Você está na página 1de 6

Barra-manteiga: faça dois riscos no chão e divida a criançada em dois times.

Uma criança deve ir até o


time adversário e bater de leve na mão de cada um dos amigos, até que, sem aviso, escolhe um colega, bate
mais forte e volta correndo para sua equipe. Se for pego, passa a integrar o time adversário!

Batata-quente: essa eu acho que todo mundo lembra! Batata quente, quente, quente, quente,
queimou! Enquanto a música rola, uma criança passa rapidamente à outra a bola (ou mesmo
uma batata!). Até que o amigo que está cantando (e que deve estar de costas, para não interferir
no resultado), para a música. Quem estiver com a batata, sai do jogo!

Corre-cotia: ah, com essa brincadeira eu me divertia! As crianças se sentam em uma roda com os
olhos fechados, enquanto uma outra corre em torno do círculo com um lenço na mão. Enquanto
canta a música (“Corre, cotia, na casa da tia. Corre, cipó, na casa da vó. Lencinho na mão, caiu no
chão. Moça bonita do meu coração. Posso jogar? Ninguém vai olhar?”), deixa o lenço cair atrás de
um amigo. Aquele que receber o lenço deve correr atrás do outro até alcançá-lo, e a brincadeira
recomeça, com a criança que foi pega como cantador.

Dança da cadeira: esse era um clássico das festinhas da minha infância! O número de cadeiras deve ser
sempre igual ao número de participantes, menos um. Assim, quando para a música, aquele que ficou de pé
sai do jogo! Querem saber? Nesse jogo eu era muito boa!

Detetive: lembra dessa? O assassino piscava o olho e matava todo mundo! Cabia ao detetive descobrir
quem ele era, antes que a última vítima morresse! Eu jogava com cartas de baralho, e você?

Elefante colorido: “de que cor?”, todos perguntavam. “Azul!”. E saía a criançada toda correndo atrás de
algo azul, para estar imune. Quem não achasse poderia ser pego, e passar a ser o elefante colorido! Ah,
valia ter a cor na roupa, para estar salvo!

Esconde-esconde: essa os pequenos conhecem até hoje! Que bom! Aliás, é uma brincadeira que agrada desde os pequeninos
de poucos anos até os maiores, que sabem se esconder em locais mais difíceis!

Gato mia: a graça aqui é brincar no escuro! Uma das crianças deve achar as outras. Quando encontrar alguém, pede: “gato
mia!”. E, lógico, o outro diz “miau”. Se a voz de quem foi achado for identificada pelo pegador, ele passará a ser o gato!
Vivo ou morto: o “chefe” manda e todo mundo obedece: morto (todo mundo deita)! Vivo (todo mundo levanta!). Quem se
enrolar e não cumprir a ordem, sai do jogo! Veja mais.
Passa-anel: uma das crianças fica com um anel na mão e passa sorrateiramente a uma outra, que está com as mãos em
conchinha. No final todo mundo se diverte descobrindo onde o anel foi parar! Veja mais.
Queimada: o terror da minha infância! Eu literalmente chorava quando tinha que jogar, porque sempre perdia! Separadas em
dois times, as crianças tentam acertar as adversárias com a bola. Se acertar, a pessoa sai do jogo. Ganha o time que acabar com
o outro primeiro. Veja mais aqui e as variações da brincadeira aqui.

Taco: o ideal é conseguir um lugar amplo para jogar: na quadra, no campo ou na praia. Ih, super complicado explicar! A regra
completa está aqui.
Telefone sem fio: é uma brincadeira simples, mas muito divertida, porque todo mundo acaba morrendo de rir com a frase
“sem pé nem cabeça” que é dita ao final. Desconfio de que sempre havia um engraçadinho que ouvia banana e passava
taturana! Veja mais.

Você também pode gostar