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A doutrina do Pecado

Lição 1. A criação do homem.


A. O que a Escritura ensina. Gn 1:26-27
a. Deus determinou criar o homem a sua imagem e semelhança.
b. Deus determinou que o homem exercesse senhorio no Mundo.

B. A criação do homem Gn 2:7, 20-23


a. O propósito de Deus é criar homem e mulher (Gn 1:27)
b. A criação começa pelo varão.
c. O homem tem uma parte material tomada dos elementos da
terra e uma parte espiritual comunicada por Deus.
d. A mulher foi formada a partir duma costela. Segundo a tradição
judia: “A mulher foi feita da costela do homem, não dos pés
para ser pisada, nem da cabeça para ser superior, mas sim do
lado para ser igual, debaixo do braço, para ser protegida e do
lado do coração para ser amada”.

C. A natureza do homem.
a. A Bíblia ensina claramente que o homem é uma unidade
composta de duas naturezas. Gn 2:7
b. As diferenças entre estas duas naturezas são marcadas
constantemente na Bíblia (1.Cor.5:3; 6:20; 1.Tes.5:23; Stg.2:26;
Mt.10:28; Hch.2:31; 1.P.2:11)
c. Em Antropologia se discute em profundidade o assunto mas
todo crente nas Escrituras deve aceitar que o homem é mais
que um ser simplesmente material.

D. O Evolucionismo.
O termo evolução não tem um sentido único e muitas vezes a discussão
deste assunto é confundida ao não reconhecer as diferentes acepções.
Segundo o escritor e cientista cristão John Lennox: “algumas são tão
completamente indiscutíveis que a rejeição delas poderia de fato evidenciar
alguma espécie de ignorância ou estupidez (mas mesmo nesse caso,
raramente maldade)”
a. Mudança, desenvolvimento, variação. Nesse sentido o termo
evolução é neutro, inócuo e indiscutível.
b. Microevolução: variação dentro de limites estabelecidos.
Nesse sentido não há controvérsia nenhuma pois os efeitos da
seleção natural, a mutação, a derivação genética etc. são
constantemente registrados. Um exemplo é o modo pelo qual
as bactérias desenvolvem sua resistência contra antibióticos.
c. Macro evolução
Se refere a uma inovação em grande escala (novos órgãos ou
estruturas, materiais genéticos qualitativamente novos). Esse é
o aspeto mais discutido pois muitos acreditam que a macro
evolução se explica mediante a microevolução o qual não é
verdade.
d. Seleção artificial
É conhecido que os criadores de animais conseguem tipos
diferentes a partir de linhagens básicas, mas é claro que tem
um “imput” de inteligência. Se bem Darwin disse que o que o
homem pode fazer em curto tempo a natureza o fazia em um
período longo, esse processo não apresenta por si só nenhuma
prova a favor da evolução por meio de um processo não
dirigido.
e. Evolução molecular
Termo empregado para descrever o aparecimento da célula
viva a partir de materiais não vivos. Esta expressão não faz
sentido pois uma seleção natural pré-biológica é uma
contradição de termos.1

Observações:

 Quando se questiona a Evolução não se está questionando as


acepções a, b, ou d. Mas principalmente a “c” e “d”
 A seleção natural é principalmente um processo de eliminação que
deixa a prole mais forte permanecer, mas ela já deve estar presente,
ela não é produzida por seleção natural.
 Os evolucionistas afirmam que as mutações são produzidas pelo
acaso e que as mutações benéficas são conservadas mediante
seleção natural.
 Nenhuma macro evolução foi jamais observada e também não há
registro fóssil de nenhuma delas.
 Existem dos tipos de evolucionismo: O Evolucionismo Ateísta, que
disse que todo o que existe foi criado “pelas leis da natureza” e foi se
desenvolvendo até o que hoje podemos ver, e o Evolucionismo Teísta
que disse que Deus criou tudo no começo estabelecendo a base
evolutiva e dirigindo o processo evolutivo.

Lição 2. A queda do homem


A. O Estado original do homem.
a. O homem foi criado à imagem e semelhança de Deus.
i. Imagem tem a ver com a parte espiritual e não a parte
física.
ii. Semelhança tem a ver com o exercício de autoridade.
Gn 1:28 Is 14:14
b. O homem foi criado sem pecado. (Gn 1:31)
i. Tinha comunhão plena com Deus
ii. Tinha livre arbítrio no sentido mais amplo do termo. Não
tinha nada na sua natureza que o orientara ao mal.
iii. O ambiente era perfeito
iv. O homem era uma criatura santa, mais não testada.

