Você está na página 1de 163

Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Infraestrutura de Redes de
Computadores
Professor Marcos Forte Sales
marcos.sales@fate.edu.br

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 1
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Introdução

Introdução
• A comunicação é uma das maiores
necessidades da sociedade humana,
desde os primórdios de sua
existência.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 2
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Introdução
• Sinais de Fumaça;
• Pombo correio;
• Telegrafo de Samuel Morse em 1838, originou
a maior parte dos Sistemas de Comunicação
atuais, ex. Telefone, Radio, TV;
• Sistemas de Computadores na década de 50 –
maior avanço do Século.

Evolução dos
Sistemas de
Computação

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 3
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Evolução dos Sistemas de


Computação
• (Década de 50) Sistemas Centralizados
• (Década de 60) Sistemas de Tempo Partilhado
- Time Sharing
• (Década de 70) Sistemas Compartilhados
• (Década de 80) Interligação de Sistemas e
Redes
• (Década de 90) Sistemas Multimídia de Banda
Larga

Redes de Computadores

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 4
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Redes de Computadores
•Em seu nível elementar mais elementar,
uma rede consiste em dois computadores
conectados um ao outro por um cabo
para que possam compartilhar dados.
•Todas as redes, não importa o quanto
sejam sofisticadas, derivam desse
sistema simples.

Redes de computadores
•Se a idéia de dois computadores
conectados não parece extraordinária, no
passado representou uma grande
conquista nas comunicações.
•As Redes surgiram da necessidade de
compartilhar dados em tempo hábil.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 5
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Redes de computadores
• Os computadores pessoais são ferramentas de
trabalho ótimas para produzir dados, gráficos
e outros tipos de informação, mas não
possibilitam que você compartilhe
rapidamente os dados que criou.
• Sem uma rede, os documentos devem ser
impressos para que outras pessoas possam
modificá-los ou utilizá-los.

Redes de computadores
• Na melhor das hipóteses, você entrega os
arquivos em mídias removíveis para que
outras pessoas copiem em seus
computadores.
• Se fizerem modificações no documento, não
há como mesclá-las.
• Isto era, e ainda é, conhecido como trabalhar
em ambiente autônomo.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 6
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Ambiente Autônomo

Redes de computadores
• Se a pessoa mostrada no slide anterior tivesse
que conectar seu computador a outros,
poderia compartilhar os dados dos outros
computadores e as impressoras.
• Um conjunto de computadores e outros
dispositivos conectados juntos chama-se
REDE, assim como o conceito de
computadores compartilhando os recursos.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 7
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Redes de computadores
•Então: Uma REDE DE
COMPUTADORES é formada por um
conjunto de módulos processadores
capazes de trocar informações e
compartilhar recursos, interligados
por um sistema de comunicação.
(Soares – Pagina 10)

Os computadores que fazem parte de uma


rede podem compartilhar:
•Dados
•Mensagens
•Gráficos
•Impressoras
•Modems
•Outros recursos de Hardware

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 8
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Lan, Man & Wan

Lan, Man & Wan


• A importância da implantação de uma rede
originou-se a partir da necessidade de
compartilhamento de recursos em uma
empresa, surgindo redes locais, ou LANs
(Local Area Network).
• Com o passar do tempo, notou-se também a
necessidade de comunicação entre as filiais e
a matriz de empresas.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 9
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Lan, Man & Wan


•Dessa forma, as redes foram tomando
dimensões metropolitanas e, até mesmo,
globais, com isso foram criadas
denominações para as redes que podem
ser além de LANs, também MANs (redes
metropolitanas ou Metropolitan Area
Network) e WANs (Globais, ou Wide Area
Network).

Classificação das redes em três


tipos
• LAN - Local Area Network (Abrangência no
espaço físico de um ou mais prédios).
• MAN - Metropolitan Area Network
(Abrangência no espaço físico de uma
cidade).
• WAN - Wide Area Network (Abrangência no
espaço de vários municípios ou países).

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 10
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Lan – Local area network

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 11
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Lan – Local area network


• Por exemplo, no início dos anos 80, o método
mais popular (comum) de cabeamento
possibilitaria cerca de 30 usuários em uma
extensão máxima de cabo de pouco mais de
180 metros.
• Esse tipo de rede deveria estar em um único
andar de um prédio ou em uma empresa
pequena.

Lan – Local area network


• Esse tipo de rede, dentro de uma área limitada,
chama-se rede local (LAN).
• A medida que o alcance geográfico da rede aumenta
com a conexão de usuários em cidades ou estados
diferentes, a LAN torna-se uma rede de longa
distância (MAN, WAN).
• O número de usuário agora pode aumentar de Dez
para Milhares.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 12
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Componentes de uma Rede Local

•Estações de Trabalho (Cliente de


Rede);
•Placas e Cabos;
•Protocolos;

Por que usar redes?

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 13
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Por que usar redes?


• As redes possibilitam que várias pessoas
compartilhem tanto dados como periféricos
simultaneamente.
• Se várias pessoas precisam usar uma impressora,
todas podem utilizar a impressora disponível na rede.
• As redes podem reduzir a necessidade de
comunicação escrita e tornar disponíveis
praticamente todos os tipos de dados para todos os
usuários que deles precisarem.

Por que usar redes?


• Antes de existir as redes, as pessoas que queriam
compartilhar informações estavam limitadas a:
• Contar as informações uma para outras
(comunicação oral);
• Escrever memorandos;
• Colocar a informação em uma mídia removível,
levá-lo fisicamente para outro computador e,
depois, copiar os dados naquele computador.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 14
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Tipos e Topologias de Redes


• As redes de computadores possibilitam que
indivíduos possam trabalhar em equipes,
compartilhando informações, melhorando o
desempenho da realização de tarefas, e estão
presentes no dia-a-dia de todos nós.
• São estruturas sofisticadas e complexas, que mantém
os dados e as informações ao alcance de seus
usuários. É a topologia de redes que descreve
como as redes de computadores estão interligadas,
tanto do ponto de vista físico, como o lógico.

Tipos e Topologias de Redes


•A topologia física representa como as
redes estão conectadas (layout físico) e o
meio de conexão dos dispositivos de
redes (nós ou nodos).
•Já a topologia lógica refere-se à forma
com que os nós se comunicam através
dos meios de transmissão.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 15
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Topologias Físicas
•A topologia física pode ser representada
de várias maneiras e descreve por onde
os cabos passam e onde as estações, os
nós, roteadores e gateways estão
localizados.
• As mais conhecidas são as topologias do
tipo Barramento, Anel e Estrela.

Ponto a Ponto
• A topologia ponto a ponto é a mais simples.
Une dois computadores, através de um meio
de transmissão qualquer.
• Dela pode-se formar novas topologias,
incluindo novos nós em sua estrutura.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 16
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Barramento
• Esta topologia é bem comum e possui alto
poder de expansão.
• Nela, todos os nós estão conectados a uma
barra que é compartilhada entre todos os
processadores, podendo o controle ser
centralizado ou distribuído.
• O meio de transmissão usado nesta topologia
é o cabo coaxial.

Barramento

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 17
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Anel ou Ring
• A topologia em anel utiliza em geral ligações ponto-
a-ponto que operam em um único sentido de
transmissão.
• O sinal circula no anel até chegar ao destino. Esta
topologia é pouco tolerável à falha e possui uma
grande limitação quanto a sua expansão pelo
aumento de "retardo de transmissão" (intervalo
de tempo entre o início e chegada do sinal ao nó
destino).

Anel ou Ring

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 18
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Estrela
• A topologia em estrela utiliza um nó central
(comutador ou switch) para chavear e gerenciar a
comunicação entre as estações.
• É esta unidade central que vai determinar a
velocidade de transmissão, como também converter
sinais transmitidos por protocolos diferentes.
• Neste tipo de topologia é comum acontecer
o overhead localizado, já que uma máquina é
acionada por vez, simulando um ponto-a-ponto.

Estrela

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 19
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Árvore
•A topologia em árvore é basicamente
uma série de barras interconectadas. É
equivalente a várias redes estrelas
interligadas entre si através de seus nós
centrais.
•Esta topologia é muito utilizada na
ligação de Hub's e repetidores.

Árvore

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 20
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Estrutura Mista ou Híbrida


•A topologia híbrida é bem complexa e
muito utilizada em grandes redes.
•Nela podemos encontrar uma mistura de
topologias, tais como as de anel, estrela,
barra, entre outras, que possuem como
características as ligações ponto a ponto
e multiponto.

Estrutura Mista ou Híbrida

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 21
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Grafo (Parcial)
•A topologia em grafo é uma mistura de
várias topologias, e cada nó da rede
contém uma rota alternativa que
geralmente é usada em situações de
falha ou congestionamento.
•Traçada por nós, essas rotas têm como
função rotear endereços que não
pertencem a sua rede.

Grafo (Parcial)

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 22
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Topologias Lógicas
• A topologia lógica descreve o fluxo de dados através
da rede.
• Os dois tipos de topologias lógicas mais comuns são
o Broadcast e a Passagem de Token.
• Na primeira o nó envia seus dados a todos os nós
espalhados pela rede (Ethernet).
• Já na passagem de Token, um sinal de Token
controla o envio de dados pela rede (Token Ring).

Redes Padrão Ethernet


•A Ethernet é o padrão mais utilizado
em redes locais (LAN). Em uma
Ethernet, pode-se utilizar tanto cabo
coaxial quanto cabo de par trançado,
e até mesmo nenhum como nas
tecnologias de rede sem fio.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 23
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Redes Padrão Ethernet


• Seu funcionamento parte do princípio de todos
os computadores compartilharem uma mesma
linha (cabo), independente da topologia física
utilizada, isto significa que, quando uma linha
estiver em uso, nenhum outro computador
poderá enviar informações até que a linha
esteja livre.
• É como se chamássemos um número telefônico
ocupado e ligássemos até desocupar.

Redes Padrão Ethernet


• Na Ethernet, é utilizado o protocolo CSMA/CD.
• Um ponto fraco é que ele não utiliza nenhum
tipo de prioridade, ou seja, todos os micros
fazem a checagem da linha até que ela esteja
livre, se dois ou mais micros tentarem enviar
dados ao mesmo tempo, ocorrerá uma colisão
e nenhuma das placas conseguirá transmitir
os dados.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 24
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Redes Padrão Token Ring


• No padrão Token Ring, como na Ethernet, a
linha de transmissão deve estar livre para que
os dados trafeguem, a diferença é que, no
Token Ring, cada máquina possui um tempo
certo de enviar um pacote de dados, não
existindo colisões.
• A topologia física é em forma de anel, daí o
nome Ring, os dados são transferidos em 4 ou
16 megabits por segundo.

