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Índice

1 Trigonometria e funções trigonométricas

2 Geometria analítica

3 Sucessões

4 Funções reais de variável real

5 Estatística
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Pág. 5

AC
1. tan 36° = ⇔ AC = 48tan 36° ⇔ AC ≈ 34,9 m .
48

35 35
2. tan 25° = ⇔ AB = ⇔ AB ≈ 75 m .
AB tan 25°

Pág. 6

BC
3. sin 28° = ⇔ BC = 40sin 28° .
40

AB
cos 28° = ⇔ AB = 40cos 28° .
40

A [ ABCD ] = AB × BC = 40 cos 28°× 40sin 28° ≈ 663,23 cm2 .

4.
5 1 5
4.1. sin 30° = ⇔ = ⇔ AC = 10 .
AC 2 AC

5 3 5 15 15 3
tan 30° = ⇔ = ⇔ AB = ⇔ AB = ⇔ AB = 5 3 .
AB 3 AB 3 3

P [ABC ]= AB + BC + AC = 5 3 + 5 + 10 = 15 + 5 3 .

[1]
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DE 3 DE 15 + 5 3 5 3
4.2. tan 30° = ⇔ = ⇔ DE = ⇔ DE = 5 + .
5 3 +5 3 5 3 +5 3 3

5 3
5+ +5 
DE + BC 3 5 3 25 3
A [BDEC ] = × BD = × 5 =  5 +  × 5 = 25 + .
2 2  6  6
5.
360°
5.1. Sendo [AB] o lado de um hexágono regular inscrito na circunferência, então AOˆB = = 60° .
6

360°
Como [BC ] é o lado de um quadrado inscrito na circunferência, então BOˆ C = = 90° .
4
ˆD = 180° − 60° − 90° = 30° .
Donde se conclui que CO

CD 1 CD
sin 30° = ⇔ = ⇔ CD = 2 .
4 2 4

OD 3 OD
5.2. cos 30° = ⇔ = ⇔ OD = 2 3 .
4 2 4
5.3. O triângulo [BOC ] é retângulo em O, então tem-se:

( BC ) = (OB ) + (OC ) ( ) ( )
2 2 2 2 2
⇔ BC = 42 + 42 ⇔ BC = 32 .

Como BC > 0 , conclui-se que BC = 32 = 4 2 .

[2]
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Pág. 7

6.
1
6.1. O setor circular construído pela Joana tem 72° de amplitude, o que corresponde a do círculo.
5
1 1
Então, A setor circular = A círculo = × π× 502 = 500 π cm2 .
5 5

6.2. O perímetro da base do chapéu é igual ao comprimento do arco BC.


1 1
Comprimento do arco BC: P circunferência = × 2π× 50 = 20 π cm .
5 5
Designemos por r o raio da base do chapéu. Então, tem-se: 2π r = 20 π ⇔ r = 10 cm .

10 1
cos α = ⇔ cos α = .
50 5

Recorrendo à calculadora, conclui-se que α ≈ 78,5° .

7. O triângulo [AOB] é isósceles porque [OA] e [OB] são raios da mesma circunferência.

Então, sabe-se que a projeção ortogonal de O sobre [AB] coincide com o ponto médio de [AB] .

AOˆB 55° AB
Sendo M o ponto médio de [AB] , tem-se AOˆM = = = 27,5° e AM = =2 .
2 2 2

2 2
Assim sendo, tem-se: sin 27,5° = ⇔r = ⇔ r ≈ 4,33 .
r sin 27,5°

[3]
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8. . ACˆB = 180° − BAˆC − ABˆC = 180° − 40° − 35° = 105° ..

sin 40° sin 35° sin 105°


Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = .
a b 20

Da aplicação da lei dos senos, resulta:

sin 40° sin 105° 20 sin 40°


= ⇔a= ⇔ a ≈ 13,309 .
a 20 sin 105°

sin 35° sin 105° 20 sin 35°


= ⇔b= ⇔ b ≈ 11,876 .
b 20 sin 105°

P [ABC ] = 20 + 13,309 + 11,876 ≈ 45,2 .

9. ABˆC = 180° − BAˆC − BCˆA = 180° − 42° − 40° = 98° .

sin 40° sin 98° sin 42°


Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = .
AB AC 800

Da aplicação da lei dos senos, resulta:

sin 98° sin 42° 800 sin 98°


= ⇔ AC = ⇔ AC ≈ 1184 m .
AC 800 sin 42°

Para ligar os pontos A e C são necessários, aproximadamente, 1184 m de cabo elétrico.

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10. Por aplicação da lei dos cossenos, tem-se:
4,96
⋅ 3,82 = 2,82 + 3,42 − 2 × 2,8 × 3,4 cos Aˆ ⇔ cos Aˆ = .
19,04

Recorrendo a uma calculadora, obtém-se Aˆ ≈ 74,9° .

18,16
⋅ 2,82 = 3,42 + 3,82 − 2 × 3,4 × 3,8 cos Bˆ ⇔ cos Bˆ = .
25,84

Recorrendo a uma calculadora, obtém-se Bˆ ≈ 45,3° .

Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de um triângulo é igual a 180°, conclui que Cˆ ≈ 59,8° .

11.
11.1. Sabe-se que AB = 2,5 e AC = 2 .
Como o triângulo [ABC ] é retângulo em C, então tem-se:

( AB) = ( AC ) + ( BC ) ( ) ( )
2 2 2 2 2
⇔ 2,52 = 22 + BC ⇔ BC = 2,25 .

Como BC > 0 , conclui-se que BC = 2,25 = 1,5 .

Relativamente ao ângulos internos do triângulo [ABC ] , sabe-se que ACB


ˆ = 90° .

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sin BAˆ C sin ABˆC sin 90°


Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = .
1,5 2 2,5

Da aplicação da lei dos senos, resulta:

sin ABˆC sin 90° 2 sin 90°


= ⇔ sin ABˆC = ⇔ sin ABˆC = 0,8 .
2 2,5 2,5
ˆ ≈ 53,1° .
Recorrendo a uma calculadora, obtém-se ABC

ˆ ≈ 36,9° .
Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de um triângulo é igual a 180°, conclui que BAC

11.2. Relativamente ao ângulos internos do triângulo [ABD] , sabe-se que BAˆ D = 90°; ABˆD ≈ 53,1° e ADˆB ≈ 36,9° .

sin 90° sin 36,9° sin 53,1°


Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = .
BD 2,5 AD

Da aplicação da lei dos senos, resulta:

sin 90° sin 36,9° 2,5 sin 90° 2,5


= ⇔ BD = ⇔ BD = ⇔ BD ≈ 4,2 .
BD 2,5 sin 36,9° sin 36,9°

sin 36,9° sin 53,1° 2,5 sin 53,1°


= ⇔ AD = ⇔ AD ≈ 3,3 .
2,5 AD sin 36,9°

Então, tem-se AB = 2,5 ; AD ≈ 3,3 e BD ≈ 4 ,2 .

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32
12. Como o octógono representado na figura é regular e tem perímetro 32, conclui-se que AB = =4 .
8

Se construirmos a circunferência circunscrita ao octógono, sabe-se que este divide essa circunferência em oito arcos de amplitude
2 × 45°
45° . Então tem-se BAˆ V = = 45° .
2
Logo, o triângulo [ABV ] é isósceles e BV = AB = 4 .
4 2 4 8
cos 45° = ⇔ = ⇔ AV = ⇔ AV = 4 2 .
AV 2 AV 2
Assim sendo, P [ABV ] = 4 + 4 + 4 2 = 8 + 4 2 ≈ 13,66 .

13.
13.1. Por aplicação da lei dos cossenos, tem-se: ( AC ) = 42 + 102 − 2 × 4 × 10cos 52° ⇔ ( AC ) ≈ 66,74708 .
2 2

Como AC > 0 , conclui-se que AC ≈ 8,2 .

sin ACˆB sin BAˆC sin 52°


13.2. Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = .
4 10 AC

sin ACˆB sin 52° 4 sin 52°


Da aplicação da lei dos senos, resulta: = ⇔ sin ACˆB = ⇔ sin ACˆB ≈ 0,385812 .
4 AC 116 − 80 cos 52°

Recorrendo a uma calculadora, obtém-se ACˆB ≈ 23° .

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Pág. 11
14.
14.1.
a) ABˆE = ABˆC − CBˆE = 90° − 58° = 32° .

AD
tan 32° = ⇔ AD = 4 tan 32° .
4

BC
tan 65° = ⇔ BC = 4 tan 65° .
4

BC + AD 4 tan 65° + 4 tan 32°


A [ABCD] = × AB = × 4 ≈ 22 .
2 2

b) CAˆ D = 90° − BAˆ C = 90° − 65° = 25° .


4 4
cos 65° = ⇔ AC = .
AC cos 65°

Por aplicação da lei dos cossenos ao triângulo [ACD] , tem-se:


2
(CD)2 = (4 tan 32°)2 +  cos465°  − 2 × 4 tan 32° ×
4
cos 65°
( )2
× cos 25° ⇔ CD ≈ 52,94877344 .
 

Como CD > 0 , conclui-se que CD ≈ 7,27659 .

P [ABCD] = AB + BC + CD + AD = 4 + 4 tan 65° + 7,27659 + 4 tan 32° ≈ 22 .

[8]
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14.2. Atendendo a cálculos efetuados anteriormente, sabe-se que DAˆE =25° .

ADˆB = 180° − ABˆD − BAˆD = 180° − 32° − 90° = 58° .

Ora, ADˆE = ADˆB = 58° .

AEˆD = 180° − DAˆE − ADˆE = 180° − 25° − 58° = 97° .

AD = 4 tan 32° ⇔ AD ≈ 2,5 .

sin 97° sin 25° sin 58°


Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = .
AD DE AE
Da aplicação da lei dos senos, resulta:

sin 97° sin 25° 4 tan 32° × sin 25°


= ⇔ DE = ⇔ DE ≈ 1,1 .
4 tan 32° DE sin 97°

sin 97° sin 58° 4 tan 32° × sin 58°


= ⇔ AE = ⇔ AE ≈ 2,1 .
4 tan 32° AE sin 97°

Então, tem-se AD ≈ 2,5 ; DE ≈ 1,1 e AE ≈ 2,1 .

[9]
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15.
15.1.
a) APˆC = 180° − PAˆC − PCˆA = 180° − 20° − 14° = 146° .
sin 146° sin 20° sin 14°
Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = .
AC PC AP
sin 146° sin 14° 165sin 14°
Da aplicação da lei dos senos, resulta: = ⇔ AP = ⇔ AP ≈ 71,38 .
165 AP sin 146°

sin 146° sin 20° 165sin 20°


b) Da aplicação da lei dos senos, resulta: = ⇔ CP = ⇔ CP ≈ 100,92 .
165 CP sin 146°

15.2. Por aplicação da lei dos cossenos ao triângulo [APB] , tem-se:

(PB)2 = 71,382 + 952 − 2×71,38×95×cos 20° ⇔ (PB)2 ≈ 1375,805138.


Como PB > 0 , conclui-se que PB ≈ 37 .

sin PBˆA sin 20° sin APˆB


Atendendo à lei dos senos, tem-se: = = .
AP PB 95

sin PBˆA sin 20° 71,38 sin 20°


Da aplicação da lei dos senos, resulta: = ⇔ sin PBˆA = ⇔ sin PBˆA ≈ 0,658185 .
71,38 37,092 37,092

Recorrendo a uma calculadora, obtém-se PBˆA ≈ 41° .

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16. O pentágono regular está inscrito na circunferência, logo divide-a em 5 arcos geometricamente iguais.

A amplitude de cada um desses arcos é 360° : 5 = 72° .

16.1.
a) O lado extremidade do ângulo orientado com lado origem Oɺ A e amplitude 72° é Oɺ B .

b) Como 288° = 4 × 72° , conclui-se que o lado extremidade do ângulo orientado com lado origem Oɺ A e amplitude 288° é Oɺ E .

c) Como −216° = 3 × (−72°) , conclui-se que o lado extremidade do ângulo orientado com lado origem Oɺ A e amplitude −216° é Oɺ C .

d) Como −144° = 2 × (−72°) , conclui-se que o lado extremidade do ângulo orientado com lado origem Oɺ A e amplitude −144° é Oɺ D .

16.2.
a) Como 288° = 4 × 72° , conclui-se que o lado origem do ângulo orientado cujo lado extremidade e amplitude são Oɺ D e 288° é Oɺ E .
b) O lado origem do ângulo orientado cujo lado extremidade e amplitude são Oɺ B e −72° é Oɺ C .

c) Como −216° = 3 × (−72°) , conclui-se que o lado origem do ângulo orientado cujo lado extremidade e amplitude são Oɺ C e −216° é
Oɺ A .

d) Como 216° = 3× 72° , conclui-se que o lado origem do ângulo orientado cujo lado extremidade e amplitude são Oɺ E e 216° é Oɺ B .

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17. O círculo está dividido em 10 partes iguais. A amplitude de cada uma delas é 360° :10 = 36° .
A seta encontra-se exatamente a meio do setor com o número 1.

17.1.
a) Se a seta descrever um ângulo orientado de amplitude 150°, então a seta indica o número 7 porque 150° = 4 × 36° + 6° .

b) Se a seta descrever um ângulo orientado de amplitude −80°, então a seta indica o número 3 porque −80° = −2 × 36° − 8° .

c) Se a seta descrever um ângulo orientado de amplitude −320°, então a seta indica o número 10 porque −320° = −8 × 36° − 32° e
−32° = −18° − 14° .

d) Se a seta descrever um ângulo orientado de amplitude 200°, então a seta indica o número 5 porque 200° = 5 × 36° + 20° e
20° = 18° + 2° .

17.2.

a) Dois valores para a amplitude do ângulo orientado descrito pela seta quando o lado extremidade coincide com a divisão entre os
setores correspondentes aos números 2 e 3 são, por exemplo, 306° (36° × 8,5) e − 54° (−36° × 1,5) .

b) Dois valores para a amplitude do ângulo orientado descrito pela seta quando o lado extremidade coincide com a divisão entre os
setores correspondentes aos números 7 e 8 são, por exemplo, 126° (36° × 3,5) e − 234° (−36° × 6,5) .

c) Dois valores para a amplitude do ângulo orientado descrito pela seta quando o lado extremidade coincide com a divisão entre os
setores correspondentes aos números 5 e 6 são, por exemplo, 198° (36° × 5,5) e − 162° (−36° × 4 ,5) .

[12]
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18.

18.1. Se ao ponteiro das horas for aplicada a rotação R(O , 45°) e ao ponteiro dos minutos for aplicada a rotação R(O , −180°) , então a
hora do acerto é 00 : 30 .

18.2. Se ao ponteiro das horas for aplicada a rotação R(O; −127,5° ) e ao ponteiro dos minutos for aplicada a rotação R(O ,270°) , então a
hora do acerto é 06 : 15 .

19. O quadrado [ACEG] está inscrito na circunferência, logo divide-a em quatro arcos iguais de amplitude 90°.
O hexágono regular [ABDEFH] está inscrito na circunferência, logo divide-a em seis arcos iguais de amplitude 60°.
19.1.
a) Como 120° = 2 × 60° , então R(O ,120° )(A) = D .

b) Como 150° = 90° + 60° , então R(O ,150° )(C ) = F .

c) Como −210° = −2 × 90° − 30° , então R(O , −210°)(G) = B .

d) Como −150° = −60° − 90° , então R(O , −150°)(B) = G .

19.2.
a) Sabendo que R(O , x )(C ) = A , então duas amplitudes x entre −360° e 360° são −90° e 270° .

b) Sabendo que R(O , x )(D) = G , então duas amplitudes x entre −360° e 360° são −210° e 150° .

[13]
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c) Sabendo que R(O , x )(F ) = B , então duas amplitudes x entre −360° e 360° são −180° e 180° .

d) Sabendo que R(O , x )(B) = E , então duas amplitudes x entre −360° e 360° são −240° e 120° .

20.
20.1.
a) Como 1110° = 30° + 3× 360° , sabe-se que o ângulo generalizado 1110° é representado por (30° , 3 ) .

b) Como −780° = −60° − 2 × 360° , sabe-se que o ângulo generalizado 1110° é representado por (−60 ° , − 2 ) .

c) Como −1800° = 0° − 5× 360° , sabe-se que o ângulo generalizado 1110° é representado por (0° , − 5 ) .

d) Como 1560° = 120° + 4 × 360° , sabe-se que o ângulo generalizado 1560° é representado por (120° , 4 ) .

e) Como −1380° = −300° − 3× 360° , sabe-se que o ângulo generalizado 1110° é representado por (−300 ° , − 3 ) .

20.2. O círculo está dividido em 12 partes iguais. A amplitude de cada uma dessas partes é igual a 30°.

a) A imagem do ponto A pela rotação de centro O e ângulo generalizado (− 30 ° , − 4 ) é o ponto M .

b) Como 210° = 7 × 30° , então a imagem do ponto A pela rotação de centro O e ângulo generalizado (210° , 7 ) é o ponto H .

c) Como −150° = −5 × 30° , então a imagem do ponto A pela rotação de centro O e ângulo generalizado (−150 ° , − 8 ) é o ponto H .

[14]
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21.
1 3
21.1. Como 420° = 60° + 1 × 360° e a circunferência é trigonométrica sabe-se que P (cos 60°, sin 60°) , ou seja, P  , .

2 2 

21.2. Como a circunferência é trigonométrica sabe-se que Q (cos (− 225°), sin (− 225°)) .
2
Atendendo a que cos (− 225°) = cos (− 225° + 360°) = cos (135°) = cos (180° − 45°) = − cos45° = − e
2

2  2 2
sin (− 225°) = sin (− 225° + 360°) = sin (135°) = sin (180° − 45°) = sin45° = , tem-se Q  − , 
2  2 2 .
 
21.3. Como 1290° = 210° + 3× 360° e a circunferência é trigonométrica sabe-se que R (cos 210°, sin 210°) .
3 1  3 1
Atendendo a que cos 210° = cos (180° + 30°) = − cos 30° = − e sin 210° = sin (180° + 30°) = − sin 30° = − , tem-se R  − ,−  .
2 2  2 2 

21.4. Como −390° = −30° − 360° e a circunferência é trigonométrica sabe-se que S (cos (− 30°), sin (− 30°)) .

3 1  3 1
Atendendo a que cos (− 30°) = cos (30°) = e sin (− 30°) = − sin (30°) = − , tem-se S  ,−  .
2 2  2 2 

[15]
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22.

22.1. Como 1270° = 190° + 3× 360° , no momento de abertura do cofre a seta indicativa do botão situa-se no 3.° quadrante.

22.2. Como −800° = −80° − 2 × 360° , a seta indicativa do botão ficou no 2.° quadrante.

23.
2 2
23.1. Como o ponto A pertence à circunferência trigonométrica e tem abcissa − , sabe-se que cos α = − .
3 3
2
 2 5 5
Sendo α ∈ 2.º Q , tem-se sinα = 1 −  −  = = .
 3 9 3
 2 5
Então, A  − , 
 3 3 .
 

23.2.
2  5 2 5
a) cos (− α ) sin (− α ) = cos α (− sin α ) = − ×  − = .
3  3  9

 2 5 2+ 5
b) cos (180° − α ) + sin (180° − α ) = − cos α + sin α = − −  + = .
 3 3 3

[16]
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24.
3 3
24.1. Como o ponto A pertence à circunferência trigonométrica e tem ordenada , sabe-se que sin α = .
4 4
2  7 3
3 7 7
Sendo α ∈ 2.º Q , tem-se cos α = − 1 −   = − =− . Então, A  − , 
4 16 4  4 4.
 
1 1
Como o ponto B pertence à circunferência trigonométrica e tem abcissa , sabe-se que cos β = .
4 4
2 1
1 15 15 15 
Sendo β ∈ 4.º Q , tem-se sin β = − 1 −   = − =− . Então, B , − .
4 16 4 4 4 

24.2.
7  15  105
a) cos (180° − α ) sin (− β ) = (− cos α )× (− sin β ) = cos α sin β = − ×− = .
4  4  16
 

3 1 3
b) sin (180° + α ) cos (180° + β ) = (− sin α )× (− cos β ) = sin α cos β = × = .
4 4 16

3 1 3
c) sin (180° − α ) cos (− β ) = sin α cos β = × = .
4 4 16

[17]
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2
25. Atendendo aos dados da figura sabe-se que sin α = − .
3
2
2 −
 2 5 5 sin α 2 2 5
Sendo α ∈ 4.º Q , tem-se cos α = 1 −   =
− = . Donde se conclui que tan α = = 3 =− =− .
 3 9 3 cos α 5 5 5
3
2
25.1. cos (− α ) tan α = cos α tan α = sin α = − .
3

2  2 5 4 5
25.2. cos (90° − α ) tan α = sin α tan α = − ×  − = .
3  5  15

2  
2 5 4 5
25.3. sin (180° − α ) tan α = sin α tan α = − ×  − = .
3  5  15

2
25.4. sin (90° + α ) tan α = cos α tan α = sin α = − .
3

2  2 5 4 5
25.5. sin (− α ) tan (180° + α ) = − sin α tan α = ×  − =− .
3  5  15

5
sin (90° + α ) cos α cos2 α 5
25.6. sin (90° − α ) tan (90° + α ) = cos α × = cos α × =− =− 9 = .
cos (90° + α ) − sin α sin α −
2 6
3

[18]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

Pág. 16
26.
26.1. sin (180 ° + α ) = − sin α = − a .
26.2. cos (90 ° + α ) = − sin α = − a .
26.3. cos (180° − α ) sin (90° − α ) = − cos α × cos α = − cos 2 α = −b2 .
26.4. cos (α − 180 ° ) = cos (180 ° − α ) = − cos α = − b .
26.5. sin (90 ° + α ) cos (α − 90 ° ) = cos α cos (90 ° − α ) = cos α × sin α = b × a = a b .
26.6. cos (180 ° + α ) sin (−α ) = − cos α × (− sin α ) = cos α × sin α = b × a = a b .
27.
3
27.1. cos (1230°) = cos (3× 360° + 150°) = cos (150°) = cos (180° − 30°) = − cos (30°) = − .
2
2
27.2. sin (− 765°) = sin (− 2 × 360° − 45°) = sin (− 45°) = − sin (45°) = − .
2
27.3. tan (960°) = tan (2 × 360° + 240°) = tan (240°) = tan (180° + 60°) = tan (60°) = 3 .
3
27.4. sin (− 600°) = sin (− 360° − 24°) = sin (− 240°) = − sin (240°) = − sin (180° + 60°) = −(− sin (60°)) = .
2
27.5. tan (600°) = tan (360° + 240°) = tan (240°) = tan (180° + 60°) = tan (60°) = 3 .
2
27.6. cos (− 495°) = cos (− 360° − 135°) = cos (− 135°) = cos (135°) = cos (180° − 45°) = − cos (45°) = − .
2

[19]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

28.
28.1. Atendendo aos dados da figura, sabe-se que cos α = a e sin α = b .
sin α b
Ora, B (1, tan α ) e tan α = = .
cos α a
 b
Então, B  1,  .
 a
28.2. Sendo C = R(O ,90° )(A) , sabe-se que C (cos (90° + α ), sin (90° + α )) .

Como cos (90 ° + α ) = − sin α = − b e sin (90 ° + α ) = cos α = a , então tem-se C (−b, a) .

28.3. Sendo D = R(O , −90° )(A) , sabe-se que D (cos (− 90° + α ), sin (− 90° + α )) .

Como cos (−90 ° + α ) = cos (90 ° − α ) = sin α = b e sin (− 90 ° + α ) = − sin (90 ° − α ) = − cos α = − a , então tem-se D (b, − a ) .

sin (−90° + α ) − a a
28.4. Ora, E (1, tan (− 90° + α )) e tan (− 90° + α ) = = =− .
cos (− 90° + α ) b b
 a
Assim sendo, E  1, −  .
 b

[20]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

Pág. 17

29.

sin cos tan

15° a
a b
b

75° b
b a
a
b
105° b −a −
a

165° a
a −b −
b
195° a
−a −b
b
255° b
−b −a
a
285° b
−b a −
a
345° a
−a b
b

[21]
Propostas de Resolução
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Cálculos:
⋅ sin (75°) = sin (90° − 15°) = cos (15°) = b e cos (75°) = cos (90° − 15°) = sin (15°) = a .

⋅ sin (105°) = sin (90° + 15°) = cos (15°) = b e cos (105°) = cos (90° + 15°) = − sin (15°) = −a .

⋅ sin (165°) = sin (180° − 15°) = sin (15°) = a e cos (165°) = cos (180° − 15°) = − cos (15°) = −b .

⋅ sin (195°) = sin (180° + 15°) = − sin (15°) = −a e cos (195°) = cos (180° + 15°) = − cos (15°) = −b .

⋅ sin (255°) = sin (255° − 360°) = sin (−105°) = − sin (105°) = −b e cos (255°) = cos (255° − 360°) = cos (−105°) = cos (105°) = −a .

⋅ sin (285°) = sin (285° − 360°) = sin (−75°) = − sin (75°) = −b e cos (285°) = cos (285° − 360°) = cos (−75°) = cos (75°) = a .

⋅ sin (345°) = sin (345° − 360°) = sin (−15°) = − sin (15°) = −a e cos (345°) = cos (345° − 360°) = cos (−15°) = cos (15°) = b .

30.
2
30.1. 1 + tan2 α = 1 3 1 13 1 4
2
⇔ 1+  = ⇔ = ⇔ cos 2 α = .
cos α 2 cos 2 α 4 cos 2 α 13
2 2 13
Como α ∈1.º Q , cos α > 0 . Então, conclui-se que cos α = = .
13 13

3 2 13 3 13
Donde se conclui que sinα = tanα × cosα = × = .
2 13 13

[22]
Propostas de Resolução
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2
30.2. sin2 α + cos 2 α = 1 ⇔  3  + cos 2 α = 1 ⇔ cos 2 α = 16 .
5 25
4
Como α ∈2.º Q , cos α < 0 . Então, conclui-se que cos α = − .
5
3
sin α 3
tan α = = 5 =− .
cos α − 4 4
5
2
30.3. sin2 α + cos 2 α = 1 ⇔ sin2 α +  − 5  = 1 ⇔ sin2 α = 24 .
 7 49

2 6
Como α ∈ 3º Q , sinα < 0 . Então, conclui-se que sinα = − .
7

2 6

sin α 7 =2 6 .
tan α = =
cos α −
5 5
7
1 1 1 1
30.4. 1 + tan2 α = 2 ⇔ 1 + 32 = 2 ⇔ 10 = 2 ⇔ cos2 α = .
cos α cos α cos α 10
1 10
Como α ∈ 3.º Q , cos α < 0 . Então, conclui-se que cos α = − =− .
10 10

 10  3 10
Donde se conclui que sinα = tanα × cos α = 3 ×  − =− .
 10  10
 

[23]
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2
30.5. sin2 α + cos 2 α = 1 ⇔  − 3  + cos 2 α = 1 ⇔ cos 2 α = 7 .
 4 16

7
Como α ∈ 4º Q , cos α > 0 . Então, conclui-se que cos α = .
4
3

sin α 4 =− 3 =−3 7 .
tan α = =
cos α 7 7 7
4
31.

31.1. Atendendo aos dados do enunciado, sabe-se que DOˆP = 60° , DOˆP = 60° − 30° = 30° e DOˆB = 120° − 30° = 90° .

EAˆ D = BAˆ D − BAˆ E = 90° − 73,6° = 16,4° .

Como 0,4° = 0,4 × 60' = 24' , conclui-se que EAˆ D = 16° 24' .

BEˆC = AEˆD = 180° − ADˆE − EAˆ D = 180° − 90° − 16,4° = 73,6° .

Como 0,6° = 0,6 × 60' = 36' , conclui-se que BEˆC = 73° 36' .

AEˆB = 180° − BAˆ E − ABˆE = 180° − 73,6° − 73,6° = 32,8° .

Como 0,8° = 0,8 × 60' = 48' , conclui-se que AEˆB = 32° 48' .

[24]
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1 1
31.2. tan16,4° = ⇔ AD = .
AD tan16,4°
1

tan 16,4° 1
A [ ABE ] = = ≈ 3,40 m2 .
2 tan 16,4°

1
A [ AED ] = A [BCE ] = A [ ABE ] ≈ 1,70 m2 .
2

[25]
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Pág. 18
32.

32.1. Seja x o comprimento do arco AB.


3 ----- 1 rad 3 × 0 ,7
Daqui resulta que x = = 2,1 .
x ----- 0,7 rad 1

32.2. Seja y a amplitude, em graus, do ângulo AOB.

180° ----- π rad 180°× 0,7 126°


Daqui resulta que y = = ≈ 40° .
y ----- 0,7 rad π π

Conclusão: AOˆ B ≈ 40° .

32.3. Sabe-se que OCˆB = OBˆC = 55° e BOˆ C = 180° − OCˆB − OBˆC = 180° − 2 × 55° = 70° .
Seja a a amplitude, em radianos, dos ângulos OCB e OBC.
180° ----- π rad 55 × π 11π
Daqui resulta que a = = .
55° ----- a rad 180 36

Seja b a amplitude, em radianos, do ângulo BOC.


180° ----- π rad 70 × π 7 π
Daqui resulta que b = = .
70° ----- b rad 180 18

ˆ = 11π rad e BOC


ˆ = OBC
Conclusão: OCB ˆ = 7π rad .
36 18

[26]
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33.
33.1. Seja x a amplitude, em graus, do ângulo CBD.

180° ----- π rad 3π


180°×
Daqui resulta que x = 5 = 108° .

x ----- rad π
5

ABˆD = BAˆ D = 180° − 108° = 72° e ADˆB = 180° − 2 × 72° = 36° .

33.2. Designemos por M o ponto médio de [AB].


A projeção ortogonal de D sobre [AB] coincide com o ponto M.

DM
sin 72° = ⇔ DM = 5sin 72° .
5

AM
cos 72° = ⇔ AM = 5cos 72° .
5

Logo, AB = 2 AM = 10 cos 72° .

Como B é o ponto médio de [AC], então AC = 2 AB = 20 cos 72° .

AC × DM 20cos 72°× 5sin 72°


A [ ACD ] = = ≈ 14,7 cm2 .
2 2

[27]
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Pág. 19

34.

π 20 20 20 20 3
34.1. tan = ⇔ 3= ⇔ BD = ⇔ BD = .
3 BD BD 3 3

π 20 20
tan = ⇔1= ⇔ BC = 20 .
4 BC BC
20 3
× 20
BC × AB BD × AB 20 × 20 3 200 3
A [ ADC ] = A [ ABC ] − A [ ABD] = − = − = 200 − ≈ 84,53 m2 .
2 2 2 2 3

π 20 3 20 40 40 3
34.2. sin = ⇔ = ⇔ AD = ⇔ AD = .
3 AD 2 AD 3 3

π 20 2 20 40 40 2
sin = ⇔ = ⇔ AC = ⇔ AC = ⇔ AC = 20 2 .
4 AC 2 AC 2 2
20 3
CD = BC − BD = 20− .
3

20 3 40 3 20 3
P [ ADC ] = CD + AC + AD = 20 − + 20 2 + = 20 + + 20 2 ≈ 59,831 m .
3 3 3
Custo da vedação: 59,831 × 2,5 € ≈ 149,58 € .

[28]
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35. Seja x a amplitude, em graus, do ângulo ADC.

180° ----- π rad 29π


180°×
Daqui resulta que x = 36 = 145° .
29 π
x ----- rad π
36
Como dois ângulos internos consecutivos de um paralelogramo são suplementares, tem-se:

a = BAˆ D = 180° − ADˆC = 180° − 145° = 35° .

36. Seja x a amplitude, em graus, do ângulo ABC.

180° ----- π rad π


180°×
Daqui resulta que x = 3 = 60° .
π
x ----- rad π
3
Como a soma das amplitudes dos ângulos internos de um quadrilátero é igual a 360°, tem-se:

a = BCˆD = 360° − 90° − 90° − 60° = 120° .

[29]
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Pág. 20
180° − 120°
37. BDˆC = = 30° .
2

180° ----- π rad 30 × π π


Daqui resulta que a = = .
30° ----- a rad 180 6

π
a= rad .
6

38.
38.1.
180° ----- π rad 180°× 4
Daqui resulta que x = ≈ 229,1831° .
x ----- 4 rad π

Como 0,1831° = 0,1831× 60' = 10,986' e 0,986' = 0,986× 60'' ≈ 59'' , conclui-se que 4 rad ≈ 229° 10' 59'' .

38.2.
180° ----- π rad 180°× 2,5
Daqui resulta que x = ≈ 143,2394° .
x ----- 2,5 rad π

Como 0,2394° = 0,2394 × 60' = 14,364' e 0,364' = 0,364 × 60'' ≈ 22' ' , conclui-se que 2,5 rad ≈ 143° 14' 22'' .

[30]
Propostas de Resolução
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38.3.
180° ----- π rad 2π
180°×
Daqui resulta que x = 5 = 72° .

x ----- rad π
5

Então, tem-se rad = 72° 0' 0'' .
5

38.4.
180° ----- π rad 4π
180°×
Daqui resulta que x = 7 ≈ 102,8571° .

x ----- rad π
7

Como 0,8571° = 0,8571× 60' = 51,426' e 0,426' = 0,426× 60'' ≈ 26'' , conclui-se que rad ≈ 102° 51' 26'' .
7
38.5.
180° ----- π rad 9π
180°×
Daqui resulta que x = 7 ≈ 231,4286° .

x ----- rad π
7

Como 0,4286° = 0,4286× 60'= 25,716' e 0,716' = 0,716× 60'' ≈ 43' ' , conclui-se que rad ≈ 231° 25' 43'' .
7
38.6.
180° ----- π rad 180°× 0,25
Daqui resulta que x = ≈ 14,3239° .
x ----- 0,25 rad π

Como 0,3239° = 0,3239× 60'= 19,434' e 0,434' = 0,434 × 60'' ≈ 26'' , conclui-se que 0,25rad ≈ 14° 19' 26'' .

[31]
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39.
π 
39.1. Sabe-se que ∀x ∈  , π  , sin x > 0 e cos x < 0 .
2 
π 
Então, ∀x ∈  , π  , sin x .cos x < 0 .
 2 
Assim sendo, o valor lógico da afirmação é verdadeiro.

 3π 
39.2. Sabe-se que ∀x ∈  , 2π  , sin x < 0 e tan x < 0 .
 2 
 3π 
Então, ∀x ∈  , 2π  , sin x .tan x > 0 .
 2 
 3π 
Assim sendo, o valor lógico da afirmação ∃x ∈  , 2π  , sin x .tan x < 0 é falso.
 2 
 3π 
39.3. Sabe-se que ∀x ∈  π , , −1 < cos x < 0 .
 2 
 3π  1
Assim sendo, o valor lógico da afirmação ∃x ∈  π, , cos x = é falso.
 2  2
π 
39.4. Sabe-se que ∀x ∈  , π  , tan x < 0 .
2 
 π 3π 
Assim sendo, o valor lógico da afirmação ∃x ∈  ,  , tan x < 0 é verdadeiro.
2 2 

[32]
Propostas de Resolução
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 π 3π 
39.5. Sabe-se que ∀x ∈  ,  , −1 ≤ cos x < 0 .
2 2 
3
2 cos x = −3 ⇔ cos x = − .
2
 π 3π 
Assim sendo, o valor lógico da afirmação ∃x ∈  ,  , 2 cos x = −3 é falso.
2 2 
 3π 
39.6. Sabe-se que ∀x ∈  π , , tan x ∈ ] 0 , + ∞ [ .
 2 
 3π 
Assim sendo, o valor lógico da afirmação ∃x ∈  π, , tan x = 34 é verdadeiro.
 2 
 π  π 
39.7. sin  − + x  = − sin  − x  = − cos x e cos ( 3π + x ) = cos ( π + x ) = − cos x .
 2  2 

 π 
Logo, sin  − + x .cos ( 3π + x ) = − cos x . ( − cos x ) = cos x .
2

 2 

Sabe-se que ∀x ∈ ] 0, 2π [ , 0 ≤ cos x < 1 .

 π  π
Assim sendo, o valor lógico da afirmação ∀x ∈ ] 0, 2π [ , sin  − + x  .cos ( 3π + x ) > 0 é falso pois, por exemplo, se x = tem-se
 2  2
 π 
sin  − + x  .cos ( 3π + x ) = 0 .
 2 

[33]
Propostas de Resolução
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Pág. 21
40.
40.1. O contradomínio da função seno é [ −1, 1] .

1
O gráfico da função f obtém-se a partir do gráfico da função seno através de uma contração horizontal de coeficiente .
4

Então, conclui-se que D′f = [ −1, 1] .

40.2. ∀x ∈ R , x + π∈ R .

 π   π 
f  x +  = sin  4  x +   = sin ( 4 x + 2 π ) = sin ( 4 x ) = f ( x ) .
 2    2 

π
Logo, é período da função f.
2

40.3. ∀x ∈ R , − x ∈ R .

f (− x ) = sin (4 (− x )) = sin (− 4 x ) = − sin (4 x ) = − f (x ) .

Logo, f é uma função ímpar.


40.4. f ( x ) = 0 ⇔ sin ( 4 x ) = 0 ⇔ 4 x = kπ , k ∈Z ⇔ x = , k ∈Z .
4

[34]
Propostas de Resolução
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40.5.
a) Como D′f = [ −1, 1] , sabe-se que o valor mínimo da função é −1 .

 π
Pretende-se determinar a ∈ 0,  tal que f (a) = −1 .
 2

3π 3π kπ
f ( a ) = −1 ⇔ sin ( 4a ) = −1 ⇔ 4a = + 2kπ , k ∈ Z ⇔ a = + , k ∈Z .
2 8 2

 π 3π
Como a ∈ 0,  , conclui-se que a = .
 2 8

b) Como D′f = [ −1, 1] , sabe-se que o valor máximo da função é 1 .

