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Métodos de controle físico

 Fogo  Cor  Armadilhas


 Drenagem  Luz luminosas
 Inundação Infravermel  Som
 Temperatur ho
a  Luz visível


 Métodos de controle Biológico
 É o fenômeno natural que consiste na regulação do número de plantas e
animais por inimigos naturais, que constituem os agentes de mortalidade biótica.
 Procedimentos básicos de controle biológico – em MIP, devem ser
adotados os procedimentos básicos de controle biológico, quais sejam, introdução,
conservação e multiplicação. Cada um deles representara um tipo de controle
biológico, respectivamente, controle biológico clássico, natural e aplicado.

 Controle biológico clássico – consiste na importação e colonização de
parasitoides ou predadores, visando o controle de pragas exóticas. O controle
biológico era até então visto como uma medida de controle a longo prazo, pois a
população de inimigos naturais teria que aumentar com o passar do tempo, e,
portanto, somente se aplicaria a culturas semi perenes ou perenes.

 Controle biológico Natural – refere-se à população de inimigos naturais
que ocorre naturalmente. Atendendo a um dos preceitos básicos, ou seja,
conservação, tais parasitoides e predadores devem ser preservados.

 Controle biológico aplicado – trata-se de liberações de parasitoides ou
predadores, após sua produção massal em laboratório, visando a redução rápida da
população da praga para o seu nível de equilíbrio. Esse tipo de controle biológico e
mais facilmente aceito pelo usuário, pois tem sua ação rápida, muito semelhante a
inseticidas convencionais.

 Os insetos entomófagos podem ser parasitoides ou predadores.
 Parasitoide mata o hospedeiro e exige somente um indivíduo para
completar o desenvolvimento, o adulto tem vida livre.
 Predador é um organismo de vida livre durante todo o ciclo de vida e que
mata a presa, usualmente é maior do que a presa e requer mais do que um indivíduo
para completar o desenvolvimento.

 Formas de exploração dos hospedeiros
1) Coinobiontes – parasitoides que permitem que os hospedeiros
cresçam e continuem a se alimentar após o parasitismo.
2) Idiobiontes – ecto ou endoparasitoides de ovos ou pupas, que
matam seus hospedeiros antes da emergência e, portanto, se
desenvolvem em hospedeiros mortos ou paralisados.

 Vantagens e desvantagens do controle biológico
 Vantagens:
 Protege a biodiversidade  Reduz dependência de
 Aumenta o lucro do petróleo
agricultor  Não deixa resíduos e nem
afeta polinizadores
 Desvantagens
 Especificidade (especialmente para culturas com muitas pragas)
 Exige conhecimento de tecnologia, as vezes de difícil implementação
especialmente pelo nível cultural do agricultor

 Métodos de controle autocida
 O emprego de técnica do inseto estéril e a manipulação genética de pragas
tem por objetivo reduzir o potencial reprodutivo das pragas. As pragas são utilizadas
contra os membros da mesma espécie, por isso, essa técnica tem sido conhecida
como autocida.
 O controle autocida baseia-se no princípio da esterilidade por meio de
liberações continuas e inundativas de machos estéreis em uma população, os quais
acasalariam com femeas normais, produzindo ovos inférteis, o que levaria a uma
redução da população de uma determinada praga.

 Métodos Químicos
 Inseticidas – são compostos químicos ou biológicos que aplicados direta
ou indiretamente sobre insetos, em doses adequadas, provocam sua morte. O poder
toxico de um inseticida é determinado estabelecendo -se a dose mínima necessária
para matar o inseto.

 Métodos de aplicação de inseticidas
1) Polvilhamento – os inseticidas são aplicados na forma de pó seco com
aparelhos denominados polvilhadeiras
2) Via liquida – os aplicadores de líquidos recebem denominações
diversas, dependendo do tipo de bico e do tamanho das gotículas
produzidas. A finalidade dos bicos é produzir gotas, sendo
classificados de acordo com a energia utilizada

 Manejo integrado de pragas (MIP)
 É definido como: sistema de decisão para uso de táticas de controle,
isoladamente ou associadas harmonicamente, numa estratégia de manejo baseada
em analises de custo/benefício que levam em conta o interesse e/ou impacto nos
produtores, sociedade e ambiente.
 Principais etapas para a elaboração de um programa de manejo de pragas.
1) Reconhecimento das pragas mais importantes (pragas chave)
2) Avaliação dos inimigos naturais (mortalidade natural no
agroecossistema)
3) Estudo de fatores climáticos que afetam a dinâmica populacional da
praga e seus inimigos naturais
4) Determinação dos níveis de dano econômico e de controle
5) Avaliação populacional (amostragem)
6) Avaliação dos métodos mais adequados para incorporar num
programa de manejo

 Alicerce para decisões do MIP:
1) Mortalidade natural no agroecossistema
2) Níveis de ação
3) Identificação das pragas
4) Amostragem
 Colunas do MIP
1) Inseticidas
2) Controle biológico
3) Feromônios
4) Manipulação genética de pragas
5) Variedades resistentes a insetos
6) Manipulação do ambiente e métodos culturais