Redes Padrão Token Ring


• Veja a seguir, algumas características da
Token Ring:
• Um pacote com sinais (Tokens) em branco
transita continuamente na rede (anel).
• Quanto um computador tem algo para enviar,
simplesmente insere os dados dentro desta
“ficha”, incluindo a identificação, ou seja, para
qual máquina os dados estarão endereçados.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 25
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Redes Padrão Token Ring


• Veja a seguir, algumas características da
Token Ring:
• As fichas são examinadas por cada uma das
máquinas. Se alguma for a máquina destinatária,
ela copia os dados e “zera” a ficha novamente.
• Quando a ficha volta ao remetente, ele verifica
que o dado chegou a destinatário e, então, deixa
a ficha circular novamente, pronta para que mais
dados sejam transmitidos.

Redes Padrão Token Ring

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 26
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Eletricidade: Conceitos
para Redes

Conceito de Eletricidade
• A eletricidade é um fenômeno físico originado
por cargas elétricas estáticas ou em
movimento, e por sua interação ocorre quando
a circulação de elétrons em um material
condutor, originando da interação de certos
tipos de partículas subatômicas.
• Sendo o elétron, que assim como a partícula de
carga elétrica inversa à do elétron , o próton ,
transporta a unidade fundamental de carga.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 27
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Conceito de Eletricidade
• As cargas elétricas de valor menor são tidas como
existentes em subpartículas atômicas, como os
Quarks, quando a carga se desloca, produz também
campos magnéticos.
• Há dois tipos de cargas elétricas: positivas e
negativas.
• As cargas de nome igual (mesmo sinal) se repelem
e as de nomes distintos (sinais diferentes) se
atraem.

Conceito de Eletricidade
• Os átomos, em circunstâncias normais, contêm elétrons,
e, frequentemente, os que estão mais afastados do
núcleo se desprendem com muita facilidade esses
elétrons e os que fazem o fenômeno eletricidade.
• Em algumas substâncias, como os metais, proliferam-se
os elétrons livres, dessa maneira, um corpo fica
carregado eletricamente graças à reordenação dos
elétrons, um átomo normal tem quantidades iguais de
carga elétrica positiva e negativa, portanto é
eletricamente neutro.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 28
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Conceito de Eletricidade
• A quantidade de carga elétrica transportada por
todos os elétrons do átomo, que, por convenção, é
negativa, está equilibrada pela carga positiva
localizada no núcleo, se um corpo contiver um
excesso de elétrons, ficará carregado
negativamente.
• Ao contrário, com a ausência de elétrons, um corpo
fica carregado positivamente, devido ao fato de que
há mais cargas elétricas positivas no núcleo.

Corrente elétrica
• Unidade: Ampére símbolo A.
• É o resultado da aplicação de uma corrente elétrica entre
dois pontos, continuamente ou durante certo tempo.
• A unidade de medida da corrente é o ampère ou ampere
(SIU) Sistema Internacional de Unidades de intensidade
que mede a circulação da corrente elétrica.
• A medição de corrente elétrica é feita usando um aparelho
para identificar a quantidade de energia é o (Amperímetro)
que apresenta a quantidade numérica de cargas que circula
no condutor.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 29
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Corrente contínua (dc ou cc)

• A corrente continua (CC) é a corrente que


passa através de um condutor num só sentido
é unidirecional, ou seja, mantém constante o
sentido de circulação exemplo: pilhas,
acumuladores, circuitos eletrônicos e outros.
• Ou seja, ela não muda de polaridade, e circula
sempre num sentido eletricidade básica.

Corrente alternada
•A corrente alternada é aquela que varia
com o tempo, ou seja, muda de
polaridade geralmente sua onda é forma
senoidal, repetindo 60 Hz/s.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 30
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Potencial Elétrico
•É a capacidade de um corpo ao receber
energia elétrica pode realizar trabalho.
• Exemplo: Um curso d'água, para geração de
energia elétrica, partir do cálculo da força
mecânica para movimentar uma turbina,
calcula-se o potencial elétrico que pode ser
obtido para geração de energia.

Potencial Elétrico
• No exemplo, Potência é quantidade de energia
convertida em um dado intervalo de tempo,
Essa energia é fundamental e pode ser
transformada em tensão elétrica.
• Alguns conceitos importantes, que dizem
respeito à eletricidade, devem ser definidos:
Tensão elétrica é diferença de potencial entre
dois pontos.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 31
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Potencial Elétrico
• Qualquer coisa que execute um trabalho - por
exemplo, a mover outro objeto, a aquecê-lo
ou a fazê-lo ser atravessado por uma corrente
elétrica está a "consumir" energia uma vez
que ocorre uma "transferência", pois nenhuma
energia é perdida, e sim transformada ou
transferida a outros corpos ou equipamentos .

Potencial Elétrico
• Portanto, qualquer coisa que esteja pronta a
trabalhar possui energia.
• Enquanto o trabalho é realizado, ocorre uma
transferência de energia.
• No corpo humano observa-se com auxilio de
equipamentos especiais que a eletricidade é
pulsante com efeitos elétricos do olho para o
cérebro.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 32
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Potencial Elétrico
• Nas células da retina existem substâncias químicas que são
sensíveis à luz, quando uma imagem se forma na retina
estas substâncias produzem impulsos elétricos que são
transmitidos ao cérebro.
• Na Grécia antiga, por volta de 600 a.C., Tales de Mileto fez
algumas experiências com uma barra de âmbar (resina
sólida fossilizada proveniente das árvores).
• Ele descobriu que, quando ela era atritada com a pele de
animal, a barra de âmbar adquire a propriedade de atrair
pequenos pedaços de palha.

Bons condutores
• Os materiais bons condutores são aqueles que se deixam
atravessar com facilidade pela corrente elétrica.
• A seguir alguns exemplos de materiais bons condutores:
• Metais: prata, cobre, alumínio, ferro;
• Corpo humano;
• Água de torneira, água salgada, água ionizada;
• Grafite;
• Soluções aquosas.
• Ar úmido.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 33
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Maus condutores ou Isolantes


• São materiais que não permitem ou dificultam bastante
a circulação da corrente elétrica.
• A seguir alguns exemplos de materiais maus
condutores:
• Porcelana, Borracha, madeira quando seca.
• Vidro, plásticos;
• Têxteis, lã, seda;
• Água deionizada, água bastante açucarada.
• Ar seco e outros.

Supercondutores
• Supercondutividade é um fenômeno descoberto em
diversos metais e materiais cerâmicos.
• Os supercondutores são resfriados a temperaturas
que vão do zero absoluto (0 graus Kelvin, -273°C) à
temperatura do nitrogênio líquido (77 K, - 196°C),
não apresentam resistência elétrica.
• Assim como alguns novos materiais, de propriedades
físicas alteradas, que conduzem energia com perda
mínima, denominados são supercondutores.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 34
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Formas de Produção de Eletricidade

• A energia pode ser entendida como a capacidade de


realizar trabalho ou seja transformar uma forma de
energia em outra, de forma que ela se torne útil
para uso domestico, industrial e outros.
• As sociedades humanas dependem cada vez mais
de um elevado consumo energético para sua
subsistência, para isso o homem descobriu e
desenvolveu várias formas de uso para a
eletricidade.

Formas de Produção de Eletricidade

• Para isso, foram desenvolvidos equipamentos


elétricos, utilizando diversos processos de
transformação utilização da eletricidade,
transporte e armazenamento de energia, só
existem duas modalidades de energia: a
potencial e a cinética.
• A energia potencial e cinética se apresentam de
várias formas: hidráulica, nuclear, eólica, solar
e geotérmica.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 35
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Perturbações na Energia Elétrica

•As interferências eletromagnéticas podem


ser de dois tipos internas ou externas ao
sistema de comunicação, mas sua causa
sempre se causa nas perturbações
eletromagnéticas.

Perturbações Eletromagnéticas:
As Causas
• Um exemplo bem prático está em uma instalação de
cabeamento estruturado utilizando cabos não
blindados, onde os mesmos são colocados dentro da
fiação elétrica e recebem todas as perturbações
eletromagnéticas internas e/ou externas.
• As perturbações com origem interna são geradas
dentro do ambiente por onde passam os cabos de
dados e de voz digital (cabeamento lógico) e outros
tipos de cabos como, por exemplo, de energia
elétrica.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 36
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Interferências Eletromagnéticas:
O Efeito
• Já as perturbações de origem externa são campos
eletromagnéticos vindos de fora da rede de dutos ou
canaletas e que causam perturbações diretamente sobre os
cabos lógicos, como sinais de TV, ondas de rádio, motores
elétricos, e outros.
• Os cabos lógicos instalados em eletrodutos, canaletas ficam
sujeitos a fontes geradoras de perturbações quando é
instalado paralelamente com cabos de energia,
compartilhando a mesma infraestrutura, tendo como efeito
interferências eletromagnéticas indesejáveis como o
crosstalk (diafonia).

Interferências Eletromagnéticas:
O Efeito
• Atualmente, o mercado de equipamentos e acessórios
para instalação de redes de computadores dispõe
basicamente de canos metálicos PVC ou canaletas
fabricados com os seguintes materiais.
• Plástico – Excelente isolante elétrico, mas não
oferece proteção contra campos eletromagnéticos;
• Alumínio – Não oferece proteção elétrica (é um bom
condutor de eletricidade), porém oferece boa
blindagem eletromagnética.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 37
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Norma ANSI/EIA/TIA-569-A

•A Norma seguinte apresentada


recomenda e orienta a padronizar os
projetos de instalação de dutos e
canaletas.

