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Língua Portuguesa

1.Frase – Oração – Período


Frase é todo enunciado que tem sentido completo (comunicação completa). Se tiver verbo,
será chamada de frase verbal. Se não tiver verbo, será chamada de frase nominal.

Oração é o enunciado que contém uma verbo/locução verbal.


Período é a frase formada por uma ou mais orações. Ele geralmente começa em uma letra
maiúscula e termina em um sinal de pontuação.
Período simples (também chamado de oração absoluta) é formado apenas por UMA
ORAÇÃO. Para saber se o período é simples ou composto, basta contar os verbos/locução verbal
do período. Se tiver apenas um verbo ou uma locução verbal, é período simples.

Período composto é formado por DUAS ou MAIS ORAÇÕES. Para saber se o


período é composto, basta contar os verbos/locução verbal do período. Se tiver dois verbos em
diante, é período composto. Lembre-se: parágrafo é diferente de período. Um parágrafo pode ter
vários períodos.
Período composto por coordenação: é formado apenas por orações
coordenadas.

Período composto por subordinação: é formado pela oração


principal(OP) e a(s) subordinadas(OS).

Período composto por coordenação e subordinação:


chamado também de período misto, é quando há orações subordinadas, principais e
coordenadas num só período.

DICA: contar as orações no período composto antes de classificá-las sempre ajuda. Separe-as
por barras.

Exemplos
1. Que moça bonita! (FRASE)

2. Ai, desilusão... (FRASE)

3. Domingos José Correia Botelho de Mesquita e Meneses, fidalgo de linhagem e um dos mais antigos solarengos de
Vila-Real de Trás-os-Montes, era em 1779, juiz de fora de Cascais. (ORAÇÃO E PERÍODO SIMPLES)

4. Amou, perdeu-se, e morreu amando. (PERÍODO COMPOSTO POR TRÊS ORAÇÕES e PERÍODO COMPOSTO
POR COORDENAÇÃO)

5. Um relance de olhos revelou-me que sua fisionomia não era estranha. (PERÍODO COMPOSTO POR DUAS
ORAÇÕES e PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO)

6. Quando ele chegou, retirei-me imediatamente e depois fui para casa. (PERÍODO COMPOSTO POR TRÊS
ORAÇÕES e PERÍODO MISTO)

7. Dez anos de enamorado, mal sucedido, consumira em Lisboa o bacharel provinciano. Para fazer-se amar da
formosa dama de D. Maria I minguavam-lhe dotes físicos: Domingos Botelho era extremamente feio. Para se inculcar
como partido conveniente a uma filha segunda, faltavam-lhe bens de fortuna: os haveres dele não excediam a trinta
mil cruzados em propriedades no Douro. (3 PERÍODOS, 1 PARÁGRAFO)
2.Período composto por subordinação - Orações
subordinadas substantivas (OSS)
Na leitura a seguir, preciso prestar mais atenção em quê?
- Nos nomes das subordinadas substantivas
- Na “composição” da oração principal para poder você classificar as substantivas

O que você já conhece: as funções sintáticas são estudadas antes apenas com palavras e
expressões. Aqui, no lugar de palavras, temos orações com essas funções sintáticas.

1. Explicação

Definição de livro: são aquelas orações que exercem as funções próprias de um substantivo.

Definição usual: são aquelas que têm função sintática como OBEJTO DIRETO, OBJETO
INDIRETO, PREDICATIVA, COMPLETIVA NOMINAL, APOSITIVA, SUBJETIVA (sujeito)

O substantivo se transforma em uma oração.


Eu preciso da sua ajuda. (palavras classificadas como OI. Observe: é um período
simples,não tem verbo na parte em negrito)  Eu preciso de que você me ajude. (oração
classificada como OSSOI. Observe: é um período composto, há verbo na parte em negrito e na
OP).