 π
Pretende-se determinar a ∈ 0,  tal que f (a) = 1 .
 2

π π kπ
f ( a ) = 1 ⇔ sin ( 4a ) = 1 ⇔ 4a = + 2kπ , k ∈ Z ⇔ a = + , k ∈ Z .
2 8 2

 π π
Como a ∈ 0,  , conclui-se que a = .
 2 8

[35]
Propostas de Resolução
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41.
41.1. A é o ponto de interseção do gráfico de g com o eixo Ox, com menor abcissa positiva.
π
g ( x ) = 0 ⇔ − cos x = 0 ⇔ cos x = 0 ⇔ x =
+ kπ , k ∈ Z .
2
π
A menor solução positiva da equação anterior é .
2
π 
Então, A  , 0  .
2 
π  π 
O ponto B tem a mesma abcissa que o ponto A e pertence ao gráfico da função f, ou seja, B  , f   .
2  2 
π π
f   = 2 + sin   = 2 + 1 = 3 .
 
2 2
π 
Assim sendo, B  , 3  .
2 
π
×3
OA × AB 2 3π
41.2. A [OAB]= = = .
2 2 4

[36]
Propostas de Resolução
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42.
42.1.
a) f ( 2 ) = 3 − 2 cos  2 π  = 3 − 2cos  π − π  = 3 − 2  − cos  π   = 3 − 2 ×  − 1  = 4 .
 3   3   3   2

 π π 1
b) f ( −1) = 3 − 2cos  −  = 3 − 2cos   = 3 − 2 × = 2 .
3   3  
2

c) f ( 10 ) = 3 − 2 cos  10 π  = 3 − 2cos  2 π + 4 π  = 3 − 2 cos  4 π  = 3 − 2 cos  π + π  = 3 − 2  − cos  π   = 3 − 2 ×  − 1  = 4 .


 3   3   3   3   3   2
42.2.
πx   πx  3
a) f ( x ) = 0 ⇔ 3 − 2cos   = 0 ⇔ cos   = .
 3   3  2
equação impossível
 πx 
porque −1 ≤ cos   ≤ 1
 3 

Donde se conclui que a função f não tem zeros.

b) ∀x ∈ R , x + 6 ∈ R .

 π( x + 6 )   πx + 6π   πx   πx 
f ( x + 6 ) = 3 − 2cos   = 3 − 2cos   = 3 − 2cos  3 + 2 π  = 3 − 2cos  3  = f ( x ) .
 3   3     

Logo, 6 é período da função f.

[37]
Propostas de Resolução
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Pág. 22
43.
 π π   π 
43.1. Df = R \  x : x + = + kπ , k ∈Z = R \  x : x = + kπ , k ∈Z .
 3 2   6 
43.2.
 π π
a) f ( π ) = tan  π +  = tan   = 3 .
 3  3 

 π  π π  π π 3
b) f  −  = tan  − +  = tan  −  = − tan   = − .
 2  2 3  6 6 3

 π π
43.3. f ( x ) = 0 ∧ x ∈[ 0, 2π] ⇔ tan  x +  = 0 ∧ x ∈[ 0, 2π] ⇔ x + = kπ , k ∈Z ∧ x ∈[ 0, 2π]
3 3
π 2π 5π
⇔ x = − + kπ , k ∈ Z ∧ x ∈ [ 0, 2π] ⇔ x = ∨ x= .
3 3 3
 2π 5π 
x ∈ , .
3 3

[38]
Propostas de Resolução
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44.

44.1. O triângulo [ABC ] é retângulo em A, então tem-se: ( BC ) = ( AB) + ( AC ) ⇔ ( BC ) = 52 + 122 ⇔ ( BC ) = 169 .


2 2 2 2 2

Como BC > 0 , conclui-se que BC = 169 = 13 .

π  12 5 29
sin α + sin β + sin γ = sin α + sin ( π − α ) + sin  − α  = sin α + sin α + cos α = 2 × + = .
2  13 13 13
 π 
44.2. sin  − α  + cos β = cos α + cos ( π − α ) = cos α + ( − cos α ) = 0 .
2 

 π  π
44.3. sin ( β + 3π ) − cos  β −  + tan ( β − 5π ) = sin ( π − α + 3π ) − cos  π − α −  + tan ( π − α − 5π ) =
 2    2
π  12 12 276
= sin ( −α ) − cos  − α  + tan ( −α ) = − sin α − sin α − tan α = −2 × − = − .
2  13 5 65
45.
45.1. Atendendo a que α , β e γ são as amplitudes dos ângulos internos do triângulo representado na figura, tem-se:

⋅ sin α = cos 58° ⇔ α = 90° − 58° ⇔ α = 32° .

⋅ cos β = sin 164° ⇔ cos β = sin (180° − 164°) ⇔ cos β = sin 16° ⇔ β = 90° − 16° ⇔ β = 74° .

⋅ γ = 180° − α − β ⇔ γ = 180° − 32° − 74° ⇔ γ = 74° .

Conclusão: α = 32° e β = γ = 74° .

45.2. Quanto aos ângulos o triângulo é acutângulo e quanto aos lados o triângulo é isósceles (pois num triângulo, a ângulos iguais
opõem-se lados iguais).

[39]
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46.
 π 
46.1. Se α ∈  − , 0  , então tan α ≤ 0 .
 2 
 1
tan α ≤ 0 ⇔ 3p2 + 2p − 1 ≤ 0 ⇔ p ∈ − 1 ,  .
 3
Cálculo auxiliar:

− 2 ± 4 + 12 1
3p2 + 2p − 1 = 0 ⇔ p = ⇔ p = ∨ p = −1 .
6 3

π π
46.2. Se α ∈  ,  , então tan α ≥ 3 .
3 2
2p − 1 1+3 3 1 + 3 3 
tan α ≥ 3 ⇔ ≥ 3 ⇔ 2p − 1 ≥ 3 3 ⇔ p ≥ ⇔ p∈  , +∞ .
3 2  2 
2 2
 p  p −1  p2 p2 − 2p + 1
46.3. sin2 α + cos2 α = 1 ⇔   +   =1⇔ + = 1 ⇔ 2p2 − 2p − 24 = 0
 5  5  25 25

1 ± 1 + 48
⇔ p2 − p − 12 = 0 ⇔ p = ⇔ p = 4 ∨ p = −3 ⇔ p ∈{−3, 4} .
2

 π 1
46.4. Se α ∈  − π ,  , então − 1 ≤ sin α ≤ .
 6  2
1 1 3p − 1 3p − 1 1 1 2  1 2
−1 ≤ sin α ≤ ⇔ sin α ≥ −1 ∧ sin α ≤ ⇔ ≥ −1 ∧ ≤ ⇔ p ≥ − ∧ p ≤ ⇔ p∈  − ,  .
2 2 2 2 2 3 3  3 3

[40]
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Pág. 23
47.
47.1.
2  3π  b) Representação de α − π no círculo trigonométrico:
a) cos α = e α ∈  − , 0 .
3  2 
Representação de α no círculo trigonométrico:

π
c) Representação de α − no círculo trigonométrico:
2

[41]
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47.2.
a) cos α + tan (α + π ) = cos α + tan α .

1 1 9 5
1 + tan2 α = 2
⇔ 1 + tan2 α = 2
⇔ 1 + tan2 α = ⇔ tan2 α = .
cos α 2 4 4
 
3
 3π 
Como α ∈  − ,0  e cos α > 0 , conclui-se que α ∈ 4.ºQ .
 2 
5
Então, tanα = − .
2
2  5  4 − 3 5
Donde se conclui que cos α + tan α = + − = .
3  2 
 6

 π π 
b) sin  α −  + sin (α + π) = − sin  − α  + ( − sin α ) = − cos α − sin α .
 2  2 

sinα 5 sinα 5 2  5  − 2 + 5
tanα = ⇔− = ⇔ sinα = − . Donde se conclui que − cos α − sin α = − −  − = .
cos α 2 2 3 
3  3  3
3

 7π   7π   π
c) sin  α −  − 3cos (α − 17π) = sin  α − + 4π  − 3cos (α − 17π + 18π ) = sin  α +  − 3cos (α + π ) =
 2   2   2

2 8
= cos α − 3(− cos α ) = 4 cos α = 4 × = .
3 3

[42]
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48.
48.1. Designemos por O o ponto de interseção das diagonais do losango.

BO BO
sin θ = ⇔ sin θ = ⇔ BO = a sin θ .
AB a

AO AO
cos θ = ⇔ cos θ = ⇔ AO = a cos θ .
AB a

AO× BO a cosθ × a sinθ


A [ ABCD]= 4 × A [ AOB]= 4 × = 4× = 2a2 sinθ cosθ .
2 2

π π π 2 2
48.2. A   = 2a2 sin cos = 2a2 × × = a2 .
4 4 4 2 2
π
Quando α = , o painel tem a forma de um quadrado de lado a cuja área é igual a a2 .
4
 π  π  3
48.3. 5sin  − + θ  + 3 = 0 ⇔ −5sin  −θ  = −3 ⇔ −5cos θ = −3 ⇔ cos θ = .
 2  2  5
3
2
16 π 4
sin2 θ + cos 2 θ = 1 ⇔ sin2 θ +   = 1 ⇔ sin2 θ = . Como 0 < θ < , sin θ > 0 . Então, conclui-se que sin θ = .
5 25 2 5
4 3
A (θ ) = 2a2 sinθ cosθ = 2 × 52 × × = 24 .
5 5
1 π π 5π
48.4. BD = AB ⇔ 2a sin θ = a ⇔ sin θ = ⇔ sin θ = sin ⇔ θ = + 2kπ ∨ θ = + 2kπ , k ∈Z .
2 6 6 6
π π
Como 0 < θ < , conclui-se que θ = .
2 6

[43]
Propostas de Resolução
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Pág. 24

49.
49.1. Sabe-se que OP = 4 .

O triângulo [OPQ] é isósceles se PQ = 4 .


Nesse caso, a projeção ortogonal de P sobre o eixo Ox coincide com o ponto M, ponto médio de [PQ].
Então, tem-se:

OM OM
cos θ = ⇔ cos θ = ⇔ OM = 4 cos θ .
OP 4
Donde se conclui que OQ = 2 OM = 8 cos θ .

O ponto Q tem ordenada nula porque pertence ao eixo das abcissas.


Portanto, Q (8 cos θ , 0 ) .

PQ PQ
49.2. tan θ = ⇔ tan θ = ⇔ PQ = 4 tan θ .
OP 4
Como o triângulo [OPQ] é retângulo em P, tem-se:

OP × PQ 4 × 4 tanθ
A [OPQ] = = = 8 tanθ = f (θ ) .
2 2

[44]
Propostas de Resolução
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π  π
49.3. O valor da área do triângulo [OPQ] quando θ = é dado por f   .
3 3
π π
Ora, f   = 8tan  = 8 × 3 = 8 3 .
3 3
5
49.4. f (θ ) = 20 ⇔ 8 tanθ = 20 ⇔ tanθ = .
2
2
1 5 1 29 1 4
1 + tan2 θ = 2
⇔ 1+  = ⇔ = ⇔ cos 2 θ = .
cos θ 2 cos 2 θ 4 cos 2 θ 29

4 21
Ora, (sinθ − cosθ )(sinθ + cosθ ) = sin θ − cos θ = 1 − − cos θ − cos θ = 1 − 2 cos θ = 1 − 2 ×
2 2 2 2 2
= .
29 29

49.5. Sabe-se que OP = 4 e PQ = 4 tan θ .

OP 4 4
cos θ = ⇔ cos θ = ⇔ OQ = .
OQ OQ cos θ

P [OPQ] = OQ + PQ + OP .

Então, tem-se:

4 4 4 sinθ 4 cosθ 4
g (θ ) = + 4 tanθ + 4 = + + = (1 + sinθ + cosθ ) .
cosθ cosθ cosθ cosθ cosθ

[45]
Propostas de Resolução
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( )
49.6. Sendo Q 4 3 , 0 , então OQ = 4 3 .

4 1 3
OQ = 4 3 ⇔ = 4 3 ⇔ cos θ = ⇔ cos θ = .
cos θ 3 3

2
 3
sin2 θ + cos2 θ = 1 ⇔ sin2 θ +   = 1 ⇔ sin2 θ = 2 .
 3  3
 
π 2 2 6
Como 0 < θ < , sin θ > 0 . Então, conclui-se que sinθ = = = .
2 3 3 3

4 3 4 6 
Sabe-se que P (4 cos θ , 4 sin θ ) , ou seja, P  , .
 3 3 

4 6 4 6
−0
3 6 2
m PQ = = 3 =− =− .
4 3 8 3 2 3 2
−4 3 −
3 3
Equação da reta PQ:

y−0 = −
2
2
( )
x −4 3 ⇔ y = −
2
2
x +2 6 .

[46]
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Pág. 25
50.
50.1.
π  2 π
a) arcsin ( 1) = . b) arcsin  −  = − .
2  2  4

1 π  3 π
c) arcsin   = . d) arcsin  −  = − .
2 6  2  3

50.2.

2
a) arcsin   ≈ 0,73 rad . b) arcsin ( −0,7 ) ≈ −0,78 rad .
3

[47]
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51.
 2 π  3  5π π
51.1. arccos   = . 51.2. arccos  −  = . 51.3. arccos ( 0 ) = .
2
 2  4  2  6

 2π  2π   π   π π  5π  5π
51.4. arccos  cos = . 51.5. arccos  cos  −   = arccos  cos  = . 51.6. arccos  cos = .
 3  3  3   3 3   6  6

52.
52.1.

a) arctan ( 3 ) − arctan ( −1) = π3 −  − π4  = 712π .


 3   3π   π   π  π  π  π
b) arctan   + arctan  tan   = + arctan  tan −   = +  −  = − .
 3    4  6   4  6  4  12

52.2. arctan ( −2 ) ≈ −1,11 rad .

[48]
Propostas de Resolução
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53.
2
53.1. Recorrendo à calculadora, sabe-se que arcsin   ≈ 0,41 rad .
 5
Então, tem-se:
2 π 
sin x = ∧ x ∈  , π  ⇔ x ≈ ( π − 0,41) rad ⇔ x ≈ 2,73 rad .
5 2 

53.2. Recorrendo à calculadora, sabe-se que arctan ( −3 ) ≈ −1,25 rad .


Então, tem-se:
π 
tan x = −3 ∧ x ∈  , π  ⇔ x ≈ ( −1,25 + π) rad ⇔ x ≈ 1,89 rad .
2 

[49]
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Pág. 26

54.

 π
54.1. Se x ∈  0,  então 0 < cos x < 1 .
 2 
1  π
Assim sendo, a condição cos x = − ∧ x ∈  0,  tem 0 (zero) soluções pois é impossível.
3  2
 3π  1  3π 
54.2. 5sin x + 1 = 0 ∧ x ∈  − π ,  ⇔ sin x = − ∧ x ∈  − π ,  .
 2  5  2 
 3π 
Recorrendo à calculadora gráfica, conclui-se que a condição 5sin x + 1 = 0 ∧ x ∈  − π , tem 3
 2 
soluções.

 5π   π
54.3. sin( 3π + x ) − 2cos  x −  = 1 ∧ x ∈ ] − π , 3π [ ⇔ sin( π + x ) − 2cos  x −  = 1 ∧ x ∈ ] − π , 3π [
 2   2
1
⇔ − sin x − 2sin x = 1 ∧ x ∈ ] − π , 3π [ ⇔ sin x = − ∧ x ∈ ] − π , 3π [ .
3
Recorrendo à calculadora gráfica, conclui-se que a condição
 5π 
sin( 3π + x ) − 2cos  x −  = 1 ∧ x ∈ ] − π , 3π [ tem 4 soluções.
 2 

[50]
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 π  π
54.4. tan ( 5π − x ) − 2 = 0 ∧ x ∈  − π ,  ⇔ tan( − x ) = 2 ∧ x ∈  − π ,  ⇔
 2  2
 π
⇔ tan x = −2 ∧ x ∈  − π ,  .
 2
Recorrendo à calculadora gráfica, conclui-se que a condição
 π
tan ( 5π − x ) − 2 = 0 ∧ x ∈  − π ,  tem apenas 1 solução.
 2

 3π   3π 
54.5. 3sin x cos x − cos x = 0 ∧ x ∈  0,  ⇔ cos x ( 3sin x − 1) = 0 ∧ x ∈  0,  ⇔
 2  2
 1  3π 
⇔  cos x = 0 ∨ sin x =  ∧ x ∈  0 , 
 3  2 
 3π 
Sabe-se que a equação cos x = 0 tem 2 soluções no intervalo  0,  .
 2
1  3π 
Recorrendo à calculadora gráfica, sabe-se que a condição sin x = ∧ x ∈  0,  tem 2
3  2
soluções.

 3π 
Assim sendo, a condição 3sin x cos x − cos x = 0 ∧ x ∈  0,  tem 4 soluções.
 2

[51]
Propostas de Resolução
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55.

1 2π 2π 2π
55.1. 6cos x + 3 = 0 ⇔ cos x = − ⇔ cos x = cos ⇔ x = − + 2kπ ∨ x= + 2kπ , k ∈Z .
2 3 3 3

2 π π π
55.2. 2sin (3x ) − 2 = 0 ⇔ sin (3x ) = ⇔ sin (3x ) = sin ⇔ 3x = + 2kπ ∨ 3x = π − + 2kπ , k ∈Z ⇔
2 4 4 4

π 2kπ π 2kπ
⇔x= + ∨ x= + , k ∈Z .
12 3 4 3

  π   π 3  π 5π π 5π π 5π
55.3. 2cos  x +  + 3 = 0 ⇔ cos  x +  = − ⇔ cos  x +  = cos ⇔ x + = + 2kπ ∨ x+ = − + 2kπ , k ∈Z ⇔
 3  3 2  3 6 3 6 3 6

π 7π
⇔ x = + 2kπ ∨ x =− + 2kπ , k ∈Z .
2 6

3  π π π kπ
55.4. 3 tan ( 3x ) + 1 = 0 ⇔ tan ( 3x ) = − ⇔ tan ( 3x ) = tan  −  ⇔ 3x = − + kπ, k ∈Z ⇔ x = − + , k ∈Z .
3  6  6 18 3

 3π   3π  1 1 π π π
55.5. 2sin  x +  + 1 = 0 ⇔ sin  x +  = − ⇔ − cos x = − ⇔ cos x = cos ⇔ x = + 2kπ ∨ x = − + 2kπ , k ∈Z .
 2   2  2 2 3 3 3

π π kπ
55.6. sin ( 2x ) − cos ( 2x ) = 0 ⇔ sin ( 2x ) = cos ( 2x ) ⇔ 2x = + kπ, k ∈Z ⇔ x = + , k ∈Z .
4 8 2

[52]
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−3± 9 −8 1
55.7. 2sin2 x + 3sin x + 1 = 0 ⇔ sin x = ⇔ sin x = − ∨ sin x = −1 ⇔
4 2
π 7π 3π
x = − + 2kπ ∨ x = + 2kπ ∨ x = + 2kπ , k ∈Z .
6 6 2

5 ± 25 − 16 1 π
55.8. 2cos ( π x ) − 5cos ( πx ) + 2 = 0 ⇔ cos ( πx ) = ⇔ cos ( π x ) = 2 ∨ cos ( π x ) = ⇔ cos ( πx ) = cos ⇔
2

4 2 3
equação impossível

π π 1 1
⇔ π x = + 2kπ ∨ π x = − + 2kπ , k ∈Z ⇔ x = + 2k ∨ x = − + 2k , k ∈Z .
3 3 3 3

55.9.
 π  π π π
4 − 4tan2 x = 0 ⇔ tan2 x = 1 ⇔ tan x = 1 ∨ tan x = −1 ⇔ tan x = tan   ∨ tan x = tan  −  ⇔ x = + kπ ∨ x = − + kπ, k ∈Z ⇔
4  4 4 4
π kπ
⇔ x = + , k ∈Z .
4 2

[53]
Propostas de Resolução
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Pág. 27

56.

π 3π 7π
56.1. sin x + cos x = 0 ∧ x ∈[ 0, 2π ] ⇔ sin x = − cos x ∧ x ∈[ 0, 2π ] ⇔ x = − + kπ, k ∈Z ∧ x ∈[ 0, 2π ] ⇔ x = ∨ x= .
4 4 4
 3π 7π 
x ∈ ,  .
4 4

3
56.2. 5sin x + 3 = 0 ∧ x ∈[ 0,2π ] ⇔ sin x = − ∧ x ∈[ 0,2π ] ⇔ sin x ≈ sin( −0,6435) ∧ x ∈[ 0,2π ] ⇔
5
⇔ ( x ≈ −0,6435 + 2kπ ∨ x ≈ π + 0,6435 + 2kπ, k ∈Z ) ∧ x ∈[ 0 ,2π ] ⇔ x ≈ 5,64 ∨ x ≈ 3,79 .

x ∈{3,79 ; 5,64 } .

3 π
56.3. 4cos ( 3π x ) − 2 3 = 0 ∧ x ∈[ 0, 1 ] ⇔ cos ( 3π x ) = ∧ x ∈[ 0, 1 ] ⇔ cos ( 3π x ) = cos ∧ x ∈[ 0, 1 ] ⇔
2 6

 π π 
⇔  3π x = + 2kπ ∨ 3π x = − + 2kπ, k ∈Z ∧ x ∈[ 0, 1 ] ⇔
 6 6 

 1 2k 1 2k  1 13 11
⇔x= + ∨ x = − + , k ∈Z  ∧ x ∈ [ 0 , 1 ] ⇔ x = ∨ x= ∨ x= .
 18 3 18 3  18 18 18

 1 11 13 
x ∈ , ,  .
18 18 18 

[54]
Propostas de Resolução
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57.

57.1. f ( x ) = 0 ⇔ sin ( 2 x ) = 0 ⇔ 2 x = kπ, k ∈Z ⇔ x = , k ∈Z .
2
π
g ( x ) = 0 ⇔ 2cos ( x ) sin ( 2 x ) = 0 ⇔cos ( x ) = 0 ∨ sin ( 2 x ) = 0 ⇔ x = + kπ ∨ 2 x = kπ, k ∈Z ⇔
2

π kπ kπ
⇔x= + kπ ∨ x = , k ∈ Z ⇔ x = , k ∈ Z .
2 2 2

Assim sendo, as funções f e g têm o mesmo conjunto de zeros.

57.2. f (x ) = g (x ) ⇔ sin (2 x ) = 2cos (x )sin (2 x ) ⇔ sin (2 x ) − 2cos (x )sin (2 x ) = 0 ⇔cos (x ) = 0 ∨ sin (2 x ) = 0 ⇔


1 π π
⇔ sin ( 2 x ) 1 − 2cos ( x )  = 0 ⇔ sin ( 2 x ) = 0 ∨ cos ( x ) = ⇔ 2 x = kπ ∨ x = + 2kπ ∨ x = − + 2kπ, k ∈Z ⇔
2 3 3
kπ π π
⇔x = ∨ x = + 2kπ ∨ x = − + 2kπ, k ∈Z .
2 3 3
π
Como A é o ponto de interseção dos dois gráficos com menor abcissa positiva, então a sua abcissa é igual a .
3
π  2π  3 π 3
Ordenada de A: f   = sin   = . Então, A  ,  .
3  3  2 3 2 

57.3. A expressão geral dos zeros das funções é x = , k ∈Z .
2
π π 
Logo, o menor zero positivo de ambas as funções é . Assim sendo, B  , 0  .
2 2 

[55]
Propostas de Resolução
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58.

π π
58.1. Seja θ ∈  ,  e Q a projeção ortogonal de P sobre o eixo Ox.
4 2

Então, tem-se:

PQ 3 3
tan θ = ⇔ tan θ = ⇔ OQ = .
OQ OQ tan θ

 3 
Portanto, P  , 3  .
 tan θ 

π π
58.2. Se θ ∈  ,  então tem-se:
4 2

AP AP
tan θ = ⇔ tan θ = ⇔ AP = 3 tan θ .
OA 3

Logo, P (3, 3 tan θ ) .

OC + BP 3 + 3 − 3tanθ
A [OPBC ]= × BC = × 3 = 9 − 4 ,5tanθ .
2 2

[56]
Propostas de Resolução
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3 × 3 tanθ 2
58.3. A [OPBC ]= 2 A [OAP ]⇔ 9 − 4 ,5 tanθ = 2 × ⇔ 9 − 4 ,5 tanθ = 9 tanθ ⇔ tanθ = .
2 3

Como θ ∈[ 0 ,2π ] , recorrendo à calculadora conclui-se que θ ≈ 0,588 rad .

Seja x a amplitude, em graus, do ângulo AOP.

180° ----- π rad


x ----- 0,588 rad

180°× 0,588 105,84°


Daqui resulta que x = = ≈ 33,69° .
π π

Conclusão: θ ≈ 33,69° .

[57]
Propostas de Resolução
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Pág. 28
59.
59.1.
a) Atendendo aos dados da figura, sabe-se que A (cos θ , 0 ) e E (0 , − 1 ) .

Então, EA = (0 − cos θ )2 + (− 1 − 0 )2 = cos2 θ + 1 = 1 + cos2 θ .

b) Atendendo aos dados da figura, sabe-se que AB = sin θ e AD = 2 OA = 2 cos θ .

Então, P [ABCD ]= 2 AD + 2 AB = 4 cos θ + 2 sinθ .

2cos θ × 1
c) A [ABCDE ]= A [ABCD ]+ A [ADE ]= 2cos θ × sinθ + = 2cos θ sinθ + cos θ = cos θ (2sinθ + 1) .
2

5 5 5 1 1 1
59.2. EA = ⇔ 1 + cos2 θ = ⇔ 1 + cos2 θ = ⇔ cos2 θ = ⇔ cos θ = ∨ cos θ = − .
2 2 4 4 2 2
impossível
π
porque 0≤θ ≤
2

 π 1 π
Como θ ∈  0,  ∧ cosθ = , sabe-se que θ = .
 2  2 3
1
Assim sendo, A [ABCDE ]=  2×

2 2
3  1
+ 1 =
 2
( 3 + 1) = 3 +1
2
.

[58]
Propostas de Resolução
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 π
59.3. Pretende-se resolver graficamente a condição A (θ ) > 1,5 ∧ θ ∈  0,  .
 2

Conclusão: θ ∈ ] 0 ,29 ; 0 ,97 [ .

[59]
Propostas de Resolução
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Pág. 30

1. Como OA é a bissetriz dos quadrantes ímpares, a sua inclinação é 45° .

Sendo o triângulo [OAB] equilátero, sabe-se que AOˆ B = 60° . Então, a inclinação da reta OB é 105° (45° + 60°) .

Inclinação da reta AB : 165° (105° + 60°) .

2.
2.1.
a) Inclinação da reta AD : 140° (180° − 40°) .

b) Como ângulos consecutivos de um paralelogramo são suplementares, sabe-se que BAˆ D = 180° − 70° = 110° .
Então, a inclinação da reta AB é 30° (140° − 110°) .

2.2. Equação reduzida da reta: y = m x + b .

3
mAB = tan 30° = .
3
Como o ponto de coordenadas (5, 0 ) pertence à reta, tem-se:

3 5 3
0= ×5+ b ⇔ − =b .
3 3
3 5 3
Então, uma equação da reta AB na forma reduzida é y = x− .
3 3

[1]
Propostas de Resolução
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Pág. 31
3.
0−4 4
3.1. Sendo θ a inclinação da reta AB, sabe-se que tanθ = mAB = =− .
3−0 3
2
1  4 1 25 1 9
1 + tan2 θ = 2
⇔ 1+−  = ⇔ = ⇔ cos2 θ = .
cos θ  3 cos2 θ 9 cos2 θ 25

9 3
Como θ é a inclinação da reta AB e tan θ < 0 , conclui-se que cos θ = − =− .
25 5

sin θ 4  3 4
tanθ = ⇔ sinθ = tanθ × cos θ ⇔ sinθ = − ×  −  ⇔ sinθ = .
cos θ 3  5 5

4  3 7
Então, sin θ − cos θ = −−  = .
5  5 5

3.2.
a) Equação reduzida da reta: y = m x + b .
4
mAB = − e bAB = 4 .
3
4
AB : y = − x + 4 .
3
b) Sendo r e AB retas paralelas, sabe-se que têm o mesmo declive. Como a reta r passa na origem, tem-se que br = 0 .
4
Assim sendo, a reta r é definida pela equação y = − x .
3

[2]
Propostas de Resolução
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4.
2x
4.1. 2x + 3y + 3 = 0 ⇔ 3y = −2x − 3 ⇔ y = − −1 .
3
2
Seja α a inclinação da reta t. Então, tem-se tan α = − .
3
Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que α ≈ −33,69° + 180° , ou seja, α ≈ 146,31° .

1−5 −4
4.2. mAB = = =2 .
− 3 − (− 1) − 2

Seja θ a inclinação da reta AB. Então, tem-se tan θ = 2 .

Como 0° ≤ θ < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que θ ≈ 63,4° .

4.3. Equação reduzida da reta: y = m x + b .

Como m AB = 2 e o ponto A de coordenadas ( −3, 1 ) pertence à reta, tem-se:

1 = 2 × (−3) + b ⇔ b = 7 .

Então, uma equação da reta AB na forma reduzida é y = 2x + 7 .

7
Se y = 0 , então x = − .
2

Se x = 0 , então y = 7 .

 7 
Donde se conclui que a reta AB interseta os eixos coordenados nos pontos de coordenadas  − , 0  e (0 , 7) .
 2 

[3]
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Pág. 32
5.
5.1. Como o hexágono regular [ABCDEF], representado na figura, está centrado na origem do referencial e o vértice A tem
coordenadas (3, 0 ) , sabe-se que OB = OA = 3 e AOˆ B = 60° .
3 3 3 
Então, B (3cos 60° , 3 sin60°) , ou seja, B  , .

2 2 
5.2.
a) Inclinação da reta AB: 120° (180° − 60°) .

Declive da reta AB: m = tan 120° = − tan 60° = − 3 .

b) Inclinação da reta DC: 60° .

Declive da reta DC: m = tan 60° = 3 .

c) Inclinação da reta BD: 30° .

3
Declive da reta BD: m = tan 30° = .
3

d) Inclinação da reta FD: 150° (180° − 30°) .

3
Declive da reta FD: m = tan 150° = − tan 30° = − .
3

[4]
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6.
2
6.1. Sendo v = (3 , − 2) um vetor diretor da reta, então o declive da reta é − .
3
2
Seja α a inclinação da reta. Então, tem-se tan α = − .
3

Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que α ≈ −33,7° + 180° , ou seja, α ≈ 146,3° .

6.2. A reta definida pela equação y = 1,5x + 2 tem declive 1,5 .


Seja α a inclinação da reta. Então, tem-se tan α = 1,5 .

Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que α ≈ 56,3° .

3x − 5y 3x 2
6.3. = 1 ⇔ 3x − 5y = 2 ⇔ 5y = 3x − 2 ⇔ y = − .
2 5 5
3
A reta tem declive .
5
3
Seja α a inclinação da reta. Então, tem-se tan α = .
5

Como 0° ≤ α < 180° , recorrendo à calculadora, conclui-se que α ≈ 31,0° .

7. Como o [ABCD] é um quadrado e θ é a inclinação da reta AB, tem-se:


sin (90° + θ ) cos θ 1 1
mAD = tan (90° + θ ) = = =− =− .
cos (90° + θ ) − sin θ sin θ tan θ
cos θ

[5]
Propostas de Resolução
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Pág. 33

8.
8.1. v = 42 + 22 = 20 .
Seja α a amplitude do ângulo formado pelos vetores u e v .
4
u .v = u × v cosα = 2 × 20 × =8 .
20

8.2. w = 22 + 32 = 13 .
Seja α a amplitude do ângulo formado pelos vetores u e w .
 2 
u .w = u × w cosα = 2 × 13 ×  −  = −4 .
 13 
8.3. (2 u ).w = 2 (u .w ) = 2 × (−4 ) = −8 .

9.
9.1. Designemos por D a projeção ortogonal de C sobre AB.
AB.AC = AB × AD = 4 × 5 = 20 .
9.2. BA.BC = − BA × BD = −4 ×1 = −4 .
→ →  → → → →
9.3. BA. AC =  − AB . AC = − AB. AC = −20 .
 

[6]
Propostas de Resolução
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10.
10.1. Designemos por α a amplitude, em graus, do ângulo BAC.

2 3 3
Atendendo aos dados da figura, sabe-se que tan α = = .
6 3

Donde se conclui que α = 30° , ou seja, BAˆ C = 30° .

10.2.
a) Como B é a projeção ortogonal de C sobre AB, tem-se:
AB. AC = AB × AB = 6 × 6 = 36 .

b) Designemos por M o ponto médio de [AD].


A projeção ortogonal de O sobre AD é o ponto M.

OC . AD = AO. AD = AD × AM = 2 3 × 3 = 6 .

 1
( ) ( )
2 2
c) AC .BD = 62 + 2 3 × 62 + 2 3 × cos ( 120° ) = 48 ×  −  = −24 .
2  

( )( ) ( ) ( )
d) AO + DO . 2BC = DC . 2BC = 2 DC .BC = 2 × 0 = 0 .
(*)

(*) porque os vetores DC e BC são perpendiculares.

[7]
Propostas de Resolução
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Pág. 34
11.
11.1. Como B é a projeção ortogonal de C sobre AB, tem-se:
AB. AC = AB × AB = 4 × 4 = 16 .
11.2. Como os vetores AC e OV são perpendiculares, então AC .OV = 0 .

( ) 1 1
( ) 1
= × ( 42 + 42 ) = 16 .
2
11.3. AB + AD . AV = AC . AV = AC × AO = AC × AC = AC
2 2 2
1 
( )
11.4.  AC + VA  .VC = AO + VA .VC = VO .VC = VO × VO = 6 × 6 = 36 .
2 
12.
12.1.
(
a) EG = EF + FG = 2MF + 2FP = 2 MF + FP = 2MP . )
( )( )
2
b) MP .MN = MF + FP . MF + FN = MF . MF + MF .FN + FP .MF + FP .FN = MF .MF + 0 + 0 + 0 = MF .

12.2.
a a a2
a) EM .MN = MF .MN = MF × MF = × = .
2 2 4
2 2 2 2
a a a a 2a2 1 a2
b) PM.NP = −PM .PN = −   +   ×   +   × cos 60° = − × =− .
2 2 2 2 4 2 4
  a 2  a 2  2a2
( ) ( )  2   2
(
c) EG + GB .NM = EB .NM = −2NM .NM = −2 NM . NM = −2 ×    +    = −2 ×

)4
= −a2 .
 

[8]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

13.
13.1. Seja α a amplitude do ângulo formado pelos vetores u e v .
1
u .v = −3 ⇔ u × v × cosα = −3 ⇔ 2 × 3× cosα = −3 ⇔ cosα = − .
2
Donde se conclui que α = 120° .

Assim sendo, os ângulos internos do losango, sendo suplementares, têm de amplitude 60° e 120°.

13.2.
→ →
 1
a) AB. AE = 1 × 2 × cos(120°) = 2 ×  −  = −1 .
 2
→ →
 1
b) AE . CD = 2 × 3 × cos(120°) = 6 ×  −  = −3 .
 2
→ →
c) AE . CB = 2 × 1 × cos(180°) = 2 × (− 1) = −2 .
→ →
d) AB. CD = 1 × 3 × cos(0°) = 3 × 1 = 3 .
→ → 1
e) EA . CD = 2 × 3 × cos(60°) = 6 × = 3 .
2

[9]
Propostas de Resolução
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Pág. 35
14.
14.1.
→ →
a) AB = B − A = (0 , 4 ) − (4 , 2 ) = (− 4 , 2 ) e CB = B − C = (0 , 4 ) − (− 3, 1) = (3, 3) .
→ →
AB . CB = (− 4 , 2 ). (3, 3) = −4 × 3 + 2 × 3 = −12 + 6 = −6 .

→ →
b) CD = D − C = (− 1, − 2 ) − (− 3, 1) = (2, − 3) e DA = A − D = (4 , 2 ) − (− 1, − 2 ) = (5, 4 ) .
→ →
CD . DA = (2, − 3). (5, 4 ) = 2 × 5 + (− 3)× 4 = 10 − 12 = −2 .

→ →
c) ED = D − E = (− 1, − 2 ) − (5, − 3) = (− 6 , 1) e BC = C − B = (− 3, 1) − (0 , 4 ) = (− 3, − 3) .
→ →
ED . BC = (− 6 , 1). (− 3, − 3) = −6 × (− 3) + 1 × (− 3) = 18 − 3 = 15 .

14.2.
a) Sendo P um ponto do eixo das abcissas, então P ( x , 0 ) , x ∈R .
→ → → →
CD ⊥ AP ⇔ CD . AP = 0 ⇔ (2, − 3). (x − 4 , − 2 ) = 0 ⇔ 2 × (x − 4 ) + (− 3)× (− 2 ) = 0 ⇔ 2 x − 8 + 6 = 0 ⇔ x = 1 .

Então, P (1 , 0) .

[10]
Propostas de Resolução
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→ → → →
b) DP ⊥ EP ⇔ DP . EP = 0 ⇔ (x + 1, 2 ). (x − 5, 3) = 0 ⇔ (x + 1)× (x − 5) + 2 × 3 = 0 ⇔ x 2 − 4 x + 1 = 0 ⇔

4 ± 16 − 4 4 ±2 3
⇔x= ⇔x= ⇔ x =2+ 3 ∨ x =2− 3 .
2 2

( ) (
Então, P 2 − 3 , 0 ou P 2 + 3 , 0 . )

[11]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

15.
15.1. Sendo P um ponto do eixo das abcissas, então P ( x , 0 ) , x ∈R .
→ → → →
a) Se BA e BP formam um ângulo agudo então tem-se BA . BP > 0 .
→ →
BA = A − B = (2, 3) − (− 2, − 1) = (4 , 4 ) e BP = P − B = (x , 0 ) − (− 2, − 1) = (x + 2, 1) .