Norma ANSI/EIA/TIA-569-A

•A norma ANSI/EIA/TIA-569-A, que tem


como objetivo padronizar projetos e
práticas de instalação de dutos e espaços
para edifícios comerciais, bem como os
equipamentos que serão instalados,
permite o compartilhamento entre a rede
lógica e a rede elétrica.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 38
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Norma ANSI/EIA/TIA-569-A
• Segundo essa norma, se a eletricidade é um dos
serviços que compartilham o mesmo duto ou
canaleta com a rede de dados, os mesmos deverão
ser particionados, observando-se as seguintes
situações:
• A tensão de alimentação deve ser inferior a 480 v;
• As canaletas devem oferecer uma divisão física para a
rede lógica e elétrica;
• A corrente nominal do cabeamento elétrico não deve ser
superior a 20A

Norma ANSI/EIA/TIA-569-A

•Ainda de acordo com a norma, para que


sejam evitados os efeitos da interferência
eletromagnética devem ser mantidas
distâncias mínimas entre os trechos por
onde haverá a passagem dos cabos da
rede lógica e de energia

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 39
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Norma ANSI/EIA/TIA-569-A

• A tabela 1. Apresenta as medidas de


espaçamento dentro da canaleta

Tabela 1. Espaçamento dentro da canaleta


Fonte de Interferência Eletromagnética Distância Mínima Recomendada
Motores ou Transformadores 1.20 m
Conduítes e Cabos Elétricos 0.30 m
Lâmpadas Fluorescentes 0,12 m

Fonte: http://www.projetoderedes.com.br

Norma ANSI/EIA/TIA-569-A
• A figura 1 apresenta uma canaleta com uma
separação interna separando o cabeamento de
energia elétrica do cabeamento lógico e apresenta
como deve ficar os fios e cabos dentro da mesma
canaleta.
• Estes tipos de canaletas são próprios para o uso em
escritórios ou lugares onde pode instalar ou
executar mudanças da fiação elétrica com
facilidade.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 40
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Norma ANSI/EIA/TIA-569-A

• A figura 1- apresenta cabos de energia


elétrica e cabos lógicos compartilhados em
uma mesma canaleta, porém com divisórias.

Norma ANSI/EIA/TIA-569-A

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 41
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Filtro de linha
• O filtro de linha é um dispositivo que é interligado na
rede elétrica e sua função é filtrar interferências na
rede é conectado através de uma tomada macho, o
qual tem várias tomadas fêmeas para conectar vários
aparelhos.
• Além de proteger os equipamentos dos picos e ruídos
provenientes da rede elétrica o filtro de linha a tem a
função de conectar todos os aparelhos de forma que
todos estejam aterrados, protegendo contra curtos-
circuitos e sobrecargas na rede elétrica.

Filtro de linha
• A figura 2 apresenta um exemplo de filtro de
linha.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 42
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Sobrecarga Elétrica
• Uma sobrecarga elétrica é quando a corrente que alimenta
um equipamento elétrico é submetido a uma maior
corrente de carga (consumo) elétrica que ele foi projetado
para funcionar, isso pode aquecer em excesso os fios e a
possibilidade de aquecimento dos fios ocasionando a
sobrecarga elétrica.
• Esta carga de corrente excessiva também pode ser
resultado de uma falha no isolamento elétrico (curto-
circuito) ou erro humano ao usar os equipamentos ou
projeto.

Sobrecarga Elétrica
• Sistema elétrico, quando bem projetados com
dispositivos adequados de proteção de
sobrecarga evitam danos aos equipamentos se
tal situação ocorrer.
• A Imagem 1 apresenta o uso incorreto de uma
tomada num laboratório de informática com
vários aparelhos ligados, exemplo em que pode
ocorrer uma sobrecarga na rede elétrica.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 43
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Sobrecarga Elétrica

Sobrecarga Elétrica

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 44
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Quadro de Distribuição
•O Quadro de Distribuição é uma caixa de
madeira ou metal onde estão todos os
disjuntores e equipamentos de comandos
e proteção necessários ao circuito, podem
estar agrupado de forma monofásicas,
bifásicas ou trifásicas dependendo das
necessidades de cada equipamento

Quadro de Distribuição
• A figura 3 apresenta alguns tipos de quadros de
distribuição.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 45
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Quadro de Distribuição

O que Recomendam as Normas no


Quadro de Distribuição?
•A Norma NR-10 é uma Norma reguladora
que orienta no projeto elétrico.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 46
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Normas Regulamentadoras (NR) -


SSMT/MTB
• NR-10 em 10.1.2: Nas instalações e serviços em
eletricidade, devem ser observada no projeto, execução,
operação, manutenção, reforma e ampliação, as normas
técnicas oficiais estabelecidas pelos órgãos competentes.
• Esta norma é citada porque ela fixa condições mínimas
para garantir a segurança dos empregados que trabalha em
instalações elétricas, em suas diversas etapas, incluindo
projeto, execução, operação, manutenção, reforma e
ampliação e, ainda, a segurança de usuários e usuários de
equipamentos.

Aterramento ou Massa
•São conceitos usados em eletricidade
como referencia para um potencial
que deve ser zero volt.
•Para se fazer um aterramento é
cravar no solo de uma a três hastes
em forma de triangular e interligá-las
em serie formando um malha.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 47
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Aterramento ou Massa
• O aterramento tem quatro funções principais:
1. Proteger o usuário do equipamento das
descargas atmosféricas através de um
caminho mais fácil para conduzir cargas
elétricas para a terra.
2. Descarregar cargas estáticas acumuladas
nas carcaças dos equipamentos e maquina
para a terra.

Aterramento ou Massa
• O aterramento tem quatro funções principais:
3. Facilitar o funcionamento de dispositivos de
proteção fusíveis e disjuntores conduzindo
a corrente para a terra.
4. Proteger o usuário do equipamento elétrico
contra riscos de choque de eletricidade.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 48
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Aterramento ou Massa
• A figura apresenta como deve ser feito o aterramento. Nesta figura
usam-se três hastes de terra, nota-se que existe um fio verde fazendo a
conexão entre as três hastes

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 49
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Equipamentos para
Redes de Computadores

O que são Equipamentos para Redes?

•São todos os dispositivos utilizados na


montagem de uma rede de computadores
e que se fazem necessários para a
interconexão destes computadores.
•Estes equipamentos vão desde os
computadores propriamente ditos até os
dispositivos de conexão de várias redes.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 50
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Computadores e Equipamentos
Utilizados para Conectar um
Computador em Rede

Computadores em uma rede:


Servidores
• É um computador que eleva a capacidade do
processamento, cuja função é disponibilizar serviços para a
rede.
• Em geral essa máquina processa grandes volumes de
dados requerendo, portanto, CPU´s rápidas e, dispositivos
de armazenamento de alta capacidade e de rápido acesso.
• Esta máquina normalmente é fornecida por fabricantes
especializados, como: IBM, HP, Compaq, SUN, etc., e por
ser uma máquina especial, possui características não
encontradas nos modelos mais simples.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 51
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Computadores em uma rede:


Servidores
•Em uma rede baseada em servidor,
temos normalmente sistemas
operacionais mais potentes como é o
caso do Windows Server 2012, AIX IBM,
HP-UX, Linux, etc., sendo necessário um
estudo mais criterioso para a definição de
qual Sistema utilizar nessas máquinas.

Computadores em uma rede: Estações


de Trabalho
•São os PC's clientes da rede também
conhecidos por “Workstation” individuais
de trabalho.
•A partir dele os usuários acessam
informações no servidor (Banco de
Dados) e executam aplicações locais
(Word, Excel, etc.).

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 52
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Computadores em uma rede: Estações


de Trabalho
•O Hardware da estação cliente,
normalmente se baseia na arquitetura
CISC (processadores Pentium, Core,
AMD, etc.) dependendo das aplicações e
informações a serem processadas.

Placas de rede ou NIC


• As placas de rede devem ser adequadas a
topologia/arquitetura de rede adotada.
• As placas podem vir com capacidade de conexão para todos
os tipos de cabos (RJ 45, BNC, AUI, etc.)- são as
denominadas Combo (COMBined Output).
• Devemos atentar para o tipo de barramento (PCI, ISA,
EISA, etc.) disponível no equipamento onde será instalada
a placa, e sempre que possível analisar qual barramento
apresenta melhor desempenho.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 53
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Placas de rede ou NIC


• Quando é efetuada a instalação de uma NIC,
normalmente o sistema operacional da rede detecta
esse Hardware e estabelece um nível de interrupção
(IRQ) e um endereço para a placa (I/O address).
• Quando o sistema operacional utilizado não tem
uma característica de detecção devemos ficar
atentos para a configuração da NIC, especificando
um IRQ e um endereço, tomando cuidado com o
Hardware já instalado para que não ocorram
conflitos a partir dessa instalação.

Funções principais de uma NIC


• Preparação dos dados : Para que possam ser
enviados pelos cabos. A placa de rede converte os
bits de dados em um sentido e no outro quando
estes passam do computador para o cabo.
• Endereçam os dados : Cada placa de rede tem
seu próprio e único endereço (MAC address) que
ela fornece para a rede. A placa coloca um
identificador nos dados quando estes são postos
na rede.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 54
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Funções principais de uma NIC


• Controlam o fluxo de dados : A placa dispõe de
uma RAM para ajuda-la a controlar o fluxo de dados
e não sobrecarregar o computador nem os cabos.
• Faz a conexão com o outro computador : Antes
de enviar uma informação, cada placa inicia
primeiramente um diálogo com cada uma das
outras placas da rede. Algumas informações sobre
tamanho de pacotes, intervalos de comunicação,
etc. São resolvidos nesta fase.

O que é o Bluetooth?
• Bluetooth é o nome de uma tecnologia de
comunicação sem fios (wireless) que interliga e
permite a transmissão de dados entre
computadores, telefones celulares, câmeras digitais
e outros dispositivos através de ondas de rádio.
• Foi criado em 1994 pela empresa sueca Ericsson
que pretendia uma tecnologia de baixo custo que
permitisse a comunicações entre celulares e
acessórios sem necessidade de cabos.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 55
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

O que é o Bluetooth?
• Uma aplicação de grande importância do Bluetooth é a comunicação
entre celulares e fones de ouvido sem fios. Quem está dirigindo um
veículo, tem a vantagem de não necessitar utilizar as mãos para
atender o celular nem ter fones de ouvido ligados por fios.
• Os carros que possuem esta tecnologia funcionam com sistemas de
viva voz. O motorista liga o bluetooth no celular e, quando há uma
chamada, é ativado o sistema de alta voz.
• A utilização da tecnologia Bluetooth também é aplicada em teclados,
mouse e impressoras, que funcionam sem necessidade de cabos
ligados ao computador.

