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As Teorias do Controle Mental e as Técnicas Utilizadas


Pela Mídia de Massa
Fonte: The Vigilant Citizen, 28/4/2010.

A mídia de massa é o instrumento mais poderoso usado pela Recursos úteis


classe governante para manipular as massas. Ela forma e molda para sua maior
as opiniões e atitudes, e define o que é normal e aceitável. Este compreensão
artigo examina o funcionamento da mídia de massa por meio das
teorias de seus principais pensadores, sua estrutura de poder e
as técnicas que ela usa, de modo a compreender seu verdadeiro
papel na sociedade.

Título do Livro 1

A maior parte dos artigos no meu site discute o simbolismo


ocultista encontrados nos objetos da cultura popular. A partir da
leitura desses artigos, surgem questões legítimas relacionadas
com o propósito desses símbolos e as motivações daqueles que
os colocam ali, porém é impossível para mim fornecer respostas
satisfatórias a essas questões sem mencionar muitos outros
conceitos e fatos. Portanto, decidi escrever este artigo para
fornecer o pano de fundo teórico e metodológico das análises
apresentadas no site, bem como apresentar os principais
estudiosos do campo das comunicações na mídia de massa.
Algumas pessoas leem meus artigos e pensam que estou Título do Livro 2
dizendo: "Lady Gaga quer controlar nossas mentes". A questão
não é esta. Lady Gaga é simplesmente uma pequena parte de
um sistema enorme, que é a mídia de massa.

Programação Por Meio da Mídia de Massa

Mídia de massa são formas de mídia que têm o objetivo de


alcançar a maior audiência possível. Ela inclui a televisão,
cinema, rádio, jornais, revistas, livros, gravações musicais, jogos
de computador e a Internet. Muitos estudos foram realizados no
século passado para medir os efeitos da mídia de massa na
população de modo a descobrir as melhores técnicas para

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influenciá-la. A partir desses estudos surgiu a ciência das


Comunicações, que é usada no marketing, nas relações públicas
e na política. A comunicação em massa é uma ferramenta
necessária para garantir a funcionalidade de uma grande
democracia; ela também é uma ferramenta necessária em uma
ditadura. Tudo depende como ela é usada.

No prefácio da edição de 1958 de seu livro Admirável Mundo


Novo, Aldous Huxley pinta um retrato bastante sombrio da
sociedade. Ele acredita que ela é controlada por uma "força
impessoal", uma elite governante que manipula a população
usando vários métodos:

"Forças impessoais sobre as quais não temos praticamente


controle algum parecem estar nos empurrando na direção
Título do Livro 3
do pesadelo do Admirável Mundo Novo; e essa pressão
impessoal está sendo conscientemente acelerada por representantes das
organizações empresariais e políticas que desenvolveram diversas
técnicas novas para manipular, de acordo com o interesse de alguma
minoria, os pensamentos e emoções das massas." [Aldous Huxley,
prefácio de Admirável Mundo Novo].

Esse cenário sombrio antecipado por Huxley não é uma simples hipótese ou uma
ilusão paranoica. Ele é um fato documentado, apresentado nos estudos mais
importantes do mundo sobre a mídia de massa. Aqui estão alguns deles:

Os Pensadores da Elite

Walter Lippmann

Walter Lippmann, um intelectual norte-americano, autor e por duas


vezes ganhador do Prêmio Pulitzer, apresentou uma das primeiras
obras sobre o uso da mídia de massa. Em Public Opinion (1922), ele
comparou as massas a uma "grande besta" e a um "rebanho
confuso" que precisava ser guiado por uma classe governante. Ele
descreveu a elite governante como sendo "uma classe
especializada, cujos interesses se estendem além da localidade".
Essa classe é composta por mestres, especialistas e burocratas. De
acordo com Lippmann, os mestres, que frequentemente são
referenciados como "elites", devem ser máquinas do conhecimento,
que contornam o defeito principal da democracia, o ideal impossível
do "cidadão competente para julgar e lidar com todas as coisas". O
"rebanho confuso", desordeiro e insatisfeito, tem sua função de ser "os espectadores
interessados da ação", isto é, não os participantes. A participação é o dever do
"homem responsável", que não é o cidadão comum.

A mídia de massa e a propaganda são, portanto, ferramentas que precisam ser


usadas pela elite para governar o público sem o uso da coerção física. Um conceito
importante apresentado por Lippmann é a "fabricação do consentimento", que é, em
resumo, a manipulação da opinião pública a aceitar os planos da elite. É a opinião de
Lippmann que o público não está qualificado para refletir e tomar decisões sobre as
questões importantes. Portanto, é necessário que a elite decida "para seu próprio
bem" e então venda essas decisões para as massas.