1 Por que a ciência não consegue enterrar Deus. Lennox, J. C. P. P 142-145


c. O homem tinha responsabilidades
i. A responsabilidade do homem se resumia em obedecer
a vontade de Deus
ii. O homem cuidaria do jardim e não comeria do fruto do
Conhecimento do Bem e do Mal
iii. Alguns creem que guardar o jardim envolvia proteger o
jardim do Mal (Satanás)
Porém, não sabemos se Adão e Eva sabiam algo a
respeito da queda de Lúcifer. Adão e Eva só conheciam
que tudo o que Deus tinha feito era bom. No tempo certo,
certamente, Deus diria que Mal era esse mas Adão e
Eva conheceram da pior maneira possível:
experimentando o mal
d. O homem era obediente
i. Exercendo autoridade (Gn 2:19-20)
ii. Na sua comida (Gn 1:29, 2:16)
iii. No trabalho (Gn 2:15)
iv. Não comendo o que foi proibido (Gn 2:17)

B. A queda do homem.
“O homem não foi criado pecador, mas o pecado entrou no mundo dos
homens através de sua própria escolha, consciente e voluntária. A
doutrina da Queda não se limita à religião cristã, pois todas as
religiões contem ou um relato ou uma indicação da queda, e
reconhecem o fato de haver algo radicalmente errado na raça, ainda
que todas tenham opiniões vagas sobre a causa ou origem dessa
depravação nas atitudes se ações do homem; portanto só podemos
depender da revelação de Deus para receber informação de confiança
a respeito”2

a. A tentação de Satanás (Gn 3:1-6)


i. Deus tinha estabelecido o comportamento do homem
baseado na obediência a sua palavra (Gn 2:17)
ii. Satanás apareceu em forma de serpente, que era um
dos animais do campo (3:1). Provavelmente fora um
animal formoso.
b. O propósito de Satanás era trazer dúvida sobre a palavra de
Deus.
i. Uma pergunta sutil (3:1)
ii. Uma acusação sutil: Deus é egoísta, pois só Ele quer ter
autoridade e quer que vocês permaneçam na escuridão.
Ele é mentiroso.
iii. Um desejo ímpio: ocupar um lugar mais alto do que Deus
estabeleceu. (Mesmo processo que passou o próprio
Satanás Is 14:13-14)

2 Bancroft, E. H. Teología Elementar, p 211.


c. O vértice (o ponto) do pecado 3
(Não está incorreto dizer que o primeiro pecado foi um processo
de tentação)
i. Primeiro, Eva duvidou da bondade de Deus por causa de
Satanás, pois este estava tentando mostrar que Deus era
egoísta e queria todo o conhecido para Si (3.1)
ii. Segundo, Satanás negou abertamente a verdade da
Palavra de Deus (3.4)
iii. Terceiro, Eva começou a racionalizar o erro que estava
para cometer (3.6)
iv. Quarto, Eles pecaram (3.7)
1. A mulher pecou sendo enganada
2. Adão pecou sem ser enganado e por isso é o
maior responsável do pecado entrar no mundo.
(Rom 5:12, 1 Tim 2:14)

d. As consequências da queda
i. Sob a serpente Gn 3:14
ii. Sobre Satanás (Gn 3.15).
1. Inimizade entre as hostes do mal e a
descendência de Eva.
2. Inimizade entre Satanás e Cristo.
iii. Sobre Eva e as mulheres (Gn 3.16).
1. Aumento da dor na concepção.
iv. Sobre Adão e os homens (Gn 3.17-19).
1. Maldição sobre o solo.
2. Cansaço e fadiga no trabalho.
v. Sobre a raça humana (Gn 3.20-24).
1. Morte espiritual Ef 2:1-5
2. Morte física. Gên 2:17
3. Expulsão do Éden. Gên 3:23 (Fim de a
dispensação da inocência)

C. Para refletir
a. Satanás segue hoje o mesmo caminho.
b. Ele tem só três portas de entrada na nossa vida: 1 Joao 2:16
c. O processo da tentação segue sendo o mesmo: Jos.7:21;
2.Sam.11:2-4

Lição 3 A origem e realidade do pecado

A) A origem do pecado
a. O pecado se originou em Satanás (Ez 28:16-17)
i. Ele queria usurpar a posição de Deus; “eu subirei ao céu”
(Is 14.13).
ii. Ele queria usurpar a autoridade de Deus;

3 Coutinho, P. Apostila de Hamartiologia. IBP 2017


“acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono” (Is
14.13).
iii. Ele queria usurpar o reino de Deus; “no monte da
congregação me assentarei” (Is 14.13).
iv. Ele queria usurpar a glória de Deus “subirei acima das
mais altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo” (Is
14.14). (Êx 40.34; Mt 24.30);
b. Satanás foi o agente que trouxe o pecado ao mundo (Gn 3)
i. A Bíblia deixa claro que o pecado não teve origem no
homem mas o antecede (Rom 5:12)
ii. A Bíblia ensina que ainda hoje Satanás e os seus
demônios continuam buscando que o homem se
mantenha em inimizade contra Deus usando diversos
métodos (Mt.13:19,28,38; Lc.22:31; 2.Cor.11:3,13-15;
1.P.5:8)
c. Os castigos de Satanás
i. Lançado de sua posição original nos céus (Ez 28.16);
ii. No Jardim do Éden (Gn 3.15);
iii. Na cruz (Jo 12.31);
iv. Confinado no abismo (Ap 20.2-3);
v. Lançado no Lago de Fogo (Ap 20.10);
d. O declínio de Satanás
i. CÉU (IS 14.12-15) CRIAÇÃO
ii. REGIÕES CELESTES (EF 6.12) HOJE
iii. TERRA (AP 12.7-9) TRIBULAÇÃO
iv. ABISMO (AP 20.1-3) MILÊNIO
v. LAGO DE FOGO (AP 20.10) ETERNIDADE

