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Versão On-line ISBN 978-85-8015-075-9

Cadernos PDE

OS DESAFIOS DA ESCOLA PÚBLICA PARANAENSE


NA PERSPECTIVA DO PROFESSOR PDE
Produções Didático-Pedagógicas
FICHA PARA IDENTIFICAÇÃO
PRODUÇÃO DIDÁTICO/PEDAGÓGICA – TURMA PDE 2013

Título: Corpo e Corporalidade: um debate sobre o conceito e a vivência


dos alunos sobre estética corporal

Autora Débora Cíntia Cazonato de Lima


Disciplina/Área (ingresso no PDE) Educação Física
Escola de Implementação do projeto Colégio Estadual Geremia Lunardelli
Ensino Fundamental, Médio e Normal
Município da escola Lunardelli – Paraná
Núcleo Regional de Educação Ivaiporã – Paraná
Professor orientador Thiago Pelegrini
O presente trabalho está pautado pela
Resumo necessidade manifesta nas aulas de
Educação Física em compreender as
questões relacionadas ao corpo en-
quanto indivíduos, buscando perceber
que o ser humano não só tem um cor-
po como ele é o próprio corpo, que
pensa o mundo, o outro e a si próprio
estabelecendo esta relação na tentati-
va de reaprender a ver a vida e o
mundo na totalidade humana.
A compreensão de corporalidade por
nossos alunos é um aspecto que deve
ser mais abordado para que eles pos-
sam entender que corporalidade, nada
mais é que compreender o fenômeno
humano que está intimamente ligado a
sua existência, sua história e cultura
mediadas pelo seu corpo. Nesta pers-
pectiva daremos um enfoque que parte
do conhecimento de si mesmo a partir
da realidade vivida, buscando desen-
volver nos alunos o autoconhecimento
e a reflexão crítica que os levarão a
pensar sobre seu corpo na sociedade
contemporânea.

Palavras-chave Cultura Corporal; Corpo; Corporalida-


de; Estética corporal.
Formato do material didático Unidade Didática

Público alvo Alunos e professores de Educação


Física
1. APRESENTAÇÃO

O corpo é o primeiro lugar on-


de a mão do adulto marca a
criança, ele é o primeiro espa-
ço onde se impõe os limites
sociais e psicológicos que fo-
ram dados à sua conduta, ele
é o emblema onde a cultura
vem inscrever seus signos
como também seus brasões.

(Vigarello, 1978)

Obra de Cândido Portinari


Link: http://www.arte.seed.pr.gov.br/modules/galeria/uploads/1/carnica_portinari.png

O presente tem como objetivo produzir um material didático peda-


gógico para que seja apreendido pelos professores de Educação Física
e aplicado para os alunos no intuito de estabelecer meios para esclare-
cer dúvidas e produzir conhecimentos sobre a corporalidade e a estética
corporal. Sabe-se que a Cultura corporal e corpo é um elemento articu-
lador dos conteúdos estruturantes na Educação Básica e que esse ele-
mento não pode e nem deve ser trabalhado paralelamente e tampouco
apenas teórica ou isoladamente (PARANÁ, 2008).
Visando romper com a maneira tradicional que este conteúdo vem
sendo trabalhado nas aulas de Educação Física é imprescindível inte-
grar e interligar as práticas corporais de forma reflexiva e contextualiza-
da e para que isso aconteça é necessário tematizar o elemento articula-
dor Cultura Corporal e Corpo para que o professor de Educação Física
possa fazer a mediação e despertar nos alunos o interesse, a produção
do conhecimento e a autonomia sobre esse tópico.
Nesta perspectiva vemos que a Educação Física é parte do pro-
jeto geral de escolarização e trata de conhecimentos relevantes dentro
da escola. Para as Diretrizes Curriculares do Paraná (2008, p. 54) [...] “o
corpo é entendido em sua totalidade, ou seja, o ser humano é o seu
próprio corpo, que sente, pensa e age” [...]. Este elemento articulador
tem o propósito de incentivar a reflexão sobre diferentes maneiras de o-
lhar o corpo ao longo da história da humanidade, debater a dicotomia
corpo-mente e seu reflexo nas aulas de Educação Física e nas práticas
corporais. Todas as preocupações e inquietações em relação ao corpo
necessitam ser tratadas nas aulas para desmistificar estas questões. A
respeito desse tema Silva relata:

Os cuidados com o corpo vão se tornando uma exigência na moder-


nidade, e implicam a convergência de uma série de elementos: as
tecnologias para tanto vão se desenvolvendo de maneira acelerada; o
mercado dos produtos e serviços voltados para o corpo vai se expan-
dindo; a higiene que fundamentava esses cuidados vai sendo substi-
tuída pelos prazeres do “corpo”; a implicação lógica do processo de
secularização com a identificação da personalidade dos indivíduos
com sua aparência. Por todas essas circunstâncias, o cuidado com o
corpo transforma-se numa ditadura do corpo, um corpo que corres-
ponde à expectativa desse tempo, um corpo que seja trabalhado ar-
duamente e do qual, os vestígios de naturalidade sejam eliminados (
2001, p. 86).

Nesta perspectiva, assinalamos que na contemporaneidade o corpo tor-


nou-se objeto de cuidados, transformando os indivíduos em sujeitos obcecados
pelo seu corpo, especialmente em termos estéticos. Sabemos que todas essas
questões estão ligadas ao fato do indivíduo muitas vezes não se aceitar, ou
seja, não aceitar o seu próprio corpo, não entendê-lo como um ser social e his-
toricamente construído que sente, pensa e age.
A partir destas constatações surgiu a necessidade de elaborar diversas
atividades para os alunos do Ensino Médio que tratem das questões do corpo,
da corporalidade, discussões sobre estética e imagem corporal. Resgatar o
conhecimento do próprio corpo, sua construção histórica e social, debater os
modelos de estética corporal é um desafio contemporâneo que contribuirá para
expandir a compreensão e a atuação de alunos e professores inseridos nas
discussões sobre as práticas corporais da Educação Física.