"Que a fabricação do consentimento é capaz de grandes refinamentos,


acho que ninguém nega. O processo pelo qual as opiniões do público
surgem certamente não é menos intricado do que já foi mostrado nestas

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páginas, e as oportunidades para a manipulação aberta são bastante


claras para qualquer um que compreenda o processo... como um
resultado da pesquisa psicológica, acoplada com os meios modernos de
comunicação, a prática da democracia mudou de rumo. Uma revolução
está ocorrendo, infinitamente mais significativa que qualquer mudança
de poder econômico... Sob o impacto da propaganda, não
necessariamente no significado sinistro da palavra sozinha, as antigas
constantes do nosso pensamento se tornaram variáveis. Por exemplo,
não é mais possível acreditar no dogma original da democracia; que o
conhecimento necessário para o gerenciamento dos assuntos humanos
apareça espontaneamente a partir do coração humano. Onde atuamos
com base nessa teoria nos expomos ao autoengano e às formas de
persuasão que não podemos verificar. Já foi demonstrado que não
podemos confiar na intuição, na consciência ou nos acidentes da opinião
casual se quisermos lidar com o mundo que está além do nosso alcance."
[Walter Lippmann, Public Opinion; tradução nossa.].

Pode ser interessante observar que Lippmann foi um dos fundadores do Conselho
das Relações Internacionais, o CFR (Council on Foreign Relations), o centro de
estudos e debates de política externa mais influente do mundo. Esse fato deve lhe
dar uma pequena indicação do estado mental da elite com relação ao uso da mídia.

"O poder político e econômico nos EUA está concentrado nas mãos de
uma 'elite governante' que controla a maior parte das grandes empresas
multinacionais sediadas no país, a grande mídia de comunicações, as
fundações isentas de impostos mais influentes, as grandes universidades
privadas e a maior parte das empresas concessionárias de serviços
públicos. Fundado em 1921, o Conselho das Relações Internacionais é
um elo fundamental entre as grandes corporações e o governo federal.
Ele tem sido chamado de "escola para a formação de homens de
Estado", e chega perto de ser um órgão daquilo que C. Wright Mills
chamou de Elite do Poder — um grupo de homens, similares em
interesses e em seu modo de ser, que moldam os eventos a partir de
posições inexpugnáveis que estão por trás dos bastidores. A criação da
Organização das Nações Unidas foi um projeto do CRF, bem como a
criação do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial." [Steve
Jacobson, Mind Control in the United States; tradução nossa.].

Alguns membros atuais do CFR incluem David Rockefeller, Dick Cheney, Barack
Obama, Hilary Clinton, o pastor de megaigreja Rick Warren e os presidentes dos
conselhos administrativos de grandes corporações, como CBS, Nike, Coca-Cola e
Visa.

Carl Jung

Carl Jung foi o fundador da Psicologia Analítica (também


chamada de Psicologia Jungiana), que enfatiza a compreensão da
psiquê por meio da exploração dos sonhos, da arte, da mitologia,
da religião, dos símbolos e da filosofia. O terapeuta suíço está na
origem de muitos conceitos psicológicos usados hoje em dia,
como os Arquétipos, os Complexos, a Persona, o
Introvertido/Extrovertido e a Sincronicidade. Ele foi grandemente
influenciado pela base ocultista de sua família. Carl Gustav, seu
avô, foi um ávido maçom (era Grande Mestre) e o próprio Jung
descobriu que alguns de seus antepassados tinham sido rosa-
cruzes. Isso pode explicar seu grande interesse por filosofia
oriental e ocidental, alquimia, astrologia e simbolismo. Um de

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seus conceitos mais importantes (e malcompreendidos) é o do


Inconsciente Coletivo:

"Minha tese, então, é como segue: além de nossa


consciência imediata, que é de uma natureza inteiramente pessoal e que
acreditamos ser a única psiquê empírica (mesmo se conectada à
inconsciência pessoal como um apêndice), existe um segundo sistema
psíquico de uma natureza impessoal, universal e coletiva que é idêntica
em todos os indivíduos. Esse inconsciente coletivo não se desenvolve
individualmente, mas é herdado. Ele consiste de formas pré-existentes,
os arquétipos, que somente podem se tornar conscientes
secundariamente e que dão forma definitiva a certos conteúdos
psíquicos." [Carl Jung, The Concept of the Collective Unconscious;
tradução nossa.].

O inconsciente coletivo se expressa por meio de símbolos similares e figuras


mitológicas em diferentes civilizações. Os símbolos arquétipos parecem estar
incorporados em nosso subconsciente coletivo e, quando expostos a eles,
demonstramos atração e fascinação naturais. Portanto, os símbolos ocultistas podem
exercer um grande impacto nas pessoas, mesmo se muitos indivíduos nunca tenham
recebido pessoalmente uma iniciação sobre o significado esotérico do símbolo.
Alguns pensadores da mídia de massa, como Edward D. Bernays, encontraram nesse
conceito um grande modo de manipular o inconsciente coletivo e pessoal do público.