Origem do nome Bluetooth


• Consta que o nome Bluetooth foi escolhido em
homenagem ao rei da Dinamarca e da Noruega
Harald Blåtand (Bluetooth é uma versão inglesa
para o nome original escandinavo) que durante seu
reinado (no século X) conseguiu unificar tribos dos
países escandinavos.
• A analogia é uma referência à tecnologia que
também une protocolos de comunicação num
padrão universal.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 56
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

O que é Wi-Fi
• A conexão Wi-Fi (termo que surgiu das palavras "wireless
fidelity") utiliza o padrão 802.11 de comunicação sem fio,
e engloba diversas redes com características levemente
diferentes, como área de alcance, velocidade máxima de
transferência e frequência do sinal.
• Em geral, o alcance do padrão 802.11b (o mais utilizado)
em ambientes fechados é de 25 metros à velocidade de
11 Mbps e 50 metros a 1 Mbps.
• Já em ambientes externos, o alcance chega a 150 metros
com 11 Mbps e 500 metros com 1 Mbps de transferência.

Equipamentos necessários
•Para utilizar a conexão em locais
públicos, não é necessário nada além de
um cartão de acesso Wi-Fi instalado no
handheld ou laptop.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 57
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Equipamentos necessários
• Já para redes domésticas, é preciso configurar
um roteador wireless e equipar as máquinas
da casa com os pequenos cartões.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 58
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

HUB

O que é um HUB?
• O HUB é um dos diversos equipamentos de rede
classificados como “concentradores”.
• Servem para interligar vários computadores e
equipamentos de uma rede.
• O HUB mostrado na figura a seguir tem 8 portas, mas
existem modelos com 16, 24, 32 ou mais portas. Também
é possível ligá-los em cascata, aumentando ainda mais o
número total de portas.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 59
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Ligações internas de um Hub

• A figura ao lado mostra as ligações internas de um • Por outro lado, como existe apenas um canal
HUB. interno, compartilhado, cada equipamento
• Este aparelho funciona como um “fio inteligente”, ligado ao HUB não poderá transmitir ou receber
capaz de conectar vários equipamentos. durante 100% do tempo, e sim durante uma
fração. Quanto maior é o número de portas do
• Note entretanto que a conexão é apenas uma para HUB, menor tenderá a ser esta fração. Uma
todos os nós da rede. Por exemplo, se estiver em conexão somente poderá usar a rede durante
curso uma transmissão entre equipamentos ligados 100% do tempo se outros equipamentos não a
nas portas 1 e 2, e se um equipamento ligado na estiverem usando.
porta 5 quiser enviar dados para um equipamento
ligado na porta 7, terá que esperar sua vez.
• As transmissões são feitas em pequenos pacotes de
dados, de modo que cada equipamento não
precise esperar muito tempo por sua vez.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 60
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Funcionamento do Hub
• Explicando de uma outra forma, o hub tem
menor desempenho porque tudo o que chega
em uma porta é retransmitido para todas as
outras portas.
• Desta forma, cada computador de rede
“ouvirá” pacotes de dados que são para si,
mas que concorrem com outros pacotes que
são para outros computadores.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 61
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Funcionamento do Hub
• Se em cada computador desprezarmos os pacotes de
dados que são para outros computadores, vemos que
apenas uma pequena parcela do total dos pacotes é
destinada ao computador em questão.
• Cada computador tem portanto a rede à disposição apenas
durante uma parcela do tempo.
• No caso a seguir, cada computador pode usar apenas 25%
da banda total.
• Usará 100% apenas se não existirem outros computadores
transmitindo no momento.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 62
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Os Hubs são classificados em :

• Hub passivo: Apenas aceita conexões de


rede. Não possuem qualquer tipo de
alimentação elétrica. Exemplo disso são os
Patch Panel.
• Hub ativo: São aqueles que possuem
alimentação elétrica e, portanto, regeneram os
sinais que recebem em suas portas antes de ré
envia-los para todas as portas. Funcionam
como repetidores.

Os Hubs são classificados em :

•Hub Inteligente: São aqueles que


permitem gerenciamento através de
software especifico de gerenciamento de
rede sendo executado, na maioria das
vezes, em servidores de rede. Hubs
inteligentes podem, entre outras coisas,
fornecer relatórios estatísticos da rede e
detectarem falhas.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 63
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Os Hubs são classificados em :


• Hub Empilhável: Também conhecidos como Hubs
“stackable” ou cascateável. São Hubs que
permitem a ampliação do seu número de portas.
Esse tipo de hub possui uma porta especial em sua
parte traseira, que permite a conexão entre dois ou
mais Hubs.
Essa conexão faz com que os Hubs sejam “vistos”
pela rede como sendo um só Hub e não Hubs
separados, eliminando dessa forma o problema que
surge da necessidade de expansão de portas.

O Hub opera na Camada Física da rede


(Modelo OSI).
•O Hub não tem como interpretar os
pacotes de dados que passam por ele,
por isso ele não tem a capacidade de
saber os endereços das placas de redes
das máquinas ligadas a ele.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 64
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Switch

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 65
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Switches - Definição
• Switches: são dispositivos que filtram e
encaminham pacotes entre segmentos (sub-
redes) de redes locais. Operam na camada de
enlace (camada 2) do modelo OSI, devendo
ser independentes dos protocolos de camada
superior.
• O SWITCH é um equipamento muito parecido
com o HUB, porém mais inteligente e com
maior desempenho.

Switches - Definição
• LANs que usam switches para ligar segmentos são
chamadas switched LANs (LANs comutadas) ou, no
caso de redes Ethernet, switched Ethernet LANs.
• Conceitualmente, switches poderiam ser
considerados bridges multi-portas. Tecnicamente,
bridging é uma função da camada 2 do modelo OSI,
e todos os padrões atuais de rede, como Ethernet,
Token Ring e FDDI, podem ser conectados através
de bridges ou switches.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 66
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Switches - Definição
• Os switches aprendem quais estações estão
conectadas a cada um dos segmentos de suas
portas. Ele examina o tráfego de entrada, deduz
endereços MAC de todas as estações conectadas a
cada porta, e usa esta informação para construir
uma tabela de endereçamento local.
• Os quadros recebidos, em vez de serem propagados
para todas as portas, são enviados apenas para a
porta correspondente ao endereço de destino.

Switches - Definição
•Muitos switches usam uma arquitetura
baseada em ASIC (Application Specific
Switching Circuits), ao invés dos
microprocessadores tradicionais,
permitindo com isto uma maior
velocidade na comutação, e um
barateamento do custo.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 67
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Classificação dos Switches


• Quanto ao método de encaminhamento
dos pacotes utilizado:
• Store-and-forward;
• Cut-through;
• Adaptative cut through.

Store-and-Forward
• Switches Store-and-Forward guardam cada
quadro em um buffer antes de encaminhá-lo
para a porta de saída. Enquanto o quadro está
no buffer, o switch calcula o CRC e mede o
tamanho do quadro. Se o CRC falha, ou o
tamanho é muito pequeno ou muito grande (um
quadro Ethernet tem de 64 bytes a 1518 bytes)
o quadro é descartado. Se estiver tudo OK, o
quadro é encaminhado para a porta de saída.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 68
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Store-and-Forward
• Esse método assegura operações sem erro e
aumenta a confiabilidade da rede. Contudo, o
tempo gasto para guardar e checar cada
quadro adiciona um tempo de latência grande
ao processamento dos quadros.
• A latência total é proporcional ao tamanho dos
pacotes: quanto maior o pacote, maior o
delay.

Store-and-Forward
•Já os switches store-and-forward são
projetados para redes corporativas, onde
check de erros e bom throughput são
desejáveis.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 69
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Cut-Through
•Os Switches Cut-Through foram
projetados para reduzir a essa latência.
Esses switches minimizam o delay lendo
apenas os 6 primeiros bytes de dados do
pacote, que contém o endereço de
destino, e logo encaminham o pacote.

Cut-Through
•Contudo, esse switch não detecta pacotes
corrompidos causados por colisões
(conhecidos como runts), nem erros de
CRC. Quanto maior o número de colisões
na rede, maior será a largura de banda
gasta com o encaminho de pacotes
corrompidos.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 70
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Cut-Through
•O segundo tipo de switch cut-through,
fragment free, foi projetado para eliminar
esse problema. Nesse caso, o switch
sempre lê os primeiros 64 bytes de cada
pacote, assegurando que o quadro tem
pelo menos o tamanho mínimo, evitando
o encaminhamento de runts pela rede.

Cut-Through
•Switches cut-through são melhor
utilizados em pequenos grupos de
trabalho e pequenos departamentos.
Nessas aplicações é necessário um bom
throughput, mas erros potenciais de rede
ficam no nível do segmento, sem
impactar a rede corporativa.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 71
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Adaptative Cut-Through
• Os switches que processam pacotes no modo
adaptativo suportam tanto store-and-forward
quanto cut-through. Qualquer dos modos
pode ser ativado pelo gerente da rede, ou o
switch pode ser inteligente o bastante para
escolher entre os dois métodos, baseado no
número de quadros com erro passando pelas
portas.

Adaptative Cut-Through
•Quando o número de quadros
corrompidos atinge um certo nível, o
switch pode mudar do modo cut-through
para store-and-forward, voltando ao
modo anterior quando a rede se
normalizar.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 72
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Observação:
• Apenas os switches store-and-forward, ou
Adaptative cut-through funcionando no modo
store-and-forward possuem a capacidade de
suportar mais de um tipo de LAN (como por
exemplo Ethernet e Fast Ethernet), pois são
os únicos com capacidade de bufferização dos
quadros, condição necessária para a posterior
conversão do formato do quadro MAC, ou do
método de sinalização.

Classificação dos Switches


• Quanto à forma de segmentação das
sub-redes, podem ser classificados
como:
• Switches de camada 2 (Layer 2 Switches);
• Switches de camada 3 (Layer 3 Switches);
• Switches de camada 4 (Layer 4 switches).

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 73
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Layer 2 Switches
•São os switches tradicionais, que
efetivamente funcionam como bridges
multi-portas. Sua principal finalidade é de
dividir uma LAN em múltiplos domínios
de colisão, ou, nos casos das redes em
anel, segmentar a LAN em diversos
anéis.