B) A realidade do pecado
a. A Bíblia declara que o pecado e algo real (Rom 3:23)
b. A humanidade testifica da realidade do pecado.
i. Sou uma criatura caída […] uma base iníqua existia em
minha vontade antes de determinado ato (Coleridge).
ii. Todos temos pecado, uns mais, outros menos (Séneca).
iii. Não vejo em outros qualquer falta que eu mesmo não
possa ter cometido (Goethe).
iv. Não penses que tens feito qualquer progresso em
direção à perfeição até que sintas que és o menor de
todos os seres humanos (Thomas à Kempis).
v. Cada pessoa tem de condenar-se a si mesma, com
justiça, por ser o maior pecador que conhece (Law).
c. Na Bíblia vários personagens reconheceram o seu pecado (obs.
nem sempre reconhecer o pecado demostra conversão=
i. 3.1.2. Faraó (Ex.9:27; 10:16).
ii. 3.1.3. Balaão (Núm.22:34).
iii. 3.1.4. Acã (Jos.7:20).
iv. 3.1.5. Simei (2.Sam.19:20).
v. 3.1.6. Davi (Sal.51:4).
vi. 3.1.7. Neemias confessa o pecado de seu povo
(Neh.1:6).
vii. 3.1.8. Judas iscariotes (Mt.27:4).
viii. 3.1.9. O filho pródigo (Lc.15:21).
d. A experiência nos fez conhecer essa realidade. (Num 22:34,
Jos 7:20, Mat 27:4)
e. Por médio da lei de Deus se põe de manifesto o pecado do
homem (Rom.3:19-23; 7:7; Stg.1:22-25). A lei:
i. é como una norma que revela o destituído que fica o
homem da glória de Deus (Rom.3:19,23).
ii. é como una pesa que sinala ao homem as suas
deficiências (Stg.2:10).
iii. é um espelho para manifestar ao homem a realidade de
seu pecado (Rom.7:7; St.1:22-25).
iv. é como um médico que descobre a enfermidade
(Mt.5:27-37).
v. é como una regra para sinalar o torcido da vida
(Rom.7:14-15).
vi. é como um fiscal que demanda a condenação do reo
(Gal.3:10).
vii. é como o juiz que sentenciará ao homem à morte
(Jn.12:48; Rom.7:10).

Lição 4: A natureza do pecado

A) Ideias errôneas
a. É uma debilidade inconsequente: Deus não se importa com
isso. (Ex.34:7; Jer 17:9; Ez.8:4,20; Rom.6:23)
b. É uma condição passageira (Rom 5:12)
c. A Ciência Cristã (de Mary Baker em 1879) ensina que o pecado
é uma ilusão
d. A Teologia da Libertação dizia que o pecado é o “mal social”, ou
seja, as injustiças sociais
e. O Zoroastrismo ensina que o pecado é um princípio eterno do
mal

B) Palavras para pecado no AT


a. Errar o alvo (Jue 20:16). Inclui qualquer desvio moral.
Gen.4:7; Ex.9:27: Lev.5:1; Num.6:11; Sal.51:2; Pr.8:36;
Is.42:24; Os.4:7
b. Torto (Is 21:3) Expressa mais o caráter da ação do que a ação
mesma. Gen.15:16; Sal.32:5; Is.5:18
c. Excitação. O hábito do mal, a predisposição que temos. É o
oposto à justiça. Lev.19:15,35; Job.3:17; 16:11; 34:8; Sal.82:2;
Pr.16:12; Is.57:20,21; Mal.2:17
d. Transgressão. Dá a ideia de rebelar-se contra uma autoridade.
Ir fora do estabelecido. Sal.51:3; Pr.28:2
e. Traspassar uma línea. Ir além dos limites (Os 6:7;8:1)
f. Vaidade. Literalmente significa soprar (Is 41:29)
g. Obstinação. Enfatiza a dureza do coração (Ex 4:21)
h. Falta (Gen.41:9).
i. Vagar (Ez.34:6).
j. Errar (Sal.119:21).
k. Aborrecer (Lev.19:17).
l. Maldade (Sal.94:20).
m. Miséria (Pr.31:7)

C) Palavras para pecado no NT


a. “Hamartia” tem o mesmo sentido de “Errar o alvo” no AT.
b. É a mais usada no NT. Aparece 173 vezes
c. "Transgressão" (1.Tim.2:14).
d. Fracasso ou queda (Mt.6:14; Gal.6:1; Ef.1:7; Stg.5:16).
e. Desordem o anarquia (1.Jn.3:4).
f. Agravio (1.Cor.6:7).
g. Desobediência (Heb.2:2).

