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Decreto-lei é um decreto com força de lei, que emana do Poder Executivo, previsto nos sistemas legislativos de alguns

países. Os decretos-leis podem aplicar-se à ordem económica, fiscal, social, territorial e de segurança, com
legitimidade efetiva de uma norma administrativa e poder de lei desde a sua edição, sanção e publicação no diário ou
jornal oficial.
O decreto-lei existe em Portugal e noutros países e territórios com sistemas constitucionais e jurídicos inspirados
nos portugueses. Aliás, os decretos-lei constituem a maioria das leis ordinárias publicadas em Portugal. No Brasil, o
decreto-lei deixou de ser previsto pela chegada da Constituição de 1988.

Índice

Brasil
A regra, no Estado democrático de direito, de regime presidencialista é que a lei seja feita pelos órgãos de
representação do povo - no Brasil, o Congresso Nacional(no âmbito federal), as assembleias legislativas (na esfera
estadual) e as câmaras de vereadores (no nível municipal). Em períodos excepcionais, porém, o Executivo se confere
o poder legiferante - seja porque este concentra nas suas mãos o Poder Legislativo, então suspenso; seja em virtude
de autorização do Congresso, e dentro das condições e limites que a Constituição estabelecer.
Historicamente, houve no Brasil diversos tipos de decreto-lei:[1]

 Os previstos na Constituição de 1937,


 Os fundados nos Atos Institucionais nº 2, de 27 de outubro de 1965 e nº 4, de 7 de dezembro de 1966,
 Os previstos no artigo 58 do texto original da Constituição de 24 de janeiro de 1967,
 Os do artigo 55 da mesma Constituição de 1967, com a redação que lhe foi dada pela Emenda Constitucional nº
1, de 17 de outubro de 1969[2] e,
 Aqueles editados com base no Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968.
No Brasil, historicamente, o decreto-lei foi muito utilizado no Estado Novo e no Regime Militar. Com a chegada
da Constituição de 1988, o decreto-lei deixou de ser previsto constitucionalmente. Já a Constituição de 1988 não prevê,
no processo legislativo, a figura de decreto-lei, que na prática foi substituído pela medida provisória. Mas os dois
institutos apresentam importantes diferenças.
A expedição do decreto-lei pressupõe alternativamente urgência ou interesse público relevante. No caso da medida
provisória, esses requisitos são cumulativos (relevância e urgência). O decreto-lei não podia implicar aumento de
despesa e restringia-se a determinadas as matérias, enquanto a medida provisória independe de condição financeira e,
até a Emenda 32, podia versar sobre qualquer matéria.
Outra diferença importante é que, em caso de ausência de manifestação do Congresso Nacional, o decreto-lei era
considerado definitivamente aprovado. No caso da medida provisória, ocorre o inverso. Para que se torne lei, a medida
provisória deve ser aprovada pelo Congresso. Caso não haja manifestação do Congresso, ela é rejeitada tacitamente e
perde sua eficácia legal.
Em caso de rejeição pelo Congresso, era como se o decreto-lei tivesse sido revogado (art.55§2º da Emenda n° 1 à
Constituição Brasileira de 1967): A rejeição do decreto-lei não implicará a nulidade dos atos praticados durante a sua
vigência.
Por fim, o decreto-lei só podia ser rejeitado na sua totalidade, enquanto a Medida Provisória admite emendas.
Em geral, os juristas consideram que, embora o caráter autoritário do decreto-lei tenha sido abrandado pelo instituto da
medida provisória, também esta contraria o paradigma do Estado Democrático de Direito. [3]

Portugal
Em Portugal, o decreto-lei é um diploma legislativo emitido pelo Governo da República, no âmbito das suas
competências legislativas definidas pelo artigo 198.º da Constituição.[4]
Segundo o referido artigo, o Governo faz decretos-leis sobre as seguintes matérias:

