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Trabalhando com famílias

Realidades
Trabalhar com crianças é trabalhar com a família,
pois ela é família.

O lar é o lugar onde a criança passa a maior parte


do tempo e de onde recebe as influências mais
fundamentais para sua constituição psíquica.

Uma criança com lacunas no seu


desenvolvimento psicossocial, normalmente vem
de uma família com limitações para oferecer os
elementos básicos: pertencimento, estrutura,
atenção, comunicação eficaz.
Desafios

As famílias com problemas podem apresentar


dois comportamentos típicos difíceis de lidar:

1. Pouca abertura para dialogar

2. Muitas necessidades a serem atendidas

Como lidar com essas famílias?


Desafios
Cada um de nós sabemos a forma correta de ser pai,
mãe, filho, irmão.

Nosso modelo se aplica à nossa família e pode


parecer inadequado para outro grupo familiar.

Entender a dinâmica da família, o que está difícil e o


eles gostariam que melhorasse é uma forma honesta
de ajudar.

O campo que somos voltados a atuar é o das relações


parentais, mas as relações conjugais e do indivíduo
podem surgir enquanto tratamos do primeiro campo.
Identificando a família

Tradicional

Monoparental (genitor solteiro, separado ou


viúvo)

Recasadas

Outro adulto significativo (avós, tios, irmãos)

Homoafetivas
Sistema familiar e seus
subsistemas

Conjugal - casal Conjugal

Parental - pais e filhos


Parental
Fraterno - irmãos Fraterno
Famílias e fronteiras

Família funcional - membros cumprem


minimamente seu papel no sistema

Família disfuncional - membros têm


impedimentos para cumprir seus papéis

• Aglutinada
• Dipersiva
Famílias e fronteiras
MODELO FUNCIONAL

Maria
José

José Maria Jesus


Jesus Tiago
Tiago
Famílias e fronteiras
MODELO AGLUTINADO

Maria
José
José Jesus
Maria
Tiago
Jesus Tiago
Famílias e fronteiras
MODELO DISPERSIVO

José Maria

José
Tiago Jesus Jesus
Tiago
Maria
Auxiliando a criança a lidar
com a família
Comunicação: a partir das técnicas de resolução de
conflitos.

Respeito à autoridade: construído e/ou reforçado


na relação com o líder.

Valorização dos papéis familiares: sobre ser filho e


a relação com as figuras parentais.

Construção da identidade a partir da história


familiar.
Crianças e adolescentes enlutados
Falar a verdade sobre a perda;

Afirmar o direito dela ficar triste;

Oferecer a oportunidade de fazer perguntas, tirar dúvidas,


entendendo que nem todas as perguntas serão respondidas;

A criança pode e deve participar do velório, caso deseje;

Crianças são excelentes em expor sentimentos de luto, por


isso, consoladoras em potencial;

No caso de adolescentes, ter atenção ao risco de abuso de


substâncias e de suicídio, nos momentos mais depressivos.