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Espécies Tributárias, Impostos e Taxas

CF/88
/88 CTN

- impostos -impostos

-taxas -taxas

-contribuições de melhoria -contribuições de melhoria

-empréstimo compulsório

-contribuições (especiais)

IMPOSTOS (desvinculada de uma atividade estatal específica):

Progressividade- IPTU e ITR

Proporcionalidade

Taxas

TAXAS (vinculada a uma atividade estatal específica):

-Exercício do poder de polícia

-Utilização de serviços públicos


específicos e divisíveis

 O fato gerador dos impostos e das taxas não podem ser os mesmos.

Diferença entre imposto e taxa:

o Imposto: tributo desvinculado


o Taxa e Contribuições de Melhoria: tributos vinculados

Direito Administrativo:

Adm Direta: O Estado faz parte

Adm Indireta (criado a partir da Descentralização Administrativa): Autarquias, Fundações,


Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista.

Não existe SUBORDINAÇÃO entre Administração Direta e Administração Indireta!

Desconcentração é fenômeno horizontal.

Descentralização é fenômeno vertical (outorga (=público) e delegação (= privado)).


Lei da INFORMAÇÃO (12.527) de 2011:

- Se aplica aos 3 Poderes da República

Estudar tipos de IMPOSTOS (???????????????????????????)

Estudar tipos de ATOS ADMINISTRATIVOS (?????????????????????????)

Informática

Primeiros computadores e suas gerações:

1ª geração (1951-1958): ENIAC e UNIVAC (válvulas)

2ª geração (1959-1965): Tx-o (transistores)

3ª geração (1965-1969): IBM 360 E BurroughS B 3500 (CI = circuito integrado)

4ª geração (1970 até hoje): CHIP LSI e CHIP VLSI (circuito integrado em larga escala)

BIT = menor unidade de medida do computador

8 Bits = 1 byte (= 1 caractere) = 256 variações

BIT < BYTE < KB < MB < GB < TB < PB

1024 = 2 elevado a 10
1024 bytes = 1 kilobyte (KB)
1024 kilobytes = 1 megabyte (MB)
1024 megabytes = 1 gigabyte (GB)
1024 gigabytes = 1 terabyte (TB)
1024 terabytes = 1 petabyte (PB)
1024 petabytes = 1 hexabyte (HB)

 Tipos de Software
Freeware – distribuído gratuitamente pelo seu dono
Shareware – distribuído gratuitamente, porém com limitações de recursos (amostra grátis)
Comercial – exige-se pagamento para a utilização (licença de uso)
Livre – não exige pagamento de licença e oferece “direitos” especiais aos usuários

Tipos de tributos:
I - impostos;
II - taxas, em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial,
de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua
disposição;
III - contribuição de melhoria, decorrente de obras públicas.
§ 1º Sempre que possível, os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a
capacidade econômica do contribuinte, facultado à administração tributária, especialmente
para conferir efetividade a esses objetivos, identificar, respeitados os direitos individuais e
nos termos da lei, o patrimônio, os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte.

Informática
bit => byte (multiplica por 8)
Ex.: 20 bytes = 160 bits
1 byte = 2 elevado à oitava potência = 256 combinações

REDES de COMPUTADORES

Tipos de redes:
PAN (Rede Pessoal)
LAN (Local Area Network)
MAN (Rede Metropolitana)
WAN (Wide Area Metropolitana)

INTERNET

de informações militares.
(pesquisa) e MILNET (Rede Militar). Além disso,
surge a arquitetura para interligar redes, chamada TCP/IP.
de transferência de arquivos são
interligadas a ARPANET e á MILNET através da arquitetura TCP/IP. Com isso, o nome muda
para INTERNET (INTER => Interconectadas e NET => Rede).
Hoje, há cerca de 800 milhões de computadores conectados à Internet.

SURGIMENTO DO LINUX
Em 1991, segundo reza a lenda, o então estudante finlandês Linus Torvalds resolveu desenvolver um
sistema operacional que se assemelhasse ao UNIX (que ele usava na universidade de Helsinque)
porque esse sistema não era compatível com o seu PC doméstico. E nesse esforço, surgiu o Linux,
que, naquela época, ainda não tinha esse nome.

TIPOS DE IMPOSTOS
IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica
ICMS – Imposto sobre Mercadorias e Prestação de Serviços
IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados
PIS – Programa de Integração Social
COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social
ISS – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza
CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
IOF – Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativa a títulos imobiliários
ITBI – Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis
ITR – Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural
IE – Imposto de Exportação
LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE ALHANDRA

Número de Vereadores da Câmara Municipal (observados os limites estabelecidos na


Constituição Federal e Estadual):
 Para 5 mil habitantes => 9 vereadores
 Para 10 mil habitantes => 11 vereadores
 Para 20 mil habitantes => 13 vereadores
 Para 40 mil habitantes => 15 vereadores
 Para 80 mil habitantes => 17 vereadores
 Para 160 mil habitantes => 19 vereadores
 Acima de 160 mil habitantes => 21 vereadores

