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J.

Sarmento
Engenharia e Consultoria Ltda.

1. Objetivo ................................................................................................................. 2

2. Normas ................................................................................................................... 2

3. Características do sistema elétrico- Construtivas.............................................. 2

4. Especificação dos componentes ........................................................................... 4

5. Tratamento anticorrosivo e pintura ................................................................... 7

6. Identificação .......................................................................................................... 7

7. ENSAIOS E VERIFICAÇÕES ........................................................................... 8

8. Anexo ..................................................................................................................... 8

Av. Tancredo Neves 939, Ed. Esplanada Tower s/1205, Pituba - Salvador Ba- Fone/fax 0xx-71-3341-0470 1
J. Sarmento
Engenharia e Consultoria Ltda.

ET-4-ampl_saboeiro02_rev1

1. Objetivo
Esta especificação técnica tem por objetivo estabelecer os requisitos técnicos que
deverão ser atendidos na proposta, fornecimento e testes de um quadro de baixa
tensão, para Instalação na Estação Elevatória do Saboeiro, da RBK Ambiental.

2. Normas
Os quadros de baixa tensão devem ser projetados, fabricados, montados, testados e
transportados, de acordo com as recomendações aplicáveis das últimas revisões das
seguintes instituições normativas, prevalecendo aquela que for mais rigorosa:

• Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em especial a NBR IEC


60439-1 – Conjunto de Manobra e Controle de Baixa Tensão

• IEC International Electrotechnical Commission

3. Características do sistema elétrico- Construtivas

3.1 Características do sistema elétrico

• Tensão nominal 460V

• Número de fases: 3

• Quando alimentado pelo sistema da Concessionária, sistema aterrado por resistor


de alto valor, limitando a corrente de falta à terra a 3A rms

• Corrente de falta trifásica simétrica: 60 kA


Quando alimentado pelo sistema de geração de emergência, sistema efetivamente
aterrado, tipo de aterramento TN-C, isto é, sistema com neutro e terra combinados em
um único condutor., devendo ser fornecido com barramento de neutro.
O quadro deve ser fornecido considerando-se uso de esquema TN-C.

3.2 O quadro deverá ter barra dupla com disjuntor de "tie", conforme mostrado no
diagrama unifilar anexo desenho ET-4-ampl_saboeiro_02_anexo1..

• Deverá ser do tipo TTA - Conjuntos com ensaio tipo totalmente testados e
instalado em local abaixo de 1000m de altitude, praticamente ao nível do mar.

• Deverá ser adequado para montagem sobre o piso, base galvanizada, acesso pela
parte frontal e pela parte posterior.

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• A instalação deverá ser abrigada, porém o quadro deverá ser a prova de poeira,
classificação IP50

• O quadro deverá ser instalado em estação elevatória de esgotos, com eventual


existência de gases corrosivos.

• A espessura mínima da chapa de fechamento deverá ser adequada a um projeto


robusto e firme.
O quadro deverá incorporar os dispositivos indicados no diagrama unifilar qual
acompanha esta especificação, ET-4-ampl_saboeiro_02_ANEXO1,e os equipamentos
auxiliares necessários ao seu funcionamento, tais como chaves de comando, chaves
seletoras automático-manual, fusíveis, disjuntores para os sistemas de controle e
comando, contactores para multiplicação de comando vindo da USCA,
transformadores de comendo e controle, réguas terminais, etc..

3.2.1 A entrada de cabos deverá ser conforme abaixo informada:

Entrada dos circuitos de geradores, disjuntores "D" e "E", pela parte


superior, 3x(4x400mm2)+2x500mm2

Entrada do circuito do transformador TR1, disjuntor "A", através de dutos


de barras, entrada por cima.

Entrada do circuito do transformador TR2, entrada por cima, 3x


(4x500)mm2.

Circuitos de saída para inversores e demais circuitos pela parte inferior.

3.2.2 O Quadro deverá ser fornecido montado, em duas partes:

Parte 1, incluindo a barra A, disjuntores "D", "A" e "C"., e

Parte 2, incluindo disjuntores "B" e "E" e a barra "B".