2. MATERIAL DIDÁTICO DE ORIENTAÇÃO E APOIO AOS PROFESSO-


RES DE EDUCAÇÃO FÍSICA
2.1 Educação Física: uma síntese histórica

Na história da Educação Física o corpo sempre foi alvo de análises, for-


mação de modelos e controle de comportamentos. No século XIX dava-se mui-
ta importância à retidão moral demonstrada por condutas corporais. Assim, po-
sições e posturas corporais adequadas e eram cobradas desde a infância. Foi
através da ginástica especificamente na Europa que estudos começaram a ser
feitos em relação aos movimentos e através desses estudos os exercícios físi-
cos tornam-se mais detalhados mostrando que podiam moldar e adestrar o
corpo (PELEGRINI, 2004).
Todo este movimento Ginástico Europeu vivido nos séculos XVIII e XIX
teve grande repercussão no Brasil e partir dele a Educação Física veio consti-
tuir o currículo como atividade escolar.
Já no Brasil Império (1851) Rui Barbosa preconizou a obrigatoriedade da
Educação Física nas escolas primárias e secundárias que era praticada quatro
vezes por semana por trinta minutos. No Brasil República (1889), deu-se a pro-
fissionalização da Educação Física limitando até os anos 1960 o processo de
desenvolvimento das estruturas organizacionais e administrativas específicas –
Divisão da Educação Física e o Conselho Nacional de Desportos. Ainda na
República, nos anos 1970 marcados pela Ditadura Militar, a Educação Física
era usada como meio de diminuir os conflitos e divergência via adoção da prá-
tica esportiva, especialmente aquelas atreladas ao esporte de rendimento. Nos
anos 1980 influenciada pela abertura a democracia e pelos movimentos sociais
a Educação Física viveu uma crise epistemológica e buscou discutir sua contri-
buição à sociedade, seu objeto de estudo e suas possibilidades de formação.
Nos anos 90 do séc. XX estas discussões transformaram-se em campos
de pesquisa e intervenção diferenciados, sobretudo no trato com as questões
pedagógicas. Nesses trabalhos a educação do corpo mereceu atenção especi-
al possibilitando a contração de teorias e abordagens com um enfoque mais
crítico e analítico (SILVA, 2001; MOREIRA, 1995). Essa proposição partiu da
leitura e da incorporação dessas propostas.
2.2 Cultura Corporal e Corpo: Elemento articulador como ferramenta
para a intervenção nas aulas de Educação Física

Quando falamos de Cultura corporal logo imaginamos duas palavras que


se encaixam na contemporaneidade: “Culto ao Corpo” afinal de contas cultuar
o corpo nos dias de hoje virou moda e uma maneira de se manter esteticamen-
te belo (a). Além deste fato ainda vivemos na modernidade a divisão do homem
em corpo e mente o que chamamos de dualismo cartesiano (MOREIRA, 1995).
Esta ideia ainda é muito forte na população e cabe a nós professores de Edu-
cação Física intervir de forma que os alunos compreendam e apreendam que
somos sujeitos singulares, somos corpo e este nos expressa inserido em um
processo sócio-histórico contínuo. Desta forma, Merleau-Ponty afirma:

O corpo próprio nos ensina um modo de unidade que não é a sub-


sunção a uma lei. Enquanto está diante de mim e oferece suas varia-
ções sistemáticas à observação, o objeto exterior presta-se a um per-
curso mental de seus elementos e pode, pelo menos em uma primei-
ra aproximação, ser definido como a lei de suas variações. Mas eu
não estou diante de meu corpo, estou em meu corpo, ou antes sou
meu corpo (2011, pp. 207-208).

Podemos observar nas palavras de Ponty que vamos além de estarmos


subjulgados a uma lei de variações que a sociedade impõe. É nesta perspecti-
va que será contemplada as diversas maneiras de tratar o corpo e cultivar um
olhar atento voltado para o interior do próprio sujeito e para o outro.

Corpo dividido Corpo único


(corpo/mente) (Somos seres na totalidade)

Figura 1: disponível
em:gartic.uol.com.br/contact_conf.php Figura 2: disponível em: www.zun.com.br/pedir
desculpas-para-namorada

Neste caso, tratamos da Cultura corporal e corpo que é um elemento ar-


ticulador numa perspectiva histórica, social e tendo como objeto de estudo o
corpo, buscando nesta intervenção elucidar as questões relacionadas a ele em
sua ambiência histórica.
3. ORGANIZAÇÃO DAS ATIVIDADES

Duração: 1 Aula
OBJETIVOS
 Apresentar o projeto de intervenção pedagógica aos professores, fun-
cionários, direção, equipe pedagógica e pais dos alunos que participarão
da intervenção com o intuito de que todos tenham conhecimento de co-
mo será feita a intervenção.
 Falar sobre o programa PDE destacando sua importância na formação
do professor.
 Levantamento de discussões

O professor irá expor seu projeto de intervenção a todos da comunidade


escolar explicando o tema do trabalho e porque surgiu a ideia deste tema.
Além disso, o professor irá também falar sobre o programa PDE
mostrando sua importância na formação continuada na carreira do professor.
Após expor tudo, o professor deixará um expaço aberto a discussões e para
tirar dúvidas. Neste momento os pais dos alunos assinarão o Termo de Con-
sentimento Livre e Esclarecido TCLE autorizando seu filho (a) a participar do
projeto. Para maiores esclarecimentos sobre o PDE acessem PDE.

