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FACULDADE SÃO BRAZ

OS CONCEITOS DE CAPELANIA E A FUNÇÃO DO CAPELÃO PARA A PRÁTICA


RELIGIOSA

CURITIBA – PR
2015
FACULDADE DE EDUCAÇÃO SÃO BRAZ

ELAINE DE FÁTIMA SILVA PAITACH


JAIRO DA ROCHA CEZANOVSKI
VALDERI DIONIZIO DA SILVA

OS CONCEITOS DE CAPELANIA E A FUNÇÃO DO CAPELÃO PARA A PRÁTICA


RELIGIOSA

Trabalho entregue à Faculdade São Braz, como


requisito legal para convalidação de competências,
para obtenção de certificado de Especialização
Lato Sensu do curso de Pedagogia Cristã,
conforme Norma Regimental Interna e Art. 47,
Inciso 2, da LDB 9394/96.

CURITIBA – PR
2015
FOLHA DE APROVAÇÃO

ELAINE DE FÁTIMA SILVA PAITACH


JAIRO DA ROCHA CEZANOVSKI
VALDERI DIONIZIO DA SILVA

CONCEITOS DE CAPELANIA E FUNÇÃO DO CAPELÃO PARA A PRÁTICA DA


RELIGIOSIDADE

Trabalho entregue à Faculdade São Braz, como


requisito legal para convalidação de competências,
para obtenção de certificado de Especialização
Lato Sensu do curso de Pedagogia Cristã,
conforme Norma Regimental Interna e Art. 47,
Inciso 2, da LDB 9394/96.

Examinadores:

Prof. (Esp/Me/Dr.) ___________________________________________________


Instituição: ___________________________ Assinatura: ____________________

Prof. (Esp/Me/Dr.) ___________________________________________________


Instituição: ___________________________ Assinatura: ____________________

Prof. (Esp/Me/Dr.) ___________________________________________________


Instituição: ___________________________ Assinatura: ____________________
RESUMO
A preocupação deste estudo é refletir a capelania numa prática de religiosidade.
Desenvolver ações a partir da religiosidade demonstrando o amor, a humildade, a
sinceridade, a alegria, a confiança, estando alicerçado em Deus e no Senhor Jesus
Cristo, buscando, a partir, da leitura bíblica e religiosa sabedoria e discernimento
para a religião das atividades. Conclui-se a importância da capelania e a função do
capelão para a sociedade no contexto atual intermediando e equilibrando a
espiritualidade e religiosidade das pessoas.

Palavras-chave: Capelania. Capelão. Espiritualidade. Brasil.


1 INTRODUÇÃO

O presente trabalho apresenta como tema os conceitos da capelania e a


função do capelão para a prática da religiosidade.
Vários os trabalhos desenvolvidos pela capelania e o capelão, pessoa
designada para preparar ações que mantêm a atividade da capelania dentro do
cunho espiritual e religioso.
Mediante o contexto social atual são vários segmentos da capelania com
o intento de atuar nos setores, sendo voluntário ou involuntário, a fim de promover o
bem estar das pessoas visando a qualidade de vida.
O trabalho de capelão é caminhar ao encontro de quem precisa de auxílio
espiritual, conforto nos momentos de tristeza, suprir necessidades de alimento,
vestimentas, calçadas entre outras ações que demonstram o cuidado com o
próximo. O capelão não terá o poder de multiplicar pães, nem transformar água em
vinho, mas a missão será para contemplar muitas alegrias vindas daqueles que
pedem apoio externo.
Sendo assim, fica o objetivo primígeno saber que ajudar faz parte da vida
de todo o ser humano, como nas escrituras, “façamos o que é bom em tempo
oportuno”. (Eclesiastes, capítulo 11)
Para elencar os demais objetivos produzidos na pesquisa utilizou-se
como recurso metodológico a leitura de artigos no meio virtual e da Bíblia Sagrada.
O texto foi fundamentado com idéias de alguns autores e trechos bíblicos,
desempenhando sinceridade, que em uma possível atuação, haja fidedignidade
entre teoria e prática.