• O quadro deverá ser fornecido com toda a fiação e/ou barramento executados e
testados pelo Fabricante.

• Deverão ser instaladas borneiras espelhadas, marcadas adequadamente, para


permitir fácil acoplamento das duas partes do fornecimento em campo.

• De modo idêntico, as barras principais deverão ser projetadas para fácil conexão
em campo de modo a interligar as duas partes.

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• Condutores isolados não devem se apoiar em partes energizadas com potenciais


diferentes ou cantos vivos.
Os blocos terminais deverão ser de material anti-higroscópico e de capacidade térmica
suficiente para suportar, sem danos, a passagem das correntes permanentes e de curto-
circuito inerentes dos condutores correspondentes aos terminais. As réguas deverão
ser feitas de material resistente à corrosão. Não será permitido o fornecimento de
blocos terminais de controle do tipo de aperto direto ao cabo pelo parafuso do
terminal.

3.2.3 Serão utilizadas as seguintes cores na fiação interna ao PAINEL:

FORÇA AC - preto;
NEUTRO +TERRA - azul claro

Acesso interno
O acesso aos equipamentos deverá ser pela parte frontal e pela parte posterior.
Marcação dos componentes
Deve haver uma clara identificação dos componentes do Conjunto, com a
nomenclatura padrão indicada nos diagramas unifilares.
Espaço para os cabos
É essencial prever espaço suficiente para entrada e saída de cabos e fios externos ao
Conjunto, bem como para sua fixação e para ligação aos terminais ou conectores.
Barramentos
O quadro deverá possuir barramentos de cobre eletrolítico (3 Fases, Neutro+ Terra),
com capacidade nominal mínima de 4000 A, dimensionado para resistir aos efeitos
térmicos e dinâmicos da corrente de curto-circuito 65 kA valor médio quadrático,
valor de pico 162,5 kA.
O quadro deverá possuir um barramento de Neutro+terra de cobre eletrolítico, com
tantos bornes (ou parafusos) quantos forem os circuitos de saída, incluindo os
circuitos de reserva.

4. Especificação dos componentes

4.1 Disjuntores de entrada e alimentação dos transformadores de 2500 kVA, e


disjuntor de "tie";

Disjuntor tripolar, tipo "power", extraível, com posição de teste, motorizado (


carregamento motorizado de mola)), classe de isolação 690V, corrente nominal
4000A, capacidade de interrupção simétrica maior ou igual a 65 kA .
O disjuntor deverá incorporar bobinas de fechamento e abertura, proteções de faltas à
terra e trifásica, temporizada e instantânea, e bobina de subtensão. Tipo "Masterpact"

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da Schneider com comando Micrologic, ou similar, com botão de "reset" para evitar o
re-fechamento sobre falta. No diagrama Unifilar, disjuntores "A", "B" e "C".
Quantidade: 3

4.2 Disjuntores de entrada de alimentação dos geradores


Disjuntor tripolar, tipo "power", extraível, com posição de teste, motorizado
(carregamento motorizado de mola)), classe de isolação 690V, corrente nominal
4000A, capacidade de interrupção simétrica maior ou igual a 65 kA.
O disjuntor deverá incorporar bobinas de fechamento e abertura, proteções de faltas à
terra e trifásica, temporizada e instantânea, e bobina de subtensão. Tipo "Masterpact"
da Schneider com comando Micrologic, ou similar, com botão de "reset" para evitar o
re-fechamento sobre falta.
No diagrama Unifilar, disjuntores "D", e "E".
Quantidade: 2

4.3 Disjuntores de alimentação aos inversores de frequência

Disjuntor tripolar, tipo "power", extraível, com posição de teste, motorizado, classe de
isolação 690V, corrente nominal 2000A, capacidade de interrupção simétrica maior
ou igual a 65 kA.
O disjuntor deverá incorporar proteções de faltas à terra e trifásica, temporizada e
instantânea, bobinas de fechamento e abertura, e bobina de subtensão. Tipo
Masterpact da Schneider com comando Micrologic, ou similar, com botão de "reset"
para evitar o fechamento quando de falta.
No diagrama disjuntores Q1, Q2, Q3 e Q4
Quantidade: 4