D) Definição Bíblica de Pecado.


Mesmo que a Bíblia não dá uma definição explicita de pecado ela traz
uma serie de referencias e descrições que nos permitem fixar uma
ideia do que é pecado.
a. Em relação com Deus o pecado é a máxima expressão de
rebelião (1 Sam15:23), de falta de amor a Ele (Dt.6:5;
Mr.12:30).
b. Em relação com a lei de Deus o pecado é transgressão (1 Jo
3:4) voluntária (Num.15:30; Sal.19:13) ou por ignorância (Num
15:27)
c. Em relação com Cristo é incredulidade (Jo 16:8,9)
d. Em relação com os outros o pecado é injustiça (Lev.19:13;
Miq.6:8; Rom.1:18, 1 Jo 5:17), falta de amor (Lev.19:18;
Mr.12:31), favoritismo (Tg 2:1-4), desprezo (Pr 14:21)
e. Em relação com nós mesmos o pecado é Egoísmo (Mt.16:24;
Jn.12:25) e corrupção (Sal.51:5; Rom.7:18).

Lição 5: Os resultados do pecado na raça humana e na


natureza.

A) Na criação.
a. O reino vegetal (Gên 3:17,18-Is 55:13)
b. O reino animal (Gên 9:1-3-Is 11:6-9)
c. O anelo da criação (Rom.8:19-23)

B) Na raça humana: A Depravação


a. A depravação e a positiva disposição ao mal que há em todo
homem como consequência do pecado e que o incapacita
totalmente em quanto à salvação (Gên.6:5; Mr.7:20-23;
Rom.3:9-18)
b. Depravação não significa que o homem não tenha nenhum
conhecimento de Deus (Rom 1:18-21)
c. Depravação não significa que o homem não tenha consciência
para discernir o bem do mal (Jn.8:9; Rom.2:15)
d. Depravação não quer dizer que o homem não admire a virtude
e. Depravação não quer dizer que o homem peca de todas as
formas e do maior grau possível
f. O termo “Depravação total” implica que ela se estende a todos
os aspectos da vida humana e que não existe nada, em
ninguém, que seja aceito pela justiça de Deus. (Is 64:6)

C) Evidências da incapacidade do homem causada pelo pecado


a. O pecado fecha os ouvidos espirituais e em consequência a
atenção do homem para as coisas de Deus. (At 28:27)
b. O pecado escurece os olhos do entendimento (Ef 4:18)
c. O pecado endurece o coração (Mat 13:15)
d. O pecado desvia os pés dum andar correto (Is 53:6)
e. O pecado entorpece o entendimento e não permite discernir as
coisas espirituais (1 Co 2:9-14)

Lição 6: O que é ser um pecador?


“O fato não é que somos pecadores porque pecamos, mas que pecamos
porque somos pecadores”4

A) O pecado imputado
a. Imputar significa “atribuir responsabilidade”, “lançar na conta
de”.
i. As Escrituras são claras quando a isto:
1. Antigo Testamento (Lv 17.4; 1Sm 22.15; 2Sm
19.19; Sl 32.2)
2. Novo Testamento (At 7.60; Rm 4; 5.13; 2Co 5.19;
Tg 2.23)
b. A Bíblia fala, geralmente, em três diferentes imputações:
i. Imputação do pecado de Adão à raça humana (Rm 5.12-
21).
1. Pelagianismo: (o homem está bem!) não há
relação direta entre o pecado de Adão e o resto da
raça humana fora dum “mau exemplo”. O homem
não nasce pecador nem com qualquer inclinação
para o mal. O homem tem a capacidade de se
salvar pelas boas obras.
2. Arminianismo: (O homem está doente)
Recebemos de Adão uma natureza corrupta mas
não a culpa de Adão. A corrupção é física e

4 Sproul, R. C. Boa pregunta! Pág. 98.


intelectual mas não volitiva. A maioria aceita que a
culpabilidade e condenação que possam ter se
originado em nós por meio do pecado de Adão foi
removida pela “graça preveniente”. Esta graça
capacita a todo ser humano a crer. O homem não
é inteiramente depravado, mais ainda retém a
volição para buscar a Deus.
3. Calvinismo: (O homem está morto) Todos nós,
desde a concepção, recebemos uma natureza
corrompida juntamente com uma consequente
tendência herdada para o pecado. A morte, a
penalidade do pecado, está sobre todas as
pessoas tendo sido transmitida a partir de Adão.
Surge a pergunta de qual é a ligação de cada
pessoa com o pecado de Adão:
a. Liderança federal: ligada a conceito
criacionista da origem da alma. Adão foi
nosso representante e tendo ele pecado
todos nós somos culpados.
b. Liderança natural: Relacionada com a
concepção traducionista de origem da
alma. Todos nós estávamos presentes de
forma germinal ou seminal em Adão. Sua
ação não foi dum individuo isolado mas da
raça humana inteira.

