge se processa da esquerda para a direita, a última fala ganha mais importância que as demais.

Assinale:

(A)

se todas as afirmativa forem adequadas.

(B)

se somente as afirmativas I e II forem adequadas.

(C)

se somente as afirmativas I e III forem adequadas.

(D)

se somente as afirmativas II e III forem adequadas.

(E)

se somente a afirmativa II for adequada.

Concurso Público para a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste SUDENE – 2013

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Raciocínio Lógicomatemático

16

Observe a tabela a seguir:

         

S

         
       

U

 

U

       
     

D

 

D

 

D

     
   

E

 

E

 

E

 

E

   
 

N

 

N

 

N

 

N

 

N

 

E

 

E

 

E

 

E

 

E

 

E

Começando pela letra S na primeira linha e caminhando

consecutivamente sempre para a linha de baixo em diagonal para

a coluna imediatamente à esquerda ou para a coluna

imediatamente à direita até chegar na última linha, forma se sempre a sigla SUDENE.

A quantidade de caminhos possíveis é

(A)

20.

(B)

21.

(C)

32.

(D)

64.

(E)

720.

17

No Brasil, o Dia dos Pais é comemorado no segundo domingo do

mês de agosto. Em um determinado ano bissexto, o dia de janeiro foi um sábado.

Nesse mesmo ano, o Dia dos Pais foi comemorado no dia

(A)

10 de agosto.

(B)

11 de agosto.

(C)

12 de agosto.

(D)

13 de agosto.

(E)

14 de agosto.

18

Sabe se que

I. se Mauro não é baiano então Jair é cearense.

II. se Jair não é cearense então Angélica é pernambucana.

III. Mauro não é baiano ou Angélica não é pernambucana.

É necessariamente verdade que

(A)

Mauro não é baiano.

(B)

Angélica não é pernambucana.

(C)

Jair não é cearense.

(D)

Angélica é pernambucana.

(E)

Jair é cearense.

19

Não é verdade que “ Se o Brasil não acaba com a saúva então a saúva acaba com o Brasil”. Logo, é necessariamente verdade que

(A)

O Brasil não acaba com a saúva e a saúva não acaba com o Brasil.”

(B)

O Brasil acaba com a saúva e a saúva não acaba com o Brasil.”

(C)

O Brasil acaba com a saúva e a saúva acaba com o Brasil.”

(D)

O Brasil não acaba com a saúva ou a saúva não acaba com o Brasil.”

(E)

O Brasil não acaba com a saúva ou a saúva acaba com o Brasil.”

20

Supondo que a afirmativa Todos os estados do Nordeste sofrem com a seca ou com o excesso de chuvas” seja falsa, analise as afirmativas a seguir.

I. “ Nenhum estado do Nordeste sofre com a seca ou com o excesso de chuvas”.

II. “ Algum estado do Nordeste não sofre com a seca ”.

III. “ Algum estado do Nordeste sofre com o excesso de chuvas”.

Assinale:

(A)

se somente a afirmativa I for obrigatoriamente verdadeira.

(B)

se somente a afirmativa II for obrigatoriamente verdadeira.

(C)

se somente a afirmativa III for obrigatoriamente verdadeira.

(D)

se somente as afirmativas I e III forem obrigatoriamente verdadeiras.

(E)

se somente as afirmativas II e III forem obrigatoriamente verdadeiras.

21

Considere a sequência infinita de letras:

SUDENENEDUSUDENENEDUSUDEN que se repetem segundo o mesmo padrão.

Quando a letra E for escrita pela 100ª vez ela ocupará nessa sequência a posição

(A)

304.

(B)

314.

(C)

324.

(D)

334.

(E)

344.

22

Sendo a e b números naturais não nulos, considere as operações e definidas a seguir: a b a b 1 e a b a ( b 1) ,

onde e são as operações usuais de adição e multiplicação de números naturais, respectivamente.

Se a , b e c são naturais não nulos quaisquer, analise as afirmativas a seguir:

I.

