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UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA - UVA


CICLO BÁSICO DAS ENGENHARIAS
RELATÓRIO FINAL DA DISCIPLINA DE PROJETO I

DANIEL INFANTINO
ELIVELTON FERRREIRA
FERNANDO CÉZAR
GUILHERME SALGADO
LYANDRA GOMES
RENAN DA SILVA

PROJETO I

Rio de Janeiro
2017
DANIEL INFANTINO
ELIVELTON FERRREIRA
FERNANDO CÉZAR
GUILHERME SALGADO
LYANDRA GOMES
RENAN DA SILVA

PISOS PIEZOELÉTRICOS – PROJETO 1

Trabalho Acadêmico apresentado à


disciplina de Projeto 1 do Curso de Ciclo
Básico das Engenharias da Universidade
Veiga de Almeida - Rio de Janeiro, como
nota parcial para a conclusão da disciplina
de Projeto I.
Avaliador: Prof.: Rogério Mandelli.

Rio de Janeiro
2017
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Sumário

1. APRESENTAÇÃO ........................................................................................................................................ 5
1.1- PISOS PIEZOELÉTRICOS ............................................................................................................... 5
1.2- GERENTE DE PROJETO .................................................................................................................. 5
1.3- IDENTIFICAÇÃO DAS NECESSIDADES E DEFINIÇÃO DO PROBLEMA ............................ 5
1.4- CONTEXTO DO PROJETO .............................................................................................................. 5
1.5- OBJETIVO GERAL ............................................................................................................................ 6
1.5.1- OBJETIVOS ESPECÍFICOS ......................................................................................................... 6
1.6- JUSTIFICATIVA ................................................................................................................................ 6
1.7- BENEFÍCIOS ESPERADOS .............................................................................................................. 6
1.8- CUSTOS ............................................................................................................................................... 7
1.9- PRAZOS ............................................................................................................................................... 7
2. ANÁLISE DOS STEAKEHOLDERS.......................................................................................................... 7
2.1- PARTES INTERESSADAS NO PROJETO...................................................................................... 7
2.1.1- PARTES DIRETAMENTE INTERESSADAS................................................................................. 7
2.1.2- PARTES INDIRETAMENTE INTERESSADAS ................................................................................ 7
2.2- DESCRIÇÃO DAS PARTES ENVOLVIDAS NO PROJETO ........................................................ 7
3. ESPECIFICAÇÕES .................................................................................................................................... 10
3.1- METODOLOGIA .............................................................................................................................. 10
3.2- DESCRIÇÃO DETALHADA ........................................................................................................... 11
3.3- PROTÓTIPO ..................................................................................................................................... 12
3.4- ATENDIMENTO E CONFORMIDADE ÀS NORMAS ................................................................ 15
3.5- REQUISITOS DE SEGURANÇA .................................................................................................... 15
3.6- SOLUÇÕES EXISTENTES .............................................................................................................. 16
4. PREMISSAS E RESTRIÇÕES .................................................................................................................. 17
4.1- PREMISSAS....................................................................................................................................... 17
4.2- RESTRIÇÕES E LIMITAÇÕES DO PROJETO ........................................................................... 18
4.3- RISCOS............................................................................................................................................... 18
5. CUSTOS ....................................................................................................................................................... 19
6. PRAZOS ....................................................................................................................................................... 21
6.1- INDICAÇÃO DAS FASES DO PROJETO ..................................................................................... 21
6.2- ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO .................................................................................. 21
6.3- CRONOGRAMA ............................................................................................................................... 22
7. PESSOAS ..................................................................................................................................................... 23
7.1- ORGANOGRAMA DO PROJETO ................................................................................................. 23
7.2- DETALHES DE ACIONAMENTO DE EQUIPE .......................................................................... 24
7.3- MATRIZ DE RESPONSABILIDADES .......................................................................................... 24
8. AVALIAÇÃO .............................................................................................................................................. 25
8.1- COMO O SUCESSO DO PROJETO SERÁ AVALIADO ............................................................ 25
8.2- MÉTRICAS ........................................................................................................................................ 25
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8.3- VANTAGENS E DESVANTAGENS DA SOLUÇÃO PROPOSTA ............................................. 26