2. Vários tipos de capelania, uma só missão.

O trabalho da capelania teve origem na Antiguidade, principalmente entre


os judeus e povos primitivos. O objetivo era de cuidar, orientar e acompanhar as
pessoas que de algum modo tivessem necessidades de religiosidade.
A palavra capelania teve origem no latim, e segundo o dicionário Houaiss
da Língua Portuguesa significa “cargo, dignidade ou ofício de capelão”. Tendo a
etmologia da palavra no latim “Cappa” um tipo de casaco com capuz, capa e capella.
A capelania tem marco histórico em sua origem, garantindo a cultura da
função do capelão de acordo com os fatos que deram início ao trabalho e a
existência da capelania.
O termo capelão designado para quem exerce a capelania tendo como
função ministrar serviço religioso e prestar assistência de cultura em várias
instituições. Sendo reconhecido historicamente e com primordial trabalho religioso.
Segundo Damy Ferreira, a capelania teve origem e a função de capelão no contexto
militar:

Na França, em tempos de guerra, montava-se uma tenda especial onde era


mantido um sacerdote para ofícios religiosos e aconselhamento. A tenda era
chamada de ‘Capela’. O costume foi se perpetuando mesmo em tempos de
paz, e com o tempo, o sacerdote que cuidava dela passou a ser chamado
de capelão. O serviço estendeu-se também a outras instituições como:
hospitais, cemitérios e prisões. (autor,ano, pag. ??)

Estreitando o foco do estudo, relevantemente no Brasil os estudos da


capelania trilha caminhos significativos dentro de vários ambientes e contribuindo
para ajudar muitas pessoas. Mas, acredita-se que a construção do conhecimento
sobre o assunto é de suma importância e dimensioná-lo é necessário para melhorar
os relacionamentos pessoais.
As relações pessoais têm sido conflituosas na sociedade moderna, o que
pode causar alguns sofrimentos ao ser humano em qualquer ambiente que está
inserido, seja no dia a dia ou mesmo que de passagem.
Com o intento de demonstrar humanismo, a capelania e a função do
capelão tem sido presente em várias situações e lugares, embora há tempos atrás
fosse desmerecida.
De forma a compreender trabalho da capelania através do capelão em
diversos setores da sociedade, dá-se o estudo explicitando o contexto da capelania
hospitalar, escolar, esportiva, assistencial e empresarial, a fim de refletir os conceitos
que cada serviço de capelania traz, mostrando em cada um o fortalecimento
emocional dado às pessoas com necessidades espirituais.
A capelania hospitalar tem como objetivo atender as necessidades
espirituais dos pacientes e dar apoio aos familiares e funcionários dos hospitais. Os
hospitais católicos e evangélicos já possuem capelães próprios, onde as atividades
da capelania encontram-se regulamentada e organizada. Em hospitais públicos o
assunto é muito complexo uma vez que o Estado é laico, onde os direitos dos
pacientes são norteados pela Constituição Federal.
Mediante a complexidade do assunto há alguns projetos de lei em
andamento para regulamentar o serviço de capelania em hospitais públicos, alguns
estados brasileiros aprovaram o serviço voluntário de capelania hospitalar.
Acredita-se que independentemente da instituição o “cuidado” com
pessoas em seu estado de sofrimento é uma incumbência do outro que dispõe de
condição espiritual e conhecimento bíblico para desempenhar o trabalho.
Boff denomina de ‘ethos que cuida’.

O cuidado constitui a categoria central do novo paradigma de civilização que


forceja por emergir em todas as partes do mundo. A falta de cuidado no trato
da natureza e dos recursos escassos, a ausência de cuidado com referência
ao poder da tecnociência que construiu armas de destruição em massa e de
devastação da biosfera e da própria sobrevivência da espécie humana nos
está levando a um impasse sem precedentes. Ou cuidamos ou perecemos.
O cuidado assume uma dupla função: de preservação a danos futuros e de
regeneração de danos passados. O cuidado possui esse condão: reforçar a
vida, zelar pelas condições físico-químicas, ecológicas, sociais e espirituais
que permitem a reprodução da vida e de sua ulterior evolução (...) O ethos
que cuida e ama é terapêutico e libertador. Sana chagas, desanuvia o
futuro, traz segurança, exorciza medos e cria esperanças. Com razão diz o
psicanalista Rollo May: ‘Na atual confusão de episódios racionalistas e
técnicos, perdemos de vista o ser humano. Devemos voltar humildemente
ao simples cuidado. É o mito do cuidado, e somente ele que nos permite
resistir ao cinismo e à apatia, doenças psicológicas de nosso tempo’. 1
(autor, ano, pag)

