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1.

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA

1 – DADOS DA EMPRESA:

Razão Social
Usina de Açucar Santa Terezinha Ltda
CNPJ75.717.355/0001-29
Inscrição Estadual
901.71238-71
EndereçoLote 246 – Gleba Chapecó - Iguatemí
MunicípioMaringá
Telefone
(44) 276-8000
299 (Indústria); 538 (Agrícola -
Número de Funcionários
Mecanizado) e 1442 (Lavoura)
15.61-0 (Usinas de Açúcar); 01.13-9
CNAE
(Cultivo de cana de açúcar)
Eng. Segurança
do Trabalho
Responsável pela Empresa na
Implantação do PPRA
Supervisor de R.
Humanos

2 – RESPONSÁVEIS PELA ELABORAÇÃO:

Nome Pedro Lopes Caldas


Profissão Eng. Segurança do Trabalho
Endereço Lote 246 – Gleba Chapecó - Iguatemí
Município Maringá
Telefone (44) 276 - 8000
E-mail Caldas@usacucar.com.br Caldasp@uol.com.br
Registro CREA-PR 4.299/V

3 - RESPONSABILIDADE TÉCNICA:

A responsabilidade do presente programa de prevenção de riscos ambientais - ppra,


restringe-se, exclusivamente, às avaliações, recomendações e parecer realizados pelos
peritos, ficando sob inteira responsabilidade da empresa a implantação e
acompanhamento das medidas propostas.

1. – DOCUMENTO BASE:

1. – Introdução
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O PPRA tem por objetivos a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através
da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos
ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em
consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais renováveis.
O PPRA é um programa instituído pela Portaria 25 de 2/12/94, do Ministério do Trabalho e
Emprego.

2. – Política de Segurança da Empresa


Os diversos aspectos da Segurança e Saúde do Trabalhador, incluindo-se a Higiene do
Trabalho, são inerentes às atividades ocupacionais, ficando a empresa obrigada a fornecer
todos os meios e recursos para que todas as atividades sejam executadas com o máximo de
segurança, tanto ao trabalhador, quanto ao meio ambiente, cabendo à direção da empresa
proporcionar os recursos necessários para este fim.
A Política de Segurança e Saúde do Trabalhador, fazem parte de uma política mas ampla da
empresa, uma vez que o PPRA visa a melhoria contínua do ambiente de trabalho.

3. - Pessoal Envolvido
As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito da empresa, sob a responsabilidade do
empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo sua abrangência e profundidade
dependentes das características dos riscos identificados em cada setor, bem como das
necessidades de controle.

4. - Abrangência
O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da
preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, estando, portanto articulado com o
disposto nas normas regulamentadoras, da Portaria 3.214, de 8 de junho de 1.978, em especial
servindo de base para elaboração do PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde
Ocupacional (NR-7) e do Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho. Todos estes
programas servirão de base para elaboração do PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário
(Instrução Normativa 84, de 22/12/02, do Ministério da Previdência Social).

5. - Responsabilidades
Cabe ao empregador estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como
atividade permanente da empresa.
Para isso a empresa nomeia formalmente os responsáveis pela Coordenação e Implementação.
Aos trabalhadores cabe colaborar e participar na implantação e execução do programa,
seguindo as orientações e colaborando no atendimento às recomendações constantes do
mesmo. Cabe também informar todas as ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar
riscos à sua saúde.

6. – Base
O presente PPRA foi elaborado com base na avaliação dos riscos existentes, ou que venham a
existir. Nele estão detalhados e especificados os riscos detectados, os possíveis danos à saúde,
a gravidade dos riscos. Os dados contidos deverão ser analisados e discutidos pelos
responsáveis pela implementação de os membros da CIPA, ou na ausência desta, o indicado
pela empresa para coordenar as ações atinentes à segurança e saúde dos trabalhadores.

7. – Considerações Finais
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O PPRA tem caráter permanente, devendo ser avaliado periodicamente ou revisto anualmente.
O desenvolvimento do programa (medidas a serem implementadas, cursos, treinamentos,
monitoramento ambiental, etc), deverá ser registrado de forma a permitir o acompanhamento
ao longo do período e servir de base para o planejamento das ações da empresa, em matéria
de segurança e saúde dos trabalhadores.

2. – METAS E OBJETIVOS

1.– Metas
● Proporcionar meio ambientes salubres de trabalho;
● Assegurar aos trabalhadores condições de saúde e bem estar no ambiente de trabalho;
● Preservar a saúde e a integridade física dos trabalhadores;
● Controlar os riscos ambientais capazes de causar danos à saúde do trabalhador;
● Prevenir os riscos ocupacionais capazes de provocar doenças e acidentes;
● Eliminar os riscos ocupacionais capazes de provocar doenças e acidentes;
● Reduzir ou neutralizar os agentes ambientais a valores compatíveis com a segurança do
trabalhador;
● Controlar os resíduos sólidos, líquidos e gasosos produzido pela empresa;
● Monitorar e controlar os agentes poluidores, resultantes do processo industrial.

2.– Objetivos
● Informar aos trabalhadores os riscos aos quais estão expostos na execução de suas
atividades;
● Atender aos critérios de avaliação biológica estabelecida no Programa de Controle Médico
de Saúde Ocupacional;
● Atender aos critérios de avaliação de qualidade, quanto aos aspectos de melhoria do
ambiente de trabalho, qualidade total, social e meio ambiente natural.

3. – ESTRATÉGIA E ESTRUTURA

A implantação e acompanhamento do PPRA dever ser feito por uma equipe, especialmente
constituído pela direção da empresa, para este fim. Terá representante da direção da empresa e
dos trabalhadores, coordenação e pessoas especialmente indicadas.
Os membros indicados para participarem desta equipe devem ter capacidade para buscar o
envolvimento e comprometimento das pessoas, fazendo a ligação entre as diversas hierarquias
da empresa e os trabalhadores.Deverão ter trânsito e poder de decisão para desenvolver o
programa e buscar materiais necessários para atingir as metas e os objetivos propostos.

4. – METODOLOGIA DE AÇÃO

1. – Fase de Antecipação
A equipe ou comitê deve formar um grupo para análise prévia de novos projetos ou
alterações, em processo ou ambientes de trabalhos já existentes.
A análise tem por objetivo reconhecer e identificar, ainda na fase de estudos dos novos
projetos, eventuais riscos ao trabalhador (antecipação) visando a participação da equipe ou
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comitê, na elaboração de projetos que contemplem medidas de proteção e controle, evitando-
se assim futuros riscos de acidentes ao trabalhador, quando da entrada em operação de novas
instalações, maquinários, processos, etc.

2. – Fase de Reconhecimento e Identificação dos Riscos


Nesta fase, realizar o reconhecimento e identificação dos riscos presentes na empresa, através
da inspeção de todos os setores. Estes dados servirão de base para elaborar o Mapa de Riscos,
Descrição de Cargos e Funções, elaboração do PCMSO, LTCAT, Ordem de Serviço, com
vistas ao estabelecimento de Prioridades e o Planejamento das Ações.
O Reconhecimento e Identificação dos Riscos definirão a fase seguinte que é a fase de
Avaliação dos Riscos. Permite localizar os riscos, suas fontes geradoras, a abrangência e vias
de propagação, em função do espaço físico, de setores, seções e postos de trabalho. Permite
compreender o processo industrial, identificando e constando a existência de medidas de
controle implementadas, equipamentos e máquinas em uso.

3. – Fase de Avaliação dos Riscos


A Fase de Avaliação visa medir a concentração e ou intensidade da exposição aos riscos
identificados na Fase de Reconhecimento.
Estas avaliações fornecem dados para o estabelecimento das prioridades, das medidas de
controle e das ações relacionadas ao controle médico.

4. – Medidas de Controle
Em decorrência dos resultados obtidos nas fases anteriores e estabelecidas as prioridades,
devem ser adotadas e implementadas as medidas de controle dos riscos. Podem ser de caráter
coletivo, administrativa e individual.
As medidas de controle visam:
● Prevenir a liberação ou disseminação dos agentes no ambiente de trabalho;
● Reduzir os níveis ou concentração desses agentes no ambiente de trabalho;
● Recomendação dos equipamentos de proteção individual.

8 – DESENVOLVIMENTO DO PPRA – DIVISÃO INDUSTRIAL

8.1 - Levantamento dos Riscos Ambientais

8.1.1- Pessoal

8.1.1.1 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: processo de trabalho e atividades em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

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MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, lesões por esforços repetitivos, fraqueza,
tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada;
● Móveis adequados.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Implantar programas de ginástica laboral;
● Treinamento sobre os riscos da atividade

8.1.1.2- RISCO DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por


incêndio podendo causar graves conseqüências.

FONTE: curto-circuito.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.

DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios, intoxicação, inalação.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Sinalizações;
● Extintores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamentos sobre combates a incêndio;
● Melhorar a sinalização dos riscos existentes;

8.1.1.3 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e Equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

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DANOS À SAÚDE: Quedas, lesões e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos;
● Respeitar sinalizações.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
 Exame de audiometria;
 Uso obrigatório dos equipamentos de proteção individual e coletiva;
 Manutenção preventiva de máquinas e equipamentos.

8.1.2- Balança
8.1.2.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Processos de trabalho e atividades em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 05.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: Quedas, lesões e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos;
● Sinalizações.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
 Exame de audiometria;
 Uso obrigatório dos equipamentos de proteção individual e coletiva;
● Sinalizar o setor.

8.1.2.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: processo de trabalho e atividades em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato

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N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 05.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, lesões por esforços repetitivos, tensão e
ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada;
● Móveis adequados.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Implantar programas de ginástica laboral;
● Treinamento sobre os riscos da atividade

8.1.3 – Sesmt (Medicina do Trabalho)

8.1.3.1 - BIOLÓGICOS: os funcionários estão expostos a contato com microorganismos que


podem causar danos a saúde. Por isso, necessitam de adoção de medidas para atenuar os
efeitos causados aos trabalhadores.

FONTE: Fungos, vírus, bactérias e parasitas .

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato,.

DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oftálmicas, intoxicação e


acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Luvas de procedimento;
● Calçados de segurança;
● Uniformes;
● Limpar as instalações e instrumentos.
● Treinamentos sobre os riscos existentes.
● Exame médico de acordo com o PCMSO

8.1.3.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho as características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho e atividade em geral


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TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, lesões por esforços repetitivos, fraqueza,
tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada;
● Móveis adequados.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Adotar normas de biosegurança.

8.1.3.3 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão expostos a acidentes.