Edward Bernays

Edward Bernays é considerado o "Pai das Relações Públicas" e


usou conceitos descobertos por seu tio Sigmund Freud para
manipular o público usando o subconsciente. Ele compartilhava
a visão de Walter Lippmann sobre a população geral,
considerando-a irracional e sujeita ao "instinto de manada". Em
sua opinião, as massas necessitavam ser manipuladas por um
governo invisível para garantir a sobrevivência da democracia.

"A manipulação consciente e inteligente dos hábitos


organizados e das opiniões das massas é um elemento
importante na sociedade democrática. Aqueles que
manipulam esse mecanismo oculto da sociedade
constituem um governo invisível que é o verdadeiro poder
governante em nosso país."

"Somos governados, nossas mentes são moldadas, nossos gostos são


formados e nossas ideias são sugeridas, em grande parte, por homens
sobre os quais nunca ouvimos falar. Este é um resultado lógico do modo
como nossa sociedade democrática está organizada. Vastos números de
seres humanos precisam cooperar dessa maneira para que possamos
viver juntos como uma sociedade perfeitamente funcional."

"Nossos governadores invisíveis, em muitos casos, não sabem a


identidade dos outros membros no gabinete mais interno." [Edward
Bernays, Propaganda].

As campanhas inovadoras de marketing de Bernays mudaram profundamente o


funcionamento da sociedade americana. Ele basicamente criou o "consumismo",
criando uma cultura em que as pessoas compram para obter prazer, em vez de
comprar para sobreviver. Por esta razão, ele foi considerado pela Revista Life como
um dos cem americanos mais influentes no século 20.

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Harold Lasswell

De 1939 a 1940, a Universidade de Chicago realizou uma


série de seminários secretos sobre comunicações. Esses
centros de debates foram financiados pela Fundação
Rockefeller e envolveram os pesquisadores mais proeminentes
nos campos das comunicações e dos estudos sociológicos. Um
desses acadêmicos era Harold Lasswell, um cientista político
norte-americano e um dos principais teóricos das
comunicações, especializado em Análise da Propaganda. Ele
também era da opinião que uma democracia, um governo
governado pelo povo, não poderia se suster sem uma elite
especializada que formasse e moldasse a opinião pública por
meio da propaganda.

Em sua Encyclopaedia of the Social Sciences, Lasswell


explicou que, quando as elites não têm a força requerida para
impor a obediência, os gerentes sociais se voltam para "uma técnica totalmente nova
de controle, em grande parte por meio da propaganda". Ele acrescentou a
justificativa social: precisamos reconhecer a "ignorância e estupidez das... massas e
não sucumbir aos dogmatismos democráticos sobre os homens serem os melhores
juízes de seus próprios interesses.".

Lasswell estudou minuciosamente o campo da análise de conteúdo de modo a


compreender a eficácia de diferentes tipos de propaganda. Em seu ensaio Contents
of Communication, ele explicou que, de modo a compreender o significado de uma
mensagem (por exemplo, um filme, um discurso, um livro, etc.), deve-se levar em
conta a frequência com que certos símbolos aparecem na mensagem, a direção em
que os símbolos tentam persuadir a opinião dos ouvintes, e a intensidade dos
símbolos usados.

Lasswell ficou famoso por seu modelo de análise da mídia baseado em:

Quem (diz) O Que (para) Quem (em) Que Canal (com) Que Efeito

Por meio deste modelo, Lasswell indica que de modo a analisar corretamente um
produto da mídia, é necessário olhar para quem produziu o produto (as pessoas que
encomendaram a criação), para quem ele foi dirigido (o público-alvo) e quais eram
os efeitos desejados para esse produto (informar, convencer, vender, etc.) na
audiência.

Usando um vídeo da cantora Rihanna como um exemplo, a análise seria como


segue: QUEM PRODUZIU: Vivendi Universal; O QUE: a artista pop Rihanna; PARA
QUEM: consumidores na faixa etária dos 9-25 anos; QUE CANAL: vídeo de músicas;
e QUAL EFEITO: vender a artista, suas canções, sua imagem e sua mensagem.

As análises dos videoclipes e filmes no site The Vigilant Citizen colocam uma grande
importância em "Quem está por trás" da mensagem comunicada ao público. O termo
"Illuminati" é frequentemente usado para descrever esse pequeno grupo de elite que
ocultamente governa as massas. Embora o termo soe quase caricatural e
conspiracional, ele descreve corretamente as afinidades da elite com as sociedades
secretas e o conhecimento ocultista. Entretanto, pessoalmente, não gosto de usar o
termo "teoria conspiratória" para descrever aquilo que está acontecendo na mídia de
massa. Se todos os fatos referentes à natureza elitista da indústria estão
prontamente disponíveis ao público, podem eles ainda ser considerados "teoria
conspiratória"?