Layer 2 Switches
• Os switches de camada 2 possibilitam, portanto,
múltiplas transmissões simultâneas, a transmissão
de uma sub-rede não interferindo nas outras sub-
redes. Os switches de camada 2 não conseguem,
porém filtrar broadcasts, multicasts (no caso em
mais de uma sub-rede contenham as estações
pertencentes ao grupo multicast de destino), e
quadros cujo destino ainda não tenha sido incluído
na tabela de endereçamento.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 74
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Layer 3 Switches
• São os switches que, além das funções
tradicionais da camada 2, incorporam algumas
funções de roteamento, como por exemplo a
determinação do caminho de repasse baseado
em informações de camada de rede (camada
3), validação da integridade do cabeçalho da
camada 3 por checksum, e suporte aos
protocolos de roteamento tradicionais (RIP,
OSPF, etc)

Layer 3 Switches
•Os switches de camada 3 suportam
também a definição de redes virtuais
(VLAN’s), e possibilitam a comunicação
entre as diversas VLAN’s, sem a
necessidade de se utilizar um roteador
externo.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 75
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Layer 3 Switches
• Por permitir a interligação de segmentos de
diferentes DOMÍNIOS DE BROADCAST, os switches
de camada 3 são particularmente recomendados
para a segmentação de LAN’s muito grandes, onde
a simples utilização de switches de camada 2
provocaria uma perda de performance e eficiência
da LAN, devido à quantidade excessiva de
broadcasts.

Layer 4 Switches
• Estão no mercado a pouco tempo, e geram uma
controvérsia quanto à adequada classificação destes
equipamentos. São muitas vezes chamados de Layer 3+
(Layer 3 Plus).
• Basicamente incorpora às funcionalidades de um switch
de camada 3, a habilidade de se implementar a
aplicação de políticas e filtros a partir de informações de
camada 4 ou superiores, como portas TCP e UDP, ou
SNMP, FTP, etc.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 76
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Considerações sobre a Utilização de


Switches
• Os Switches podem ser usados em nível de grupos de
trabalho, departamentos e backbone.
• São especialmente recomendados nas situações de
congestionamento de tráfego, que pode ocorrer no
acesso a um servidor de uma rede departamental ou a
um backbone corporativo de uma LAN compartilhada.
• A troca do hub por um switch irá expandir a largura de
banda da LAN, enquanto segmenta o tráfego ponto-a-
ponto entre clientes e servidores.

Considerações sobre a Utilização de


Switches
• Para grupos de trabalho, configurações escaláveis podem
ser as melhores soluções.
• À medida em que a demanda cresce, a largura de banda
pode ser aumentada, diminuindo-se o número de usuários
por hub e dedicando-se alguns portas do switch a estações
individuais ou servidores.
• Cada estação conectada diretamente ao switch terá
10Mbps dedicados a ela.
• A nível departamental, switches podem ser usados para
segmentar a LAN, melhorando o acesso ao servidor, e
interligando workgroups.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 77
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Considerações sobre a Utilização de


Switches
• Gargalos podem ser aliviados economicamente
instalando-se um switch dual-speed, com a porta high-
speed conectada ao backbone e as lower-speeds
conectadas aos desktops de usuários.
• Pode ser interessante também implementar redes
virtuais (VLAN’s) a fim de isolar tráfegos indesejáveis
entre grupos de trabalho, proporcionando uma maior
segurança no acesso às informações, e aliviando o
tráfego na sub-rede.

Considerações sobre a Utilização de


Switches
•No backbone corporativo, onde o tráfego
vem de todos os segmentos de LAN, um
switch pode aliviar a largura de banda
substituindo um bridge/router utilizado
para suportar um collapsed backbone,
desde que políticas de roteamento e
filtragem de pacotes não seja requeridas.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 78
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Considerações sobre a Utilização de


Switches
• Nessas aplicações, switches tipicamente
suportam características avançadas de bridges,
que permitem aos administradores configurar
parâmetros de filtragem de multicasts e limitar
encaminhamentos de broadcasts, com a
vantagem de que as funções de comutação são
inteiramente implementadas em hardware, ao
contrário das bridges e roteadores, sendo,
portanto, muito mais rápidas.

Considerações sobre a Utilização de


Switches
•Originalmente projetados para conectar
servidores e workstations em LANs, os
roteadores atualmente são mais
utilizados para prover conectividade com
WAN’s, e links entre sites remotos e a
LAN corporativa.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 79
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Ligações internas de um SWITCH

• Já um SWITCH opera de forma mais inteligante. • Em cada uma das quatro conexões citadas ao
Ele analisa os pacotes de dados que chegam a ele lado, a rede está disponível durante 100% do
e descobre os endereços de origem e destino. A tempo.
partir daí, enviará este pacote apenas para a
porta correta. O resultado é que em um dado • Este chaveamento inteligente de conexões
instante podem existir várias conexões internas contribui para aumentar o desempenho total da
simultâneas, por exemplo: rede.

• PC na porta 1 envia dados para um PC na porta 3


• PC na porta 2 envia dados para impressora na
porta 5
• PC na porta 4 recebe dados de um PC na porta 8
• PC na porta 6 envia dados para um PC na porta 7

Switch
•O switch tem maior desempenho que o
hub porque estabelece dinamicamente
ligações entre as portas, estabelecendo
canais independentes que podem operar
de forma simultânea.
•Cada comptuador tem a rede à disposição
até 100% do tempo.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 80
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Noções de
Cabeamentos

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 81
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Noções de Cabeamentos
•Nos últimos anos muito se tem discutido
e falado sobre as novas tecnologias de
hardware e software de rede disponíveis
no mercado.
•Engana-se, porém, quem pensa que
estes produtos podem resolver todos os
problemas de processamento da
empresa.

Noções de Cabeamentos
•Infelizmente, o investimento em
equipamentos envolve cifras elevadas,
mas é preciso que se dê também atenção
especial à estrutura de cabeamento, ou
*cabling*, uma das peças-chave para o
sucesso de ambientes distribuídos.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 82
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Noções de Cabeamentos
•Conforme pesquisas de órgãos
internacionais, o cabeamento hoje é
responsável por 80% das falhas físicas
de uma rede, e oito em cada dez
problemas detectados referem-se a cabos
mal instalados ou em estado precário.

Cabos de Par Trançado


• O cabeamento por par trançado (Twisted pair)
é um tipo de cabo que tem um par fios
entrelaçados um ao redor do outro para
cancelar as interferências eletromagnéticas de
fontes externas e interferências mútuas (linha
cruzada ou, em inglês, crosstalk) entre cabos
vizinhos.
• A taxa de giro (normalmente definida em
termos de giros por metro) é parte da
especificação de certo tipo de cabo.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 83
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Cabos de Par Trançado


•Esse tipo de cabo é composto por pares
de fios de cobre e é dividido em 7
categorias, cada uma com seu próprio
padrão, frequência e taxa de
transferência de dados.

Cabos de Par Trançado


• CATEGORIA 1: Não é mais reconhecida pela TIA
(Associação da indústria de telecomunicação). Foram
utilizadas em instalações telefônicas e redes antigas.
• CATEGORIA 2: Também não é mais reconhecida pela
TIA. Foi projetado para antigas redes token ring,
assim como a categoria anterior.
• CATEGORIA 3: Primeiro padrão desenvolvido
especialmente para redes. É certificado para
sinalização de até 16 MHz.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 84
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Cabos de Par Trançado


• CATEGORIA 4: Não é mais reconhecida pela TIA.
Utilizado para transmitir dados a uma frequência de
até 20 MHz e dados a 20 Mbps. Substituído pela
categoria 5.
• CATEGORIA 5: É a mais utilizada, pois possui com
qualquer placa de rede. A categoria reconhecida
pela TIA atualmente é a CAT5e, que pode ser usado
para frequências até 125 MHz.

Cabos de Par Trançado


• CATEGORIA 6: Trabalha com a frequência de 250
MHz, mas seu alcance é de apenas 55 metros (a
CAT6a permite até 100m). Suportam frequências de
até 500 MHz e com maior poder de reduzir
interferências e perda de sinal.
• CATEGORIA 7: Ainda está em desenvolvimento,
visto que está sendo criada para permitir a criação
de redes de 100Gbps em cabos de 15m usando fio
de cobre.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 85
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Cabos de Par Trançado


• Ainda, na hora de montar o cabo, devemos ter o
cuidado de saber exatamente o que precisamos.
• Isso porque podemos montar um cabo direto ou um
cabo crossover.
• Mas qual a diferença? O cabo crossover é usado
quando queremos interligar dois computadores através
de suas placas de rede, sem a necessidade de um hub
ou switch.
• O crossover também é utilizado quando é necessário
conectar um hub a outro.

Cabo Crossover

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 86
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Cabos de Par Trançado


• Quando é necessário interligar três ou mais
computadores, devemos utilizar um hub ou
switch.
• Dessa maneira, o cabo direto é o que deve
ligar todas essas máquinas.
• A diferença “física” entre os dois tipos é a
maneira como os cabos são dispostos no
conector RJ45,

Cabo Direto

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 87
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Cabos de Par Trançado - Vantagens

•Maior taxa de transferência de arquivos;


•Cabo barato;
•Baixo custo de manutenção;
•Flexível, ideal para locais em que é
necessário passar o cabo por paredes,
etc.

Cabos de Par Trançado - Desvantagens

•Comprimento de no máximo 100. Acima


disso começam a ocorrer perdas;
•Baixa imunidade a interferência externas
(pode ser minimizada com blindagem,
mas o custo também aumenta).

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 88
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

RJ-45 macho
RJ-45 fêmea

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 89
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Cabos de Par Trançado –


Categorias 5 e 6

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 90
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Como é Feito o Cabo de


Par Trançado

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 91
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Fibra Óptica
• Com a explosiva evolução das comunicação,
motivadas pela necessidade de aumento de
capacidade de tráfego de voz, vídeo e dados
de alta velocidade, constantemente nos
deparamos com novos conceitos em
tecnologias em termo de meios de transporte
das informações.
• É nessa ideia que surge a fibra ótica, que
garante nível elevado de fiabilidade a nível de
transmissão de sinais e dados, voz e vídeo.

Fibra Óptica

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 92
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Fibra Óptica
• Cabos de fibra óptica estão substituindo fios de cobre para
aumentar a velocidade de transmissão de informação digital.
• Estes cabos são feixes de “fios de vidro” extremamente puros
que foram revestidas em duas camadas de plástico reflexivo.
• Uma fonte de luz é ligada e desligada rapidamente a uma
extremidade do cabo de transmissão de dados digitais.
• A luz viaja através dos fios de vidro e de forma contínua
reflete fora do interior dos revestimentos plásticos espelhados
em um processo conhecido como reflexão total interna.