FONTE: Instrumentos de trabalho, quedas, etc;

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: Quedas, lesões e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos;
● Uso de equipamentos de proteção individual.

MEDIDAS A IMPLANTAR
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

8.1.4 – Sesmt (Segurança do Trabalho)

8.1.4.1 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: processo de trabalho e atividades em geral.

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TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada;
● Móveis adequados.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre levantamento sobre os riscos da atividade.

8.1.4.2 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão expostos a acidentes.

FONTE: Instrumentos de trabalho, quedas, etc;

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: Quedas, lesões e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos;
● Uso de equipamentos de proteção individual.

MEDIDAS A IMPLANTAR
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

8.1.6 – Laboratório

8.1.6.1 - QUÍMICO: os funcionários estão expostos a contato com produtos químicos. Por
isso, necessitam de adoção de medidas para atenuar os efeitos causados aos trabalhadores.

FONTE: Produtos químicos utilizados nas atividades como Ácido clorídrico, ácido acético,
hidróxido de sódio, etc.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

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MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.

DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e


acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Uso de respirador purificador de ar;
● Luvas de borracha;
● Óculos de Segurança.
● Exame médico de acordo com o PCMSO
● Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● os riscos de acidentes;
● Instalar exaustor.
● Adotar normas de biosegurança.

1. – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Vidrarias.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos;
● Uso de equipamentos de proteção individual;
● Treinamento sobre os riscos de acidentes.
● Óculos de Segurança.
● Sinalizar todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Adotar normas de biosegurança.

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8.1.6.3 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada;
● Móveis adequados.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

8.1.6.4 - RISCO DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por


incêndio e explosão, podendo causar graves conseqüências.

FONTE: curto-circuito e produtos químicos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33.

DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Treinamento e sinalizações;
● Extintores.
● EPC (Equipamento de Proteção Coletivo)

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamentos sobre combates a incêndio.

8.1.6.5 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima
dos limites permitidos por lei..

FONTE: Triturador.

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TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 04 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e intermitente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos;
● Uso de protetores auditivos;
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● EPC (Equipamento de Protção Coletivo)

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Normas de procedimentos opercionais.

8.1.7 - Moenda

8.1.7.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos.
● Uso de equipamentos de proteção individual.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes.
● Sinalisação de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR
● Manutenção do programa 5S

8.1.7.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características

83
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada.
● Treinamento sobre os riscos da atividade.
● Sinalisação de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.7.3 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de


acidentes por incêndio e explosão, podendo causar graves conseqüências.

FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos, óleos e graxas .

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.

DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Extintores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamentos sobre combates a incêndio.

8.1.7.4 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima
dos limites permitidos por lei..

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.


83
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: trauma acustico, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos.
● Uso de protetores auditivos.
● Treinamento sobre o uso dos EPIs. ( protetores auditivos)

MEDIDAS A IMPLANTAR:

8.1.7.5 – RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a contato com produtos


químicos. Por isso, necessitam de adoção de medidas para atenuar os efeitos causados aos
trabalhadores.

FONTE: Graxas, óleos e lubrificantes

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 22.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.

DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e


acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Uso de respirador purificador de ar;
● Luvas de borracha ou protetor químico.
● Creme de proteção para a pele.
● Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual.
● Exame médico de acordo com o PCMSO.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes.

MEDIDAS A IMPLANTAR:

8.1.7.6 – RISCOS FÍSICO RADIAÇÃO NÃO IONIZANTE: Os trabalhadores estão expostos


a acidentes com processos de solda gerando radiação não ionizante.

FONTE: Chapisco, enchimento de peças metálicas com eletrodos ( Ver composição do


eletrodo).

83
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 05.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: Queimaduras e doenças respiratórias.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos;
● Uso de equipamentos de proteção individual;
● Máscara respiratória e óculos de tonalidade escura.
● Sinalizar todos os setores;
● Treinamento de prevenção de acidentes

MEDIDAS A IMPLANTAR:

8.1.7.7 – RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a fumos metálicos proveniente


do processo de soldagem.

FONTE: Solda com eletrodos a base de manganês.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 05.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.

DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e


acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Uso de respirador purificador de ar.
● Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual.
● Exame médico de acordo com o PCMSO.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Melhoria no posto de trabalho.

8.1.8 Destilaria

8.1.8.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.


83
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos;
● Uso de equipamentos de proteção individual;
● Treinamento sobre os riscos de acidentes.
● Sinalizar todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:

8.1.8.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada.
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

MEDIDAS A IMPLANTAR:

8.1.8.3 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO/EXPLOSÃO: Os trabalhadores ficam expostos


ao risco de acidentes por incêndio e explosão, podendo causar graves conseqüências.

FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos, vapores de álcool .

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.


83
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.

DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Extintores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamentos sobre combates a incêndio.

8.1.8.4 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima
dos limites permitidos por lei..

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos;
● Uso de protetores auditivos;
● Treinamento sobre os riscos de acidentes.
● Treinamento e uso de EPIs (Protetor auditivo)

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção dos equipamentos.

8.1.8.5 – RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.

FONTE: Álcool, Ácido Sulfurico, Soda Caustica, Ciclo Hexano, Dispersante, Anti-
espumante, Bactericita.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

83
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 15.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.

DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e


acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Uso de respirador purificador de ar.
● Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual;
● Exame médico de acordo com o PCMSO;
● Treinamento sobre os riscos de acidentes.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Adotar normas de biosegurança.

8.1.9 ARMAZEM DE ACÚCAR

8.1.9.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 16.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de equipamentos de proteção individual.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalizaçào de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Melhorar a iluminação

8.1.9.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

83
FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada..

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

8.1.9.3 - POSSIBILIDADE DE EXPLOSÃO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de


acidentes por explosão, podendo causar graves conseqüências.

FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos e poeiras de açúcar em suspensão.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.

DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Extintores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamentos sobre combates a incêndio.
● Abafador ant-chamas para escapamento de veiculos e equipamentos.

8.1.9.4 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima
dos limites permitidos por lei..

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.


83
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos;
● Uso de protetores auditivos;
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S

8.1.10 - FABRICAÇÃO DE AÇÚCAR

8.1.10.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 26

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de equipamentos de proteção individual.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalizaçao de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:

8.1.10.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos movimentos.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

83
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 26.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada..
● Treinamento sobre os riscos da atividade e uso de EPIs.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.10.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima
dos limites permitidos por lei..

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 26

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de protetores auditivos.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.11 – TRATAMENTO DE ÁGUA

8.1.11.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 1.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.


83
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de equipamentos de proteção individual.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.
● Programa de biosegurança.

8.1.11.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 1.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada..

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

8.1.11.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima
dos limites permitidos por lei..

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 1.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.


83
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de protetores auditivos.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.11.4 – RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.

FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 1.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.

DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e


acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Uso de respirador purificador de ar;
● Luva de proteção.
● Exame médico de acordo com o PCMSO.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.12 – TRANSPORTE

8.1.11.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 04.

83
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas, contusões e acidentes de trânsito.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de equipamentos de proteção individual.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.
● Treinamento de direção defenciva.
● Sinalizar todos os setores.

8.1.12.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 04.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre posturas corretas os riscos da atividade.

8.1.12.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 04.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.


83
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de protetores auditivos;
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.13 – ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL

8.1.13.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 06 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas, contusões e acidentes de transito.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de equipamentos de proteção individual.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento de direção defenciva.
● Manutenção do programa 5S.

8.1.13.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.


83
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada..

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre os riscos da atividade.
● Equipamento ergonômicos.

8.1.13.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e intermitente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de protetores auditivos.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.13.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.

FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual

MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.

83
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Uso de respirador purificador de ar.
● Luva de proteção.
● Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual EPIs.
● Exame médico de acordo com o PCMSO.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.14 – ALMOXARIFADO INDUSTRIAL

8.1.14.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de equipamentos de proteção individual.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes uso de EPIs.
● Sinalização todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.14.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

83
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada..

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

8.1.14.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de protetores auditivos.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.14.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.

FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.

MODO DE EXPOSIÇÃO: contato.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.


83
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Uso de respirador purificador de ar.
● Luva de proteção.
● Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual;
● Exame médico de acordo com o PCMSO.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.15 – MANUTENÇÃO MECÂNICA INDUSTRIAL

8.1.15.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de equipamentos de proteção individual.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.15.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia


83
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada..

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

8.1.15.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de protetores auditivos.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.
● Manutenção dos equipamentos.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.15.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.

FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: eventual.

MODO DE EXPOSIÇÃO: contato.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14.

83
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.

DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e


acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Uso de respirador purificador de ar.
● Luva de proteção.
● Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual;
● Exame médico de acordo com o PCMSO;
● Treinamento sobre os riscos de acidentes.
● Sinalização de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S

8.1.15.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de


acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências.

FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Intermitente.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14.

DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Extintores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamentos sobre combates a incêndio.
● Brigada de incêndio.

8.1.16 – MANUTENÇÃO ELÉTRICA INDUSTRIAL

8.1.16.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 12.

83
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos.
● Uso de equipamentos de proteção individual.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.16.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 12.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

8.1.16.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 12.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

83
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos.
● Uso de protetores auditivos.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Manutenção dos equipamento.
● Sinalização dos setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Abafador do ruidos para as saidas de vapor.

8.1.16.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.

FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: intermitente.

MODO DE EXPOSIÇÃO: eventual.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 12.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.

DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e


acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Uso de respirador purificador de ar.
● Luva de proteção.
● Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual.
● Exame médico de acordo com o PCMSO.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.16.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de


acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências.

FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 15.

83
DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Extintores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamentos sobre combates a incêndio.

8.1.17 – INSTRUMENTAÇÃO

8.1.17.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de equipamentos de proteção individual.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.17.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.


83
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
● Pausas durante a jornada..

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

8.1.17.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de protetores auditivos.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Manutenção dos equipamentos.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Abafador de ruidos para as saidas de vapor.
● Manutenção do programa 5S.

8.1.17.4 – RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.

FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: intermitente.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.

DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e


acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


83
● Uso de respirador purificador de ar.
● Luva de proteção.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes uso de EPIs.
● Exame médico de acordo com o PCMSO.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.17.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de


acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências.

FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Intermitente.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.

DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Extintores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamentos sobre combates a incêndio.

8.1.18 – MONTAGEM INDUSTRIAL

8.1.18.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de equipamentos de proteção individual;
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.

83
MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutençao do programa 5S.

8.1.18.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada..

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

8.1.18.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de protetores auditivos.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Manutenção dos equipamentos.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
83
● Manutençao do programa 5S.