IMPOSTOS DO MUNICÍPIO
Compete ao Município instituir impostos sobre:
 A propriedade predial e territorial urbana;
 Transmissão “intervivos” a qualquer título, por ato oneroso, de bens imóveis por
natureza e acessão física, e de direitos reais sobre imóveis, exceto os de garantia, bem
como cessão de direito e sua aquisição;
 Serviços de qualquer natureza, definidos em Lei Complementar. (pg. 46)
FERIADOS MUNICIPAIS
 15 de agosto – Data da Padroeira do município de Alhandra, Nossa Senhora da
Assunção;
 24 de abril – Emancipação Política do Município.
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PORTUGUÊS
PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS
Para analisar a formação de uma palavra, deve-se procurar a origem dela. Caso seja formada por apenas um radical,
diremos que foi formada por derivação; por dois ou mais radicais, composição. São os seguintes os processos de
formação de palavras:
 Derivação: Formação de novas palavras a partir de apenas um radical.
Derivação Prefixal
Acréscimo de um prefixo à palavra primitiva; também chamado de prefixação. Por exemplo: antepasto, reescrever,
infeliz.
Derivação Sufixal
Acréscimo de um sufixo à palavra primitiva; também chamado de sufixação. Por exemplo: felizmente, igualdade,
florescer.
Derivação Prefixal e Sufixal
Acréscimo de um prefixo e de um sufixo, em tempos diferentes; também chamado de prefixação e sufixação. Por
exemplo: infelizmente, desigualdade, reflorescer.
Derivação Parassintética
Acréscimo de um prefixo e de um sufixo, simultaneamente; também chamado de parassíntese. Por exemplo:
envernizar, enrijecer, anoitecer.
Derivação Regressiva
É a retirada da parte final da palavra primitiva, obtendo, por essa redução, a palavra derivada. Por exemplo: do
verbo debater, retira-se a desinência de infinitivo -r: formou-se o substantivo debate.
Derivação Imprópria
É a formação de uma nova palavra pela mudança de classe gramatical. Por exemplo: a palavra gelo é um
substantivo, mas pode ser transformada em um adjetivo: camisa gelo.
 Composição: Formação de novas palavras a partir de dois ou mais radicais.
Composição por justaposição
Na união, os radicais não sofrem qualquer alteração em sua estrutura. Por exemplo: ao se unirem os radicais ponta
e pé, obtém-se a palavra pontapé. O mesmo ocorre com mandachuva, passatempo, guarda-pó.
Composição por aglutinação
Na união, pelo menos um dos radicais sofre alteração em sua estrutura. Por exemplo: ao se unirem os radicais água
e ardente, obtém-se a palavra aguardente, com o desaparecimento do a. O mesmo acontece com embora (em boa
hora), planalto (plano alto).
Hibridismo
É a formação de novas palavras a partir da união de radicais de idiomas diferentes. Por exemplo: automóvel,
sociologia, sambódromo, burocracia.
Onomatopeia
Consiste em criar palavras, tentando imitar sons da natureza. Por exemplo: zunzum, cricri, tiquetaque, pingue-
pongue.
Abreviação Vocabular
Consiste na eliminação de um segmento da palavra, a fim de se obter uma forma mais curta. Por exemplo: de
extraordinário forma-se extra; de telefone, fone; de fotografia, foto; de cinematografia, cinema ou cine.
Siglas
As siglas são formadas pela combinação das letras iniciais de uma sequência de palavras que constitui um nome:
Por exemplo: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística); IPTU (Imposto Predial, Territorial e Urbano).
Neologismo semântico
Forma-se uma palavra por neologismo semântico, quando se dá um novo significado, somado ao que já existe. Por
exemplo, a palavra legal significa dentro da lei; a esse significado somamos outro: pessoa boa, pessoa legal.
Empréstimo linguístico
É o aportuguesamento de palavras estrangeiras; se a grafia da palavra não se modifica, ela deve ser escrita entre
aspas. Por exemplo: estresse, estande, futebol, bife, "show", xampu, "shopping center".

FIGURAS DE LINGUAGEM
São três as figuras de linguagem:
 Figuras de sintaxe (ou construção);
a) Elipse: Empreste-me essa folha [omitiu-se de papel: folha (de papel)];
b) Zeugma: Meus primos conheciam todos. Eu, poucos. [Eu (conhecia) poucos]
c) Pleonasmo: Vamos sair fora! (se é sair, obviamente é para fora)
d) Inversão: Sua mãe eu nunca conheci (a ordem natural seria Eu nunca conheci sua mãe).
e) Hipérbato: Compraram as mulheres vários presentes para os maridos (aqui houve a simples inversão
entre o verbo e o sujeito).
f) Anástrofe: Da igreja estava ela na frente [a ordem natural seria Ela estava na frente da igreja; Da igreja é o
termo determinante, que, na anástrofe, veio antes do determinado (frente)]
g) Sínquise: "Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heróico o brado retumbante" (ordem
natural: As margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heróico)
h) Prolepse (ou antecipação): O Ministro do Planejamento dizem que vai pedir demissão [o sujeito da
oração vai pedir demissão (o Ministro do Planejamento) foi deslocado para antes da oração principal
(dizem)]
i) Assíndeto: Ela me olhava, lavava, olhava novamente, espirrava, voltava a trabalhar (não apareceu
conjunção alguma para ligar as orações).
j) Polissíndeto: Ela me olhava, e lavava, e olhava novamente, e espirrava, e voltava a trabalhar (foi repetida
a conjunção coordenativa aditiva e).
k) Anacoluto: O José, sinceramente parece que ele está ficando louco (perceba que O José deveria ser
sujeito de uma oração, mas ficou sem predicado, solto na frase; houve a quebra da seqüência sintática
esperada).
l) Silepse: São Paulo realmente é linda [silepse de gênero - o adjetivo linda ficou no feminino porque
concorda com a ideia (a cidade de) São Paulo]
m) Repetição: Aquela moça era linda, linda, linda.
n) Onomatopeia: Ouviu o tilintar das moedas (o verbo tilintar imita o som de moedas se entrechocando).

 Figuras de palavras:
a) Comparação: Minha irmã é bondosa como um anjo (existe uma relação de qualificações entre a irmã e o
anjo; houve, pois, uma comparação, que se estabeleceu por meio do conectivo como).
b) Metáfora: Minha irmã é um anjo (existe uma relação de qualificações entre a irmã e o anjo; como não
houve um conectivo que estabelecesse a relação comparativa, chama-se a essa comparação mental de
metáfora. A palavra anjo não está sendo utilizada em seu sentido original; foi tomada como uma
qualificação. Cabe ao receptor saber que a característica em comum entre os dois seres é a bondade).
c) Metonímia: O símbolo pela coisa significada: O povo aplaudiu as medidas tomadas pela Coroa (a coroa,
nessa acepção, é símbolo da monarquia, do rei).
d) Sinestesia: Que voz aveludada Renata tem [como um som (audição) pode ser aveludado (tato)].
e) Perífrase (ou antonomásia): O Rei do Futebol já fez mais de mil gols (antonomásia para Edson Arantes do
Nascimento).
 Figuras de pensamentos:
a) Antítese: E Carlos, jovem de idade e velho de espírito, aproximou-se.
b) Apóstrofe: Sei de minhas condições vil e efêmera. Sei também de minhas fraquezas. Tu, que queres aqui?
(note que a sequência foi interrompida bruscamente com a evocação de alguém).
c) Eufemismo: Infelizmente ele se foi (em vez de ele morreu).
d) Ironia: Olá! Júlio. Como você está em forma (considere-se que Júlio seja um rapaz com mais de 130
quilos)!
e) Hipérbole: Estou morrendo de sede.
f) Prosopopeia (ou personificação): O prédio sorria perante os trabalhadores (sorrir é uma atitude humana
atribuída a um imóvel, uma edificação).
g) Reticência: Eu fiz toda a minha tarefa. Carla... bem... ela... (podemos deduzir que Carla não fez a tarefa).
h) Retificação: Todos os deputados se reuniram para trabalhar. Ou melhor, para fazer-nos pensar que iriam
trabalhar. Ele, aliás, todos eles me traíram.
i) Gradação: Ela é uma bandida, uma enganadora, uma sem-vergonha (gradação descendente, do maior
para o menor).