Foto tirada do Fundo de Vale em São João


Do Ivaí – Pr
Arquivo pessoal
Duração: 1 Aula
OBJETIVOS
 Apresentar o Projeto de intervenção aos alunos.
 Orientar sobre como serão realizadas as atividades da intervenção pe-
dagógica.
 Enfatizar a importância do Projeto de intervenção pedagógica nas aulas
de Educação Física e na Escola.

Considero importante apresentar o projeto aos alunos separadamente


porque é um momento do professor e dos alunos e além do mais a intervenção
será feita com eles.
Neste momento o professor explicará a eles o que é o Projeto de inter-
venção, porque ele foi feito e para quem ele foi feito. Também discutirá sobre
as atividades propostas na intervenção pedagógica e deixará aberto a discus-
sões e perguntas.

Duração: 1 aula
OBJETIVOS

 Obter informações sobre o conhecimento dos alunos acerca do objeto


de estudo que é o corpo.
 Coletar dados para anamnese.

O questionário é uma forma de o professor dar início ao seu trabalho e fazer


uma anamnese à respeito dos conhecimentos que os alunos têm sobre o as-
sunto.
Embora as atividades já estejam prontas, o questionário é muito impor-
tante porque norteará o professor na sua estratégia de ação e o deixará a par
dos conhecimentos individuais de cada aluno. O modelo de questionário está
disponibilizado em anexo.

Duração: 1 aula
OBJETIVOS
 Analisar a imagem em todo seu contexto corporal.
 Comparar a imagem deste objeto ao corpo na contemporaneidade.
 Atribuir a esta imagem os adjetivos que cada um gostaria de nomear.
Esta imagem chama-se Vênus de Lespugue descoberta em 1922 na ca-
verna das cortinas em Lespugue na França. Graças a ela fora descobertos vá-
rios fósseis entre 24 e 26.000 anos de antiguidade. A estatueta foi feita de mar-
fim de mamute e infelizmente, ao escavarem, a estátua que é muito pequena
fora quebrada irremediavelmente na escavação. Esta imagem descreve câno-
nes estilísticos descomedidamente desenvolvidos (esteatopigia), ela tem a ca-
beça pequena, pés apenas esboçados e pontiagudos rosto sem detalhes têm
algumas incisões paralelas que foram interpretadas como pelos seios e náde-
gas desproporcionais e que foram muito discutidos na interpretação da estatue-
ta.
Nesta atividade o professor pedirá aos alunos que analisem a imagem e
após analisarem eles deverão:
 Discutirem a respeito da imagem
 Redigir um pequeno texto: Como você vê esta imagem?
Para mais informações sobre a imagem, acessem o link abaixo:
http://www.filosofia.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=7&evento=4#menu-
galeria

Duração: 1 Aula
OBJETIVO

 Conduzir os alunos a descreverem seus conceitos de forma simples so-


bre o corpo

A árvore conceitual é uma atividade simples que irá esclarecer os con-


ceitos que cada aluno tem a respeito da palavra corpo.
A atividade constitui em uma árvore em que em seu meio estará
escrito corpo e nas demais dimensões da árvore os alunos terão que escrever
um adjetivo para esta palavra.
Modelo apresentado em anexos.
Nesta atividade podemos observar o que os alunos pensam sobre o cor-
po e a partir daí estabelecer discussões a respeito interagindo uns com os ou-
tros.

Para refletir:

COMO VOCÊ TEM VISTO SEU CORPO UL-


TIMAMENTE?

UM CORPO QUE PENSA, SENTE E AGE?

VOCÊ TEM UM CORPO OU VOCÊ É SEU


PRÓPRIO CORPO?
Duração: 1 Aula
OBJETIVOS

 Mostrar aos alunos através do vídeo Comunicação não verbal – o corpo


fala – Linguagem corporal com Charlie Chaplin, que para expressar algo
não precisamos fazê-lo sempre verbalmente, nosso corpo fala através
dos gestos/movimentos e atitudes que temos para com o outro.
 Despertar nos alunos a consciência e expressão corporal e que através
do movimento corporal podemos dizer muitas coisas sem emitir uma pa-
lavra sequer.
 Propor uma mímica para que na prática tenham a vivência corporal.

Sabemos que o corpo fala através dos movimentos, o professor irá mos-
trar um vídeo chamado Comunicação não verbal - O corpo fala - Linguagem
Corporal com Charlie Chaplin disponível em:
http://www.youtube.com/watch?v=1ow1oDkhkjo
Os alunos assistirão a esse vídeo, discutiremos e em seguida faremos
uma mímica onde formaremos grupos de 4 a 5 pessoas. Cada grupo escolherá
um filme e para apresentar o nome do filme será somente através da mímica
não podendo falar uma palavra sequer e os outros grupos terão que adivinhar o
nome do filme sugerido pelo grupo que estiver apresentando.

“O corpo em sua totalidade irá participar do


fenômeno da percepção, a consciência do
corpo invade o corpo, a alma se espalha em
todas as suas partes, o comportamento ex-
travasa seu setor central”.

(Merlau-ponty)
Duração: 2 aulas
OBJETIVOS
 Despertar nos alunos o autoconhecimento.
 Experienciar o momento que cada um terá consigo mesmo.
O professor utilizará uma caixa de presente pequena onde em seu fundo
terá um espelho. Cada aluno individualmente será chamado a frente para abrir
aquela caixa a qual o professor dirá que tem uma surpresa lá dentro. Na dis-
cussão antes do aluno abrir a caixa o professor irá questionando: será que vo-
cês vão gostar da surpresa que está dentro da caixa de presente? Vão gostar
do que verão? Será que é bonito? Feio? E os alunos no momento em que abri-
rem a caixa se depararão com um espelho que refletirá a sua imagem e naque-
le momento eles terão que dizer para a turma se gostam do que está dentro da
caixa e porque gostam. O professor deve orientar para que ao voltar ao seu
lugar o aluno deverá ficar em silêncio até que todos possam ver.
Após, discutiremos a atividade, os alunos organizarão grupos de 5 pes-
soas e farão a seguinte atividade:

1) Substitua os números por letras para descobrir a máxima da doutrina de


Sócrates que foi um grande filósofo grego no século V a.c para que pos-
sam compreender que o autoconhecimento é o ponto de partida para o
desenvolvimento integral do ser humano.
Modelo da atividade disponível em anexos.