2 1 2 1

II. a b b a

III. a ( b c ) ( a b ) ( a c )

Assinale:

(A)

se apenas a afirmativa I for verdadeira.

(B)

se apenas a afirmativa II for verdadeira.

(C)

se apenas as afirmativas I e III forem verdadeiras.

(D)

se apenas as afirmativas II e III forem verdadeiras.

(E)

se todas as afirmativas forem verdadeiras.

23

Em um conjunto de 100 objetos, todo objeto do tipo B também é dos tipos A ou C. Apenas um objeto é simultaneamente dos tipos A, B e C. 25 objetos que são somente do tipo A e 9 objetos são simultaneamente dos tipos A e B. Vinte objetos não são de nenhum dos tipos A, B ou C. A quantidade de objetos do tipo C é

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

46.

47.

48.

49.

50.

Co ncurso Público p a ra a Superinten d ência do Desen v olvimento do N ordeste SUDEN E – 2013

FGV Proj e tos

24

Em uma urna há o ito bolas bran cas e doze bola s pretas, cada u ma del as contendo u m número. Da s oito bolas br ancas, seis con têm nú m eros maiores do que 7 e da s doze bolas p retas nove con têm nú m eros maiore s do que 7. R e tiram se ao a caso dez bola s da urn a. So b re essas dez b olas é correto c oncluir que

(A)

no máximo d u as são pretas.

(B)

no máximo d u as são branca s .

(C)

no máximo ci n co têm núme r os maiores do que 7.

(D)

no mínimo cin co têm númer os maiores do q ue 7.

(E)

no mínimo cin co têm númer os menores ou iguais a 7.

25

Co n sideremos ci n co cidades A , B, C, D e E , e suas posi ções rel a tivas descritas a seguir.

1. A cidade B es t á a 40 km da ci dade A na dire ção nordeste.

2. A cidade C es t á a 40 km da ci dade B na dire ção oeste.

3. A cidade D es t á a 40 km da c idade C na dire ção sul.

4. A cidade E est á a 40 km da ci dade D na dire ção leste.

Sej am w, x, y e z as distâncias cid a des B, C, D e E .

En t ão:

(A)

w

x y z .

(B)

w

x y z .

(C)

y

x z w.

(D)

y

w x z .

(E)

w

y x z .

da cidade A, re spectivamente , às

Co nhecime ntos Ger a is

26

A, re spectivament e , às Co nhecime ntos Ger a is 26 (Ma n ifestação

(Ma nifestação em Forta leza em Junho de 2013)

Du rante a realiza ç ão da Copa da s Confederaçõ e s (junho de 20 13),

a i m prensa nacio nal e internaci onal registrou inúmeras ima gens de protestos ocor ridos nas princ ipais cidades b rasileiras.

Co m base na fot o acima, assin a le a alternati v a que caracte riza

cor retamente o ma nifestações.

que estav a sendo rei v indicado ne ssas

(A)

A revitalizaçã o das lidera nças políticas de sindicato s e partidos de e s querda.

(B)

A defesa de m udanças macr oeconômicas.

(C)

O fim do fute b ol e do carnav al.

(D)

O restabeleci m ento das libe r dades democr á ticas.

(E)

Maior eficiên c ia e lisura na A dministração P ública.

27

An a lise a figura a seguir.

dministração P ública. 27 An a lise a figura a seguir. A partir do m apa,

A

partir do m apa, assinale a alternativ a que apres e nta

cor

retamente o s interesses geoestratégico s envolvidos na

dis puta pelo Ártic o.

(A)

Estabelecime n to de uma rota mais cur ta e segura p ara navegar entre a Europa e a Á sia, trafegan d o pela costa n orte da Sibéria e passando pe lo Estreito d e Bering rum o ao Pacífico.

(B)

Desenvolvim e nto de progra mas de pres e rvação do Ár tico, cujo ecossiste ma é ameaça d o pelos efeito s do aquecim e nto global, da pes ca predatória e da exploraçã o petrolífera.