4. Um assunto difícil: a condição dos recém


nascidos.
a. Embora seja verdade que o pecado é
imputado sobre todo ser humano, parece
que Jesus não considerou as crianças
como pecadores culpados (Mat 18:3, 19:!4)
b. Davi confiava que voltaria a ver a seu filho
que havia morrido (2 Sam 12:23)
c. O sacrifício de Cristo é suficiente para
pagar os pecados de todo o mundo (1 Jo
2:2)
d. Escreve Millard Érikson: “Todos estivemos
envolvidos no pecado de Adão e, portanto,
recebemos tanto a natureza corrompida
que ele passou a possuir após a queda
como a culpa e a condenação relativas ao
seu pecado Mas na questão do pecado,
assim como na imputação da justiça de
Cristo, deve haver algum tipo de decisão
consciente e voluntária de nossa parte. Até
então, só ha uma imputação condiciona da
culpa. Assim, não ha condenação até que
se atinja a idade da responsabilidade. Se
uma criança morre antes de ser capaz de
tomar decisões morais genuínas, só ha
inocência, e ela vivenciará com o Senhor o
mesmo tipo de existência futura dos que
alcançaram a idade de responsabilidade
moral e tiveram seus pecados perdoados
por terem aceitado a oferta da salvação
baseada na morte expiatória de Cristo...
Não existe imputação final do primeiro
pecado até cometermos nosso próprio
pecado, ratificando, assim, o pecado de
Adão” 5
A.H. Strong escreve: “... certa e grande
como é a culpa do pecado original,
nenhuma alma humana é condenada
somente por este pecado da natureza, mas
de que , por outro lado, todos aqueles que
não transgrediram consciente e
voluntariamente são participantes da
salvação de Cristo”6

ii. Imputação do pecado do homem a Cristo .


Os pecados do crente foram postos sobre Jesus Cristo,
imputados a Ele, quem os levou, a fim de que o crente
fosse livrado da obrigação de pagar. A justiça divina no
demanda o pagamento mais do que uma só vez.
(Is.53:6,12; Jn.1:29; 2Co 5.19, 2.Cor.5:21; Ga.3:13;
Heb.9:28; 1Pe 2.24).
iii. Imputação da justiça de Cristo aos salvos (2Co 5.21).
Só alguém justo pode estar na presença de Deus. Não
era suficiente Cristo levar os nossos pecados, mas
precisamos da sua justiça para Deus poder nos aceitar.
Em Cristo, todo crente é declarado justo diante de Deus,
mas isso não significa que Deus nos torna justos no dia
que fomos salvados. (Fil 1:6)

B) O pecado herdado
a. Pecado herdado é o estado pecaminoso em que nascem todas
as pessoas. (Sal 51:5)
b. O pecado de Adão produziu a corrupção moral da natureza
humana transmitida, por herança a cada geração posterior.
c. O estado do homem, a sua “depravação”, foi visto na lição
anterior

C) O pecado cometido. Pecados pessoais.

5 Erikson, M. J. Introdução à Teologia Sistemática. Pág. 270


6 Strong, A.H. Teología Sistemática. Vol II Pág. 303.
a. Todo homem não são recebe a imputação do pecado de Adão,
não só herda uma natureza pecadora, mas todo homem comete
pecados. (Rom 3:9-18)
b. A Bíblia contém muitas passagens onde se mencionam esses
pecados. ( Gal 5:19-21, 1 Cor 6:9,10)

Uma comparação dos vários aspectos do pecado7

ASPETO TEXTO TRANSMIS PRINCIPAL REMÉDIO


SAO CONSEQUEN
CIA
Pecado Efésios 2:3 De geração Morte espiritual Redenção e
herdado para recebiment
geração o do
Espírito
Santo
Pecado Romanos Direto de Morte física Imputação
Imputado 5:12 Adão da justiça
Para mim
Pecado Romanos Não há Perda de Perdão
Pessoal 3:23 comunhão
1 João 1:9

Lição 7: O castigo pelo pecado

A) A pena pelo pecado (Gn 2:17)


a. Um primeiro aspeto é o salário do mal que se consegue com o
pecado ao enfrentar a ira de Deus (Jn.3:36; Rom.1:18; 6:23).
b. Um segundo aspeto é aplicável à situação que se adquire
pecando (Pr 5:22)
B) A morte
a. A Bíblia apresenta a morte como o contrario da vida.
i. Se a vida se sustenta da íntima comunhão com Deus,
então a morte é primordialmente o afastamento ou
separação de Deus.
b. Morte espiritual. (Gn 2:17)
i. Adão não morreu fisicamente o dia que pecou, mas
nesse dia começou sua morte espiritual (Exemplo do
galho)
ii. Neste estado está toda pessoa não regenerada (Mt.8:22;
Lc.15:32; Jn.5:24; 11:25-26; Rom.5:12,14; Ef.2:1; 5:14;
1.Tim.5:6; 1.Jn.3:14.
c. Morte física (Gn 3:19)