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CONSTITUIÇÃO FEDERAL
PRINCÍPIO DA LEGALIDADE

DIREITO TRIBUTÁRIO
CONCEITO DE IMPOSTO

DIREITO ADMINISTRATIVO:
Administração Pública Direta: centralizada, despersonalizados, há hierarquia.
Administração Pública Indireta
 Autarquia
 Empresas Públicas
 Sociedade de Economia Mista
 Fundações Públicas
 Agências da Administração Pública (Agências Reguladoras e Agências Executivas)
 Agentes Delegados ou Delegatários de Serviços Públicos (concessão, permissão ou
autorização)
Entidades Paraestatais: nem Direta nem Indireta. São pessoas jurídicas de Direito Privado, mas
prestam serviços públicos à coletividade.
 Serviço Social Autônomo
 Organizações Sociais
 Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP)

Agentes Públicos:
 Políticos
 Honoríficos
 Delegados
 Credenciados
 Administrativos (estatutário, celetista e temporário)
 Administrativos Especiais
 Militares

Cargos Públicos
 Cargo Público Efetivo
 Cargo Público Comissionado ou de Confiança
 Cargo Público de Nível Técnico
 Cargo Público de Nível Científico

Regimes Jurídicos
 Regime Estatutário
 Regime Celetista
 Regime Administrativo Especial (contratos)
Obs.: Não confundir cargo de confiança (comissionados: direção, chefia e assessoramento)
com função de confiança (apenas servidores efetivos).

Sistema Remuneratório:
 Vencimento (Remuneração)
 Vencimentos (Vencimento + Vantagens)
 Subsídios (agentes políticos)
 Salário (empregados públicos de administração indireta regidos pela CLT)

Atos Administrativos
 Competência
 Finalidade
 Forma
 Motivo
 Objeto
Atributos dos Atos Administrativos
 Presunção de Legitimidade
 Imperatividade
 Auto-executoriedade
Formas de Extinção dos Atos Administrativos
 Revogação
 Anulação
 Convalidação
Espécies de Atos Administrativos
 Normativos
 Ordinatórios
 Negociais
 Enunciativos
 Punitivos
Atos Enunciativos
 Certidões
 Atestados
 Pareceres
 Apostilas

CONHECIMENTOS GERAIS
Estudar sobre a cidade de Alhandra:
- Quando se emancipou: 24 de abril de 1959
- Quais os prefeitos: Marcelo Rodrigues é o atual (os outros estão no pdf completo)
- Primeiro povoado: indígenas que depois foram catequizados na aldeia missionária dos
Arataguis (atual município de Alhandra);
- Limites geográficos (quais cidades fazem divisa): Conde e Santa Rita (ao Norte), Caaporã (Sul),
Pitimbu (Leste) e Pedras de Fogo (Oeste);
- Guerras ou eventos em que a cidade se envolveu: Com a chegada dos franciscanos, que
também passaram a se ocupar com os serviços de catequização das aldeias, vieram os conflitos. Os
jesuítas acabaram sendo expulsos da Capitania, em 1593, pelo então governador da Paraíba
Feliciano Coelho de Carvalho, restando aos franciscanos todo o trabalho missionário da região.

ESTUDAR A LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE ALHANDRA!!

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
Estatuto do Servidor diz que:
 REINTEGRAÇÃO: é a investidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado,
quando invalidada sua demissão por decisão administrativa ou judicial (direito à
indenização);
 RECONDUÇÃO: é o retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado, sem
direito à indenização;
 READAPTAÇÃO: é a investidura do servidor público em cargo de atribuições e
responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade
física ou mental, verificada por inspeção médica;
 REVERSÃO: retorno do servidor que está aposentado por motivos de invalidez, sua
volta às atividades se dão quando os motivos causadores da inatividade
desapareceram;
 DISPONIBILIDADE: é a colocação do servidor estável em inatividade remunerada, até
seu adequado aproveitamento em outro cargo, com proventos proporcionais ao seu
tempo de serviço.

ESTUDAR A LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE ALHANDRA!!


Direito Tributário:
Como se dá a repartição das receitas entre os Entes da Federação para o Município?
Art. 158. Pertencem aos Municípios:

II – (50%) cinquenta por cento do produto da arrecadação do imposto da União sobre a


propriedade territorial rural, relativamente aos imóveis neles situados, cabendo a totalidade
na hipótese da opção a que se refere o art. 153, § 4º (Segundo este dispositivo, a União terá
que repassar 50% da arrecadação a título do imposto sobre a propriedade territorial rural para
o município onde estiver situado o referido imóvel rural);
III – (50%) cinquenta por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre a
propriedade de veículos automotores licenciados em seus territórios (Nesta hipótese, os
Estados deverão repassar 50% do produto da arrecadação do IPVA para os Municípios onde
estiverem matriculados os veículos);
IV – (25%) vinte e cinco por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre
operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte
interestadual e intermunicipal e de comunicação (Este dispositivo determina que 25% do
total arrecadado a título de ICMS deverão ser repassados para os municípios localizados
naquele estado).
25% do total arrecadado a título de ICMS deverão ser repassados para os municípios
localizados naquele estado;

VER LINK: https://piam.wordpress.com/2009/09/11/reparticao-de-receitas-tributarias/


ESTUDAR SOBRE O SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL NESTE LINK:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L5172Compilado.htm

PORTUGUÊS
Estudar a nova reforma ortográfica!!

DIREITO TRIBUTÁRIO
Quais os tributos de competência do município?
 IPTU (Imposto Predial e Território Urbano)
 ISSQN (Imposto sobre Serviço de Qualquer Natureza)
 Contribuição de Melhoria
 ITBI (Imposto sobre Transação Intervivos de Bens Imóveis)
 Taxa de limpeza
 Taxa de iluminação pública
 Receitas patrimoniais
 Receitas de serviços
Estudar LEI ORGÂNICA DA CIDADE DE SANTA RITA!!!
Quais as competências do município?
 legislar sobre assuntos de interesse local;
 suplementar a legislação federal e a estadual no que couber;
 instituir e arrecadar os tributos de sua competência, bem como aplicar suas rendas,
sem prejuízo da obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos prazos
fixados em lei;
 criar, organizar e suprimir distritos, observada a legislação estadual;
 organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os
serviços públicos de interesse local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter
essencial;
 manter, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, programas de
educação pré-escolar e especial e de ensino fundamental;
 prestar, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, serviços de
atendimento à saúde da população;
 promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento
e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano, e rural quando
para fim residencial e/ou de lazer;
 promover a proteção do patrimônio histórico-cultural local, observada a legislação e a
ação fiscalizadora federal e estadual;
 instituir a Guarda Municipal, destinada à proteção de seus bens, serviços e instalações,
observada, no que couber, a legislação federal;
 dispor sobre a administração, utilização e alienação dos bens públicos;
 adquirir bens e instituir servidões administrativas necessárias à realização de seus
serviços;
 organizar, disciplinar e manter os serviços de fiscalização necessários ao exercício de
seu poder de polícia;
 estabelecer e impor penalidades por infração de suas leis e regulamentos;
 aceitar legados e doações;
 consorciar-se com outros municípios para a realização de obras ou serviços de
interesse comum;
 celebrar convênios com órgãos da administração direta ou indireta do Estado ou da
União, para a prestação de serviços de sua competência, quando lhe faltarem recursos
técnicos e/ou financeiros, ou quando houver interesse mútuo.

SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL


É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
 exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça;
 instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação
equivalente, proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função
por eles exercida, independentemente da denominação jurídica dos rendimentos,
títulos ou direitos;
 cobrar tributos:
a) em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver
instituído ou aumentado;
b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou
aumentou;
c) antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou
aumentou, observado o disposto na alínea “b”;
 utilizar tributo com efeito de confisco;
 estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens, por meio de tributos
interestaduais ou intermunicipais, ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de
vias conservadas pelo Poder Público;
 instituir impostos sobre: a) patrimônio, renda ou serviços, uns dos outros; b) templos
de qualquer culto; c) patrimônio, renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive
suas fundações, das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de
educação e de assistência social, sem fins lucrativos, atendidos os requisitos da lei; d)
livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão.

Quais os tributos de competência Federal?

 IRPF – Imposto de Renda Pessoa Física;


 IOF – Imposto sobre Operações Financeiras;
 CSLL – Imposto Social sobre o Lucro Líquido;

Quais os requisitos mínimos da LEI DE CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA?


I – publicação prévia dos seguintes elementos:
a) memorial descritivo do projeto;
b) orçamento do custo da obra;
c) determinação da parcela do custo da obra a ser financiada pela contribuição;
d) delimitação da zona beneficiada;
e) determinação do fator de absorção do benefício da valorização para toda a zona ou para
cada uma das áreas diferenciadas, nela contidas;
II – fixação de prazo não inferior a 30 (trinta) dias, para impugnação pelos interessados, de
qualquer dos elementos referidos no inciso anterior;
III – regulamentação do processo administrativo de instrução e julgamento da impugnação a
que se refere o inciso anterior, sem prejuízo da sua apreciação judicial.
§ 1o A contribuição relativa a cada imóvel será determinada pelo rateio da parcela do custo da
obra a que se refere a alínea c, do inciso I, pelos imóveis situados na zona beneficiada em
função dos respectivos fatores individuais de valorização.
§ 2o Por ocasião do respectivo lançamento, cada contribuinte deverá ser notificado do
montante da contribuição, da forma e dos prazos de seu pagamento e dos elementos que
integram o respectivo cálculo.

MODALIDADES DE LICITAÇÃO
 Concorrência: É a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase
inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação
exigidos no edital para execução de seu objeto.
 Tomada de preços: É a modalidade de licitação entre interessados devidamente
cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento, até o
terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária
qualificação.
 Convite: É a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu
objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela
unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento
convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que
manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da
apresentação das propostas.
 Concurso: É a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de
trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração
aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na Imprensa Oficial
com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias.
 Leilão: É a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de bens
móveis inservíveis para a administração ou de produtos legalmente apreendidos ou
penhorados, ou para a alienação de bens imóveis prevista no art. 19, a quem oferecer o
maior lance, igual ou superior ao valor da avaliação. (Redação dada pela Lei nº. 8.883, de
8.6.94).
 Pregão: É a modalidade de licitação, tipo menor preço, exclusivamente para aquisição de
bens e prestação de serviços comuns, qualquer que seja o valor estimado da contratação,
em que a disputa é feita por meio de propostas e lances sucessivos em sessão pública,
excluídas desta modalidade as contratações de obras e serviços de engenharia, bem como
as locações imobiliárias e alienações em geral, que serão regidas pela legislação geral de
Licitação.

COMPETÊNCIAS MUNICIPAIS

Quanto ao bem-estar da população:

 Instituir e arrecadar os tributos de sua competência, bem como aplicar suas


rendas, sem prejuízo da obrigatoriedade de prestar contas e publicar
balancetes nos prazos fixados em lei;
 Elaborar o Plano Plurianual, as Diretrizes Orçamentárias e o Orçamento Anual,
estimando a receita e fixando a despesa;
 Organizar e prestar diretamente, ou submeter ao regime de concessão ou
permissão, mediante licitação, os serviços públicos de interesse local, incluindo
o transporte coletivo, que tem caráter essencial;

Quanto à competência da Câmara Municipal e suas deliberações:

 Matéria financeira, tributária e orçamentária: Plano Plurianual, Diretrizes


Orçamentárias e Orçamento Anual; abertura de créditos especiais e
suplementares, remissão de dívidas, concessão de isenções e anistias fiscais,
auxílios e subvenções;
 Matéria Urbanística, especialmente o Plano Diretor de Desenvolvimento
Integrado, matéria relativa ao uso e ocupação do solo, parcelamento,
edificações, denominação de logradouros públicos e estabelecimento do
perímetro urbano e dos bairros;
 Regime jurídico dos servidores municipais, criação, transformação e extinção
de cargos, empregos e funções públicas, planos de carreira, fixação e reajuste
dos subsídios e da remuneração dos agentes políticos e dos servidores
municipais da administração direta e indireta;

LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE ALHANDRA


São símbolos da cidade a Bandeira, o Brasão e o Hino, representativos de sua cultura e
história.

DIREITO TRIBUTÁRIO
Métodos Utilizados nas Exportações
 Método do Preço de Venda nas Exportações (PVEx): média aritmética ponderada
dos preços de venda nas exportações efetuadas pela própria empresa, para outros
clientes, ou por outra exportadora nacional de bens, serviços ou direitos, idênticos ou
similares, durante o mesmo período de apuração da base de cálculo do imposto de
renda e em condições de pagamento semelhantes
 Método do Preço de Venda por Atacado no País de Destino, Diminuído do Lucro
(PVA): média aritmética ponderada dos preços de venda de bens, idênticos ou
similares, praticados no mercado atacadista do país de destino, em condições de
pagamento semelhantes, diminuídos dos tributos incluídos no preço, cobrados no
referido país, e de margem de lucro de quinze por cento sobre o preço de venda no
atacado.
 Método do Preço de Venda a Varejo no País de Destino, Diminuído do Lucro
(PVV): média aritmética ponderada dos preços de venda de bens, idênticos ou
similares, praticados no mercado varejista do país de destino, em condições de
pagamento semelhantes, diminuídos dos tributos incluídos no preço, cobrados no
referido país, e de margem de lucro de trinta por cento sobre o preço de venda no
varejo.
 Método do Custo de Aquisição ou de Produção mais Tributos e Lucro (CAP):
média aritmética ponderada dos custos de aquisição ou de produção dos bens,
serviços ou direitos, exportados, acrescidos dos impostos e contribuições cobrados no
Brasil e de margem de lucro de quinze por cento sobre a soma dos custos mais
impostos e contribuições.