→ →
BA . BP > 0 ⇔ (4 , 4 ). (x + 2, 1) > 0 ⇔ 4 × (x + 2 ) + 4 × 1 > 0 ⇔ 4 x + 8 + 4 > 0 ⇔ x > −3 .

Conclusão: x ∈ ] − 3 , + ∞ [ .

→ → → →
b) Se BA e BP formam um ângulo reto então tem-se BA . BP = 0 .
→ →
BA . BP = 0 ⇔ (4 , 4 ). (x + 2, 1) = 0 ⇔ 4 × (x + 2 ) + 4 × 1 = 0 ⇔ 4 x + 8 + 4 = 0 ⇔ x = −3 .

Conclusão: x = − 3 .
→ → → →
c) Se BA e BP formam um ângulo obtuso então tem-se BA . BP < 0 .
→ →
BA . BP < 0 ⇔ ( 4, 4 ) . ( x + 2 , 1 ) < 0 ⇔ 4 × ( x + 2 ) + 4 × 1 < 0 ⇔ 4 x + 8 + 4 < 0 ⇔ x < −3 .

Conclusão: x ∈ ] − ∞ , − 3 [ .

[12]
Propostas de Resolução
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15.2. Sendo Q um ponto do eixo das ordenadas, então Q ( 0, y ) , y ∈R .


→ → → →
a) Se AB e AQ formam um ângulo agudo então tem-se AB . AQ > 0 .
→ → →
AB = − BA = (− 4 , − 4 ) e AQ = Q − A = ( 0, y ) − ( 2, 3 ) = ( −2, y − 3 ) .
→ →
AB . AQ > 0 ⇔ (− 4 , − 4 ). (− 2, y − 3) > 0 ⇔ −4 × (− 2 ) + (− 4 )× (y − 3) > 0 ⇔ 8 − 4 y + 12 > 0 ⇔ y < 5 .
Conclusão: y ∈ ] − ∞ , 5 [ .
→ → → →
b) Se AB e AQ formam um ângulo reto então tem-se AB . AQ = 0 .
→ →
AB . AQ = 0 ⇔ (− 4 , − 4 ). (− 2, y − 3) = 0 ⇔ −4 × (− 2 ) + (− 4 )× (y − 3) = 0 ⇔ 8 − 4 y + 12 = 0 ⇔ y = 5 .
Conclusão: y = 5 .
→ → → →
c) Se AB e AQ formam um ângulo obtuso então tem-se AB . AQ < 0 .
→ →
AB . AQ < 0 ⇔ (− 4 , − 4 ). (− 2, y − 3) < 0 ⇔ −4 × (− 2 ) + (− 4 )× (y − 3) < 0 ⇔ 8 − 4 y + 12 < 0 ⇔ y > 5 .
Conclusão: y ∈ ] 5 , + ∞ [ .

[13]
Propostas de Resolução
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15.3. Sendo R um ponto da bissetriz dos quadrantes ímpares, então R ( x , x ) , x ∈ R .


→ → → →
a) Se RA e RB formam um ângulo agudo então tem-se RA . RB > 0 .
→ →
RA = A − R = (2, 3) − (x , x ) = (2 − x , 3 − x ) e RB = B − R = (− 2, − 1) − (x , x ) = (− 2 − x , − 1 − x ) .

→ →
RA . RB > 0 ⇔ (2 − x , 3 − x ). (− 2 − x , − 1 − x ) > 0 ⇔ (2 − x )× (− 2 − x ) + (3 − x ) × (− 1 − x ) > 0 ⇔

 1 − 15   1 + 15 
⇔ −4 + x 2 − 3 − 3 x + x + x 2 > 0 ⇔ 2 x 2 − 2 x − 7 > 0 ⇔ x ∈  − ∞ , ∪ ,+ ∞  .
 2   2 

Cálculo auxiliar:

2 ± 4 + 56 2 ± 2 15 1 + 15 1 − 15
2x2 − 2x − 7 = 0 ⇔ x = ⇔x= ⇔x= ∨x= .
4 4 2 2
→ → → →
b) Se RA e RB formam um ângulo reto então tem-se RA . RB = 0 .
→ → 1 + 15 1 − 15
RA . RB = 0 ⇔ (2 − x , 3 − x ). (− 2 − x , − 1 − x ) = 0 ⇔ 2 x 2 − 2x − 7 = 0 ⇔ x = ∨x= .
2 2
→ → → →
c) Se RA e RB formam um ângulo obtuso então tem-se RA . RB < 0 .
→ →  1 − 15 1 + 15 
RA . RB < 0 ⇔ (2 − x , 3 − x ). (− 2 − x , − 1 − x ) < 0 ⇔ 2 x 2 − 2x − 7 < 0 ⇔ x ∈  , .
 2 2 

[14]
Propostas de Resolução
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Pág. 36
16.
16.1.
a) u . v = (2,1).  − 1,  = 2 × (− 1) + 1 × = −2 + = − .
1 1 1 3
 2 2 2 2

b) 2 u = 2 (2 , 1 ) = (4 , 2 ) e v − e2 =  − 1,  − (0,1) =  − 1, −  .
1 1
 2  2
 1  1
2 u . (v − e2 ) = (4 , 2 ).  − 1, −  = 4 × (− 1) + 2 ×  −  = −4 − 1 = −5 .
 2   2

c) u − v = (2,1)−  − 1,  =  3,  e u + 2 e1 = (2,1) + 2 (1, 0 ) = (4 ,1) .


1 1
 2  2

( u − v ). (u + 2e1 ) =  3, 1  . (4,1) = 3 × 4 + 1 × 1 = 12 + 1 = 25 .
 2 2 2 2
16.2. Sendo P um ponto da bissetriz dos quadrantes ímpares, então P ( x , x ) , x ∈R .
→ →
a) AP ⊥ v ⇔ AP . v = 0 ⇔ (x + 1, x − 3).  − 1,  = 0 ⇔ (x + 1)× (− 1) + (x − 3)× = 0 ⇔ − x − 1 + − = 0 ⇔ x = −5 .
1 1 x 3
 2 2 2 2
Então, P (−5 , − 5) .
→ →
b) Se o ângulo formado pelos vetores AP e u não é obtuso então tem-se AP . u ≥ 0 .
→ 1
AP . u ≥ 0 ⇔ (x + 1, x − 3). (2,1) ≥ 0 ⇔ (x + 1)× 2 + (x − 3)× 1 ≥ 0 ⇔ 2 x + 2 + x − 3 ≥ 0 ⇔ x ≥ .
3
1
Donde se conclui que P (x , x ) , x ≥ .
3

[15]
Propostas de Resolução
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17.
17.1.
a) u . v = (2 , 1, − 1 ). (−1, 2 , − 3 ) = 2 × (− 1 ) + 1 × 2 + (−1 )× (−3 ) = −2 + 2 + 3 = 3 .

b) AB = B − A = (− 4 , 0 , − 3) − (0 , 2, 1) = (− 4 , − 2, − 4 ) .

AB . v = (− 4 , − 2, − 4 ). (− 1, 2, − 3) = −4 × (− 1) + (− 2 )× 2 + (− 4 )× (− 3) = 4 − 4 + 12 = 12 .

c) AB . u = (− 4 , − 2 , − 4 ). (2 , 1, − 1) = −4 × 2 + (− 2 )× 1 + (− 4 )× (− 1) = −8 − 2 + 4 = −6 e 2 v = 2 (−1, 2 , − 3 ) = (−2 , 4 , − 6 ) .
→ 
 AB . u . 2v = −6 (− 2, 4 , − 6 ) = (12, − 24 , 36 ) .
 
d) u − 2e3 = (2,1, − 1) − 2 (0 , 0 ,1) = (2,1, − 3) .
( u − 2e3 ) .u = ( 2,1, − 3) . ( 2,1, − 1 ) = 2 × 2 + 1 × 1 + ( −3 ) × ( −1 ) = 4 + 1 + 3 = 8 .
17.2.
a) Sendo P um ponto do eixo das abcissas, então P ( x , 0 , 0 ) , x ∈R .
→ →
AP ⊥ v ⇔ AP . v = 0 ⇔ (x , − 2, − 1). (− 1, 2 , − 3 ) = 0 ⇔ − x − 4 + 3 = 0 ⇔ x = −1 .
Então, P (−1 , 0, 0) .
b) Sendo P um ponto do eixo das cotas, então P ( 0, 0, z ) , z ∈R .
→ → 13
PB ⊥ v ⇔ PB . v = 0 ⇔ (− 4 , 0, − 3 − z ). (− 1, 2, − 3) = 0 ⇔ 4 + 0 + 9 + 3z = 0 ⇔ z = − .
3
 13 
Então, P  0 , 0, − .
 3

[16]
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Pág. 37
18.
→ → →
18.1. C = B + BC = (3 , − 1) + (1 , 4) = (4 , 3) e D = A + AD = A + BC = (− 1 , 2) + (1 , 4) = (0 , 6) .

18.2.
 ^ 
a) cos  AB , AD  =
AB. AD
=
(4, − 3). (1, 4) =
4 − 12
=−
8
.
  AB × AD 4 + (− 3) × 1 + 4
2 2 2 2 5 17 5 17

 ^ 
Recorrendo à calculadora, tem-se  AB , AD  ≈ 113° .
 
 ^ 
b) cos  BC , CD  =
BC . CD
=
(1, 4). (− 4,3) =
− 4 + 12
=
8
.
  BC × CD 2
1 +4 × 2
(− 4) 2 2
+3 5 17 5 17

 ^ 
Recorrendo à calculadora, tem-se  BC , CD  ≈ 67° .
 

 ^  AD.CD (1, 4). (− 4, 3) − 4 + 12 8


c) cos  AD , CD  = = = = .
  AD × CD 2
1 +4 × 2
(− 4)2
+3 2 5 17 5 17

 ^ 
Recorrendo à calculadora, tem-se  AD , CD  ≈ 67° .
 

[17]
Propostas de Resolução
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19.
19.1. Reta r:
1
6x − 3y + 1 = 0 ⇔ 3y = 6x + 1 ⇔ y = 2x + .
3
Então, tem-se mr = 2 .

Reta s:
1
Sendo v = (−2 , 1) um vetor diretor da reta s, então ms = − .
2
Reta t:

Como A (−4 , 1) e B (0 , 3) são pontos da reta t, então AB = (4 , 2) um vetor diretor da reta t.

2 1
Logo, mt = = .
4 2
1
19.2. As retas r e s são perpendiculares porque ms = − .
mr

19.3. O declive da reta r é 2, então, por exemplo, r = (1, 2 ) é um vetor diretor da reta r.

 ^  r . AB 1× 4 + 2×2 8 8 4
cos  r , t  = = = = = .
  r × AB 2 2
1 +2 × 4 +2 2 2 5 × 20 10 5

 ^ 
Recorrendo à calculadora, tem-se  r , t  ≈ 36,9° .
 

[18]
Propostas de Resolução
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20.
 ^ 
20.1. BAˆC =  AB , AC  .
 
A reta AB é definida pela equação 4 x + 3y = 15 .
4
4x + 3y = 15 ⇔ 3y = −4x + 15 ⇔ y = − x + 5 .
3
Como B é o ponto de interseção da reta AB com o eixo Oy, sabe-se que B (0 , 5) .

Então, AB = B − A = (0 , 5 ) − (3, 1) = (− 3, 4 ) .
 ^ 
cos  AB , AC  =
AB. AC
=
(− 3, 4). (− 7,1) =
21 + 4
=
25
=
2
.
  AB × AC (− 3) 2 2
+4 × (− 7) 2 2
+1 5 50 25 2 2

Assim sendo, conclui-se que BAˆC = 45° .


→ → →
20.2. BA = − AB = (3, − 4 ) e BC = C − B = (− 4 , 2 ) − (0 , 5 ) = (− 4 , − 3) .
→ → → →
Como BA .BC = (3, − 4 ). (− 4 , − 3) = −12 + 12 = 0 , conclui-se que os vetores BA e BC são perpendiculares.
Assim sendo, o triângulo [ABC] é retângulo em B.
20.3. Atendendo aos itens 20.1. e 20.2., sabe-se que o triângulo [ABC] é retângulo em B e isósceles.
Então, a projeção ortogonal do vértice B sobre a reta AC coincide com o ponto M, ponto médio de [AC].
 3 + (− 4 ) 1 + 2   1 3
M ,  , ou seja, M  − ,  .
 2 2   2 2
 1 3
As coordenadas da projeção ortogonal do vértice B sobre a reta AC são  − ,  .
 2 2

[19]
Propostas de Resolução
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Pág. 38
21.
21.1. A e C são os pontos de interseção da reta AC com os eixos Ox e Oz, respetivamente.
Determinação das coordenadas do ponto A:

( x , 0, 0 ) =  4, 0,
3
 + k ( −8, 0, 3) , k ∈R
 2

   1 
x = 4 − 8k x = 4 − 8 ×  −  x = 8
  2
 
⇔ 0 = 0 + 0k ⇔ 0 = 0 ⇔ 0 = 0
 3  1  1
0 = + 3k k = − k = −
 2  2  2

A (8 , 0 , 0)

Determinação das coordenadas do ponto C:

( 0, 0, z ) =  4, 0,
3
 + k ( −8, 0, 3) , k ∈R
 2

  1  1
0 = 4 − 8k k = 2 k = 2
  
⇔ 0 = 0 + 0k ⇔ 0 = 0 ⇔ 0 = 0 C (0 , 0 , 3)
 3  3 3 z = 3
z = + 3k z = + 
 2  2 2 

[20]
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→ →
Determinação do ângulo formado pelos vetores AB e BC :

 ^ 
cos  AB , BC  =
AB. BC
=
(− 8, 4, 0). (0, − 4, 3) =
0 − 16 + 0
=
− 16
=−
4 5
.
  AB × BC (− 8) 2
+ 4 + 0 × 0 + (− 4 ) + 3
2 2 2 2 2 80 × 5 20 5 25

 ^ 
Recorrendo à calculadora, conclui-se que  AB , BC  ≈ 1,9 rad .
 

 ^  AC . BC (− 8, 0, 3). (0, − 4,3) 0+0+9 9


21.2. cos  AC , BC  = = = = .
  AC × BC (− 8 )2
+ 0 + 3 × 0 + (− 4 ) + 3
2 2 2 2 2 5 73 5 73

 ^ 
Recorrendo à calculadora, conclui-se que  AC , BC  ≈ 1,4 rad .
 

[21]
Propostas de Resolução
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22.
 
1 x
22.1. A  1 ,  , r : − 2y = 1 e s : ( x , y ) = ( 2, 0 ) + k ( −2, 1 ) , k ∈R .
 2 2
A∈ r ?
1 1
− 2× = 1 Proposição falsa.
2 2
Logo, conclui-se que o ponto A não pertence à reta r.
A∈ s ?
1
1 = 2 − 2k  = k
 1  
 1,  = ( 2, 0 ) + k ( −2, 1 ) , k ∈ R ⇔ 1 ⇔ 2
 2 2 = k 1 = k
  2
Logo, conclui-se que o ponto A pertence à reta s.
x x 1
22.2. r : − 2y = 1 ⇔ y = − .
2 4 2
1
O declive da reta r é e um vetor diretor da reta r é, por exemplo, r = (4 , 1) .
4
Um vetor diretor da reta s : (x , y ) = (2 , 0) + k (−2 , 1), k ∈ IR é, por exemplo, s = (−2 , 1) .

 ^  r .s 4 × (− 2) + 1 × 1 7 7
cos  r , s  = = = = .
  r × s 4 + 1 × (− 2) + 1
2 2 2 2 17 × 5 85

 ^ 
Recorrendo à calculadora, conclui-se que  r , s  ≈ 40,6° .
 

[22]
Propostas de Resolução
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x
22.3. Como retas paralelas têm o mesmo declive, uma equação da reta paralela a r e que passa em A é do tipo y = + b .
4

 1 1 1 1
Como A  1 ,  pertence à reta, tem-se: = + b ⇔ = b .
 2 2 4 4
x 1
Equação reduzida da reta que passa em A e é paralela à reta r: y = + .
4 4
22.4. Seja t a reta que passa em A e é perpendicular à reta s.
1 1
t ⊥ s ⇔ mt = − ⇔ mt = − ⇔ mt = 2 .
ms 1

2
Então, t : y = 2x + b .
 1 1 3
Como A  1 ,  pertence à reta t, tem-se: = 2 × 1 + b ⇔ b = − .
 2 2 2
3
Equação reduzida da reta que passa em A e é perpendicular à reta s. y = 2x − .
2

[23]
Propostas de Resolução
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Pág. 39
23.
−1 − 3 4
23.1. mAC = =− .
4 −1 3
1 1 3
t ⊥ AC ⇔ mt = − ⇔ mt = − ⇔ mt = .
mAC 4 4

3
3
Então, t : y = x +b .
4
3
Como A (4 , − 1) pertence à reta t, tem-se: − 1 = × 4 + b ⇔ b = −4 .
4
3
Equação reduzida da reta t: y = x −4 .
4
23.2.
a) A reta t´ é paralela à reta t e é tangente à circunferência num ponto. Designemos esse ponto por T.

Ora, T = C + AC = (1 , 3) + (− 3 , 4 ) = (− 2 , 7) .

3
b) A reta t´ passa em T e tem declive pois é paralela à reta t.
4
Um vetor diretor da reta t´ é, por exemplo, v = (4 , 3) .

Uma equação vetorial da reta t´ é: ( x , y ) = ( −2, 7 ) + k ( 4 , 3) , k ∈R .

[24]
Propostas de Resolução
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23.3. O raio da circunferência é r = CA = (1 − 4 )2 + (3 + 1)2 = 25 = 5 .

A circunferência representada na figura é definida pela condição (x − 1)2 + (y − 3)2 = 25 .

O conjunto dos pontos do 4.º quadrante que pertencem à região limitada pela circunferência e pela reta t, incluindo a fronteira, é
definido pela seguinte condição:

3
x ≥ 0 ∧ y ≤ 0 ∧ (x − 1)2 + (y − 3)2 ≥ 25 ∧ y ≥ x − 4 .
4
24.
→ →
24.1. O lugar geométrico dos pontos P ( x , y ) do plano que satisfazem a condição AB . BP = 0 é a reta perpendicular a AB e que
passa em B.
Representação geométrica:

[25]
Propostas de Resolução
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→ →
24.2. O lugar geométrico dos pontos P ( x , y ) do plano que satisfazem a condição AP . AB = 0 é a reta perpendicular a AB e que
passa em A.
Representação geométrica:

→ →
24.3. O lugar geométrico dos pontos P ( x , y ) do plano que satisfazem a condição AP . BP = 0 é a circunferência de diâmetro [AB].
Representação geométrica:

[26]
Propostas de Resolução
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→ →
24.4. O lugar geométrico dos pontos P ( x , y ) do plano que satisfazem a condição AB . MP = 0 , sendo M o ponto médio de [AB], é a
mediatriz de [AB].
Representação geométrica:

→ → 2
( )2
24.5. AP . AP = 4 ⇔ AP = 4 ⇔ AP = 4 ⇔ AP = 2 .
→ →
O lugar geométrico dos pontos P ( x , y ) do plano que satisfazem a condição AP . AP = 4 é a circunferência de centro A e raio 2.
Representação geométrica:

[27]
Propostas de Resolução
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Pág. 40
25.
25.1. Os pontos A, B e C definem um plano se foram não colineares.
→ →
Os pontos A, B e C são não colineares se, por exemplo, os vetores AB e AC também forem não colineares.

→ →
AB = B − A = (0 , 1, 3) − (2 , 0 , − 1 ) = (− 2, 1, 4 ) e AC = C − A = (1, 1, 2 ) − (2 , 0 , − 1) = (− 1, 1, 3) .

→ → → →
Os vetores AB e AC são colineares se existir k ∈R tal que AB = k AC .

→ →  −2 = k
AB = k AC ⇔ (− 2, 1, 4 ) = k (− 1, 1, 3) ⇔ 1 = k (sistema impossível).
4 = 3k

→ →
Assim sendo, os vetores AB e AC são não colineares.

Então, os pontos A, B e C definem um plano porque são não colineares.

[28]
Propostas de Resolução
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25.2. Seja u = (a, b, c ) um vetor, não nulo, perpendicular ao plano ABC.
→ → → → → → → →
Então, tem-se: u ⊥ AB = 0 ∧ u ⊥ AC = 0 , ou seja, u . AB = 0 ∧ u . AC = 0 .

→ →
 u . AB = 0 (a, b, c ). (− 2,1, 4) = 0 − 2a + b + 4c = 0 b = 2a − 4c
→ → ⇔ ⇔ ⇔
 u . AC = 0 (a, b, c ). (− 1,1, 3) = 0 − a + b + 3c = 0 − a + 2a − 4c + 3c = 0

b = 2a − 4c b = 2c − 4c b = −2c
⇔ ⇔ ⇔ .
a − c = 0 a = c a = c

Coordenadas do vetor u : ( c , − 2c , c ) , c ∈ R \ {0} .

Por exemplo, se c = 1 tem-se u = (1 , − 2 ,1) .

25.3. Sabe-se que o vetor u = (1 , − 2 ,1) é normal ao plano ABC e que o ponto A (2, 0, − 1) pertence ao plano ABC. Então, tem-se:

1(x − 2) − 2(y − 0) + 1(z + 1) = 0 ⇔ x − 2 − 2y + z + 1 = 0 ⇔ x − 2y + z = 1 .

Uma equação cartesiana do plano ABC é: x − 2y + z = 1 .

[29]
Propostas de Resolução
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26.

 1 
26.1. Sabe-se que o vetor n = (2, − 1, 3) é normal ao plano α e que o ponto P  1, , −1  pertence a α . Então, tem-se:
 2 

 1 1 3
2(x − 1) − 1 y −  + 3(z + 1) = 0 ⇔ 2x − 2 − y + + 3z + 3 = 0 ⇔ 2x − y + 3z + = 0 .
 2 2 2

3
Uma equação cartesiana do plano α é: 2x − y + 3z + =0 .
2
26.2. Uma equação de um plano paralelo ao plano β definido pela equação x − y + z + 1 = 0 é do tipo x − y + z + d = 0 .

Como o ponto T ( 0 , 1 , − 2 ) pertence ao plano α , paralelo a β , tem-se:

0 − 1 + (−2) + d = 0 ⇔ d = 3 .

Uma equação cartesiana do plano α é: x − y + z + 3 = 0 .

26.3. Se o plano α é perpendicular à reta r : (x , y , z ) = (2 , 1, − 3) + k (−1 , 2, 1), k ∈ IR , então sabe-se que o vetor v = (−1 , 2 ,1) ,
sendo vetor diretor da reta r, é normal ao plano α .

Então, uma equação do plano α é do tipo − x + 2y + z + d = 0 .

Como o ponto S ( 0 , 1 , − 1 ) pertence ao plano α , tem-se:

0 + 2 × 1 + (−1) + d = 0 ⇔ d = −1 .

Uma equação cartesiana do plano α é: x − 2y − z + 1 = 0 .

[30]
Propostas de Resolução
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27.

27.1. Sendo θ o plano mediador de [AB], sabe-se que o vetor AB é perpendicular a θ .

AB = B − A = (0 , 1, − 2 ) − (2, − 1, 0 ) = (− 2, 2, − 2 ) .

Então, uma equação do plano θ é do tipo −2x + 2y − 2z + d = 0 .

Como o ponto médio de [AB], de coordenadas ( 1 , 0 , − 1 ) , pertence ao plano θ , tem-se:

−2 × 1 + 2 × 0 − 2 × (−1) + d = 0 ⇔ d = 0 .

Uma equação cartesiana do plano θ é: −2x + 2y − 2z = 0 .

Ora, −2x + 2y − 2z = 0 ⇔ x − y + z = 0 .

Então, o plano θ pode ser definido pela equação x − y + z = 0 .

27.2. O centro do cubo pertence ao plano mediador de [AB] pois é equidistante dos pontos A e B e o ponto C de coordenadas
(3 ,2 ,1) não pertence ao plano mediador de [AB] porque 3 − 2 + 1 ≠ 0 .
Donde se conclui que o ponto C de coordenadas (3 , 2 ,1) não pode ser o centro do cubo.

[31]
Propostas de Resolução
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27.3. As equações cartesianas dos planos que contêm as faces do cubo que são perpendiculares à aresta [AB] são do tipo
x −y + z+d = 0 .

Existem dois planos nas condições referidas: um que contém o ponto A e o outro que contém o ponto B.
Determinação da equação do plano perpendicular à aresta [AB] e que contém o ponto A
Como uma equação do plano é do tipo x − y + z + d = 0 e A ( 2 , − 1 , 0 ) pertence ao plano, tem-se:

2 − (−1) + 0 + d = 0 ⇔ d = −3 .

Então, uma equação cartesiana desse plano é: x − y + z − 3 = 0 .

Determinação da equação do plano perpendicular à aresta [AB] e que contém o ponto B


Como uma equação do plano é do tipo x − y + z + d = 0 e B ( 0 , 1 , − 2 ) pertence ao plano, tem-se:

0 − 1 + (−2) + d = 0 ⇔ d = 3 .

Então, uma equação cartesiana desse plano é: x − y + z + 3 = 0 .

27.4. Sendo a origem do referencial o centro do cubo e β o plano tangente á superfície esférica circunscrita ao cubo no ponto A,

sabe-se que o vetor OA é perpendicular a β .

OA = A − A = (2 , − 1,0 ) − (0 , 0 , 0 ) = (2, − 1, 0 ) .

Então, uma equação do plano β é do tipo 2x − y + d = 0 .

Como o ponto A ( 2 , − 1 , 0 ) pertence ao plano β , tem-se: 2 × 2 − (−1) + d = 0 ⇔ d = −5 .


Uma equação cartesiana do plano β é: 2x − y − 5 = 0 .

[32]
Propostas de Resolução
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Pág. 41
28.
28.1. Os planos α e θ são definidos por x − y − 2z = 1 e 2y + z = −1 , respetivamente.
Os vetores nα = (1 , − 1 , − 2) e nθ = (0 ,2 ,1) são normais aos planos α e θ , respetivamente.
nα . nθ = (1 , − 1 , − 2). (0 ,2 ,1) = 0 − 2 − 2 = −4 .

Como nα . nθ ≠ 0 , os vetores nα e nθ não são perpendiculares.

Donde se conclui que os planos α e θ não são perpendiculares.

28.2. u = (3 ,1 ,1) e v = (1 , − 1 ,1) são dois vetores não colineares paralelos ao plano β .

nα = (1 , − 1 , − 2) é um vetor normal ao plano α .

nα . u = (1 , − 1 , − 2). (3 ,1 ,1) = 3 − 1 − 2 = 0 e nα . v = (1 , − 1 , − 2). (1 , − 1 ,1) = 1 + 1 − 2 = 0 , logo nα ⊥ u e nα ⊥ v .

Donde se conclui que os planos α e β são paralelos.


28.3.
a) Designemos por A, B e C os pontos de interseção do plano α com os eixos Ox, Oy e Oz, respetivamente.

⋅ A ( x ,0 ,0 ) , x ∈ R e A∈α , então tem-se:

x − 0 − 2× 0 = 1 ⇔ x = 1 .

Então, A (1 , 0 , 0) .

[33]
Propostas de Resolução
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⋅ B ( 0, y ,0 ) , y ∈R e B∈α , então tem-se:

0 − y − 2 × 0 = 1 ⇔ y = −1 .

Então, B (0 , − 1 , 0 ) .

⋅ C ( 0,0 , z ) , z ∈R e C ∈α , então tem-se:

1
0 − 0 − 2z = 1 ⇔ z = − .
2

 1
Então, C  0 , 0 , −  .
 2

⋅ T é o triângulo [ABC].

AB = (1 − 0)2 + (0 + 1)2 + (0 − 0)2 = 2 ,

2
AC = (1 − 0)2 + (0 − 0)2 +  0 + 1  =
5
=
5
e
 2 4 2

2
BC = (0 − 0)2 + (− 1 − 0)2 +  0 + 1  =
5
=
5
.
 2 4 2

Como AC = BC , conclui-se que o triângulo T é isósceles.

[34]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

b) Como AC = BC , a projeção ortogonal de C sobre AB coincide com o ponto médio do lado [AB].

Designemos por M o ponto médio de [AB].

 1 + 0 0 −1 0 + 0  1 1 
Sabe-se que M  , ,  , ou seja, M  , − , 0  .
 2 2 2  2 2 

AB× CM
AT= .
2

2 2 2
 1  1  1  3 3
AB = 2 e CM =  0 −  +  0 +  +  − − 0  = = .
 2  2  2  4 2

3

Então, A T = 2 = 6 .
2 4

[35]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

29.
29.1. Por exemplo, os planos −x + 3y − 2z = −1 e −x + 3y + 5z = −1 são perpendiculares da família dada.
u = (−1 , 3 , − 2) e v = (−1 , 3 , 5) são dois vetores normais aos planos de equações − x + 3y − 2z = −1 e − x + 3y + 5z = −1 .

u . v = (−1 , 3 , − 2). (−1 , 3 , 5) = 1 + 9 − 10 = 0 , logo u ⊥v .

Donde se conclui que os planos de equações − x + 3y − 2z = −1 e − x + 3y + 5z = −1 são perpendiculares.

29.2. Não é possível dar exemplo de dois vetores da família dada que sejam estritamente paralelos porque se dois vetores da família
de vetores perpendiculares a β k são colineares então os planos são necessariamente coincidentes.
29.3. r = (3 , − 2 ,1) é um vetor diretor da reta r e nβ = (−1 , 3 , − k ) é um vetor normal à família de planos β k .

r // β k ⇔ r ⊥ nβ ⇔ r . nβ = 0 ⇔ (3 , − 2 , 1). (−1 , 3 , − k ) = 0 ⇔ −3 − 6 − k = 0 ⇔ k = −9 .

−1 3 −k 1 3
29.4. βk ⊥ r ⇔ nβ // r ⇔ = = ⇔ − = − = −k (impossível).
3 −2 1 3 2
Assim sendo, conclui-se que não existe nenhum plano da família de planos β k que seja perpendicular à reta r.

30.
30.1. Relativamente aos planos representados na figura, sabe-se que θ e β são estritamente paralelos e que α é perpendicular a
esses dois planos.
Os planos representados em I e em IV são estritamente paralelos e o plano representado em III é perpendicular aos representados
em I e em IV.
Assim sendo, por exemplo, sabe-se que as equações representadas em I, II e III não correspondem aos planos representados na
figura.

[36]
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30.2. Sabe-se que α : x + 3y + z = 2 e consideremos que θ : 2x − y + z = 1 e β : − 6 x + 3y − 3z = 0 .


⋅ Designemos por r a reta de interseção dos planos α e θ .

x + 3y + z = 2 z = − x − 3y + 2 z = − x − 3y + 2 z = 1 − 4y − 3y + 2 z = 3 − 7y
 ⇔ ⇔ ⇔ ⇔ .
2x − y + z = 1 2x − y − x − 3y + 2 = 1 x = −1 + 4y x = −1 + 4y x = −1 + 4y

Qualquer ponto da reta r é da forma ( − 1 + 4 y , y , 3 − 7y ) , y ∈ R .

Assim sendo, a reta r pode ser definida pelas seguintes equações paramétricas:

 x = −1 + 4k

y = k , k ∈R .
 z = 3 − 7k

⋅ Designemos por s a reta de interseção dos planos α e β .

x + 3y + z = 2 x + 3y + z = 2 z = − x − 3y + 2 z = − x − 3y + 2 z = 2 − 4y − 3y + 2 z = 4 − 7y
 ⇔ ⇔ ⇔ ⇔ ⇔ .
− 6 x + 3y − 3z = 0 − 2 x + y − z = 0 − 2 x + y + x + 3y − 2 = 0  x = −2 + 4 y  x = −2 + 4 y x = −2 + 4y

Qualquer ponto da reta s é da forma ( − 2 + 4 y , y , 4 − 7y ) , y ∈ R .

Assim sendo, a reta s pode ser definida pelas seguintes equações paramétricas:

 x = −2 + 4k

y = k , k ∈R .
 z = 4 − 7k

[37]
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Pág. 42
31.
→ →
31.1. O ponto A pertence ao plano ABC e os vetores AB e AC são dois vetores não colineares do plano ABC.
→ →
AB = B − A = ( 0, − 1 , 2 )− ( 2, 1 , 0 ) = ( − 2, − 2 , 2 ) e AC = C − A = ( 3, − 1 , 5 ) − ( 2, 1 , 0 ) = ( 1, − 2 , 5 ) .

Uma equação vetorial do plano ABC é:

( x , y , z ) = ( 2, 1, 0 ) + a ( − 2, − 2, 2 ) + b ( 1, − 2, 5 ) , a, b ∈R .

31.2. Seja α o plano mediador de [AB], M o ponto médio de [AB] e P ( x , y , z ) um ponto qualquer de α .

 2 + 0 1 −1 0 + 2 
Coordenadas de M:  , ,  , ou seja, ( 1 , 0 , 1 ) .
 2 2 2 
→ →
O plano α é o conjunto dos pontos P ( x , y , z ) do espaço que satisfazem a condição MP . AB = 0 .

→ →
MP = P − M = ( x , y , z )− ( 1, 0, 1 ) = ( x − 1, y , z − 1 ) e AB = ( − 2, − 2 , 2 ) .

→ →
MP . AB = 0 ⇔ (x − 1, y , z − 1). (− 2, − 2, 2) = 0 ⇔ −2x + 2 − 2y + 2z − 2 = 0

⇔ −2x − 2y + 2z = 0 ⇔ x + y − z = 0 .

Equação do plano mediador de [AB]: x + y − z = 0 .

[38]
Propostas de Resolução
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31.3. O centro da superfície esférica que contém os pontos A e B é equidistante de A e B, logo pertence ao plano mediador de [AB]
pois este é constituído por todos os pontos do espaço que são equidistantes de A e de B.

Assim sendo, pode-se garantir que qualquer superfície esférica que contenha os pontos A e B tem o centro no plano mediador de
[AB].
31.4.
a) O centro da superfície esférica é o ponto M ( 1 , 0 , 1 ) e o raio é igual a MA .

MA = (1 − 2)2 + (0 − 1)2 + (1 − 0)2 = 3 .

Uma equação da superfície esférica que admite [AB] como diâmetro é:

(x − 1)2 + y 2 + (z − 1)2 = 3 .
→ →
b) O conjunto dos pontos P do espaço que satisfazem a condição AB . BP = 0 é o plano tangente à superfície esférica, que admite
[AB] como diâmetro, no ponto B.

→ →
AB . BP = 0 ⇔ (− 2, − 2, 2). (x , y + 1, z − 2) = 0 ⇔ −2x − 2y − 2 + 2z − 4 = 0

⇔ −2x − 2y + 2z − 6 = 0 ⇔ x + y − z + 3 = 0 .

Equação do plano tangente: x + y − z + 3 = 0 .

[39]
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32.

32.1. Como a reta r é perpendicular ao plano α , sabe-se que qualquer vetor diretor da reta r é normal ao plano α .

Então, por exemplo, o vetor u = (−1 , − 3 ,1) é normal ao plano α .

32.2. Sendo u = (−1 , − 3 ,1) um vetor normal ao plano α , sabe-se que α é definido por uma equação do tipo − x − 3y + z + d = 0 .

Como o ponto A (3 , − 2 ,1) pertence ao plano α , tem-se:

−3 − 3 × (−2) + 1 + d = 0 ⇔ −3 + 6 + 1 + d = 0 ⇔ d = −4 .

Então, uma equação do plano α é − x − 3y + z − 4 = 0 .

32.3.
a) Comecemos por determinar as coordenadas de B, ponto de interseção da reta r com o plano α .
Sendo B um ponto da reta r, é da forma ( 2 − k , 2 − 3k , 1 + k ) , k ∈R .

Como B pertence ao plano α definido pela equação − x − 3y + z − 4 = 0 , tem-se:

−(2 − k ) − 3(2 − 3k ) + 1 + k − 4 = 0 ⇔ −2 + k − 6 + 9k + 1 + k − 4 = 0 ⇔ 11k = 11 ⇔ k = 1 .

Então, B (1 , − 1 , 2) .

O centro da esfera que admite [AB] como diâmetro é o ponto médio de [AB].

 3 + 1 −2 − 1 1 + 2   3 3
Coordenadas do centro da esfera:  , ,  , ou seja,  2 , − ,  .
 2 2 2   2 2

[40]
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AB (3 − 1)2 + (− 2 + 1)2 + (1 − 2)2 6


Raio da esfera: r = = = .
2 2 2

2
 6 6 3
Então, r =   = = .
2
 2  4 2
 
2 2
 3  3 3
A esfera que admite [AB] como diâmetro é definida pela inequação (x − 2)2 +  y +  +  z −  ≤ .
 2  2 2

4
( 6) 4
3
b) Vesfera = π× = π× 6 6 = 8 6 π .
3 3

c) O vetor AB é perpendicular ao plano tangente à esfera, que admite [AB] como diâmetro, no ponto A.

Ora, AB = B − A = ( 1, − 1 , 2 ) − ( 3, − 2 , 1 ) = ( − 2, 1 , 1 ) .

Então, o plano tangente à esfera no ponto A é definido por uma equação do tipo −2x + y + z + d = 0 .

Como o ponto A (3 , − 2 ,1) pertence a esse plano, tem-se:

−2 × 3 + (−2) + 1 + d = 0 ⇔ −6 − 2 + 1 + d = 0 ⇔ d = 7 .

Uma equação do plano que é tangente à esfera no ponto A é −2x + y + z + 7 = 0 .

[41]
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Pág. 44
1.
1.1. Conjunto dos majorantes do conjunto A: [ 5 , + ∞ [ .
Conjunto dos minorantes do conjunto A: ] − ∞ ,− 3 ] .
Máximo do conjunto A: 5 .
Mínimo do conjunto A: −3 .

