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DIOCESE DE JOINVILLE

PARÓQUIA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS


CONSELHO MISSIONÁRIO PAROQUIAL DE PASTORAL
Massaranduba, 27 de setembro de 2018

ASSEMBLEIA PAROQUIAL DE PASTORAL, 06 DE OUTUBRO DE 2018


No primeiro sábado de outubro, nossa paróquia viverá a Assembleia Paroquial de
Pastoral 2018. A assembleia impulsiona vida de comunidade e é um momento estratégico de
avaliação e planejamento. Na apresentação do Projeto Educativo Pastoral Salesiano (PEPS 2014-
2020, Plano de Ação 2018), pe. Sandro, na apresentação afirmou “planejar é ato de decidir,
escolher, prever... Planejar é condição de todo trabalho, incluindo a Missão de Evangelizar”.

O que é uma Assembleia Paroquial? Assembleia Paroquial é um encontro de todos os


paroquianos para avaliar a ação evangelizadora e traçar metas para próximo ano, no caso 2019.
Também é um evento celebrativo e de ação de graças por tudo aquilo que já foi realizado. O
povo de Deus sempre foi marcado por assembleias. No deserto, percebemos que Deus falava
ao povo reunido em assembleia, por meio de Moisés (Êxodo 19,1-8 e Deuteronômio 5,22).

Quem participa da Assembleia Paroquial? É uma reunião aberta para todos, porém,
alguns possuem direito adquirido de participação. São, o paróco (presidente do CMPP); os
vigários paroquiais; a equipe de coordenação do CMPP; os coordenadores de cada uma das 25
comunidades e os demais membros de suas equipes; cada coordenador de movimento ou
pastoral da paróquia e os coordenadores de movimentos e pastorais das comunidades e
representante das comunidades religiosas.

Qual é a característica de uma Assembleia Paroquial? É um momento de integração e


comunhão com a Diocese e com a Comarca. É a expressão da “Pastoral de Conjunto” onde as
ações são pensadas de maneira orgânica, harmonizada, planejada, integrada, coordenada e
objetivada a Evangelização do “Povo de Deus”.

O que o Documento n. 100 (Comunidade de comunidades: uma nova paróquia: a


conversão pastoral da paróquia) nos ensina? (n. 292) “Na comunidade de comunidades não
podem ocorrer encontros e reuniões que não visem, em última instância, à salvação e à
reconciliação de todos. A administração dos bens, a manutenção dos espaços, os investimentos
e toda a organização da paróquia precisam considerar que ela é Igreja que pretende salvar e
acolher a todos, especialmente os mais necessitados, com empenho generoso e solidário no
investimento de recursos financeiros para a manutenção e qualificação de obras e ações sociais,
compromisso irrenunciável de fé autêntica”.

E o Documento de Aparecida (2008)? Ele afirma: (n. 172) “a renovação das paróquias
no início do terceiro milênio exige a reformulação de suas estruturas, para que seja uma rede
de comunidades e grupos, capazes de se articular conseguindo que seus membros se sintam
realmente discípulos e missionários de Jesus Cristo em comunhão. A partir da paróquia, é
necessário anunciar o que Jesus Cristo “fez e ensinou” (At 1,1) enquanto esteve entre nós. Sua
pessoa e sua obra são a boa nova de salvação anunciada pelos ministros e testemunhas da
Palavra que o Espírito desperta e inspira. A palavra acolhida é salvífica e reveladora do mistério
de Deus e de sua vontade. Toda paróquia é chamada a ser o espaço onde se recebe e se acolhe
a Palavra, onde se celebra e se expressa na adoração do Corpo de Cristo, e assim é a fonte
dinâmica do discipulado missionário. Sua própria renovação exige que se deixe iluminar de novo
e sempre pela Palavra viva e eficaz”.

Prof. Me. Albio Fabian Melchioretto, coordenação CMPP.

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