7Ryre, C.C. Teologia Básica. Pág. 263. Visto primeiro na apostila de Hamartiologia
do Prof. Tiago Ishy. Ano 2015.
i. Una consequência visível do pecado (Sal.90:7-9;
Is.38:17-18; Rom.5:12,14; 1.Cor.15:21-22).
d. Morte segunda o morte eterna, é o estado definitivo para todo
aquele que morre sem Cristo (Ap.20:6,14).
i. Los que no morrem em Cristo serão levantados para
juízo ao final dos tempos (Ap.20:11-15).
ii. O pecador não arrependido terá um destino definitivo no
lago de fogo, com o diabo, sus anjos, a morte e o Hades
(Mt.25:41; Ap.20:10,14.15).

Lição 8: O pecado no crente

Uma das maiores e impactantes bênçãos da salvação é o tratamento que


Deus da ao assunto do nosso pecado.
O pecador arrependido recebe a salvação imediata e eterna da pena do
pecado (passado), a vitória sobre o poder do pecado (presente), e a
libertação final da presença do pecado (futuro). Mas o que acontece quando
o cristão não usa o poder disponível e cai no pecado? Como vê Deus o
pecado na vida de um dos seus filhos? E realmente possível, como alguns
tem dito, permanecer sem pecar desde a cruz até a coroa?

A) A evidência de que o crente peca: 1 Joao 1:8-10


a. Quando o crente peca deve confessar o seu pecado para voltar
a uma correta comunhão com Deus (v.9)
B) No entanto, um verdadeiro crente, não pratica o pecado (1 Joao 1:6,7).
a. A verdadeira vida cristã deve ser apartada do pecado (1 Joao
3:6)
b. Quem pratica o pecado de forma natural é filho do diabo e pelo
tanto não tem nascido de novo (1 Joao 3:8,9)
c. No entanto, a santificação é um processo. (Col 3:5-10). Cuidado
com estabelecer a “nossa própria santidade” seguindo padrões
humanos.
d. As carta de Joao é uma séria advertência para aqueles que
professam uma religião e ao mesmo tempo um forte consolo
para os verdadeiros crentes.
i. Todo religioso deve fugir da presunção e olhar para o
Redentor.
ii. Todo crente deve fugir da desesperação e olhar para o
Advogado.
C) O pecado do crente não traz a perda da sua salvação
a. Aquele que foi salvo por Cristo não se perderá jamais
(Jn.3:16,36; 10:27-30; Rom.8:1)
D) Os inimigos do crente diante do pecado 8

a. Satanás (2Co 2.11; Ef 6.11-12; Tg 4.7; 1Pe 5.8). É o inimigo de


Deus, portanto, de cada filho de Deus.

8 Ishy, T. Apostila Hamartiologia e Soteriologia. IBP 2015


i. Investe todas as suas armas para ver o crente em
pecado. Precisamos nos revestir da armadura de Deus
para não sermos tentados pelas ciladas do diabo.
b. Mundo (Jo 17; Tg 1.27; 4.4; 1Jo 2.16-17; 4.4-5).
i. É um sistema moralmente oposto a Deus. Esse sistema
corrompido procura de todas as formas levar o crente a
pecar.
c. Carne (Rm 7.18; Gl 5.17,19-21).
i. A carne (natureza pecaminosa), talvez seja o pior inimigo
do crente. Mesmo salvo em Cristo Jesus, ele ainda luta
constantemente contra os desejos da velha natureza.
Chafer diz que “dela todas as maneiras de maus
pensamentos, desejos malignos, e ações malignas se
originam”. Somente pelo poder do Espírito o crente pode
obter vitória sobre a carne.
E) A provisão do crente para uma vida de vitória
a. A Palavra de Deus meditada e obedecida (Sal 119:11)
b. A intercessão de Cristo (Jo 17:15)
c. A provisão do Espírito Santo (Jo 7:37-39)
d. A lei do Espírito vs a Lei do Pecado. (Ilustração: Lei de
gravidade vs lei da sustentação).
F) Algumas consequências do pecado na vida do crente
a. Perda da comunhão com Deus (1 Jo 1:6)
b. Perda da alegria (Jo 15.11; Gl 5.22)
c. Caminhar na escuridão (1Jo 1.6; 2.10)
d. Enfraquecimento na oração (1Jo 3.19-22)
e. Excomunhão da Igreja em algumas casos (1 Cor 5:4,5)
f. Disciplina divina (Heb 12:5)
g. Doenças e até morte física (1 Cor 11:30)

Lição 9: Graus de pecado, pecado para morte e


pecado imperdoável

A) Graus de pecado: existem pecado, pecadinho e pecadão?