1.2. Conjunto dos majorantes do conjunto B: [ 5 , + ∞ [ .


Conjunto dos minorantes do conjunto B: ] − ∞ ,− 2 ] .
O conjunto B não tem máximo porque o menor dos majorantes não pertence a B.
Mínimo do conjunto A: −2 .
1.3. Não existem majorantes do conjunto C.
Conjunto dos minorantes do conjunto C: ] − ∞ ,− 2 ] .
O conjunto C não tem máximo nem mínimo.
1.4. Conjunto dos majorantes do conjunto D: [ 5 , + ∞ [ .
Conjunto dos minorantes do conjunto D: ] − ∞ ,− 5 ] .
O conjunto D não tem máximo porque o menor dos majorantes não pertence a D.
Mínimo do conjunto D: −5 .

[1]
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1.5. Conjunto dos majorantes do conjunto E: [ 5 , + ∞ [ .


Não existem minorantes do conjunto E
Máximo do conjunto E: 5 .
O conjunto E não tem mínimo.

1.6. Conjunto dos majorantes do conjunto F: [ 5 , + ∞ [ .


Conjunto dos minorantes do conjunto F: ] − ∞ ,− 4 ] .
Máximo do conjunto F: 5 .
Mínimo do conjunto F: −4 .

2.
1 5 1 5
2.1. 3 − 2 x < 2 ⇔ 3 − 2 x < 2 ∧ 3 − 2 x > −2 ⇔ −2 x < −1 ∧ − 2 x > −5 ⇔ x > ∧ x < . Então, A =  ,  .
2 2 2 2
x 2 ≤ 1 ⇔ x 2 − 1 ≤ 0 ⇔ x ≥ −1 ∧ x ≤ 1 . Então, B = [ − 1 ,1 ] .

1 5 1 
Assim sendo, A ∩ B =  ,  ∩ [ − 1 ,1 ] =  ,1 .
2 2
  2  

Conjunto dos majorantes do conjunto A ∩ B : [ 1 , + ∞ [ .

 1
Conjunto dos minorantes do conjunto A ∩ B :  − ∞ ,  .
2 
1
Máximo do conjunto A ∩ B : 1 . O conjunto A ∩ B não tem mínimo porque ∉A∩B .
2

[2]
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2.2. A ∪ B =  1 , 5  ∪ [ − 1 ,1 ] =  − 1 , 5  .
2 2  2

5 
Conjunto dos majorantes do conjunto A ∪ B :  , + ∞  .
2 
Conjunto dos minorantes do conjunto A ∪ B : ] − ∞ ,− 1 ] .
5
O conjunto A ∪ B não tem máximo porque ∉A∪B .
2
Mínimo do conjunto A ∪ B : −1 .

3. A = {n ∈ N : 3n − 8 < 1} = {n ∈ N : n < 3} = {1, 2} .

B = { x ∈ R+ : x 2 > 9} = { x ∈ R+ : x < −3 ∨ x > 3} = { x ∈ R+ : x > 3} = ] 3, + ∞ [ .

C = A ∪ B = {1 , 2 }∪ ] 3 , + ∞ [

O conjunto C não tem máximo porque não tem majorantes.


O mínimo do conjunto C é 1 .

[3]
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Pág. 45
4.

4.1. Sequência 1: A figura de ordem 8 tem (8 + 1)2 , ou seja, 81 quadrículas coloridas.

Sequência 2: A figura de ordem 8 tem (8 + 1)2 − (8 + 1) , ou seja, 72 quadrículas coloridas.

72
Sequência 3: A figura de ordem 8 tem + (8 + 1) , ou seja, 45 quadrículas coloridas.
2

4.2.
a) O termo geral da sucessão (un ) é un = (n + 1)2 .

b) un = 441 ⇔ (n + 1)2 = 441 ⇔ n + 1 = 441 ∨ n + 1 = − 441 ⇔ n = 20 ∨ n = −22 .

Como n∈N , conclui-se que n = 20 .

441 é termo de sucessão, de ordem 20.

c) u21 = 222 = 484 , u22 = 232 = 529 , u23 = 242 = 576 e u24 = 252 = 625 .

Os termos da sucessão (un ) compreendidos entre 500 e 600 são 529 e 576.

[4]
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4.3.
a) O termo geral da sucessão (vn ) é vn = (n + 1)2 − (n + 1) .

b) v12 = 132 − 13 = 156 e v20 = 212 − 21 = 420 .

4.4.
a) O termo geral da sucessão (wn ) é wn =
(n + 1)(n + 2) .
2

( n + 1) − ( n + 1) ( n + 1 ) − ( n + 1 ) + 2 ( n + 1 ) ( n + 1 ) ( n + 1 ) − 1 + 2  ( n + 1 )( n + 2 )
2 2
vn
b) ∀n ∈ N, + n+1 = + n+1 = = = = wn .
2 2 2 2 2

[5]
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Pág. 46
5.
5.1.
a) Termo geral: un = 2n − 2 .

1
b) Termo geral: un = .
n2

(− 1)n
c) Termo geral: un = .
n

n2
d) Termo geral: un = .
n +1

(− 1)1 × 1 = − 1 ; (− 1)2 × 2 = 2 ; (− 1)3 × 3 = − 3 ;


5.2. u1 = u2 = u3 =
2 × 1 − (− 1)1 3 2 × 2 − (− 1)2 3 2 × 3 − (− 1)3 7

u4 =
(− 1)4 × 4 = 4 ; u5 =
(− 1)5 × 5 = − 5
.
2 × 4 − (− 1)4 7 2 × 5 − (− 1)5 11

[6]
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6.
9n − 1
6.1. un = 4 ⇔ = 4 ⇔ 9n − 1 = 8n + 4 ⇔ n = 5 .
2n + 1

Conclusão: 4 é o 5.º termo de (un ) .

6.2. un = 4 ⇔ 5n − 1 = 4 ⇔ 5n − 1 = 16 ⇔ n = 3,4 .

Como 3,4 ∉N , conclui-se que 4 não é termo de (un ) .

n2
6.3. un = 4 ⇔ = 4 ⇔ n2 = 4n + 12 ⇔ n2 − 4n − 12 = 0 ⇔ n = 6 ∨ n = −2 .
n+3
Como n∈N , conclui-se que n = 6 .

Conclusão: 4 é o 6.º termo de (un ) .

 − 5n
(− 1)n 5n ⇔ u  n + 1 se n é ímpar
6.4. un = =
n  .
n +1  5n se n é par
 n + 1

Se 4 for termo da sucessão será de ordem par pois todos os termos de ordem ímpar são negativos.

5n
= 4 ⇔ 5n = 4 n + 4 ⇔ n = 4 .
n+1

Conclusão: 4 é o 4.º termo de (un ) .

[7]
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7.
7.1. ∀n ∈N , tem-se:

2 (n + 1) 2n 2 n + 2 2n (2n + 2)(n + 1) − 2n (n + 2) 2n2 + 2n + 2n + 2 − 2n2 − 4n 2


un+1 − un = − = − = = = 2 .
n +1+1 n +1 n + 2 n +1 (n + 2)(n + 1) n2 + n + 2n + 2 n + 3n + 2
1 2 1
7.2. un+1 − un = ⇔ 2 = ⇔ n2 + 3n + 2 = 20 ⇔ n2 + 3n − 18 = 0 ⇔ n = 3 ∨ n = −6 .
10 n + 3n + 2 10

Como n∈N , conclui-se que n = 3 .

1
A diferença entre o quarto e o terceiro termos da sucessão é .
10
A soma desses dois termos é dada por:

6 8 3 8 15 + 16 31
u3 +u4 = + = + = = .
4 5 2 5 10 10

[8]
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Pág. 47
8.
1+2 2+2 3+2 5 4+2 3
8.1. u1 = = 3 ; u2 = = 2 ; u3 = = ; u4 = = .
1 2 3 3 4 2
8.2.
6 n+2 6
a) un = ⇔ = ⇔ 5n + 10 = 6n ⇔ n = 10 .
5 n 5

6
Conclusão: é o 10.º termo de (un ) .
5

n+2 1
b) un = 5 ⇔ = 5 ⇔ n + 2 = 5n ⇔ n = .
n 2

Assim sendo, não existe n∈N tal que un = 5 .

n+2
8.3. un ≤ 1,1 ⇔ ≤ 1,1 ⇔ n + 2 ≤ 1,1n ⇔ n ≥ 20 .
n

Os termos da sucessão (un ) são não superiores a 1,1 a partir da ordem n = 20 (inclusive).

n + 3 n + 2 (n + 3)n − (n + 1)(n + 2) n2 + 3n − n2 − 2n − n − 2 −2 2
8.4. ∀n ∈N , tem-se: un+1 − un = − = = = =− .
n+1 n (n + 1)n (n + 1)n (n + 1)n (n + 1)n
Como ∀ n ∈ N , un+1 − un < 0 , conclui-se que (un ) é monótona decrescente.

[9]
Propostas de Resolução
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9.
9.1. a1 = 3 ; a2 = 1 + a1 = 1 + 3 = 4 ; a3 = 2 + a2 = 2 + 4 = 6; a4 = 3 + a3 = 3 + 6 = 9 .

9.2. a16 = 15 + a15 = 15 + 102 = 117 .

a17 = 16 + a16 = 16 + 117 = 133 .

10.
5 3n − 1 5
10.1. vn = ⇔ = ⇔ 6n − 2 = 5n + 10 ⇔ n = 12 .
2 n+2 2

5
Conclusão: é o 12.º termo de (vn ) .
2

10.2. Recorrendo ao algoritmo da divisão tem-se:

3n − 1 | n+2
−3n − 6 3
−7

7
Donde se conclui que ∀n ∈ N , vn = 3 − .
n+2

[10]
Propostas de Resolução
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7  7  7 7 −7(n + 2) + 7 (n + 3) − 7n − 14 + 7n + 21 7
10.3. vn+1 − vn = 3 − − 3 − =− + = = = .
n+3  n+2  n+3 n+2 (n + 3)(n + 2) (n + 3)(n + 2) (n + 3)(n + 2)
O denominador é positivo, qualquer que seja o valor de n, e o numerador também é positivo.

Então, ∀n ∈ N , v n+1 − v n > 0 , ou seja, ∀n ∈ N , v n+1 > v n .

A sucessão (vn ) é monótona crescente.

10.4. Como a sucessão (vn ) é monótona crescente, sabe-se que ∀n ∈ N , v n ≥ v1 .

3×1 − 1 2
Ora, v1 = = .
1+2 3

7
Como ∀n ∈ N , > 0 , sabe-se que ∀n ∈ N , v n < 3 .
n+2

2
Assim sendo, a sucessão (vn ) é limitada porque ∀n ∈ N , ≤ vn < 3 .
3

[11]
Propostas de Resolução
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11.

11.1. ∀n ∈N , tem-se:

5n + 3 5n − 2 (5n + 3)(n + 1) − (5n − 2)(n + 2) 5n2 + 5n + 3n + 3 − 5n2 − 10n + 2n + 4 7


un+1 − un = − = = = .
n +2 n +1 (n + 2)(n + 1) (n + 2) (n + 1) (n + 2) (n + 1)
Como ∀n ∈ N , un+1 − un > 0 , conclui-se que (un ) é monótona crescente.

Recorrendo ao algoritmo da divisão tem-se:

5n − 2 | n+1
−5n − 5 5
−7
7
Donde se conclui que ∀n ∈ N , un = 5 − .
n+1
∀n ∈N , tem-se:

7 7 7 7 7 7 3
0< ≤ ⇔− ≤− < 0 ⇔ 5− ≤ 5− < 5 ⇔ ≤ un < 5 .
n+1 2 2 n +1 2 n+1 2

Portanto, a sucessão (un ) é limitada.

[12]
Propostas de Resolução
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11.2. Atendendo aos cálculos efetuados no item anterior, sabe-se que ∀n > 1 , vn +1 − vn > 0 .
8
Ora, v1 = 1 e v2 = .
3

Como v2 > v1 , sabe-se que ∀n ∈ N , v n+1 − v n > 0 .

Logo, (vn ) é monótona crescente.

(vn ) é limitada porque ∀n ∈ N , 1 ≤ v n < 5 .

23
11.3. Sabe-se que w1 = 1 , w2 = 2 , w3 = 3 , w4 = 4 e w5 = .
6
Então, (wn ) não é monótona porque w4 > w3 e w5 < w4 .

[13]
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Pág. 48
12.
12.1. u8 = cos ( 8 π ) = cos ( 0 π ) = 1 , u35 = cos ( 35π ) = cos ( π ) = −1 , u101 = cos ( 1015π ) = cos ( π ) = −1

e u108 = cos ( 108 π ) = cos ( 0 π ) = 1 .

 −1 se n é ímpar
12.2. un = cos ( nπ ) = 
 1 se n é par

Então, o contradomínio de (un ) é { − 1 ,1 } .

12.3.
a) Se n é par, então n + 1 é ímpar. Então, vn = n − 1 e vn +1 = n + 1 .

Assim sendo, vn +1 − vn = n + 1 − (n − 1) = n + 1 − n + 1 = 2 .

b) Se n é ímpar, então n + 1 é par. Então, vn = n e vn +1 = n + 1 − 1 = n .

Assim sendo, vn +1 − vn = n − n = 0 .

12.4. A sucessão (vn ) é crescente em sentido lato porque ∀n ∈ N , v n+1 − v n ≥ 0 .

[14]
Propostas de Resolução
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13.
13.1.
− n + n2 se n é ímpar n (− 1 + n) se n é ímpar
a) un = (− 1)n n + n2 =  =
 n + n2 se n é par  n (1 + n) se n é par

Se n é ímpar, então −1 + n é par. Logo, vn = n e n (−1 + n) é par.

Se n é par, então n (1 + n ) é par.

Donde se conclui que todos os termos da sucessão são números pares.


b) Como 2n é par, sabe-se que u2n = 2n (1 + 2n) .

Como 2n + 1 é ímpar, sabe-se que u2n +1 = (2n + 1)(−1 + 1 + 2n) = (2n + 1)(2n) .

Então, conclui-se que u2n = u2n +1 .

13.2. Se n é par, então tem-se:

un = 42 ⇔ n + n2 = 42 ⇔ n2 + n − 42 = 0 ⇔ n = 6 ∨ n = −7 .

Como n ∈ N , conclui-se que n = 6 .

Por 13.1.b) sabe-se que u6 = u7 .

Os 6.º e 7.º termos são iguais a 42.

[15]
Propostas de Resolução
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14.
 −1
se n é ímpar
=
(− 1)n =  n
14.1. un 
n  1 se n é par
 n

A sucessão (un ) não é monótona porque os seus termos são alternadamente negativos e positivos.

Se n é ímpar, então −1 ≤ un < 0 .

1
Se n é par, então 0 < un ≤ .
2

1
Como ∀n ∈ N , − 1 ≤ un < , conclui-se que a sucessão (un ) é limitada.
2

Conclusão: (un ) não é monótona mas é limitada.

14.2. ∀n ≤ 8 , un +1 − un = 0 .

u10 − u9 = −20 − 1 = −21 .

∀n ≥ 10 , un +1 − un = −2(n + 1) − (−2n) = −2n − 2 + 2n = −2 .

A sucessão (un ) é decrescente em sentido lato porque ∀n ∈ N , un+1 − un ≤ 0 .

Como ∀n ≥ 10 , un = −2n , (un ) não é limitada.

Conclusão: (un ) é monótona mas não é limitada.

[16]
Propostas de Resolução
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 − n se n é par
14.3. un = 
 n + 1 se n é ímpar

A sucessão (un ) não é monótona porque os seus termos são alternadamente negativos e positivos.

(un ) não é limitada porque o conjunto dos seus termos não é minorado nem majorado.

[17]
Propostas de Resolução
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15.
1
15.1. an+1 < an ⇔ an+1 − an < 0 ⇔ 2
< 0 ⇔ k2 − 4 < 0 ⇔ k ∈ ] − 2 , 2 [ .
k −4

Cálculo auxiliar: k2 − 4 = 0 ⇔ k = −2 ∨ k = 2 .

15.2. Sabe-se que, ∀n ∈ N, bn+1 − bn = n2 − 7n + 10 .

7 ± 49 − 40
Cálculo auxiliar: n2 − 7n + 10 = 0 ⇔ n = ⇔n=5 ∨ n=2 .
2

Como ∀n ∈ N \ {3, 4} , bn+1 − bn ≥ 0 e ∀n ∈ {3, 4}, bn +1 − bn < 0 , conclui-se que a sucessão (bn ) não é monótona.

15.3. A sucessão (bn ) tem termos consecutivos iguais porque é possível ter-se bn +1 − bn = 0 .

Ora, bn +1 − bn = 0 ⇔ n = 5 ∨ n = 2 . Donde se conclui que b2 = b3 e b5 = b6 .

[18]
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Pág. 49
16.
16.1. un = 1 + sin  nπ  .
 2 
 nπ   nπ 
∀n ∈ N , tem-se: −1 ≤ sin   ≤ 1 ⇔ 1 − 1 ≤ 1 + sin   ≤ 1 + 1 ⇔ 0 ≤ un ≤ 2 .
 2   2 

Um majorante do conjunto de termos da sucessão (un ) é, por exemplo, 2.

Um minorante do conjunto de termos da sucessão (un ) é, por exemplo, 0.

3
16.2. v n = 5 − .
n
3 3 3
∀n ∈ N , tem-se: 0 < ≤ 3 ⇔ −3 ≤ − < 0 ⇔ 5 − 3 ≤ 5 − < 5 + 0 ⇔ 2 ≤ v n < 5 .
n n n

Um majorante do conjunto de termos da sucessão (vn ) é, por exemplo, 5.

Um minorante do conjunto de termos da sucessão (vn ) é, por exemplo, 2.

16.3. wn = 7 − n .

∀n ∈ N , tem-se: n ≥ 1 ⇔ −n ≤ −1 ⇔ 7 − n ≤ 7 − 1 ⇔ wn ≤ 6 .

Um majorante do conjunto de termos da sucessão (wn ) é, por exemplo, 6.

O conjunto de termos da sucessão (wn ) não tem minorantes.

[19]
Propostas de Resolução
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2n + 1 1
16.4. tn = =2+ .
n n
1 1
∀n ∈ N , tem-se: 0 < ≤ 1 ⇔ 2 + 0 < 2 + ≤ 2 + 1 ⇔ 2 < tn ≤ 3 .
n n
Um majorante do conjunto de termos da sucessão (t n ) é, por exemplo, 3.
Um minorante do conjunto de termos da sucessão (t n ) é, por exemplo, 2.
17.
1
17.1. an = 6 + .
n +1
1 1 1 1 13
∀n ∈ N , tem-se: 0 < ≤ ⇔ 6+0<6+ ≤ 6 + ⇔ 6 < an ≤ .
n +1 2 n+1 2 2
Donde se conclui que a sucessão (an ) é limitada.

 1
=1+
(− 1)n = 1 − n se n é ímpar
17.2. bn 
n 1 + 1 se n é par
 n
1 1 1
Se n é ímpar, então tem-se: 0 < ≤ 1 ⇔ −1 ≤ − < 0 ⇔ 1 − 1 ≤ 1 − < 1 ⇔ 0 ≤ bn < 1 .
n n n
1 1 1 1 3
Se n é par, então tem-se: 0 < ≤ ⇔ 1 + 0 < 1 + ≤ 1 + ⇔ 1 < bn ≤ .
n 2 n 2 2
3
Como ∀n ∈ N , 0 ≤ bn ≤ , conclui-se que a sucessão (bn ) é limitada.
2

[20]
Propostas de Resolução
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3n + 1
17.3. cn = .
n+2
Recorrendo ao algoritmo da divisão tem-se:

3n + 1 |n + 2
5
− 3n − 6 3 , ou seja, ∀n ∈ N , cn = 3 − .
n +2
−5
5 5 5 5 5 5 4
∀n ∈ N , tem-se: 0 < ≤ ⇔− ≤− < 0 ⇔ 3− ≤ 3− < 3 ⇔ ≤ cn < 3 .
n+2 3 3 n+2 3 n+2 3

Donde se conclui que a sucessão (cn ) é limitada.

n
 2 se n ≤ 8
17.4. dn =  .
 4 se n > 8
 n

1 n 8 1
Se n ≤ 8 , então tem-se: 1 ≤ n ≤ 8 ⇔ ≤ ≤ ⇔ ≤ dn ≤ 4 .
2 2 2 2

4 4 4
Se n > 8 , então tem-se: 0 < ≤ ⇔ 0 < dn ≤ .
n 9 9

Como ∀ n ∈ N , 0 < d n ≤ 4 , conclui-se que a sucessão (dn ) é limitada.

[21]
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18. Como (an ) é crescente, sabe-se que ∀n ∈ N , a1 ≤ an (1).

Como (bn ) é crescente, sabe-se que ∀n ∈ N , bn ≤ b1 (2).


Sabe-se ainda que ∀n ∈ N , an ≤ c n ≤ bn (3).

Por (1), (2) e (3), conclui-se que ∀n ∈ IN , a1 ≤ cn ≤ b1 .

Então, a sucessão (cn ) é limitada.

[22]
Propostas de Resolução
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19.

19.1. un = 11 ⇔ 4n − 3 = 11 ⇔ 4n − 3 = 121 ⇔ n = 31 .

11 é o 31.º termo da sucessão (un ) .

403
19.2. un < 20 ⇔ 4n − 3 < 20 ⇔ 4n − 3 < 400 ⇔ n < ⇔ n < 100,75 .
4

O termo de maior ordem que é menor que 20 é o termo de ordem 100, ou seja, u100 = 397 .

19.3. ∀n ∈ N , tem-se: n ≥ 1 ⇔ 4n ≥ 4 ⇔ 4n − 3 ≥ 1 ⇔ 4n − 3 ≥ 1 ⇔ un ≥ 1 .

Um minorante do conjunto de termos da sucessão (un ) é, por exemplo, 1.

19.4. Vamos provar que qualquer que seja o número real M , este não é majorante.
Pretende-se provar que ∀M ∈ R , ∃p ∈ N : up > M .

M2 + 3
up > M ⇔ 4 p − 3 > M ⇔ 4 p − 3 > M2 ⇔ 4 p > M2 + 3 ⇔ p > .
4
M2 + 3
Pode tomar-se para p qualquer número natural que seja maior que . Neste caso tem-se up > M .
4
Daqui resulta que M não é majorante da sucessão (un ) .

Então, a sucessão (un ) não é majorada.

[23]
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20.
1
20.1. Por exemplo, a sucessão (un ) de termo geral un = 1 + é crescente e majorada.
n

20.2. Por exemplo, a sucessão (un ) de termo geral un = (− 1)n é limitada e não monótona.

20.3. Por exemplo, a sucessão (un ) de termo geral un = −n é decrescente e não limitada.

2
20.4. Por exemplo, a sucessão (un ) de termo geral un = tem todos os termos positivos e é decrescente.
n

Pág. 50

21. Pretende-se mostrar, por indução matemática, que ∀n ∈ N , 9n − 1 é divisível de 8, ou seja, 9 n − 1 = 8 k , k ∈ Z .


⋅ Se n = 1 , 9 1 − 1 = 8 k , k ∈Z ⇔ 8 = 8 k , k ∈Z (verdadeiro, basta considerar k = 1 ).
⋅ Hipótese de indução: 9 p − 1 = 8 k , k ∈ Z (admite-se verdadeira).
⋅ Tese: 9 p+1 − 1 = 8 k1 , k1 ∈ Z (o que se pretende mostrar).

( )
Ora, 9 p+1 − 1 = 9p × 9 − 1 = 9p × (8 + 1) − 1 = 9p × 8 + 9p − 1 = 9p × 8 + 8k = 8 9p + k .

Considerando k1 = 9p + k , tem-se 9 p+1 − 1 = 8 k1 .

Como a condição 9n − 1 é divisível de 8 é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que é universal em IN, ou seja, a condição
∀n ∈ N , 9n − 1 é divisível de 8 é verdadeira.

[24]
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( n + 1)
2
22. Pretende-se mostrar, por indução matemática, que ∀n ∈ N, > n2 + 1 .

⋅ Se n = 1 , (1 + 1)2 > 11 + 1 ⇔ 4 > 2 (proposição verdadeira).


⋅ Hipótese de indução: (p + 1)2 > p2 + 1 (admite-se verdadeira).
⋅ Tese: (p + 1 + 1)2 > (p + 1)2 + 1 (o que se pretende mostrar).

Ora, (p + 1 + 1) = (p + 1) + 2(p + 1) + 1 > p + 1 + 2(p + 1) + 1 = p + 1 + 2p + 2 + 1 = (p + 1) + 3 > (p + 1) + 1 .


2 2 2 2 2 2

(p+1)2

Então, tem-se (p + 1 + 1)2 > (p + 1)2 + 1 (como se pretendia mostrar).

Como a condição (n + 1)2 > n2 + 1 é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que a condição (n + 1)2 > n2 + 1 é universal em
( n + 1)
2
IN, ou seja, a condição ∀n ∈ N, > n2 + 1 é verdadeira.

[25]
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23.

1 3  1  1  3 8 2
23.1. u1 = 1 , u2 = 1 − 2
= e u3 =  1 − 2   1 − 2  = × = .
2 4  2  3  4 9 3

n +1
23.2. Pretende-se mostrar, por indução matemática, que ∀n ∈ N , un = .
2n
1+1 2
⋅ Se n = 1 , u1 = ⇔ 1 = (proposição verdadeira).
2×1 2
p +1
⋅ Hipótese de indução: up = (admite-se verdadeira).
2p
p+2
⋅ Tese: up+1 = (o que se pretende mostrar).
2p + 2

 1  p+1  1  p + 1 (p + 1)2 − 1 p + 1 p2 + 2p p2 + 2p p(p + 2) p +2


Ora, up +1 = up ×  1 − =
2
×  1 − =
 × = × = = = .
 (p + 1 )  2 p  (p + 1 )2
 2 p ( p + 1 )2 2 p ( p + 1 )2 (2 p )( p + 1 ) (2 p )( p + 1 ) 2 p+2

n +1 n +1
Como a condição un = é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que a condição un = é universal em IN, ou seja,
2n 2n
n +1
a condição ∀n ∈ N , un = é verdadeira.
2n

[26]
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24.
u1 − 3 1 − 3 u − 3 −1 − 3
24.1. u1 = 1 , u2 = = = −1 e u3 = 2 = = −2 .
2 2 2 2
24.2. Pretende-se mostrar, por indução matemática, que ∀n ∈ N , un = 23−n − 3 .
⋅ Se n = 1 , u1 = 23−1 − 3 ⇔ 1 = 4 − 3 (proposição verdadeira).
⋅ Hipótese de indução: up = 23 −p − 3 (admite-se verdadeira).

⋅ Tese: up +1 = 23 − (p +1 ) − 3 (o que se pretende mostrar).

up − 3 23− p − 3 − 3 23− p − 2 × 3 23− p


Ora, up +1 = = = = − 3 = 23− p −1 − 3 = 23−(p +1) − 3 .
2 2 2 2
n +1
Como a condição un = 23−n − 3 é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que a condição un = é universal em IN, ou
2n
seja, a condição ∀n ∈ N , un = 23−n − 3 é verdadeira.

[27]
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25.
1 1
u1 1 1 u2 1 u3 1
25.1. u1 = 1 , u2 = = = , u3 = = 2 = e u4 = = 3 = .
1 + u1 1 + 1 2 1 + u2 1 + 1 3 1 + u3 1 + 1 4
2 3
1
25.2. Pretende-se mostrar, por indução matemática, que ∀n ∈ N , un = .
n
1
⋅ Se n = 1 , u1 = ⇔ 1 = 1 (proposição verdadeira).
1
1
⋅ Hipótese de indução: up = (admite-se verdadeira).
p
1
⋅ Tese: up+1 = (o que se pretende mostrar).
p +1

1 1
up p p 1
Ora, up+1 = = = = .
1 + up 1 + 1 p + 1 p + 1
p p

1 1
Como a condição un = é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que a condição un = é universal em IN, ou seja, a
n n
1
condição ∀n ∈ N , un = é verdadeira.
n

[28]
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26.
3
2k − 1 2 × 1 − 1 2 × 2 − 1 2 × 3 − 1 1 3 5
26.1. u3 = ∑ = + + = + + =3.
k =1 3 3 3 3 3 3 3

n2
26.2. Pretende-se mostrar, por indução matemática, que ∀n ∈ N , un = .
3
12 2 ×1 − 1 1
⋅ Se n = 1 , u1 = ⇔ = (proposição verdadeira).
3 3 3
p2
⋅ Hipótese de indução: up = (admite-se verdadeira).
3
(p + 1)2
⋅ Tese: up+1 = (o que se pretende mostrar).
3
p +1
2k − 1 p 2k − 1 p+1 2k − 1 2(p + 1) − 1 p2 2p + 1 p2 + 2p + 1 (p + 1)2
Ora, up+1 = ∑ =∑ + ∑ = up + = + = = .
k =1 3 k =1 3 k = p +1 3 3 3 3 3 3

n2 n2
Como a condição un = é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que a condição un = é universal em IN, ou seja, a
3 3
n2
condição ∀n ∈ N , un = é verdadeira.
3

[29]
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27.

27.1. u1 = 1 e u2 = 2u1 + 3 = 5 .

Assim sendo, a sucessão se for monótona terá de ser crescente.

Pretende-se mostrar, por indução matemática, que ∀n ∈ N , un+1 > un .

⋅ Se n = 1 , tem-se u2 > u1 ⇔ 5 > 1 (proposição verdadeira).


⋅ Hipótese de indução: up+1 > up (admite-se verdadeira).
⋅ Tese: up+2 > up+1 (o que se pretende mostrar).

Ora, up+2 = 2up+1 + 3 > 2up + 3 = up +1 .

Então, tem-se up+2 > up+1 (como se pretendia mostrar).

Como a condição un +1 > un é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que a condição un +1 > un é universal em IN, ou seja, a
condição ∀n ∈ N , un+1 > un é verdadeira.

Então, a sucessão (un ) é monótona crescente.

[30]
Propostas de Resolução
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27.2. Pretende-se mostrar, por indução matemática, que ∀n ∈ N , un < 3 .

⋅ Se n = 1 , tem-se u1 < 3 ⇔ 1 < 3 (proposição verdadeira).

⋅ Hipótese de indução: up < 3 (admite-se verdadeira).


⋅ Tese: up+1 < 3 (o que se pretende mostrar).

Ora, up+1 = 2up + 3 < 2 × 3 + 3 = 9 = 3 .

Então, tem-se up+1 < 3 (como se pretendia mostrar).

Como a condição un < 3 é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que a condição un < 3 é universal em IN, ou seja, a
condição ∀n ∈ N , un < 3 é verdadeira.

[31]
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Pág. 51
28.
28.1. (un ) é uma progressão aritmética de razão 5 porque ∀n ∈ N , un+1 − un = 5 e primeiro termo igual a 3.

un = u1 + (n − 1)× r ⇔ un = 3 + (n − 1)× 5 ⇔ un = 5n − 2 .

28.2. u20 − u15 = 5 × 20 − 2 − (5 × 15 − 2) = 25 .

29.
29.1. ∀n ∈ N, vn+1 − vn = 2 ( n + 1 ) − 7 − ( 2n − 7 ) = 2n + 2 − 7 − 2n + 7 = 2 .

(vn ) é uma progressão aritmética porque a diferença entre quaisquer dois termos consecutivos é constante.
1 1 n +1− n −2 −1
29.2. ∀n ∈ N, vn+1 − vn = − = = .
n + 2 n + 1 ( n + 2 )( n + 1 ) ( n + 2 )( n + 1 )

(vn ) não é uma progressão aritmética porque a diferença entre quaisquer dois termos consecutivos não é constante (depende de n).
2 − 3(n + 1) 2 − 3n 2 − 3n − 3 − 2 + 3n 3
29.3. ∀n ∈ N , v n+1 − v n = − = =− .
4 4 4 4

(vn ) é uma progressão aritmética porque a diferença entre quaisquer dois termos consecutivos é constante.
29.4. (vn ) não é uma progressão aritmética porque a diferença entre quaisquer dois termos consecutivos não é constante.

Por exemplo, v5 − v4 = 5 − 4 = 1 e v6 − v5 = 12 − 5 = 7 .

[32]
Propostas de Resolução
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30.

30.1. Sabe-se que (an ) é uma progressão aritmética tal que a2 = 7 e a3 = 13 .

Seja r a razão dessa progressão, então tem-se:

r = a3 − a2 = 13 − 7 = 6 .

Termo geral da sucessão (an ) :

an = a2 + (n − 2)× r ⇔ an = 7 + (n − 2)× 6 ⇔ an = 6n − 5 .

Dos restantes números representados nas bolas são termos de (an ) os números 1 (1.º termo), 31 (6.º termo) e 43 (8.º termo).
30.2.
a) Sabe-se que (bn ) é uma progressão aritmética tal que bn = 3n + 8 .

Os números representados nas bolas que são termos de (bn ) são 11 (1.º termo) e 26 (6.º termo).
b) Os números das bolas que não são termos de (bn ) são 1, 7, 13, 31 e 43.

A soma desses números é 95.

bn = 95 ⇔ 3n + 8 = 95 ⇔ n = 29 .

95 é o 29.º termo de (bn ) .

[33]
Propostas de Resolução
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31. Sabe-se que ∀n ∈N, un+1 − un = ( k2 − 1) n + k .

(un ) é uma progressão aritmética crescente se a diferença entre quaisquer dois termos consecutivos for constante e a razão for
positiva, ou seja, se: k2 − 1 = 0 ∧ k > 0 ⇔ (k = 1 ∨ k = −1) ∧ k > 0 ⇔ k = 1 .

[34]
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Pág. 52
32.

32.1. (an ) é uma progressão aritmética de razão 5 porque ∀n ∈ N , an+1 − an = 5 .

(an ) é uma sucessão crescente porque é uma progressão aritmética de razão positiva.
32.2. an = a1 + (n − 1)× r ⇔ an = 4 + (n − 1)× 5 ⇔ an = 5n − 1 .

32.3.
18
a1 + a18 4 + 5 × 18 − 1
a) S18 = ∑ ai = × 18 = × 18 = 837 .
i =1 2 2
30
a5 + a30 24 + 149
b) S = a5 + a6 + a7 + ... + a30 = ∑ ai = × 26 = × 26 = 2249 .
i =5 2 2

n
a1 + an 4 + 5n − 1
32.4. Sn = 4060 ⇔ ∑ ai = 4060 ⇔ × n = 4060 ⇔ × n = 4060 ⇔ 5n2 + 3n − 8120 = 0
i =1 2 2

− 3 ± 9 − 4 × 5 × (− 8120)
⇔n= ⇔ n = 40 ∨ n = −40,6 .
10
Como n∈N , conclui-se que n = 40 .
Nessa soma estão envolvidos 40 termos.

[35]
Propostas de Resolução
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33.

33.1. Para construir o 13.º paralelogramo são necessários 54 fósforos (6 + 4 × 12) .

33.2.
a) (un ) é uma progressão aritmética de razão 4 e primeiro termo igual a 6.

u = 6
Então, tem-se:  1 .
un+1 = un + 4 , ∀n ∈ N

Pretende-se mostrar, por indução matemática, que ∀n ∈ N , un = 4 n + 2 .

⋅ Se n = 1 , u1 = 4 × 1 + 2 ⇔ 6 = 6 (proposição verdadeira).
⋅ Hipótese de indução: up = 4 p + 2 (admite-se verdadeira).
⋅ Tese: up+1 = 4 (p + 1) + 2 (o que se pretende mostrar).
Ora, up +1 = up + 4 = 4 p + 2 + 4 = 4 p + 4 + 2 = 4 (p + 1) + 2 .

Como a condição un = 4n + 2 é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que a condição un = 4n + 2 é universal em IN, ou
seja, a condição ∀n ∈ N , un = 4 n + 2 é verdadeira.

[36]
Propostas de Resolução
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b) Pretende-se mostrar, por indução matemática, que ∀n ∈ N , Sn = 2n2 + 4 n , sendo Sn a soma dos n primeiros termos da
sucessão.

⋅ Se n = 1 , S1 = 2 × 12 + 4 × 1 ⇔ 6 = 6 (proposição verdadeira).
⋅ Hipótese de indução: Sp = 2p2 + 4p (admite-se verdadeira).

⋅ Tese: Sp+1 = 2(p + 1)2 + 4(p + 1) (o que se pretende mostrar).

Ora, S p+1 = S p + up+1 = 2 p2 + 4 p + 4 ( p + 1 ) + 2 = 2 p2 + 4 p + 2 + 4 p + 4 = 2 ( p2 + 2 p + 1 ) + 4 ( p + 1 ) = 2 ( p + 1 ) + 4 ( p + 1 ) .


2

Como a condição Sn = 2n2 + 4n é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que a condição Sn = 2n2 + 4n é universal em IN,
ou seja, a condição ∀n ∈ N , Sn = 2n2 + 4 n é verdadeira.

c) Sabe-se que S7 = 126 e S8 = 160 , então, no máximo, é possível construir 7 paralelogramos.

[37]
Propostas de Resolução
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34. Os sete elementos da sequência devem estar em progressão aritmética.


Designemos por r a razão dessa progressão.
Como 90 é o primeiro dos sete elementos e 108 é o último, então tem-se:
108 = 90 + 6 r ⇔ 18 = 6 r ⇔ r = 3 .
Assim sendo, os sete elementos da sequência são os seguintes:

Pág. 53
35.
1 1
35.1. (un ) é uma progressão aritmética de razão porque ∀n ∈ N, un+1 − un = e primeiro termo igual a −2 .
2 2

1 n 5 n−5
un = u1 + ( n − 1 ) × r ⇔ un = −2 + ( n − 1 ) × ⇔ un = − ⇔ un = .
2 2 2 2

n−5
un = 35 ⇔ = 35 ⇔ n = 75 .
2
35 é o 75.º termo da sucessão.