(C)

Consolidação e ampliação d as respectiva s zonas exclu s ivas marítimas pel a Rússia, Groe n n lândia, Canad á , Estados Unid os e Noruega.

(D)

Militarização da região co m a instalaçã o de sistema s de defesa antim ísseis, bases de aviação e de submar inos nucleares lan ç adores de mís seis balísticos.

(E)

Exploração d a s reservas de recursos natu rais, sobretud o do petróleo e d o gás natural, c alculando se q ue o Ártico p ossa conter 25% d a s reservas mu n diais de hidro carbonetos.

28

Co m relação à co nstituição e at uação do Cons elho de Segura nça

da

ONU, assinale V para a afirma tiva verdadeir a e F para a fals a.

(

) Um dos crité rios de nomea ção para parti cipação como país membro per m anente do C onselho é ter saído vitorios o da Segunda Gue rra Mundial, o que tem impe d ido a candida tura da China.

(

) A estrutura d o Conselho é f o rmada por cin co países mem b ros permanentes e dez paíse s membros r otativos, os q uais podem exer cer poder de veto sobre as decisões dos primeiros.

(

) As operações de manutenç ã o de paz das Nações Unida s se reportam dire tamente ao C onselho de Se g urança, como é o caso da atual Missão de Assi s tência no Afe g anistão.

As afirmativas são , respectivame nte,

(A)

F, V e F.

(B)

F, V e V.

(C)

V, F e F.

(D)

V, V e F.

(E)

F, F e V.

Co ncurso Público p a ra a Superinten d ência do Desen v olvimento do N ordeste SUDEN E – 2013

FGV Proj e tos

29

desenvolvimen to sustentável é o desenvol vimento capaz de

sup rir as necessi dades da ger a ção atual, se m compromet e r a cap acidade de at e nder às neces sidades das fut uras gerações. É o

de s envolvimento que não esgot a os recursos p ara o futuro. E ssa de f inição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambien te e De senvolvimento, criada pelas Nações Unid a s para discu t ir e pro por meios de harmonizar d o is objetivos: o desenvolvim e nto eco nômico e a co nservação amb ienta l”.

(http://www.su

dene.gov.br/desen volvimento sustent avel)

A

respeito dess a concepção d e desenvolvim ento sustentá vel,

an

a lise as a f irmat ivas a seguir.

I.

O

conceito de desenvolvime nto sustentáve l nasceu do de sejo

dos países e m desenvolvim ento de ado t arem um mo d elo econômico si milar ao dos países mais in dustrializados , de modo a acele rar o crescime nto mediante uma ampliaçã o do consumo de e nergia e recurs os naturais. II. Define se p o r desenvolvi m ento suste n tável o mo d elo econômico, p olítico, social, cultural e ambi ental voltado p ara

a alteração d a atual matriz e nergética, pa s sando a privile giar

a inovação te cnológica e o uso de energi a s limpas, com o a nuclear.

III. Desenvolvim e nto sustentáv e l significa com patibilidade e ntre

e

qualidade am biental, aume n tando o poten cial de produç ã o e assegurando a todos as m esmas oport unidades, hoj e e amanhã.

As s inale:

crescimento econômico,

desenvolvim e nto humano

(A)

se

somente a afirmativa I es t iver correta.

(B)

se

somente a afirmativa II es tiver correta.

(C)

se

somente a afirmativa III e s tiver correta.

(D)

se

somente a s afirmativas I e II estiverem c orretas.

(E)

se

todas as af i rmativas estiv e rem corretas.

30

As alternativas a seguir listam algumas desc obertas cientí ficas

rel

evantes das dua s últimas déca das, à exceção de uma. Assina lea.

(A)

O sequencia m ento do genom a humano.

(B)

A determinaç ã o de distância através de on d as sonoras.

(C)

A obtenção d e células tronc o, sem uso de e mbriões.

(D)

O controle d e braço mec â nico median t e sinais nerv osos emitidos por c érebro de ma c aco.