As orações sub. substantivas iniciam com as conjunções QUE e SE, que são chamadas de
conjunções subordinativas INTEGRANTES.

As orações que vêm sem conjunção antes/depois das orações subordinadas são
chamadas de ORAÇÃO PRINCIPAL (OP).

2. Classificações

Para você classificar as orações substantivas, você tem que:


1. Contar os verbos
2. Localizar a conjunção
3. Separar por barras para saber onde inicia a subordinada
4. Observar qual o verbo ou o nome que está incompleto na OP (nem sempre é a palavra
está antes da conjunção)
5. Classificar a OSS

Para classificar uma Oração Subordinada Substantiva, é necessário identificar qual


palavra/expressão está incompleta na Oração Principal. O quadro abaixo traz as classificações
das OSS de acordo com o que está incompleto na Oração Principal.

DICA1: A Oração Principal não precisa está obrigatoriamente nessa ordem. Está em negrito o
que estará incompleto na oração principal.

DICA 2: Nem sempre a palavra incompleta é a que está antes da conjunção integrante.
Exemplo: Ele disse com cara de feliz a ela / que ele a ama.
A palavra incompleta é DISSE. Ele disse o quê? Disse que ele a ama. Mas as palavras “com cara
de feliz a ela” não importam para a classificação da OSS.
Oração Principal Classificação
SUJ + VTD Objetiva direta

SUJ + VTI + preposição Objetiva indireta

SUJ + V. + NOME + preposição Completiva Nominal

SUJ + VL (no meio) Predicativa

SUJ + V. + NOME Apositiva

VL(no início, 3ª pessoa singular) +


predicativo

VL (v. auxiliar, 3ª pessoa singular) + v.


particípio Subjetiva

VTD + SE (não importa a ordem do SE)

Basta/ Acontece/ Convém/ Consta/ Importa/


Interessa/ Parece/Ocorre/Sucede (Verbos
unipessoais)

3. DIFERENÇAS IMPORTANTES

a) Apenas duas têm preposições: a OBJETIVA INDIRETA e a COMPLETIVA NOMINAL.


Diferença:

OBJETIVA INDIRETA COMPLETIVA NOMINAL


SUJ + VTI + prep SUJ + V. + NOME + prep
Ela necessitava / de que ele chegasse. Ela tinha necessidade / de que ele chegasse.

Às vezes, na fala coloquial, tiramos a preposição das OSSOI e OSSCN. Mesmo sem preposição,
a classificação é igual.
Eu preciso / (de) que você a leve. (OSSOI)
Eu tenho certeza / (de) que ele vai conseguir. (OSSCN)

b) As duas em que a ordem importa são:


PREDICATIVA SUBJETIVA
SUJ + VL (no meio) VL(no início) + PREDICATIVO
O importante é que se estude. É importante que se estude.

c) Receio (verbo) x Receio (nome)


OBJETIVA DIRETA COMPLETIVA NOMINAL
RECEIO (eu receio) RECEIO (o receio, o medo)
Sem preposição Com preposição
Eu receio que ele se atrase. Eu tenho receio (medo) de que ele se atrase.
d) VTD sem SE + VTD com SE
OBJETIVA DIRETA SUBJETIVA
VTD VTD + SE (antes ou depois do VTD)
Sabem que ele está chegando. Sabe-se que ele está chegando.

4. OBSERVAÇÕES

a) Não são só as apositivas que vêm com dois-pontos. As objetivas diretas também. Você precisa
sempre seguir a regra da “palavra incompleta na oração principal”:
Exemplo:
“Ela disse o seguinte: virá cedo”
1 / 2
2 = OSSAP. Completa o sentido da palavra “seguinte”.

“Ela disse: virá cedo”


1 / 2
2= OSSOD. Completa o VTD “disse” incompleto.

b) As orações substantivas nem sempre iniciam com conjunções QUE/SE.