Duração: 1 aula
Objetivo
 Ouvir a música Garota de Ipanema de Tom Jobim e Vinícius de Moraes.
 Analisar a letra da música.
 Observar os detalhes da música e discuti-los.
Nesta atividade o professor colocará um vídeo com a música Garota de Ipane-
ma de Tom Jobim onde ele canta com Vinícius de Moraes que está disponível
em: http://www.youtube.com/watch?v=KJzBxJ8ExRk.
A música Garota de Ipanema foi composta por Vinícius de Moraes e An-
tônio Carlos Jobim o popular Tom Jobim em 1962, sob a inspiração de uma
moça chamada Eloísa Heneida Menezes Paes Pinto conhecida como Helô Pi-
nheiro a musa inspiradora do poeta brasileiro. História disponível em:
http://www.infoescola.com/musica/garota-de-ipanema/.
Antes de colocar a música o professor deverá elucidar aos alunos um pouco
da história de como aconteceu a música e porquê. Após ouvirem a música os
alunos deverão:
1) Analisarem e discutirem com a classe e o professor se gostaram da mú-
sica e o que diz a letra.
2) Como imaginam a “Garota de Ipanema” (bonita, magra, alta, baixa, loira,
morena, enfim, o que a letra diz?).
3) Se fossem compor uma música para que tipo de pessoa iriam compor.
Em seguida cada aluno receberá um papel em branco, desenharão uma pes-
soa e escreverão uma palavra ou frase que decifra esta pessoa desenhada.
Obs. esta atividade está vinculada a atividade 9 e 10 que será a sua continui-
dade.

OS RETIRANTES

Imagem disponível em:


http://www.filosofia.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=352&evento=
4
Duração: 2 Aulas
OBJETIVO:
 Ler o recorte do poema Morte e Vida Severina ( anexo 4 ).
 Assistir ao vídeo Morte e Vida Severina. Duração 55’:18”.
 Analisar e discutir o vídeo assistido.
 Conhecer como vive o povo do Nordeste, sua cultura, políticas sociais e
como estes fatores influenciam na sua construção corporal.

O professor juntamente com os alunos farão uma leitura do recorte do poe-


ma em anexo, colocará o vídeo Morte e Vida Severina em desenho animado
aos alunos que está disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=alOXpuFX8yo.
Em seguida, levantará questionamentos para que os alunos discutam a respei-
to do vídeo.
Questionamentos (analogia)
1) Vocês gostaram do vídeo?
2) O que exatamente a história animada conta?
3) Como era o Severino?
4) Porque ele retirou-se da sua terra?
5) Qual a diferença entre a Garota de Ipanema e o Severino?
6) Como era a sociedade da Garota de Ipanema?
7) Existem diferenças entre a vida da garota com a vida do Severino?
Quais? Por quê?
8) Quais os adjetivos que vocês atribuem ao Severino e a Garota de Ipa-
nema?

Para melhor esclarecimento sobre Morte e Vida Severina indico a leitura de um


texto neste link: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/431901
Duração: 4 aulas
OBJETIVOS
 Despertar nos alunos o interesse pela dramatização.
 Organizar uma dramatização fundamentada na análise da letra da músi-
ca Garota de Ipanema e nos versos do retirante Severino.
 Executar a dramatização na sala de aula.

Nesta atividade o professor irá organizar os alunos para desenvolverem uma


dramatização que envolva as atividades 7 e 8 que são a Garota de Ipanema e
o retirante de Morte e Vida Severina. Na sequência os alunos irão produzir o
roteiro com as falas e o espaço que vão atuar. Eles terão que:
1) Escolher os personagens: Severino, Garota de Ipanema, Tom Jobim, Vi-
nícius de Moraes e outros que acharem necessário.
2) Através da história do retirante o Severino e da letra da música Garota
de Ipanema, organizar o roteiro e distribuir as tarefas.
3) Juntar as duas histórias na dramatização e depois fazer uma analogia
para poderem entender as diferenças sociais, políticas e culturais dos
dois extremos.
Na sequência o professor os ajudará a montar a dramatização e no espaço da
sala será apresentada para a turma.

Duração: 2 aulas
OBJETIVOS
 Analisar o contexto da prática do fisiculturismo
 Conhecer o fisiculturismo para além do esporte
 Compreender as atitudes tomadas em relação ao corpo na contempora-
neidade.
 Analisar criticamente a prática da musculação para fins estéticos e pa-
drões de beleza.
Nesta atividade o professor deverá em primeiro lugar falar um pouco da história
do Fisiculturismo e do fisiculturismo no Brasil.
Após expor a história, o professor irá passar um vídeo que é uma repor-
tagem do campeonato paranaense de fisiculturismo de 2013 que está disponí-
vel em: http://www.youtube.com/watch?v=lNdwnHizrUA
O professor também colocará imagens de corpos extremamente treina-
dos de homens e mulheres e que se tornam aberração aos olhos humanos pa-
ra que os alunos também analisem.