1. Matérias não reservadas à Assembleia da República.


2. Matérias de reserva relativa da Assembleia da República, com autorização desta (autorização legislativa).
3. Desenvolvimento dos princípios ou das bases gerais dos regimes jurídicos contidos em leis que a eles se
circunscrevam.
4. Matérias respeitantes à organização e funcionamento do próprio Governo.
Existem dois processos de formação dos decretos-leis pelo Governo: o de assinaturas sucessivas e o da aprovação
em Conselho de Ministros.
No primeiro processo, o texto do diploma é submetido, separadamente, à assinatura do primeiro-ministro e à de cada
um dos ministros competentes. Uma vez obtidas as assinaturas, o diploma é enviado ao Presidente da República para
promulgação.
No segundo processo, o texto do decreto-lei é apresentado e aprovado em Conselho de Ministros, sendo, depois,
enviado ao Presidente da República para promulgação.
Se o Presidente da República vetar um decreto-lei, o Governo pode arquivá-lo, alterá-lo, ou enviá-lo para a Assembleia
da República sob a forma de proposta de lei.
Cada decreto-lei entra em vigor cinco dias depois de ser publicado em Diário da República, excepto quando o mesmo
indica uma outra data de entrada em vigor (que tem necessariamente de ser posterior à data de publicação).
Os decretos-leis são identificados por um número e pela data de publicação em Diário da República. O número de
identificação consiste num número de ordem anual, seguido de "/", seguido do ano da publicação. Por exemplo,
o Decreto-Lei nº 293/2009, de 13 de outubro, foi o 293.º decreto-lei emitido no ano de 2009, tendo sido publicado na
data de 13 de outubro do referido ano.

Itália
O Governo italiano não pode, sem delegação das Câmaras, emanar decretos que tenham valores de lei ordinária.
Quando, em casos extraordinários, de necessidade e de urgência, o Governo adopta, sob a sua responsabilidade [5],
medidas provisórias com força de lei, deve no próprio dia apresentá-los para a conversão às Câmaras que mesmo se
dissolvidas foram propositadamente convocadas e devem reunir-se no prazo de cinco dias. Os decretos perdem
eficácia desde o início se não forem convertidos em lei no prazo de sessenta dias desde a sua publicação. As Câmaras
podem todavia regular com a lei as relações jurídicas que surgem na base dos decretos não convertidos.

Referências
1. Ir para cima↑ Definição oficial de Decreto-Lei no Brasil
2. Ir para cima↑ Emenda constitucional nº 1, de 17 de outubro de 1969.
3. Ir para cima↑ Jus Navigandi. Medidas provisórias e matéria tributária, por Luciana Furtado de Moraes, dezembro de
2004.
4. Ir para cima↑ Constituição da República Portuguesa, artigo 198.º
5. Ir para cima↑ (em italiano) Giampiero Buonomo, Decreto-legge: un uso che finisce in abuso.

Decreto legislativo (DLG) é um ato normativo de competência exclusiva do poder legislativo com eficácia análoga a
de uma lei.

Índice

 1Conteúdo
 2Comparação com outras normas
 3Processo de elaboração
 4Referências
Decreto Legislativo do Congresso Nacional do Brasil aprovando uma intervenção federal.

No Brasil, conforme os arts. 49 e 62, § 3º, da Constituição Federal, o decreto legislativo tem como objeto matérias
apontadas como de competência exclusiva do Congresso Nacional, por exemplo: as relações jurídicas decorrentes
de medida provisória não convertida em lei; resolver definitivamente sobre tratados, acordos ou atos internacionais que
acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional; autorizar o Presidente da República a declarar
guerra ou a celebrar a paz e autorizar o Presidenteou o Vice-Presidente da República a se ausentarem do País por
mais de quinze dias.

Comparação com outras normas


O Decreto legislativo não se confunde com o Decreto, emitido pelo poder executivo, de acordo com as suas
competências definidas na constituição, nem com o Decreto-lei, um misto de decreto e lei, originariamente oriundo de
regimes de exceção, com força e conteúdo de lei, mas sem a aprovação do poder legislativo. [1] O decreto legislativo é
espécie normativa primária, de hierarquia legal, integrante do processo legislativo, privativa do Congresso Nacional,
para o trato de matérias de sua competência exclusiva.