8.1.18.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.

FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.

MODO DE EXPOSIÇÃO: contato.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.

DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e


acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Uso de respirador purificador de ar;
● Luva de proteção.
● Exame médico de acordo com o PCMSO.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Manutenção dos equipamentos.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutençao do programa 5S.

8.1.18.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO/EXPLOSÃO: Os trabalhadores ficam expostos


ao risco de acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências.

FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.

DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Extintores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamentos sobre combates a incêndio.

83
8.1.19 – CALDEIRA

8.1.19.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas, queimaduras e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de equipamentos de proteção individual.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalizar todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.19.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada..

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

83
8.1.19.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de protetores auditivos;
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.
● Manutenção dos equipamentos.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.19.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.

FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.

MODO DE EXPOSIÇÃO: contato.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.

DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e


acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Uso de respirador purificador de ar.
● Luva de proteção.
● Exame médico de acordo com o PCMSO.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
83
● Manutenção do programa 5S.

8.1.19.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de


acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências.

FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.

DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Extintores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamentos sobre combates a incêndio.

8.1. 20 – RECEPÇÃO DE CANA

8.1.20.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de equipamentos de proteção individual;
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

83
8.1.20.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada..

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

8.1.20.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de protetores auditivos.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes euso de EPIs.
● Manutenção dos equipamentos.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1. 21 – CONSTRUÇÃOCIVIL

8.1.21.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.


83
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de equipamentos de proteção individual;
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalizar todos os setores.
● Manutenção dos equipamentos.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.21.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada..

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

8.1.21.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.

83
FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de protetores auditivos.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Manutenção dos equipamentos.
● Sinalização de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.
● Implantar abafadores de ruido nas saidas de vapor.

8.1.19.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.

FONTE: cimento e cal (virgem e hidratado)

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.

MODO DE EXPOSIÇÃO: contato.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.

DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação,


queimaduras e acidentes.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Uso de respirador purificador de ar.
● Luva de proteção.
● Exame médico de acordo com o PCMSO.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

83
8.1. 22 – TRATAMENTO DE CALDO

8.1.22.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.

FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 23.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de equipamentos de proteção individual.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

8.1.22.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura


inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.

FONTE: Processo de trabalho.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 23.

DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


● Pausas durante a jornada..

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Treinamento sobre os riscos da atividade.

83
8.1.22.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.

FONTE: Máquinas e equipamentos.

TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.

MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.

N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 23.

TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.

DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


 Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
● Uso de protetores auditivos.
● Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
● Sinalização de todos os setores.
● Manutenção dos equipamentos.

MEDIDAS A IMPLANTAR:
● Manutenção do programa 5S.

1. DIVISÃO AGRÍCOLA

9 – RECONHECIMENTO DOS RISCOS

9.1 - APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS (Manual, motorizada e Aérea)

9.1.1 - Riscos:
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Exposição a produtos químicos (Inseticidas, Herbicidas e Adjuvantes);
- Rede de energia elétrica;
- Ruido (operador de trator)

9.1. 2 - Recomendações:
- Não aplicar o produto contra o vento;
- Antes de aplicar qualquer produto, ler com atenção as instruções no rótulo;
- Evite contato com o produto na pele e olhos;
- Não fume, não beba e não coma durante a aplicação;
- Não utilizar equipamentos com vazamento;
83
- Não tentar desentupir os bicos , orifícios, válvulas com a boca;
- Procure imediatamente o médico em casos ou suspeita de intoxicação levando o rótulodo
produto;
- Utilizar os equipamentos de segurança;
- Sinalizar a rede de energia elétrica (bandeiras).
- Sempre sob supervisão do técnico de segurança ou o engenheiro de segurança ou meio de
comunicação disponível

9.1. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Óculos de segurança;
- Conjunto p/aplicação de herbicida;
- Luvas e botas de borrachas;
- Respirador descartável e ou Respirador com filtro químico;
- Botinas de segurança;
- Chapéu de palha ou boné tipo touca árabe;
- Protetor auditivo auricular (quando operar máquinas).

9.1. 4 - Máquinas e Equipamentos:


- Pulverizador costal;
- Pulverizador hidráulico, mais trator agrícola;
- Avião (serviços de terceiros);
- Trator agrícola.
9.1 - APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS (Manual)

9.1.1 - Riscos:
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Exposição a produtos químicos (Inseticidas, Herbicidas e Adjuvantes);
- Rede de energia elétrica;

1. 2 – Recomendações:

- Não aplicar o produto contra o vento;


- Antes de aplicar qualquer produto, ler com atenção as instruções no rótulo;
- Evite contato com o produto na pele e olhos;
- Não fume, não beba e não coma durante a aplicação;
- Não utilizar equipamentos com vazamento;
- Não tentar desentupir os bicos , orifícios, válvulas com a boca;
- Procure imediatamente o médico em casos ou suspeita de intoxicação levando o rótulodo
produto;
- Utilizar os equipamentos de segurança;
- Sempre sob supervisão do técnico de segurança ou o engenheiro de segurança ou meio de
comunicação disponível

9.1. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Óculos de segurança;
- Conjunto p/aplicação de herbicida;
- Luvas e botas de borrachas;
83
- Respirador descartável e ou Respirador com filtro químico;
- Botinas de segurança;
- Chapéu de palha ou boné tipo touca árabe;

9.1. 4 - Máquinas e Equipamentos:


- Pulverizador costal;
- Pulverizador hidráulico, mais camnhão
- Avião (serviços de terceiros);

9. 2 - PREPARO DE SOLO (Aplicação de calcário, gradagem, aração, manutenção de


estradas)

9.2.1 - Riscos:
● Poeiras;
● Ruido (tratores e equipamentos)
- Tombamentos de tratores em terrenos ondulados e esburacados;
- Exposição a acidentes com máquinas e equipamentos;
- Colisão com postes, estirantes e troncos balisadores;
- Tombamentos de caminhões basculantes ao descarregar o calcário;
- Verificar todos os dispositivos de segurança das máquinas e tratores antes de iniciar;
- Contato com animais peçonhentos e insetos.

9.2.2 - Recomendações ao trabalhador:


- Usar respirador descartável, quando em alta concentração;
- Usar botinas segurança;
- Balizamento nos postes de energia e seus estirantes.
● Usar cinto de segurança.
● Usar protetores auditivos.

9.2. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Luvas de raspa ( quando necessário);
- Botinas de segurança;
- Protetor auditivo auricular.

9. 2. 4 - Máquinas e Equipamentos:
- Tratores e Equipamentos agrícola;
- Implementos agrícola.

9. 3 - PREPARO DO SOLO (Queima de palha de cana, destocas, fechamento de erosões,


catação de tocos e raízes, topografia, terraços e carreadores).

9. 3.1 - Riscos:
- Exposição a poeiras e fumaça;
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Ruídos dos tratores;
- Acidentes por quedas de árvores;
- Levantamento de troncos e raízes;
83
- Descarga elétricas atmosféricas;
- Queda lateral dos tratores.

9. 3. 2 - Recomendações:
- Fazer o aceiramento e verificar a posição do vento, fazer queimada por etapas;
- Cuidado com troncos, buracos e animais peçonhentos ao transitar na área;
- Cuidado ao operar os tratores;
- Verificar manutenção das máquinas e dispositivos de segurança(cabina de proteção);
- Usar equipamentos de proteção individual e coletiva;
- Fazer uso do cinto de segurança veicular.

9. 3. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Luvas de raspa de couro e nitrlica, quando necessário;
- Protetor auditivo(operadores de trator)

9. 4 - PLANTIO DE CANA-DE-AÇÚCAR
( Sulcação com adubação e distribuição e repicar cana-de-açúcar nos sulcos, cobrição e
adubação, recobrição com enxadas).

9. 4.1 - Riscos:
- Ruído dos tratores(operadores de trator)
- Ferimentos com ferramentas cortantes manuais(facão);
- Queda de bag’s;
- Exposição a poeiras;
- Quedas de pessoas da carga de cana-de-açúcar do caminhão;
● Contato com animais peçonhentos e insetos;
● Tombamento de tratores e equipamentos.

9. 4. 2 - Recomendações:
- Usar protetor auditivo(tratoristas e operadores de equipamentos);
- Uso de EPI’s;
- Não deixar bags suspensos após carregar as adubadeiras para evitar quedas;
- Usar ferramenta adequada para retirar o resto do pino;
● Não fazer cargas acima dos fueiros;
● Tomar os devidos cuidados ao utilizar os caminhões munck.
- Verificar manutenção das máquinas e implementos e dispositivos de segurança, cabina de
proteção;

9. 4. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Protetor auricular;
- Luvas de raspa cano curto;
- Perneiras, luvas, toca árabe (repicador de cana no sulco);
- Botinas de segurança.
- Trabalhar em fila indiana;
- Máscara respiratória (adubação);
- Luvas nitrílica.
- Luvas em grafatex pigmentada para plantio.
83
9. 4. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Sulcador + trator;
- Caminhão guindaste(munck);
- Bag’s (sistema sacolão);
- Enxadas e facões;
- Cobridor + trator.
9. 5 - CAPINA MANUAL

9. 5. 1 - Riscos:
- Corte ao deslocar com a enxadas e facões ao amolar os mesmos;
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Lesões nos olhos pela folha da cana-de-açúcar.

9. 5. 2 - Recomendações:
- Olhar com atenção para os lugares onde caminha, a fim de evitar acidentes com animais
peçonhentos;
- Usar EPI’s;
- Trabalhar em fila indiana;

9. 5. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Usar camisas de mangas compridas;
- Usar chapéu de palha ou boné tipo touca árabe;
- Usar luvas de segurança;
- Usar botinas de segurança;
- Usar óculos de proteção;
● Usar perneira.
● Cabo de proteção para lima.

9. 5. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Enxadas;
- Lima para amolar.

9. 6 – QUEIMA DA CANA-DE-AÇÚCAR

9. 6. 1 - Riscos:
- Exposição a gases (fumaça);
- Probabilidade de incêndio, em áreas vizinhas;
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Cortes causados pelas folhas da cana-de-açúcar;
- Queimaduras.

9. 6. 2 - Recomendações:
- Não ficar próximo do fogo;
- Antes de iniciar a queimada, verificar a posição do vento;
- Aceirar toda área;
- Realizar a queimada por etapas;
83
- Olhar com atenção para os lugares onde caminha, a fim de evitar acidentes e picadas por
animais peçonhentos;
- Utilizar o caminhão pipa como prevenção;
- Usar os EPI’s.
- Não entrar no canavial a ser queimado.