[38]
Propostas de Resolução
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n−5
35.2. un < 20 ⇔ < 20 ⇔ n < 45 .
2
A sucessão tem 44 termos inferiores a 20. A soma desses termos é:
44
u1 + u44 − 2 + 19 ,5
S44 = ∑ ui = × 44 = × 44 = 385 .
i =1 2 2

24
u5 + u24 0 + 9 ,5
35.3. S = u5 + u6 + ... + u24 = ∑ ui = × 20 = × 20 = 95 .
i =5 2 2

[39]
Propostas de Resolução
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36.
36.1. Como as medidas dos lados do triângulo estão em progressão aritmética e são representadas por 2 x , x 2 e 4 x , então tem-se:
x2 − 2x = 4 x − x2 ⇔ 2x 2 − 6 x = 0 ⇔ 2x (x − 3) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 3 .
Como o perímetro do triângulo é 27, sabe-se que x não pode ser igual a zero.
Então, conclui-se que x = 3 .
Assim sendo, as medidas dos lados do triângulo são 6, 9 e 12.
36.2. Considerando que as medidas dos três lados do triângulo são os três primeiros termos de uma progressão aritmética, (un ) ,
decrescente, tem-se u1 = 12 , u2 = 9 e u3 = 6 .

r = u2 − u1 = 9 − 12 = −3 .

un = u1 + (n − 1)× r ⇔ un = 12 + (n − 1)× (−3) ⇔ un = −3n + 15 .

20
u1 + u20 12 + (−45)
S20 = ∑ ui = × 20 = × 20 = −330 .
i =1 2 2

[40]
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37.

37.1. Sabe-se que as amplitudes dos ângulos internos de um quadrilátero estão em progressão geométrica, sendo a maior oito vezes
a menor.

Se designarmos a menor das amplitudes por x, então a maior é representada por 8 x .

Como as amplitudes dos ângulos internos desse quadrilátero estão em progressão geométrica, sabe-se que:

8 x = x r 3 , sendo r a razão da progressão.

8x = x r 3 ⇔ 8 = r 3 ⇔ r = 3 8 ⇔ r = 2 .

Como a somas das amplitudes dos ângulos internos de um quadrilátero é igual a 360°, tem-se:

x + 2 x + 4 x + 8 x = 360 ° ⇔ 15 x = 360 ° ⇔ x = 24° .

Então, as amplitudes dos ângulos internos desse quadrilátero são 24°, 48° , 96° e 192° .

37.2. Termo geral da progressão: an = 24 × 2n−1 .

[41]
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38. Sabe-se que as dimensões de um paralelepípedo retângulo estão em progressão geométrica e que a sua soma é igual a 38.
Se designarmos por x a menor das dimensões e por r a razão da progressão geométrica, tem-se:

 12
 x + x r + x r 2 = 38  x + x r + x r = 38  x + x r + x r = 38  r + 12 + 12r = 38
2 2
 x + x r + x r 2 = 38
⇔ ⇔  3 1728 ⇔  12 ⇔ ⇔

( )
 x (x r ) x r 2 = 1728  x 3 r 3 = 1728 x = 3
 r
x =
 r
 x = 12
 r

12r 2 − 26r + 12 = 0 r = ∨ r =


3 2
12 + 12r + 12r 2 = 38r  3  2
   2 3 r = r =
⇔  12 ⇔  12 ⇔ ⇔ 2 ∨  3 .
x = x = x = 12 x = 8  x = 18
   
r r  r

Então, as dimensões de um paralelepípedo retângulo são 8, 12 e 18.

Área da superfície total do paralelepípedo: A = 2(8 × 12) + 2(8 × 18 ) + 2(12 × 18 ) = 912 .

39.
1 1
39.1. a2 = 31−1 = 30 = 1 ; a3 = 31−2 = 3−1 = ; a4 = 31−3 = 3−2 = .
3 9

39.2. Sendo (an ) uma progressão geométrica sabe-se que ∀n ∈ N , an+1 = an × r .

1 1
a3 = a2 × r ⇔ = 1× r ⇔ r = .
3 3

1
a2 = a1 × r ⇔ 1 = k × ⇔ k=3 .
3

[42]
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Pág. 54
40.
40.1. Pretende-se mostrar, por indução matemática, que ∀n ∈ N , un = 23−2 n .
⋅ Se n = 1 , u1 = 23−2×1 ⇔ 2 = 21 (proposição verdadeira).
⋅ Hipótese de indução: up = 23−2 p (admite-se verdadeira).

⋅ Tese: up +1 = 23 −2(p +1 ) (o que se pretende mostrar).

up 23−2p 23−2 p
Ora, up +1 = = = 2 = 23−2p −2 = 23−2(p +1) .
4 4 2

Como a condição un = 23−2n é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que a condição un = 23−2n é universal em IN, ou seja,
a condição ∀n ∈ N , un = 23−2 n é verdadeira.

1
40.2. (un ) é monótona decrescente porque é uma progressão geométrica de razão (0 < r < 1) e primeiro termo igual a 2 (u1 > 0 ) .
4

[43]
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41.
2
an+1 3n+1−1 2 × 3n−1 1
41.1. ∀n ∈ N, = = = 3−1 = .
an 2 2 × 3n+1−1 3
3n−1
1
(an ) é uma progressão geométrica de razão .
3

bn+1 2n+1−1 2n
∀n ∈ N, = = n−1 = 2 .
bn 2n−1 2

(bn ) é uma progressão geométrica de razão 2.

n+1
cn+1 2n+1 2 × ( n + 1 ) n + 1
n

∀n ∈ N, = = n+1 = .
cn n 2 ×n 2n
2n

(cn ) não é uma progressão geométrica porque o quociente entre quaisquer dois termos consecutivos não é constante
(depende de n).

[44]
Propostas de Resolução
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41.2.
10
1
1− 
10
1−r 3 59 048
a) S10 = a1 × = 2×   = .
1−r 1 19 683
1−
3

b) b3 + b4 + ... + b12 = b3 ×
1 − r 10
= 23 − 1 ×
( )10 = 2 × 1 − 32 =
1− 2 − 62
=
− 62 (1 + 2 )
1−r 1− 2 1− 2 1− 2 (1 − 2 )(1 + 2 ) = 62 + 62 2.

41.3.
a) Sabe-se que (un ) é uma progressão geométrica monótona tal que u1 = a2 e u3 = 6 .
2 2
Ora, a2 = 2 −1
= .
3 3

Como (un ) é uma progressão geométrica, tem-se:

2
u3 = u1 × r 2 ⇔ 6 = × r 2 ⇔ r 2 = 9 ⇔ r = 3 ∨ r = −3 .
3

Como (un ) é uma progressão geométrica monótona, conclui-se que r = 3 .

2
Então, un = × 3n −1 .
3

[45]
Propostas de Resolução
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b) Sabe-se que (un ) é uma progressão geométrica não monótona tal que u3 = c1 e u7 = b7 .

1 1
Ora, c1 = 1
= e b7 = 27−1 = 8 .
2 2

Como (un ) é uma progressão geométrica, tem-se:

1
u7 = u3 × r 4 ⇔ 8 = × r 4 ⇔ r 4 = 16 ⇔ r = 2 ∨ r = −2 .
2

Como (un ) é uma progressão geométrica não monótona, conclui-se que r = −2 .

1
Então, un = × (− 2 )n −3 .
2

[46]
Propostas de Resolução
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42.

1 3
1+ 1+
1 + u1 1 + 0 1 1 + u2 3
2= ; u = 1 + u3 4 =7.
42.1. u1 = 0 ; u2 = = = ; u3 = = 4 =
2 2 2 2 2 4 2 2 8

3 5
1+ 1+
1 + v1 1 + 2 3 1 + v2 5
2= ; v = 1 + v3 4 =9 .
42.2. v1 = 2 ; v2 = = = ; v3 = = 4 =
2 2 2 2 2 4 2 2 8

42.3.
a) Pretende-se mostrar, por indução matemática, que ∀n ∈ N , w n = 2 .
⋅ Se n = 1 , w1 = 2 ⇔ u1 + v1 = 2 ⇔ 0 + 2 = 2 (proposição verdadeira).
⋅ Hipótese de indução: wp = 2 (admite-se verdadeira).
⋅ Tese: wp+1 = 2 (o que se pretende mostrar).
1 + up 1 + vp 2 + up + v p 2 + wp 2+2
Ora, wp+1 = up+1 + v p+1 = + = = = =2 .
2 2 2 2 2
Como a condição wn = 2 é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que a condição wn = 2 é universal em IN, ou seja, a
condição ∀n ∈ N , w n = 2 é verdadeira.

[47]
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1 + vn 1 + un vn − un

t v −u 2 2 = 2 =1 .
b) ∀n ∈ N, n+1 = n+1 n+1 =
tn vn − un vn − un vn − un 2

1
(t n ) é uma progressão geométrica de razão e primeiro termo t1 = v1 − u1 = 2 − 0 = 2 .
2

O termo geral da sucessão (t n ) é:

n −1
1
tn = t1 × r n−1 ⇔ tn = 2 ×   ⇔ tn = 2 × 21−n ⇔ tn = 22−n .
2

[48]
Propostas de Resolução
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Pág. 55
43.
3n 3
43.1. un ∈V0 ,01 (3) ⇔ un − 3 < 0,01 ⇔ − 3 < 0,01 ⇔ < 0,01 ⇔ n + 1 > 300 ⇔ n > 299 .
n +1 n +1

900
O termo de menor ordem da sucessão (un ) que pertence à vizinhança V0 ,01 (3 ) é u300 = .
301

4n − 1 9 1
43.2. vn ∉V0 ,02 (4 ) ⇔ vn − 4 ≥ 0,02 ⇔ − 4 ≥ 0,02 ⇔ ≥ ⇔ n + 2 ≤ 450 ⇔ n ≤ 448 .
n+2 n + 2 50

1791 199
O termo de maior ordem da sucessão (v n ) que não pertence à vizinhança V0 ,02 (4 ) é v448 = = .
450 50

3n 3 1
43.3. un ∉ ] 3 − 0,1 ; 3 + 0,1 [ ⇔ un − 3 ≥ 0,1 ⇔ − 3 ≥ 0,1 ⇔ ≥ ⇔ n + 1 ≤ 30 ⇔ n ≤ 29 .
n +1 n + 1 10

Há 29 termos da sucessão (un ) que não pertencem ao intervalo ] 3 − 0,1 ; 3 + 0,1 [ .

[49]
Propostas de Resolução
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44.
44.1. Pretende-se mostrar que (wn ) é convergente para 5, ou seja, lim wn = 5 .
Vamos verificar que para todo o δ > 0 existe um p ∈ N tal que ∀n ∈ N , n ≥ p ⇒ w n − 5 < δ .
5n − 2 2 2
wn − 5 < δ ⇔ −5 <δ ⇔ <δ ⇔ n > .
n n δ
2
Basta considerar p o menor número natural que é maior que .
δ
44.2. Pretende-se mostrar que (t n ) é convergente para 2, ou seja, lim tn = 2 .
Vamos verificar que para todo o δ > 0 existe um p ∈ N tal que ∀n ∈ N , n ≥ p ⇒ tn − 2 < δ .
2n + 3 1 1 1 − 2δ
tn − 2 < δ ⇔ −2 < δ ⇔ <δ ⇔ n+2 > ⇔ n > .
n +2 n+2 δ δ
1 − 2δ
Basta considerar p o menor número natural que é maior que .
δ
44.3. Pretende-se mostrar que (sn ) é convergente para 0, ou seja, lim sn = 0 .
Vamos verificar que para todo o δ > 0 existe um p∈N tal que ∀n ∈ N , n ≥ p ⇒ sn − 0 < δ .
5 5 5 5 − 4δ
sn − 0 < δ ⇔ −0 <δ ⇔ <δ ⇔ n+4 > ⇔n > .
n+4 n+4 δ δ
5 − 4δ
Basta considerar p o menor número natural que é maior que .
δ

[50]
Propostas de Resolução
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45.
45.1. Pretende-se provar, pela definição, que lim (2n + 1) = +∞ , ou seja, que:

Para todo o L > 0 , existe um p ∈ N tal que ∀n ∈ N , n ≥ p ⇒ 2n + 1 > L .


L −1
2n + 1 > L ⇔ n > .
2
L −1
Basta considerar p ∈ N ∧ p > .
2

45.2. Pretende-se provar, pela definição, que lim (5 + 3n ) = +∞ , ou seja, que:


Para todo o L > 0 , existe um p ∈ N tal que ∀n ∈ N , n ≥ p ⇒ 5 + 3n > L .
L−5
5 + 3n > L ⇔ n > .
3
L−5
Basta considerar p ∈ N ∧ p > .
3

45.3. Pretende-se provar, pela definição, que lim (1 − 4 n ) = −∞ , ou seja, que:


Para todo o L > 0 , existe um p ∈ N tal que ∀n ∈ N , n ≥ p ⇒ 1 − 4 n < − L .
1+L
1 − 4 n < −L ⇔ n > .
4
1+L
Basta considerar p ∈ N ∧ p > .
4

[51]
Propostas de Resolução
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3n + 4
45.4. Pretende-se provar, pela definição, que lim = +∞ , ou seja, que:
2
3n + 4
Para todo o L > 0 , existe um p ∈ N tal que ∀n ∈ N , n ≥ p ⇒ >L .
2
3n + 4 2L − 4
>L⇔n> .
2 3
2L − 4
Basta considerar p ∈ N ∧ p > .
3

3 − 2n
45.5. Pretende-se provar, pela definição, que lim = −∞ , ou seja, que:
5

3 − 2n
Para todo o L > 0 , existe um p ∈ N tal que ∀n ∈ N , n ≥ p ⇒ < −L .
5
3 − 2n 3 + 5L
< −L ⇔ 3 − 2n < −5L ⇔ n > .
5 2
3 + 5L
Basta considerar p ∈ N ∧ p> .
2

n2 − 5n
45.6. Pretende-se provar, pela definição, que lim = +∞ , ou seja, que:
2n
n 2 − 5n
Para todo o L > 0 , existe um p ∈ N tal que ∀n ∈ N , n ≥ p ⇒ >L.
2n
n2 − 5n n−5
>L⇔ > L ⇔ n > 2L + 5 . Basta considerar p ∈ N ∧ p > 2L + 5 .
2n 2

[52]
Propostas de Resolução
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46.
46.1.
2 2 n  5  5
a) lim un = lim = =0 . b) lim vn = lim = lim  1 −  =1− =1−0 =1 .
n +1 + ∞ n+5  n+5 +∞

46.2.
a) u1 = 12 = 1 e u2 = 22 = 4 .

2 2 2 1
Sabe-se ainda que ∀n ≥ 3 , un = . Então, tem-se: ∀n ≥ 3 , 0< ≤ ⇔ ∀n ≥ 3 , 0 < un ≤ .
n+1 n +1 3+1 2

Então, a sucessão (un ) é limitada porque ∀n ∈ N , 0 < un ≤ 4 .

3n
b) Sabe-se que ∀n ≤ 50 , vn = .
n+2

3 9 150 75 75
Ora, v1 = 1 , v2 = , v3 = , ... , v50 = = . Então, tem-se: ∀n ≤ 50 , 1 ≤ vn ≤ .
2 5 52 26 26

n n 5
Sabe-se ainda que ∀n > 50 , vn = e que =1− .
n+5 n+5 n+5

5 5 5 5 5 5 51
Então, tem-se: ∀n > 50 , 0< ≤ ⇔ ∀n > 50 , − ≤− < 0 ⇔ ∀n > 50 , 1 − ≤1− < 1 ⇔ ∀n > 50 , ≤ vn < 1 .
n + 5 56 56 n+5 56 n+5 56

51 75
Assim sendo, conclui-se que a sucessão (v n ) é limitada porque ∀n ∈ N , ≤ vn ≤ .
56 26

[53]
Propostas de Resolução
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Pág. 56
47.

3(n + 1) − 2 3n − 2 (3n + 1)(n + 1) − (3n − 2)(n + 2) 3n2 + 3n + n + 1 − 3n2 − 6n + 2n + 4 5


47.1. un+1 − un = − = = = .
n +2 n +1 (n + 2)(n + 1) (n + 2)(n + 1) (n + 2)(n + 1)
O denominador é positivo, qualquer que seja o valor de n, e o numerador é positivo.
Então, ∀n ∈ N , un+1 − un > 0 , ou seja, ∀n ∈ N , un+1 > un .

Logo, a sucessão (un ) é crescente.

5  5  5 5 −5 (n + 2) + 5 (n + 3) − 5n − 10 + 5n + 15 5
47.2. un +1 − un = 3 − − 3 − =− + = = = .
n+3  n+2  n +3 n +2 (n + 3)(n + 2) (n + 3)(n + 2) (n + 3)(n + 2)
O denominador é positivo, qualquer que seja o valor de n, e o numerador é positivo.
Então, ∀n ∈ N , un+1 − un > 0 , ou seja, ∀n ∈ N , un+1 > un .

Logo, a sucessão (un ) é crescente.

 −1
(− 1)n  2n + 3 se n é ímpar
47.3. un = ⇔ un =  .
2n + 3  1 se n é par
 2n + 3
A sucessão (un ) não é monótona porque os seus termos são alternadamente negativos e positivos.

[54]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

3(n + 1) 3n 3n + 3 3n (3n + 3)(2n − 1) − 3n (2n + 1) = 6n2 − 3n + 6n − 3 − 6n2 − 3n = −3


47.4. un+1 − un = − = − = .
2(n + 1) − 1 2n − 1 2n + 1 2n − 1 (2n + 1)(2n − 1) (2n + 1)(2n − 1) (2n + 1)(2n − 1)
O denominador é positivo, qualquer que seja o valor de n, e o numerador é negativo.
Então, ∀n ∈ N , un+1 − un < 0 , ou seja, ∀n ∈ N , un+1 < un .

Logo, a sucessão (un ) é decrescente.

[55]
Propostas de Resolução
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48.
48.1.
3(n + 1) − 1 3n − 1 (3n + 2)(n + 2) − (3n − 1)(n + 3) 3n2 + 6n + 2n + 4 − 3n2 − 9n + n + 3 7
a) un+1 − un = − = = = .
n+3 n+2 (n + 3)(n + 2) (n + 3)(n + 2) (n + 3)(n + 2)
O denominador é positivo, qualquer que seja o valor de n, e o numerador é positivo.
Então, ∀n ∈ N , un+1 − un > 0 , ou seja, ∀n ∈ N , un+1 > un .

Logo, a sucessão (un ) é crescente.

b) Recorrendo ao algoritmo da divisão tem-se:

3n − 1 |n + 2
−3n − 6 3
−7
7
Donde se conclui que ∀n ∈ N , un = 3 − .
n+2
7 7 7 7 7 7 2
∀n ∈ N , 0 < ≤ ⇔ ∀n ∈ N , 0 > − ≥ − ⇔ ∀n ∈ N , 3 > 3 − ≥ 3 − ⇔ ∀n ∈ N , ≤ un < 3 .
n+2 3 n+2 3 n+2 3 3

Assim sendo, a sucessão (v n ) é limitada.

3n − 1  7  7
48.2. lim un = lim = lim  3 −  = 3− = 3−0 = 3.
n+2  n+2  +∞

[56]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

49.

49.1.
n 1 − 2n n −2 1 1
lim (vn + wn ) = lim vn + lim wn = lim + lim = lim + = lim −2 = − 2 = 0 − 2 = −2 .
n3 + 2 n+4 3 2  1 2 2  + ∞ (1 + 0 )
n 1 + 3  n 1 + 3 
 n   n 

 3 3
n3  2 +  2+
(
 2

) n 
49.2. lim (unvn ) = lim  2n + 3n × 3  = lim
n +2
2n3 + 3n2
n3 + 2
= lim
3
 n
2 
= lim n =
2 1+0
2+0
=2.
n 1 + 3  1+ 3
 n  n

(
49.3. lim (unwn ) = lim un × lim wn = lim 2n2 + 3n × lim ) 1 − 2n
n+4
 −2 
= +∞ ×   = −∞ .
 1 

50.
3n − 5 3
50.1. lim un = lim = .
2n + 1 2

 2 2
n2  1 −  1−
n2 − 2n  n n = 1−0 = 1 .
50.2. lim un = lim 2 = lim = lim
3
2n + 3  3 
n2  2 + 2  2+ 2 2+0 2
 n  n

[57]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

 2 2
n 3 −  3−
3n − 2  n n = 3− 0 = 3 = 0 .
50.3. lim un = lim 2 = lim = lim
n +n 2 1  1  + ∞ (1 + 0) + ∞
n 1 +  n 1 + 
 n  n

 1 3  1 3
n3  4 + − 2  4+ − 2
4n3 + n2 − 3n  n n  n n = 4+0−0 =2
50.4. lim un = lim = lim = lim .
2n3 + n − 1 1 1
3 1 1 
n 2 + 2 − 3  2+ 2 − 3 2+0−0
 n n  n n

2n − 1 2n − 1 2 1 1
50.5. lim un = lim = lim = = = .
8n + 3 8n + 3 8 4 2

n2 + 2 n2 2 2
2 n× 2
+ 2 1+ 2
n +2 n = 1+0 = 1
50.6. lim un = lim = lim n = lim n n = lim .
3n − 1  1  1 1 3−0 3
n 3 −  3− 3−
 n n n

 2 2 2
n 1 −  1− 1−
n −2 n = 1−0 = 1
= lim 
n n
50.7. lim un = lim = lim = lim .
2
4n + 1 2
4n + 1 4n 2
1 1 4+0 2
n× + 4+ 2
n n2 n2 n

[58]
Propostas de Resolução
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50.8. lim un = lim


2n + 3 − n
= lim
( 2n + 3 − n )( 2n + 3 + n ) = lim 2n + 3 − n =
n+3 (n + 3)( 2n + 3 + n ) (n + 3)( 2n + 3 + n )
n+3 1 1
= lim = lim = =0 .
(n + 3)( 2n + 3 + n ) 2n + 3 + n +∞

 3  3 
n2  1 +  − 3n 3
n 1 + − 3n n  1 + − 3 3
1+ −3
2
n + 3n − 3n  n  1+ 0 −3
 n n   n 2
50.9. lim un = lim = lim = lim = lim = lim
1
= =− .
3n + 1 3n + 1 3n + 1  1 3+ 3 + 0 3
n 3 + 
 n  n

[59]
Propostas de Resolução
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Pág. 57
51.
  n 
( )∞−∞ 3
51.1. lim 5n − 3n = lim 5n  1 −    = +∞ (1 − 0) = +∞ .
   5  
 

  2 n  n
∞ 3n    + 3  2
  +3
2n + 3n+1 ∞
2n + 3n × 31  3   0+3
  = lim 3
51.2. lim n+1 n = lim n 1 n = lim = =3.
2 +3 2 ×3 + 3   2 
n  2
n 0×3 +1
3n    × 3 + 1    × 3 + 1
 3   3
 

  1 n  0×∞  1  3n + 1 ∞   3 n 1  1
51.3. lim    × ( 3n + 1)  = lim  n × ( 3n + 1)  = lim n = lim   + n  = 0 + =0+0 =0 .
 π   π  π   π  π  +∞


22n+1 − 3n ∞ 22n × 21 − 3n 4n × 2 − 3n   3 n 
51.4. lim = lim = lim = lim 2 −    = 2 − 0 = 2 .
4n 4n 4n   4  

[60]
Propostas de Resolução
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52.
un 1
52.1. ∀n ∈ N, un+1 = ⇔ ∀n ∈ N , un+1 = un × .
2 2

1
(un ) é uma progressão geométrica de razão e primeiro termo igual a 3.
2

n −1
1
Termo geral de (un ) : un = 3 ×   .
2
n n
1 1
n 1−  1−    1 n 
1−r 2 2
52.2. Sn = u1 × = 3 ×   = 3 ×   = 6 × 1 −    .
1−r 1 1   2  
1−
2 2

   1 n  
lim Sn = lim 6 ×  1 −    = 6 × (1 − 0 ) = 6 .
   2  
 

[61]
Propostas de Resolução
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53.
un − 3 un + 3
+3
vn+1 un+1 + 3 2 u +3 1
53.1. ∀n ∈ N, = = = 2 = n = .
vn un + 3 un + 3 un + 3 2 ( un + 3 ) 2

1
Assim sendo, (v n ) é uma progressão geométrica de razão .
2

1
53.2. (v n ) é uma progressão geométrica de razão e primeiro termo v1 = u1 + 3 = 1 + 3 = 4 .
2

O termo geral da sucessão (v n ) é:

n −1
1
vn = v1 × r n−1 ⇔ vn = 4 ×   ⇔ vn = 22 × 21−n ⇔ vn = 23−n .
2
n n
1 1
1−  1−    1 n 
1 − rn  2 2
53.3. Sn = v1 × = 4× = 4 ×   = 8 × 1 −    .
1−r 1 1   2  
1−
2 2

   1 n  
lim Sn = lim 8 ×  1 −    = 8 × (1 − 0 ) = 8 .
   2  
 

[62]
Propostas de Resolução
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54.
54.1.
a) Pretende-se mostrar, por indução matemática, que ∀n ∈ N , un < 3 .
⋅ Se n = 1 , u1 < 3 ⇔ −1 < 3 (proposição verdadeira).
⋅ Hipótese de indução: up < 3 (admite-se verdadeira).
⋅ Tese: up+1 < 3 (o que se pretende mostrar).

Ora, up+1 = up + 6 < 3 + 6 = 3 .

Então, tem-se up+1 < 3 (como se pretendia mostrar).

Como a condição un < 3 é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que a condição ∀n ∈ N , un < 3 é universal em IN, ou
seja, a condição ∀n ∈ N , un < 3 é verdadeira.

b) Pretende-se mostrar, por indução matemática, que (un ) é monótona crescente, ou seja, que ∀n ∈ N , un+1 > un .
⋅ Se n = 1 , tem-se u2 > u1 ⇔ −1 + 6 > −1 ⇔ 5 > −1 (proposição verdadeira).
⋅ Hipótese de indução: up+1 > up (admite-se verdadeira).
⋅ Tese: up+2 > up+1 (o que se pretende mostrar).

Ora, up+2 = up+1 + 6 > up + 6 = up +1 .

Então, tem-se up+2 > up+1 (como se pretendia mostrar).

[63]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

Como a condição un +1 > un é verdadeira para n = 1 e é hereditária, conclui-se que a condição un +1 > un é universal em IN, ou seja, a
condição ∀n ∈ N , un+1 > un é verdadeira.

Então, a sucessão (un ) é crescente.

54.2. Como a sucessão (un ) é crescente, sabe-se que ∀n ∈ N , un ≥ u1 .


∀n ∈ N , un ≥ u1 ⇔ ∀n ∈ N , un ≥ −1 .
Provou-se que ∀ n ∈ N , un < 3 .
Assim sendo, a sucessão (un ) é limitada porque ∀n ∈ N , − 1 ≤ un < 3 .

Sendo (un ) uma sucessão monótona e limitada, então é convergente.


Pretende-se, ainda, calcular lim un .
Designemos o limite da sucessão (un ) por a , sendo a ∈ R .
Como lim un + 1 = lim un , tem-se:
lim un +1 = lim un ⇔ lim un + 6 = lim un ⇔ lim (un + 6 ) = lim un ⇔ a + 6 = a ⇒ a + 6 = a2 ⇔ −a2 + a + 6 = 0 ⇔ a = 3 ∨ a = −2 .

Verificação:

Se a = 3 , tem-se 3 + 6 = 3 (proposição verdadeira).

Se a = −2 , tem-se − 2 + 6 = −2 (proposição falsa).

Conclusão: a = 3 , ou seja, lim un = 3 .

[64]
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Pág. 59

1.

1.1. D f = { x ∈R : x 2 − 1 ≠ 0} .

x2 − 1 = 0 ⇔ x2 = 1 ⇔ x = 1 ∨ x = −1 .

Df = R \ {−1,1} .

1.2. Df = { x ∈R : x2 − x − 2 ≠ 0} .

1± 1+8
x2 − x − 2 = 0 ⇔ x = ⇔ x = 2 ∨ x = −1 .
2

D f = R \ {−1 ,2} .

1.3. Df = { x ∈R : x 2 − 2 x + 5 ≠ 0} .

2 ± 4 − 20
x2 − 2x + 5 = 0 ⇔ x = equação impossível.
2
Df =R .

[1]
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1.4. Df = { x ∈R : x 3 − 2x 2 + x − 2 ≠ 0} .

( )
x3 − 2x2 + x − 2 = 0 ⇔ x2 (x − 2) + x − 2 = 0 ⇔ (x − 2) x2 + 1 = 0 ⇔ x − 2 = 0 ∨ x2 + 1 = 0 ⇔ x = 2 ∨ x2 = −1 ⇔ x = 2 .
impossível
D f = R \ {2} .

[2]
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2.
2.1. −1 não pertence ao domínio de f porque é zero do denominador da fração, ou seja, do polinómio 2x3 − 3x2 − 3x + 2 .
De facto, 2(− 1)3 − 3(− 1)2 − 3(− 1) + 2 = −2 − 3 + 3 + 2 = 0 .

2.2. Como −1 é zero do polinómio 2x3 − 3x2 − 3x + 2 , aplicando a regra de Ruffini, tem-se:

2 −3 −3 2
−1 −2 5 −2
2 −5 2 0

3 2 2
(
Então, sabe-se que 2x − 3x − 3x + 2 = (x + 1) 2x − 5x + 2 . )
( )
2x3 − 3x2 − 3x + 2 = 0 ⇔ (x + 1) 2x2 − 5x + 2 = 0 ⇔ x + 1 = 0 ∨ 2x2 − 5x + 2 = 0 ⇔ x = −1 ∨ x =
5 ± 25 − 16
4
⇔ x = −1 ∨ x = 2 ∨ x =
1
2

 1 
Logo, D f = R \  −1, ,2  .
 2 
3± 9 −8 1
2 x 2 − 3x + 1 = 0 ⇔ x = ⇔ x =1 ∨ x = .
4 2
 1
2(x − 1) x − 
2 x 2 − 3x + 1  2 = x −1 x −1
f (x ) = 3 = = 2 .
2 
2x − 3x − 3x + 2 2(x + 1)(x − 2) x −

1 

( x + 1)( x − 2) x − x −2
 2

[3]
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3.

3.1. Df = { x ∈R : x2 − 4 ≠ 0} .

x2 − 4 = 0 ⇔ x2 = 4 ⇔ x = 2 ∨ x = −2 .
D f = R \ {−2 ,2} .

−2 não é zero do denominador da fração mas 2 é zero do denominador da fração.


3 2
Como 2 é zero do polinómio 3x − x − 8x − 4 , aplicando a regra de Ruffini, tem-se:

3 −1 −8 −4
2 6 10 4
3 5 2 0 ( 2
)
Então, sabe-se que 3x − x − 8x − 4 = (x − 2) 3x + 5x + 2 .
3 2

Assim sendo, f (x ) =
3x 3 − x 2 − 8 x − 4
=
(x − 2)(3x2 + 5x + 2) = 3x2 + 5x + 2 .
x2 − 4 (x − 2)(x + 2) x +2

3.2. Dg = { x ∈R : 3 x 3 − x2 − 8 x − 4 ≠ 0} .

( )
3x 3 − x 2 − 8 x − 4 = 0 ⇔ ( x − 2) 3x 2 + 5x + 2 = 0 ⇔ x − 2 = 0 ∨ 3x 2 + 5x + 2 = 0 ⇔ x = 2 ∨ x =
− 5 ± 25 − 24
6
2
⇔ x = 2 ∨ x = − ∨ x = −1
3

 2  1 x +2
Então, Dg = R \  −1, − ,2  . g (x ) = = .
 3  f (x ) 3x2 + 5x + 2

[4]
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4.

x2 + x
4.1. f (x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ x2 + x = 0 ∧ x 2 − 1 ≠ 0 .
x2 − 1

x2 + x = 0 ⇔ x (x + 1) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = −1 .

x2 − 1 = 0 ⇔ x2 = 1 ⇔ x = 1 ∨ x = −1 .

f ( x ) = 0 ⇔ ( x = −1 ∨ x = 0 ) ∧ x ∈ R \ {−1, 1} ⇔ x = 0 .

Zero de f : 0.

2 x 2 + 3x + 1
4.2. f (x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ 2 x 2 + 3x + 1 = 0 ∧ 2 x 2 + 3x − 2 ≠ 0 .
2 x 2 + 3x − 2

−3± 9 −8 1
2 x 2 + 3x + 1 = 0 ⇔ x = ⇔ x = − ∨ x = −1 .
4 2

− 3 ± 9 + 16 1
2 x 2 + 3x − 2 = 0 ⇔ x = ⇔ x = ∨ x = −2 .
4 2

 1  1 1
f ( x ) = 0 ⇔  x = −1 ∨ x = −  ∧ x ∈ R \  −2,  ⇔ x = −1 ∨ x = − .
 2  2 2

1
Zeros de f : − 1 e − .
2

[5]
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2 x2 + x − 2
4.3. f (x ) = 0 ⇔ x − =0⇔ = 0 ⇔ x2 + x − 2 = 0 ∧ x + 1 ≠ 0 .
x +1 x +1

−1 ± 1 + 8
x2 + x − 2 = 0 ⇔ x = ⇔ x = 1 ∨ x = −2 .
2
x + 1 = 0 ⇔ x = −1 .

f ( x ) = 0 ⇔ ( x = −2 ∨ x = 1 ) ∧ x ∈ R \ {−1} ⇔ x = −2 ∨ x = 1 .

Zeros de f : −2 e 1 .

2 x2 − 1 2(x + 1) − x2 + 1 − x2 + 2x + 3
4.4. f (x ) = 0 ⇔ − 2
=0⇔ 2
=0⇔ = 0 ⇔ − x2 + 2x + 3 = 0 ∧ x2 + x ≠ 0 .
x x +x x +x x2 + x

− 2 ± 4 + 12
− x2 + 2x + 3 = 0 ⇔ x = ⇔ x = −1 ∨ x = 3 .
−2

x2 + x = 0 ⇔ x (x + 1) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = −1 .

f ( x ) = 0 ⇔ ( x = −1 ∨ x = 3 ) ∧ x ∈ R \ {−1, 0} ⇔ x = 3 .

Zero de f : 3.

[6]
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x 1 x (x + 1) + x − 1 x2 + 2x − 1
4.5. f (x ) = 0 ⇔ + =0⇔ = 0 ⇔ = 0 ⇔ x2 + 2x − 1 = 0 ∧ x2 − 1 ≠ 0 .
x −1 x +1 x2 − 1 x2 − 1

−2 ± 4 + 4
x2 + 2x − 1 = 0 ⇔ x = ⇔ x = −1 + 2 ∨ x = −1 − 2 .
2

x2 − 1 = 0 ⇔ x2 = 1 ⇔ x = 1 ∨ x = −1 .

(
f ( x ) = 0 ⇔ x = −1 + 2 ∨ x = −1 − 2 ) ∧ x ∈R \ {−1, 1} ⇔ x = −1 + 2 ∨ x = −1 − 2 .

Zeros de f : − 1 − 2 e − 1 + 2 .

x −2 x3 − x2 − 2x + x2 − x − 2 − x + 2 x3 − 4 x
4.6. f (x ) = 0 ⇔ x + 1 − 2
=0⇔ 2
=0⇔ 2
= 0 ⇔ x3 − 4 x = 0 ∧ x2 − x − 2 ≠ 0 .
x − x −2 x − x −2 x − x −2

( )
x3 − 4 x = 0 ⇔ x x2 − 4 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x2 − 4 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 2 ∨ x = −2 .

1± 1+8
x2 − x − 2 = 0 ⇔ x = ⇔ x = 2 ∨ x = −1 .
2
f ( x ) = 0 ⇔ ( x = −2 ∨ x = 0 ∨ x = 2 ) ∧ x ∈ R \ {−1, 2} ⇔ x = −2 ∨ x = 0 .

Zeros de f : −2 e 0 .

[7]
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Pág. 60
5.
x2 − 9
5.1. f ( x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ x 2 − 9 = 0 ∧ x + k ≠ 0 ⇔ ( x = 3 ∨ x = −3 ) ∧ x ≠ −k .
x +k
A função f tem pelo menos um zero se −k = 3 ∨ − k = −3 , ou seja, se k ∈ { − 3 , 3 } .
5.2. A função f tem dois zeros se k ∈ R \ { − 3,3 } .
5.3. Não existe nenhum valor de k para o qual a função f não tenha zeros porque a função f tem sempre pelo menos um zero,
qualquer que seja o valor de k.

6. Sabe-se que um dos pontos de interseção do gráfico de f com o eixo Ox tem abcissa 1, ou seja, que f (1) = 0 .
x 3 − x2 − 9x + 9
f (x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ x 3 − x2 − 9 x + 9 = 0 ∧ 2 x2 + 1 ≠ 0 ⇔ x 3 − x 2 − 9 x + 9 = 0 ∧ x ∈ IR .
2x2 + 1
3 2
Como 1 é zero do polinómio x − x − 9x + 9 , aplicando a regra de Ruffini, tem-se:

1 −1 −9 9
1 1 0 −9
1 0 −9 0 2 2
(
Então, sabe-se que x − x − 9x + 9 = (x − 1) x − 9 .
3
)
( )
x3 − x2 − 9x + 9 = 0 ⇔ (x − 1) x2 − 9 = 0 ⇔ x − 1 = 0 ∨ x2 − 9 = 0 ⇔ x = 1 ∨ x = 3 ∨ x = −3 .

Zeros de f : −3 , 1 e 3 .

[8]
Propostas de Resolução
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7.
2x − 6
7.1. Sendo a = 5 , então f (x ) = .
5− x
2x − 6
f (x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ 2x − 6 = 0 ∧ 5 − x ≠ 0 ⇔ x = 3 ∧ x ≠ 5 ⇔ x = 3 .
5− x
Zero de f: 3 .