8.4- RESULTADOS E CONCLUSÕES .................................................................................................. 26
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ....................................................................................................... 28
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1. APRESENTAÇÃO

1.1- PISOS PIEZOELÉTRICOS

1.2- GERENTE DE PROJETO


LYANDRA GOMES

1.3- IDENTIFICAÇÃO DAS NECESSIDADES E DEFINIÇÃO DO PROBLEMA

Este documento consolida resultados da observação realizada na Universidade Veiga de


Almeida – CAMPUS TIJUCA com foco em identificar e propor soluções inovadoras para
aumentar a utilização de fontes alternativas de geração de energia elétrica.
Assim, o principal problema definido é a ausência de fontes alternativas de geração de
energia na Universidade.

1.4- CONTEXTO DO PROJETO

Atualmente a universidade está em um contexto de aumento da utilização de energia


elétrica, especialmente em função do maior número de equipamentos utilizados (multimídia,
laboratórios, refrigeração). Além de representar custos significativos, o consumo elevado de
energia está em desacordo com os padrões de sustentabilidade esperados de uma instituição
como a UVA. Algumas ações de eficiência energética já foram implementadas, como a
substituição das lâmpadas, mas há ainda outras possibilidades de atuação, como a geração
própria de energia limpa. Por esse motivo esse projeto será realizado na UVA – CAMPUS
TIJUCA.
Para que a universidade seja considerada sustentável a longo prazo propusemos um projeto
inovador que traz solução ambientalmente adequada. Trata-se de a geração de energia que não
polua ou degrade o meio ambiente, economicamente viável, visto que são previstos a
utilização de materiais de baixo custo para sua implantação e socialmente justo, pois a
utilização deste será importante para todos os beneficiários (alunos, colaboradores e sociedade
em geral).
Existem outros projetos similares pelo mundo, porém a inovação proposta o torna diferente
de todas as outras, principalmente no que diz respeito aos materiais utilizados.
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1.5- OBJETIVO GERAL

O objetivo desse projeto é promover a implantação de uma fonte limpa de geração de


energia elétrica que será utilizada a longo prazo.

1.5.1- OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Desenvolver pisos com sensores piezoelétricos utilizando materiais recicláveis,


duráveis e resistentes.
 Ampliar a utilização de fontes sustentáveis de geração de energia elétrica.
 Incentivar futuros alunos a criarem projetos inovadores e sustentáveis.

1.6- JUSTIFICATIVA

É cada vez mais necessário que as instituições adotem boas práticas socioambientais e
financeiras. Neste contexto, insere-se o consumo de energia, que dentro do possível deve ser
reduzido. Outra alternativa complementar à redução no consumo está a geração de energia por
fontes alternativa, não emissoras de gases de efeito estufa (GEE).
Foi observado que há grande movimentação de pessoas pelos corredores da entrada
principal da Universidade em horários específicos. Aconteceram vistorias no turno noturno
(de 17h30 às 22h00), sendo constatado que entre os horários de 17h30min e 20h30mim
ocorrem maior parte desse fluxo. Essa condição indica um alto potencial de geração de
energia por meio da própria movimentação das pessoas.

1.7- BENEFÍCIOS ESPERADOS

Os principais benefícios esperados são:

 Redução de custos com energia elétrica a longo prazo.


 Possibilitar a Universidade a gerar em parte a própria energia.
 Maior visibilidade da Universidade sobre questões sustentáveis.
 Incentivo a criação de projetos inovadores.
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1.8- CUSTOS

O valor estipulado dos custos é de R$ 135.558,00.

1.9- PRAZOS

O tempo estimado para conclusão do projeto é de 61dias.

2. ANÁLISE DOS STEAKEHOLDERS

2.1- PARTES INTERESSADAS NO PROJETO

2.1.1- PARTES DIRETAMENTE INTERESSADAS

 Departamento administrativo da UVA


 Alunos
 Colaboradores

2.1.2- PARTES INDIRETAMENTE INTERESSADAS

 Departamentos comerciais alocados dentro da instituição


 Colaboradores terceirizados.
 Prestadores de serviços terceirizados.