a. Culpa legal. No tocante à nossa posição legal perante Deus,
qualquer pecado, mesmo aquilo que nos pareça muito leve,
torna-nos legalmente culpados perante Deus e por tango dignos
do castigo eterno. (Gên 2:17, Rom 5:16, Gal 3:10, Tg 2:10-11)
b. Consequências na vida e no relacionamento com Deus.
i. Alguns pecados são piores pois trazem consequências
mais danosas para nós e para os outros e, no tocante a
nosso relacionamento com Deus geram uma ruptura
mais grave na nossa comunhão com Ele.
ii. As escrituras falam de níveis de gravidade
1. Jesus disse para Pilatos: quem me entrega a ti
maior pecado tem (Jo 19:11)
2. Deus falou para Ezequiel que veria maiores
abominações (Ez 8:6)
3. Jesus sugere que há mandamentos maiores e
menores (Mt 5:19, Mt 23:23)
4. No Levítico fala de “pecados por ignorância”
estabelecendo diferença na penalidade (Lev
4:2,13,22)
5. Os pecados cometidos “atrevidamente” eram
encarados com muita gravidade (Num 15:30)
6. A luz que uma pessoa tem faz diferença (Mat
11:21; Luc 12:48; Tg 3:1)
7. No caso dos crentes parece que há pecados que
são de excomunhão (1 Cor 5:11)
B) Pecado para morte9
a. Não há consenso entre os estudiosos sobre o que seria o
pecado para a morte (1Jo 5.16-17).
b. As principais opiniões são:
i. O crente obstinado no pecado (1Co 11.30)
ii. Homicídio (Gn 9.6)
iii. Blasfêmia contra o Espírito Santo (Mt 12.31-32)
iv. Pecado especial (Nm 20.1-29; Js 7.1-26; At 5.1-11; 1Co
11.23-34)
v. Apostasia (Hb 6.1-6)
c. William MacDonald entende que todo o contexto da carta de
João, combatendo os gnósticos que havia no meio da igreja,
sugere que o pecado para a morte seria o da apostasia (Hb
6.6)14.
C) O pecado imperdoável
a. É mencionado por Jesus em Mat 12:31-32, Mateus 12.31-32,
Mar 3.28-30, Luc12.10
b. Há várias opiniões, entre elas:
i. É um pecado que só poderia ser cometido enquanto
Cristo estava na terra.
ii. É a incredulidade até a morte. Parece difícil de aceitar
esta postura pois nos versos não fala de incredulidade
mas de blasfêmia contra o Espírito
iii. A apostasia de crentes sinceros. Aqueles que assim
pensam aplicam a passagem de Hebreus 6, mas
também não parece se ajustar.
c. Pelo contexto parece que Jesus não se refere à simples
rejeição ou incredulidade mas inclui:
i. Um claro conhecimento de quem é Cristo e do poder do
Espirito Santo que age por médio dele
ii. A rejeição deliberada dos fatos sobre Cristo que seus
opoentes sabiam ser verdadeiros
iii. A caluniosa atribuição da obra do Espirito Santo em
Cristo ao poder de Satanás.
iv. Grudem citando a Berkhof define assim este pecado:
“consiste na rejeição e na calúnia conscientes,
maliciosas e deliberadas contra toda evidência e

9 Ishy, T. Apostila Hamartiologia e Soteriologia. IBP 2015.


convicção, do testemunho do Espirito Santo a respeito da
graça de Deus em Cristo, atribuindo-o por ódio e
inimizade , ao Príncipe das Trevas. Ao cometer esse
pecado, o homem voluntaria, maliciosa e
intencionalmente atribui aquilo que é claramente
reconhecido como obra de Deus à influencia e à ação de
Satanás10
d. O pecado imperdoável pode ser cometido hoje?11
i. Não pode porque Jesus não está na terra com seu corpo
fazendo milagres
ii. A falta de conversão, evidentemente, é um pecado
imperdoável, mas não como aquele
iii. Alguém pode rejeitar a Jesus Cristo, mas ninguém pode
blasfemar do Espírito no mesmo sentido que os
contemporâneos de Jesus fizeram. Para isso, alguém
teria que observar Jesus realizando Suas obras e ao
mesmo tempo atribui-las a Satanás. Alguém poderia
dizer, portanto, que a blasfêmia contra o Espírito foi um
pecado imperdoável durante o ministério terreno de
Jesus. O pecado imperdoável em qualquer tempo desde
o início do ministério terreno de Jesus até hoje é a
rejeição de Jesus Cristo.