2x − 6
7.2. f (x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ 2x − 6 = 0 ∧ a − x ≠ 0 ⇔ x = 3 ∧ x ≠ a .
a−x
A função não tem zeros para a = 3 .

[9]
Propostas de Resolução
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8.
8.1. Sabe-se que a torneira A demora 5 horas a encher o reservatório e que a torneira B demora t horas.
Designemos por V o volume do reservatório.
V
O volume do reservatório que a torneira A enche numa hora é dado pela expressão: .
5
V
O volume do reservatório que a torneira B enche numa hora é dado pela expressão: .
t
V V
O volume do reservatório que as torneiras A e B enchem numa hora é dado pela expressão: + .
5 t
V V Vt + 5V V (t + 5) V
Ora, + = = = .
5 t 5t 5t 5t
t +5
Assim sendo, o número de horas necessárias para encher o reservatório utilizando em simultâneo as duas torneiras é dado por:
5t
H(t ) = , t >0.
t +5

8.2. 3 h 45 min = 3,75 h.


5t 5t 1,25t − 18,75
H (t ) = 3,75 ⇔ = 3,75 ⇔ − 3,75 = 0 ⇔ = 0 ⇔ 1,25t − 18,75 = 0 ∧ t + 5 ≠ 0 ⇔ t = 15 .
t+5 t +5 t +5

[10]
Propostas de Resolução
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Pág. 61
9.

3x 2x2 + 2x
9.1. f (x ) = 0 ⇔ +x=0⇔ = 0 ⇔ 2x2 + 2x = 0 ∧ 2x − 1 ≠ 0 .
2x − 1 2x − 1

2x2 + 2x = 0 ⇔ 2x (x + 1) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = −1 .

1
2x − 1 = 0 ⇔ x = .
2
1 
f ( x ) = 0 ⇔ ( x = −1 ∨ x = 0 ) ∧ x ∈ R \   ⇔ x = −1 ∨ x = 0 .
2 
Zeros de f : −1 e 0 .
3x 3 2x2 + 2x 3
9.2. f (x ) = g(x ) ⇔ +x= ⇔ + = 0 ⇔ 2x2 + 2x + 3 = 0 ∧ 2x − 1 ≠ 0 .
2x − 1 1 − 2x 2x − 1 2x − 1

− 2 ± 4 − 24 − 2 ± − 20
2 x 2 + 2x + 3 = 0 ⇔ x = ⇔x= impossível.
4 4
1
2x − 1 = 0 ⇔ x = .
2
1 
f ( x ) = 0 ⇔ x ∈{ } ∧ x ∈ R \   ⇔ x ∈{ }.
2 
Donde se conclui que os gráficos das funções f e g não têm qualquer ponto em comum.

[11]
Propostas de Resolução
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10.
10.1. Df = { x ∈R: x + 1 ≠ 0} = R \ {−1} .
1
3x − 1 = 0 ⇔ x = e x + 1 = 0 ⇔ x = −1 .
3

1
x −∞ −1
3
+∞
3x − 1 − − − 0 +
x +1 − 0 + + +
3x − 1
f (x ) = + S.S. − 0 +
x +1

1   1
f (x ) > 0 ⇔ x ∈ ]− ∞ , − 1 [ ∪  , + ∞  ; f (x ) < 0 ⇔ x ∈  − 1,  .
 3   3

[12]
Propostas de Resolução
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10.2. Df = { x ∈R: x − 1 ≠ 0} = R \ {1} .


2
2 − 5x = 0 ⇔ x = e x −1 = 0 ⇔ x = 1 .
5
2
x −∞ 5
1 +∞
2 − 5x − 0 + + +
x −1 − − − 0 +
2 − 5x
f (x ) = + 0 − S.S. +
x −1
2   2
f (x ) > 0 ⇔ x ∈  ,1  ; f (x ) < 0 ⇔ x ∈  − ∞,  ∪ ]1, + ∞ [ .
5   5

10.3. Df = { x ∈R: x + 1 ≠ 0} = R \ {−1} .

x 2 − 4 x = 0 ⇔ x (x − 4 ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 4 e x + 1 = 0 ⇔ x = −1 .

x −∞ −1 0 4 +∞
2
x − 4x + + + 0 − 0 +
x +1 − 0 + + + + +
x2 − 4 x
f (x ) = − S.S. + 0 − 0 +
x +1

f (x ) > 0 ⇔ x ∈ ] − 1, 0 [ ∪ ] 4 , + ∞ [; f (x ) < 0 ⇔ x ∈ ]−∞, − 1 [ ∪ ] 0, 4 [ .

[13]
Propostas de Resolução
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10.4. Df = { x ∈R: x − 1 ≠ 0} = R \ {1} .

2x 3x2 − x
f (x ) = + 3 x ⇔ f (x ) = .
x −1 x −1

1
3x 2 − x = 0 ⇔ x (3x − 1) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = e x −1 = 0 ⇔ x = 1 .
3

1
x −∞ 0
3
1 +∞
3x 2 − x + 0 − 0 + + +
x −1 − − − − − 0 +
2
3x − x
f (x ) = − 0 + 0 − S.S. +
x −1

 1 1 
f (x ) > 0 ⇔ x ∈  0,  ∪ ]1, + ∞ [; f (x ) < 0 ⇔ x ∈ ]− ∞, 0 [ ∪  ,1  .
 3 3 

11. O ponto B pertence ao gráfico de g e a sua abcissa é a, isto é, B ( a , g (a )) .

5 + 3a 5 + 3a
A [OABC ]< 4 ⇔ a × g(a ) < 4 ∧ a > 0 ⇔ a × <4 ∧ a>0⇔ <4 ∧ a >0 ⇔a <1 ∧ a >0 .
2a 2
Então, a ∈ ] 0 ,1 [ .

[14]
Propostas de Resolução
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Pág. 62
12.
3
12.1. O vértice B tem abcissa nula porque pertence ao eixo das ordenadas e tem ordenada igual a f (0) = =3.
0 +1
Portanto, B ( 0, 3) .

12.2.
OB + AP
a) A [OAPB] = × OA .
2
Sendo g a função que à abcissa do ponto P faz corresponder a área do trapézio [OAPB], tem-se:
3
3+
3 + f (x ) 2
+ 1 × x = 3x + 3 + 3 × x = 3x + 6 x .
g (x ) = ×x = x
2 2 2x + 2 2x + 2

3x 2 + 6 x 3x 2 − 2 x − 8  4
b) g (x )= 4 ⇔ =4⇔ = 0 ⇔ 3x 2 − 2 x − 8 = 0 ∧ 2 x + 2 ≠ 0 ⇔  x = 2 ∧ x = −  ∧ x ≠ −1 .
2x + 2 2x + 2  3

Como x ≥ 0 , conclui-se que x = 2 .

3
f (2) = = 1 , logo P ( 2,1) .
2 +1

[15]
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3x 2 + 6 x 3x2 − 8,4 x − 14,4


c) g (x )≥ 7,2 ∧ x ≥ 0 ⇔ ≥ 7,2 ∧ x ≥ 0 ⇔ ≥ 0 ∧ x ≥ 0 ⇔ 3x2 − 8,4 x − 14,4 ≥ 0 ∧ x ≥ 0 .
2x + 2 2x + 2 2 x + 2> 0

8,4 ± 243,36 8,4 ± 15,6


3x2 − 8,4 x − 14,4 = 0 ⇔ x = ⇔x= ⇔ x = 4 ∨ x = −1,2 .
6 6

Então, g (x ) ≥ 7,2 ⇔ x ∈ [ 4 , + ∞ [ .
13.
13.1.
4 × 0 − 60
a) h (0) = =3 .
0 − 20

O reservatório tem 3 m de altura.

4t − 60
b) h(t ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ 4t − 60 = 0 ∧ t − 20 ≠ 0 ⇔ t = 15 ∧ t ≠ 20 ⇔ t = 15 .
t − 20

O esvaziamento do reservatório demorou 15 h.

4t − 60 2,5t − 30
13.2. h(t ) ≥ 1,5 ⇔ ≥ 1,5 ⇔ ≥ 0 ⇔ 2,5t − 30 ≤ 0 ⇔ t ≤ 12 .
t − 20 t − 20 t −20< 0

Como t ≥ 0 , conclui-se que t ∈ [ 0, 12 ] .

Sabe-se, então, que durante as primeiras 12 horas de esvaziamento, a altura do nível da água no reservatório foi não inferior a 1,5 m.

[16]
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Pág. 63

14.

14.1. Df = { x ∈R : x2 + x − 2 ≠ 0} .

−1 ± 1 + 8
x2 + x − 2 = 0 ⇔ x = ⇔ x = 1 ∨ x = −2 .
2

D f = R \ {−2 ,1} .

Dg = { x ∈R : x2 − 1 ≠ 0} .

x2 − 1 = 0 ⇔ x2 = 1 ⇔ x = 1 ∨ x = −1 .
Dg = R \ {−1,1} .

x +1
14.2. f ( x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ x + 1 = 0 ∧ x 2 + x − 2 ≠ 0 ⇔ x = −1 ∧ x ∈R \ {−2 , 1} ⇔ x = −1 .
x2 + x − 2
Zero de f : −1.
x
g( x) = 0 ⇔ 2
= 0 ⇔ x = 0 ∧ x 2 − 1 ≠ 0 ⇔ x = 0 ∧ x ∈ R \ {−1 , 1} ⇔ x = 0 .
x −1
Zero de g : 0.

[17]
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2 x +1 x + 1 − 0,4 x 2 − 0,4 x + 0,8 − 0,4 x 2 + 0,6 x + 1,8


14.3. f (x ) = ⇔ = 0,4 ⇔ =0⇔ =0⇔
5 x2 + x − 2 x2 + x − 2 x2 + x − 2

 3 
⇔ −0,4 x 2 + 0,6 x + 1,8 = 0 ∧ x 2 + x − 2 ≠ 0 ⇔  x = − ∨ x = 3  ∧ x ∈ R \ {−2 , 1} ⇔ x = 3 .
 2 
2 2
∈ D ´ f porque f (3) = .
5 5

14.4. g(x ) = x ⇔
x
x2 − 1
=x⇔
− x 3 + 2x
x2 − 1
( )
= 0 ⇔ − x 3 + 2x = 0 ∧ x2 − 1 ≠ 0 ⇔ x − x 2 + 2 = 0 ∧ x 2 − 1 ≠ 0 ⇔

(
⇔ x =0 ∨ x = 2 ∨ x =− 2 ) ∧ x ∈R \ {−1 , 1} ⇔ x = 0 ∨ x = 2 ∨ x = − 2 .

O gráfico de g interseta a bissetriz dos quadrantes ímpares nos pontos de coordenadas ( 0 , 0) , (− ) (


2 ,− 2 e )
2, 2 .

[18]
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x +1 x x +1 x
14.5. f (x ) = g(x ) ⇔ ≤ ⇔ − ≤0⇔
x2 + x − 2 x2 − 1 (x + 2)(x − 1) (x − 1)(x + 1)


x2 + 2x + 1 − x 2 − 2x
(x + 2)(x − 1)(x + 1)
≤0⇔
1
(x + 2)(x − 1)(x + 1)
≤ 0 ⇔ (x + 2) x 2 − 1 < 0 . ( )
x −∞ −2 −1 1 +∞
x +2 − 0 + + + + +
x2 − 1 + + + 0 − 0 +
(x + 2)(x 2
−1 ) − 0 + S.S. − S.S. +

Donde se conclui que x ∈ ]−∞, − 2 [ ∪ ] − 1, 1 [ .

[19]
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3× 3 + 2 11
15. O vértice A tem abcissa 3 e ordenada igual a f (3) = = = 1,1 .
32 + 1 10
Portanto, A ( 3; 1,1) .
5
Os pontos B e C são as interseções do gráfico de f com a reta de equação y = .
2

5 3x + 2 3x + 2 − 2,5x 2 − 2,5 − 2,5x 2 + 3x − 0,5


f (x ) = ⇔ 2 = 2,5 ⇔ = 0 ⇔ =0⇔
2 x +1 x2 + 1 x2 + 1

⇔ −2,5 x 2 + 3 x − 0,5 = 0 ∧ x 2 + 1 ≠ 0 ⇔ ( x = 0,2 ∨ x = 1 ) ∧ x ∈ R ⇔ x = 0,2 ∨ x = 1 .

Então, B ( 1; 2,5) e C ( 0 ,2; 2,5) .

BC × h (1 − 0,2)× (2,5 − 1,1) 0,8 × 1,4


A [ABC ] = = = = 0,56 .
2 2 2

[20]
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Pág. 64
16.
 1
16.1. lim an = lim  2 +  = 2 + 0 + = 2+ .
 n

3an 3×2 6
lim f (an ) = lim = + = + = +∞ .
an − 2 3 − 3 0

 1
16.2. lim bn = lim  2 −  = 2 − 0 + = 2− .
 n

3bn 3× 2 6
lim f (bn ) = lim = = = −∞ .
bn − 2 3− − 3 0−

16.3. lim cn = lim (2n) = +∞ .

3cn 3cn 3 3 3
lim f (cn ) = lim = lim = lim = = =3 .
cn − 2  2 2 2 1 − 0
cn  1 −  1 − 1 −
cn +∞
 cn 

[21]
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17.

17.1. lim an = lim (1 − 5n ) = −∞ .

an  3  3
lim f (an ) = lim = lim 1 +

 =1+
 =1+0 =1 .
an − 3  an − 3  + ∞ −3

 1
17.2. lim bn = lim  −  = −0+ = 0− .
 n

bn 0
lim f (bn ) = lim = =0 .
bn − 3 0 − 3

1
17.3. lim cn = lim = 0+ .
n
lim f (cn ) = lim (2cn + 1) = 2 × 0 + 1 = 1 .

( )
17.4. lim dn = lim n2 = +∞ .

lim f (dn ) = lim (2dn + 1) = 2 × (+∞) + 1 = +∞ .

[22]
Propostas de Resolução
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18.

( )
18.1. lim un = lim n2 + n = +∞ . f (x ) =
2x − 3
x −1
=2−
1
x −1
.

 1  1
lim f (un ) = lim  2 − =2−
 =2−0 =2 .
 un − 1  + ∞ −1

 1  1
18.2. lim vn = lim  1 +  =1+ = 1 + 0 + = 1+ .
 2n  +∞

 1  1 1
lim f (vn ) = lim  2 − =2−
 +
= 2 − + = 2 − (+ ∞ ) = −∞ .
 v n − 1  1 − 1 0

1 − n3  1  1
18.3. lim wn = lim = lim  2 − n  = − (+ ∞ ) = 0 − ∞ = −∞ .
n2 n  +∞

 1  1
lim f (wn ) = lim  2 − =2−
 =2−0 =2 .
 w n − 1  − ∞ −1

2n − 5  5  5
18.4. lim sn = lim = lim 1 −  = 1 − = 1 − 0 + = 1− .
2n  2n  +∞
 1  1 1
lim f (sn ) = lim  2 − =2−
 −
= 2 − − = 2 − (− ∞ ) = +∞ .
 sn − 1  1 −1 0

[23]
Propostas de Resolução
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Pág. 65
19.

19.1. Para toda a sucessão (xn ) tal que ∀n ∈N, xn ∈Dg e lim xn = 0 , tem-se:

lim g (xn ) = lim (3xn − 1) = 3 × 0 − 1 = −1 .

Então, conclui-se que lim g (x ) = −1 .


x →0

19.2. Para toda a sucessão (xn ) tal que ∀n ∈N, xn ∈Dg e lim xn = 3 , tem-se:

4 4
lim g (xn ) = lim = =1 .
xn + 1 3 + 1

Então, conclui-se que lim g (x ) = 1 .


x →3

19.3. Para toda a sucessão (xn ) tal que ∀n ∈N, xn ∈Dg e lim xn = −1 , tem-se:

lim g (xn ) = lim (3xn − 1) = 3 × (−1) − 1 = −4 .

Então, conclui-se que lim g (x ) = −4 .


x → −1

[24]
Propostas de Resolução
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19.4. Como Dg =R e 1∈Dg , então existe lim g (x ) se lim g (x ) = lim g (x ) = g (1) .


x →1 x →1 − x →1 +

Para toda a sucessão (xn ) tal que ∀n ∈N, xn ∈Dg ∧ xn < 1 e lim xn = 1 , tem-se:

lim g (xn ) = lim (3xn − 1) = 3 × 1 − 1 = 2 .

Então, conclui-se que lim g (x ) = 2 .


x →1 −

Para toda a sucessão (xn ) tal que ∀n ∈N, xn ∈Dg ∧ xn > 1 e lim xn =1 , tem-se:
+

4 4
lim g (xn ) = lim = =2.
xn + 1 1 + 1

Então, conclui-se que lim g (x ) = 2 .


x →1 +

Sabe-se, ainda, que g (1) = 3 .

Então, conclui-se que não existe lim g (x ) .


x →1

19.5. Para toda a sucessão (xn ) tal que ∀n ∈N, xn ∈Dg e lim xn = −∞ , tem-se:

lim g (xn ) = lim (3xn − 1) = 3(−∞ ) − 1 = −∞ − 1 = −∞ .

Então, conclui-se que lim g (x ) = −∞ .


x → −∞

[25]
Propostas de Resolução
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19.6. Para toda a sucessão (xn ) tal que ∀n ∈N, xn ∈Dg e lim xn = +∞ , tem-se:

4 4
lim g (xn ) = lim = =0.
xn + 1 + ∞ + 1

Então, conclui-se que lim g (x ) = 0 .


x → +∞

20.

20.1. Por observação gráfica, sabe-se que lim g (x ) = −∞ .


x → −∞

g (x ) k
20.2. Por observação gráfica, sabe-se que lim = = +∞ .
x →c − f ( x ) 0 + k >0

20.3. Por observação gráfica, sabe-se que lim (g × f )(x ) = lim g (x )× lim f (x ) = 0 × k = 0 .
x →0 x →0 x →0

lim f (x )
f k
20.4. Por observação gráfica, sabe-se que lim (x ) = x →b = = 1.
x →b g lim g (x ) k k ≠ 0
x →b

20.5. Por observação gráfica, sabe-se que lim ( f − g )(x ) = lim f (x ) − lim g (x ) = k − k = 0 .
x →b x →b x →b

lim f (x )
f + k
20.6. Por observação gráfica, sabe-se que lim (x ) = x →d = = −∞ .
x →d + g lim g (x ) 0+ k <0
x →d +

[26]
Propostas de Resolução
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20.7. Por observação gráfica, sabe-se que lim (g − f )(x ) = + ∞ .


x →+∞ (1)

(1) porque g − f é uma função polinomial do 3.º grau cujo coeficiente do termo de maior grau é positivo.

1 1 1
20.8. Por observação gráfica, sabe-se que lim = = = +∞ .
x →e + f (x ) lim f (x ) 0+
x →e +

20.9. Por observação gráfica, sabe-se que lim (g × f )(x ) = lim g (x )× lim f (x ) = k × 0 = 0 .
x →e x →e x →e

[27]
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Pág. 66
21.
0
x −1 − x +1 0 − (x − 1) −1 −1 1
21.1. lim = lim 2 = lim = lim = =− .
x →1− f (x ) x →1− x − 1 x →1− (x − 1)(x + 1) x →1− x + 1 1 + 1 2

∞  1  1
x2  1 − 2  1− 2
f (x ) 2
x −1 ∞  x  x 1−0
21.2. lim = lim = lim = lim = = −1 .
x →−∞ g (x ) x →−∞ − x2 − x + 2 x →−∞ 2  1 2  x →−∞ − 1 − 1 + 2 − 1 − 0 + 0
x  −1 − + 2 
 x x  x x2

∞  1  1
x2  1 − 2  1− 2
f (x ) x2 − 1 ∞  x  x 1−0 1
21.3. lim = lim = lim = lim = = =0.
x →−∞ x g (x ) x →−∞ − x 3 − x 2 + 2 x x →−∞ 3  1 2  x →−∞  1 2  − ∞ × (− 1 − 0 + 0 ) + ∞
x −1 − + 2  x −1 − + 2 
 x x   x x 

0
f (x ) x2 − 1 0 (x − 1)(x + 1) = lim x + 1 = 1 + 1 = − 2
21.4. lim = lim = lim .
x →1 g (x ) x →1 − x − x + 2 x →1 − (x + 2)(x − 1) x →1 − (x + 2) − (1 + 2)
2 3

2 1± 1+8
Cálculo auxiliar: − x − x + 2 = 0 ⇔ x = ⇔ x = −2 ∨ x = 1 .
−2

[28]
Propostas de Resolução
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22.

22.1. lim
f (x) −2
= lim
x + 3 −2 0
= lim
0
( x +3 −2 )( x +3 +2 )=
x →1 g( x) x →1 x2 − x x →1
(x 2
− x) ( x +3 +2 )
x +3−4 1 1
= lim = lim = .
x →1
x ( x − 1) ( x +3 +2 ) x →1
x ( x +3 +2 ) 4

x →−∞
(
3 2
)
3
x →−∞
(
22.2. lim g (x ) − 2x = lim x − x − 2x = +∞ − (− ∞) − 2(− ∞) = +∞ . )
( x +3 − x )( x +3 + x )=
( ) ( )
∞−∞
22.3. lim f ( x ) − x = lim x + 3 − x = lim
x →+∞ x →+∞ x →+∞
x+3 + x

x + 3− x 3 3
= lim = lim = =0.
x→+∞
x +3 + x x →+∞
x +3 + x +∞

0
 1 1  1 1  ∞ −∞ 1+ x −1 0 x 1
22.4. lim  +  = lim  2 +  = lim 2 = lim = lim = −1 .
x →0  g(x ) x  x →0  x − x x  x →0 x − x x →0 x (x − 1) x →0 x − 1

[29]
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23.
0
x 2 − 2x − 3 0
= lim
(x − 3)(x + 1) = lim x + 1 = 4 = − 2
23.1. lim .
x →3 9−x 2 x →3 − (x − 3)(x + 3) x →3 − (x + 3) − 6 3
Cálculo auxiliar:

2 ± 4 + 12
x2 − 2x − 3 = 0 ⇔ x = ⇔ x = 3 ∨ x = −1 .
2
∞  2  2
x3  2 − 5 −5
2 x − 5x 3 ∞ x  = lim x2 0−5
23.2. lim = lim = = −5 .
x →+∞ 3 − 2x2 + x 3 x →+∞ 3  3 2  x →+∞ 3 − 2 + 1 0 − 0 + 1
x  3 − + 1
x x  x3 x

 1
x ( 4 x2 − x ) 3 2
∞ x3  4 − 
4x − x ∞
 x
23.3. xlim = lim = lim =
→−∞
( x2 + 1)( x2 + 2) x→−∞ x4 + 3x2 + 2 x→−∞ x 4  1 + 32 + 24 

 x x 

1
4−
x 4 −0 4
= lim = = =0.
x →−∞  3 2  −∞ ( 1 + 0 + 0 ) −∞
x 1+ 2 + 4 
 x x 

[30]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

2x − 4 0
23.4. lim 2
= (indeterminação).
x →2 x −4 0
Temos de recorrer aos limites laterais:
2x − 4 − 2x + 4 −2(x − 2) −2 −2 1
lim = lim = lim = lim = =− .
x →2 − x 2
− 4 x →2 − x 2
− 4 x →2 − ( x − 2 )( x + 2 ) x →2 − x + 2 2 + 2 2

2x − 4 2x − 4 2(x − 2) 2 2 1
lim = lim = lim = lim = = .
x →2+ x2 − 4 x →2+ x2 − 4 x →2+ (x − 2)(x + 2) x →2+ x +2 2+2 2

2x − 4
Donde se conclui que não existe lim .
x →2 x2 − 4
0
x2 − 1 0 (x2 − 1)(2 + x + 3 ) = lim (x2 − 1)(2 + x + 3 ) =
= = lim
x →1 (2 − x + 3 )(2 + x + 3 ) x →1
23.5. lim
x →1 2 − x + 3 4 − x −3

= lim
(x − 1)(x + 1)(2 + x + 3 ) = lim (x + 1)(2 + x + 3 ) = 8 = −8
.
x →1 − (x − 1) x →1 −1 −1

x2 (x + 2)
23.6. lim 
 x
x →2  x + 2
(  ∞×0
× x2 + 2x  = lim

) x 3 + 2x 2
x →2 x + 2
= lim
x →2 (x + 2)
= lim x2 = 4 .
x →2
( )
∞−∞  1  1  1
23.7. lim 2x2 − x = lim x2  2 −  = lim  x 2 −  = lim  x 2 −  = +∞ × 2 = +∞ .
x →+∞ x →+∞  x  x →+∞    
x  x →+∞  x 

[31]
Propostas de Resolução
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x2 0
23.8. lim = (indeterminação).
x →0 x 0
Temos de recorrer aos limites laterais:

x2 x −x
lim = lim = lim = lim (− 1) = −1 .
x →0− x x →0 − x x →0 − x x →0−

x2 x x
lim = lim = lim = lim 1 = 1 .
x →0+ x x →0 + x x →0 x x →0+
+

x2
Donde se conclui que não existe lim .
x →0 x

 7 + 9 x 2 − 5x   7 + 9 x 2 + 5x 
∞ −∞    2 2
 
23.9. lim  7 + 9 x − 5x  = lim 
2   = lim 7 + 9 x − 25x =
x →+∞   x →+∞ 7 + 9 x 2 + 5x x →+∞ 7 + 9 x 2 + 5x

 7   7 
x2  2 − 16  x  2 − 16 
= lim
7 − 16x 2
= lim x  = lim x  = + ∞ (0 − 16) = −∞
.
x →+∞ 7 x →+∞  7  x →+∞ 7 0+9 +5
x 2 + 9 + 5x x  +9 +5  + 9 + 5
x  x2  x2
 

[32]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

24.
24.1. D f = { x ∈ R : x 2 + x ≥ 0} .

x2 + x = 0 ⇔ x (x + 1) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = −1 .

Logo, D f = ]−∞ , − 1 ]∪ [ 0 , + ∞ [ .

Dg = { x ∈R : x ≠ 0} = R \ {0} .

[33]
Propostas de Resolução
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24.2.
 x2 + x − x   x2 + x + x 
∞ −∞    2 2
 
a) lim f (x ) = lim  x + x − x  = lim 
2   = lim x + x − x =
x →+∞ x →+∞   x →+∞ x2 + x + x x →+∞ x 2 + x + x


x ∞ x 1 1 1
= lim = lim = lim = = .
x →+∞ 2
x +x +x x →+∞  1  x →+∞ 1 1+ 0 +1 2
x  1 + + 1 1+ +1
 x  x
 

  ∞ −∞  1   1 
b) lim f (x ) = lim  x2 + x − x  = lim  x 1 + − x  = lim  − x 1 + − x  = +∞ × 1 + 0 + ∞ = +∞ .
x →+∞ x →−∞   x →−∞
 x  x →−∞  x 
0
 2  0×∞ x2 + x − x 0
c) lim ( f × g )(x ) = lim  x 2 + x − x  ×  = 2 lim =
x →0 + x →0 +   x x →0 + x

 x2 + x − x   x 2 + x + x 
   x2 + x − x2 1 1
= 2 lim    = 2 lim = 2 lim = 2× = +∞ .
x →0 + x  x2 + x + x  x →0 + x x 2 + x + x  x →0 + 2
x +x +x 0+
 
   

f (x ) x2 + x − x 1
d) lim = lim = + = +∞ .
x →−1− x + 1 x →−1− x +1 0

[34]
Propostas de Resolução
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Pág. 67
25.
0

f (x ) = lim
x2 − 4 0
= lim
(x − 2)(x + 2) = lim (x − 2) = −4
25.1. lim .
x →−2− x →−2− x + 2 x →−2− x +2 x →−2−

lim f (x ) = lim (2x ) = −4 .


x →−2+ x →−2+

f (−2) = 2 × (−2) = −4 .

Como lim f (x ) = lim f (x ) = f (−2 ) = −4 , resulta que existe lim f (x ) e é igual a −4 .


x → −2 − x → −2 + x → −2

Atendendo a que −2 ∈ D f e existe lim f (x ) , conclui-se que f é contínua em x = −2 .


x → −2

[35]
Propostas de Resolução
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0
6x + 6 0 6 (x + 1) 6 6
25.2. lim f (x ) = lim = lim = lim = = −3 .
x →−1 x − 1 x →−1 (x − 1)(x + 1) x →−1 x − 1 − 1 − 1
2
x →−1− − − −

0  1
2(x + 1) x − 
2 x2 + x − 1 0  2  = lim (2x − 1) = 2 × (− 1) − 1 = −3
lim f (x ) = lim = lim .
x →−1+ x →−1+ x +1 x →−1+ x +1 x →−1+

f (−1) = 2 .

Como lim f (x ) = lim f (x ) = −3 e f (−1) ≠ −3 , resulta que não existe lim f (x ) .


x → −1− x → −1 + x → −1

Atendendo a que −1 ∈ D f e não existe lim f (x ) , conclui-se que f não é contínua em x = −1 .


x → −1

25.3. lim f (x ) = lim (2 − 3x ) = 2 − 3 × 0 = 2 .


x →0 − x →0 −

0
2x 0 2x 2 2
lim f (x ) = lim = lim = lim = =2.
x →0 + x →0 + x2 + x x →0 + x (x + 1) x →0+ x + 1 0 + 1

f (0 ) = 2 .

Como lim f (x ) = lim f (x ) = f (0 ) = 2 , resulta que existe lim f (x ) e é igual a 2 .


x →0− x →0 + x →0

Atendendo a que 0 ∈ D f e existe lim f (x ) , conclui-se que f é contínua em x = 0 .


x →0

[36]
Propostas de Resolução
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25.4. lim f ( x ) = lim


x −1 −2 0
= lim−
0
( x −1 − 2 )( x −1 + 2 )=
x −3 ( x − 3) ( )
− −
x →3 x →3 x →3
x −1 + 2

x −1− 4 1 1 1
= lim− = lim− = = .
x →3
( x − 3) ( x −1 +2 ) x→3 x −1 +2 3−1 +2 4

1 1
lim f (x ) = lim = = +∞ .
x →3+ x →3+
2
x −9 0+

Então, não existe lim f (x ) porque lim f (x ) ≠ lim f (x ) .


x →3 x →3− x →3+

Atendendo a que 3 ∈ D f e não existe lim f (x ) , conclui-se que f não é contínua em x = 3 .


x →3

26.
26.1. Sendo a ≠ 0 , tem-se:
x 3 − x a3 − a
lim f (x ) = lim = = a2 − 1 .
x →a x →a x a

a3 − a
f (a ) = = a2 − 1 .
a
f é contínua em x = a porque lim f (x ) = f (a ) .
x →a

[37]
Propostas de Resolução
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26.2. lim f (x ) = lim


x3 − x 0
= lim
(
x x2 − 1 ) ( )
= lim x2 − 1 = 0 − 1 = −1 .
x →0 x →0 x x →0 x x →0

f (0 ) = −1 .

Como lim f (x ) = f (0 ) = −1 , resulta que existe lim f (x ) e é igual a −1 .


x →0 x →0

Atendendo a que 0 ∈ D f e existe lim f (x ) , conclui-se que f é contínua em x = 0 .


x →0

[38]
Propostas de Resolução
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27. A função h é contínua em R \ {−2 , 2} por ser o quociente de duas funções contínuas.
⋅ Continuidade em x = −2 :
x −2 −4
lim h (x ) = lim = = −∞ .
x →−2− x →−2− 4−x 2 0+

x −2 −4
lim h (x ) = lim = = −∞ .
x →−2+ x →−2+ 4−x 2 0+
Donde se conclui que h não é contínua em x = −2 .
⋅ Continuidade em x = 2 :
0
x −2 0 x −2 x −2 1 1
lim h (x ) = lim = lim = lim = lim =− .
x →2− x →2− 4−x 2
x →2− 4−x 2
x →2− − (x − 2)(x + 2) x →2− − (x + 2) 4
0
x −2 0 x −2 x −2 1 1
lim h (x ) = lim = lim = lim = lim = .
x →2+ x →2+ 4−x 2
x →2+ − 4 + x2 x →2+ (x − 2)(x + 2) x →2+ x +2 4

Então, não existe lim h(x ) porque lim h (x ) ≠ lim h (x ) .


x →2 x →2− x →2+
Atendendo a que 2 ∈ Dh e não existe lim h(x ) , então h não é contínua em x = 2 .
x →2
Conclusão: Os pontos de abcissa −2 e 2 são pontos de descontinuidade do gráfico da função h.

[39]
Propostas de Resolução
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Pág. 68
28.
− x2 + 4 x + 5 8
28.1. lim g (x ) = lim 2
= .
x →1 x →1 1− x 0
Temos de recorrer aos limites laterais:

− x2 + 4 x + 5 8
lim g (x ) = lim = = +∞ .
x →1− x →1− 1− x 2
0+
− x2 + 4 x + 5 8
lim g (x ) = lim = = −∞ .
x →1+ x →1+ 1− x 2
0−
Donde se conclui que g não é contínua em x = 1 .
0
− x2 + 4 x + 5 0 − (x + 1)(x − 5) x − 5 −1− 5
28.2. lim g (x ) = lim = lim = lim = =3.
x →−1 x →−1 1− x 2 x → −1 − ( x − 1)( x + 1) x →−1 x −1 −1 −1
2 − 4 ± 16 + 20
Cálculo auxiliar: − x + 4 x + 5 = 0 ⇔ x = ⇔ x = −1 ∨ x = 5 .
−2
g (−1) = 3 .
Como lim g (x ) = g (−1) = 3 , resulta que existe lim g (x ) e é igual a 3.
x → −1 x → −1
Atendendo a que −1 ∈ Dg e existe lim g (x ) , conclui-se que g é contínua em x = −1 .
x → −1

[40]
Propostas de Resolução
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29.

29.1. Dg = { x ∈R : x ≥ 0 ∧ 9 − x ≠ 0} = { x ∈R : x ≥ 0 ∧ x ≠ 9} .

Então, Dg = R 0 \ { 9 } .
+

29.2. lim g (x ) = lim


x −3 0
= lim
( x −3 )( x +3) x −9 1 1 1
=− .
x →9 x →9 9 − x x →9 (9 − x )( ) = xlim
x +3
= lim =
→9 − (x − 9) ( x + 3) x →9 − ( x + 3) − ( 9 + 3) 6

29.3. Sendo a função h contínua no seu domínio, então é contínua em x = 9 .


Logo, tem-se que lim h (x ) = h (9 ) .
x →9

1
lim h (x ) = h (9 ) ⇔ lim g (x ) = k ⇔ − =k
x →9 x →9 6

[41]
Propostas de Resolução
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30.
x −x
30.1. lim f (x ) = lim = lim = −1 .
x →0 − x →0 − x x →0 − x
x x
lim f (x ) = lim = lim =1 .
x →0 + x →0 + x x →0 + x

Não existe nenhum valor de k para o qual a função f é contínua em x = 0 porque lim f (x ) ≠ lim f (x ) .
x →0− x →0 +

30.2. Atendendo a que 0 ∈ D f + g e f + g é contínua em x = 0 , sabe-se que existe lim ( f + g )(x ) ,


x →0

ou seja, lim ( f + g )(x ) = lim ( f + g )(x ) = ( f + g )(0 ) .


x →0 − x →0+

lim ( f + g )(x ) = lim f (x ) + lim g (x ) = −1 + 4 = 3 .


x →0 − x →0 − x →0 −

lim ( f + g )(x ) = lim f (x ) + lim g (x ) = 1 + 2 = 3 .


x →0 + x →0 + x →0+

( f + g )(0) = f (0) + g (0) = k + 2 .


Donde se conclui que 3 = k + 2 ⇔ k = 1 .

[42]
Propostas de Resolução
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31. A função f é contínua em R− e em R+ por ser o quociente de funções contínuas.


Só em x = 0 é que a função f pode não ser contínua.

x+k 0+k k
lim f (x ) = lim = =− .
x →0 − x →0 − x −2 0 −2 2

lim f (x ) = lim
x3 − 2x2 + x 0
= lim
( )
x x2 − 2x + 1
= lim
x2 − 2x + 1 1
= =1 .
x →0 + x →0 +
2
x +x x →0 + x ( x + 1) x →0 + x +1 1

0+k k
f (0 ) = =− .
0−2 2

k
f é contínua em x = 0 se: − = 1 ⇔ k = −2 .
2

Donde se conclui que a função f não é contínua se k ∈R \ { − 2 } .

[43]
Propostas de Resolução
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Pág. 69
32.

32.1. Recorrendo ao algoritmo da divisão tem-se:

x −3 |x + 1 2x + 0 |x − 3 − 4x + 1 |x + 2
− x −1 1 ; − 2x + 6 2 e 4x + 8 −4 .
−4 6 9

Donde se conclui que:


4 6 9
f (x ) = 1 − ; g(x ) = 2 + e h(x ) = −4 + .
x +1 x −3 x +2
32.2.
a) D f = { x ∈ R : x + 1 ≠ 0} = R \ {−1} , Dg = { x ∈ R : x − 3 ≠ 0} = R \ {3} e Dh = { x ∈ R : x + 2 ≠ 0} = R \ {−2} .

b) Assíntotas ao gráfico da função f : x = −1 ; y = 1 .

Assíntotas ao gráfico da função g : x = 3 ; y = 2 .

Assíntotas ao gráfico da função h : x = −2 ; y = −4 .

[44]
Propostas de Resolução
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33.
 1
33.1. D f = { x ∈ R : x ≠ 0} = R \ {0} , Dg = { x ∈ R : 2 x + 1 ≠ 0} = R \  −  e Dh = { x ∈ R : x − 5 ≠ 0} = R \ {5} .
 2

3x − 1 1
33.2. f (x ) = = 3− .
x x
Assíntotas ao gráfico da função f : x = 0 ; y = 3 .