2.2- DESCRIÇÃO DAS PARTES ENVOLVIDAS NO PROJETO

 Departamento administrativo da UVA: Participará de forma direta, uma vez que


haverá a longo prazo uma diminuição no valor da conta de luz da universidade,
revertendo este valor economizado para manutenções internas, investimentos nos
laboratórios da faculdade, entre outros, e ainda terá uma maior visibilidade no
mercado.
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 Alunos: Serão afetados de forma positiva em relação a possível diminuição do valor


do crédito acadêmico e possibilitará ao mesmo a integração com o projeto, de forma a
ser motivado a criar projetos inovadores.

 Colaboradores: Serão afetados positivamente com melhores condições no ambiente


corporativo, podendo ainda desfrutar de possíveis benefícios oferecidos pela
instituição.

 Prestadores de Serviço Terceirizado: Com a redução de gastos com energia elétrica,


a Uva pode contratar prestadores de serviço com melhor grau de qualificação.

 Departamentos comerciais alocados dentro da instituição: Com a produção de


parte da energia elétrica os departamentos comerciais conseguirão obter um lucro
maior com a redução de gastos com energia.

 Colaboradores Terceirizados: A universidade conseguirá atrair maior visibilidade e


investimento, de modo que possibilitará na contratação de novos serviços e
colaboradores terceirizados para executá-los.

2.3- DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

CARGO DESCRIÇÃO
Executam serviços de manutenção elétrica, mecânica, hidráulica,
carpintaria e alvenaria, substituindo, trocando, limpando, reparando e
AUXILIAR DE
instalando peças, componentes e equipamentos. Conservam vidros e
SERVIÇOS
fachadas, limpam recintos e acessórios e tratam de piscinas. Trabalham
GERAIS
seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio
ambiente.
Planejam trabalhos de carpintaria, preparam canteiro de obras e montam
fôrmas metálicas. Confeccionam fôrmas de madeira e forro de laje
CARPINTEIRO (painéis), constroem andaimes e proteção de madeira e estruturas de
madeira para telhado. Escoram lajes de pontes, viadutos e grandes vãos.
Montam portas e esquadrias. Finalizam serviços tais como desmonte de
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andaimes, limpeza e lubrificação de fôrmas metálicas, seleção de


materiais reutilizáveis, armazenamento de peças e equipamentos.
Planejam serviços de manutenção e instalação eletroeletrônica e realizam
manutenções preventiva, preditiva e corretiva. Instalam sistemas e
componentes eletroeletrônicos e realizam medições e testes. Elaboram
ELETRICISTA
documentação técnica e trabalham em conformidade com normas e
procedimentos técnicos e de qualidade, segurança, higiene, saúde e
preservação ambiental.
Supervisionam equipes de trabalhadores da construção civil que atuam
em usinas de concreto, canteiros de obras civis e ferrovias. Elaboram
documentação técnica e controlam recursos produtivos da obra (arranjos
ENCARREGADO físicos, equipamentos, materiais, insumos e equipes de trabalho).
DE OBRAS Controlam padrões produtivos da obra tais como inspeção da qualidade
dos materiais e insumos utilizados, orientação sobre especificação, fluxo
e movimentação dos materiais e sobre medidas de segurança dos locais e
equipamentos da obra. Administram o cronograma da obra.
Elaboram projetos de engenharia civil, gerenciam obras, controlam a
qualidade de empreendimentos. Coordenam a operação e manutenção do
ENGENHEIRO
empreendimento. Podem prestar consultoria, assistência e assessoria e
CIVIL
elaborar pesquisas tecnológicas.

Responsabilizam-se por prover soluções tecnológicas para produtos,


processos e serviços e promover a transferência dos mesmos para o setor
produtivo. Participam das decisões da diretoria de pesquisa e
GERENTE DE
desenvolvimento e operacionalizam-nas; desenvolvem novos produtos/
PROJETO
otimizam o desempenho da área de pesquisa e desenvolvimento,
disseminam resultados e atividades, captam recursos e monitoram a
proteção da propriedade intelectual da instituição.
Supervisionam equipes de trabalhadores da construção civil que atuam
em usinas de concreto, canteiros de obras civis e ferrovias. Elaboram
MESTRE DE
documentação técnica e controlam recursos produtivos da obra (arranjos
OBRAS
físicos, equipamentos, materiais, insumos e equipes de trabalho).
Controlam padrões produtivos da obra tais como inspeção da qualidade
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dos materiais e insumos utilizados, orientação sobre especificação, fluxo