ESTATUTO NACIONAL DA MICROEMPRESA E DA EMPRESA DE PEQUENO PORTE

Não poderá se beneficiar do tratamento jurídico diferenciado previsto na Lei


Complementar nº 123, de 14 de Dezembro de 2006, a pessoa jurídica:
 de cujo capital participe outra pessoa jurídica;
 que seja filial, sucursal, agência ou representação, no País, de pessoa jurídica
com sede no exterior;
 de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou
seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos
termos desta Lei Complementar, desde que a receita bruta global ultrapasse o
limite de que trata o inciso II do caput deste artigo;
 cujo titular ou sócio participe com mais de 10% (dez por cento) do capital de
outra empresa não beneficiada por esta Lei Complementar, desde que a
receita bruta global ultrapasse o limite de que trata o inciso II do caput deste
artigo;
 cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica
com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de que
trata o inciso II do caput deste artigo;
 constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo;
 que participe do capital de outra pessoa jurídica;
 que exerça atividade de banco comercial, de investimentos e de
desenvolvimento, de caixa econômica, de sociedade de crédito, financiamento
e investimento ou de crédito imobiliário, de corretora ou de distribuidora de
títulos, valores mobiliários e câmbio, de empresa de arrendamento mercantil,
de seguros privados e de capitalização ou de previdência complementar;
 resultante ou remanescente de cisão ou qualquer outra forma de
desmembramento de pessoa jurídica que tenha ocorrido em um dos 5 (cinco)
anos-calendário anteriores;
 constituída sob a forma de sociedade por ações.
 cujos titulares ou sócios guardem, cumulativamente, com o contratante do
serviço, relação de pessoalidade, subordinação e habitualidade.

CONCEITOS DE ATOS ADMINISTRATIVOS (quanto ao conteúdo)


 Ato constitutivo: é o que cria uma nova situação jurídica individual para
seus destinatários. Ex. licenças, as nomeações de funcionários, as sanções
administrativas;
 Ato extintivo ou desconstitutivo: é o que põe termo a situações jurídicas
individuais. Ex. cassação de autorização, a encampação de serviço de
utilidade pública.
 Ato declaratório: é o que visa a preservar direitos, reconhecer situações
preexistentes ou, mesmo possibilitar seu exercício. Ex. apostila de
nomeação, a expedição de certidões;
 Ato alienativo - é o que opera a transferência de bens ou direitos de um
titular a outro (em geral dependem de autorização legislativa);
 Ato modificativo - é o que tem por fim alterar situações preexistentes, em
suprimir direitos ou obrigações. Ex. alteração de horários, percursos,
locais de reunião e outras situações anteriores estabelecidas pela
Administração;
 Ato abdicativo - é aquele pelo qual o titular abre mão de um direito, (em
caráter incondicionado e irretratável). Ex. as renúncias de crédito -
depende de lei;

Éh exigida Certidão Negativa de Débito-CND da empresa:


 na contratação com o Poder Público e no recebimento de benefícios ou
incentivo fiscal ou creditício concedido por ele;
 na alienação ou oneração, a qualquer título, de bem imóvel ou direito a ele
relativo;
 na alienação ou oneração, a qualquer título, de bem móvel de valor superior a
Cr$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil cruzeiros) incorporado ao
ativo permanente da empresa;
 no registro ou arquivamento, no órgão próprio, de ato relativo a baixa ou
redução de capital de firma individual, redução de capital social, cisão total ou
parcial, transformação ou extinção de entidade ou sociedade comercial ou civil
e transferência de controle de cotas de sociedades de responsabilidade
limitada;

LEI DO AJUSTE TRIBUTÁRIO E SUAS ATUALIZAÇÕES


Os custos e preços médios deverão ser apurados com base em:
 publicações ou relatórios oficiais do governo do país do comprador ou vendedor ou
declaração da autoridade fiscal desse mesmo país, quando com ele o Brasil mantiver
acordo para evitar a bitributação ou para intercâmbio de informações;
 pesquisas efetuadas por empresa ou instituição de notório conhecimento técnico ou
publicações técnicas, em que se especifiquem o setor, o período, as empresas
pesquisadas e a margem encontrada, bem como identifiquem, por empresa, os dados
coletados e trabalhados;

PREVIDÊNCIA SOCIAL
A organização da Previdência Social obedecerá aos seguintes princípios e diretrizes:
a) universalidade de participação nos planos previdenciários, mediante contribuição;
b) valor da renda mensal dos benefícios, substitutos do salário-de-contribuição ou do
rendimento do trabalho do segurado, não inferior ao do salário mínimo;
c) cálculo dos benefícios considerando-se os salários-de-contribuição, corrigidos
monetariamente;
d) preservação do valor real dos benefícios;
e) previdência complementar facultativa, custeada por contribuição adicional.

SIMPLES NACIONAL implica o recolhimento mensal, mediante documento único de


arrecadação dos seguintes impostos:
 Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica - IRPJ;
 Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI;
 Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL;
 Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – COFINS;
 Contribuição para o PIS/Pasep;
 Contribuição Patronal Previdenciária - CPP para a Seguridade Social;
 Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre
Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de
Comunicação – ICMS;
 Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS.

ATOS ADMINISTRATIVOS
Atributos:
 Autoexecutoriedade;
 Tipicidade;
 Imperatividade;
 Presunção de legitimidade e veracidade dos atos administrativos.

Elementos ou requisitos:
 FINALIDADE: É o objetivo de interesse público a atingir. A finalidade do ato é
aquela que a lei indica explícita ou implicitamente. Os atos serão nulos quando
satisfizerem pretensões descoincidentes do interesse público. Ao estudarmos o
gênero abuso de poder vimos que a alteração da finalidade caracteriza desvio de
poder, conhecido também por desvio de finalidade.
 FORMA: É o revestimento exteriorizador do ato. Enquanto a vontade dos particulares
pode manifestar-se livremente, a da Administração exige forma legal. A forma normal
é a escrita. Excepcionalmente existem: (1) forma verbal: instruções momentâneas de
um superior hierárquico; (2) sinais convencionais: sinalização de trânsito;
 MOTIVO: É a situação de fato ou de direito que determina ou autoriza a realização do
ato administrativo. Pode vir expresso em lei como pode ser deixado ao critério do
administrador.
 OBJETO: É o conteúdo do ato. Todo ato administrativo produz um efeito jurídico, ou
seja, tem por objeto a criação, modificação ou comprovação de situações
concernentes a pessoas, coisas ou atividades sujeitas à ação do Poder Público;
 COMPETÊNCIA: É o poder atribuído ao agente (agente é aquele que pratica o ato) para
o desempenho específico de suas funções.