Podem iniciar com advérbios (COMO, QUANDO, ONDE, PORQUE, QUÃO) ou por pronomes
indefinidos (QUEM, QUAL, QUANTO).
Exemplos:
Ela perguntou como ele chegou aqui. (OSSOD)
Soube-se quando ele entregou o trabalho. (OSSUB)
Entendeu-se por que ele não telefonou. (OSSUB)
Disseram onde ele estava. (OSSOD)

c) A função sintática da classificação não pode estar presente na oração principal. Isto é, se a
OSS for objetiva direta, não pode haver objeto direto na oração principal. Se houver, é porque
houve erro na classificação. Essa regra serve para todas as regras das substantivas.
Exemplo:
Ela falou isto: estou cansado.
1 / 2
Observe: “isto” é OD de “falou”. Se você classificar a 2 como OSSOD, estará errado, porque você
não pode dar uma classificação para a subordinada com uma função sintática que está na OP. A
classificação correta da 2 é OSSAP, porque a 2 está esclarecendo a palavra “isto”.
3.Período composto por subordinação - Orações
Subordinadas Adjetivas
Na leitura a seguir, preciso prestar mais atenção em quê?
- Na diferença entre as restritivas e explicativas

O que você já conhece: usamos as adjetivas no cotidiano quando costumamos dar características:
“a blusa / que eu tenho desse time / é a nova”.

1. Explicação

Definição de livro: são as orações que exercem função sintática de adjunto adnominal, própria do
adjetivo.
Definição usual: são as orações que dão alguma característica à palavra a que se referem.

As orações subordinadas adjetivas sempre iniciam por PRONOMES RELATIVOS. Isso pode ajudá-lo a
reconhecer uma adjetiva.

Mas o que são PRONOMES RELATIVOS? Pelo nome, já se vê que eles são relativos a alguma coisa.
Mas a quê? São relativos à palavra/expressão que vem antes deles.
Exemplo:
A blusa / que eu tenho desse time / é a nova.

O “que” é o pronome relativo e se refere à palavra “blusa”, que vem antes dele.
Por isso é possível substituir o “que” por blusa.

Oração 1 = A blusa é a nova.


Oração 2 = que eu tenho desse time = eu tenho a blusa desse time

2. Classificações

Restritivas Explicativas
Restringem o significado da palavra a Informam uma característica que é
que se referem própria da palavra a que se referem
Geralmente vem sem vírgulas Geralmente vem com vírgulas, isoladas
da oração principal
Exemplos: Exemplos:
O homem / que fuma / vive menos O homem, / que é um ser racional, /
aprende com os erros.
Observe que a característica expressa
pela oração adjetiva “que fuma” não se A oração “que é um ser racional” não
aplica a todos os elementos da espécie restringe a palavra “homem”, pois se
homem (não são todos os homens que refere a todos os homens.
fumam, apenas alguns deles)
Capitu,/ que é uma personagem criada
Resolveram os exercícios / que por Machado de Assis,/ tinha olhos de
faltavam. ressaca.
3. DETALHE IMPORTANTE

Há também orações que, colocando ou retirando a vírgula, elas mudam de classificação do nome
de adjetivas e de sentido.
Exemplo:

1.Os atletas que foram convocados apresentaram-se ontem.


2.Os atletas, que foram convocados, apresentaram-se ontem.

1. Apenas alguns atletas foram convocados e apenas eles se apresentaram. (OSARestritiva)


2. Todos os atletas foram convocados e todos se apresentaram. (OSAExplicativa)

Observe: é o mesmo período, mas com sentidos/significados e classificações diferentes de


acordo com a presença ou ausência da vírgula.
4. Período composto por subordinação - Orações
subordinadas Adverbiais
Na leitura a seguir, preciso prestar mais atenção em quê? Nos nomes de
classificação e nas conjunções.

O que você já conhece: as relações delas.

1. Explicação

Definição de livro: orações que exercem função de adjunto adverbial sobre a oração
principal.
Definição usual: orações que tem o valor de advérbio em relação à OP.