Fibra Óptica
• Sistemas baseados em fibra óptica podem
transmitir bilhões de bits de dados por
segundo, e eles podem até mesmo levar
vários sinais ao longo da mesma fibra usando
lasers de cores diferentes.
• Esses cabos são tão finos quanto um fio de
cabelo humano que carregam a informação
digital ao longo de grandes distâncias.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 93
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Fibra Óptica
• A transmissão da luz pela fibra segue um princípio
único, independentemente do material usado ou da
aplicação: é lançado um feixe de luz numa
extremidade da fibra e, pelas características óticas
do meio (fibra), esse feixe percorre a fibra por meio
de reflexões sucessivas.
• A fibra possui no mínimo duas camadas: o núcleo
(filamento de vidro) e o revestimento (material
eletricamente isolante).

Tipos de Fibra Óptica


•As fibras ópticas podem ser
basicamente de dois modos:
•Monomodo;
•Multimodo.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 94
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Tipos de Fibra Óptica - Monomodo

• Permite o uso de apenas um sinal de luz pela fibra;


• Tem núcleo de 8 a 9 μm e casca de 125 μm;
• Alcance limitado de 4km para cabeamento estruturado;
• Dimensões menores que os outros tipos de fibras;
• Maior banda passante por ter menor dispersão;
• Utiliza comprimentos de ondas de 1.310 ou 1550 nm;
• Geralmente é usado laser como fonte de geração de
sinal.

Tipos de Fibra Óptica - Multimodo

• Tipo mais comum em cabeamentos primários inter e intra edifícios;


• Tem núcleo de 50 ou 62,5 μm (equivale à milésima parte do
milímetro) e casca de 125μm;
• Permite o uso de fontes luminosas de baixa ocorrência tais
como LEDs (mais baratas);
• Alcance limitado de 2km para cabeamento estruturado;
• Diâmetros grandes facilitam o acoplamento de fontes luminosas e
requerem pouca precisão nos conectores;
• Muito usado para curtas distâncias pelo preço e facilidade de
implementação pois a longa distância tem muita perda.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 95
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Diferença entre Fibra Óptica e Par


Trançado
• A principal diferença na comparação de um cabo de fibra
ótica e um de par trançado é a velocidade da transferência
das informações e a ausência de interferências
eletromagnéticas.
• Existem pesquisadores e especialistas em transferência de
dados que conseguiram enviar 100 Tb por segundo através
de fibra óptica.
• O fator mais preocupante dos cabos de par trançado é a
interferência eletromagnética, que em ambientes industriais
são de grandes quantidades.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 96
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Vantagens da Fibra Óptica


• Imunidade à Interferências: O feixe de luz transmitido
pela fibra óptica não sofre interferência de sistemas
eletromagnéticos externos.
• Sigilo: Devido à dificuldades de extração do sinal
transmitido, obtém-se sigilo nas comunicações.
• Tamanho Pequeno: Um cabo de 3/8 de polegada
(9,18mm) com 12 pares de fibra, operando à 140 MBPS
pode carregar tantos canais de voz quanto um de 3
polegadas ( 73mm) de cobre com 900 pares trançados.
Menor tamanho significa melhor utilização de dutos
internos.

Vantagens da Fibra Óptica


• Condutividade elétrica nula: A fibra óptica não
precisa ser protegida de descargas elétricas, nem
mesmo precisa ser aterrada, podendo suportar
elevadas diferenças de potencia.
• Leveza: O mesmo cabo óptico citado no item 2
pesa aproximadamente 58 kg/km. O cabo de pares
trançados pesa 7.250 Kg/km. Isto possibilita
maiores lances de puxamento para o cabo de fibra
óptica.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 97
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Vantagens da Fibra Óptica


• Largura de Banda: Fibras ópticas foram testadas até os 350
bilhões de bits por segundo em uma distância de 100km. Taxas
teóricas de 200-500 trilhões de bits por segundo são
alcançáveis.
• Baixa Perda: As fibras monomodo atuais possuem perdas tão
baixas quanto 0,2 dB/km (Em 1550 nm).
• Imunidade à Ruídos: Diferente dos sistemas metálicos, que
requerem blindagem para evitar radiação e captação
eletromagnética, o cabo óptico é um dielétrico e não é afetado
por interferências de rádio frequência ou eletromagnéticas. O
potencial para baixas taxas de erro, elevam a eficiência do
circuito. As fibras ópticas são o único meio que podem
transmitir através de ambientes sob severa radiação.

Vantagens da Fibra Óptica


• Alta Faixa de Temperatura: Fibras e cabos
podem ser fabricados para operar em temperaturas
de -40º C até 93ºC. Há registros de resistência a
temperatura de -73ºC até 535ºC.
• Sem Risco de Fogo ou Centelhamento: As fibras
ópticas oferecem um meio para dados sem
circulação de corrente elétrica. Para aplicações em
ambientes perigosos ou explosivos, elas são uma
forma de transmissão segura.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 98
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Desvantagens da Fibra Óptica


• Custo elevado;
• Fragilidade das fibras óticas sem encapsulamento;
• Dificuldade para ramificações (Uma rede ponto a ponto
seria mais viável, caso contrário as conexões tipo “T”
sofrem com perdas muito elevadas de dados);
• Impossibilidade de alimentação remota dos repetidores;
• Falta de padronização dos componentes ópticos.
• As conexões de fibra ótica não se encontram disponíveis
em muitas áreas.

Como é Feita a Fibra


Óptica

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 99
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Ferramentas Utilizadas
em Cabeamento

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 100
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Alicate de crimpagem
• Normalmente é a ferramenta mais cara neste tipo de
montagem de rede por conta própria (existem testadores
de cabos que são muito caros, mas são utilizado em
montagens profissionais de grande redes).
• De novo vale a recomendação: comprar uma ferramenta de
má qualidade, pensando somente no preço, pode resultar
em problemas na crimpagem dos conectores no cabo,
muitas vezes imperceptíveis inicialmente, mas gerando no
futuro erros de rede que poderão tomar muito de seu
tempo.

Alicate de crimpagem
• Normalmente estes alicates permitem a utilização tanto
de conectores RJ45 como RJ11 (usados em telefones).
• Também possuem uma seção para "corte" dos cabos e
descascar o isolamento.
• É importante verificar se o local onde é feito a
prensagem, é feito de forma uniforme ao invés de
diagonal, pois se for da forma diagonal bem
provavelmente irá gerar muitos problemas nas
prensagens dos conectores.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 101
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Alicate de Crimpagem Categoria 5

Alicate de Crimpagem Categoria 6

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 102
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Alicate de corte
•De seção diagonal com isolamento e de
tamanho pequeno, encontrado em
qualquer loja de ferramentas.

Alicate de Corte

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 103
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Desencapador de Cabos (Decapador)

Testador de Cabos
•Apesar de não ser um item obrigatório,
você encontrará modelos simples e não
muito caros, que poderão ser de grande
ajuda quando você está montando vários
cabos.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 104
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Testador de Cabos

Conector RJ45 – Cat5

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 105
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Conector RJ45 – Cat6

Capas de Plástico
• Nas lojas que vendem material para a montagem de cabos de rede,
você encontrará também protetores de borracha, como os que vemos
logo abaixo. Esses protetores estão disponíveis em várias cores, e é
altamente recomendável usá-los.
• O uso desses protetores plásticos traz vários benefícios como facilitar a
identificação do cabo, com o uso de cores diferentes; mantém o
conector mais limpo; aumenta a durabilidade do conector nas
operações de encaixe e desencaixe; além de dar ao cabo um
acabamento profissional.
• Montar um cabo de rede com esses protetores é fácil. Cada protetor
deve ser instalado no cabo antes do respectivo conector RJ-45. Depois
que o conector é instalado, ajuste o protetor ao conector.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 106
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Capas de Plástico

Punch Down (Fixador)


• Usada na fixação do cabo no conector RJ-45
fêmea.
• Trata-se de uma ferramenta de impacto. Uma
peça chamada blade (lâmina) faz
simultaneamente o corte do excesso de fio e a
fixação no conector. Tanto os conectores
quanto esta ferramenta são encontrados nas
lojas especializadas em suprimentos para
redes.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 107
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Punch Down (Fixador)

Certificador de Redes
•Certificador de redes é um equipamento
portátil que verificam redes através de
testes com base em normas rigorosas.
•Veja a seguir alguns dos testes que tais
equipamentos produzem:

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 108
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Certificador de Redes
1.Malha Elétrica: Este testa verifica se os pares do
cabo de rede estão em suas posições corretas nos
conectores e se os padrões estão sendo
respeitados.
2.Comprimento: A norma específica de
comprimento do cabo é de no máximo 100 m,
sendo 90 metros de cabo fixo e 10 metros de cabo
da tomada ao equipamento ativo. A técnica de
medida é enviar um pulso e medir o tempo que ele
leva para refletir.

Certificador de Redes
3. Retardo de propagação/Desvio de retardo:
Mede o atraso necessário para o sinal viajar pelo
cabo, considera também a diferença entre o par
mais rápido e o mais lento do cabo.
4. Perda de inserção (Atenuação): É a perda na
potência ou energia do sinal, enquanto o sinal
viaja no cabo. Para a atenuação, quanto menor a
perda, melhor o desempenho do cabo.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 109
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Certificador de Redes
5. Perda de retorno: Mensura a perda que há
em virtude da reflexão de parte do sinal,
causadas por anomalias na impedância
característica ao longo do cabo, ou conexão
mal feita nas extremidades.
6. Resistência: Expressa a resistência,
indutância, capacitância e condutância
distribuídas ao longo do cabo.

Certificador de Redes
7. NEXT e PSNEXT:
• NEXT ou Diafonia Próxima: é a interferência entre
sinais que trafegam em pares diferentes de um mesmo
cabo medida na mesma extremidade do cabo.
• PSNEXT: é a soma do NEXT de todos os pares de fios no
cabo.É computada para cada par de fios baseada nos
efeitos da NEXT dos outros três pares. O efeito
combinado da diafonia de múltiplas fontes simultâneas
de transmissão pode ser muito prejudicial ao sinal.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 110
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Certificador de Redes
8. ACR-F e PS ACR-F:
• ACR-F: Relação entre diafonia distante ou
interferência medida na extremidade oposta do
cabo e atenuação. Obtida ao diminuir a atenuação
da diafonia distante.
• PSACR-F: é a soma do ACR-F de todos os pares de
fios no cabo. É computada para cada par de fios
baseada nos efeitos do ACR-F dos outros três pares.