Logo, o cuidado dispensado na capelania hospitalar é de essencial


atendimento espiritual para a cura das moléstias existentes dentro desse espaço e o
relacionamento de pessoas e pessoas é imprescindível para o exercício do capelão
levando-o para situações desafiadoras.
Outro contexto da capelania, também muito complexo é a capelania
prisional ou carcerária. Pois acredita-se que o ambiente atendido é, também
composto por pessoas com extrema condições espirituais.
Com olhar diferente e com muita disposição para o trabalho a capelania
carcerária incumbe ao capelão levar aos detentos a aprendizagem afetiva
despertando o amor em Jesus Cristo. O momento de desenvolvimento do ensino
espiritual requer muita transparência e sinceridade, pois o caminho a ser percorrido
tem como embasamento a bíblia, e esta relata várias situações de amor, de cárcere,

1
BOFF, Leonardo. Ética: a busca dos fundamentos. Petrópolis: Vozes, 2003, p. 48-50.
de perdão aos erros cometidos, de arrependimento de tais erros e esperança de
mudança, esperança que não traz confusão, como é relatado no livro aos Romanos,
capítulo 5, versículo 5: “E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus
está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado”. 2
O trabalho do capelão no presídio é intenso, porém a esperança deve ser
levada àqueles que têm uma vida com muita confusão e tumulto espiritual. Derramar
o Espírito Santo, no coração com grande vitupério, é com certeza glorioso, e
contribuir na transformação de uma mente atribulada por erros malignos é
conquistar, junto ao Senhor Jesus e ao Pai Celestial, dádivas e preciosidades não
encontradas no mundo terreno.
Os contextos da capelania trazem uma obra maravilhosas contrapondo o
enfado que muitos dizem não conseguir superar, mas que quando apoiados por
pessoas estruturadas espiritualmente passam a olhar com gratidão o fôlego de vida
que é dado dia a dia por Deus.
A capelania militar também tem um histórico significativo para o exercício
de ajuda para as pessoas que enfrentam um contexto rígido na prática da ação a
elas incumbidas. Na Segunda Guerra Mundial, foi criado o Decreto Lei nº. 6535 de
maio de 1944, com a formalidade da Capelania Militar Evangélica, implantada em 13
de julho de 1944. O objetivo era acompanhar soldados em momentos de guerrilhas,
aconselhando espiritualmente, promovendo leitura da bíblia, enviando palavra de
forças e ânimo para o combate.
Nesse ínterim, cabe ao capelão manter a religiosidade, sempre
transpondo influências para a saúde espiritual do policial militar ou soldado de
guerra.
No Brasil, a capelania da Forças Armadas é regida pela Lei nº. 6923, de
29 de junho de 1981, dispõe sobre o Serviço de Assistência Religiosa nas Forças
Armadas, o Congresso Nacional decreta e sanciona a respectiva lei.
O art. 4º da Lei supra-mencionado estabelece o serviço constituído por
capelães, a saber:

O serviço de Assistência Religiosa será constituído de Capelães Militares,


selecionados entre sacerdotes, ministros religiosos ou pastores,

2
Romanos. Português. In: Bíblia sagrada. Tradução de João Ferreira de Almeida. Revista e
Corrigida. São Paulo: ed. rev. e expandida, 2012, p. 1.095.
pertencentes a qualquer religião que não atente contra a disciplina, a moral
e as leis em vigor.3