2. Classificações
Classificação Relação Conjunções
Causal Causa (lembre-se: para que a Porque, visto que, uma vez que, já
C6PFT or. sub. seja causal, a oração que
principal deve conter a
consequência).
Conformativa Conformidade (lembre-se: Conforme, como, segundo
deve ter havido algum
planejamento anterior, que é
mencionado na oração, para
que algo ocorra conforme o
planejado)
Comparativa Comparação Mais...que, menos...que,
tão...quanto
Condicional Condição Se, caso, contanto que
Concessiva Concessão, contraste Embora, ainda que, mesmo que
Consecutiva Consequência (geralmente há Tão/tanto/tamanho/tal....que
um intensificador na OP para a (intensificadores da OP)
subordinada ser consecutiva. De modo que
Proporcional Proporção À medida que, à proporção que
Quanto mais/menos...mais/menos
Final Finalidade A fim de que, para que
Temporal Tempo Quando, enquanto, Logo que,
Assim que, Mal (“assim que”)

3. COMO DIFERENCIAR CONJUNÇÕES QUE TÊM VÁRIAS CLASSIFICAÇÕES

Existem conjunções que aparecem em várias orações subordinadas adverbiais. Você precisa
saber diferenciar pelo sentido que eles estabelecem com a oração anterior.

a)
Conjunção Valor Exemplos
DESDE Temporal Ele não vem aqui desde que casou.
QUE Condicional Você só sairá desde que faça a tarefa toda.
b)
Conjunção Valor Exemplos
COMO Causal Como não fez a tarefa, levou anotação na agenda.
Comparativa Como um papagaio, fica falando horas e horas.
Conformativa Como o combinado, fizemos o trabalho em trio.

Às vezes, a comparativa e a conformativa se confundem.


Dica: Para a subordinada ser conformativa, precisa ter havido um combinado, algo previsto que é
mencionado na frase. Exemplo: Como o combinado, fizemos o trabalho em trio. O “como o
combinado” significa que houve uma combinação antes.
Já a comparativa, é quando existe a comparação entre dois objetos/seres ou mais.

c) PORQUE, POIS, QUE


As conjunções aparecem tanto na COORDENADA EXPLICATIVA quanto ADVERBIAL
CAUSAL. Vamos aprender então a diferenciar!

COORDENADA EXPLICATIVA ADVERBIAL CAUSAL


Vem depois de uma ordem, um pedido, de uma A subordinada é um fato obrigatoriamente que
hipótese, fato não comprovado aconteceu anteriormente à oração principal
Quando as conjunções “porque, pois e que” Quando as conjunções “porque, pois e que”
puderem ser substituídas por dois-pontos sem puderem ser substituídas pela preposição POR
perda de sentido + VERBO NO INFINITIVO
Ele provavelmente saiu, porque o carro não A menina adoeceu porque comeu um alimento
está na garagem. (Ele provavelmente saiu: o estragado.(A menina adoeceu POR TER
carro não está na garagem) COMIDO um alimento estragado.)

Não abra o forno durante o cozimento, pois o Os jogadores perderam a hora do treino porque
bolo pode murchar. (Não abra o forno durante foram dormir muito tarde. (Os jogadores
o cozimento: o bolo pode murchar). perderam a hora do treino POR TEREM IDO
DORMIR muito tarde).

d) “SE” COMO CONJUNÇÃO CONDICIONAL x “SE” COMO CONJUNÇÃO INTEGRANTE


O “se” aparece tanto na OS adverbial condicional quanto nas substantivas. Logo, precisamos
saber diferenciar!

“SE” COMO CONJUNÇÃO CONDICIONAL “SE” COMO CONJUNÇÃO INTEGRANTE


Pode ser substituído por CASO Sem substituição
- Na OP, tem um VTD incompleto
Se você estudar à tarde, poderá sair à noite. Se você vem, não sei.
OSADV COND / OP OSSOD / OP

e) O mesmo acontece com o “quando”. Observe abaixo.