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Antigamente, havia uma diversidade de pontos de vista, ideais e opiniões na cultura


popular. Entretanto, a consolidação das grandes empresas de mídia produziu uma
padronização da indústria cultural. Alguma vez você já se perguntou por que todas
as músicas recentes parecem iguais e por que todos os filmes recentes também são
tão parecidos? O que vem a seguir é parte da resposta.

Propriedade da Mídia

Como mostrado no gráfico acima, o número de corporações que são proprietárias da


maior parte dos veículos de mídia nos EUA caiu de 50 para 5 em menos de vinte
anos. Aqui estão as principais corporações, de atuação global, e os ativos que elas
possuem.

"A relação das propriedades controladas pela AOL


Time Warner requer dez páginas impressas para
listar as 292 companhias separadas e subsidiárias.
Dessas, 22 são participações conjuntas com outras
grandes corporações envolvidas em graus variados
com as operações da mídia. Esses parceiros incluem
3Com, eBay, Hewlett-Packard, Citigroup,
Ticketmaster, American Express, Homestore, Sony,
Viva, Bertelsmann, Polygram e Amazon.com.
Algumas das propriedades mais conhecidas e que
pertencem totalmente à Time Warner incluem Book-
of-the-Month Club; Little, Brown Publishers; HBO,
com seus sete canais de televisão a cabo; CNN; sete
canais especializados e em outros idiomas; Road
Runner; Warner Brothers Studios; Weight Watchers
(Vigilantes do Peso); Popular Science; e 52
diferentes selos de gravação." [Ben Bagdikan, The New Media
Monopoly].

A AOL Time Warner é dona de:

• 6 4 revistas, incluindo Time, Life, People, Revista MAD e DC Comics

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• Warner Bros, New Line e Fine Line Features no cinema


• Mais de 40 selos musicais, incluindo Warner Bros, Atlantic e Elektra
• Muitas redes de televisão, como WB Networks, HBO, Cinemax, TNT, Cartoon
Network e CNN
• Artistas exclusivos: Madonna, Sean Paul, The White Stripes.

A Viacom tem as seguintes propriedades:

• CBS, MTV, MTV2, UPN, VH1, Showtime,


Nickelodeon, Comedy Central, TNN, CMT e BET
• Paramount Pictures, Nickelodeon Movies, MTV
Films
• Blockbuster Videos
• 1800 salas de cinema por meio da Famous Players.

A propriedade de uma equipe de hockey chamada The


Mighty Dukes of Anaheim não começa a descrever a vastidão
do império da Disney. Hollywood ainda é seu centro
simbólico, com oito estúdios de produção de filmes e
distribuidoras: Walt Disney Pictures, Touchstone Pictures,
Miramax, Buena Vista Home Video, Buena Vista Home
Entertainment, Buena Vista International, Hollywood
Pictures, e Caravan Pictures.

A Companhia Walt Disney controla oito editoras sob a Walt Disney Company Book
Publishing e a ABC Publishing Group; dezessete revistas; a Rede ABC de Televisão,
com dez emissoras próprias, incluindo nos cinco principais mercados; trinta estações
de rádio, incluindo todos os principais mercados, onze canais de televisão a cabo,
incluindo Disney, ESPN (participação conjunta), A& E, e o History Channel; treze
canais internacionais, indo da Austrália ao Brasil; sete unidades esportivas e de
produção em todo o mundo; e dezessete sites na Internet, incluindo o grupo ABC,
ESPN.sportszone, NFL.com, NBAZ.com, e NASCAR.com. Seus cinco grupos musicais
incluem os selos Buena Vista, Lyric Street, e Walt Disney, e produções de teatro que
surgiram a partir de filmes como O Rei Leão, A Bela e a Fera, e Rei Davi." [Ibidem].

A Companhia Walt Disney é proprietária de:

• Rede ABC de Televisão, Disney Channel, ESPN, A& E, History Channel


• Walt Disney Pictures, Touchstone Pictures, Hollywood Pictures, Miramax Film
Corp., Dimension e Buena Vista International
• Artistas exclusivos: Miley Cyrus, Hannah Montana, Selena Gomez, Jonas
Brothers.

A Vivendi Universal é proprietária dos seguintes


ativos:

• 27 % das vendas de música nos EUA, os selos


incluem: Interscope, Geffen, A& M, Island, Def
Jam, MCA, Mercury, Motown e Universal
• Universal Studios, Studio Canal, Polygram Films, Canal +
• Diversas empresas de Internet e empresas de telefonia celular
• Artistas exclusivos: Lady Gaga, The Black Eyed Peas, Lil Wayne, Rihanna,
Mariah Carey, Jay-Z.