Imagens

Acessem os links:
http://www.rafaelpersonaltrainer.com.br/anorexia--vigorexia--bulimia.html
http://wwwsaudemaisvida.blogspot.com.br/2011/05/vigorexia_26.html
http://postsabeiramar.blogspot.com.br/2012/01/mulheres-fisiculturistas-beleza-ou.html
http://obutecodanet.ig.com.br/index.php/2009/06/02/o-mais-jovem-fisiculturista-do-mundo-
completa-17-anos/
http://www.humornarede.com.br/page/25
Humor
Acessem o link:
http://joaomensphysique.blogspot.com.br/2013/07/charges-sobre-academia.html

Assim que assistirem o vídeo e verem as imagens, os alunos deverão:


 Discutirem sobre o vídeo e as imagens (se gostaram, o que pensam, se
já viram algum campeonato de fisiculturismo e o que acham sobre este
tipo de “esporte” exibição. Se acham bonito os corpos “sarados” na
musculação exagerada.
 Refletirem sobre a postura desses atletas para conquistarem um cam-
peonato que visa a beleza e a “perfeição”, a simetria, a força e a defini-
ção e se assim não for não servem.
 Treinar-se-iam para chegar a ter o “corpo perfeito” que a mídia mostra.
 Formar trios e responder a alguns questionamentos que estão em ane-
xo.
Para saberem um pouco da história do Fisiculturismo acesse:
http://www.infoescola.com/esportes/fisiculturismo/

Eu não sou eu nem sou outro

Sou qualquer coisa de intermediário:

Que vai de mim para o outro.

Mário de Sá Carneiro

Duração: 2 aulas
Objetivos
 Conhecer o conto um desejo e dois irmãos de Marina Colasanti.
 Fazer uma análise textual.
 Discutir o texto.
É o quinto conto do livro de Marina Colasanti chamado Doze reis e a
moça do labirinto no vento. O livro tem 13 contos e é infanto-juvenil. Ativi-
dades propostas em anexo.
Um desejo e dois irmãos
É a história de dois irmãos onde um desejava ser o outro. O rei antes de
morrer, para que os filhos não brigassem dividiu o seu reino dando o mar
para um e o céu para o outro, depois os irmãos resolveram competir e
quem chegasse primeiro a linha do horizonte ficaria com o reino do outro. A
linha do horizonte teve pena dos dois e devagar sem deixar-se perceber foi
chegando perto na hora da disputa. Eis que aconteceu algo inesperado: e-
les se fundem e tornam-se um só.

Para ler o texto Um Desejo e Dois Irmãos de Marina Colasanti, acessem


o link: http://www.leiabrasil.org.br/old/leituras/novos/desejo_irmaos.htm
Duração: 1 Aula
OBJETIVOS
 Apresentar aos alunos as diversas imagens corporais que estão nos
links no anexo seis.
 Discutir sobre as imagens, sua influência, estética e beleza.
 Despertar nos alunos a consciência sobre a ética relacionada a própria
imagem.
 Conduzir os alunos a uma consciência crítica nas questões relacionadas
a imagem corporal, estética e beleza impostas por nossa sociedade.
Nesta atividade o professor irá mostrar aos alunos algumas imagens de pesso-
as musculosas consideradas “perfeitas” e algumas exageradas (vigorexia), ta-
tuadas, muito magras (bulimia, anorexia) e obesas no intuito de observarem e
levantarem discussões à respeito dessas imagens corporais. Ao mostrar todas
as imagens os alunos deverão:

 Formar grupos de cinco pessoas e analisarem todas as imagens.


 Discutirem se acham bacana ou não as imagens corporais analisadas e
por que.
 Escreverem em uma folha de papel todas as observações feitas.
 Cada grupo irá expor suas opiniões e análises para discussão geral com
a turma após terem discutido em grupo.
Todas as imagens que serão mostradas aos alunos para análise e discussão
estão nos links abaixo:
Link da imagem bulimia

http://www.patricinhaesperta.com.br/papo-de-mulher/transtornos-alimentares-iii-bulimia-e-
anorexia

Link da imagem da Barbie anoréxica

http://blogdamiquei.blogspot.com.br/2012/07/bulimia-e-anorexia-ser-magra-nao-e-esta.html

Link do rapaz anoréxico


http://nadaalemdegarotas.blogspot.com.br/2011/11/bulimia-e-anorexia-ser-magra-nao-e-
esta.html

Link da moça de costas

http://chapsteak.tumblr.com/aboutanorexia

Link da perfeição (Moça)

http://www.flogao.com.br/alunosbio/11432963

Fisiculturismo

http://www.rafaelpersonaltrainer.com.br/anorexia--vigorexia--bulimia.html

http://wwwsaudemaisvida.blogspot.com.br/2011/05/vigorexia_26.html

http://postsabeiramar.blogspot.com.br/2012/01/mulheres-fisiculturistas-beleza-ou.html

http://obutecodanet.ig.com.br/index.php/2009/06/02/o-mais-jovem-fisiculturista-do-mundo-
completa-17-anos/

http://www.humornarede.com.br/page/25

Imagens de pessoas tatuadas

http://www.oloxa.blog.br/2011/06/as-mais-loucas-pessoas-tatuadas.html

http://www.folhadopara.com/2012/01/tatuados-extremos-participam-de.html

http://www.soultattoo.com.br/blog/a-sinergia-perfeita-estilo-e-tattoos

http://lua2gatos.blogspot.com.br/2011/06/pre-conceito.html

http://modices.com.br/tag/gueixa/

Imagens de pessoas gordas

http://www.equilibriosempre.com/2012/01/nao-importa.html

http://marianasimionato.com/moda/barbie-e-a-vida-inperfeita

http://maybe-theblog.blogspot.com.br/2013/07/gordas-ou-magras-quer-se-e-atitude.html

http://diferentesconhecimentos.blogspot.com.br/2012/04/as-10-pessoas-mais-gordas-do-
mundo.html
Duração: 4 Aulas
OBJETIVO
 Identificar nas dimensões da Dança, movimentos corporais como forma
de corporalidade observando no contexto do filme a trajetória social e
cultural daquela sociedade.
Após assistir o filme os alunos irão discuti-lo com o professor a respeito do
mesmo e dentro da sua realidade comentar:
 Onde se deu toda a história do filme.
 Qual era o objetivo do professor de dança.
 Que tipos de sociedade aqueles alunos viviam.
 Como era sua relação afetiva.
 Qual era a essência da corporalidade dos alunos.
 Por que eles rejeitavam outro tipo de ensinamento.
 O que o conhecimento e o autoconhecimento acrescentaram em suas
vidas.