Processo de elaboração
No Brasil, os projetos de decreto legislativo devem ser discutidos e votados em ambas as casas do Congresso
Nacional (Câmara dos Deputados e Senado Federal.[2]Se aprovados, são promulgados pelo presidente do Senado
Federal, não havendo participação do Presidente da República. Não há, portanto, possibilidade de veto.
Cabe destacar, apenas, que o processo legislativo do decreto legislativo, como ato privativo do Congresso Nacional,
será realizado obrigatoriamente por meio de atuação das duas Casas do Congresso Nacional e que, ademais, não
haverá participação do Chefe do Executivo no procedimento, quer dizer, ao contrário do que sucede com a leis, as
quais são, de regra, promulgadas pelo Presidente da República, os decretos legislativos são promulgados pelo
Presidente do Senado.[3]

Referências[editar
 MORAES, Alexandre de (2001). Direito Constitucional 10ª ed. São Paulo: Atlas. 822 páginas. ISBN 8522429405
 FERREIRA, Pinto; Decreto legislativo, in "Enciclopédia Saraiva do Direito", Volume 22, Saraiva, São Paulo,
1977.
 MENDES, Gilmar Ferreira e FORSTER JÚNIOR, Nestor José. Manual de redação da Presidência da República.
2; ed; rev. e atual. Brasília: Presidência da República, 2002.
 PAULO Vicente e ALEXANDRINO, Marcelo; Direito Constitucional Descomplicado, Rio de Janeiro: Impetus,
2007

Notas
1. Ir para cima↑ Ferreira, p. 500-502
2. Ir para cima↑ Moraes, p. 559
3. Ir para cima↑ http://legis.senado.gov.br/legis

 Actos Legislativos do precsidente da República


DECRETOS LEGISLATIVOS

Os Decretos legislativos presidenciais autorizados podem ser objecto de apreciação parlamentar, mediante requerimento subscrito por
pelo menos 10 Deputados em efectividade de funções, nos 30 dias subsequentes à sua publicação no Diário da República. Estes são
elaborados para efeitos de cessação de vigência ou de modificação.

A Assembleia Nacional pode suspender, no todo ou em parte, em caso de existir qualquer requerimento de propostas de alteração, a
sua vigência até à publicação da lei que vier alterar ou até à rejeição de todas as propostas.

A referida suspensão caduca decorridos 45 dias sem que haja pronunciamento final da Assembleia Nacional. Se a cessação de vigência
do decreto legislativo presidencial autorizado for aprovado, o diploma deixa de vigorar desde a publicação da resolução em Diário da
República, não podendo voltar a ser publicado na mesma Sessão Legislativa.

Este instrumento de fiscalização política é de maior importância para o Governo, uma vez que permite à Assembleia Nacional corrigir
eventuais deficiências detectadas em diplomas do Governo, bem como obrigar ao debate em torno da matéria do decreto-lei em
apreciação.


Actos Legislativos do Presidente da República
ACTOS LEGISLATIVOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

APRECIAÇÃO DOS ACTOS LEGISLATIVOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Os decretos legislativos presidenciais autorizados podem ser objecto de apreciação parlamentar, mediante requerimento subscrito por
um mínimo de 10 Deputados em efectividade de funções, nos 30 dias subsequentes à sua publicação no Diário da República.

A apreciação dos decretos legislativos presidenciais autorizados é feita para efeitos de cessação de vigência ou de modificação.
A Assembleia Nacional pode suspendê-lo, no todo ou em parte, mediante resolução, até à publicação da lei que o vier alterar ou até à
rejeição de todas as propostas.

A referida suspensão prescreve decorridos 45 dias, sem que haja pronunciamento final da Assembleia Nacional. Se a cessação de
vigência, do Decreto Legislativo Presidencial for Autorizado ou aprovado, a lei deixa de vigorar desde do dia da publicação da resolução
no Diário da República, não podendo voltar a ser publicado na mesma Sessão Legislativa.
ACTOS LEGISLATIVOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

no território do respectivo Estado, sejam eles cidadãos,

estrangeiros ou apátridas, obedecem ao princípio da territorialidade, ou,


por outro, não têm eficácia extraterritorial. Variam segundo os Estados e

referem-se a tipos legais ou normas de direito constitucional, penal,

processual e, em parte, de direito civil.

Manual de Introdução ao Direito (2011) Bartolomeu L. Varela 79

Capítulo 10. OS ACTOS LEGISLATIVOS E NORMATIVOS

SUMÁRIO: 10.1.Actos legislativos; 10.2. Actos normativos; 10.3.