A Sony é proprietária de:

• Columbia Pictures, Screen Gems, Sony Pictures Classics

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• 15% das vendas de música nos EUA; os selos incluem


Columbia, Epic, Sony, Arista, Jive e RCA Records
• Artistas exclusivos: Beyonce, Shakira, Michael Jackson,
Alicia K eys, Christina Aguilera.

Um número limitado de atores na indústria cultural significa uma quantidade limitada


de pontos de vistas e de ideias chegando ao público. Também significa que uma
única mensagem pode facilmente saturar todas as formas de mídia para gerar
consenso (por exemplo: existem armas de destruição maciça no Iraque).

A Padronização do Pensamento Humano

A fusão das empresas de mídia nas últimas décadas gerou uma pequena oligarquia
de conglomerados de mídia. Nos EUA, o programa de TV que acompanhamos, a
música que ouvimos, os filmes que assistimos e o jornais que lemos são todos
produzidos por CINCO corporações. Os proprietários desses conglomerados têm
vínculos com a elite mundial e, de muitas formas, SÃ O a elite. Possuindo todos os
veículos possíveis, tendo o potencial de chegar até as massas, esses conglomerados
têm o poder de criar nas mentes das pessoas uma cosmovisão única e coesiva,
engendrando uma "padronização do pensamento humano". Até mesmo os
movimentos ou estilos que são considerados marginais são, na verdade, extensões
do pensamento da corrente dominante. As mídias de massa produzem seus próprios
rebeldes que definitivamente parecem marginais, mas ainda são parte do sistema e
não questionam nada dele. Artistas, criações e ideais que não se encaixam no modo
de pensar da corrente dominante são sumariamente rejeitados e esquecidos pelos
conglomerados, o que, por sua vez, os faz virtualmente desaparecer da sociedade.
Entretanto, as ideias que são consideradas válidas e desejáveis para serem aceitas
pela sociedade são magistralmente anunciadas para as massas de modo a
normatizá-las e torná-las autoevidentes.

Em 1928, Edward Bernays já via o imenso potencial do cinema para padronizar o


pensamento:

"A indústria do cinema é a maior transmissora inconsciente da


propaganda no mundo hoje. Ela é uma grande distribuidora de ideias e
opiniões. Os filmes podem padronizar as ideias e hábitos de uma nação.
Como os filmes são feitos para atender às demandas do mercado, eles
refletem, enfatizam e até exageram as tendências populares mais
amplas, em vez de estimularem novas ideias e opiniões. Os filmes do
cinema fazem uso somente de ideias e fatos que estão em voga. Da
mesma forma como o jornal busca fornecer notícias, a indústria do
cinema busca fornecer entretenimento." [Edward Bernays, Propaganda;
tradução nossa].

Estes fatos foram sinalizados como perigosos à liberdade humana nos anos 1930
pelos pensadores [marxistas] da Escola de Frankfurt, como Theodor Adorno e
Herbert Marcuse. Eles identificaram três principais problemas com a indústria
cultural. A indústria pode:

• Reduzir os seres humanos ao estado da massa, dificultando o desenvolvimento


de indivíduos emancipados, que sejam capazes de tomar decisões racionais;
• Substituir o ímpeto legítimo por autonomia e autoconscientização pela preguiça
segura do conformismo e da passividade; e
• Validar a ideia que os homens na verdade procuram escapar do mundo
absurdo e cruel em que vivem, perdendo-se em um estado hipnótico de
autossatisfação.

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A noção de escapismo é até mais relevante hoje com o advento dos jogos de
computador on-line, filmes e aparelhos de televisão em terceira dimensão. As
massas, que estão constantemente buscando entretenimento em alta tecnologia,
procurarão produtos extremamente caros que somente podem ser produzidos pelas
grandes empresas de mídia do mundo. Esses produtos contêm mensagens e
símbolos cuidadosamente calculados que não são nada mais e nada menos que
propaganda de entretenimento. O público está sendo treinado a AMAR sua
propaganda, chegando ao ponto de gastar seu dinheiro suado para ser exposto a
essa propaganda. A propaganda (usada no sentido político, cultural e comercial) não
é mais coerciva ou uma forma de comunicação autoritária encontrada nas ditaduras;
ela se tornou o sinônimo de entretenimento e prazer.

"Com relação à propaganda, os primeiros defensores da alfabetização


universal e uma imprensa livre previram somente duas possibilidades: a
propaganda poderia ser verdadeira, ou poderia ser falsa. Eles não
previram aquilo que de fato aconteceu, acima de tudo em nossas
democracias capitalistas ocidentais — o desenvolvimento de uma vasta
indústria de comunicações em massa, preocupada no principal não com o
verdadeiro ou o falso, mas com o irreal, o mais ou menos totalmente
irrelevante. Em resumo, eles falharam em levar em conta o quase
infinito apetite humano pelas distrações" [Aldous Huxley, Prefácio de
Admirável Mundo Novo].