4.4 Q5- Parte fixa de disjuntor extraível, semelhante aos disjuntores do item 4.2.,
instalação na barra A
Quantidade: 1

4.5 Q6 - Reserva Cheia- Disjuntor tripolar extraível similar aos disjuntores do item
4.2 (Q1, Q2, Q3, e Q4), instalação na barra B
Quantidade: 1

4.6 Disjuntor Q1F


Disjuntor tripolar tipo cx. moldada, corrente nominal 630A, capacidade de
interrupção 65 kA sob 460V, proteção térmica e magnética, para proteção do filtro
ativo associado ao inversor do motor M1.
Quantidade:1

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4.7 Disjuntor Q2F


Disjuntor tripolar tipo cx. moldada, corrente nominal 630A, capacidade de
interrupção 65 kA sob 460V, proteção térmica e magnética, para proteção do filtro
ativo associado ao inversor do motor M2
Quantidade:1

4.8 Disjuntor Q3F


Disjuntor tripolar tipo cx. moldada, corrente nominal 630A, capacidade de
interrupção 65 kA sob 460V, proteção térmica e magnética, para proteção do filtro
ativo associado ao inversor do motor M3
Quantidade:1

4.9 Disjuntor Q4F


Disjuntor tipo cx. moldada, corrente nominal 630A, capacidade de interrupção 65 kA
sob 460V, proteção térmica e magnética, para proteção do filtro ativo associado ao
inversor do motor M4
Quantidade:1

4.10 Disjuntores Q7A e Q7B


Disjuntor tipo cx. moldada, corrente nominal 250A, capacidade de interrupção 65 kA,
proteção dos circuitos para "tratamento de odores".
Estes disjuntores deverão ser inter-travados por "kirk" conforme mostrado no
diagrama unifilar.
Quantidade:2

4.11 Disjuntores Q8A e Q8B


Disjuntor tipo cx. moldada, corrente nominal 250A, capacidade de interrupção 65 kA,
proteção dos circuitos para "Prédio EE Saboeiro".
Estes disjuntores deverão ser inter-travados por "kirk" conforme mostrado no
diagrama unifilar.
Quantidade:2
4.12 Disjuntores Q9A e Q9B
Disjuntor tipo cx. moldada, corrente nominal 250A, capacidade de interrupção 65 kA,
proteção dos circuitos para "prédio cx. de grades".
Estes disjuntores deverão ser inter-travados por "kirk" conforme mostrado no
diagrama unifilar.
Quantidade:2

4.13 Transformadores a seco para o circuito do disjuntor de tipo "Power", 460/220V,


potência 2 kVA
Quantidade: 2

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4.14 Miscelâneas- disjuntores e contactores auxiliares, fusíveis, etc.

Observação
I. Solicita-se ao Proponente apresentar na proposta, opção de comando via
rede, dos disjuntores tipo "power, isto é, disjuntores A, B, C, D, E, Q1,
Q2, Q3, Q4.

II. Caso a RBK opte pela aquisição de inversores de baixa harmônicas, os


disjuntores aos filtros de harmônicas, Q1F, Q2F, Q3F e Q4F não serão
fornecidos.

5. Tratamento anticorrosivo e pintura


O Fabricante deverá apresentar as características do seu sistema padrão de proteção
contra corrosão, devendo constar no mínimo dos seguintes pontos:
• Preparação de superfície ao metal branco;

• Galvanização à quente ou fosfatização de todas as chapas do PAINEL;

• Primer Surfacer e pintura final com duas demãos de tinta de acabamento.

• A tinta de acabamento deverá sua cor definida quando da encomenda do quadro.