9. 6. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Camisa de mangas compridas;
- Boné tipo touca arabe;
- Luva de raspa de couro;
- Óculos de segurança ampla visão;
- Botinas de segurança.
- Utilizar roupa especial para a queima.

9. 6. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Trator + aceirador;
- Caminhão pipa;
- Facões;

9.7 - CORTE DE CANA-DE-AÇÚCAR PARA INDÚSTRIA, PLANTIO E ANÁLISE


LABORATORIAL

9.7.1 - Riscos:
- Ferramentas manuais cortantes;
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Lesões nos olhos, provocados pelas folhas da cana-de-açúcar;
- Lombalgias.

9. 7. 2 - Recomendações:
- Treinamento quanto ao uso das ferramentas;
- Durante o corte da cana-de-açúcar, executar os movimentos com a ferramenta, o mais longe
possível do corpo, principalmente das mãos e pernas;
- Durante o trabalho, permanecer em fila indiana e manter uma distância de pelo menos duas
ruas de cana-de-açúcar dos demais trabalhadores;
- Durante a amolação do facão, não deixe o lado cortante virado para a mão;
- Usar suporte de proteção para lima;
- Usar os equipamentos de proteção individual.

9. 7. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Camisas com mangas compridas;
- Perneiras;
- Luva na mão esquerda(que segura a cana- uso obrigatório) e luva na mão direita(que segura
o facão);
- Chapéu de palha ou boné tipo toca árabe;
- Óculos de segurança lente tela;
- Botina de segurança;
- Suporte de proteção para lima;
9. 8 - CATAÇÃO DE BITUCA (cana-de-açúcar da sobra do carregamento)
83
9. 8. 1 - Riscos:
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Riscos de Acidentes.

9. 8. 2 - Recomendações:
- Usar EPI’s;
- Olhar com atenção para lugares onde caminha.

9. 8. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Luvas de segurança;
- Botinas de segurança;
- Boné tipo toca árabe.

9. 8. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Carregadeira;
- Caminhão.
- Trator.

9. 9 - ENGATE E DESENGATE DE CARRETA SEMI-REBOQUE (JULIETAS)

9. 9. 1 - Riscos:
- Prensar as mãos e outras partes do corpo;
- Iluminamento inadequado;
- Ser atropelado pelo reboque;
- Contato com animais peçonhentos e insetos.

9. 9. 2 - Recomendações:
- Uso de EPI’s;
- Usar farol do caminhão e iluminação artificial ao atrelar as julietas ;
- Não deixar membros inferiores próximo ao engate/desengate da carreta;
- Só movimentar o caminhão/trator quando o engatador sinalizar para o motorista.

9. 9. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Luvas de segurança;
- Botina de Segurança;
- Colete refletivo;
- Capacete de segurança (quando necessário).
- Usar dispositivos auxiliares para engate e desengate de carretas.
9. 9. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Trator;
- Carreta;
- Caminhão.

9.10 - CARREGAMENTO E TRANSPORTE DE CANA-DE-AÇÚCAR PARA


INDÚSTRIA E PARA PLANTIO

9.10. 1 - Riscos:
83
- Ruído;
- Rede de energia elétrica;
- Tombamento de tratores e caminhões;
- Queda de cana-de-açúcar das carrocerias;
- Catracas quebradas ou gastas;
- Queda da calha;
● Acidentes de trânsito.
● Descarga elétrica atmosférica
9.10. 2 - Recomendações:
- Utilizar o cinto de segurança nos veículos.
- Sinalizar postes e estirantes e comunicar as áreas por onde passam as redes de energia
elétrica;
- Verificar todos os dispositivos de segurança das máquinas e veículos;
- Usar EPI’s;
- Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro;
- Não efetuar operações de manutenção e ajuste quando o motor estiver em funcionamento;
- Ao sair dos talhões verificar se o terreno apresenta condições de tráfego, a fim de se evitar
tombamentos;
● Ao engatar as julietas, observar se a sinalização está correta.
● Usar dispositivos auxiliares para engate e desengate de carretas.

9.10. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Protetor auditivo (operador de carregadeira e trator agrícola)
- Botinas de Segurança;
- Luva de raspa.
9.10. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Carregadeira;
- Trator;
- Caminhão.

9.11 - TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEL (CAMINHÃO COMBOIO)

9.11. 1 - Riscos:
- Descarga elétrica atmosférica;
- Óleos lubrificantes, graxas e óleo diesel;
- Probabilidade de incêndio e explosão;
- Acidentes de trânsito;
- Permanecer próximo à redes de energia elétrica.

9.11. 2 - Recomendações:
- Instalar kit para transporte de produtos perigosos;
- Usar EPI’s;
- Verificar todos os dispositivos de segurança;
- Procurar transitar em rodovias e estradas com menor fluxo de veículos;
- Não permanecer próximo as redes de energia elétricas;
- Instalar e usar cabo terra;
- Não fumar;
- Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro;
83
- No processo de abastecimento não utilizar rádios comunicadores e celular;
- Trafegar em velocidade compatível com a estrada.
9.11. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Botinas de segurança;
- Luvas de borracha e creme protetor;
- Protetor auditivo quando na operação de abastecimento.
9.11. 4 - Equipamentos utilizados:
- Caminhão comboio;
- Bomba de combustível (óleo diesel);
- Equipamentos de lubrificação (óleos lubrificantes e graxas).
9.12 - TRANSPORTE DE PESSOAL

9.12. 1 - Riscos:
- Acidente de trânsito;
- Conversa paralela com o motorista;
- Falha mecânica e operacional;
- Falta de sinalização.

9.12. 2 - Recomendações:
- Não permitir pessoas com braço e cabeça para fora das janelas;
- Não permitir pessoas nos degraus da escada e sentados no motor;
- Ultrapassar somente em momento oportuno e seguro;
- Dirigir de forma defensiva;
- Respeitar as sinalizações de trânsito;
- Não dirigir sob efeito de bebidas alcoólicas e ou drogas;
- Quando estiver dirigindo não conversar com os outros ocupantes do veículo;
- Verificar os dispositivos de segurança do veículo;
- Utilizar cinto de segurança;
- Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro;
- Antes de deslocar-se com o veículo, fechar as portas;
- Não trafegar com excesso de pessoas;
- Verificar as condições do veículo, principalmente os dispositivos de segurança;
- Trafegar com faróis acesos em rodovias;
- Treinamento constantes para motoristas (curso direção defensiva);
- Usar EPI’s.

9.12. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Usar botinas de segurança;
- Usar cinto de segurança.

9.12. 4 - Equipamentos Utilizados:


- Ônibus coletivo;
- Automóveis.

9.13 - ADMINISTRATIVO E BALANÇA

9.13. 1 - Riscos:
83
- Postura inadequada e acidentes;
- Lesões por esforços repetitivos;
- Ruído;

9.13. 2 - Recomendações:
- Utilizar cadeiras adequadas para o trabalho de digitação;
- Fazer exercícios e alongamentos antes de iniciar, durante e após o término das atividades;
- Obedecer as sinalizações para evitar acidentes.

9.13. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Usar botinas de segurança.

9.13. 4 - Equipamentos Utilizados:


- Balança;
- Computadores;
- Impressora;
- Calculadoras.
3.14 - ARMAZENAMENTO DE ADUBO E HERBICIDAS E DISTRIBUIÇÃO

9.14. 1 - Riscos:
- Exposição a produtos químicos;
- Armazenamento;
- Transporte;
- Carregamento manual e mecânico;
- Quebra das alças dos bag’s.
9.14. 2 - Recomendações:
- Armazenar os produtos químicos em local ventilado e isento de umidade;
- Não armazenar ou transportar produtos químicos junto com outros produtos;
- Sinalizar os locais de armazenamento de produtos químicos ( placas );
- Ler com atenção as instruções do rótulo antes de manuseá-las;
- Usar EPI’s;
- Não permanecer debaixo dos bag’s.
- Instalar kit para transporte de produtos perigosos;
- Realizar a tríplice nas embalagens e encaminhá-las para depósito;
- Não utilizar embalagens de agrotóxicos para outros fins.
9.14. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Botina de segurança;
- Luva nitrilica;
- Máscara descartável;

9.14. 4 - Equipamentos Utilizados:


- Adubo;
- Herbicidas, inseticidas e coadjuvantes;
- Caminhão;
- Bag.
9.15 - PÁTIO - ESTACIONAMENTO, ESTRADAS INTERNAS, PORTARIA E
VIGILÂNCIA

83
9.15. 1 - Riscos:
- Excesso de velocidade;
- Estacionar em local inadequado;
- Colisão com outros veículos;
- Acidentes de trânsito.

9.15. 2 - Recomendações:
- Respeitar as sinalizações internas (excesso de velocidade);
- Olhar com atenção para os lugares onde caminha, para evitar acidentes;
- Para amenizar a poeira, utilizar o caminhão pipa para molhar todo o trajeto por onde passam
os veículos (quando necessário);
- Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro;
9.15. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Botinas de segurança;
- Capacete de segurança (área industrial);
- Protetor auditivo (área industrial).

9.15. 4 - Equipamentos Utilizados:


- Caminhão;
- Ônibus;
- Automóveis.
9.16 - POSTO DE ABASTECIMENTO

9.16. 1 - Riscos:
- Incêndio e explosão;
- Descarga elétrica atmosférica;
- Excesso de velocidade;
- Manobra inadequada com veículos (colisão com as bombas);
- Exposição aos combustíveis e lubrificantes;
- Lubrificar os veículos.

9.16. 2 - Recomendações:
- Não fumar próximo ao posto;
- Não fazer uso de aparelhos celulares e radio amador;
- Reduzir a velocidade;
- Não fazer manobras bruscas e em marcha ré sem sinalizar;
- Obedecer as placas de sinalização;
- Usar o cabo terra e sinalização(ao descarregar líquidos inflamáveis);
- Usar os EPI’s;
- Utilizar calços quando da lubrificação dos veículos;
- Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro;
9.16. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
-Luva em pvc cano longo;
-Botinas de segurança;
-Creme de proteção para pele.