O conhecimento do capelão militar traz a este segmento da capelania


trabalhos de ajuda relevantes àqueles que a compõe.
O espaço de trabalho da capelania muitas vezes é de tristeza e dor, mas
quando permeado de experiências espirituais pode torná-lo mais sereno.
A capelania cemiterial tem o objetivo de ajudar as famílias que, cujo
significado da morte é perda insubstituível. Mas o capelão cemiterial além de
confortar famílias enlutadas, também é responsável pelos trâmites quanto à
liberação do corpo, de documentos, local para realizar o velório promovendo os
cuidados necessários para que seja cumprido o trabalho social. A preocupação em
consolar as pessoas enlutadas é muito antiga. A Bíblia, no Santo Evangelho
Segundo João, relata: “E muitos dos judeus tinham ido consolar a Marta e a Maria,
acerca de seu irmão. Ouvindo, pois Marta que Jesus vinha, saiu-lhe ao encontro:
Maria Porém ficou assustada em casa (...)” (AUTOR, PAG,)
A passagem da morte de Lázaro mostra um ambiente triste e doloroso
enfrentado desde a antiguidade. Nos próximos versículos é relatado que o Senhor
Jesus o ressuscitou. Diferentemente nos dias atuais não há em nenhum ser terreno
tal poder. Mas há no trabalho do capelão cemiterial um esforço para suavizar o
momento de muitas famílias. O verdadeiro refrigério virá daquele que tem o bálsamo
consolador para todas as tristezas, Jesus Cristo.
A reflexão sobre a capelania e a função do capelão é notória, embora
muitos setores sociais não afirmaram a necessidade de implantar ou formar pessoas
para desenvolver um trabalho de religiosidade.
Outro caminho a seguir através da capelania é a escolar permeando
através da disciplina do ensino religioso resultados positivos para a espiritualidade
dos alunos. A capelania escolar tem o objetivo de atender a todos, sem distinção
social, racial, religiosa ou de diversidade e promover conversas para os
enfrentamentos sociais com embasamento religioso e espiritual.
O ambiente escolar tem conflitos relevantes necessitando muitas vezes
de intervenção. Muitos problemas ganham grandes dimensões e podem ser
solucionados com o auxílio de um capelão escolar, sendo ele mediador e com
condições espirituais para desenvolver na formação de uma verdadeira cidadania.
3
Lei nº. 6923, de 29 de junho de 1981.
A maioria das instituições escolares preferem um trabalho laico, voltado
para a liberdade religiosa, porém o trabalho da capelania escolar é muito importante
para a construção de uma escola mais humana, com espírito de cooperação, para
um ambiente que zele pela harmonia e mantenha o foco de aprendizagem dos
alunos.
Sobre o ensino religioso a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, art. 33, diz:

O ensino religioso de matrícula facultativa é parte integrante da formação


básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas
públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade
cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.
(AUTOR, ANO, PAG)

