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JOSIELTON DA SILVA SANTOS


THALISSON RIBEIRO ANDRADE

RELATÓRIO DE ENSAIO: DETERMINAÇÃO DA EXPANSIBILIDADE DE


LE CHATELIER – NBR 11582/2016

ARACAJU
2018
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CURSO: BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL

DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II

TÍTULO DO ENSAIO: DETERMINAÇÃO DA EXPANSIBILIDADE DE LE

CHATELIER – NBR 11582/2016

PROFESSOR: EULER WAGNER FREITAS SANTOS

TÉCNICO DE LABORATÓRIO: VALDENIR QUIRINO SANTOS, DENISSON DE


OLIVEIRA ALMEIDA, RAFAEL BATISTA SANTOS.

AUTORES: JOSIELTON DA SILVA SANTOS, THALISSON RIBEIRO ANDRADE

ARACAJU
2018
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Relatório de Ensaio em Laboratório


apresentado ao Curso de Engenharia Civil do
IFS - Campus Aracaju, como requisito parcial
à aprovação na disciplina Materiais de
construção II, ministrada pelo professor Euler
Wagner Freitas Santos.

ARACAJU
2018
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SUMÁRIO

1 APRESENTAÇÃO 05

2 INTRODUÇÃO 06

3 OBJETIVOS DO ENSAIO 07

4 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS 07

5 PROCEDIMENTOS EXECUTIVO 08

6 RESULTADOS 09

7 ANÁLISE DOS RESULTADOS 10

8 CONCLUSÃO E CONSIDERAÇÕES FINAIS 11

REFERÊNCIAS 12
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1 APRESENTAÇÃO

Esse trabalho trata detalhadamente do ensaio realizado no laboratório de

Materiais do Instituto Federal de Sergipe no dia 07 de fevereiro de 2018, por ser um

ensaio de grande importancia para a caracterização do cimento, pois caracteriza sua

espansibilidade, executamos o ensaio de Determinação da expansibilidade de le

chatelier, que foi baseado na NBR 11582/2016.


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2 INTRODUÇÃO

O químico britânico joseph aspdin descobriu o cimento portland em

meados do século xix. Ao queimar pedras calcárias junto à argila, ele obteve um pó

pulverulento e constatou que, esse mesmo pó ao secar, transformava-se em uma

pedra tão dura, quanto as usadas nas construções da época. Ademais, observou

que, essa mesma pedra artificial, não se dissolvia em água. Então, patenteou o

material, dando a ele o nome de portland, em homenagem a ilha britânica de mesmo

nome.

A expansibilidade do cimento é uma propriedade muito importante, e está

diretamente relacionada ao aumento de volume do corpo de prova a partir de sua

cura, ou seja o momento onde começa o seu processo de endurecimento. A

determinação da expansibilidade pode ser feita a partir do processo de cura a

quente ou cura a frio, como o segundo processo é mais demorado, no ensaio feito

pela turma foi utilizado o processo de cura a quente.

A realização desse ensaio em parte da aula do dia 07/02/2018, seguiu as

bases da NBR 11582/2016, sendo a partir dos procedimentos mencionados nela a

realização do experimento.
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3 OBJETIVOS DO ENSAIO

• Determinar a expansibilidade à quente da pasta de cimento.

4 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

• Agulhas de Le Chatelier;

• Pasta de consistencia normal (A mesma do ensaio de consistencia);

• Termorregulador;

• Paquímetro;

• Banho Maria com circulação;

• Placas de vidro;

• Óleo Mineral
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5 PROCEDIMENTOS EXECUTIVOS

Foi utilizada a mesma pasta do ensaio de consistencia, a partir dela foram

moldados 3 corpos de prova para o ensaio de expansibilidade a quente. O processo

foi feito no dia 06 de fevereiro de 2018. Os corpos de prova moldados sobre a placa

de vidroe obedecendo a norma foram imersos num tanque de água potável e

mantidos a uma temperatura de aproximadamente 23°C durante 24 horas.

Ao passar as 24 horas do processo de cura inicial as agulhas de le

chatelier foram colocadas no termoregulador contendo água numa temperatura de

aproximadamente 99,2 °C, sendo que as hastes das agulhas ficaram de fora do

termorregulador.

Antes de colocadas no termoregulador, foi feita uma medida do

afastamento entre as hastes, sendo essa a primeira leitura, realizada as 8h da

manha, pelos laboratoristas, após essa leitura foram realizadas outras, uma após 3

horas da primeira leitura, ja durante o processo de “banho maria” , as 11 horas da

manha, e mais duas leituras uma as 13 horas, também feita apenas pelos

laboratoristas, e outra as 16:30, acompanhada pelos alunos, sendo que nessa ultima

leitura a variação da distancia entre as hastes foi praticamente nula, e dessa forma,

o ensaio pode ser encerrado.


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6 RESULTADOS

Durante as leituras foram obtidas as seguintes medidas:

8:00 (L1) 11:00 (L2) 13:00 (L3) 16:30 (L4)

CP I 12,5 mm 14 mm 14,7 mm 14,71 mm

CP II 16,35 mm 17,9 mm 18,38 mm 18,38 mm

CP III 12,40 mm 13,75 mm 14,13 mm 14,13 mm

Como no intervalo entre L3 e L4 a variação foi praticamente nenhuma o

ensaio pode ser encerrado, e a partir dai pode ser feito o calculo dos resultados.

Conforme foi orientado pelo professor Euller e pelos laboratoristas, após a

ultima medida, para cada corpo de prova deveria ser retirada uma variação entre L3

e L1, e posteriormente retirada a média entre essas variações o que seria o

resultado final do ensaio:

Daí, foi observado que :

E1= L3-L1 = 2,2 mm

E2= L3-L1 = 2,01 mm

E3= L3-L1 = 1,73 mm

Emed= (2,2 + 2,01 + 1,73) / 3 =1,98 mm

Desse modo, ficou concluído que a expansibilidade média entre os 3

corpos de prova foi de 1,98mm .


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7 ANÁLISE DOS RESULTADOS

De acordo com a norma utilizada para esse ensaio o valor observado no

final do calculo corresponde à expansibilidade média da amostra de pasta. Vale

ressaltar que, o controle da temperatura durante o processo de cura inicial, a frio,

nao pode ser feito com tanta precisão, visto que as condições do laboratório nao

permetiam tanta certeza, alem disso, foi verificado que no intervalo entre a teceira e

a quarta leitura o tempo nao foi de 2 horas, conforme previsto na norma, entretanto,

como o ensaio durou mais de 5 horas no termorregulador, que era o tempo mínimo

para que fosse observada a expansibilidade, entao as medidas encontradas foram

satisfatórias.
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9 CONCLUSÕES E CONSIDERAÇÕES FINAIS

É sábivel que a partir do procedimento que foi realizado de acordo com o

que estava prescrito na norma, o resultado obtido é valido, e a expansibilidade

média é de 1,98 mm para a amostra utilizada.


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REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 11582: cimento

portland - determinação da expansibilidade Le Chatelier. 2ed. Rio de Janeiro: Associação

Brasileira de Normas Técnicas, 2012