(E)

A

descoberta da existência d e água em Ma r te.

31

As

tecnologias de informação ev oluem acelera d amente, leva ndo

no

s a estudar o q ue faz com qu e cada geraçã o aceite ou re j eite

u m a dada tecnol ogia. As pesqu isas mostram q ue a geração que

cre sceu com o celular, ado ta hoje, com o tecnologia de

co m unicação cen tral, smartpho nes, tablets e o utros disposit ivos m ó veis.

As s inale a alterna tiva que indica os valores e o s objetivos qu e os j ov ens associam a o uso desses d ispositivos móv eis.

(A)

Aumento de p rodutividade n o trabalho.

(B)

Obtenção de melhor sina l de transmis s ão de apare lhos televisivos.

(C)

Melhoria na i n terface de co m putadores de s ktop.

(D)

Incremento d e conectividad e .

(E)

Aprimoramen to de comunic a ção via e mail .

32

to de comunic a ção via e ‐ mail . 32 A i magem acima reproduz

A

i magem acima reproduz um cartaz do m o vimento femin ista

fra

n cês NPNS, fun dado em 2003 .

No texto ao lado d a imagem, se lê:

O véu é um instrumento d e opressão, de alienação, um instrumento d e poder dos ho mens sobre as mulheres; o é por acaso q ue não são os h omens que usa m o véu” .

Co

m relação à mensagem v e iculada pelo cartaz, analis e as

afi

rmativas a segu ir.

I.

O

moviment o identifica o uso obrigató rio do véu c omo

expressão de valores patriar cais e sexistas.

II.

O movimento considera o u s o do véu um s ímbolo identit ário

da

tradição m uçulmana.

III.

O moviment o acredita qu e o uso do v éu exemplific a a liberdade reli g iosa garantida pelo Estado fr a ncês.

As

s inale:

(A)

se

somente a afirmativa I es t iver correta.

(B)

se

somente a afirmativa II es tiver correta.

(C)

se

somente a afirmativa III e s tiver correta.

(D)

se

somente a s afirmativas I e II estiverem c orretas.

(E)

se

todas as af i rmativas estiv e rem corretas.

33

A Organização d e Cooperação e Desenvolvi mento Econô m ico

(O C DE) avalia qu e os países des e envolvidos estã o ganhando rit mo,

en

q uanto o cres cimento nas p rincipais econ o mias emerge ntes

de

s acelera: O i ndicador apo n ta para me lh o ra moderada do

cre scimento na m aioria das pri ncipais econo m ias da OCDE, mas e m grandes econ o mias emerge n tes o indicado r aponta para uma est abilização ou desaceleração da força”, afir m ou a organiza ção e m comunicado reiterado pelo Fundo Mone tário Internaci onal

(F M I), em junho d e 2013.

(Adaptado de e xame.abril.com.b r , notícia de 08/07/ 2 013)

As alternativas

des aceleração eco nômica do Bra sil, à exceção d e uma. Assinale a.

de

a seguir ca racterizam es sa tendência

(A)

Desaceleraçã o do consumo , aliado à des v alorização do real em relação a o dólar.

(B)

Majoração d o custo Brasil em setores e s tratégicos pa ra a infraestrutura econômica do país.

(C)

Expansão do setor industri al, favorecido pela flexibiliz a ção das leis trabal histas.

(D)

Diminuição d a s exportaçõe s de commodit ies, em funçã o da retração da d e manda chines a.

(E)

Pressão inflac ionária latente , relativizando os aumentos r eais

de salário dos últimos anos.

Co ncurso Público p a ra a Superinten d ência do Desen v olvimento do N ordeste SUDEN E – 2013

FGV Proj e tos

34

1

N ordeste ‐ SUDEN E – 2013 FGV ‐ Proj e tos 34 1 3 2

3

ordeste ‐ SUDEN E – 2013 FGV ‐ Proj e tos 34 1 3 2 4

2

‐ SUDEN E – 2013 FGV ‐ Proj e tos 34 1 3 2 4 As

4

‐ SUDEN E – 2013 FGV ‐ Proj e tos 34 1 3 2 4 As

As xilogravuras a cima são ilustr a ções de folhe tos de cordel. Elas

ca p turam cenas emblemáticas de festas po p ulares que fa zem

pa r te dos calendá rios festivo e c u ltural brasilei r o.