Uma única matéria de mídia frequentemente não tem um efeito duradouro sobre a
psiquê humana. Entretanto, a mídia de massa, por sua natureza onipresente, cria
um ambiente vivo que nos envolve diariamente. Ela define a norma e exclui o
indesejável. Do mesmo modo como os cavalos que puxam as carroças usam viseiras
para que somente vejam aquilo que está à sua frente, as massas somente podem
ver para aonde devem ir.

"É o aparecimento da mídia de massa que torna possível o uso das


técnicas de propaganda em uma escala ampla na sociedade. A
orquestração da imprensa, do rádio e da televisão para criar um
ambiente contínuo, duradouro e total torna a influência da propaganda
virtualmente imperceptível precisamente porque cria um ambiente
constante. A mídia de massa fornece o elo essencial entre o indivíduo e
as exigências da sociedade tecnológica." [Jacques Ellul].

Uma das razões por que a mídia de massa consegue com sucesso influenciar a
sociedade é devido à extensa quantidade de pesquisa nas ciências cognitivas e na
natureza humana que tem sido aplicada a ela.

As Técnicas de Manipulação

"A publicidade é a tentativa deliberada de gerenciar a percepção do


público sobre um objeto. Os objetos de estudo da publicidade incluem
pessoas (por exemplo, políticos e artistas de espetáculos), bens e
serviços, organizações de todos os tipos, e obras de arte ou
entretenimento."

O ímpeto para vender produtos e ideias para as massas levou a uma quantidade sem
precedentes de pesquisa sobre o comportamento humano e sobre a psiquê humana.
As ciências cognitivas, a psicologia, a sociologia, a semiótica, linguística e outros
campos relacionados foram e ainda são extensivamente pesquisados por meio de
estudos bem-financiados.

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"Nenhum grupo de sociólogos pode ser comparado com as equipes de


propaganda na coleta e processamento de dados sociais exploráveis. As
equipes de propaganda têm bilhões para gastar anualmente em pesquisa
e teste das reações, e seus produtos são magníficas acumulações de
materiais sobre a experiência e as emoções compartilhadas de toda uma
comunidade." [Marshal McLuhan, The Extensions of Man; tradução
nossa].

Os resultados desses estudos são aplicados aos


anúncios, filmes, vídeos de músicas e outras
mídias de modo a torná-los o mais influentes
quanto possível. A arte do marketing é altamente
calculada e científica porque precisa alcançar tanto
o indivíduo quanto a consciência coletiva. Em
produtos culturais com um grande orçamento, um
vídeo nunca é "simplesmente um vídeo". As
imagens, símbolos e significados são
cuidadosamente colocados de modo a gerar um
efeito desejado.

"É com o conhecimento do ser humano, de


suas tendências, desejos, necessidades,
mecanismos psíquicos, automatismos, bem
como com o conhecimento da Psicologia
Social e da Psicologia Analítica que a
propaganda refina suas técnicas."
[Propagandes, Jacques Ellul; tradução livre].

A propaganda atualmente quase nunca usa


argumentos racionais ou lógicos. Ela explora
diretamente as necessidades e instintos mais
primais do ser humano de modo a gerar uma
resposta emocional e irracional. Se sempre pensássemos de forma racional,
provavelmente não teríamos comprado 50% daquilo que temos. Bebês e crianças
são constantemente vistos em anúncios direcionados às mulheres por uma razão
específica: os estudos mostraram que as imagens de crianças acionam nas mulheres
uma necessidade instintiva de nutrir, de cuidar e de proteger, o que no fim leva a
uma inclinação favorável ao anúncio.

O sexo é uma presença constante na mídia de massa, pois atrai e mantém a atenção
do espectador. Ele se conecta diretamente às nossas necessidades animais de
acasalar e reproduzir e, quando acionado, esse instinto pode ofuscar
instantaneamente quaisquer outros pensamentos racionais no nosso cérebro.

A Percepção Subliminar

E se as mensagens descritas acima pudessem alcançar diretamente a mente


subconsciente do espectador, sem que ele percebesse o que está acontecendo? Este
é o objetivo da percepção subliminar. A frase "propaganda subliminar" foi criada em
1957 pelo pesquisador de mercado James Vicary, que dizia que poderia fazer aqueles
que vão ao cinema "beber Coca-Cola" e "comer pipoca" exibindo essas mensagens
na tela por um rápido momento e os espectadores não se dariam conta que viram
aquelas mensagens.

"A percepção subliminar é um processo deliberado criado por técnicos


em comunicações, pelo qual você recebe e responde às informações e

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instruções sem estar conscientemente ciente dessas instruções." [Steve


Jacobson, Mind Control in the United States].