DIREITO TRIBUTÁRIO
Tipos de impostos:
 IMPOSTOS DIRETOS E INDIRETOS
IMPOSTOS DIRETOS: são aqueles que não repercutem, pois a carga econômica é suportada
pelo contribuinte. Podem graduar diretamente a soma devida pelo contribuinte, de acordo
com sua capacidade contributiva.
IMPOSTOS INDIRETOS: são aqueles cujo ônus tributário repercute em terceiro, não assumindo
o realizador do fato gerador. Ou seja, o ônus financeiro é transferido ao consumidor final.
 IMPOSTOS PESSOAIS E REAIS:
IMPOSTOS PESSOAIS: estes consideram as condições individuais do contribuinte, isto é, as
qualidades pessoais e juridicamente qualificadas do sujeito passivo. Tais impostos possuem,
assim, um caráter subjetivo.
IMPOSTOS REAIS: também chamados de impostos de natureza real, consideram a matéria
tributária, ou seja, o próprio bem ou coisa. Com exceção do IR, são exemplos todos os demais
impostos: IPI, ICMS, IPVA, IPTU, IOF, ITR.
 IMPOSTOS FISCAIS E EXTRAFISCAIS
IMPOSTOS FISCAIS: são aqueles que possuem intuito estritamente arrecadatório.
IMPOSTOS EXTRAFISCAIS: são aqueles que têm finalidade reguladora de mercado ou da
economia. Ex.: IE, II, IPI, IOF etc.
 IMPOSTOS DIVIDIDOS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO DO CTN
a) Impostos sobre o patrimônio e a renda (IR, IPVA, IPTU, ITR, ITBI, ITCMD, IGF);
b) Impostos sobre o comércio exterior (IE, II);
c) Impostos sobre a produção e a circulação (IOF, IPI, ICMS, ISS);
d) Impostos especiais (IEG).
 IMPOSTOS PROGRESSIVOS, PROPORCIONAIS E SELETIVOS
PROGRESSIVIDADE: técnica de incidência de alíquotas variadas, cujo aumento ocorre conforme
se majora a base de cálculo do gravame. A progressividade pode ser fiscal ou extrafiscal. De
acordo com a CF/88, são progressivos: o imposto sobre a renda, o ITR e o IPTU.
PROPORCIONALIDADE: técnica de aplicação de alíquota única sobre uma base tributável
variável. Exemplos de impostos proporcionais: IPI, ICMS, ITBI, ITCMD etc.
SELETIVIDADE: técnica de concretização do princípio da capacidade contributiva em
determinados tributos indiretos, a exemplo do IPI e do ICMS. Trata-se de uma forma de
extrafiscalidade na tributação.

MODALIDADES DE LANÇAMENTO DE CRÉDITO TRIBUTÁRIO


 Lançamento Direto ou de Ofício: É aquele realizado pelo Fisco, dispensado o auxílio do
contribuinte, uma vez que já dispõe de dados suficientes. Citemos, como exemplo, o
IPTU. No caso desse imposto, o contribuinte, que não prestou nenhuma informação
específica ao fisco, recebe em sua casa o carnê do IPTU.
 Lançamento Misto ou “Por Declaração”: No lançamento misto ocorre uma ação
conjugada entre o Fisco e o contribuinte. O Fisco, não dispondo de dados suficientes
para realizar o lançamento, conta com o auxílio do contribuinte que supre a deficiência
da informação por meio da prestação de uma declaração.
 Lançamento por Homologação ou “Auto-lançamento”: É a espécie mais corriqueira
na prática do direito tributário e também a que compreende o maior volume de
arrecadação. Mas por que essa é a modalidade mais utilizada pelo Fisco? Simples, nela
é o contribuinte que faz a maior parte do trabalho. Para o Fisco essa modalidade é
mais rápida e eficaz, já que a grande maioria da receita tributária ingressa nos cofres
públicos independentemente de qualquer providência estatal.

No lançamento de crédito tributário por homologação:


"Se a lei não fixar prazo da homologação, será ele de cinco anos, a contar da ocorrência do
fato gerador; expirado este prazo sem que a fazenda tenha se pronunciado, considera-se
homologado o lançamento e definitivamente extinto o crédito, salvo se comprovada a
ocorrência de dolo, fraude ou simulação."

COMPETÊNCIAS TRIBUTÁRIAS
 Privatividade: Competência tributária é privativa, no sentido de exclusiva. A
Constituição Federal, ao fazer a divisão das competências, atribui alguns tributos para
a União, alguns para os Estados e alguns para os Municípios. Ao fazer esta divisão, a
Constituição a faz de maneira inflexível, de maneira definitiva, com exclusividade.
Somente o ente que recebe a competência tributária pode exercê-la. A atribuição de
competência para um dos entes implica na automática incompetência dos demais.
 Indelegabilidade: De certa forma, consequência da primeira. Significa a
impossibilidade do ente competente autorizar outro a exercer sua competência. A
competência atribuída pela CF somente pode ser exercitada pelo ente originariamente
definido.
 Inalterabilidade: competência tributária é de trato exclusivo da Constituição. Já que
somente a Constituição pode regular matéria de competência tributária,
estabelecendo a distribuição de competência, não há de se falar na possibilidade da lei
do ente competente alterar as regras de competência. Como é exclusiva e indelegável,
então a lei do ente competente não pode tratar de competência. Portanto, nesse
sentido ela é inalterável.
 Incaducabilidade: Por este atributo, se afastam os efeitos da decadência, ou seja, a
perda de um direito por seu não exercício por determinado lapso. Em outras palavras,
o não exercício da competência, por qualquer prazo, não implicará na sua perda.
Podem se passar 20, 30, 50 anos. Mesmo que o ente tributante não exerça a
competência, no momento em que achar conveniente, poderá exercê-la. Vale lembrar
como exemplo de competência ainda não exercida, a previsão constitucional para a
instituição de impostos sobre grandes fortunas (art. 153, VII da CF).

TRIBUTOS
 FISCALIDADE: o tributo é fiscal quando o Estado-Fisco não tem outra preocupação
senão arrecadar. Ou seja, explicando de forma mais clara, o Estado-fisco pensa
unicamente em arrecadar, desvinculando-se de qualquer outra preocupação.
 EXTRAFISCALIDADE: ocorre quando o Estado-Fisco não visa apenas à arrecadação, mas
também intervir na sociedade e na economia, por exemplo. Assim, por exemplo,
poder-se-á lançar mão de um tributo extrafiscal, no sentido de evitar que uma
atividade prejudicial à economia prospere a todo vapor. É o que acontece com o
estabelecimento de alíquotas altas para importação de mercadorias, quando existam
similares nacionais. Usa-se o tributo para desestimular a importação.
 PARAFISCALIDADE: o tributo é parafiscal quando seu objetivo é a arrecadação de
recursos para o custeio de atividade que, em princípio, não integra funções próprias
do Estado, mas este as desenvolve através de entidades especificas.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Plano de Carreiras
Para que um servidor público não perca o merecimento de ser promovido de classes, ele não
pode:
 Somar duas penalidades de advertência, com registro de ocorrência - a suspensão será
por 120 dias;
 Somar dez (10) atrasos de comparecimento ao serviço e/ou saídas antes do horário
marcado para o término da jornada - a suspensão será por 180 dias;
 Completar três faltas injustificadas ao serviço - a suspensão será por 240 dias;
 Sofrer pena de suspensão disciplinar, mesmo que convertida em multa - a suspensão
será por 300 dias.