9.16. 4 - Equipamentos Utilizados:


- Bombas de combustível.
83
-Mangueiras de pressão para lubrificação.
9.17 - MANUTENÇÃO MECÂNICA E BORRACHARIA

9.17. 1 - Riscos:
- Limalha, cavacos e fagulhas nos olhos;
- Prender a roupa, luva, cabelos em partes giratórias das máquinas (torno, furadeira).
- Queda de objetos pesados;
- Rompimento de pedra de esmeril e policorte, discos de lixadeiras;
- Cortes nas mãos e no corpo;
- Lançamento de objetos pelo torno;
- Queimaduras por objetos quentes e solda elétrica maçarico;
- Incêndio e explosão ( cilindros de acetileno, botijões com GLP, combustíveis, tintas e
solventes);
- Gases e névoa ( funilaria e pintura );
- Estouro de pneus e câmaras;
- Ruído.
- Exposição a lubrificantes.
9.17. 2 - Recomendações:
- Não usar roupas largas, cabelos soltos, anéis, pulseiras e relógios, quando trabalhar próximo
a partes giratórias das máquinas;
- Usar um gancho para remover os cavacos do torno;
- Colocar um barreira(aparato) na frente do torno;
- Não realizar manutenção ou limpeza com a máquina ligada;
- Fixar bem a peça a ser perfurada na mesa da furadeira;
- Não trabalhar com luvas próximo a partes giratórias das máquinas;
- Não realizar manutenção nos veículos sem antes colocar cavaletes, calços e suportes para
evitar quedas e deslocamentos inexperados;
- Nunca deixe cilindros de acetileno, botijões com GLP, O2, graxas, óleos, tintas e solventes,
próximos a trabalhos com solda elétrica, maçarico, lixadeiras, esmeril;
- Usar EPI’s.
- Treinamento periódico sobre riscos nas diversas atividades;
- Emitir e ler a Ordem de Serviço;
-Não realizar lavagem de peças sem luva de segurança e creme protetor para pele.

9.17. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Óculos de segurança (na realização de tarefas que exijam proteção visual);
- Protetor facial (no uso de lixadeiras e esmeril);
- Protetor auricular;
- Avental de raspa de couro com mangas longas (soldadores);
- Máscara de solda (soldadores);
- Perneiras de raspa (soldadores);
- Respirador descartável (soldadores).
- Oculos de proteção no uso de maçarico.
9.17. 4 – Equipamentos Utilizados
- Equipamentos e acessórios diversos.
9.18 - LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM DE MÁQUINAS E VEÍCULOS

9.18. 1 - Riscos:
- Exposição aos produtos químicos ( Intercap, Solopan, Shampoo, Graxas, Óleos );
83
- Umidade;
- Queda de objetos e peças das máquinas e veículos;
- Deslocamento inesperado da máquina ou veículo;
- Incêndio;
- Ruído.

9.18. 2 - Recomendações:
- Antes de entrar em baixo das máquinas ou veículos, verificar se há peças e objetos soltos;
- Ao parar máquina ou veículo para lubrificação ou lavagem, travar os freios e colocar calços
nos pneus para evitar deslocamento inesperado;
- Usar os EPI’s;
- Cuidados com fontes de ignição (faíscas, fogo).

9.18. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Calça e blusão impermeável ( conjunto trevira);
- Bota de borracha;
● Luvas de pvc cano longo;
● Respirador facial com filtro químico ou máscara descartável, quando da aplicação de
produtos para lavagem(Intercap, Solopan);
- Botina de segurança;
- Protetor auricular;
● Creme de protção para a pele.

9.18. 4 – Equipamentos Utilizados


- Máquinas e equipamentos diversos.
9.19 – ANALISTA DE LABORATÓRIO DE ÓLEOS
9.19. 1 - Resumo das atividades:
- Verificar aparência do óleo;
- Verificar odor e viscosidade;
- Água captação (chapa quente);
- Destilação (presença de água e óleo);
- Determinação do ponto de fulgor, inflamação e fuligem;
- Análises diversas.

9.19. 2 - Riscos:
- Contato de óleos lubrificantes e solventes;
- Queimaduras nas mãos e rosto;
- Gases e vapores produtos derivados de petróleo;
- Risco de acidente (incêndio ou explosão);
- Exposição a lubrificantes e solventes.
9.19. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Luvas de pvc/nitrílica ou luvas de procedimento;
- Máscara descartável;
- Respirador com filtro químico;
- Protetor facial;
- Botinas de segurança, capela, exaustor; ar refrigerado.
● Creme de proteção para a pele.

83
9.20 – VINHAÇA

9. 20. 1 - Riscos:
- Contato com vinhaça;
- Biológico (Fungos e bactérias);
- Químicos;
- Acidentes;
- Intempéries;
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Ruído.
9. 20. 2 - Recomendações:
- Usar EPI’s;
- Não permanecer próximos ou embaixo da névoa ao ser aplicado a vinhaça;
- Verificar os equipamentos necessários ao manuseio e funcionamento das bombas de sucção;
- Cuidados ao transportar os equipamentos de uma área para outra;

9. 20. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:


- Luvas de pvc/nitrílica e raspa;
- Máscara descartável;
- Botinas de segurança;
- Bota de borracha;
● Calça e capa ipermeavel(conjuto em trevira);
● Protetor auricular tipo concha.

9. 21 – TRANSPORTE DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

9. 21. 1 - Riscos:
- Rede de energia elétrica;
- Tombamento de tratores e caminhões;
- Catracas quebradas ou gastas;
● Acidentes de trânsito;
● Exesso lateral.

9. 21. 2 - Recomendações:
- Utilizar o cinto de segurança nos veículos;
- Seguir as regulamentações do Código de Trânsito Brasileiro para transporte de máquinas e
equipamentos;
- Sinalizar postes e estirantes e comunicar as áreas por onde passam as redes de energia
elétrica;
- Verificar todos os dispositivos de segurança das máquinas e equipamentos e se as mesmos
estão bem fixados;
- Usar EPI’s;
- Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro;
- Ao sair da lavoura verificar se o terreno apresenta condições de tráfego, a fim de se evitar
tombamentos.
9.21. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Botinas de Segurança;
83
- Luva de raspa.
9.21. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Carregadeira;
- Trator;
- Implementos agrícolas.
- Maquinas e equipamentos.

10.0 – Reconhecimento dos Riscos Ambientais

2. DIVISÃO INDUSTRIAL

Fonte Tipo de N
Riscos Causa Exposição Duração Ex
s
3. Setor Pessoal

Processo de
Trabalho e
Ergonômicos Contato 8 horas
atividade em
geral

Incêndio Curto circuito Contato 8 horas

Máquinas e
Acidentes Contato 8 horas
equipamentos

4. Setor Balança

Processo de
trabalho e
Acidentes Contato 8 horas
atividades em
geral

Ergonômicos Processo de Contato 8 horas


83
trabalho e
atividade em
geral

5. Setor Sesmt (medicina do trabalho)


Contato
(fungos,
vírus,
bacilos,
bactérias,
Microorganismo
protosoário
s que podem
Biológicos se 8 horas
causar danos a
parasitas)
saúde

Processo de
trabalho e
Ergonômicos Contato 8 horas
atividade em
geral

Acidentes Instrumentos de
Contato 8 horas
trabalho, quedas

6. Setor Sesmt (segurança do trabalho)


Processo de
trabalho e
Ergonômicos Contato 8 horas
atividade em
geral

Acidentes Instrumentos de
Contato 8 horas
trabalho, quedas

7. Setor Laboratório
Ergonômicos Processo de Contato 8 horas
83
Trabalho

Produtos
químicos
Químicos Contato 8 horas
utilizados no
laboratório

Vidrarias
Acidentes Contato 8 horas
Quedas

Triturador e
Ruídos Contato 4 horas
prensa

Curto circuito,
Incêndios produtos Contato 8 horas
químicos
8. Setor de Moenda
Químicos Graxas e Óleos Contato e 8 horas
Lubrificantes inalação

83
Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
Trabalho

Curto-circuito,
máquinas e
Incêndios Contato 8 horas
equipamentos,
óleos e graxas

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 8 horas
instalações em
geral

Máquinas e
Ruídos Contato 8 horas
equipamentos

Chapisco,
enchimento de
Radiações não ionizantes Contato 8 horas
peças metálicas
com eletrodos

Químicos Solda com Contato e 8 horas


eletrodos a base inalação
de manganês

83
9. Setor Destilaria

Álcool; ácido
sulfúrico; soda
caustica; ciclo
Químicos hexano; Contato 8 horas
dispersante;
anti-espumante;
bactericita

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 8 horas
instalações em
geral

Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
trabalho

Curto-circuito,
máquinas e
Incêndios/explosões equipamentos, Contato 8 horas
vapores de
inflamáveis
Ruídos Máquinas e Contato 8 horas
equipamentos

83
10. Setor Armazém de Açúcar

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 8 horas
instalações em
geral

Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
trabalho

Curto-circuíto,
máquinas e
equipamentos e
Explosões Contato 8 horas
poeiras de
açúcar em
suspensão

Máquinas e
Ruídos Contato 8 horas
equipamentos

11. Setor Fabricação de Açúcar

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 8 horas
instalações em
geral

Ergonômicos Processo de Contato 8 horas


trabalho
83
Máquinas e
Ruídos Contato 8 horas
equipamentos

12. Setor Tratamento de Água

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 8 horas
instalações em
geral

Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
Trabalho

Máquinas e
Ruídos Contato 8 horas
equipamentos

Soda caustica,
Sulfato de
Contato,
Químicos alumínio, 8 horas
Inalação
Cloreto de
Sódio

13. Setor Transporte


Acidentes Máquinas e Contato 8 horas
equipamentos e
83
instalações em
geral

Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
Trabalho

Máquinas e
Ruídos Contato 8 horas
equipamentos

Setor Administração Industrial

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 6 horas
instalações em
geral

Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
Trabalho

Máquinas e
Ruídos Contato 8 horas
equipamentos

Químicos Soda caustica, Contato, Eventual


83
Sulfato de
alumínio,
Inalação
Cloreto de
Sódio

Setor Almoxarifado Industrial

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 8 horas
instalações em
geral

Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
Trabalho

Máquinas e
Ruídos Contato 8 horas
equipamentos

Soda caustica,
Sulfato de
Contato,
Químicos alumínio, Eventual
Inalação
Cloreto de
Sódio

Setor Mecânica Industrial

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 8 horas
instalações em
geral

83
Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
Trabalho

Máquinas e
Ruídos Contato 8 horas
equipamentos

Soda caustica,
Sulfato de
Contato,
Químicos alumínio, Eventual
Inalação
Cloreto de
Sódio

Curto-circuito,
Intermitent
Incêndios máquinas e Contato
e
equipamentos

Setor Manutenção Elétrica Industrial

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 8 horas
instalações em
geral

Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
Trabalho

Ruídos Máquinas e Contato 8 horas


equipamentos

83
Soda caustica,
Sulfato de
Contato, Intermitent
Químicos alumínio,
Inalação e
Cloreto de
Sódio

Curto-circuito,
Incêndios máquinas e Contato Eventual
equipamentos

Setor Instrumentação

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 8 horas
instalações em
geral

Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
Trabalho

Máquinas e
Ruídos Contato 8 horas
equipamentos

Químicos Soda caustica, Contato, Intermitent


Sulfato de Inalação e
alumínio,
83
Cloreto de
Sódio

Setor Montagem Industrial

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 8 horas
instalações em
geral

Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
Trabalho

Máquinas e
Ruídos Contato 8 horas
equipamentos

Soda caustica,
Sulfato de
Contato,
Químicos alumínio, Eventual
Inalação
Cloreto de
Sódio

Curto-circuito,
Incêndios e Explosões máquinas e Contato Eventual
equipamentos

14. Setor Caldeira


Acidentes Máquinas e Contato 8 horas
equipamentos e
instalações em
geral
83
Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
Trabalho

Máquinas e
Ruídos Contato 8 horas
equipamentos

Soda caustica,
Sulfato de
Contato,
Químicos alumínio, Eventual
Inalação
Cloreto de
Sódio

Curto-circuito,
Incêndios máquinas e Contato Eventual
equipamentos

15. Setor Recepção de Cana

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 8 horas
instalações em
geral

Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
Trabalho

Ruídos Máquinas e Contato 8 horas


83
equipamentos

16. Setor Construção Civil

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 8 horas
instalações em
geral

Processo de
Ergonômicos Contato 8 horas
Trabalho

Máquinas e
Ruídos Contato 8 horas
equipamentos

17. Setor Tratamento de Caldo

Máquinas e
equipamentos e
Acidentes Contato 8 horas
instalações em
geral

Ergonômicos Processo de Contato 8 horas


Trabalho

83
Máquinas e
Ruídos Contato 8 horas
equipamentos

11.0 – Planejamento e Prioridade das Ações

ORDEM RISCO MEDIDAS DE CONTROLE E METODOLOGIA

- exames audiométricos;
01 RUÍDO - exames periódicos;
- conscientização sobre acidentes do trabalho.
- usar móveis adequados;
- pausas durante o trabalho;
02 RISCOS ERGONÔMICOS
- treinamentos sobre postura correta;
- conscientização sobre acidentes do trabalho.
- Uso de EPI;
03 RISCOS QUÍMICOS - Treinamentos;
- Sinalização.
- Uso de EPI;
04 RISCOS DE ACIDENTES - Treinamento;
- Sinalização.
05 RISCOS DE EXPLOSÃO - Treinamento sobre combate a incêndio;
INCÊNDIO - Sinalização;
83
- Só executar tarefas com ordem de Serviço;
- Monitoramento de poeira e atmosfera explosivas.

11.1 - Cronograma das Ações PPRA - Planejamento de Trabalho

ATIVIDADES – RESPONSÁVEIS 200 200


4 5
S O N D J F M A M J J A
Elaboração do levantamento ambiental – PPRA – X X
83
Responsáveis: Eng.º de Segurança e Médico do
Trabalho.
Integração das ações do PPRA com o PCMSO –
X X X
Responsáveis: Recursos Humanos e Médico.
Treinamento sobre postura de trabalho – Responsável: X
X X
Recursos Humanos/Técnico Segurança
Treinamento sobre os riscos da atividade –
X X X X X
Responsáveis: Técnico de Segurança.
Exames Médicos para os trabalhadores de acordo com
o PCMSO, com emissão do ASO – Responsável: X X X X X X X X X X X X
Médico do Trabalho.
Tornar obrigatório o uso de EPI – Responsável:
X X X X X X X X X X X X
Encarregado/Técnico de Segurança.
Manter os extintores carregados – Responsáveis:
X X X X X X X X X X X X
Encarregado e Empresa de Extintor.
Treinamento sobre combate a incêndio –
Responsáveis: Técnico de Segurança e Empresa X X X X X X
prestadora de serviços de combate a incêndio.
Sinalizar o pátio e todos os setores – Responsável;
X X
Técnico de Segurança.
Formar a CIPA – Responsáveis: Técnico de Segurança
X
e Chefe de Recursos Humanos.
Fazer curso para membros da CIPA – Responsáveis:
X
Técnico de Segurança e Chefe de Recursos Humanos.
Formar brigada de incêndio – Responsável: Técnico de
X X
Segurança.
Promover curso para membro da brigada
Controle da Poeira – Responsável: Gerente de
X X
Logística.

COMPROMISSO:

PAULO MENEGUETTI –
Sócio:_______________________________________

MOACIR MENEGUETTI –
Sócio:______________________________________

WALDOMIRO BADDINI – Chefe de Recursos


Humanos: __________________________________

WILSON ROBERTO CHUMA – Gerente de


Logística:
______________________________________

CLEVISON DE MATOS– Técnico de Segurança do

83
Trabalho:
______________________________________

11.2 –Recomendação dos Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva

EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL


FUNÇÃO/SETOR RECOMENDADOS
(EPI’ s)
1. Especificação 2. CA

O SR PEDRO FARÁ QUADRO

Obs: A empresa
deverá fornecer os
EPI’s com CA,
orientar e treinar o
trabalhador sobre o
uso adequado
guarda e
conservação;
substituir quando
danificado ou
extraviado.
Entregar mediante
recibo devidamente
assinado.
Manter os CA -
Certificado de
83
Aprovação e Fichas
de Informações
Toxicológicas dos
produtos químicos
utilizados
arquivados na
empresa.

11.3 – Avaliação Quantitativa e Qualitativa

11.3.1 - CALOR

De acordo com o período de descanso, tipo de atividade e limites de tolerância estabelecido


para exposição ao calor, NR-15, Anexo 3, Quadros 1, 2 e 3, da Portaria 3.214 de 8 de junho de
1978, do Ministério do Trabalho e Emprego, não há ambiente térmico na empresa.

11.3.2 - RUÍDO

Tipo de
Ponto de Intensidad Escal
Mediçã CONSIDERAÇÕES
Medição e a
o
Sala da 54 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Gerência
Sala da 59 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Recepção
Portaria 54 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
(Interno)
Portaria 82 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
(Externo)
Adubo – 87 dB(A) NS 18. Uso de Protetor Auricular
Ensaque Bag
Sala Controle 70 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Ensaque
Peneira de 87 dB(A) NS 19. Uso de Protetor Auricular
Adubo
Carregadeira
91 dB(A) NS Uso de Protetor Auricular
Bag Adubo
Calcário 57 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Pesagem-Sala
Plataforma
Pesagem de 66 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Calcário
Laboratório 63 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Carregamento 60 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Álcool

83
Armazém 1 – 57 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
ponto 1
Armazém 1 – 53 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
ponto 2
Armazém 2 – 58 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
ponto 1
Armazém 2 – 60 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
ponto 2
Túnel – 72 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Armazém 1
Túnel – 74 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Armazém 2
Túnel – 79 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Corr.Subt.1/2
Sala Controle 60 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Moega
Plataforma 71 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Carr.Vagão
Moega 1/2 84 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Descarreg. 87 dB(A) NS 20. Uso de Protetor Auricular
Açúcar

RESULTADO DA AVALIAÇÃO:

Número de Turnos: 01;


Duração do Turno: 08 horas;
Os níveis de ruído de ruído em alguns setores estão acima dos limites de tolerância, fixados
no Quadro 1 do Anexo n.º 1, da Portaria 3214, de 8 de junho de 1978, do Ministério do
Trabalho e Emprego.
Nos demais setores não existe ruído ocupacional.

11.3.3 - ILUMINAMENTO

ILUMINAMENTO(LUX)
PONTO DE ILUMINAMENTO
REQUERIDO(NBR- AVALI
MEDIÇÃO MEDIDO (LUX)
5413)
MÍNIMO MÉDIO MÁXIMO
Setor Moenda
Recepção 200 300 500 Iluminâ
Moenda ternos 100 200 300 Iluminâ
Sala controle moenda 100 200 300 Iluminâ
Sala Ferramentaria 100 200 300 Iluminâ
Sala Chefe moenda 200 300 500 Iluminâ
Sala Encarregados 200 300 500 Iluminâ
Setor Caldeira
83
Sala de controle 200 300 500 Iluminâ
Caldeira 1 100 200 300 1.
Caldeira 2 100 200 300 Ilumin
Caldeira 3 100 200 300 2.
Setor
Evaporação/Fábrica
Evaporadores 100 200 300 Iluminâ
Sala de controle 100 200 300 Iluminâ
Cristalizadores 100 200 300
Centrífuga 100 200 300
Aquecedores 100 200 300
Corredor dos vácuos 100 200 300
Setor Armazém de
Açúcar
Balança 100 200 300
Mesa encarregado 100 200 300
Setor Manutenção
Mecânica/Elétrica
Elétrica 100 200 300
Mesa encarregado 100 200 300
Mecânica 100 200 300
Lavagem de peças 100 200 300
Torno 1 100 200 300
Torno 2 100 200 300
Setor Almoxarifado
Sala atendimento 100 200 300
Escritório 100 200 300
Prateleiras 1 100 200 300
Prateleiras 2 100 200 300
Prateleira superior 100 200 300
Setor Gerador
Energia
Sala do Gerador 100 200 300
Sala de comando 100 200 300
Setor Laboratório
Controle e qualidade 100 200 300
Sala de análise 100 200 300
Sala Enc. destilaria e 100 200 300
fábrica
Setor Destilaria
Sala controle 100 200 300
informatizada
Centrífugas 100 200 300
Dornas 100 200 300
Setor Escritório

83
Recepção 252 100 200 300
Sala encarregados 252 100 200 300
Sala supervisores 225 100 200 300
Sala Topografia 210 100 200 300
Sala gerente 100 200 300
industrial 250
Sala gerente agrícola 255 100 200 300
Sala supervisão 100 200 300
agrícola 235
Setor ETA
Bombas 100 200 300
Painel de controle 100 200 300
Setor Portaria
Balança
Portaria 100 200 300
Guarita 100 200 300
Balança 100 200 300
Controle de tráfego 100 200 300
Setor RH
Recepção 220 100 200 300
Supervisão RH 280 100 200 300
CPD 130 100 200 300
Financeiro 270 100 200 300
Segurança 340 100 200 300
Recepção Medicina 156 100 200 300
Escritório Medicina 207 100 200 300
Ambulatório 702 100 200 300
Consultório Médico 184 100 200 300

DIVISÃO
AGRÍCOLA

Oficina Agrícola
Manutenção tratores 100 200 300
Manutenção 100 200 300
caminhões
Torno 100 200 300
Elétrica 100 200 300
Ferramentaria 100 200 300
Sala encarregado 100 200 300
Borracharia 100 200 300
Implementos 100 200 300
Laboratório de óleos 100 200 300
Sala supervisão 100 200 300
83
Central de rádio 100 200 300

RESULTADO DA AVALIAÇÃO:

A NR-17 da Portaria 3.214/78, determina que a iluminação deverá ser uniformemente


distribuída, geral e difusa, a fim de evitar ofuscamento, reflexos, sombras e contrastes
excessivos;
A medição dos níveis de iluminamento, foi feita no campo de trabalho onde se realiza a tarefa
visual, utilizando-se instrumento calibrado com fotocélula corrigida para a sensibilidade do
olho humano e em função do ângulo de incidência;
Levou-se em consideração os fatores determinantes da Iluminância adequada, como a idade,
velocidade, precisão e refletância do fundo da tarefa;
Deverá ser considerado o valor médio dos níveis recomendados na NBR 5413, para correção
do iluminamento medido;
No setor industrial as medições foram feitas com iluminamento natural;
As medições serão feitas durante o período de trabalho de acordo com a NR-17 da Portaria
3.214/78 e NBR 5413.
Concluímos que os níveis de Iluminância estão adequados, exceto nos setores ??????????.