Certificador de Redes
• HDTDR e HDTDX: Se a instalação a ser certificada
não cumpre as normas, o diagnóstico no testador
gera os dados no domínio do tempo, as informações
detalhadas de diagnóstico são capturadas nos
parâmetros de teste HDTDX e HDTDR.
• O software do testador analisa as informações no
domínio do tempo para gerar os resultados gráficos
com recomendações para corrigir os problemas e
assim poder certificar a rede.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 111
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Certificador de Redes

Certificador de Redes

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 112
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Máquina de Fusão de Fibra Óptica

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 113
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Cabeamento
estruturado

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 114
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

O que é
•Uma infraestrutura concebida para uso
integrado em comunicações de voz,
dados e imagem.
•Um só cabeamento poderá atende
diferentes tipos de redes de sinais em
baixa tensão.

Pra que serve


• É preparado de maneira a atender diversos
layouts de instalações, por um longo período
de tempo, sem exigir modificações físicas da
infraestrutura.
• Sistemas Atendidos: Telefonia, LANs, Sistemas
de segurança, transmissão de sinais de vídeo,
sistemas de inteligência predial, automação
predial e industrial.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 115
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Dados Importantes
• 70% a 80% dos problemas que acontecem em uma rede
de computação devem-se a problemas no cabeamento;
• De 25% a 40% dos funcionários de uma empresa mudam
de lugar uma vez por ano;
• Custos de uma rede de computadores:
– 32% - estações de trabalho;
– 8% - hardware da rede;
– 54% - software;
– 6% - cabeamento, incluindo o projeto;

Redes de Cabeamento Estruturado

• Histórico
• Inicio das redes-> Infra estrutura de cabeamento de dados, voz,
sistemas de segurança e elétrico independentes.
• Sistemas não integrados e proprietários.
• Década de 80 -> Mundanças na regulamentação das empresas
operadoras de telefonia. A gerência dos pontos e ramais telefônicos
passou para os usuários. Telebrás lança tomada para conexão
telefônica na tentativa de padronizar as conexôes, mas não segue
nem baseia-se em nenhum padrão internacional
• 1991 -> Surgimento de normas internacionais e sistemas de
cabeamento para integrar serviços de voz, vídeo e dados

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 116
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Redes de Cabeamento Estruturado


Anos 80 Visão atual
Cabeamento Dedicado Sistema integrado de Cabeamento
Sistemas Proprietários Modelos Padronizados
Voz, Dados Voz, Dados, Imagens, Video, Controle

Redes Não Estruturadas


• Porque são implementadas redes não estruturadas ?
• Fácil -> Não há que se observar quaisquer requisitos e normas
• Baixo tempo de implementação
• Custo
• Muitas obras são feitas sem planejamento
• Soluções emergenciais(“Tapa buraco”.“Resolve isso aqui pra mim”)
• Sistemas proprietários. O cabeamento era um subproduto das tecnologias de
hardware. EX: IBM 3270 (Coaxial RG62 de 93 omhs), redes Apple ( conectores
apple talk)

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 117
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Redes Não Estruturadas


• Problemas do cabeamento não estruturado
• Problemas de perfôrmance e interrupções da rede. ( Não observa
recomendações e normas)
• Cabos, conectores, topologias específicos para cada tipo de
aplicação dificultam mudanças na arquitetura de rede.
• São necessárias grandes modificações para pequenas mudanças
na rede.
• Apresenta baixa flexibilidade, quanto a escalabilidade. Novos
pontos exigem a passagem de um novo cabo.
• Difícil administração e manutenção. Dificuldade de identificar
ponto.
• “Baixo Custo” x Preço Alto

E a sua rede, como está?

236

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 118
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Em dezembro de 2010 a do Facebook estava


assim ....

Publicação da revista time.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 119
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 120
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Cabeamento Estruturado
Conceito: Infraestrutura de cabeamento
• independente do fabricante (não proprietária),
• capaz de atender diversas aplicações e serviços,
• através de um único sistema de cabeamento,
• proporcionando flexibilidade de layout,
• facilidade de gerenciamento, administração e
manutenção.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 121
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Cabeamento Estruturado
• Custo
• O cabeamento estruturado é uma forma padronizada para a instalação de cabos
em edificações, minimizando custos e maximizando expansibilidades futuras.
• Maior custo inicial, economia a longo prazo.

Obs: Não recomendado quando as instalações físicas do local sofrem obras constantes, ou quando a prórpria
empresa muda de local constantemente. (prédios alugados/ “Investimento em estrutura para médio, longo prazo”.
Baixo ROI)

Custo x Benefício Outros causas


Custo do de falha na
cabeamento
rede
2%
50%
Problemas
com o
cabeamento
Outros 50%
investimentos
de rede
Maior que
98% US$ 1000 /
US$50000
hora Não
/hora
5% determinado
4%
US$ 1000 / 23%
hora
26%

US$ 1000 /
hora
42%

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 122
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

• Permite o atendimento a
demanda de novos serviços.
• Um mesmo ponto após
disponibilizado pode ser
utilizado para diferentes
aplicações.

• Prevê expansão ou movimentação dos pontos de rede.


•A distribuição dos pontos é baseado no m2 e não no número de
usuários.

Cabeamento Estruturado
• Outras vantagens
• Garante performance e confiabilidade
(certificação)
• Manutenção facilitada
• Utiliza cabos e conectores recomendados e
padronizados pela norma.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 123
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Estudo de Caso
• A empresa contratou novos
funcionários.
• Novos ramais e pontos de rede são
necessários
Rede Estruturada
Rede não Estruturada

As tomadas estão pré-instaladas. Basta ativar os


pontos.
É necessário lançar novos cabos e criar
os respectivos pontos de rede

Estudo de Caso
Um setor com 4 computadores e 2 ramais muda-se Sobra 1 ramal e
para uma sala onde havia 3 pontos de rede e 3 falta 1 ponto
pontos para ramais.
de rede

Rede não Estruturada Rede Estruturada

Os pontos de ramal e telefone são tratados


distintamente. É necessário passar cabos para
instalar um novo ponto de rede. Um ponto de
telefone ficará inativo
As tomadas estão pré instaladas. Basta
ativar os pontos.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 124
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Estudo de Caso
Uma equipe de trabalho temporária é criada.

Rede não Estruturada Rede Estruturada

Necessário construir uma infraestrutura para Basta ativar ou desativar os pontos de rede
esta equipe, ainda que provisória através do P.Panel, sem a necessidade de
obras ou novos investimentos.

Estudo de Caso
• Outras situações:
• Placa de Rede com Mac clonado ou Swicth em loop na rede;
• Migração de velocidade ou instalação de novas placas de rede;
• Migração para PABX digital;
• Etc.
•O Cabeamento estruturado facilita pois, adapta-se as
modificações do ambiente e facilita significativamente a
manutenção da rede

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 125
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Cabeamento Estruturado
Desvantagens
•Custo inicial elevado.
•Em geral implica obras de alvenaria na
empresa, criando grande impacto.
•Obras geralmente demoradas.
•Depois de pronto, a tendência é a de se
esquecer do cabeamento.

251

252

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 126
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Os Padrões

253

Os Padrões

254

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 127
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Os Padrões
• Normalização Europeia/Internacional

Os Padrões

256

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 128
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Normas mais utilizadas


American National Standart Institute
ANSI

TIA EIA
Telecomunication Industry Association Eletronic Insdustries Aliance

•ANSI/TIA/EIA-568B–Sistemas de Cabeamento (Evolução da 568-A- CAT5e)


•ANSI/TIA/EIA-569A – Caminhos e Espaços
•ANSI/TIA/EIA-606 – Administração de Infraestrutura de Telecom
•TIA/EIA-J-STD-607A Aterramento

•NBR 14565 – Redes Estruturadas e Cabeamento de Telecom


ABNT
•NBR 5410 – Instalações Elétricas

Normas que regem o Cabeamento


Aliança das Indústrias Eletrônicas (EIA)
Associação das Indústrias de Telecomunicações (TIA)

• EIA/TIA 568 - Especificação geral sobre cabeamento


estruturado em instalações comerciais.
• EIA/TIA 569 - Especificações gerais para encaminhamento de
cabos ( Infra estrutura , canaletas, bandejas, eletrodutos,
calhas.
• EIA/TIA 606 - Administração da documentação.
• EIA/TIA 607 - Especificação de aterramento.
• EIA/TIA 570 - Especificação geral sobre cabeamento
estruturado em instalações residenciais.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 129
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Normas EIA/TIA
Norma Assunto
EIA/TIA 568 Especificação geral sobre cabeamento estruturado em instalações
comerciais.
EIA/TIA 569 Especificações gerais para encaminhamento de cabos (Infra-
estrutura, canaletas, bandejas, eletrodutos, calhas)
EIA/TIA 606 Administração da Documentação

EIA/TIA 607 Especificação de Aterramento

EIA/TIA 570 Especificação geral sobre cabeamento estruturado em instalações


residenciais.