Sinopse do filme:
O filme foi baseado em fatos reais e conta a história de um pro-
fessor de dança de salão chamado Pierre Dulaine interpretado por Antô-
nio Banderas que se oferece a dar aulas em uma escola pública de New
York onde os adolescentes que estudavam lá tinha incutido a cultura do
Hip Hop e nada e nem ninguém mudava isso. No momento em que o
professor de dança profissional chega à escola, as coisas mudam e a
vida daqueles alunos também. Vale a pena assistir!
Para ver o filme completo e dublado acessem o link:
http://www.youtube.com/watch?v=H18c5CJr09Y

“Considerando o corpo em movimento, vê-


se melhor como ele habita o espaço (e também o
tempo), porque o movimento não se contenta em
submeter-se ao espaço e ao tempo, ele os assu-
me ativamente, retoma-os em sua significação
original, que se esvai na banalidade das situa-
ções adquiridas”.

(Maurice Merleau – Ponty, 1994).

Duração: 10 Aulas
OBJETIVOS
 Ampliar a socialização e integração entre os participantes.
 Promover o desenvolvimento da percepção entre espaço-tempo e mo-
vimento.
 Expressar as emoções.
 Praticar a coordenação motora a memória e a autoestima.
Este festival de Dança de salão será dirigido aos alunos do 3° ano do Ensi-
no Médio com a finalidade de representar através da dança de salão toda a
corporalidade e expressão que ela envolve. A Dança é uma prática que desde
as épocas mais remotas o ser humano dançava para expressar seus sentimen-
tos. Sabemos que não é fácil se expressar através do corpo embora faça parte
da natureza humana a expressão singular onde as emoções são transmitidas.
Dançando os alunos conseguirão entender a apreender na prática o conheci-
mento se si mesmo, o respeito a si mesmo e ao outro. Eles irão entender os
limites da corporalidade e a forma significativa de se expressarem. Através da
dança entenderão que fazem parte de uma sociedade que cobra comporta-
mentos padronizados de consumo, estética e imagem corporal e que depende
de cada um se submeter as estes comportamentos. Acredito que através da
dança abrirá uma porta a uma visão norteadora da autonomia de cada um de-
les.

Como acontecerá o festival


Os alunos se organizarão e farão duplas. O ritmo a ser dançado será
previamente estabelecido pelo professor e pelos alunos em um consenso.
Após tudo estabelecido as duplas começarão a ensaiar. Eles terão oito
aulas para ensaiarem. Quatro aulas ficarão para apresentação da dança.
O local do festival ficará a critério do professor e alunos.

Sugestão:
O professor irá sugerir aos alunos para fazerem um pout pourri, de rit-
mos para dançarem diferentes variações.
Para que isto aconteça todos estarão envolvidos na escolha das músi-
cas e sua sequência de ritmos. Após tudo definido começam a ensaiar.

DANÇA

Imagem retirada do dia a dia Educação


http://www.educacaofisica.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=54&evento=2
Sugestão do regulamento do festival de Dança em anexo.

4. REFERÊNCIAS

AZEVEDO, S. N. Em busca do corpo perfeito: um estudo do narcisismo. Cu-


ritiba: Centro Reichiano, 2007. Disponível em:
WWW.centroreichiano.com.br/artigos.htm Acesso em : 04/07/2013.

ANDRADE, Mônica Rodrigues Maia de; AMARAL, Ana Carolina Soares ; FERREIRA,
Maria Elisa Caputo. A Cultura do Corpo Ideal: Prevalência de Insatisfação Corpo-
ral entre Adolescentes. Pisc. Pesq. Juiz de Fora, v 4, n1, 2010. Disponível em:
<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=s1982-
12472010000100004&ing=pt&nrm=iso<. acesso em 05 de jul. de 2013.

FREUD, Sigmund. Sobre o narcisismo: uma introdução (1914) In: Edição standard
brasileira de obras psicológicas completas. Tradução de Jayme Salomão. Rio de Ja-
neiro: Imago, 1980. v. XIV

REITAS, Giovanina Gomes de (2004). O esquema corporal, a imagem corporal, a


conscorporal e a corporeidade. Segunda Edição.

GIL, Antônio Carlos (2002). Como elaborar um projeto de pesquisa. São Paulo –
SP. 4º edição. Editora Atlas S.A.

GUEDES, Cláudia Maria. O corpo desvelado. In. Moreira, Wagner Wey (org). Corpo
res(s). Campinas – Papirus, 1995.

GONÇALVES, Maria Augusta Salim. Sentir, Pensar, Agir – Corporeidade e Educa-


ção. Maria Augusta Salim Gonçalves – Campinas SP. Papirus 1994 – (Coleção Corpo
e Motricidade).

LE BRETON, David (2003). Adeus ao Corpo: Antropologia e Sociedade. Campinas:


Papirus.

LE BOULCH, Jean. Educação Psicomotora: Psicocinética na idade escolar.


Tradução de Jeni Wolff. 2 ed. Porto Alegre: Rio Grande do Sul: Artes médicas,
1988.
MOREIRA, Wagner Way. Século XXI: A era do corpo ativo/ Wagner WEY
Moreira (org). – Campinas, SP: Papirus, 2006.

PARANÁ, Secretaria do Estado da Educação. Diretrizes Curriculares da Re-


de Pública da Educação Básica do Estado do Paraná – Educação Física.
Curitiba: SEED, 2008.

