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SENAI CETIND

RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA


Transmissor pressão diferencial

LAURO DE FREITAS
2012
SENAI CETIND

RELATÓRIO DE FÍSICO QUÍMICA


Transmissor pressão diferencial

Relatório apresentado pelos alunos:


Jéssica Brito, Raquel Alcântara, Tauan
Carmo e Vitória Troccoli, Leonardo
Cerqueira e Tiago à disciplina de
Manutenção de equipamentos, sob
orientação do professor Fabiano.
LAURO DE FREITAS
2012

Introdução
Transmissor

O transmissor é um instrumento que sente a variável de processo e gera na


saída um sinal padrão sinal padrão proporcional ao valor da variável medida A
transmissão serve somente como uma conveniência de operação para tornar
disponíveis os dados do processo em uma sala de controle centralizada, num
formato padronizado. O transmissor é geralmente montado no campo, próximo
ao processo. Os Sinais Padrão do Transmissor Pneumático são 3 a 15 psi, 20
a 100 kPa, Eletrônico: 4 a 20 mA e Digital: Hart, Fieldbus, ProfibusPA. Todas as
faixas possuem zero vivo para a detecção de erros. No Digital e analógico
podem ser superpostos aproveitando as vantagens de padronização e resposta
rápida da transmissão analógica e as de auto diagnose, facilidade de
recalibração e alteração de parâmetros da parte digital.

Transmissor de nível por pressão diferencial

Na medição de nível utilizando dispositivos do tipo pressão diferencial,


mede-se a pressão da coluna líquida, desenvolvida pelo líquido confinado
dentro do tanque cujo nível se deseja medir. A medição da coluna líquida
(hidrostática) é feita utilizando-se um transmissor de pressão diferencial,
conectando-se as tomadas do instrumento remotamente ao tanque. Como o
valor da pressão exercida pela coluna é dado por:

Pressão = Densidade do líquido x Altura da coluna líquida,e considerando


que, usualmente, a densidade do líquido é conhecida, e não varia de forma
substancial, o nível (altura da coluna líquida) pode ser determinado de forma
indireta, utilizando a pressão diferencial. Assim, podemos refazer a equação,
obtendo-se:Nível (altura da coluna líquida) = Pressão / Densidade do
líquido.

No caso de tanques abertos para atmosfera, o manômetro ou transmissor é


instalado no mesmo nível que a sua tomada de alta pressão (lado H). Não há
necessidade de compensação de colunas de líquido nas tomadas do
instrumento. Neste caso, a leitura do transmissor será feito da seguinte
maneira: Alcance do transmissor = altura (h) x densidade relativa (δ) do
líquido de processo.
Para tanques pressurizados, na maioria das aplicações o transmissor é
instalado no campo (ao lado do tanque) em um suporte tubular. A tomada de
impulso na parte baixa do tanque é conectada à câmara de alta pressão (lado
H) do transmissor diferencial. A pressão atuante na câmara de alta é a soma da
pressão exercida sob a superfície do líquido e a pressão exercida pela coluna
de líquido no fundo do tanque. A câmara de baixa pressão (lado L) do
transmissor diferencial é conectada na tomada de impulso na parte de cima do
tanque, onde se mede somente a pressão exercida sob a superfície do líquido.

Este tipo de instalação é permitido, pelo uso de acessório chamado selo


diafragma, com capilares acoplados nas tomadas de alta e baixa do
transmissor diferencial que farão a ligação remota nas tomadas de impulso do
tanque. Estes selos possuem um líquido de enchimento interno que permitem a
transferência de pressão exercida em seus diafragmas (membranas) até a
cápsula (elemento sensor) do transmissor diferencial.

Desenvolvimento
1º Parte

 Testou-se a ponta de prova do multímetro e colocou-se em corrente alternada


(AC)
 Em seguida colocou-se o multímetro em 1000 V, bem como as pontas de prova
na tomada
 Observou-se no multímetro a marcação de 122 V e com isso descobriu-se que
a fase era o lado direito e em seguida a fonte foi ligada.
 Depois colocou-se no multímetro a ação 200 V (DC) corrente contínua
 Na fonte ajustou-se 22,5 V que correspondiam a 24 V no multímetro e logo
após mudou-se o multímetro para 200 mA.

FONTE

H L
Conversor

Resistor
250 Ohns

2º Parte

OUT – Saída de ar comprimido

IN – Usa-se para fazer a leitura da pressão

0 A 500 mmCA 0 a 7 Kgf/cm²

IN OUT IN OUT

Com a chave seletora virada para o IN pode-se observar que :

IN

1,4 Kgf/cm²
4 a 20 mA

Transmissor de nível por pressão diferencial

URL – 25539,688

URV – 4500

LRV – 1000

LRL – 25539,688

Ajuste sem referência

Valor mínimo - 1000 mmH20

Valor Máximo – 4500 mmH2O

OBS : Após a desconexão do OUT o multímetro media 3,8 Ma


Conectou-se o cabo de baixa

Após o procedimento desfez-se as ligações, bem como desligou-se todos os


instrumentos envolvidos na prática.

Considerações Finais
A execução dessa prática foi de devida importância para nós, alunos, já que
com a execução da mesma nós pudemos visualizar e compreender o
funcionamento de instrumentos industriais muito importantes, como exemplo do
transmissor, verificando na prática o que nós só conhecíamos na teoria e
ampliando e facilitando o nosso conhecimento sobre devido assunto.

Referências
 http://www.profibus.org.br/artigos/Medicao+de+nivel+em+tanques+pela+
pressao+diferencial.html

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