Princípios subjacentes à hierarquia das normas do Direito. 10.4.

Prerrogativas do exercício da função legislativa em Cabo Verde; 10.5


Princípios subjacentes à hierarquia das normas do Direito. 10.4.

Prerrogativas do exercício da função legislativa em Cabo Verde; 10.5.

Condições de existência material das leis: Iniciativa legislativa;

Aprovação; Assinatura; Referenda e Promulgação; Publicação e Entrada

em vigor.

As normas jurídicas não são do mesmo nível, havendo normas que são

relativamente superiores ou inferiores a outras, do mesmo passo que

existem normas que são do mesmo nível. Isto quer dizer que existe

diferente grau de hierarquia das normas jurídicas, consoante se trate de

actos legislativos (da Assembleia Nacional e do Governo) ou de actos

normativos, referindo-nos ao caso concreto do ordenamento jurídico cabo-

verdiano. Assim temos:

10.1. Actos legislativos

À luz da Constituição da República de Cabo Verde, os actos legislativos \u2013


que são aqueles que inovam na ordem jurídica, regulando situações novas

na vida social \u2013 provêm da Assembleia Nacional ou do Governo. São leis


em sentido formal e material.

10.1.1. Actos legislativos da Assembleia

São actos legislativos da Assembleia Nacional os seguintes:

a) Lei Constitucional \u2013 É o acto legislativo que aprova ou altera a


Constituição da República. Contém as normas jurídicas de maior
hierarquia na ordem jurídica, às quais se subordinam as demais normas

jurídicas (actos legislativos e normativos).

b) Lei \u2013 Assumem esta forma as chamadas \u201cleis ordinárias\u201d da Assembleia


Nacional, através das quais este órgão estabelece normas jurídicas

reguladoras de matérias da sua competência. Apresentam a forma de \u201cLei\u201d


os actos previstos nos artigos 171º a), 174º b), c), f), g), e m), 175º, 176º e

177º b) da Constituição de Cabo Verde;

DECRETO Nº 1.590, DE 10 DE AGOSTO DE 1995. Dispõe sobre a jornada de trabalho dos