e movimentação dos materiais e sobre medidas de segurança dos locais e
equipamentos da obra. Administram o cronograma da obra.
Organizam e preparam o local de trabalho na obra; constroem fundações
PEDREIRO
e estruturas de alvenaria. Aplicam revestimentos e contrapisos.
Analisam e preparam as superfícies a serem pintadas e calculam
quantidade de materiais para pintura. Identificam, preparam e aplicam
PINTOR
tintas em superfícies, dão polimento e retocam superfícies pintadas.
Secam superfícies e reparam equipamentos de pintura.
Executam serviços de manutenção elétrica, mecânica, hidráulica,
carpintaria e alvenaria, substituindo, trocando, limpando, reparando e
SERVENTE DE instalando peças, componentes e equipamentos. Conservam vidros e
LIMPEZA fachadas, limpam recintos e acessórios e tratam de piscinas. Trabalham
seguindo normas de segurança, higiene, qualidade e proteção ao meio
ambiente.
Participam da elaboração e implementam política de saúde e segurança
do trabalho; realizam diagnóstico da situação de SST da instituição;
TÉCNICO DE identificam variáveis de controle de doenças, acidentes, qualidade de
SEGURANÇA vida e meio ambiente. Desenvolvem ações educativas na área de saúde e
DO TRABALHO segurança do trabalho; integram processos de negociação. Participam da
adoção de tecnologias e processos de trabalho; investigam, analisam
acidentes de trabalho e recomendam medidas de prevenção e controle.

3. ESPECIFICAÇÕES

3.1- METODOLOGIA

Foi desenvolvido um projeto dentro do contexto de sustentabilidade e inovação na


Universidade Veiga de Almeida, com objetivo de aprimorar conhecimentos e implementar o
mesmo na universidade.
Foram realizadas pesquisas de campo através de entrevistas com os stakeholders principais
com o intuito de buscar uma melhor opção de projeto a ser desenvolvido.
Utilizou-se o método dedutivo. Esta opção se justifica pois o método escolhido permite
que saímos de uma universalização de diversos problemas sustentáveis encontrados na
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universidade para apenas um único problema.


O procedimento realizado foi feito através de coleta de dados qualitativa e quantitativa,
visto que os responsáveis pelo desenvolvimento do projeto realizaram observações, avaliações
e medições no local onde será implantado o mesmo. Foram utilizados na elaboração
ferramentas como 5W2H, CANVAS entre outros. Com o objetivo de promoverem melhores
condições e esclarecimentos sobre todos os assuntos abordados no projeto. Todos os dados
obtidos nas pesquisas, observações, medições e observações foram documentados e anexados
ao projeto em reuniões de grupos.

3.2- DESCRIÇÃO DETALHADA

 Protótipo: O projeto consiste em uma plataforma de madeira, suportada por molas


helicoidais e parafusos com guias de percurso de acionamento, na parte inferior uma
chapa metálica apoiada em quatro parafusos que sevem como pé do conjunto, na chapa
metálica está instalado o sistema que transforma a energia mecânica em energia elétrica.
 Sistema: O sistema conhecido pelo nome de "PIEZO DE IGNIÇÃO" deve estar ligado
ao acumulador de energia (bateria) para armazenar e distribuir energia.
 Funcionamento: Com o recebimento das pisadas dos pedestres, a mola contida no
interior do dispositivo é pressionada ao ponto máximo, com isso, é disparado um pistão
em um campo magnético que gera energia elétrica.
 Dimensionamento: As dimensões do protótipo são de :
Área da base: 15 x 15 cm.
Altura : 15 cm
 Custo: R$ 49,86 (novo), o protótipo usado para demonstração não teve nenhum custo,
pois os materiais utilizados foram reaproveitados.
 Materiais Utilizados:
Tábua corrida (m²).
Chapa metálica (m²)
Parafusos (CJ)
Piezo Ignição (CJ)
Solenoide (UN)
Cabo elétrico (UN)
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3.3- PROTÓTIPO
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3.4- ATENDIMENTO E CONFORMIDADE ÀS NORMAS

Este projeto atende às seguintes normas e legislações vigentes:

 ABNT NBR 13570:1996 - Instalações elétricas em locais de afluência de público -


Requisitos específicos -1996-02-28
 ABNT NBR IEC 60669-2-1:2014 - Interruptores para instalações elétricas fixas
domésticas e análogas - 2014-10-27
 ABNT NBR IEC 61318:2014 - Trabalho em instalações elétricas energizadas —
Avaliação da conformidade aplicável a ferramentas, dispositivos e equipamentos -
2014-10-06
 ABNT NBR 5410:2004 - Versão Corrigida:2008 - Instalações elétricas de baixa tensão
- 2004-09-30
 ABNT NBR 14039:2005 - Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV -
2005-05-31
 LEI Nº 11.337, DE 26 DE JULHO DE 2006.
 NR 04- Serviços Especializados em Eng. de Segurança e em Medicina do Trabalho
 NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual
 NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
 NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais
 NR 12 – Máquinas e Equipamentos
 NR 21 – Trabalhos a Céu Aberto
 NR 23 - Proteção Contra Incêndios
 NR 26 - Sinalização de Segurança

3.5- REQUISITOS DE SEGURANÇA

 Manter a manutenção do sistema em perfeito estado quanto à higienização diária do


local.
 Verificar a compatibilidade de tensão de rede antes de instalar o produto.
 Não expor o sistema a umidade.
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3.6- SOLUÇÕES EXISTENTES

Existe no mercado um produto de similar função chamado EcoPiso, que é um piso que
gera energia elétrica através do movimento em sua superfície. O mecanismo de geração de
energia é parecido com o da EcoPista, porém o seu conceito e modo de utilização são
diferentes. O EcoPiso tem baixo consumo de energia, pois tem pouca iluminação, aumentando
assim sua eficiência. Pode ser utilizado sob quaisquer condições climáticas, sendo capaz de
resistir à chuva, sol e a cargas excessivas, como ônibus e outros veículos de grande porte.
O EcoPiso baseia-se no conceito de energia regenerativa, onde podemos transformar a
energia desperdiçada do nosso movimento em eletricidade para uso próprio. Em lugares de
grande movimentação de pessoas muita energia é desperdiçada, aproveitar esses pequenos
impulsos de energia é um grande passo para descentralizar a demanda de energia elétrica.
Além disso, o EcoPiso é composto por plástico e metal. Pode ser revestido com
bambu, borracha e todos são estanques, isto é, à prova d’água. Podendo o material ser de
origem reciclável, o cliente é que escolhe.

Como funciona o Eco Piso

O EcoPiso possui módulos com o tamanho de 50cm X 50cm X 8cm (altura), que geram
energia quando são pressionados. Qualquer tipo de movimento em cima do piso gera energia,
desde uma pequena criança até um carro. Um único módulo gera cerca de 10Watts-hora.
Cada EcoPiso possui apenas 4 luzes em sua superfície, que acendem sempre que ocorre
uma interação, uma forma de demonstrar o funcionamento do piso. O consumo dessas
luzes(LEDs) são baixos, tornando a eficiência energética do piso alta.
A energia gerada pode ser utilizada instantaneamente, por exemplo, se tornar a fonte de
energia para movimentar uma cancela de estacionamento de shopping centers e também pode
ser armazenada em uma bateria para o uso posterior.

Como utilizar o Eco Piso

A produção no momento é feita na Holanda e é planejado para atuar como plataforma de


interatividade, podendo ser planejados em instalações especiais como pista de corrida,
passarela, lombada, calçadão, dentre várias outras alternativas.
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Orçamento
 No valor está incluso: Compra de 70 módulos do EcoPiso.
 Montagem, transporte e logística.
 Total: 70 Módulos EcoPiso - Frete de 45 dias: R$ 807.300,00

Nossa proposta

Atualmente, existem diversas formas de gerar energias renováveis no mundo. Nossa


proposta é que a pressão gerada através dos passos dos alunos quando locomovem-se pelos
corredores da universidade sejam transformados em energia elétrica, por meio de placas que
serão instaladas, e também mostrar para toda a comunidade acadêmica que é possível
diminuir os danos que o planeta vem sofrendo através de projetos como o nosso.