Esta técnica é frequentemente usada no marketing e todos sabem que o sexo vende
qualquer produto.

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Embora algumas fontes afirmem que a propaganda subliminar seja ineficaz, ou até
mesmo uma lenda urbana, o uso documentado dessa técnica na mídia de massa
prova que os criadores acreditam em seu poder. Estudos recentes também provaram
sua eficácia, especialmente quando a mensagem é negativa.

"Uma equipe da University College London, financiada pelo Wellcome


Trust, descobriu que a percepção subliminar era particularmente boa
para instilar pensamentos negativos. 'Há muita especulação sobre o fato
de as pessoas poderem processar informações emocionais
inconscientemente, por exemplo, figuras, faces e palavras', disse o
professor Nilli Lavie, que chefiou a pesquisa. 'Mostramos que as pessoas
podem perceber o valor emocional das mensagens subliminares e
demonstramos conclusivamente que elas estão muito mais sintonizadas
com as palavras negativas.'" [Fonte]

Um exemplo famoso de mensagem subliminar na comunicação política foi um


anúncio na campanha presidencial de George Bush contra Al Gore, em 2000. Assista
ao vídeo aqui: http://www.youtube.com/watch?v= 2NPK xhfFQMs

Logo após o nome de Al Gore ser mencionado, o fim da palavra "bureaucrats"


(burocratas) – "rats" (ratazanas) – aparece na tela por uma fração de segundo.

A descoberta desse truque causou certo alvoroço e, embora não existam leis contra
as mensagens subliminares nos EUA, o anúncio foi retirado da televisão.

Como visto em muitos artigos no site The Vigilant Citizen, as mensagens


subliminares e semissubliminares são frequentemente usadas em filmes e vídeos
musicais para comunicar mensagens aos espectadores.

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Dessensibilização

No passado, quando mudanças eram impostas à população, as pessoas tomavam as


ruas, protestavam e até provocavam tumultos. A principal razão para esse choque
era devido ao fato de a mudança ser anunciada claramente pelos governantes e
compreendida pela população. O anúncio era súbito e seus efeitos podiam ser
claramente analisados e avaliados. Hoje, quando a elite precisa que uma parte de
sua agenda seja aceita pelo público, isto é feito por meio da dessensibilização. A
agenda, que pode ser contrária aos melhores interesses do público, é apresentada
lenta, gradual e repetidamente ao mundo por meio dos filmes (colocando-a como
parte do enredo), dos videoclipes musicais (que fazem com que pareça boa e
atraente sexualmente) ou das notícias (que a apresentam como solução para os
problemas atuais). Depois de expor as massas a uma determinada agenda durante
vários anos, a elite apresenta abertamente o conceito para o mundo e, devido à
programação mental, aquilo é recebido com indiferença geral e é aceito
passivamente. Essa técnica tem sua origem na psicoterapia:

"As técnicas da psicoterapia, amplamente praticadas e aceitas como


modos de curar os distúrbios psicológicos, também são métodos de
controlar as pessoas. Elas podem ser usadas sistematicamente para
influenciar as atitudes e o comportamento. A dessensibilização
sistemática é um método usado para dissolver a ansiedade para que o
paciente (o público) não fique mais atribulado por um medo específico,
por exemplo, o medo da violência. [...] As pessoas se adaptam às
situações aterrorizadoras se forem expostas a elas por tempo suficiente."
[Steven Jacobson, Mind Control in the United States; tradução nossa].

A programação preditiva é frequentemente encontrada no gênero da ficção científica.


Ela apresenta uma imagem específica do futuro — um futuro que é desejado pelas
elites — e no fim aquilo é aceito como inevitável nas mentes das pessoas. Uma
década atrás, o público foi dessensibilizado para a guerra contra o mundo árabe.
Hoje, a população está sendo exposta gradualmente à existência do controle mental,
do transhumanismo e de uma elite Illuminati. Surgindo das sombras, esses conceitos
estão agora em toda a parte na cultura popular. Isto é o que a autora ocultista Alice
Bailey descreve como a "Exteriorização da Hierarquia": os governantes ocultos
revelando-se lentamente para as massas.

Simbolismo Ocultista na Cultura Pop

Ao contrário das informações


apresentadas acima, a documentação
sobre o simbolismo ocultista é difícil de
encontrar. Isto não deve ser surpresa,
pois o termo "oculto" significa
literalmente "escondido". Também
significa "reservado para aqueles que
foram escolhidos para conhecer", pois
somente é comunicado para aqueles
considerados dignos de receber aquele
conhecimento. Ele não é ensinado nas
escolas, nem é discutido na mídia. Ele é,
portanto, considerado marginal ou até
mesmo ridículo pela população em geral.