servidores da Administração Pública Federal direta, das autarquias e das fundações públicas
federais, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe
confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 19 da Lei nº
8.112, de 11 de dezembro de 1990, com a relação dada pelo art. 22 da Lei nº 8.270, de 17 de
dezembro de 1991, DECRETA: Art. 1º A jornada de trabalho dos servidores da Administração
Pública Federal direta, das autarquias e das fundações públicas federais, será de oito horas
diárias e: I - carga horária de quarenta horas semanais, exceto nos casos previstos em lei
específica, para os ocupantes de cargos de provimento efetivo; II - regime de dedicação
integral, quando se tratar de servidores ocupantes de cargos em comissão ou função de
direção, chefia e assessoramento superiores, cargos de direção, função gratificada e
gratificação de representação. Parágrafo único. Sem prejuízo da jornada a que se encontram
sujeitos, os servidores referidos no inciso II poderão, ainda, ser convocados sempre que
presente interesse ou necessidade de serviço. Art. 2º Para os serviços que exigirem atividades
contínuas de 24 horas, é facultada a adoção do regime de turno ininterrupto de revezamento.
Art. 3º Quando os serviços exigirem atividades contínuas de regime de turnos ou escalas, em
período igual ou superior a doze horas ininterruptas, em função de atendimento ao público ou
trabalho no período noturno, é facultado ao dirigente máximo do órgão ou da entidade
autorizar os servidores a cumprir jornada de trabalho de seis horas diárias e carga horária de
trinta horas semanais, devendo-se, neste caso, dispensar o intervalo para refeições.
___________ Nota: Redação dada pelo(a) Decreto nº 4836/2003 Redação(ões) anterior(es):
Redação original ___________ § 1º Entende-se por período noturno aquel adequados às
conveniências e às peculiaridades de cada órgão ou entidade, unidade administrativa ou
atividade, respeitada a carga horária correspondente aos cargos. § 2º O intervalo para refeição
não poderá ser inferior a uma hora nem superior a três horas. Art. 6º O controle de
assiduidade e pontualidade poderá ser exercido mediante: I - controle mecânicos; II - controle
eletrônico; III - folha de ponto. § 1º Nos casos em que o controle seja feito por intermédio de
assinatura em folha de ponto, esta deverá ser distribuída e recolhida diariamente pelo chefe
imediato, após confirmados os registros de presença, horários de entrada e saída, bem como
as ocorrências de que trata o art. 7º. § 2º Na folha de ponto de cada servidor, deverá constar a
jornada de trabalho a que o mesmo estiver sujeito. § 3º As chefias imediatas dos servidores
beneficiados pelo art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, deverão compatibilizar
o disposto naquele artigo com as normas relativas às jornadas de trabalho regulamentadas por
este Decreto. § 4º Os servidores, cujas atividades sejam executadas fora da sede do órgão ou
entidade em que tenha exercício e em condições materiais que impeçam o registro diário de
ponto, preencherão boletim semanal em que se comprove a respectiva assiduidade e efetiva
prestação de serviço. § 5º O desempenho das atividades afetas aos servidores de que trata o
parágrafo anterior será controlado pelas respectivas chefias imediatas. § 6º Em situações
especiais em que os resultados possam ser efetivamente mensuráveis, o Ministro de Estado
poderá autorizar a unidade administrativa a realizar programa de gestão, cujo teor e
acompanhamento trimestral deverão ser publicado no Diário Oficial da União, ficando os
servidores envolvidos dispensados do controle de assiduidade. § 7º São dispensados do
controle de freqüência os ocupantes de cargos: a) de Natureza Especial; b) do Grupo-Direção e
Assessoramento Superiores - DAS, iguais ou superiores ao nível 4; ___________ Nota: Redação
dada pelo(a) Decreto nº 1.867/1996 Redação(ões) anterior(es): Redação original ___________
c) de Direção - CD, hierarquicamente iguais ou superiores a DAS 4 ou CD - 3; ___________
Nota: Redação dada pelo(a) Decreto nº 1.867/1996 Redação(ões) anterior(es): Redação
original ___________ d) de Pesquisador e Tecnologista do Plano de Carreira para a área de
Ciência e Tecnologia; ___________ Nota: Acrescentado(a) pelo(a) Decreto nº 1.867/1996
___________ e) de Professor da Carreira de Magistério Superior do Plano Único de
Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos. ___________ Nota: Acrescentado(a) pelo(a)
Decreto nº 1.867/1996 ___________ § 8° No interesse do serviço, o dirigente máximo do
órgão ou entidade poderá manter o controle de freqüência dos ocupantes de cargo de
Pesquisador e Tecnologista do Plano de Carreira para a área de Ciência e Tecnologia, de que
trata a alínea d do parágrafo anterior, conforme as características das atividades de cada
entidade. ___________ Nota: Acrescentado(a) pelo(a) Decreto nº 1.927/1996 ___________
Art. 7º Eventuais atrasos ou saídas antecipadas decorrentes de interesse do serviço poderão
ser abonados pela chefia imediata. Art. 8º A freqüência do mês deverá ser encaminhada às
unidades de recursos humanos do respectivo órgão ou entidade até o quinto dia útil do mês
subseqüente, contendo as informações das ocorrências verificadas. Art. 9º No prazo de trinta
dias, contados da publicação deste Decreto, o dirigente máximo do órgão ou entidade fixará os
critérios complementares necessários à sua implementação, com vistas a adequá-lo às
peculiaridades de cada unidade administrativa e atividades correspondentes. Art. 10. O
Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado fará publicar o modelo de folha de
ponto para registro de freqüência dos servidores, bem como a relação dos cargos efetivos cuja
carga horária seja distinta da referida no inciso I do art. 1º. Art. 11. Às unidades de controle
interno e ao Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado compete zelar pelo fiel
cumprimento do disposto neste Decreto. Art. 12. O desempenho das normas estabelecidas
neste Decreto sujeitará o servidor e o chefe imediato ao disposto no Título V da Lei nº 8.112,
de 1990. Art. 13. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 14. Revogam-se
os Decretos nºs 50.350, de 17 de março de 1961, e 373, de 23 de dezembro de 1991. Brasília,
10 de agosto de 1995; 174º da Independência e 107º da República. FERNANDO HENRIQUE
CARDOSO Luiz Carlos Bresser Pereira D.O.U., 11/08/1995