O ensino religioso dentro da proposta da LDB perfaz um caminho que traz


condições para um trabalho da capelania escolar com um recorte pedagógico, com
auxílio para aulas mais dinâmicas, espirituais e de preceito interconfessional.
Conforme citado anteriormente a capelania e a função do capelão, em
ambiente que há relacionamento de pessoas, faz-se sempre necessário. Muitas
pessoas já praticaram ou praticam a função de capelão despercebidamente. Desse
modo há pessoas verdadeiramente cristãs que conseguem pacificar situação
conflituosa, sem formação e conhecimentos teóricos de capelão, pois assume papel
de amor ao próximo.
Há ambientes em que, muitas vezes não é necessário o trabalho de um
capelão. Mas como dito há sempre necessidade de palavras de enfrentamento para
aqueles que estão nas suas atividades do dia a dia.
No segmento da capelania, sendo a capelania esportiva podem pensar
que é desnecessária a função do capelão. Porém, os diferentes setores da
sociedade têm objetivos menores e maiores para o bom desenvolvimento da nação.
O objetivo da capelania esportiva é desenvolver ações que supere problemas social,
mental e corporal.
O esporte é um grande aliado para o desenvolvimento saudável da
sociedade. Para o capelão esportivo é levado em consideração a participação dos
atletas durante os eventos, e não as vitórias conquistadas com o objetivo de ganhar
prêmios, e sim os erros e acertos que fortalecem espiritualmente os momentos de
competição.
A relação estabelecida entre o trabalho e os problemas sociais é o da
mediação, pois humanizar ambientes, muitas vezes, hospitalares e permear, ensinar,
transmite sentimentos sinceros purificam setores e fortalecem profissionais.
Também com o intento do trabalho assistencial a capelania e o capelão
desenvolve ação primordial de caridade aos menos favorecidos.
No portanto, Santo Evangelho Segundo Mateus, capítulo 25, versículo 42
e 43, menciona o comprometimento com as pessoas que necessitam de assistência
espiritual e religiosa, a saber: “Porque tive fome, e não me destes de comer, tive
sede e não me destes de beber; sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu,
não me vestistes; e enfermo, e na prisão não me visitastes.” (autor, ano, pag)
O capelão assistencial atento as Escrituras Sagradas, busca guia de
Deus e de Senhor Jesus Cristo para atender aqueles que precisam da beneficiência
do outro para sobreviver. Assim suprindo o necessário para a sobrevivência
proporciona ao outro leveza na sua vida terrena.
Cabe ao capelão assistencial a busca incessante para consagrar,
santificar e manter uma vida simples, não dando valor às luxúrias e vaidades
existentes no mundo para não corrompê-lo na comunhão com o Deus todo
poderoso.
Proposta na regra das demais capelanias está a capelania empresarial
que traz em contexto comprometedor com o mundo dos negócios que, às vezes é
frio e muito técnico. Em alguns momentos desconsidera o estado emocional e
espiritual dos funcionários ou pessoas ligadas ao mundo dos negócios. Mas é um
lugar que precisa de muito desenvolvimento e desempenho das pessoas que em
conjunto com empresários façam, harmoniosamente, funcionar as atividades
empresariais.
A missão do capelão empresarial é firmar com sensibilidade valores éticos
e morais. Deve, também, ter conhecimentos a partir da Bíblia Sagrada e despertar a
confiança das pessoas.
Dentro de uma empresa o trabalho é intenso, a responsabilidade de
produção de cada setor é minuciosamente preenchida de regras e normas. Porém,
por trás de todo o cumprimento de imposições está o ser humano, que muitas vezes
está todo conflituoso emocionalmente, espiritualmente, familiarmente,
financeiramente entre outras situações que formam a vida de cada pessoa, dita
social.
Embora as empresas contém com o auxílio de psicólogos e assistentes
sociais com objetivo de amenizar e intermediar os problemas pessoais ou mesmo
coletivo no ambiente de trabalho, ressalta-se que a ajuda de um capelão empresarial
no grupo laborativo é de grande relevância.
O trabalho religioso e espiritual, firmando a fé das pessoas e mesmo dos
empresários, com certeza, é um caminho significativo para percorrer rumo ao
sucesso que necessita uma empresa.
A capelania empresarial também propõe um importantíssimo trabalho
para o contexto social no qual envolve muitas pessoas e perfaz um caminho de
muitos enfrentamentos e desafios que serão vencidos a partir da estrutura espiritual
de cada um.
Diante dos pressupostos, essencial é que os serviços de quaisquer
capelanias têm uma relação riquíssima com o desenvolvimento de tornar as
qualidades positivas das pessoas mais visíveis. Pois, todos estão inseridos no
mundo e na sociedade para demonstrarem o que há de melhor em si mesmos,
agradando o Pai das Luzes e o Filho Amado que remiu os pecados de todos, Jesus
Cristo.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Conclui-se que a relação existente na atividade das diversas capelanias e
do capelão é muito importante para firmar o relacionamento harmonioso entre
pessoas de diversos setores da sociedade.
O trabalho espiritual e religioso deve ser levado constantemente para dar
forças e elevar a fé de todo o ser humano. Cabe ao capelão manter um estado de
consagração para transmitir a confiança àqueles que serão o foco da sua missão.
Deste modo, a capelania e o trabalho do capelão assume compromisso
riquíssimo junto a fé das pessoas, na condição emocional das mesmas,
preocupando-se em mediar conflitos e tensões do universo social com uma busca
no universo espiritual.
Nesse contexto, as atividades da capelania e do capelão terão zelo pela
formação espiritual, física, emocional, psicológica social do outro. Sendo primordial o
cuidado com o próximo, e enquanto houver pessoas necessitando das mãos do
outro para ajudá-las, as ações para levar o amor verdadeiro deverão ser trilhados,
sendo estas através da capelania e do capelão.

REFERÊNCIAS
BÍBLIA SAGRADA. Tradução de João Ferreira de Almeida. Revista e Corrigida. São
Paulo: ed. rev. e expandida, 2012.

BOFF, L. Ética: a busca dos fundamentos. Petrópolis: Vozes, 2003.

FEREIRA, D. Capelania escolar evangélica. São Paulo: Rádio Trans Mundial,


2008.

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