Nossa proposta Soluções Existentes

Baixo custo na produção Alto custo na produção


Acessível a pequenas
Acessível apenas as grandes empresas
empresas
Produzido totalmente com Apenas uma parte é produzido com produtos
produtos recicláveis recicláveis

Baixa resistência a água Resistente a água

Produzido no Brasil Produzido no exterior

Facilidade na troca das Substituição das peças dificultada, devido as mesmas


peças serem fabricadas no exterior.

4. PREMISSAS E RESTRIÇÕES

4.1- PREMISSAS
 Considera-se que para fins de implantação das placas piezoelétricas o cliente contrate
os seguintes profissionais qualificados: carpinteiro, encarregado de obras, engenheiro
civil, mestre de obras, técnico de segurança do trabalho até o encerramento do projeto.
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 Considera-se que a documentação junto aos órgãos competentes esteja disponível até
01(um) mês antes do início da implantação do projeto.
 Estima-se que o valor do projeto não ultrapasse R$ 200.000,00.

4.2- RESTRIÇÕES E LIMITAÇÕES DO PROJETO

 Todos os integrantes da equipe deveram estar regulamentados via CLT e não será
permitida a contratação de consultoria externa para esse projeto e tampouco a
realização de horas extras, seja por quaisquer motivos.
 A contratação de empresa terceirizada para execução do projeto é responsabilidade da
contratada.
 Sistema dimensionado para atender pedestres e pessoas com deficiência que
necessitam da utilização de cadeiras de rodas para sua locomoção dentro do Campus,
sendo vedada a passagem de objetos acima de 160kg sobre o piso piezoelétrico.
 O sistema não poderá ser implantado em ambientes com exposição a umidade, e
tampouco, deverá ser exposto a condições climáticas desfavoráveis, tais como, chuva
forte.

4.3- RISCOS

 Instalação feita em não conformidade com as normas e legislações vigentes aplicáveis


irá gerar paralisação ou mau funcionamento do sistema.
 A ausência de um técnico de segurança do trabalho e o não cumprimento das normas
regulamentadoras poderá causar acidentes com lesões leves ou graves, podendo até
chegar ao afastamento do colaborador.
 O mal dimensionamento das placas piezoelétricas poderá alterar o custo de produção
das mesmas.
 Em caso de má instalação ou contato direto com a água, existe risco de choque
elétrico.
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5. CUSTOS

5.1- PREVISÃO DE RECURSOS


TOTAL
ITE
DISCRIMINAÇÃO UND QTD MATERIAL MÃO DE OBRA DO
M SERVIÇO
UNT TOTAL UNT TOTAL
1. PLANEJAMENTO
1.1 Planejar o escopo vb 680,00
1,00 680,00 680,00
1.2 Planejar o custo vb 290,00
1,00 290,00 290,00
1.3 Elaborar o vb 290,00
cronograma 1,00 290,00 290,00
1.4 Projeto elétrico vb 900,00
1,00 900,00 900,00
1.5 Planta baixa vb 180,00 180,00 1.200,00
1,00 1.200,0 1.380,00
0
Total do Item 180,00 3.360,0 3.540,00
0
2. FABRICAÇÃO DAS
PLACAS
2.1 Tábua corrida m² 120,00 960,00 15,00
8,00 120,00 1.080,00
2.2 Chapa metálica m² 142,00 1.136,00 15,00
8,00 120,00 1.256,00
2.3 Parafusos cj 8,00 64,00 8,00
8,00 64,00 128,00
2.4 Piezo de igniçao cj 29,49 2.359,20 12,00
80,0 960,00 3.319,20
0
2.5 Ferramentas cj 28,50 57,00
2,00 57,00
Total do Item 4.576,20 1.264,0 5.840,20
0
3. DESMONTE E
DEMOLIÇÃO
3.1 Retirada de pç 0,00 0,00 15,60
guarnições de caixas 4,00 62,40 62,40
de inspeções
3.2 Abertura de rasgos ml 0,00 0,00 6,10
para instalações 20,0 122,00 122,00
0
Total do Item 0,00 184,40 184,40
4. PREPARAÇÃO
4.1 Instalação elétrica unid. 139,60 558,40 189,00
4,00 756,00 1.314,40
Total do Item 558,40 756,00 1.314,40
5. PAREDE
5.1 Enchimento em m² 16,35 65,40 22,73
alvenaria 4,00 90,92 156,32
Total do Item 65,40 90,92 156,32
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6. EXECUÇÃO
6.1 Instalação do sistema unid. 60,00 480,00 29,00
MEC-ELT 8,00 232,00 712,00
Total do Item 480,00 232,00 712,00
7. PINTURAS
7.1 Emassamento em m² 1,81 18,10 5,57
parede com massa 10,0 55,70 73,80
acrílica 0
7.2 Pintura tinta acrílica 3 m² 5,25 52,50 9,90
demãos com selador 10,0 99,00 151,50
0
Total do Item 70,60 154,70 225,30
8. LIMPEZA DA
OBRA
8.1 Limpeza da obra dia 19,00 190,00 132,93
10,0 1.329,3 1.519,30
0 0
8.2 Retirada de entulho caç 280,00 280,00
1,00 280,00
Total do Item 470,00 1.329,3 1.799,30
0
9. IMPOSTOS E
ADMINISTRAÇÃO
9.1 Visita técnica de visit 464,09
engenheiro 1,00 464,09 464,09
9.2 Taxas e impostos vb 1.581,99
Crea, Prefeitura, 1,00 1.581,99
INSS
9.3 Adminstração e vb 1.810,00
gerenciamento da 1,00 1.810,00 1.810,00
obra
Total do Item 1.581,99 2.274,09 3.856,08
Sub-Total 7.982,59 9.645,41 17.628,00
Total Geral 17.628,00