Todavia, o conhecimento oculto NÃ O É


considerado ridículo nos círculos

http://www.espada.eti.br/midia.asp 27/05/2017
As Teorias do Controle Mental e as Técnicas Utilizadas Pela Mídia de Massa Page 14 of 15

ocultistas. Ele é considerado perene e


sagrado. Há uma longa tradição de
conhecimento hermético e ocultista que
é ensinada por meio das sociedades
secretas desde o tempo dos antigos
egípcios, dos místicos orientais, dos
Cavaleiros Templários, até os maçons
dos dias modernos. Embora a natureza e
a profundidade desse conhecimento
tenham provavelmente sido modificadas
ao longo dos séculos, as escolas de
mistério mantiveram seus principais aspectos, que são altamente simbólicos,
ritualísticos e metafísicos. Esses aspectos, que eram uma parte intrincada das
civilizações antigas, foram totalmente removidos da sociedade moderna e
substituídos pelo materialismo pragmático. Por esta razão, existe um grande vão de
compreensão entre a pessoa mediana pragmática e o sistema ritualístico.

"Se essa doutrina mais interna sempre foi escondida das massas, para
quem um código mais simples foi criado, não é altamente provável que
os expoentes de todos os aspectos da civilização moderna — filosófico,
ético, religioso, e científico — sejam ignorantes do verdadeiro significado
das próprias teorias e dogmas com base nas quais suas crenças foram
fundamentadas? Será se as artes e ciências que a humanidade herdou
das nações mais antigas escondem debaixo de seu belo exterior um
mistério tão grande que somente o intelecto mais iluminado pode
compreender sua importância? Sem qualquer dúvida, tal é o caso."
[Manly P. Hall, Secret Teachings of All Ages; tradução nossa].

O "código mais simples" criado para as massas são as religiões organizadas. Esse
código está agora se tornando o Templo da Mídia de Massa e prega diariamente para
elas materialismo extremo, vazio espiritual e uma existência mesquinha e centrada
em si mesmo. Isto é exatamente o oposto dos atributos necessários para se tornar
um indivíduo verdadeiramente livre, conforme ensinado por todas as grandes escolas
filosóficas de pensamento. Uma população estupidificada é mais fácil de enganar e
de manipular?

"Estes escravos cegos ouvem dizer que são 'livres' e 'altamente


educados', ao mesmo tempo que marcham seguindo os sinais que fariam
qualquer camponês medieval fugir, gritando aterrorizado. Os símbolos
que o homem moderno adota com a confiança ingênua de uma criança
seriam equivalentes a grandes placas com os dizeres: "Siga por esta via
para encontrar sua morte e a servidão" para a compreensão do
camponês tradicional da antiguidade. [Michael A. Hoffman II, Secret
Societies and Psychological Warfare; tradução nossa.].

Conclusão

Este artigo examinou os principais pensadores no campo da mídia de massa, a


estrutura de poder da mídia e as técnicas usadas para manipular as massas. Acredito
que estas informações sejam vitais para a compreensão do "porquê" nos tópicos
discutidos no site The Vigilant Citizen. A dicotomia "massa populacional" versus
"classe governante" descrita em muitos artigos não é uma "teoria da conspiração"
(novamente, não gosto de usar esse termo), mas uma realidade que já foi definida
de forma bem clara nas obras de alguns dos homens mais influentes do século 20.

http://www.espada.eti.br/midia.asp 27/05/2017
As Teorias do Controle Mental e as Técnicas Utilizadas Pela Mídia de Massa Page 15 of 15

Lippmann, Bernays e Lasswell declararam que o público não tem capacidade de


decidir sobre seu próprio destino, o objetivo inerente da democracia. Em vez disso,
eles propuseram uma criptocracia, um governo oculto, uma classe governante
responsável pela "manada confusa". Como as ideias deles continuam a ser aplicadas
na sociedade, é cada vez mais aparente que uma população ignorante não é um
obstáculo com o qual os governantes precisam lidar: É algo DESEJÁ VEL e, de fato,
necessário, para garantir a plena liderança. Uma população ignorante não conhece
seus direitos, não busca obter uma maior compreensão dos fatos e não questiona as
autoridades; ela simplesmente segue as tendências. A cultura popular atende e
alimenta a ignorância servindo continuamente um entretenimento estupidificante e
colocando os holofotes em celebridades degeneradas, que se transformam em ídolos.
Muitas pessoas me perguntam: "— Existe um modo de interromper isto?" Sim,
existe. PARE DE CONSUMIR O EX CREMENTO QUE ELES OFERECEM E LEIA UM BOM
LIVRO.

"Se uma nação espera ser ignorante e livre, ela espera aquilo que nunca
existiu e nunca existirá." [Thomas Jefferson].

Artigo original publicado em http://vigilantcitizen.com/?p= 357 1


Data da publicação: 3/7 /2010
Revisão: http://www.TextoExato.com
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/midia.asp

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