Lição 10: Os motivos de existir o pecado


Vimos que no ensino da Bíblia Deus nunca é mostrado como o autor do
pecado mas surge a questão: Se Deus é onipotente e totalmente bom, como
pode existir o mal?
“Se Deus fosse bom, Ele desejaria fazer suas criaturas perfeitamente felizes,
e se
Deus fosse todo-poderoso poderia fazer tudo o que quisesse. Mas as
criaturas não são
felizes. Portanto, falta a Deus bondade, poder, ou ambas essas coisas". Este
é o problema do sofrimento em sua forma mais simples.12
Algo que nos chama a atenção é que para muitos a existência do sofrimento
é razão para afirmar que Deus não existe, porém, isso requer uma grande
quantidade de fé na razão humana, pois é equivalente a dizer, como a minha
mente não acha uma razão para o sofrimento então não deve existir
nenhuma.
Devemos sinalar que a Bíblia não deixa duvidas de que Deus é onipotente e
totalmente bom.
Portanto em principio ele “poderia” ter evitado o mal, mas evidentemente ele,
na sua soberania escolheu não fazê-lo. Tem se feito varias sugestões a
respeito:
A. Deus criou anjos e homens como seres inteligentes com naturezas

10 Gruden, W. Teologia Sistematica Pág. 420.


11 Coutinho, P. Apostila de Hamartiologia. IBP 2017
12 Lewis, C.S O problema do sofrimento.
morais e com a capacidade de escolher o bem e o mal. Se Deus
tivesse detido Lúcifer ou Adão antes de eles pecar, teria violado sua
natureza moral e os teria reduzido a simples robôs.
B. Deus permitiu o pecado para mostrar a sua graça. Ele já tinha
mostrado a sua onipresença, sua onipotência, sua onisciência, mas
ainda existia um atributo, uma característica, talvez mais próxima a o
seu coração do que qualquer outra: a sua graça. Se não há pecado,
não é necessária a graça. Paulo escreveria mais adiante “mas onde
abundou o pecado, superabundou a graça” (Rom 5:20) (Ef 2:5-7)
C. Mirando em perspectiva: Deus terá uma vitória definitiva contra o
pecado. Paulo, Pedro e João descrevem essa vitória de forma
emocionante: 1 Co 15:25-28; Heb 12:22-24; 2 Ped 3:7-13; Ap 20:11-15

Perguntas para reflexão e possíveis perguntas para uma prova.


1) Menciona alguns versículos onde se aprecie que todo homem é
pecador
2) 0 que deixa manifestado a lei de Deus?
3) Faz uma lista do que é, figuradamente, a lei
4) Menciona alguma evidência, fora da Bíblia, que mostre a realidade do
pecado
5) Menciona alguma referencia bíblica de confissões de homens que
reconhecem o seu pecado
6) O que significa “universalidade do pecado”?
7) Escreve algumas referencias que ensinem a universalidade do pecado
8) Em quem se originou o pecado?
9) É o pecado anterior ao homem
10) ¿El pecado é anterior o posterior ao homem?
11) Faz uma lista com palavras que se usam para se referir ao pecado no
Antigo Testamento
12) Faz uma lista de palavras usada no Novo Testamento para se referir
ao pecado
13) Menciona alguma passagem que descreva o que é pecado
14) O que é pecado em relação com Deus?
15) O que é pecado em relação à lei de Deus?
16) O que é pecado em relação ao homem?
17) O que é pecado em relação mim mesmo?
18) Escreve alguma reflexão sobre a natureza do pecado
19) Quais algumas consequências do pecado na criação?
20) Quais algumas consequências do pecado para o homem?
21) Significa “depravação total” que o homem peca em todas as formas
possíveis?
22) O que significa o termo teológico “depravação”?
23) Explica resumidamente o que é a incapacidade espiritual do homem?
24) Quais são as esferas de incapacidade humana segundo a Bíblia?
25) Pode ou quer o homem natural submeter-se a Deus?
26) Que significa que o homem está morto espiritualmente?
27) Mostre alguma referência que ensine que o homem não pode se
justificar
28) Segundo Gal 3:10, qual é a situação de todo homem como
consequência do pecado?
29) O que é a mente carnal?
30) Qual é a pena estabelecida para o pecado?
31) Qual é o conceito bíblico de “morte”?
32) O que é a morte física?
33) O que é a morte espiritual?
34) O que é a “morte segunda”?
35) Escreve alguma referência que fale do pecado no crente
36) Pode um crente viver continuamente em pecado?
37) Qual é a evidência do novo nascimento segundo 1 Jo 3:6
38) Quais os médios providenciados por Deus para uma vida vitoriosa?
39) Quais as consequências que traz o pecado no crente?
40) O que você entende que é o “pecado para morte”?
41) Pode alguém hoje cometer algum pecado que seja imperdoável?

BIBLIOGRAFÍA

Chafer, L. S. Teologia Sistemática Tomo 1


Bancroft, E.H, Teologia Elementar
Grudem, W. Teologia Sistemática.
Lennox J.C. Por que a ciência não consegue enterrar Deus.
Coutinho, Pércio, Apostila Hamartiologia
Ishy, Thiago, Apostila Hamartiologia e Soteriologia, 2015
Erikson, M. J. Introduçao à Teologia Sistemática
Strong, A.H. Teología Sistemática
Sproul, R. G. Boa Pergunta!
House, W. Teologia Cristã em cuadros
Willmington, H. G. Auxiliar Bíblico Portavoz.
Gooding, D. & Lennox, J. Cristianismo ópio do povo?

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