Recorrendo ao algoritmo da divisão tem-se:

− 6x + 1 |2x + 1 2x + 0 |x − 5
6x + 3 −3 e − 2x + 10 2 .
4 10

Donde se conclui que:


4 10 10
g(x ) = −3 + e h(x ) = −2 + 2 + = .
2x + 1 x −5 x −5
1
Assíntotas ao gráfico da função g : x = − ; y = −3 .
2

Assíntotas ao gráfico da função h : x = 5 ; y = 0 .

[45]
Propostas de Resolução
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34.
b
34.1. Como a função f é definida por f (x ) = a + e x = 2 e y = −1 são assíntotas ao seu gráfico, conclui-se que a = −1 e c = 2 .
x −c
b
Então, tem-se f (x ) = −1 + .
x −2
b b
f (1) = 3 ⇔ −1 + =3⇔ = 4 ⇔ b = −4 .
1 −2 −1

Conclusão: a = −1 , b = −4 e c = 2 .

34.2.
a) O gráfico de g obtém-se a partir do gráfico de f por uma translação de vetor u (2 ,0 ) .
Assíntotas ao gráfico da função g : x = 4 ; y = −1 .

b) O gráfico de g obtém-se a partir do gráfico de f por aplicação de uma reflexão de eixo Ox,
seguida uma translação de vetor u (0 ,3) .

Assíntotas ao gráfico da função g : x = 2 ; y = 4 .

c) O gráfico de g obtém-se a partir do gráfico de f por uma translação de vetor u (−2,1) .


Assíntotas ao gráfico da função g : x = 0 ; y = 0 .

[46]
Propostas de Resolução
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d) O gráfico de g obtém-se a partir do gráfico de f por uma translação de vetor u (3, − 2) .

Assíntotas ao gráfico da função g : x = 5 ; y = −3 .

1
e) O gráfico de g obtém-se a partir do gráfico de f por uma dilatação horizontal de coeficiente .
2
Assíntotas ao gráfico da função g : x = 1 ; y = −1 .

f) O gráfico de g obtém-se a partir do gráfico de f por uma dilatação vertical de coeficiente 3.


Assíntotas ao gráfico da função g : x = 2 ; y = −3 .

[47]
Propostas de Resolução
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Pág. 70
35.

35.1. Recorrendo ao algoritmo da divisão tem-se:

−x +5 |x − 2
x +2 −1 .
7
7
Então, g(x ) = −1 + .
x −2

Assíntotas ao gráfico da função g : x = 2 ; y = −1 .

Como A é o ponto de interseção das assíntotas ao gráfico da função g, conclui-se que A ( 2, − 1) .

[48]
Propostas de Resolução
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35.2.

( )
a) (g f )(2) = g ( f (2)) = g 2 − 1 = g (1) =
5 −1
1−2
= −4 .

b) D f = { x ∈ R : x − 1 ≥ 0} = { x ∈ R : x ≥ 1} = [1, + ∞ [ e Dg = { x ∈ R : x − 2 ≠ 0} = R \ {2} .

D f g = { x ∈Dg : g ( x ) ∈Df } = { x ∈R \ {2}: g ( x ) ∈[1, + ∞ [} .

5− x 5− x − x +2 −2x + 7
g (x )∈[1 , + ∞ [ ⇔ g (x ) ≥ 1 ⇔ ≥1 ⇔ ≥0⇔ ≥0.
x −2 x −2 x −2
7
− 2x + 7 = 0 ⇔ x = e x −2 = 0 ⇔ x = 2 .
2
7
x −∞ 2
2
+∞
−2x + 7 + + + 0 −
x −2 − 0 + + +
−2 x + 7
x −2
− 0 + S.S. −

−2x + 7  7
Então, ≥ 0 ⇔ x ∈  2,  .
x −2  2

 7
Donde se conclui que D f g =  2,  .
 2

[49]
Propostas de Resolução
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2
36. Como a função f é definida por f (x ) = 3 + , sabe-se que x = −2 e y = 3 são assíntotas ao seu gráfico.
x +2
A função g é definida por g (x ) = 2 − f (x − 1) .

O gráfico de g obtém-se a partir do gráfico de f por aplicação de uma reflexão de eixo Ox, seguida uma translação de vetor u (1 ,2 ) .

Assíntotas ao gráfico da função g : x = −1 ; y = −1 .

Como P é o ponto de interseção das assíntotas ao gráfico da função g, conclui-se que P ( − 1, − 1) .


37.
x −2
37.1. f (x ) = .
2x + 6
Recorrendo ao algoritmo da divisão tem-se:

x −2 | 2x + 6 5
1 1 5 1
− x −3 , ou seja, f (x ) = − ⇔ f (x ) = − 2 .
2 2 2x + 6 2 x +3
−5
1
37.2. Assíntotas ao gráfico da função f : x = −3 ; y = .
2

[50]
Propostas de Resolução
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Pág. 71
38.
2x − 3 3
38.1. f (x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ 2x − 3 = 0 ∧ x + 1 ≠ 0 ⇔ 2x − 3 = 0 ∧ x ≠ −1 ⇔ x = .
x +1 2
3
Zero de f : .
2
2x − 3 3 3
38.2. f (x ) > 0 ⇔ > 0 ⇔ x + 1 > 0 ∧ x ≠ ⇔ x > −1 ∧ x ≠ .
x +1 2 2

 3 3 
Então, x ∈  − 1,  ∪  , + ∞  .
 2 2 

 2x − 3  2x − 3 3
 x +1 se 2x − 3 ≥ 0 ∧ x + 1 ≠ 0  x +1 se x ≥
  2
38.3. f (x ) =  ⇔ f (x ) =  .
 − 2x + 3 se 2x − 3 ≥ 0 ∧ x + 1 ≠ 0  − 2x + 3 3
se x < ∧ x ≠ −1
 x + 1  x + 1 2

[51]
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38.4. Recorrendo ao algoritmo da divisão, tem-se:

2x − 3 | x + 1
2x − 3 5
−2x − 2 2 =2− .
x +1 x +1
−5
−2x + 3 5
Então, = −2 + .
x +1 x +1

 5 3
2 − x + 1 se x ≥
2

f (x ) =  .
− 2 + 5 se x <
3
∧ x ≠ −1
 x +1 2

Donde se conclui que as assíntotas ao gráfico de f são x = −1 ; y = 2 ; y = −2 .

[52]
Propostas de Resolução
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39.
39.1.
a) Por observação gráfica, sabe-se que lim f (x ) = +∞ .
x →0 +

f (x )
b) Por observação gráfica, sabe-se que lim = ms = 0 .
x →+∞ x

c) Por observação gráfica, sabe-se que lim f (x ) = 2 .


x → +∞

f (x ) 0−2
d) Por observação gráfica, sabe-se que lim = mr = = −1 .
x →−∞ x 2−0

e) Como a reta r, de equação y = − x + 2 , é assíntota ao gráfico de f quando x → −∞ , sabe-se que:

lim ( f (x ) − (− x + 2 )) = 0 , ou seja, lim ( f (x ) + x − 2 ) = 0 .


x → −∞ x → −∞

39.2. Assíntotas ao gráfico da função f que são paralelas aos eixos coordenados: x = 0 ; y = 2 .

Como a função g é definida por g (x ) = f (x − 2) , o gráfico de g obtém-se a partir do gráfico de f por uma translação de vetor u (2 ,0 ) .

Assíntotas ao gráfico da função g que são paralelas aos eixos coordenados: x = 2 ; y = 2 .

[53]
Propostas de Resolução
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39.3. Assíntota oblíqua ao gráfico da função f: y = − x + 2 .


Como a função h é definida por h (x ) = 1 + f (x + 2) , o gráfico de h obtém-se a partir do gráfico de f por uma translação de vetor
u (−2 , 1) .

y = 1 + [− (x + 2) + 2] ⇔ y = 1 − x − 2 + 2 ⇔ y = − x + 1 .

Assíntota oblíqua ao gráfico da função h: y = − x + 1 .

[54]
Propostas de Resolução
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Pág. 72

40.

40.1. Df = { x ∈R : x2 − 9 ≠ 0} .

x2 − 9 = 0 ⇔ x2 = 9 ⇔ x = 3 ∨ x = −3 .
D f = R \ {−3,3} .

Dg = { x ∈R : x 2 − x ≠ 0} .

x2 − x = 0 ⇔ x (x − 1) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 1 .

Dg = R \ { 0 ,1} .

[55]
Propostas de Resolução
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40.2. Assíntotas verticais


x2 − 5x + 6 30
lim f (x) = lim = = +∞ .
x→−3− x→−3−
2
x −9 0+
x2 − 5x + 6 30
lim f (x) = lim = − = −∞
x→−3+ x→−3+ x2 − 9 0
Portanto, a reta x = −3 é assíntota vertical ao gráfico de f.
0

lim f (x) = lim


x2 − 5x + 6 0
= lim
(x − 2)(x − 3) = lim x − 2 = 3 − 2 = 1
.
x→3− x→3− x2 − 9 x→3− (x − 3)(x + 3) x→3− x + 3 3 + 3 6
0

lim f (x) = lim


x2 − 5x + 6 0
= lim
(x − 2)(x − 3) = lim x − 2 = 3 − 2 = 1
.
x→3 (x − 3)(x + 3) x→3+ x + 3 3 + 3 6
+ + 2 +
x→3 x→3 x −9
Portanto, a reta x = 3 não é assíntota vertical ao gráfico de f.

Assíntotas não verticais (y = m x + b)


⋅ Em +∞ :
f (x ) x2 − 5x + 6 x2 1 1
m = lim = lim 3
= lim 3 = lim = =0.
x →+∞ x x → +∞ x − 9 x x → +∞ x x → +∞ x + ∞

 x2 − 5x + 6  x2 − 5x + 6 x2
b = lim ( f (x ) − mx) =
lim  2 − 0x  = lim = lim 2 = 1 .
x →+∞ x →+∞  x − 9  x →+∞ x − 9
2 x →+∞ x
 
Portanto, a reta y = 1 é assíntota horizontal ao gráfico de f em +∞ .

[56]
Propostas de Resolução
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⋅ Em −∞ :
f (x ) x2 − 5x + 6 x2 1 1
m = lim = lim 3
= lim 3 = lim = =0 .
x →−∞ x x →−∞ x − 9x x →−∞ x x →−∞ x − ∞

 x2 − 5x + 6  x2 − 5x + 6 x2
b = lim ( f (x ) − mx) = lim  2 − 0x  = lim = lim =1 .
x →−∞ x →−∞  x − 9  x→−∞ x2 − 9 x →−∞ x2
 
Portanto, a reta y = 1 é assíntota horizontal ao gráfico de f em −∞ .

Conclusão: As equações das assíntotas ao gráfico de f são x = −3 ; y = 1 .

40.3. Assíntotas verticais


0
2x3 − x 0
lim g (x) = lim 2 = lim
x 2x2 −1
= lim
( )
2x2 − 1 0 −1
= =1 .
x→0− x→0− x − x x→0− x (x − 1) x→0− x − 1 0 −1
0
2x3 − x 0
lim g (x) = lim 2 = lim
x 2x2 −1
= lim
( )
2x2 −1 0 −1
= =1 .
x→0+ x→0+ x − x x→0+ x (x − 1) x→0+ x − 1 0 −1

Portanto, a reta x = 0 não é assíntota vertical ao gráfico de g.

2x3 − x 1
lim g (x) = lim = = −∞ .
x→1− x→1− x2 − x 0−
2x3 − x 1
lim g (x) = lim = = +∞ .
x→1+ x→1+
2
x −x 0+

[57]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

Portanto, a reta x = 1 é assíntota vertical ao gráfico de g.


Assíntotas não verticais (y = m x + b)
⋅ Em +∞ :
g(x ) 2x 3 − x 2x3
m = lim = lim 3 2 = lim =2.
x → +∞ x x → +∞ x − x x → +∞ x 3

 2x3 − x  2x3 − x − 2x3 + 2x2 2x2 − x 2x2


b = lim (g(x ) − mx) = lim  2 − 2x  = lim = lim = lim =2 .
x →+∞ x →+∞  x − x  x →+∞ x2 − x x → + ∞ x2 − x x →+∞ x2
 
Portanto, a reta y = 2x + 2 é assíntota oblíqua ao gráfico de g em +∞ .

⋅ Em −∞ :
g(x ) 2x3 − x 2x3
m = lim = lim 3 2 = lim =2 .
x →−∞ x x →−∞ x − x x →−∞ x3

 2x3 − x  2x3 − x − 2x3 + 2x2 2x2 − x 2x2


b = lim (g(x ) − mx) = lim  2 − 2x  = lim = lim = lim =2 .
x →−∞ x →−∞  x − x  x→−∞ x2 − x x →−∞ x2 − x x →−∞ x2
 
Portanto, a reta y = 2x + 2 é assíntota oblíqua ao gráfico de g e m −∞ .

Conclusão: As equações das assíntotas ao gráfico de g são x = 1 ; y = 2 x + 2 .

[58]
Propostas de Resolução
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41.
4 × 2 + 5 13
41.1. rp (2) = = = 3,25 .
2+2 4
Raio da nódoa preta ao fim de 2 segundos: 3,25 cm .

Área da nódoa preta ao fim de 2 segundos: Ap = π× 3,25 ≈ 33 cm .


2 2

5× 2 + 1 11
rv (2) = = = 2,2 .
2+3 5
Raio da nódoa vermelha ao fim de 2 segundos: 2,2 cm .
2 2
Área da nódoa vermelha ao fim de 2 segundos: Av = π× 2,2 ≈ 15 cm .
41.2.
4t + 5 4t + 5 − 3,4t − 6,8
a) 2π rp ( t ) = 6,8π ⇔ rp ( t ) = 3,4 ⇔ = 3,4 ⇔ = 0 ⇔ 0,6t − 1,8 = 0 ∧ t + 2 ≠ 0 ⇔ t = 3 .
t +2 t +2

Até que o perímetro da nódoa preta fosse 6,8 π cm decorreram 3 segundos.

5t + 1 5t + 1 − 3t − 9
b) π× ( rv ( t ) ) = 9π ⇔ ( rv ( t ) ) = 9⇔ rv ( t ) = 3 ⇔
2 2
=3⇔ = 0 ⇔ 2t − 8 = 0 ∧ t + 3 ≠ 0 ⇔ t = 4 .
t +3 t +3
2
Até que a área da nódoa vermelha fosse 9π cm decorreram 4 segundos.

[59]
Propostas de Resolução
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4t + 5 5t + 1 4t + 5 5t + 1 4t 2 + 12t + 5t + 15 − 5t 2 − t − 10t − 2
41.3. rp (t ) = rv (t ) ⇔ = ⇔ − =0⇔ =0⇔
t +2 t +3 t +2 t +3 (t + 2)(t + 3)

− 6 ± 36 + 52
⇔ −t 2 + 6t + 13 = 0 ∧ (t + 2)(t + 3) ≠ 0 ⇔ t = ⇔ t ≈ −1,69 ∨ t ≈ 7,69 .
−2

Como t ≥ 0 , conclui-se que t ≈ 7,69 .

As nódoas atingiram a mesma dimensão ao fim de, aproximadamente, 7,69 segundos.

41.4. Recorrendo ao algoritmo da divisão tem-se:


4t + 5 |t + 2 5t + 1 |t + 3
− 4t − 8 4 e − 5t − 15 5 .
−3 − 14

Donde se conclui que:


3 14
rp (t ) = 4 − e rv (t ) = 5 − .
t +2 t +3

 3   14 
lim rp (t ) = lim  4 −  = 4−0 = 4 e lim rv (t ) = lim  5 −  = 5−0 = 5
t →+∞ t →+∞  t +2  t →+∞ t →+∞  t +3

Os centros das nódoas distam 10 cm e, com o decorrer do tempo, a soma dos raios das nódoas tende para 9 cm.
Portanto, conclui-se que com o decorrer do tempo as duas nódoas não se intersetam.

[60]
Propostas de Resolução
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Pág. 73
42.

2− x − x2 − x + 2
42.1. g (x ) < x ⇔ <x⇔ <0 .
x x

1± 1+8
− x2 − x + 2 = 0 ⇔ x = ⇔ x = −2 ∨ x = 1 .
−2

x −∞ −2 0 1 +∞
2
− x − x+2 − 0 + + + 0 −
x − − − 0 + + +
2
− x − x +2
+ 0 − S.S. + 0 −
x

Donde se conclui que x ∈ ]−2, 0 [ ∪ ]1, + ∞ [ .

[61]
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3x − 1
42.2. f (x ) > 0 ⇔ >0.
x +2
1
3x − 1 = 0 ⇔ x = e x + 2 = 0 ⇔ x = −2 .
3
1
x −∞ −2
3
+∞
3x − 1 − − − 0 +
x +2 − 0 + + +
3x − 1
x +2
+ 0 − S.S. +

3x − 1
> 0 ⇔ x ∈ ]− ∞ , − 2 [ ∪  , + ∞  .
1
Então,
x +2 3 

1 
A função f é positiva quando x ∈ ]− ∞ , − 2 [ ∪  , + ∞  .
3 

[62]
Propostas de Resolução
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2− x 2 x 2
42.3. g (x ) = ⇔ g (x ) = − ⇔ g ( x ) = − 1 .
x x x x
A reta y = − 1 é assíntota horizontal ao gráfico de g.

3x − 1 3x − 1 + x + 2 4x + 1
f (x ) < −1 ⇔ < −1 ⇔ <0⇔ <0 .
x +2 x +2 x +2
1
4x + 1 = 0 ⇔ x = − e x + 2 = 0 ⇔ x = −2 .
4
1
x −∞ −2 −
4
+∞
4x + 1 − − − 0 +
x +2 − 0 + + +
4x + 1
x +2
+ 0 − S.S. +

4x + 1  1 
Então, < 0 ⇔ x ∈  − 2, − .
x +2  4 
 1 
O gráfico de f está abaixo da assíntota horizontal ao gráfico de g quando x ∈  − 2, − .
 4 

[63]
Propostas de Resolução
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43.

43.1. Df = { x ∈R : ( x + 1 ≠ 0 ∧ x < −1) ∨ ( x − 4 ≠ 0 ∧ x ≥ −1)} = { x ∈R : ( x ≠ −1 ∧ x < −1) ∨ ( x ≠ 4 ∧ x ≥ −1)} .

D f = R \ {4} .

2x −2
43.2. lim f (x) = lim = = +∞ .
x→−1− x→−1− x + 1 0−

3x2 3 3
lim f (x) = lim = =− .
x→−1+ x→−1+ x − 4 −1 − 4 5

Portanto, a reta x = −1 é assíntota vertical ao gráfico de f.

3x2 48
lim f (x) = lim = = −∞ .
x→4− x→4− x − 4 0−

3x2 48
lim f (x) = lim = = +∞ .
x→4+ x→4+ x − 4 0+

Portanto, a reta x = 4 é assíntota vertical ao gráfico de f.


Assíntotas verticais ao gráfico de f: x = −1 e x = 4 .

[64]
Propostas de Resolução
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43.3. Assíntotas não verticais (y = m x + b)

⋅ Em +∞ :

f (x ) 3x2 ∞ 3x2
m = lim = lim 2 = lim 2 = 3 .
x →+∞ x x →+∞ x − 4 x x →+∞ x


 3x2  3x2 − 3x2 + 12x ∞ 12x 12x
b = lim ( f (x ) − mx) = lim  − 3x  = lim = lim = lim = 12 .
x→+∞ x →+∞  x − 4  x→+∞ x − 4 x →+∞ x − 4 x →+∞ x
 
Portanto, a reta y = 3x + 12 é assíntota oblíqua ao gráfico de f em +∞ .

⋅ Em −∞ :

f (x ) 2x ∞ 2x 2 2
m = lim = lim 2 = lim = lim = =0 .
x →−∞ x x →−∞ x + x x→−∞ x2 x →−∞ x −∞

 2x  2x ∞ 2x
b = lim ( f (x ) − mx) = lim  − 0x  = lim = lim =2 .
x →−∞ x →−∞  x + 1  x→−∞ x + 1 x→−∞ x
Portanto, a reta y = 2 é assíntota horizontal oblíqua ao gráfico de f em −∞ .

Assíntotas não verticais ao gráfico de f: y = 2 ; y = 3 x + 12 .

[65]
Propostas de Resolução
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44.
44.1.
f (x )
a) Como a reta y = 2x + 3 é assíntota ao gráfico de f em +∞ , sabe-se que lim =2 .
x→+∞ x

b) Como a reta y = 2x + 3 é assíntota ao gráfico de f em +∞ , sabe-se que lim ( f (x ) − (2x + 3)) = 0 , ou seja, lim ( f (x ) − 2x − 3) = 0 .
x→+∞ x→+∞

[66]
Propostas de Resolução
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Pág. 74
44.2.
a) Assíntota ao gráfico de f : y = 2x + 3 .

O gráfico de g obtém-se a partir do gráfico de f por uma translação de vetor u (1 ,2 ) .

y = 2(x − 1) + 3 + 2 ⇔ y = 2 x + 3 .

Assíntota ao gráfico da função g : y = 2x + 3 .

b) Assíntota ao gráfico de f : y = 2x + 3 .

O gráfico de g obtém-se a partir do gráfico de f por aplicação de uma reflexão de eixo Oy.
y = 2(− x ) + 3 ⇔ y = −2 x + 3 .

Assíntota ao gráfico da função g : y = −2 x + 3 .

c) Assíntota ao gráfico de f : y = 2x + 3 .

O gráfico de g obtém-se a partir do gráfico de f por uma translação de vetor u (−2 ,− 3) .

y = 2(x + 2) + 3 − 3 ⇔ y = 2 x + 4 .

Assíntota ao gráfico da função g : y = 2x + 4 .

[67]
Propostas de Resolução
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f (x )
44.3. Como a reta y = 2x + 3 é assíntota ao gráfico de f em +∞ , sabe-se que lim = 2 e lim ( f (x ) − 2x ) = 3 .
x→+∞ x x→+∞

Então, lim h (x ) = lim (− 2x + f (x) − 2x) = lim ( f (x) − 2x) = 3 .


x→+∞ x→+∞ x→+∞

Portanto, a reta y = 3 é assíntota horizontal ao gráfico de h em +∞ .

 f (x ) 
Então, lim i (x) = lim  3 +  = 3+2 = 5 .
x→+∞ x→+∞  x 

Portanto, a reta y = 5 é assíntota horizontal ao gráfico de i em +∞ .

[68]
Propostas de Resolução
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45.
45.1.
x2 + 3 − 2x 3
a) lim f (x) = lim = + = +∞ .
x→0+ x→0+ x 0

x2 + 3 − 2x 3
b) lim f (x) = lim = − = −∞ .
x→0− x→0− x 0

3 3
x 1+ − 2x x 1 + 2 − 2x
2
x + 3 − 2x 2  3 
c) lim f (x ) = lim = lim x = lim x = lim  1 + 2 − 2 = 1 + 0 − 2 = −1 .
 
x →+ ∞ x →+ ∞ x x →+ ∞ x x →+ ∞ x x →+∞ x
 

3 3
x 1+ − 2x − x 1 + 2 − 2x
x2 + 3 − 2x 2  3 
d) lim f (x ) = lim = lim x = lim x = lim  − 1 + 2 − 2 = − 1 + 0 − 2 = −3 .
 
x →−∞ x →−∞ x x→−∞ x x →−∞ x x→−∞ x
 

45.2. Atendendo a que D f = R \ {0} e aos resultados obtidos em 45.1., sabe-se que as equações das assíntotas ao gráfico de f
paralelas aos eixos coordenados são x = 0 ; y = −1 ; y = −3 .

[69]
Propostas de Resolução
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Pág. 75
46.
46.1.
f ( 3) − f ( 0 ) 3− 0 f ( 0) − f ( −2) 0 − 4
a) t.m.v.[0 ,3] = = =1 . b) t.m.v.[−2, 0] = = = −2 .
3−0 3 0 − ( −2) 2

f ( 2) − f ( −2) 4 − 4
c) t.m.v.[−2, 2] = = =0.
2 − ( −2) 4

46.2.
a) A afirmação é falsa. Basta considerar, por exemplo, o intervalo [ 0, 3 ] .

t.m.v.[0 , 3] > 0 e f não é crescente no intervalo [ 0, 3 ] .

b) A afirmação é falsa. Basta considerar, por exemplo, o intervalo [ − 2, 3 ] .

f ( 3) − f ( −2) 3 − 4 1
t.m.v.[ −2, 3] = = =− .
3 − ( −2) 5 5

t.m.v.[ −2 , 3] < 0 e f não é decrescente no intervalo [ − 2, 3 ] .

c) A afirmação é falsa. Basta considerar, por exemplo, o intervalo [ − 2,2 ] .

t.m.v.[ −2 , 2] = 0 e f não é constante no intervalo [ − 2,2 ] .

[70]
Propostas de Resolução
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1 1
47. t.m.v.[a , b] = ⇔ mr = .
2 2
1
Uma equação da reta r é do tipo y = x + b .
2
Como o ponto de coordenadas ( 0,1 ) pertence à reta r, então b = 1 .

x
Equação reduzida da reta r: y = +1 .
2

Pág. 76
48.
48.1. C (3) −C (0) = −0,05× 33 + 2× 3 − 0 = 4,65 .
A variação da área contaminada nos primeiros três dias foi de 4,65 ha .
48.2.
C ( 3) − C ( 0 )
4,65
a) t.m.v.[0 ,3] = = = 1,55 .
3−0 3
A taxa média de variação da área contaminada nos primeiros três dias foi de 1,55 ha/dia .
C ( 6 ) − C ( 4 ) 1,2 − 4,8
b) t.m.v.[4 ,6] = = = −1,8 .
6−4 2
A taxa média de variação da área contaminada nos últimos dois dias foi de −1,8 ha/dia .

[71]
Propostas de Resolução
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49.
15× 0 + 9 9
49.1. f (0) = = = 1,8 .
4×0 + 5 5
Quando foi plantada, a árvore tinha 1,8 m de altura.

49.2.
15× 2,5 + 9
a) f (2,5) − f (0) = − 1,8 = 3,1 − 1,8 = 1,3 .
4 × 2,5 + 5

No contexto apresentado, significa que durante os primeiros 2,5 anos após a plantação da árvore, a sua altura sofreu um aumento de
1,3 m .

f (2,5) − f (0) 1,3


b) = = 0,52 .
2,5 2,5

No contexto apresentado, significa que nos primeiros 2,5 anos após a plantação da árvore, esta cresceu à razão de 0,52 m/ano , ou
seja, cresceu em média 52 cm/ano .

15× 5 + 9 15× 2 + 9

f (5) − f (2) 4 × 5 + 5 4 × 2 + 5 3,36 − 3
c) = = = 0,12 .
3 3 3

No contexto apresentado, significa que entre o 2.º e o 5.º ano após a plantação da árvore, esta cresceu à razão de 0,12 m/ano , ou
seja, cresceu em média 12 cm/ano .

[72]
Propostas de Resolução
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50.
f ( 10 ) − f ( 0 ) 102 + 3× 10 − 0 130
50.1. t.m.v.[0 ,10] = = = = 13 .
10 − 0 10 10

f ( 10) − f ( 8 ) 10 + 3×10 − ( 8 + 3× 8 ) 130 − 88 42


2 2

50.2. t.m.v.[8 ,10] = = = = = 21 .


10 − 8 2 2 2

[73]
Propostas de Resolução
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Pág. 77
51.
51.1. A reta r passa pelos pontos A ( 3, 3 ) e B ( 5,1 ) .

f ( 5 ) − f ( 3) 1−3
mr = t.m.v.[3,5] ⇔ mr = ⇔ mr = ⇔ mr = −1 .
5−3 5−3
Uma equação da reta r é do tipo y = −x + b .

Como o ponto de coordenadas A ( 3, 3 ) pertence à reta r, então tem-se:

3 = −3 + b ⇔ b = 6 .

Equação reduzida da reta r: y = − x + 6 .

f (x ) − 3 f (x ) − f (3) 4
51.2. lim = lim = f ´(3) = mt = − .
x →3 x −3 x →3 x −3 11

[74]
Propostas de Resolução
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52.

f (x ) − f (− 1) − x2 + 2 x + 3 − 0 − (x + 1)(x − 3)
52.1. f ´(− 1) = lim = lim = lim = lim (− x + 3) = 4 .
x →−1 x − (− 1) x →−1 x +1 x →−1 x +1 x →−1

− 2 ± 4 + 12
Cálculo auxiliar: − x2 + 2x + 3 = 0 ⇔ x = ⇔ x = −1 ∨ x = 3 .
−2

f (x ) − f (1) − x 2 + 2x + 3 − 4 − (x − 1)2
f ´ (1) = lim = lim = lim = lim (− x + 1) = 0 .
x →1 x −1 x →1 x −1 x →1 x − 1 x →1

f (x ) − f (0) − x2 + 2 x + 3 − 3 − x2 + 2 x
52.2. mr = f ´ (0) = lim = lim = lim = lim (− x + 2) = 2 .
x →0 x −0 x →0 x x →0 x x →0

f (x ) − f (2) − x 2 + 2x + 3 − 3 − x 2 + 2x − x ( x − 2)
mt = f ´ (2) = lim = lim = lim = lim = lim (− x ) = −2 .
x →2 x −2 x →2 x −2 x →2 x − 2 x →2 x −2 x →2

52.3. A reta r tem declive 2 e passa pelo ponto A ( 0 , 3 ) .


Equação reduzida da reta r: y = 2x + 3 .

A reta t tem declive −2 e passa pelo ponto B (2, 3 ) .

Então tem-se: y − 3 = −2 (x − 2) ⇔ y = −2x + 7 .

Equação reduzida da reta t: y = −2 x + 7 .

[75]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

Determinação das coordenadas do ponto de interseção das retas r e t:

y = 2 x + 3 y = 2 x + 3 y = 2x + 3 y = 5
 ⇔ ⇔ ⇔ .
y = −2 x + 7 2x + 3 = −2x + 7 4 x = 4 x = 1

As coordenadas do ponto de interseção das retas r e t são (1, 5 ) .

[76]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

53.

53.1. g ´(2) = mr = tan(60°) = 3 .

53.2. A reta r tem declive 3 e passa pelo ponto A ( 2, − 4 ) .

Então tem-se: y + 4 = 3 (x − 2) ⇔ y = 3 x − 2 3 − 4 .

Equação reduzida da reta r: y = 3x − 2 3 − 4 .

53.3. Como g é uma função ímpar, sabe-se que g (−2) = −g (2) = 4 e g ´ (− 2) = g ´ (2) = 3 (pois as retas tangentes ao gráfico de g nos
pontos de abcissas −2 e 2 são paralelas).

Assim sendo, g (− 2). g ´ (− 2) = 4 × 3 = 4 3 .

[77]
Propostas de Resolução
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Pág. 78
54.
54.1. Seja r a reta tem tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 1.
 2
3(x − 1) x + 
f (x ) − f (1) 3x 2 − x − 2  3  = lim (3x + 2) = 5 .
mr = f ´ (1) = lim = lim = lim
x →1 x −1 x →1 x −1 x →1 x −1 x →1

1 ± 1 + 24 2
Cálculo auxiliar: 3x2 − x − 2 = 0 ⇔ x = ⇔ x =1 ∨ x = − .
6 3

Uma equação da reta r é do tipo y = 5x + b .

Como o ponto de coordenadas ( 1, 2 ) pertence à reta r, então tem-se:

2 = 5 × 1 + b ⇔ b = −3 .

Equação reduzida da reta r: y = 5x − 3 .

3
54.2. Seja t a reta tem tangente ao gráfico de g no ponto de ordenada .
2
3 1 3 1 1
g (x ) = ⇔ 2 + = ⇔ = − ⇔ x = −2 .
2 x 2 x 2
O ponto de tangência tem abcissa −2 .

[78]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

1 3 1 1
2+ − +
g (x ) − g (− 2) x 2 = lim x 2 = lim 2 + x = lim 1 = − 1 .
mt = g ´ (− 2) = lim = lim
x →−2 x − (− 2) x →−2 x +2 x →−2 x + 2 x →−2 2x (x + 2) x →−2 2x 4

Seja α a inclinação da reta t.

Então, sabe-se que mt = tanα .

1
mt = tanα ⇔ tanα = − .
4
Recorrendo à calculadora, tem-se:
α ≈ −14,04° + 180° ⇔ α ≈ 165,96° .
3x − 4 3x − 4 − x
−1
h (x ) − h (2) 2x − 4 2 (x − 2) 2
54.3. h´ (2) = lim = lim x = lim x = lim = lim = lim = 1 .
x →2 x −2 x →2 x −2 x →2 x −2 x →2 x (x − 2) x →2 x (x − 2) x →2 x

[79]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

55.
55.1. Áreapintada = A [ABC] − A [CDE] .

Recorrendo ao teorema de Tales, tem-se:

10 8 8 (10 − x )
= ⇔ DE = ⇔ DE = 8 − 0,8x .
10 − x DE 10
Seja P a função que representa a área pintada em função de x.

8 × 10 (8 − 0,8x )× (10 − x ) 80 − 8x − 8x + 0,8x2


Então, P (x ) = − = 40 − = 40 − 40 + 8x − 0,4 x2 = −0,4 x2 + 8x .
2 2 2
55.2.
a) t.m.v.[4 ,8] = =
( )
P (8) − P (4) − 0,4 × 82 + 8 × 8 − − 0,4 × 42 + 8 × 4 38,4 − 25,6 12,8
= = = 3,2 .
8−4 4 4 4
No contexto apresentado, significa que na região do painel que se encontra a uma altura não inferior a 4 m e não superior a 8 m, a
um aumento de 1 m na altura corresponde um aumento, em média, de 3,2 m2 na área.

P (x ) − P (5) − 0,4 x2 + 8x − 30 − 0,4(x − 5)(x − 15)


b) P ´ (5) = lim = lim = lim = lim (− 0,4 x + 6) = 4 .
x →5 x −5 x →5 x −5 x →5 x −5 x →5

− 8 ± 64 − 48
Cálculo auxiliar: − 0,4 x2 + 8x − 30 = 0 ⇔ x = ⇔ x = 5 ∨ x = 15 .
− 0,8
No contexto apresentado, significa que quando x = 5 , se altura sofrer um aumento de 1 m a área sofre um aumento de 4 m2 .

[80]
Propostas de Resolução
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Pág. 79
56.
x 1 3x − x − 2

f (x ) − f (1) x + 2 3 3(x + 2) 2x − 2 2(x − 1) 2
56.1. = = = = = .
x −1 x −1 x −1 3 (x + 2)(x − 1) 3(x + 2)(x − 1) 3(x + 2)

4 1 2 1 1
f ( 4 ) − f ( 1) − −
56.2. t.m.v.[1,4] = = 4 + 2 3 = 3 3 = 3 =1 .
4 −1 3 3 3 9

f (x ) − f (1) 2 2
56.3. f ´ (1) = lim = lim = .
x →1 x −1 x →1 3 (x + 2) 9

56.4. Seja t a reta tem tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 1.


2 2
m t = f ´ (1) =
. Uma equação da reta t é do tipo y = x + b .
9 9
 1
Como o ponto de coordenadas  1,  pertence à reta t, então tem-se:
 3
1 2 1 2 1
= ×1 + b ⇔ b = − ⇔ b = .
3 9 3 9 9

2 1
Equação reduzida da reta t: y = x+ .
9 9

[81]
Propostas de Resolução
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57.
57.1. 12 horas corresponde a t = 2 e 15 horas corresponde a t = 5 .

( )
A (5) − A (2) = −0,8 × 52 + 48× 5 − − 0,8 × 22 + 48×2 = 220− 92,8 = 172,2 .

A variação da área de floresta consumida pelo fogo entre as 12 e as 15 horas do dia 20 de junho foi de 127,2 ha .

A (5) − A (2) 172,2


57.2. = = 42,4 .
3 3
No contexto apresentado, significa que entre as 12 e as 15 horas do dia 20 de junho, o fogo consumiu, em média, 42,4 ha de
floresta por hora.

A (t ) − A (16) − 0,8t2 + 48t − 563,2 − 0,8(t − 16)(t − 44)


57.3. A´ (16) = lim = lim = lim = lim (− 0,8t + 35,2) = 22,4 .
t →16 t − 16 t →16 t − 16 t →16 t − 16 t →16

− 48 ± 2304− 1802,24
Cálculo auxiliar: − 0,8t 2 + 48t − 563,2 = 0 ⇔ t = ⇔ t = 16 ∨ t = 44 .
− 1,6
A velocidade de propagação do incêndio às 2 horas do dia 21 de junho era de 22,4 ha/h .

57.4. Sabe-se que o incêndio consumiu 720 hectares de floresta.


− 48 ± 2304− 2304
A (t ) = 720 ⇔ −0,8t 2 + 48t − 720 = 0 ⇔ t = ⇔ t = 30 .
− 1,6

O incêndio foi extinto 30 horas após o seu início, ou seja, às 16 horas do dia 21 de junho.

[82]
Propostas de Resolução
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57.5. Na composição deves fazer referência aos seguintes tópicos de resposta:


• Determinação do raio da zona queimada quando o fogo estiver a 1 km da povoação.
• Determinação da área da zona queimada, em hectares, quando o fogo estiver a 1 km da povoação.
• Apresentação da conclusão: a população chegou ou não a ser evacuada.

[83]
Propostas de Resolução
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Pág. 80
58.
58.1. f ´ (2) = mr = tan (45°) = 1 .

58.2. O gráfico de g obtém-se a partir do gráfico de f por aplicação de uma reflexão de eixo Oy.
Então, g ´ (−2 ) = − f ´ (2) = −1 .

58.3. O gráfico de h obtém-se a partir do gráfico de f por aplicação de uma reflexão de eixo Ox.
Então, h ´ (2 ) = − f ´ (2 ) = −1 .

[84]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

59.

59.1. d (0) = 02 + 2× 0 + 3 = 3 .
No instante inicial a distância do ponto P à origem é de 3 cm .