6. Identificação
Os dispositivos deverão ser claramente identificados, e cos circuitos devidamente
anilhados.
A face externa do Quadro deverá possuir plaquetas de identificação em alumínio, com
fundo preto e letras brancas, gravada em baixo relevo com a sua identificação.

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7. ENSAIOS E VERIFICAÇÕES

7.1 Verificações de rotina, de acordo com o item 11 da NBR IEC 61439-1-2016

7.2 Será exigido ensaio de elevação de temperatura, item 10.10.2.3 da norma NBR
IEC 61439-1-2016

7.3 A suportabilidade ao curto circuito deverá ser demonstrada de acordo com a


norma citada.

7.4 Para os disjuntores será aceito relatório de ensaio em protótipo.

8. Anexo

RT-4-ampl_saboeiro_02_anexo1

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COMANDO DO DISJUNTOR "A" - TÍPICO

M A

VEM DA
USCA D
KA KA
b

A F
460/220V

B C
b b

D B
a a
A A
FC a b

D C
b a

B C
MCH VM VD
b b
A
a
A
b TC UVR
CC

FECHA ABRE BOBINA


SUBTENSÃO
CC - BOBINA DE FECHAMENTO
TC - BOBINA DE ABERTURA
UVR - BOBINA DE SUBTENSÃO
MCH - MOTOR DE CARREGAMENTO DE MOLA
FH - FIM DE CURSO DA MOLA, REPRESENTADO MOLA CARREGADA

COMANDO DO DISJUNTOR "B" - TÍPICO

M A

VEM DA
USCA E
KA KA
b

A F
460/220V

A C
b b

E B
a a
B B
FC a b

E A
b a

A C
MCH VM VD
b b
B
a
B
b TC UVR
CC

FECHA ABRE BOBINA


SUBTENSÃO
CC - BOBINA DE FECHAMENTO
TC - BOBINA DE ABERTURA
UVR - BOBINA DE SUBTENSÃO
MCH - MOTOR DE CARREGAMENTO DE MOLA
FH - FIM DE CURSO DA MOLA, REPRESENTADO MOLA CARREGADA

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COMANDO DO DISJUNTOR "C" - TÍPICO

M A

VEM DA
USCA
KA KA

A F
460/220V

B A
b b

B
a
C C
FC a b

A
a

A B
MCH VM VD
b b
C
a
C
b TC UVR
CC

FECHA ABRE BOBINA


SUBTENSÃO
CC - BOBINA DE FECHAMENTO
TC - BOBINA DE ABERTURA
UVR - BOBINA DE SUBTENSÃO
MCH - MOTOR DE CARREGAMENTO DE MOLA
FH - FIM DE CURSO DA MOLA, REPRESENTADO MOLA CARREGADA

COMANDO DO DISJUNTOR "D" - TÍPICO

M A

VEM DA
USCA A
KA KA
b

A F
460/220V

B C
b b

A B
a a
D D
FC a b

A C
b a

B C
MCH VM VD
b b
D
a
D
b TC UVR
CC

FECHA ABRE BOBINA


SUBTENSÃO
CC - BOBINA DE FECHAMENTO
TC - BOBINA DE ABERTURA
UVR - BOBINA DE SUBTENSÃO
MCH - MOTOR DE CARREGAMENTO DE MOLA
FH - FIM DE CURSO DA MOLA, REPRESENTADO MOLA CARREGADA

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COMANDO DO DISJUNTOR "E" - TÍPICO

M A

VEM DA
USCA B
KA KA
b

A F
460/220V

A C
b b

B A
a a
E E
FC a b

B C
b a

A C
MCH VM VD
b b
E
a
E
b TC UVR
CC

FECHA ABRE BOBINA


SUBTENSÃO
CC - BOBINA DE FECHAMENTO
TC - BOBINA DE ABERTURA
UVR - BOBINA DE SUBTENSÃO
MCH - MOTOR DE CARREGAMENTO DE MOLA
FH - FIM DE CURSO DA MOLA, REPRESENTADO MOLA CARREGADA

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