CONTABILIDADE
Princípios da Contabilidade
 ENTIDADE: reconhece o Patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a
autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um Patrimônio particular
no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma
pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza
ou finalidade, com ou sem fins lucrativos.
 CONTINUIDADE: pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro e,
portanto, a mensuração e a apresentação dos componentes do patrimônio levam em
conta esta circunstância.
 OPORTUNIDADE: refere-se ao processo de mensuração e apresentação dos
componentes patrimoniais para produzir informações íntegras e tempestivas.
 REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL: determina que os componentes do patrimônio
devem ser inicialmente registrados pelos valores originais das transações, expressos
em moeda nacional.
 COMPETÊNCIA: determina que os efeitos das transações e outros eventos sejam
reconhecidos nos períodos a que se referem, independentemente do recebimento ou
pagamento. Parágrafo único. O Princípio da Competência pressupõe a simultaneidade
da confrontação de receitas e de despesas correlatas.
 PRUDÊNCIA: determina a adoção do menor valor para os componentes do ATIVO e do
maior para os do PASSIVO, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas
para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o patrimônio líquido.

CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO


À empregada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança será
concedida licença-maternidade:
 No caso de adoção ou guarda judicial de criança até 1 (um) ano de idade, o período de
licença será de 120 (cento e vinte) dias;
 No caso de adoção ou guarda judicial de criança a partir de 1 (um) ano até 4 (quatro)
anos de idade, o período de licença será de 60 (sessenta) dias;
 No caso de adoção ou guarda judicial de criança a partir de 4 (quatro) anos até 8 (oito)
anos de idade, o período de licença será de 30 (trinta) dias;
 A licença-maternidade só será concedida mediante apresentação do termo judicial de
guarda à adotante ou guardiã.

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Princípios:
 Legalidade: todos os atos da Administração têm que estar em conformidade com os
princípios legais;
 Impessoalidade: a Administração só pode praticar atos impessoais se tais atos vão
propiciar o bem comum (a coletividade);
 Eficiência: administrador tem o dever de fazer uma boa gestão. É o que esse princípio
afirma. O representante deve trazer as melhores saídas, sob a legalidade da lei, bem
como mais efetiva. Com esse princípio, o administrador obtém a resposta do interesse
público e o Estado possui maior eficácia na elaboração de suas ações;
 Moralidade: está diretamente relacionado com os próprios atos dos cidadãos comuns
em seu convívio com a comunidade, ligando-se à moral e à ética administrativa,
estando esta última sempre presente na vida do administrador público, sendo mais
rigorosa que a ética comum;
 Publicidade: é a divulgação oficial do ato da Administração para a ciência do público
em geral, com efeito de iniciar a sua atuação externa, ou seja, de gerar efeitos
jurídicos.

LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO


ALGUMAS Competências privativas do município (são muitas):
I - legislar sobre assuntos de interesse local;
II - suplementar as legislações federal e estadual, no que couber;
III - elaborar e executar o Plano Plurianual, a Lei de Diretrizes Orçamentárias e o Orçamento
Anual;
IV - instituir e arrecadar os tributos de sua competência, bem como aplicar suas rendas, sem
prejuízo da obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos prazos fixados em Lei;
V - fixar, fiscalizar e cobrar tarifas ou preços públicos;
VI - criar, organizar e suprimir distritos, observada a legislação estadual;
VII - dispor sobre organização, administração e execução dos serviços municipais;
VIII - dispor sobre administração, utilização e alienação de seus bens;
Competências NÃO privativas do município (competências comuns):
I — proteger os documentos, obras e outros bens de valores histórico, artístico e cultural, os
monumentos, as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos;
II — impedir a evasão, a destruição e a descaracterização de obras de arte e de outros bens de
valor histórico, artístico ou cultural;
III — proporcionar os meios de acesso à cultura, à educação e à ciência;
IV — proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas;
V — preservar as florestas, a fauna e a flora;
VI — fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar;
VIl — promover programas de construção de moradias e a melhoria das condições
habitacionais e de saneamento básico;
VIII — combater as causas da pobreza e os fatores de marginalização, promovendo a
integração social dos setores desfavorecidos;
IX — registrar, acompanhar e fiscalizar as concessões de direitos de pesquisa e exploração de
recursos hídricos e minerais em seus territórios;
X — estabelecer e implantar política de educação para a segurança do trânsito.