59.2.

a) =
( =
)
d (6) −d (2) 62 + 2× 6 + 3 − 22 + 2× 2 + 3 51 − 11
= 10 .
6 −2 4 4
A velocidade média do ponto P no intervalo [2 , 6 ] é de 10 cm/s .

b) =
( =
)
d (8) −d (3) 82 + 2× 8 + 3 − 32 + 2 × 3 + 3 83 − 18
= 13 .
8 −3 5 5
A velocidade média do ponto P no intervalo [3 , 8 ] é de 13 cm/s .

d (t ) − d (4 ) t 2 + 2t + 3 − 27 (t − 4)(t + 6) = lim (t + 6) = 10 .
59.3. d ´(4) = lim = lim = lim
t →4 t −4 t →4 t −4 t →4 t −4 t →4

− 2 ± 4 + 96
Cálculo auxiliar: t 2 + 2t − 24 = 0 ⇔ t = ⇔ t = 4 ∨ t = −6 .
2
A velocidade no instante t = 4 é de 10 cm/s .

[85]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

60.

( )´
60.1. f ´ (x ) = 5x2 + 3 = 10x .

60.2. f ´ (x ) = (x2 − 3x + 2) = 2x − 3 .
´

´
 x2 + 4x  2 4
60.3. f ´ (x ) =   = x+ .

 3  3 3

( )´
60.4. f ´ (x ) = x3 − 2x + 1 = 3x2 − 2 .
´
 − x2 + 3x 
60.5. f ´ (x ) =   = −x + 3 .
2  2
 
´
 2x3 x2  x
60.6. f ´ (x ) =  − − 3x + 5 = 2x2 − − 3 .

 3 4  2

´
 x3 x 1
60.7. f ´ (x ) =  − 5x2 +  = x2 − 10x + .
3 2 2

´
 3x − x2 x 3 2 1 2 4
60.8. f ´ (x ) =  −  = − x− =− x+ .
 5 3  5 5 3 5 15

[86]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

Pág. 81
61.
61.1. Sabe-se que a derivada da função f em x = 2 é igual ao declive da reta tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 2.
Então, f ´ (2) = −3 .

61.2.
a) A função f é contínua no ponto de abcissa 2 porque tem derivada finita nesse ponto.
Portanto, lim f (x ) = f (2) = −3 × 2 + 2 = −4 .
x →2

Nota: o ponto de abcissa 2 é o ponto de tangência, logo pertence ao gráfico de f e à reta tangente ao gráfico de f nesse ponto.
f (x ) − 4 f (x ) − f (2) f (x ) − f (2) 1 1 1 3
b) lim = lim = lim × lim = f ´ (2)× = −3 × = − .
x →2 x2 − 4 x →2 (x − 2)(x + 2) x→2 x − 2 x →2 x + 2 4 4 4

62.


62.1. f ′ ( x ) = ( x ) ′( x2 − 2x ) + ( x2 − 2x ) ( x ) = 1( x2 − 2x ) + ( 2x − 2)( x ) = x2 − 2x + 2x2 − 2x = 3x2 − 4 x .

 x 3 ′  x   x ′  x 3  3x2  x  1  x3  3x2 x 3 x 3 3x2 2x3


62.2. f ′ ( x ) =    1 +  +  1 +    = 1 +  +   = + + = + .
 2   3   3   2  2  3  3 2  2 2 6 2 3

 3 ′ ( 3)′ ( x ) − ( x )′ ( 3) 0× x − 1× 3 3
62.3. f ′ ( x ) =   = = =− 2 .
x   x2 x2 x

[87]
Propostas de Resolução
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′ ′
 3x ′ ( 3x ) ( x − 1) − ( x − 1) ( 3x ) 3( x − 1) − 1( 3x ) −3 3
62.4. f ′ ( x ) =   = = = =− 2 .
 x −1  ( x − 1) ( x − 1) ( x − 1) ( x − 1)
2 2 2

2 ′
 3 − x2 ′ ( 3 − x ) ( 2x + 1) − ( 2x + 1) ( 3 − x ) −2x ( 2x + 1) − 2( 3 − x ) −4 x2 − 2x − 6 + 2x2 −2x2 − 2x − 6
′ 2 2

62.5. f ′ ( x ) =   = = = = .
 2x + 1  ( 2 x + 1) ( 2 x + 1) ( 2x + 1) ( 2 x + 1)
2 2 2 2

′ 2 ′
 x2 + 3x ′ ( x + 3x ) ( 1 − x ) − (1 − x ) ( x + 3x ) ( 2x + 3)(1 − x ) − ( −2x ) ( x + 3x )
2 2 2 2 2

62.6. f ( x ) = 

2 
= = =
( 1 − x2 ) ( 1 − x2 )
2 2
 1− x 

2 x − 2 x 3 + 3 − 3x2 + 2 x 3 + 6 x2 3x2 + 2 x + 3
= =
(1 − x ) 2 2
(1 − x )2 2

63.

63.1. f ′ ( 3) = lim
f ( x ) − f ( 3)
= lim
x2 + 2 − 11 0
= lim
0
( x2 + 2 − 11 )( x2 + 2 + 11 ) = lim x2 + 2 − 11
=
x→3 x −3 x→3 x −3 x →3
( x − 3) ( x2 + 2 + 11 ) x →3
( x − 3) ( x2 + 2 + 11 )
= lim
(x − 3)(x + 3) = lim
x +3
=
6
=
3 11
.
x →3
(x − 3) x2 + 2 + 11 
x →3 2
x + 2 + 11 2 11 11
 

[88]
Propostas de Resolução
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x2 − 2 x 12 − 2 × 1 0
f ( x ) − f ( 1) −
1 0 x −2+1 x −1
63.2. f ′ (1) = lim = lim x = lim = lim =1 .
x →1 x −1 x →1 x −1 x→1 x −1 x→1 x − 1

63.3. f ′ ( 0 ) = lim
f ( x ) − f ( 0)
= lim
2
x +1
−1 0
0
=lim
1 − x2 + 1
= lim
( )(
1 − x2 + 1 1 + x2 + 1 )
= lim
1 − x2 − 1
=
x→0 x −0 x→0 x x→0
(
x x2 + 1 x→0 x x2 + 1 1 + x2 + 1 ) x→0
( )
x x 2 + 1 1 + x2 + 1

− x2 −x 0
= lim = lim = =0 .
x →0 2  2 
x x + 1 1 + x + 1 
x →0 2  2 
x + 1 1 + x + 1  1 × 2
   

[89]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

Pág. 82
64.

 3x4 ′
64.1. f ′ ( x ) =  − − 4 x2 − x + 5  = −6x2 − 8x − 1 .
 2 

 x ′  x  1  x
64.2. f ′ ( x ) =  x2 −  ( 4 x − 2) + ( 4 x − 2)′  x2 −  =  2x −  ( 4 x − 2) + 4  x2 −  = 8 x2 − 4 x − 2x + 1 + 4 x2 − 2x = 12x2 − 8 x + 1 .
 2  2 2   2   

 2x − 1 3 ′  2x − 1 2  2x − 1 ′  2x − 1 2 2  2x − 1 2 2
64.3. f ′ ( x ) =   = ( 2x − 1) .
2
  = 3  ×  = 3  × = 2
 3    3   3   3  3  3  9

2 ′ 3 ′
 ( x + 1)2 ′ ( x + 1)  × x − ( x ) × ( x + 1) 2 ×( x + 1) ×1× x3 − 3x2 ( x + 1)2
3 2

64.4. f ′ ( x ) =   = = =
( x3 )
3 2
 x  x6

=
[
x2 2x (x + 1) − 3(x + 1)2 ] = 2x + 2x − 3x − 6x − 3 = − x − 4x − 3 .
2 2 2

x6 x4 x4

( x − 3)′
2

64.5. f ′ ( x ) = ( 4
x −3
2
)′
= =
2x
=
x
.
4 ( x − 3) (x − 3) (x − 3)
3 3 3
2 2 2
4
4 4
2 4

[90]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

 1 ′  x ′
64.6. f ′ ( x ) =  x.  =   =
x  x
( x )′ = 2 1x = 2xx .

2x
× x x +1 − x
2 2


64.7. f ′ ( x ) = 
x  ( )

 =
x ′ × x 2
+ 1 − x 2
+ 1

×(x
=
)
1 × x2 + 1 −
2
2 x +1 2
= x2 + 1 =
1
.
( ) ( x + 1) x2 + 1
2 2

2
x +1  x +1
2 x + 1 x + 1 2

2
′ × ( 3x 2 ) − 6 x × 3 2 x + 1
 3 2 x + 1 ′
64.8. f ′ ( x ) = 
( 3
)
2 x + 1 × ( 3x ) − ( 3x )′ × 3 2 x + 1
2 2
3 3
( 2 x + 1)
2

 = = =
( 3x )
2 2
 3x  2 9 x4

2x2 2x
− 6 x 3 2x + 1 − 63 2x + 1
3
(2x + 1)
2 3
(2x + 1)2 2x − 6(2x + 1) − 10x − 6
= = = = .
9x 4 9x 3 9x 33
(2x + 1) 2
9x 33
(2x + 1)2

[91]
Propostas de Resolução
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65.

65.1. Como as retas tangentes ao gráfico de f nos pontos A e B são paralelas ao eixo Ox, sabe-se que f ′ ( x ) = 0 .

 x3 ′
f ′ ( x ) =  − 2x2 + 3 = x2 − 4x .
3 

f ′ ( x ) = 0 ⇔ x2 − 4x = 0 ⇔ x ( x − 4) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 4 .

Como os pontos A e B pertencem ao gráfico de f e a abcissa de A é menor do que a abcissa de B, tem-se: A (0 , f (0 )) e B (4 , f (4 )) .

03 43 23
Ora, f (0) = − 2 × 02 + 3 = 3 e f (4) = − 2 × 42 + 3 = − .
3 3 3

 23 
Assim sendo, conclui-se que A (0 , 3) e B  4 , −  .
 3

[92]
Propostas de Resolução
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65.2. Seja r a reta tem tangente ao gráfico de f no ponto de abcissa 3.


mr = f ′ ( 3) = 32 − 4 × 3 = −3 .

Uma equação da reta r é do tipo y = −3x + b .

33
f (3) = − 2 × 32 + 3 = −6 .
3
Como o ponto de coordenadas ( 3, − 6 ) pertence à reta r, então tem-se:

−6 = −3 × 3 + b ⇔ b = 3 .

Equação reduzida da reta r: y = −3x + 3 .

65.3. Df = R . f ´ (x) = x2 − 4x .

f ´ (x ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 4 .

x −∞ 0 4 +∞
f´ + 0 − 0 +
23
f 3 −
3

f é estritamente decrescente em [0 , 4 ] .

f é estritamente crescente em ] − ∞ , 0 ] e em [ 4 , + ∞ [ .

[93]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

66.
66.1. Df = R .

f ´ (x) = 3x2 − 6x .

f ´ (x) = 0 ⇔ 3x2 − 6x = 0 ⇔ 3x (x −2) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 2 .

x −∞ 0 2 +∞
f′ + 0 − 0 +
f 0 −4

f é estritamente decrescente em [0 ,2 ] .

f é estritamente crescente em ] − ∞ , 0 ] e em [2 , + ∞ [ .

−4 é mínimo relativo para x = 2 e 0 é máximo relativo para x = 0 .

[94]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

66.2. Df = { x ∈R: x2 + 1 ≠ 0} = R .


 x ′ ( x ) ( x + 1 ) − ( x + 1 ) x 1 ( x + 1 ) − 2 x × x − x + 1
′ 2 2 2 2
f ´ (x) =  2  = = = .
 x +1  ( x 2 + 1) ( x 2 + 1) ( x 2 + 1)
2 2 2

−x2 + 1
f ´ (x) = 0 ⇔ = 0 ⇔ − x 2 + 1 = 0 ∧ x ∈ D f ⇔ x = 1 ∨ x = −1 .
( x2 + 1)
2

x −∞ −1 1 +∞
f´ − 0 + 0 −
1 1
f −
2 2

f é estritamente crescente em [−1 ,1 ] .

f é estritamente decrescente em ] − ∞ , − 1 ] e em [1 , + ∞ [ .

1 1
− é mínimo relativo para x = −1 e é máximo relativo para x = 1 .
2 2

[95]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

66.3. Df = R .

f ´ (x) = 2x3 − 3x2 −2x .

( ) 1
f ´ (x ) = 0 ⇔ 2x3 − 3x2 − 2x = 0 ⇔ x 2x2 − 3x − 2 = 0 ⇔ x = 0 ∨ 2x2 − 3x − 2 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 2 ∨ x = − .
2

1
x −∞ − 0 2 +∞
2
f´ − 0 + 0 − 0 +
29
f 1 −3
32

 1 
f é estritamente crescente em − , 0  e em [2 , + ∞ [ .
2  

 1
f é estritamente decrescente em  − ∞ , −  e [ 0 ,2 ] .
2 
1 é máximo relativo para x = 0 .

29 1
e −3 são mínimos relativos para x = − e para x = 2 .
32 2

[96]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

66.4. Df = { x ∈R: x ≠ 0} = R \ {0} .

 2 ′ 2 4 x2 − 2
f ´ ( x ) =  4x +  = 4 − 2 = .
 x x x2

4 x2 − 2  2 2  2 2
f ´ (x ) = 0 ⇔ = 0 ⇔ 4 x2 − 2 = 0 ∧ x2 ≠ 0 ⇔  x = ∨ x=− ∧ x≠0⇔ x= ∨ x=− .
x 2  2 2  2 2
 

2 2
x −∞ − 0 +∞
2 2
f´ + 0 − n.d. − 0 +
f −4 2 n.d. 4 2

[
f é estritamente decrescente em − 2 , 0 e em 0 , 2 .[ ] ]
f é estritamente crescente em − ∞ ,− ] 2 ] e em [ 2 , + ∞ [ .

2 2
4 2 é mínimo relativo para x = e − 4 2 é máximo relativo para x = − .
2 2

[97]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

Pág. 83
67.

67.1. Df = R . f ´ (x) = −3x2 + 2x + 1 .

− 2 ± 4 + 12 1
f ´ (x) = 0 ⇔ −3x2 + 2x + 1 = 0 ⇔ x = ⇔ x = − ∨ x =1 .
−6 3

1
x −∞ − 1 +∞
3
f´ − 0 + 0 −
59
f − −1
27

 1 
f é estritamente crescente em − ,1  .
3  

 1
f é estritamente decrescente em  − ∞ , −  e em [1 , + ∞ [ .
3 
59 1
− é mínimo relativo para x = − e é máximo relativo para x = 1 .
27 3

[98]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

1
67.2. Atendendo aos resultados anteriores, sabe-se que as retas tangentes ao gráfico de f nos pontos de abissas − e 1 são
3
paralelas ao eixo das abcissas.

 1 59 59
Como f  −  = − e f (1) = −1 , conclui-se que as equações das referidas retas tangentes são y = − e y = −1 .
 3 27 27

67.3. Equação da bissetriz dos quadrantes ímpares: y = x .


O declive da bissetriz dos quadrantes ímpares é 1.
2
f ´ (x ) = 1 ⇔ −3x2 + 2x + 1 = 1 ⇔ −3x2 + 2x = 0 ⇔ x (− 3x + 2) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = .
3
2 32
Como f (0 ) = −2 e f   = − , conclui-se que as coordenadas dos pontos do gráfico de f em que a reta tangente ao gráfico nesses
3 27
 2 32 
pontos é paralela à bissetriz dos quadrantes ímpares são (0 , − 2) e  , −  .
 3 27 

[99]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

68. O ponto C pertence ao gráfico de f e tem abcissa positiva, então C (x , f (x )) , em que x > 0 .
Seja a a função que a cada valor de x, abcissa do ponto C, faz corresponder a área do retângulo [ABCD].

 x2  x3
a (x ) = x f ( x ) = x  − + 4  = − + 4 x .
 3  3
 
´
 x3 
a ´ (x ) =  − + 4 x  = − x2 + 4 .
 3 
 

a´ (x) = 0 ⇔ −x2 + 4 = 0 ⇔ x = 2 ∨ x = −2 .

Como x > 0 , conclui-se que x = 2 . Em seguida vai-se determinar o intervalo de variação de x.

x2
− + 4 = 0 ⇔ x 2 = 12 ⇔ x = 12 ∨ x = − 12 .
3

]
Então, x ∈ 0 , 12 . [
x 0 2 12
a´ n.d. + 0 − n.d.
16
a n.d. n.d.
3

A área do [ABCD] é máxima quando x = 2 .

[100]
Propostas de Resolução
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 8
Assim sendo, C (2 , f (2)) , ou seja, C  2 ,  .
 3
 8
Como D é o simétrico de C em relação ao eixo Oy, tem-se D  − 2 ,  .
 3

69.

1 x2 x2 x3 − x3
69.1. V (x ) = × × (6 − x ) = × (6 − x ) = x2 − = + x2 .
3 2 6 6 6

69.2. Sabe-se que existe pirâmide se 0 < x ≤ 5 e 6 − x > 0 .


0< x ≤5 ∧ 6−x >0 ⇔ 0< x ≤5 ∧ x <6 ⇔ 0< x ≤5.

Donde se conclui que x ∈ ]0 , 5 ] .

69.3. O valor máximo de x é 5.

− 53 2 25
V (5) = +5 = ≈ 4 ,2 .
6 6
3
O volume da pirâmide para o valor máximo de x é, aproximadamente, igual a 4,2 cm .

[101]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

 x3 ′ x2
69.4. V ´ ( x ) =  − + x2  = − + 2x .
 6  2

x2  x 
V ´ (x ) = 0 ⇔ − + 2x = 0 ⇔ x  − + 2 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 4 .
2  2 

Como x ∈ ]0 , 5 ] , conclui-se que x = 4 .

x 0 4 5

V´ n.d. + 0 − −
16 25
V n.d.
3 6

O volume da pirâmide é máximo quando x = 4 .

Dimensões da pirâmide de volume máximo: AB = BC = 4 cm e BV = 2 cm .

[102]
Propostas de Resolução
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Pág. 84
70. V = 200 l = 200 dm3 .
200
π r 2 h = 200 ⇔ h = .
πr2
Seja A a função que a cada valor de r, raio da base do cilindro, faz corresponder a área da superfície total do cilindro.
200 400
A ( r ) == 2 π r × 2 + 2 π r 2 = + 2πr2 .
πr r

 400 ′ 400
A´ ( r ) =  + 2 π r2  = − 2 + 4πr .
 r  r
400 −400 + 4 π r 3 100
A´ (r ) = 0 ⇔ − + 4π r = 0 ⇔ = 0 ⇔ −400 + 4 π r 3 = 0 ∧ r 2 ≠ 0 ⇔ r = 3 .
r 2
r2 π
100
r 0 3 +∞
π
A´ n.d. − 0 +
 100 
A n.d. A  3 
 π 

100
A área da superfície total do cilindro é mínima quando r = 3 .
π
Nesse caso o cilindro tem, aproximadamente, 3,2 dm de raio e 6,3 dm de altura.
Raio da base do cilindro: 32 cm ; altura do cilindro: 63 cm .

[103]
Propostas de Resolução
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71.
71.1. Percurso feito em estrada (de A a C):
d1 10 − x 10 − x
v1 = ⇔ 50 = ⇔ t1 = .
t1 t1 50
Percurso feito em terra batida (de C a B):

(CP ) + ( PB )
2 2
BC = = x 2 + 36 .

d2 x 2 + 36 x 2 + 36
v2 = ⇔ 40 = ⇔ t2 = .
t2 t2 40
Percurso total (de A a B):
10 − x x 2 + 36 40 − 4 x + 5 x 2 + 36 5 x 2 + 36 − 4 x + 40
t = t1 + t2 ⇔ t = + ⇔t= ⇔t = .
50 40 200 200
71.2.

O tempo gasto na ligação de A a B é mínimo quando x ≈ 8 .


Para minimizar o tempo gasto na ligação de A a B, o ponto C deve ficar a, aproximadamente, 2 km do ponto A.

[104]
Propostas de Resolução
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Pág. 85
72.
x2 y2 y2 x2 y 2 36 − x 2  36 − x 2   2
72.1. + =1⇔ =1− ⇔ = ⇔ y 2 = 16   ⇔ y = 16  36 − x  ⇔ y = 4 36 − x 2 ⇔ y = 2 36 − x 2 .
36 16 16 36 16 36  36  y ≥ 0  36  6 3
   
2
Donde se conclui que a representação gráfica do arco da ponte correspondente à função f é definida por f (x ) = 36 − x 2 .
3
72.2.
2 2
a) f (0 ) = 36 − 02 = × 6 = 4 .
3 3
A altura máxima da ponte é de 4 m .

x2 y2
b) Equação reduzida da elipse: 2
+ =1 .
a b2
x2 y2
Como o arco da ponte faz parte da elipse definida pela equação + = 1 , conclui-se que:
36 16

a2 = 36 ⇔ a = 6 e b2 = 16 ⇔ b = 4 .
a >0 b>0

Então, A (−6 , 0 ) , B (6 , 0 ) , C (6 , 4 ) e D (−6 , 4 ) .

[105]
Propostas de Resolução
Caderno Prático – Novo Espaço A 11

72.3. G é o ponto de interseção da reta OC com o arco da ponte representada.


4−0 2
O declive da reta OC é dado por = .
6−0 3
2
Equação reduzida da reta OC: y = x .
3

 2 2 2 2 2  x = 36 − x2 x2 = 36 − x2 x2 = 18 x = 18 x = − 18
y = 3 36 − x  3 x = 3 36 − x     
 ⇔ ⇔ 2 ⇔ 2 ⇔ 2 ⇔ 2 ∨ 2 .
2
y = x y = x2 y = x y = x y = x y = 18 y = − 18
 3  3  3  3  3  3  3

 2 
G  18 , 18  .
 3 
2
Então, HG = FE = 18 ≈ 2,83m .
3

[106]
Propostas de Resolução
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Pág. 86
73.

73.1. AC é um vetor diretor da reta AC.

AC = C − A = (0 , 0 ,10) − (10, 0 , 0) = (− 10, 0 ,10) .

A reta AC pode ser representada através da seguinte equação vetorial:

( x , y , z ) = ( 10,0,0 ) + k ( −10,0,10 ) , k ∈R .
73.2. Como P é um ponto móvel que pertence ao segmento de reta [OC], sem nunca coincidir com os extremos desse segmento de
reta, sabe-se que P (0 , 0 , z ), 0 < z < 10 .

Os pontos Q e R têm a mesma cota que o ponto P.

x − 10 z
Q pertence à reta AC que é definida pelas seguintes equações cartesianas: = ∧ y =0 .
− 10 10
x − 10 z
Ora, = ∧ y = 0 ⇔ x = 10 − z ∧ y = 0 . Então, Q (10 − z , 0 , z ) .
− 10 10

y − 10 z
R pertence à reta BC que é definida pelas seguintes equações cartesianas: = ∧ x =0 .
− 10 10
y − 10 z
Ora, = ∧ x = 0 ⇔ y = 10 − z ∧ x = 0 . Então, R (0 ,10 − z , z ) .
− 10 10

[107]
Propostas de Resolução
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73.3.
a) V prisma = A base × altura.

(10 − z )× (10 − z )
A base = e altura = z .
2

(10 − z )2 × z = 100 − 20z + z2 × z = 100z − 20z2 + z 3 = z3 − 10z2 + 50z


Então, V (z ) = .
2 2 2 2

3z 2
b) V ´ (z ) = − 20z + 50 .
2

3z 2 40 ± 1600 − 1200 10
V ´ (z) = 0 ⇔ − 20 z + 50 = 0 ⇔ 3 z 2 − 40 z + 100 = 0 ⇔ z = ⇔ z = 10 ∨ z = .
2 6 3

10
Como 0 < z < 10 , conclui-se que z = .
3

10
z 0 10
3
V´ n.d. + 0 − n.d.
2000
V n.d. n.d.
27

10  10 
O volume do prisma é máximo quando z = , sendo P  0 , 0 ,  .
3  3 

[108]
Propostas de Resolução
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Pág. 88
1.
1.1. A (3 ; 3,4) , B (4 ; 3,8) , C (5 ; 5,4) e D (6 ; 6,1)

s : y = x + 0,2
Sejam ei os desvios verticais. Então, ei = yi − ( xi + 0,2 ) .

Pontos xi yi ei
A 3 3,4 0,2
B 4 3,8 –0,4
C 5 5,4 0,2
D 6 6,1 –0,1

4
1.2. ∑e
i =1
i = 0,2 − 0,4 + 0,2 − 0,1 = −0,1

A soma dos desvios é –0,1.


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2.
2.1.
3 3 5
a) − b = −1 ⇔ −b = −1 − ⇔ b=
2 2 2
1 1  xi
b) y = x + b , b∈ R . Então, sendo ei os desvios verticais, tem-se: ei = yi −  xi + b  ⇔ ei = yi − −b ;
2 2  2

1
Pontos xi yi ei = y i − x i − b
2
A 2 1 −b
3
B 3 3 −b
2
C 4 2 −b
3
D 5 4 −b
2
E 6 4 1 −b
5

∑e
i= 1
i = 4 − 5b

5
6
∑e
i=
i = −2 ⇔ 4 − 5b = −2 ⇔ 5b = 6 ⇔ b =
5
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5
4
2.2. ∑e
i=
i = 0 ⇔ 4 − 5b = 0 ⇔ b =
5
1 4
r: y= x+
2 5

1 4
Pontos xi yi ei = yi − xi −
2 5

A 2 1 –0,8

B 3 3 0,7

C 4 2 –0,8

D 5 4 0,7

E 6 4 0,2
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3.
3.1. O desvio de S relativamente à reta dada é a − ( −8 + 9 ) .
1 3
Então, a − ( −8 + 9 ) = ⇔ a= .
2 2
 3
S  8, 
 2

3.2. Seja s : y = − x + b com b ∈ R

Pontos xi yi
A 1 8
B 3 7
C 5 4
D 8 1
4 4

∑x
i =1
i ∑y
i =1
i
x= = 4,25 y= =5
4 4

G ( 4,25 ; 5 )
5 = −4,25 + b ⇔ 9,25 = b
s : y = − x + 9,25
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3.3. s : y = − x + 9,25

Pontos xi yi ei = yi − ( − x + 9,25 )
A 1 8 –0,25
B 3 7 0,75
C 5 4 –0,25
D 8 1 –0,25
4 4

∑x
i =1
i ∑y
i =1
i
∑e
4

i =0
x= = 4,25 y= =5 i =1
4 4

∑e
i =1
i =0
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Pág. 89

4.

xi − x ( xi − x )
2
xi yi
3 2 –5 25
6 4 –2 4
9 7 1 1
14 9 6 36
4 4 5 2

∑x
i =1
i ∑y
i =1
i SSx = ∑ ( xi − x ) = 66
x= =8 y= = 5,5 i =1
4 4

∑ x y − 4x y
i =1
i i
219 − 4 × 8 × 5,5 43
a= = =
SSx 66 66
43 19
b = y − ax = 5,5 − ×8 =
66 66
43 19
Reta de mínimos quadrados: y = x+
66 66
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5.
5

∑x
i =1
i
Pontos xi yi xi yi
5.1. x = =6
5 A 4 1 4
5
SSx = ∑ ( x i − x ) = ( 4 − 6 ) + ( 5 − 6 ) + ( 6 − 6 ) + ( 6 − 6 ) + ( 9 − 6 ) = 14
2 2 2 2 2 2
B 5 3 15
i =1
C 6 3 18
5 4 D 6 5 30
∑y
i =1
i ∑ x y − 5x y
i =1
i i
103 − 5 × 6 × 3,2 1 E 9 4 36
5.2. y = = 3,2 ; a = = =
5 SSx 14 2

1 1
b = y − ax = 3,2 − × 6 =
2 5
1 1
Reta de mínimos quadrados: y = x +
2 5
Pontos xi yi ei
1 1
5.3. ei = yi −  x + 
2 5 A 4 1 –1,2
B 5 3 0,3
C 6 3 –0,2
D 6 5 1,8
E 9 4 –0,7
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Pág. 90
6.
6.1.
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6.2.

Pi xi yi
P1 1 2
9 5
P2
4 2
P3 4 4
9
P4 7
2
4 4

∑x i ∑y i

M ( 2,9375 ; 3,875 )
i =1 i =1
x= = 2,9375 ; y= = 3,875 ;
4 4
y = 1,2 × 2,9375 + 0,5 = 4,025 ≠ 3,875

Logo, M não pertence a t.

6.3. Seja y = 1,2 x + b , sendo b∈ ℝ . M ( 2,9375 ; 3,875 )

3,875 = 1,2 × 2,9375 + b ⇔ b = 0,35

y = 1,2 x + 0,35
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7.
7.1. Como y = 0,8 x + 4,2 é uma equação da reta de mínimos quadrados, os desvios ei são dados por:
ei = yi − ( 0,8 xi + 4,2 )

Pontos xi yi ei
A 2 5 –0,8
B 3 7 0,4
C 5 k y
D 9 11 –0,4

Sabe-se que a soma dos desvios verticais em relação à reta de mínimos quadrados é zero.

−0,8 + 0,4 + k − 8,2 − 0,4 = 0 ⇔ k = 9

7.2. Sendo k = 9 , tem-se:


e3 = 9 − ( 0,8 × 5 + 4,2 ) = 0,8
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8. Acerca de um conjunto de pontos P ( xi , yi ) , sabe-se que:


x =6
y = 8,2
sendo m o declive da reta r de mínimos quadrados, a soma dos quadrados dos desvios verticais dos pontos
em relação a r é dada, em função de m por f ( m ) = m2 − 1,4 m + 2 .
8.1. Sabe-se que o declive da reta de mínimos quadrados é o que corresponde à soma dos quadrados dos desvios verticais
mínima.
Seja f ′ a derivada de f.
f ′ ( m ) = 2m − 1,4
f ′ ( m ) = 0 ⇔ 2m − 1,4 = 0 ⇔ m = 0,7

m −∞ 0,7 +∞
f ′( m) – 0 +
f (x) ց ր

Então, m = 0,7 .
O declive da reta é 0,7.

8.2. Como o declive da reta de mínimos quadrados é 0,7 a equação da reta é do tipo
y = 0,7 x + b , sendo b = y − 0,7 x .
Então, b = 8,2 − 0,7 × 6 = 4 .
y = 0,7 x + 4
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Pág. 91

9.
9.1.

xi yi ( xi − x ) ( xi − x )
2
( yi − y ) ( yi − y )
2
( xi − x ) ( yi − y )
10 2 3,75 14,0625 –3 9 –11,25
7 4 0,75 0,5625 –1 1 –0,75
5 6 –1,25 1,5625 1 1 –1,25
3 8 –3,25 10,5625 3 9 –9,75
4
x = 6,25 y= 5 SSx = 26,75 SSy = 20 ∑ ( x
i =1
i − x )( yi − y )  = −23

∑ ( x
i =1
i − x )( y i − y ) 
−23
r= = = −0,994
SSx .SSy 26,75 × 20
O coeficiente de correlação é –0,994 aproximadamente.
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9.2.
4

∑ x y − 4x y
i =1
i i
102 − 4 × 6,25 × 5 92
a= = =− ≈ −0,86
SSx 26,75 107

92 1110
b = y − ax = 5 + × 6,25 = ≈ 10,37
107 107
A equação reduzida da reta de mínimos quadrados é y = −0,86 x + 10,37 .

10. Sabe-se que:


y = ax + b é a equação reduzida da reta de mínimos quadrados.
x =7
y =5
SSx = 11.07
SSy = 4,92
a = −0,575
10.1. b = y − ax = 5 + 0,575 × 7 = 9,025
y = −0,575 x + 9,025

10.2. Para x = 7 , obtém-se:


y = −0,575 × 7 + 9,025 = 5
O valor estimado para y é 5 .
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SSx
10.3. Designando por r o coeficiente de correlação, tem-se r = a .
SSy

11,07
r = −0,575 = −0,8625
4,92
Trata-se de uma correlação negativa (forte).
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Pág. 92
11.
11.1. A variável explicativa deve ser a idade e a variável resposta a altura.
11.2. Inserem-se os dados em duas listas. Em seguida, com recurso à calculadora, determina-se uma equação da reta de
mínimos quadrados.

Uma equação da reta de mínimos quadrados é y = 5,94 x + 70,85 .


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11.3. Para x = 5 , obtém-se:

y = 5,94 × 5 + 70,85 , ou seja, y ≈ 101

Estima-se uma altura de cerca de 101 cm.

11.4. Na calculadora, após obter a reta de mínimos quadrados, identifica-se o coeficiente de correlação entre as variáveis.

O coeficiente de correlação entre as duas variáveis é, aproximadamente, 0,98.

12.
A → − 0,94 B → − 0,7
C → 0,75 D → 0,96
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Pág. 93

13. Considere-se:

Matemática Português
xi yi
12 13

8 10

16 14

14 15

18 16

13.1.
5 5

∑x
i =1
i ∑y
i =1
i
x= = 13,6 y= = 13,6
5 5

A média a Matemática e a Português é de 13,6.


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13.2. Considere-se a classificação a Matemática como variável explicativa.

a) Seja y = ax + b a equação reduzida da reta de mínimos quadrados.


5

∑ x y − 5x y
i =1
i i
958 − 5 × 13,6 × 13,6 33,2
a= = = ≈ 0,561
SSx 59,2 59,2

33,2
b = y − ax = 13,6 − × 13,6 ≈ 5,973
59,2

Então, y = 0,561 x + 5,973 .

Pode-se obter diretamente este resultado com a calculadora.


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b) Considerando y = 0,561 x + 5,973 , para x = 15 obtém-se:

y = 0,561 × 15 + 5,973 , ou seja, y ≈ 14 .

Estima-se que o aluno obtenha 14 a Português.

13.3.

a) Considere-se agora Português como variável explicativa.

Português Matemática
xi yi
12 13

10 8

14 16

15 14

16 18

Seja y = ax + b a equação reduzida da reta de mínimos quadrados.


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∑ x y − 5x y
i =1
i i
958 − 5 × 13,6 × 13,6 33,2
a= = = ≈ 1,566
SSx 21,2 21,2

33,2
b = y − ax = 13,6 − × 13,6 ≈ −7,698
21,2

Então, y = 1,566 x − 7,698 .

Obtendo diretamente com a calculadora.

b) Considerando y = 1,566 x − 7,698 , para x = 12 obtém-se y = 1,566 × 12 − 7,698 , ou seja, y ≈ 11 .

Estima-se que o aluno obtenha 11 a Matemática.


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14.
14.1.

x 85 150 120 90 185 210


y 15 20 20 16 25 23

Existe uma correlação positiva.

14.2.

y = 0,07 x + 10,00
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14.3. Considerando y = 0,07 x + 10 , para x = 180 obtém-se:


y = 0,07 × 180 + 10 , ou seja, y = 22,6
Estima-se que o preço do livro seja de 22,60 euros.

15.
15.1.
Peso Altura
xi yi
( xi − x ) ( xi − x )
2
( yi − y ) ( yi − y )
2
( xi − x ) ( yi − y )
3200 52 20 400 0,8 0,64 16
3400 52 220 48 400 0,8 0,64 176
3500 54 320 102 400 2,8 7,84 896
2800 48 –380 144 400 –3,2 10,24 1216
3000 50 –180 32 400 –1,2 1,44 216
5
x = 3180 y = 51,2 SSx = 328 000 SSy = 20,8 ∑ ( x
i =1
i − x )( yi − y )  = 2520

15.2.
5

∑ ( x
i =1
i − x )( y i − y ) 
2520
r= = ≈ 0,965
SSx .SSy 328 000 × 20,8

Existe uma correlação positiva (forte).


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15.3.

a) Seja y = ax + b a equação reduzida da reta de mínimos quadrados.


5

∑ x y − 5x y
i =1
i i
816 600 − 5 × 3180 × 51,2 2520
a= = = ≈ 0,008
SSx 328 000 328 000

2520
b = y − ax = 51,2 − × 3180 ≈ 26,768
328 000

Então, y = 0,008 x + 26,768 .

b) Para x = 3300 , obtém-se y = 0,008 × 3300 + 26,768 , ou seja y ≈ 53 .


Estima-se que um recém-nascido com 3300 gramas de peso tenha 53 cm de altura.
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15.4. Considere-se a altura como variável explicativa.


Altura Peso
xi yi
a) Neste caso, tem-se:
52 3200
x = 51,2 e y = 3180
52 3400
SSx = 20,08 e SSy = 328 000
54 3500
5
48 2800
∑ x y − 5x y
i =1
i i
816 600 − 5 × 3180 × 51,2 2520 50 3000
a= = = ≈ 121,154
SSx 20,8 20,8
x = 51,2 y = 3180
2520
b = y − ax = 3180 − × 51,2 ≈ −3023,077
20,8

Então, y = 121,154 x − 3023,077 .

b) Para x = 49 , obtém-se y = 121,154 × 49 − 3023,077 , ou seja, y ≈ 2913 .


Estima-se que um recém-nascido com 49 cm de altura tenha 2913 gramas de peso.
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16. Considerando os pares de variáveis:


I: Cilindrada / Potência
II: Cilindrada / Velocidade máxima
III: Potência / Velocidade máxima
obtém-se:
I: r1 ≈ 0,874
II: r2 ≈ 0,937
III: r3 ≈ 0,957

Nas três situações há uma correlação positiva (forte).


No entanto, a mais evidente é a correlação entre a potência e a velocidade máxima.
Quanto maior é a potência, maior é a velocidade máxima.
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17.

17.1. Seja G ( x , y ) o centro de gravidade da nuvem de pontos.

x = 1,062

y = 1,306 G ( 1,062; 1,306 )

17.2. Existe uma correlação positiva.

Seja r o coeficiente de correlação. r ≈ 0,97

17.3. y = 0,986 x + 0,259

17.4. Para x = 1,062 , obtém-se y = 0,986 × 1,062 + 0,259 , ou seja, y ≈ 1,306 .

Estima-se que o preço da gasolina nesse mesmo dia seja de 1,306 €.