HORAS HOMEM TRABALHADAS - HHT

Horas
Recurso R$/Mês R$/h Total/ R$
semanais
Aux Serviços Gerais 1.171,20 44 6,65 3.569,72
Carpinteiro 1.425,90 44 8,10 4.348,08
Eletricista 1.855,50 44 10,54 5.657,87
Encarregado de obras 5.011,30 44 28,47 15.282,96
Engenheiro 7.964,50 40 49,78 24.292,64
Gerente de Projeto 7.964,50 40 49,78 24.292,64
Mestre de obras 6.284,20 44 35,71 19.169,12
Pedreiro 1.449,50 44 8,24 4.423,23
Pintor 1.401,20 44 7,96 4.272,92
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Servente 1.202,60 44 6,83 3.666,34


Tec. Segurança
4.106,80 44 23,33 12.523,54
Trabalho

VALOR TOTAL DE CUSTOS : R$ 135.558,00

6. PRAZOS

6.1- INDICAÇÃO DAS FASES DO PROJETO

O Projeto é composto das seguintes fases:

1- Abertura
2- Planejamento
3- Fabricação de Placas
4- Contratações
5- Preparação
6- Execução
7- Pós Obra
8- Encerramento

6.2- ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO


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6.3- CRONOGRAMA
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7. PESSOAS

7.1- ORGANOGRAMA DO PROJETO


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7.2- DETALHES DE ACIONAMENTO DE EQUIPE

Nosso cliente poderá acionar a equipe por meio de um aplicativo que será concedido no
após a assinatura do contrato.
Já nossos fornecedores poderão nos contatar por meio de e-mail coorporativo ou por
WhatsApp (caso seja algo urgente).

Daniel Infantino Contato para fornecedores: (21) 91235-1235


Elivelton Ferreira Contato para fornecedores: (21) 91235-1235
Fernando Cézar Contato para fornecedores: (21) 91235-1235
Guilherme Salgado Contato para fornecedores: (21) 91235-1235
Lyandra Gomes Contato para fornecedores: (21) 91235-1235
Renan da Silva Contato para fornecedores: (21) 91235-1235

7.3- MATRIZ DE RESPONSABILIDADES


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8. AVALIAÇÃO

8.1- COMO O SUCESSO DO PROJETO SERÁ AVALIADO

Como se trata de um produto totalmente novo é essencial que seja realizada fase de
testes para verificação do funcionamento do sistema em condições normais e adversas e para
se observar se a energia produzida corresponde àquela estimada no dimensionamento.
Vistorias periódicas também deverão ser feitas, de modo a avaliar a deterioração dos
componentes.
Além disso, após a implementação do projeto, deverá ser realizada pesquisa
(questionários e entrevistas) junto aos usuários para compreender o grau de satisfação e
verificar a necessidade de melhorias ou adequações. O público consultado deverá ser variado,
contando com alunos, professores e funcionários. Especial atenção deve ser dada a pessoas
com necessidades especiais, já que se espera que o projeto não impacte a acessibilidade, o que
deve ser avaliado.