IPTU
FATO GERADOR: a propriedade, o domínio útil ou a posse de bem imóvel por natureza ou por
acessão física, como definido na lei civil, localizado na zona urbana do Município.
CONTRIBUINTE: o proprietário do imóvel, o titular do seu domínio útil, ou o seu possuidor a
qualquer título.
BASE DE CÁLCULO – ALÍQUOTA: o valor venal (valor de venda) dos imóveis; na determinação
da base de cálculo, não se considera o valor dos bens móveis mantidos, em caráter
permanente ou temporário, no imóvel, para efeito de sua utilização, exploração,
aformoseamento ou comodidade; sua alíquota varia de um Município para outro, sendo
admissível sua progressividade após a edição da Emenda Constitucional 29/2000.
ISS ou ISSQN
CONTRIBUINTE: o prestador do serviço.
LOCAL DOS SERVIÇOS: O serviço considera-se prestado e o imposto devido no local do
estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, no local do domicílio do
prestador, exceto nas hipóteses previstas nos itens I a XXII do artigo 3º da Lei Complementar
116/2003.
ALÍQUOTA MÍNIMA: A Emenda Constitucional 37/2002, em seu artigo 3º, incluiu o artigo 88
ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, fixando a alíquota mínima do ISS em 2%
(dois por cento), a partir da data da publicação da Emenda (13.06.2002);
ALÍQUOTA MÁXIMA: A alíquota máxima de incidência do ISS foi fixada em 5% pelo artigo 8º,
II, da Lei Complementar 116/2003;
ISS NA EXPORTAÇÃO DE SERVIÇOS: O ISS não incide sobre as exportações de serviços para o
exterior do País (são tributáveis os serviços desenvolvidos no Brasil, cujo resultado aqui se
verifique, ainda que o pagamento seja feito por residente no exterior);
CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA
FATO GERADOR: o acréscimo do valor do imóvel localizado nas áreas beneficiadas direta ou
indiretamente por obras públicas.
QUEM COBRA: União, Estado, Distrito Federal e Municípios para fazer face ao custo das obras
públicas, será cobrada pela Unidade Administrativa que as realizar, adotando-se como critério
o benefício resultante da obra, calculado através de índices cadastrais das respectivas zonas de
influência, a serem fixados em regulamentação deste Decreto-lei;
LIMITE: A cobrança da Contribuição de Melhoria terá como limite o custo das obras,
computadas as despesas de estudos, projetos, fiscalização, desapropriações, administração,
execução e financiamento, inclusive prêmios de reembolso e outras de praxe em
financiamento ou empréstimos e terá a sua expressão monetária atualizada na época do
lançamento mediante aplicação de coeficientes de correção monetária.
ITBI
FATO GERADOR: transmissão, por ato oneroso, de bens imóveis, excluindo-se a sucessão
(causa mortis).
CONTRIBUINTE: qualquer das partes na operação tributada, como dispuser a lei.
QUEM COBRA: Constituição Federal de 1988 estipulou que o ITCMD (imposto sobre a
transmissão causa mortis ou doação) competiria aos Estados e ao DF (art. 155, I), enquanto os
municípios ficariam com o ITBI (art. 156).
NÃO INCIDÊNCIA: quando efetuada para sua incorporação ao patrimônio de pessoa jurídica
em pagamento de capital nela subscrito; quando decorrente da incorporação ou da fusão de
uma pessoa jurídica por outra ou com outra;
BASE DE CÁLCULO: o valor venal (de venda) dos bens ou direitos transmitidos.
TAXAS
FATO GERADOR: exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de
serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição;
QUEM COBRA: União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de
suas respectivas atribuições;
BASE DE CÁLCULO: Não pode ter base de cálculo ou fato gerador idênticos aos que
correspondam a imposto nem ser calculada em função do capital das empresas.
CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL
É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
 I - instituir ou majorar tributos sem que a lei o estabeleça, ressalvado, quanto à
majoração, o disposto nos artigos 21, 26 e 65;
 II - cobrar imposto sobre o patrimônio e a renda com base em lei posterior à data
inicial do exercício financeiro a que corresponda;
 III - estabelecer limitações ao tráfego, no território nacional, de pessoas ou
mercadorias, por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais;
 IV - cobrar imposto sobre:
 a) o patrimônio, a renda ou os serviços uns dos outros;
 b) templos de qualquer culto;
 c) o patrimônio, a renda ou serviços dos partidos políticos, inclusive suas fundações,
das entidades sindicais dos trabalhadores, das instituições de educação e de
assistência social, sem fins lucrativos, observados os requisitos fixados na Seção II
deste Capítulo; (Redação dada pela Lei Complementar nº 104, de 2001)
 d) papel destinado exclusivamente à impressão de jornais, periódicos e livros.

SUJEITOS DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA


 Obrigação tributária principal: pagamento do tributo ou da penalidade pecuniária.
 Obrigação tributária acessória: prestações positivas e negativas no interesse da
arrecadação ou da fiscalização tributária.
 Contribuinte e Responsável: pessoas físicas ou jurídicas.
SUJEITO ATIVO: é a pessoa jurídica de direito público titular da competência para exigir
seu cumprimento.
SUJEITO PASSIVO: é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade
pecuniária.

SUJEITO ATIVO DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA: o sujeito ativo como a pessoa jurídica de


direito público titular da competência para exigir o cumprimento da obrigação
tributária.
SUJEITO PASSIVO DA OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA: o sujeito passivo é o devedor da obrigação
tributária, é a pessoa (física ou jurídica) que tem o dever de cumprir, em benefício do
credor, a prestação que constitui o objeto da obrigação.

CRÉDITO TRIBUTÁRIO
Extinção do crédito tributário é qualquer ato jurídico ou fato jurídico que faça desaparecer a
obrigação respectiva. A extinção ocorre nas seguintes modalidades:
 Pagamento do crédito tributário;
 compensação;
 transação;
 remissão;
 decadência;
 prescrição;
 pela conversão do depósito em renda;
 com a homologação do pagamento antecipado;
 com a consignação em pagamento;
 com a decisão administrativa favorável ao sujeito passivo de caráter irreformável;
 com a decisão judicial transitada em julgado;
 dação em pagamento em bens imóveis.
MORATÓRIA TRIBUTÁRIA
A moratória é uma hipótese de dilatação no prazo para pagamento do tributo. Ela pode
ser concedida de maneira geral ou individual, nos termos do artigo 152 do Código
Tributário.
Art. 152. A moratória somente pode ser concedida:
I - em caráter geral:
a) pela pessoa jurídica de direito público competente para instituir o tributo a que se
refira;
b) pela União, quanto a tributos de competência dos Estados, do Distrito Federal ou dos
Municípios, quando simultaneamente concedida quanto aos tributos de competência
federal e às obrigações de direito privado.
II - em caráter individual, por despacho da autoridade administrativa, desde que
autorizada por lei nas condições do inciso anterior.

ECONOMIA
De acordo com o mercado de trabalho e a Curva de Phillips:
 O desemprego baixo leva a um salário nominal mais alto.
 Em resposta ao salário nominal mais alto, as empresas aumentam seus preços. Assim,
o nível de preços aumenta.
 Em resposta ao nível de preços mais altos, os trabalhadores pedem um salário nominal
mais alto na próxima vez em que os salários são fixados.
 O salário nominal mais alto leva as empresas a um aumento adicional de seus preços.
Consequentemente, o nível de preços sobe ainda mais.

A partir da equação CF + [CV – RT] = Perdas


As situações que convêm ao empresário, apesar das perdas, continuar produzindo são:
CVMe = p ou CV=RT.
e
CVMe < p ou CV<RT.

Uma diminuição da oferta de produtos dos EUA: Poderá afetar os preços mundiais.

Uma empresa industrial que opera em condições de monopólio maximizará seus lucros no
momento em que a receita marginal for igual ao custo marginal.

O PIB real do Brasil cresceu muito rapidamente durante o período de “Milagre Econômico”
(1968-1973). Tal crescimento arrefeceu, a partir de 1974, devido à insuficiência da
capacidade de produção doméstica de petróleo e de bens de capital.

Juro representa o lucro do capital empregado, calculado sobre determinada taxa e


período. Taxa pode ser entendida como a razão existente entre juros e capital. Montante
representa a soma do capital com seu juro produzido.

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Tempo de exercício no cargo efetivo, de um servidor em regime estatutário, na
classe imediatamente anterior para fins de promoção para a classe seguinte:
 04 anos para Classe B
 05 anos para a Classe C
 06 anos para a Classe D
 07 anos para a Classe E
 08 anos para a Classe F