QUANDO como ADV. TEMPORAL x QUANDO como CONJUNÇÃO INTEGRANTE
QUANDO como ADV. TEMPORAL QUANDO como CONJUNÇÃO INTEGRANTE
“Logo que”, “Assim que” Sem substituição
Não tem palavra incompleta na OP Na OP, tem um VTD incompleto
Eu não estava na sala quando ele chegou. Eu não sei quando ele chegou.

4. DICAS PARA LEMBRAR


1. Para lembrar o nome da consecutiva, lembre que CONSEQUEncia(que é o valor dessa
oração subordinada) tem o mesmo som que CONSECutiva.
2. Para lembrar o nome da concessiva, lembre que ela tem o mesmo valor de oposição da
adversativa das coordenadas, mas com conjunções diferentes.
RESUMO DAS ORAÇÕES SUBORDINADAS
Este quadro mostrará as principais diferenças entre as orações subordinadas.

Orações Subordinadas Subordinadas Subordinadas


Substantivas Adjetivas Adverbiais
Característica Completa uma É uma oração Têm valor de adjunto
palavra incompleta da caracteriza a palavra adverbial em relação à
oração principal da oração principal a oração principal
que se refere

Iniciada por Conjunção Integrante Pronome relativo Conjunção subordinativa


+ nome de classificação

Classificações
1.OD 1.RESTRITIVA 1.CAUSAL
2.OI 2.EXPLICATIVA 2.CONFORMATIVA
3.CN 3.CONDICIONAL
4. PREDICATIVA 4.COMPARATIVA
5.APOSITIVA 5. CONSECUTIVA
6.SUBJETIVA 6. CONCESSIVA
7. PROPORCIONAL
8. FINAL
9. TEMPORAL

Função sintática A mesma que a da Adjunto adnominal Adjunto adverbial


de TODA A classificação
ORAÇÃO (essa
informação é
importante só se
pedirem. É mais raro)
Ela disse: estava com saudades. OSSOD

Ela disse isto: estava com saudade. OSSAP

Não sei se ela virá hoje. OSSOD

Necessitávamos de que você voltasse. OSSOI

Tínhamos necessidade de que você voltasse. OSSCN

Nossa necessidade era que você voltasse. OSSPRED

Ela disse o seguinte: estava com saudades. OSSAP

Foi necessário dizer que estava com saudades. OSSSUB

É sabido que estava com saudades. OSSSUB

Sabe-se que estava com saudades. OSSSUB

Acontece que estava com saudade. OSSUB

“Gosto de homens que têm futuro e de mulheres que têm passado”

“Chamei ontem o Dr. Fagundes, que é o médico da casa desde anos”

Como estivesse muito frio, não saímos.

Tamanha foi a sua emoção, que quase desmaiou na sala.

Conquanto ele tivesse perdido o jogo, não se sentia derrotado.

Que moça bonita! Ai, desilusão...

Domingos José Correia Botelho de Mesquita e Meneses, fidalgo de linhagem e um dos


mais antigos solarengos de Vila-Real de Trás-os-Montes, era em 1779, juiz de fora de
Cascais.

Amou, perdeu-se, e morreu amando.

Um relance de olhos revelou-me que sua fisionomia não era estranha.

Quando ele chegou, retirei-me imediatamente e depois fui para casa.

Dez anos de enamorado, mal sucedido, consumira em Lisboa o bacharel provinciano.


Para fazer-se amar da formosa dama de D. Maria I minguavam-lhe dotes físicos:
Domingos Botelho era extremamente feio. Para se inculcar como partido conveniente a
uma filha segunda, faltavam-lhe bens de fortuna: os haveres dele não excediam a trinta
mil cruzados em propriedades no Douro.

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