As s inale a sequên cia que relacio na corretamen te cada image m à

fes

ta correspond e nte.

(A)

1Folia de Rei s ; 2Maracatu; 3São João; 4B umba meu b o i.

(B)

1Bumba me u boi; 2Maraca tu; 3São João ; 4Folia de Rei s .

(C)

1Bumba me u boi; 2Folia d e Reis; 3São J oão; 4Maracat u.

(D)

1Maracatu; 2 Folia de Reis; 3São João; 4B umba meu b o i.

(E)

1Bumba me u boi; 2São Joã o; 3Folia de R e is; 4Maracat u .

35

A redução no en dividamento i m obiliário das f amílias, o aum e nto

venda de bens duráveis , o

cre scimento da a tividade de se r viços e a dim i nuição da tax a de de s emprego most ram que a recu peração desta economia está em cur so. Para este cenário, cont ribuiu o progr ama agressiv o de co m pra de títulos públicos e hip o tecários pelo b anco central d este paí s, resultando e m maior liquid ez para os ba ncos financiare m a ret o mada da econ omia ”.

da produção, o aumento da

(A daptado de Igor M orais. Economia em pe rspectiva – 201 3, in www.vokin.co m .br)

O

trecho deste relatório se r e fere a um c enário econô m ico

int

e rnacional esp e cífico.

As s inale a alterna tiva que o iden tifica corretam ente.

(A)

Ampliação do s investimento s estrangeiros n a África do Su l.

(B)

Redução da ta xa de desemp rego na Espanh a.

(C)

Tendência de crescimento d a economia m e xicana.

(D)

Retomada do crescimento d a economia no rte americana.

(E)

Recuperação e m curso da ec onomia japon e sa.

L e gislação I nstitucio nal

36

Se

g undo a Lei n. 8 .112/90, analis e as afirmativ a s a seguir.

I.

O

servidor de ve cumprir as ordens superi o res, ainda qu a ndo

manifestamen te ilegais.

II.

O

servidor d e ve atender co m presteza às requisições pa ra a

defesa da Faz e nda Pública.

III.

O servidor d eve manter conduta inc ompatível co m a moralidade a d ministrativa.

As

s inale:

(A)

se

somente a afirmativa I es t iver correta.

(B)

se

somente a afirmativa II es tiver correta.

(C)

se

somente a afirmativa III e s tiver correta.

(D)

se

somente a s afirmativas I e II estiverem c orretas.

(E)

se

somente a s afirmativas II e III estiverem corretas.

37

O s ervidor estáv e l só perderá o cargo em vi rtude de sent ença

j u d icial transitad a em julgado ou de proce s so administra tivo

dis

ciplinar no qua l lhe seja asseg urada ampla d efesa.

Co

m relação ao Processo Adm inistrativo Dis c iplina r, assina le a

afi

rmativa correta .

(A)

O

Processo D isciplinar é o instrumento d estinado a ap urar

responsabilid a de de servid o r por infração praticada em sua vida privada, a inda que não tenha relação com as atribui ções do cargo em q ue se encontr e investido.

(B)

A

autoridade que tiver ciê n cia de irregul a ridade no se r viço

público é ob rigada a prom over a sua a puração imed iata, mediante sin d icância ou pr ocesso adminis trativo discipl i nar, assegurada a o acusado amp l a defesa.

(C)

As denúncias sobre irregula r idades serão o bjeto de apura ção, mesmo sem a identificaçã o e o endereç o do denuncia nte, desde que s e jam formula d as por escrit o e confirma d a a autenticidade .

(D)

O inquérito administrativ o obedecerá ao princípio do contradi