PELEGRINI, Thiago. Imagem do Corpo: Reflexões sobre as acepções cor-


porais construídas pelas sociedades ocidentais. Revista Urutágua – Revis-
ta acadêmica multidisciplinar – quadrimestral n 08. Publicada em 03/12/2004.
Disponibilizada em http://www.urutagua.uem.br/008/08edu_pelegrini.

SILVA, Ana Márcia. Elementos para compreender a modernidade do corpo


numa sociedade racional. In. Soares, C.L. Corpo e educação. 2 ed. Campi-
nas: CEDES, 2000.

MERLEAU-PONTY, Maurice, 1908-1961. Fenomenologia da percepção/


Maurice Merleau-Ponty; tradução Carlos Alberto Ribeiro de Moura. – 4°ed. –
São Paulo : Editora WMF Martins Fontes, 2011. – ( Biblioteca do pensamento
moderno). Título original: Phénomenologie de La perception. Bibliografia. ISBN
978-85-7827-116-9.
5. ANEXOS
Anexo 1 – Termo de Consentimento Livre e Esclarecido - TCLE

Prezados pais ou responsáveis:

Temos o prazer de convidar seu/sua filho (a) a participar da pesquisa in-


titulada Corpo e corporalidade: um debate sobre os conceitos e a vivência
dos alunos sobre estética corporal como projeto de pesquisa vinculada ao
PDE (Programa de Desenvolvimento Educacional).

Esta investigação tem por objetivo verificar as concepções que os


alunos do terceiro ano do ensino médio têm a respeito do corpo, corporalidade
e estética corporal, visto que as questões relacionadas ao corpo e a imagem do
mesmo são de grandes discussões e muitas vezes trazem dúvidas sobre o co-
nhecimento da corporalidade enquanto ser social.

A metodologia adotada para a pesquisa prevê atividades em sala de au-


la, pesquisas, palestras, trabalhos em grupo, filmes, leitura de textos, discus-
sões, debates sobre o assunto, atividades práticas e aplicação de um questio-
nário.

Será garantido o sigilo das informações obtidas bem como o anonimato


dos participantes do estudo. Além disso, as informações coletadas serão ex-
clusivamente para o desenvolvimento desta pesquisa. Enquanto participante do
estudo seu filho (a) terá a opção de desistência em qualquer etapa da pesqui-
sa, sem qualquer tipo de penalização.

A colaboração do seu/sua filho (a) torna-se imprescindível para o alcan-


ce do objetivo proposto. Agradeço antecipadamente a atenção dispensada e
coloco-me à sua disposição para quaisquer esclarecimentos (Débora Cíntia
Cazonato de Lima, e-mail: deboracintiacazonato@gmail.com fone: ( (43)
96458918).

_______________________________________________________________
_______
De acordo com o esclarecido, autorizo meu filho
(a)_________________________a participar da pesquisa “ Corpo e corpo-
ralidade: um debate sobre os conceitos e a vivência dos alunos sobre esté-
tica corporal” estando devidamente informado (a) sobre a natureza da pes-
quisa, objetivos propostos, metodologia empregada e benefícios previstos.

Lunardelli, _____ de fevereiro de


2014.

___________________________________________________________

Pais ou responsável
Anexo – 2 – Atividade 3 – Avaliação Diagnóstica
QUESTIONÁRIO

1) Para você corpo significa:

( ) Movimento ( ) Beleza ( ) Objeto de consumo

2) Você conhece seu corpo?

( ) Sim ( ) Não ( ) Partes dele

3) Qual a parte do seu corpo que você mais gosta?

( ) Todas as partes ( ) Algumas partes ( ) Nenhuma parte

4) Quando você se olha no espelho qual imagem você vê?

( ) Bonito (a) ( ) Feio (a) ( ) Razoável

5) O que você conhece sobre estética corporal?

( ) Ser magro ( ) Cuidar da aparência sem exageros ( ) Estar dentro dos


padrões de beleza

6) O que mais te chama a atenção no corpo do outro?

( ) Aparência física ( ) Postura diante de várias situações


( ) Intelectualidade

7) Para você como a mídia pode influenciar na autoimagem?

( ) Positivamente ( ) negativamente ( ) Não influencia

8) Para você o que é corporalidade?

( ) Manifestações corporais histórica e culturalmente produzidas que possibilita


a socialização dos indivíduos

( ) Dualismo Corpo/Mente

( ) Somente questões estéticas


Anexo 3 – Atividade 5 – Conceituando o corpo

Eu sou o CORPO, escreva em cada nuvem um adjetivo que tenha relação co-
migo.

Adjetivo Adjetivo
Adjetivo

Adjetivo
Adjetivo

Adjetivo CORPO Adjetivo

Adjetivo
Adjetivo
Adjetivo

Sugestão para o professor

Bonito – flácido – sarado – gordo – atraente – másculo – feio – viril – magro –


elegante – sensual – esbelto – grande – pequeno – delicado – lindo – enorme –
alto – baixo – obeso – magricelo – fraco – forte – perfeito.
Anexo – 4 – Atividades 8 e 9 - Morte e Vida Severina e Garota de Ipanema

Recorte do texto Morte e Vida Severina de João Cabral de M. Neto

...Somos muitos Severinos

Iguais em tudo na vida

Na mesma cabeça grande

Que a custo é que se equilibra,

No mesmo ventre crescido

Sobre as mesmas pernas finas,

E iguais também porque o sangue

Que usamos tem pouca tinta...

De sua formosura

Já venho dizer:

é um menino magro,

de muito peso não é,

...mas tem o peso de homem

...de obra de ventre de mulher

...Mas tem a marca de homem

Marca de humana oficina...

...mas que a máquina de homem

já bate nele incessante...