8.2- MÉTRICAS

As principais métricas estimadas para avaliação do projeto estão relacionadas à


capacidade de geração de energia.
 Produção de energia (kWh)
 Economia na conta de luz (R$/mês)
 Custos de implantação (R$/kW)
Outra métrica utilizada é a comparação com outras energias alternativas, como sistema
solar fotovoltaico. Neste caso compara-se o investimento realizado para sistemas equivalentes
em termos de produção de energia.
Ressalta-se que este projeto tem rebatimentos positivos sobre a imagem da
universidade, sobre a satisfação dos alunos, entre outras características. Estes fatores são
motivadores da implantação do projeto, mas, por serem subjetivos e de difícil mensuração,
não foram considerados pelas métricas de avaliação.
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8.3- VANTAGENS E DESVANTAGENS DA SOLUÇÃO PROPOSTA

As principais vantagens do sistema proposto são:


 Geração de energia limpa;
 Projeto simples e de baixo custo (em comparação ao industrializado);
 Reaproveitamento de materiais;
 Interação do usuário na geração de energia;
 Benefícios para a imagem da universidade.

Já as desvantagens estão listadas abaixo, algumas são referentes a incertezas, uma vez
que não há projeto similar em operando para observação:
 Materiais menos resistentes à presença de água;
 Projeto não testado;
 Possível desconforto ao caminhar;
 Baixa produção de energia;
 Exige obra civil para instalação;
 Durabilidade dos componentes ainda não definida;
 Caso sejam acopladas baterias, é preciso que estas sejam adequadamente descartadas.

8.4- RESULTADOS E CONCLUSÕES

Considerando as incertezas no dimensionamento do sistema, na durabilidade dos


materiais, no conforto e segurança dos usuários (desnivelamentos no piso) e o fato deste
sistema ter custo superior ao de projetos com capacidade similar de geração de energia (placas
fotovoltaicas, por exemplo), ainda que com valor significativamente inferior ao de piso
piezoelétrico industrializado, conclui-se que o projeto ora em análise não apresenta
viabilidade técnico-econômica para ser executado.
Contudo, sugere-se a implantação de unidade demonstrativa, que além de proporcionar
o aprendizado daqueles envolvidos nessa atividade, também demonstraria a preocupação da
instituição em se adequar à realidade ambiental atual e de proporcionar experiências práticas a
seus alunos.
Esta unidade poderá ser utilizada para testar e consequentemente aprimorar o projeto,
assim, possibilitando maior chance de sucesso em análise futura, aprimorada. Considerando
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que, em pequena escala, a maior parte dos materiais poderiam ser oriundos de
reaproveitamento, representaria baixo investimento para a universidade.
Especificamente para o grupo, o desenvolvimento desse trabalho permitiu que a
estrutura básica de um projeto fosse conhecida. Muitas atividades inerentes a qualquer projeto
foram exercitadas, como a identificação do problema, coleta de dados, memorial descritivo,
cronograma, orçamento, etc. Além disso, representou oportunidade para aplicação de
ferramentas bastante difundidas e úteis na elaboração e gerenciamento de projetos, como o
5W2H, o BMC, o PMC, o gráfico de Gantt.
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9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 “Soluções Sustentáveis”. EcoGreens. Disponível em


<http://www.ecogreens.com.br/home/index_site/ecopiso>. Acesso em 01 de maio de
2017.
 SEBRAE. Sebrae Canvas. Disponível em <https://www.sebraecanvas.com>. Acesso
em 27 abril de 2017.
 CREA. CREA RJ, 2017. Disponivel em: <https://www.crea-rj.org.br/valores-2017/>.
Acesso em: 02 maio 2017
 EMPREGO, M. D. T. E. CBO MTE, 2017. Disponivel em:
<http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/pesquisas/BuscaPorTitulo.jsf>. Acesso em:
maio de 2017