Norma EIA/TIA 568


•Classifica o sistema de cabos em
categorias, levando em consideração
aspectos como:
• Desempenho
• Largura de Banda
• Comprimento
• Atenuação

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 130
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Norma EIA/TIA 568


• Categoria de Cabeamento

– Cabo Coaxial

– Par Trançado (UTP)

– Fibra Ótica

Norma EIA/TIA 568


Conector BNC

• Tipos de Conector

– Cabo Coaxial

– Par Trançado (UTP)


RJ-45 fêmea RJ-45 macho

– Fibra Ótica

Conectores para fibra óptica

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 131
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Norma EIA/TIA 568


• Tomadas
–Prevê a utilização das tomadas de
telecomunicações para interligação dos
equipamentos de rede ao cabeamento
horizontal

Norma EIA/TIA 568


•Painéis de Distribuição (Patch
Panels)
–Faz a conexão entre o cabeamento que sai
do Rack e chega às tomadas de
telecomunicação.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 132
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Norma EIA/TIA 568


• Organizadores de Cabos
– Usados para guiar os Patch Cables dentro do Rack
– Evita que o peso dos cabos não interfira nos contatos
tanto nos Switches como nos Patch Panels.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 133
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Norma EIA/TIA 568


• Racks:
• Tem a função de acomodar os Switches, Patch Panels
e Ring Runs.
• Pode ser aberto ou fechado

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 134
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Normas EIA/TIA
• Apesar de sua importância, a norma EIA/TIA
568A ainda é pouco utilizada.
• Talvez a falta de informação de vendedores e
técnicos da área seja uma razão pra isso;
• Uma séria de erros considerados grosseiros
são cometidos numa instalação de um
cabeamento.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 135
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Erros cometidos por não se usar a


Norma EIA/TIA 568A
• Dobrar cabos e fios;
• Exceder as limitações de distância;
• Utilizar categorias de cabos inadequadas para
determinadas aplicações;
• Apertar muito a cinta que agrupa os cabos.
cinta

Documentação da Rede
• Uma rede bem documentada proporciona um
melhor controle sobre os pontos de rede.
• Conforme recomendado pela norma EIA/TIA
606, a documentação sobre o cabeamento deverá
ter:
• Tabela de identificação dos pontos.
• Relatório de testes e relatório de certificação para categoria 5.
• Relação de material utilizado, como modelo, marca, part number, etc.
• Planta com plotagem dos pontos.
• Diagrama de tubulações.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 136
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A


é formado pelo seguintes sub-sistemas:

Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A


é formado pelo seguintes sub-sistemas:

Entrada do Edifício

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 137
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A


é formado pelo seguintes sub-sistemas:

Entrada do Edifício

Sala de Equipamentos

Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A


é formado pelo seguintes sub-sistemas:

Entrada do Edifício

Sala de Equipamentos

Cabeamento Backbone

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 138
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A


é formado pelo seguintes sub-sistemas:

Entrada do Edifício

Sala de Equipamentos

Cabeamento Backbone

Armário de Telecomunicações

Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A


é formado pelo seguintes sub-sistemas:

Entrada do Edifício

Sala de Equipamentos

Cabeamento Backbone

Armário de Telecomunicações

Cabeamento Horizontal

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 139
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Um Sistema de Cabeamento Estruturado EIA/TIA 568A


é formado pelo seguintes sub-sistemas:

Entrada do Edifício

Sala de Equipamentos

Cabeamento Backbone

Armário de Telecomunicações

Cabeamento Horizontal

Área de Trabalho

Subsistemas do Cabeamento
Estruturado
• Entrada do Edifício: consistem de cabos,
equipamentos de conexão, dispositivos de proteção,
equipamentos de transição e outros equipamentos
necessários para conectar as instalações externas
ao sistema de cabos local.
• Sala de Equipamentos: é o local propício para
abrigar equipamentos de telecomunicações, de
conexão e instalações de aterramento e de
proteção.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 140
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Subsistemas do Cabeamento
Estruturado
• Cabeamento Vertical (Backbone): consiste
nos meios de transmissão (cabos e fios), que
interligam os Armários de Telecomunicações à
Sala de Equipamentos e instalações de
entrada.
• Armário de Telecomunicações: Possui os
componentes necessários para derivar o
cabeamento horizontal do vertical.

Subsistemas do Cabeamento
Estruturado
• Cabeamento Horizontal: Compreende os
cabos que vão desde a Tomada de
Telecomunicações da Área de Trabalho até o
Armário de Telecomunicações.
• Área de Trabalho: Compreende os
equipamento da estação: computadores,
terminais de dados, telefone, etc.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 141
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Recapitulando ...
Armário de
Telecomunicação

Área de
Trabalho

Cabeamento
Vertical

Cabeamento
Horizontal

Sala de
Equipamentos

Layout de Exemplo I

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 142
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Layout de Exemplo II

Layout de Exemplo III

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 143
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Algumas Vantagens do Cabeamento


Estruturado
• Garante performance do sistema pela maior confiabilidade
do cabeamento;
• Possibilita ampliações ou alterações para implementações
futura sem perda de flexibilidade;
• Integra diversas aplicações em um único cabeamento;
• Permite o atendimento das demandas de novos serviços
para cada usuário;
• Possibilita vida útil maior, cerca de 10 anos, para o sistema
de cabeamento.

Características Próprias
1. Arquitetura Aberta;
2. Disposição física e meio de transmissão padronizados;
3. Conformidade a padrões internacionais;
4. Suporte a diversos padrões de aplicações, dados, voz, imagem,
etc.
5. Suporte a diversos padrões de transmissão, cabo metálico, fibra
óptica, rádio, etc.
6. Assegurar expansão, sem prejuízo da instalação existente;
7. Permitir migração para tecnologias emergentes.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 144
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Características Próprias

O que você prefere?

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 145
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Isso?

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 146
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 147
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 148
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Ou Isso?

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 149
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 150
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 151
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Administraçãodo Sistema de
Cabeamento Estruturado

PROPÓSITOS DA ADMINISTRAÇÃO
DO SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO

•Possibilitar a utilização de um esquema


de administração padronizado, que seja
independente de aplicação, que agilize a
manutenção e a localização de problemas
no sistema e que possa ser alterado
sempre que necessário ao longo da vida
útil de um edifício.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 152
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

NORMAS QUE REGEM O PRINCÍPIO DA


ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA DE CABEAMENTO
ESTRUTURADO
• A norma ANSI/TIA/EIA 606A define os
detalhes para administração da infraestrutura
de telecomunicações em edifícios comerciais.
• Inclui a documentação de cabos, hardware de
conexão e terminação, cross-connects, conduítes,
dutos, salas de telecomunicações e outros
espaços destinados ao uso de telecomunicações.

NORMAS QUE REGEM O PRINCÍPIO DA


ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA DE CABEAMENTO
ESTRUTURADO
•Pode ser efetuada por sistemas
Computadorizados ou manuais e deve ser
suportar:
• Aplicações Tradicionais(voz, dados e
imagem);
• Aplicações não convencionais(segurança,
áudio, alarmes e gerenciamento de
energia).

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 153
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

CLASSES DE ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA DE


CABEAMENTO ESTRUTURADO

• Classificada em quatro classes e é baseada no grau


de complexidade e o tamanho da infraestrutura
administrada:
• Classe 1: Indicada para prédios servidos por uma
única sala de equipamentos sendo a única a ser
administrada não existindo outras salas de
telecomunicação, cabeamento vertical ou
cabeamento externo para serem administradas. Os
caminhos neste caso não precisam ser
administrados.

CLASSES DE ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA DE


CABEAMENTO ESTRUTURADO

• Classe 2: Apresenta as necessidades de


administração de um único prédio que é
servido por um ou vários espaços de
telecomunicação. Inclui todos os elementos da
administração de Classe 1, mais
identificadores do cabeamento do backbone,
sistemas de aterramento e de bloqueio de
chamas. A administração de caminhos e
espaços é opcional.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 154
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

CLASSES DE ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA DE


CABEAMENTO ESTRUTURADO

•Classe 3: Especifica as necessidades de


um campus, incluindo seus edifícios e
elementos de planta externa. Inclui todos
os elementos da administração de Classe
2, além de identificadores para prédios e
cabeamento do campus.

CLASSES DE ADMINISTRAÇÃO DO SISTEMA DE


CABEAMENTO ESTRUTURADO

•Classe 4: Especifica as necessidades de


um sistema multi-sites. Inclui todos os
elementos da Classe 3 além de um
identificador para cada site e
identificadores opcionais para elementos
intercampus (ex. conexões WAN)

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 155
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

COMPONENTES ESSENCIAIS DO SISTEMA DE


ADMINISTRAÇÃO DO CABEAMENTO ESTRUTURADO

• A norma ANSI/EIA/TIA 606A especifica seis


componentes essenciais dentro do sistema de
administração sendo eles:
• Identificadores;
• Etiquetas;
• Registros;
• Relatórios;
• Desenhos;
• Ordens de Serviço;

COMPONENTES ESSENCIAIS DO SISTEMA DE


ADMINISTRAÇÃO DO CABEAMENTO ESTRUTURADO

•IDENTIFICADORES
• É um código construído através de números
e caracteres que relaciona de forma única
cada elemento dentro infraestrutura de
telecomunicações.
• Permitem que estes elementos estejam
unidos com seus registros correspondentes.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 156
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

IDENTIFICADORES

COMPONENTES ESSENCIAIS DO SISTEMA DE


ADMINISTRAÇÃO DO CABEAMENTO ESTRUTURADO

•IDENTIFICAÇÃO POR CORES: É


utilizado para simplificar a administração
de uma instalação;
•As duas extremidades de um mesmo
cabo ou de um mesmo duto devem ser
da mesma cor.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 157
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

COMPONENTES ESSENCIAIS DO SISTEMA DE


ADMINISTRAÇÃO DO CABEAMENTO ESTRUTURADO

•ETIQUETAS: São elementos físicos nos


quais os identificadores são aplicados nos
elementos dentro da infraestrutura de
telecomunicação.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 158
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

COMPONENTES ESSENCIAIS DO SISTEMA DE


ADMINISTRAÇÃO DO CABEAMENTO ESTRUTURADO

•REGISTROS: São os elementos que


armazenam todas as informações dos
identificadores.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 159
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

COMPONENTES ESSENCIAIS DO SISTEMA DE


ADMINISTRAÇÃO DO CABEAMENTO ESTRUTURADO

• RELATÓRIOS: Apresentam as informações


provenientes de vários registros da
infraestrutura de telecom;
• Devem ser gerados a partir de um simples
conjunto de registros ou de múltiplos registros
interligados;
• Devem ser gerados para apresentar as
informações de forma a facilitar a administração
da infraestrutura de cabeamento.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 160
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

COMPONENTES ESSENCIAIS DO SISTEMA DE


ADMINISTRAÇÃO DO CABEAMENTO ESTRUTURADO

•ORDENS DE SERVIÇO: Documentam as


operações necessárias para implementar
as mudanças que afetam a infraestrutura
de telecomunicações.

COMPONENTES ESSENCIAIS DO SISTEMA DE


ADMINISTRAÇÃO DO CABEAMENTO ESTRUTURADO

•DESENHOS: Devem ser utilizados para


ilustrar a infraestrutura de
telecomunicação.
•Os desenhos conceituais ilustram o
projeto proposto para a infraestrutura,
enquanto desenhos de instalação
documentam a infraestrutura a ser
instalada

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 161
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

ELEMENTOS CHAVE

• São os elementos básicos que em conjunto


formam o sistema de cabeamento
estruturado:
• Cabos;
• Hardware de conexão;
• Posição das terminações;
• Emendas;
• Dutos e espaços.

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 162
Infraestrutura de Redes - Apostila 01 10/08/2016

Professor Marcos Forte Sales


marcos.sales@fate.edu.br 163