Procure e marque no diagrama de letras as palavras em destaque do texto a-


baixo:

SEVERINO é o narrador do poema morte e vida Severina. O substantivo


Severino significa a MORTE e o adjetivo Severina indica a VIDA. O tema do
poema é a SOBREVIVÊNCIA. É muito típico do Nordeste: a SUBNUTRIÇÃO,
ANEMIA, MISÉRIA e SOFRIMENTO. O verso que fala sobre a máquina do
homem é o CORAÇÃO. Na música de Tom e Vinícius, ela é a coisa mais linda
mais cheia de graça GAROTA DE IPANEMA. A garota percorre todos os dias o
caminho do MAR. O corpo dela é DOURADO e quando ela passa o mundo se
enche de GRAÇA.

A D U N G O T C O M I S

S E N H A B A T I S T U

E S O F R I M E N T O B

V A U C O R P S F Y B N

E S C A T V M O R T E U

R O N D A C E B I L U T

I N T O D O U R A D O R

N H U L E B A E O I G I

O L A D I N V V F E P Ç

P A S O P A I I S S I A

G R A Ç A Y D V B R A O

A J U I N D A E U R Y P

D I A B I D E N A J O S

W O I A M A R C L O P O

G O I L A M C I F A V O

W Y G O E K L A F D Q I

Anexo 5 – Atividade 7 – Caixa de Surpresa

Substitua os números pelas letras e descobrirá a máxima da doutrina de


Sócrates, um grande filósofo do século V a.c. Depois você compreenderá que
o autoconhecimento é o ponto de partida para o desenvolvimento do ser hu-
mano.
1 = TE 5 = MO
2=A 6 = NHE
3 = CO 7 = TI
4 = CE 8 = MES

3
333 6 4 1 2 7 8 5

Escreva a máxima aqui:

Anexo 6 – Atividade 11- Vídeo Fisiculturismo

Trabalho em grupo
1) Como vocês veem a pessoa que pratica exercícios físicos até a exaus-
tão para ficarem extremamente fortes e grandes?

2) Vocês acham bonitos e saudáveis estes corpos “sarados”? Por quê?

3) O que vocês acham que leva uma pessoa a treinar e chegar ao exagero
de um corpo “perfeito” ou que elas acreditam que sejam perfeito?

4) O que é um corpo perfeito para vocês? Por quê?


Anexo 7 – Atividade 12 – Conto Um Desejo e Dois Irmãos

1) Escreva as palavras no lugar adequado e compare as diferenças dos


dois príncipes.

Moreno Recebeu o céu Recebeu o mar


Louro

Cavalo
Olhos
O de cima O de baixo Marinho
azuis

Cavalo Olhos
alado verdes

Príncipe 1 Príncipe 2

Agora é só preencher os quadros.


Resposta
Príncipe 1: recebeu o céu, olhos azuis, cavalo alado, louro, o de cima.
Príncipe 2: moreno, olhos verdes, recebeu o mar, cavalo marinho, o de baixo.

2) Ordene as palavras e complete o resumo

SOÃMRI – RES UM ORTUO – ERI – ONIER – UCÉ – RAM – TIR PE


COM – TE ZON RI HO – ANEP – BER CE PER – OTREP – SE ELES –
SÓ UM NAM TOR.
Um desejo e dois irmãos

É a história de dois___________ onde __________ desejava


___________. O ___________antes de morrer, para que os filhos não
brigassem dividiu o seu _________dando o _________ para um e o
________ para o outro, depois os irmãos resolveram ____________ e
quem chegasse primeiro a linha do ____________ ficaria com o reino do
outro. A linha do horizonte teve ___________dos dois e devagar sem
deixar-se ____________foi chegando ____________na hora da disputa.
Eis que aconteceu algo inesperado: ___________fundem e
__________-se __________.

Resposta

Irmãos – um – ser – outro – rei – reino – mar – céu – competir – horizonte - pe-
na – perceber – perto – eles – se – tornam – um – só.

3) Ordene as palavras e descubra o tema do conto

A – mar – e – luta – dois, entre – reinos – desejam – irmãos – os – que – do –


céu – do.

Resposta
A luta entre dois irmãos, que desejam os reinos do céu e do mar.

4) Escreva as palavras na ordem em que aparecem e terá a conclusão do


texto
duplo – felicidade – outro – a si mesmo – autoconhecimento – essencial -
integridade do ser.

A aceitação do __________ garante a __________, pois recusar o


__________ implica negar __________, desprezar o processo de __________,
que é ___________ à vida humana garantindo a ____________.
Anexo 8 – Atividade 15 – Concurso de Dança de Salão

Avaliação do concurso de Dança de Salão da turma do terceiro ano do Ensino


Médio do Colégio Estadual Geremia Lunardelli – 2014

Pontuação
1) Dançar no ritmo respeitando o espaço dos outros casais e o parceiro (a)
Nota (0 a 5)

Dupla Nota
1
2
3
(quantas duplas tiverem)

2) Observar os movimentos técnicos em relação aos ritmos escolhidos


Nota ( 0 a 5 )

Dupla Nota

Seguir o modelo de cima

3) Observar o tempo (considerar a consistência e consciência na execução


dos movimentos). Nota ( 0 a 5 )

Dupla Nota

4) Observar a habilidade considerando o domínio dos movimentos e sua


naturalidade na dança. Nota de ( 0 a 5 ).

Jurados
( poderá ser alunos que não participarão da dança ), deverão fazer a soma de
cada dupla. Exemplo:
Dupla Pontuação
Soma
1

2 Soma

Soma
3

4 Soma

5) Classificar as 3 primeiras duplas de acordo com a soma dos pontos. Ex.

Dupla Pontuação Lugar

Depois de decidido os lugares o professor junto com a equipe pedagógica po-


derá presentear as duplas com prêmios. Os prêmios serão decididos pelo pro-
fessor junto com a equipe pedagógica.