11.4– Metodologia Utilizada

11.4.1 - Agentes Químicos:

A avaliação dos possíveis agentes químicos existentes no local de trabalho, bem como nas
atividades em estudo, foram avaliações qualitativas e por inspeção, realizadas de acordo com
o Anexo 11, 12 e 13, NR-15 da Portaria n.º 3.214 de 08 junho de 1978 do Mistério do
Trabalho e Emprego, ABNT – NBR 9547 e Norma Internacional n.º 500 da OSHA, para
avaliação de poeira total.

11.4.2 - Riscos Ergonômicos:

A avaliação dos possíveis riscos ergonômicos existentes no local de trabalho, bem como nas
atividades em estudo, foram avaliações por inspeção, considerando a NR-17 da Portaria n.º
3.214 de 08 junho de 1978 do Mistério do Trabalho e Emprego.

11.4.3 - Ruído:

Para a avaliação da exposição ocupacional ao ruído foi utilizado a metodologia estabelecida


na NHT-06 R/E - Norma para Avaliação da Exposição Ocupacional ao Ruído da
FUNDACENTRO para, ruído contínuo ou intermitente, ou na NHT-07, R/E - Norma para
Avaliação da Exposição Ocupacional ao Ruído da FUNDACENTRO, para ruído de impacto,
conforme segue:

83
● A medição foi realizada em condições operacionais normais e/ou habituais,
compreendendo -se como tal o ritmo usual de trabalho, a existência de fatores
contribuintes habituais para o processo ou operação;
● A medição foi realizada junto á zona auditiva do trabalhador, á altura do plano horizontal
que contém o canal auditivo, a urna distância de 15 a 20 cm do ouvido;
● A leitura foi realizada no circuito de resposta lenta (Slow) e circuito de compensação "A",
sobre um período de 5 segundos de estabilização, para ruído continuo ou intermitente;
● A leitura foi realizada no circuito de resposta rápida (Fast) e circuito de compensação "C",
para ruído continuo ou intermitente;
● A caracterização da exposição se fará basicamente de maneira individual, ou seja, os
dados foram coletados de forma a se poder definir a dose de ruído recebida por cada um
dos trabalhadores do ambiente;
● Como o conceito de dose está associado ao tempo de exposição, foram realizados
levantamentos no campo para caracterizar os tempos de exposição de cada trabalhador
envolvido, a cada nível de ruído;
● As funções as quais o Nível de Pressão Sonora, estiverem abaixo do Limiar Mínimo de
Leitura, ou seja, abaixo de 85 dB não terão calculadas a dose de ruído recebida.

11.4.4 - Calor:
Para a avaliação da Exposição Ocupacional ao Calor, foi utilizado a metodologia estabelecida
na NHT-O1 C/E - Norma para avaliação da Exposição Ocupacional ao Calor da
FUNDACENTRO.

11.4.5 - Agentes Biológicos:

Para a avaliação dos agentes biológicos foi utilizado o caráter qualitativo e inspeção realizada
no local de trabalho, de acordo com o Anexo 14 da NR-15 – Agentes Biológicos.

11.4.6 – Atmosfera Perigosa


Para avaliação de Oxigênio (O2) Gás Inflamável (LEL), Monóxido de Carbono (CO) e Sulfeto
de Hidrogênio (H2S), utilizamos o Detetor de Gases PhD Lite, calibrado de acordo com a
Norma Internacioal OSHA, nos setores de destilaria e carregamento de álcool.

11. 5 - Instrumentos de Medição

11.5.1 - Iluminamento
Foi medido com LUXÍMENTRO DIGITAL LIGHT METER LUX/FC, modelo 840020,
procedência americana, certificado de calibração pela SPER SCIENTIFIC LTD., para
determinação de nível de iluminamento.
As medições foram feitas no campo de trabalho do paradigma.

11.5.2 - Nível de Pressão Sonora


Medido com instrumento DIGITAL SOUND METER TYPE - 2, modelo 840029, de
procedência americana, certificado de calibração da SPER SCIENTIFIC LTD., para
determinação de nível de ruído. As medições foram efetuadas no campo de trabalho, na altura
do ouvido do paradigma.

11.5.3 - Dose de Ruído


83
Medido com instrumento LOGGING NOISE DOSE METER, TYPE-2, modelo TES-1355
CE, para determinação da percentagem da dose, picos, tempo de exposição. As medições
foram feitas individualmente durante o turno de trabalho.

11.5.4 - Nível de Temperatura


Medido com TERMÔMETRO DE GLOBO E BULBO WiBGeT RS - 214, HEAT STRESS
MOTOR, com microprocessador e placa serial, procedência canadense, para determinação do
nível de temperatura ambiental. As medições foram efetuadas no campo de trabalho.

11.5.5 - Risco de Incêndio


Medido com Detetor de Incêndio marca UNIVERSAL, SECURITY INSTRUMENTS, INC.
OWINGS MILLS, MD 21117 USA. Há risco de incêndio em todo o setor industrial.

11.5.6 – Velocidade do Ar
Medido com Thermo-Anemometer, marca Kesstrel, modelo 2000, de procedência americana.
As medições foram feitas em todos os setores, para determinar a corrente de ar.

11.5.7 – Altitude e Pressão Atmosférica


Medido com HAND HELD BAROMETER, marca COLE-PARMER, modelo 99770-00, de
procedência americana, calibrado com GPS. As medições foram feitas em todo o ambiente de
trabalho.

11.5.8 – Atmosfera Perigosa


Medido com multi Detetor de Gases PhD Lite, marca Biosystems, de procedência americana,
calibrado de acordo com a Norma Internacional OSHA.

12 – COMENTÁRIO SOBRE O PPRA

12.1 - Introdução
As rotinas de Prevenção de Acidentes e de manutenção da integridade física e mental do
homem em seu local de trabalho dependem em grande parte do ambiente em que o mesmo irá
desenvolver suas atividades profissionais, haja visto que mais da metade de sua vida,
permanece no trabalho ou a serviço da empresa, inclusive no percurso de ida e vinda do
trabalho para o lar e vice versa.

Nada mais justo e racional, que seja desenvolvido um programa especial, dentro do Programa
Anual de Prevenção de Acidentes e Doenças Ocupacionais da Empresa, um Programa de
Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), que tem como objetivo, acima de tudo, a
identificação dos riscos em cada ambiente de trabalho, com vistas à tomada de decisões que a
curto e médio prazo, visam a solução dos problemas ambientais detectados, que de uma forma
ou de outra venham trazer agravos à saúde do trabalhador, causar acidentes do trabalho ou até
mesmo causar danos materiais ao patrimônio da Empresa.

Deste forma é de essencial a participação integrada de todos os funcionários na resolução dos


problemas ambientais, nos postos ou estações de trabalho auxiliando a Direção da Empresa
(empregado) e ao Engenheiro de Segurança do Trabalho (consultor) quanto ao
83
reconhecimento, avaliação e controle dos riscos detectados, de maneira que os mesmos sejam
colocados em ordem de prioridades e solucionados caso a caso, em cumprimento à Lei
6.514/77, Portaria 3.214/78 (NR 9) e demais Normas Regulamentadoras do Ministério do
Trabalho.

12.2 - Objetivo

O objetivo principal do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), é, sem dúvida,


preservar a integridade física e mental dos trabalhadores, proporcionando lhes o bem estar,
conforto e eficiência, nos seus ambientes de trabalho, tendo como diretrizes básicas o
seguinte:
a) Promover a proteção de vida e saúde de seus trabalhadores, mantendo um ambiente de
trabalho saudável e seguro.

b) Preservar o patrimônio físico da empresa (bens móveis e imóveis), edificações, máquinas,


equipamentos, veículos em geral etc.

c) Prevenir efeitos prejudiciais ao meio ambiente, agindo sempre de conformidade com as leis
brasileiras e às normas nacionais e/ou internacionais recomendadas para cada caso, inclusive
obedecendo às normas e diretrizes dos órgãos competentes (Ex.: IBAMA ).

d) As gerências, em todos os níveis, chefias e supervisões, constituem o elemento chave para


a aplicação deste programa e são responsáveis pelo cumprimento das diretrizes aqui
estabelecidas, operacionalizando estes preceitos através de programas especiais, adaptados a
cada setor ou ambiente de trabalho (Ex.: 5S e ISO 14000).

e) O engenheiro de segurança do trabalho, assim como também seus auxiliares, assessorará


todos os escalões da empresa, diretoria, gerências, chefias e supervisões no implantação e
desenvolvimento deste programa, bem como quanto a normas de procedimentos de segurança
e saúde ocupacional.

12.3 Antecipação o Reconhecimento de Riscos

12.1.1) A prevenção de acidentes deve estar presente:

a) Na elaboração de projetos de novas instalações;


b) Nas modificações de instalações existentes;
c) Na pesquisa e no desenvolvimento de produtos e seus processos de fabricação;
d) No manuseio de substâncias químicas e materiais utilizados pela empresa, na manufatura
ou limpeza geral, inclusive na manutenção de máquinas e equipamentos.

12.1.2 ) Em todos as unidades de trabalho da empresa, devem existir e serem respeitados:

a) Métodos de trabalho que integram aspectos de segurança e saúde;


b) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO NR 7), enfatizando
exames admissionais, periódicos, especiais e demissionais;
c) Programa de estudos ergonômicos e antropométricos (projetos demissionais);

83
d) Sistemática de "Autorização de trabalhos em área de risco" (Ex.: eletricidade, radiações
ionizantes, explosivos etc);
e) Sistemática de manutenção preventiva e corretiva;
f) Procedimentos de uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) e de uniformes,
conforme manuais pertinentes;
g) Uso de Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC’s)
h) Sistemas de equipamentos específicos para prevenção, detecção e combate ao fogo e/ou
emergências (EPC’s).

12.1.3) A prevenção, também se faz através da investigação dos acidentes com perdas
pessoais, materiais e também dos incidentes:

a) Para tanto, todos os acidentes devem ser investigados de maneira especial, com objetivo de
determinar suas causas e prevenir a sua reincidência (Ex.: árvore de causas, reconstituição do
acidente, etc ).
b) Os incidentes com alto potencial de risco ou não, devem ser investigados para possibilitar a
tomada de providências no sentido de se evitar novos acidentes.

12.1.4 ) Metodologia de Ação:

a) Todos os estabelecimentos ou setores, devem manter sistemáticas próprias e padronizadas,


com a finalidade de identificar, analisar e controlar os riscos de segurança e saúde nos
ambientes laborais. Para tanto, devem estabelecer cronograma físico e financeiro de
prioridades X responsabilidades, por estação de trabalho;
b) Em situações de elevado risco, tais como no uso de inflamáveis, explosivos ou substâncias
tóxicas, manter eficaz e permanente vigilância dos sistemas de controle, para resguardar a
saúde e segurança dos empregados em geral, preservando a segura da comunidade
circunvizinha e do patrimônio da empresa;
c) Cada estabelecimento ou setor, deve possuir plano de emergência, com definição dos
Recursos Humanos, materiais, equipamentos e a organização necessária para enfrentar uma
situação de emergência, visando controlar e minimizar as suas conseqüências (Ex.: Brigada de
Incêndio, etc.);
d) Os planos de emergência, devem ser periodicamente atualizados e testados;
e) Exercícios simulados deverão ser feitos para garantir a eficácia dessas planos;
f) Deve ser previsto um perfeito entrosamento com a comunidade local, além das entidades
médicas, governamentais e educacionais, corpo de bombeiros, defesa civil, ABIQUIM,
IBAMA, empresas vizinhas e demais entidades que possam contribuir para o melhor
funcionamento do Plano de Emergência (Ex.: Plano de Auxílio Mútuo).

12.2 – Definição de Propriedades e Métodos de Avaliação e Controle

12.2.1) Rigor e serenidade são de importância vital para os planos de ação integrados:
a) Cada unidade de trabalho da empresa deve elaborar seus planos de ação, fixando seus
objetivos;
b) Os resultados desse desempenho deverão ser controlados permanentemente;
c) Devem ser obedecidas a legislação e normas brasileiras, na ausência destas ou quando não
houver outra norma brasileira que atenda a contento o que se pretende, usar normas
internacionais conhecidas.
83
d) O mesmo rigor deve ser observado com respeito ás normas internas da empresa;

12.2.2) Em cada unidade de trabalho da empresa, devem ser mantidas disponíveis e


adequadamente divulgadas as informações atualizadas, pertinentes à de saúde e de segurança
do trabalho, tais como:
a) Legislação especifica ;

b) Normas técnicas da empresa ou Normas Regulamentadoras de CLT (Consolidação das Leis


do Trabalho), ABNT ( Associação Brasileira de Normas Técnicas ) ou internacionais;

c) Relação de substâncias químicas, materiais e processos que digam respeito às operações


cotidianas, inclusive estimativa de consumo diário, semanal, mensal e anual;

d) Fichas de emergência de produtos químicos;


e) Mapas de risco afixados em locais de fácil visualização (manter devidamente atualizado);

f) Todos os empregados devem procurar seu aprimoramento técnico e científico, através de


cursos, palestras, seminários, etc;

g) Cada unidade de trabalho da empresa deve dispor de suporte necessário à área de segurança
e saúde;

h) Cada unidade de trabalho deve apresentar os resultados de suas atividades, incluindo


aqueles relativos à segurança e saúde ocupacional.

12.3 Avaliação do Risco e da Exposição dos Trabalhadores

O reconhecimento dos riscos ambientais do trabalho deverá conter no mínimo:


a) Identificação de riscos;

b) Determinação e localização das fontes geradoras de riscos;

c) Identificação da trajetória e meios de propagação;

d) Identificação das funções em número de trabalhadores expostos;

e) Caracterização das atividades e do tipo de exposição;

f) Obtenção de dados de comprometimento à saúde nos postos de trabalho;

g) Descrição das medidas de controle existentes e propostas;

h) Fazer levantamento e avaliação quantitativa para controle de exposição ou inexistência dos


riscos;

i) Todos os itens deverão sofrer fiscalização e acompanhamento pelos profissionais


competentes da área de segurança e saúde.

83
12.4 – Implantação de Medidas de Controle de Avaliação de Eficácia

12.4.1) Deverão ser adotadas para eliminação, minimização ou neutralização dos riscos
ambientais, sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações:

a) Identificação, na fase de antecipação do risco à saúde;


b) Quando os resultados das avaliações quantitativas excederem os limites previstos na NR
15;
c) Quando ficar caracterizado o nexo causal pela área de medicina do trabalho (PCMSO);

12.4.2) Prioridades das Medicas de Controle:


a) Que eliminem ou reduzam a utilização ou formação de agentes;
b) Que previnam a liberação ou disseminação desses agentes;
c) Que reduzam os níveis ou concentração desses agentes;

12.4.3) Outras medidas importantes:


a) Treinamento coletivo de pessoal, inclusive gerência e chefias em geral;
b) Utilização adequadas de EPI’s (manual de EPI’s) e acompanhamento do recebimento e
controle de carência dos mesmos;

c) Controle do CRF e CA para cada EPI / fornecedor;

d) Normas gerais (manutenção e higienização).

12.5 – Registro de Dados

Deverá ser mantido pelo empregador todos os registros desses dados, de preferência
informatizado (específico), estabelecendo e estruturando de forma a constituir um histórico
técnico e administrativo do PPRA.

Os registros desses dados deverão estar sempre disponíveis aos trabalhadores interessados ou
representantes das autoridades competentes ( DRT, Ministério Público, etc.).
É importante lembrar que esses dados devem ser mantidos e atualizados pelo período de 20
anos.

12.6 Responsabilidades

12.6.1 ) Da empresa (empregador):

a) Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente


da empresa;

b) Constante acompanhamento e supervisão do PPRA.

12.6.2) Dos trabalhadores (empregados):

a) Colaborar e participar da implantação do PPRA;

83
b) Fiscalizar o andamento do PPRA junto às chefias;

c) Informar, sempre que necessário, ocorrências que possam implicar em riscos à saúde.

12.7 – Informações Gerais

Os trabalhadores deverão e terão o direito de apresentar propostas, críticas e sugestões a fim


de assegurar que os programas planejados no PPRA sejam cumpridos de forma adequada.

O empregador deverá informar aos trabalhadores de maneira apropriada e suficiente sobre os


riscos ambientais que os mesmos possam estar sofrendo, e sobre os meios disponíveis, para
prevenir ou limitar tais riscos e proteger se dos mesmos.

Sempre que vários empregadores ou prestadores de serviços da área de segurança e medicina


do trabalho realizarem simultaneamente atividades no mesmo local de trabalho, terão o dever
de trocar informações para a execução de ações integradas, aplicando as no PPRA, visando a
proteção de todos os trabalhadores expostos aos riscos ambientais gerados.

83
13 - RECIBO DE ENTREGA DE EPI’s

______________________________________________,declaro ter recebido gratuitamente


da empresa USINA DE AÇÚCAR SANTA TEREZINHA - PARANACITY, os
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI’s), abaixo descriminados em
perfeitas condições de uso, nos termos da Portaria 3.214, de 08 de junho de 1978, em sua
Norma Regulamentadora NR-6, item 6.7.1, alíneas “a, b e c”, e Regulamento Interno da
empresa. Declaro ainda ter recebido as devidas instruções para correta utilização e estou
ciente da obrigatoriedade do uso dos mesmos e das sanções previstas na Consolidação das
Leis do Trabalho - CLT.

Maringá, ___/___/___ Assinatura:

DESCRIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS


DATA QUANT. ASSINATURA
(CA N.º)

83
14 - CONTROLE DE EXTINTORES

MARCA: TIPO: EXTINTOR


N.º
Ativo Fixo: Local: ABTN N.º:
HISTÓ
RICO
Data Recebido Inspecio- Reparo Instrução Incêndio Código e
nado Reparos
1. Substituição
de
Gatilho

2. Substituição
de
Difusor

3. Mangote

4. Válvula de
Segurança

5. Válvula
Completa

6. Válvula
Cilindro
Adicional
83
7. Pintura

8. Manômetro

9. Teste
Hidrostático

10.
Recarregado

11. Usado em
Incêndio

12. Usado em
Instrução

13. Diversos

CONTROLE DE
EXTINTORES

15 - RESERVA DE DIREITOS

83
O presente trabalho tem destinação exclusiva para melhorias das condições de trabalho da
USINA DE AÇÚCAR SANTA TEREZINHA - PARANACITY, com a finalidade de atenuar
ou eliminar as condições insalubres e perigosas.

Proibida a reprodução total ou parcial, mediante a reprodução de apostilas a partir deste


relatório, de qualquer forma ou qual quer meio eletrônico ou mecânico, inclusive através de
processos xerográficos, de fotografia e de gravação, sem a permissão expressa do Autor e da
Diretoria da Empresa. (Lei n.º 5.598, de 14.12.73).

A violação de direito autoral constitui crime, passível de pena de detenção de 3 (três) meses a
1 (um) ano ou multa. Se houver reprodução, por qualquer meio, da obra intelectual, no todo
ou em parte, sem autorização expressa do Autor e Diretor da Empresa, com o intuito de lucro,
a pena será de reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos e multa. Incorre na mesma pena quem
vende, expõe à venda, aluga, introduz no país, adquire, oculta, empresta, troca ou tem um
depósito com intuito de lucro, obra intelectual, importando assim violação de direito autoral.

Na prolação da sentença, o juiz determinará a destruição da produção ou reprodução


criminosa. (Art. 184 do Código Penal brasileiro, com nova redação dada pela Lei n.º 8.635, de
16.03.93).

Tem ainda o presente trabalho, a pactuação do CREA - Conselho Regional de Engenharia,


Arquitetura e Agronomia por meio da Anotação de Responsabilidade Técnica - ART.

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