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JALUNO Ne NOME: Loneina D) Tndique a fungao sintatica de “o papa” e classifique a voz verbal da oreo que vocé apresentou em: a. (02 escores) “o papa” nciio de sujeito ativoy da voz v ©) Forme uma oracdo que enfatize o termo “os jovens do mundo”. (01 escore) jos pelo na Jor nitude. 9 d) Indique a fungBo sintatica de “os jovens do mundo” na oracao que voce elaborou em ¢. (01 escore) e Jo “Os jovens d es 4 i 2 v y e) Analisando as atividades realizadas nos subitens anteriores, comente a diferenca que se estabelece nos enunciades ao empregarmos diferentes vozes verbais. (02 escores) = 9 A pa i ‘aeio verbal, . enquanto que, 20 empreaarmos a voz passiva, damos énfase ao suieite ciente, aquele que ‘a. ac&o verbal. \ 22, Leia este titulo de noticia transcrito de um provedor da internet: RJ — Idosas ajudam na prisao de falso sequestrador por telefone. -chitw/odia.terrs.com br/portalftio>, Acessa em: 6 ago. 2010. ‘0 Dia. Disponivel em: http://adia.terra.com br/portal/rio. Acesso em 6 ago. 2010. a) A erganizacSo sintética dessa frase possibllita atribuir a ela mais de um sentido. Aponte dois ssentidos possiveis para 0 enunciado. (G2 escores) © coeei . . a vi 2 fal: jus = i J rat ue b) Reescreva a manchete inicial, alterando a ordem de seus termos, de maneira a evitar a ambiguidade, (01 escore) lefor 4 Corregao gramatical e/ou apresentacdo da prova: 0,2 ponto. FIM DA PROVA SSAA / STE / CMCG 2013 GABARIIO MCG JAE4/2013 - PORTUGUES| A | on | ALUNO N°: NOME: TURMA: TertSiriey/Prat= Londina QUESTAO UNICA (44 escores) PET ANAI Gu! MULTIPLA ESCOLHA | (08 escares) NOS PARENTESES A ESQUERDA. | ESCOLHA A UNICA RESPOSTA CERTA, ASSINALANDO-A COM UM " Lele os textos que se seguem e responda ao item O1. Texto I Antigamente Antigamente, os pirralhos debravam a lingua diante dos pais e se um se esquecia de arear os dentes antes de cair nos bracos de Morfeu, era capaz de entrar no couro. Nao devia também se esquecer de lavar os pés, sem tugir nem mugir. Nada de bater na cacunda do padrinho, nem de debicar os mais velhos, pois levava tunda. Ainda cedinho, aguave as plantas, ia ao corte e logo Voltava aos penates. Nao ficava mangando na rua, nem escapulia do mestre, mesmo que ndo entendesse patavina da instrucao moral e civica. O verdadeiro smart calgava botina de botées para comparecer todo lird ao copo d’Agua, se bem que no convescote apenas lambiscasse, para evitar flatos. Os bilontras é que eram um précipicio, jogando com pau de dois bicos, pelo que carecia muita cautela e caldo de galinha. O melhor era pér as barbas de molho diante de um treteiro de topete, depois de fintar ¢ engambelar os colés e, antes que se pusesse tudo em pratos limpos, ele abria 0 arco. jova Aguilar, 1983 (fragmento) Palavras do arco da velha Expressao Significado Cair nos bracos de Morfeu | Dormir [Debicar ___| Zombar, ridicularizar [Tunda | Surra [Manger Escarnecer, cagoar | Murmurar_ | Bem-vestido anche oferecido pelos amigos _| | Convescote [Piquenique [Bilontra Velhaco |Treteiro de topete [rratante atrevido =I [Abrir 0 arco [Fugir FIORIN, 3. L.As jinguas mudam. In: Revista Lingua Portuguesa, 1, 24, out. 2007 (adiaptado), SSAA / STE / CMCG 2013 ALUNO N°: NOME: TURMA: 01. 02 MCG |AE4/2013 ~ PORTUGUE: EGG Loncina (ENEM 2012 - adaptada) Ne leitura do fragmento do texto “Antigamente” constata-se, pelo emprego de patavras arcaicas, que itens lexicais outrora produtives ngo mais 0 so no portugués brasileiro atual, Esse fenémeno revela que o/ a(s) (A) lingua portuguesa de antigamente carecia de termos para se referir a fatos e coisas do cotidiano. (8) portugués brasileiro se constitul evitando 2 ampliacéo do léxico proveniente do portugués europeu. (.C) diversas Influéncias sofridas pelo portugués brasileiro levam a uma estabilidade do seu léxico no eixo temporal. ((D) portugués brasileiro apoia-se no (éxico do inglés para ser reconhecido como lingua independente. (CE) léxico do portugués representa uma realidade linguistica variavel e diversificada. Leia o fragmento de entrevista com Marcos Bagno e responds ao item 02, Pode parecer inacreditével, mas muitas das prescricdes da pedagogia tradicional de lingua até hoje se baseiam nos usos que os escritores portugueses do século XIX faziam da lingua, Se tantas pessoas condenam, por exemplo, 0 uso do verbo “ter” no lugar de “haver”, como em “hoje tem feijoada”, & simplesmente porque os portugueses, em dado momento da histéria de sua lingua, deixaram de fazer esse uso existencial do verbo “ter”. No entanto, temos registros escritos da época medieval em que aparecem centenas desses usos. Se nés, brasilelros, assim como os falantes africans de portuguas, usamos até hoje o verbo “ter” como existencial, € porque recebemos esses usos dos nossos ex-colonizadores. Nao faz sentido imaginar gue brasileiros, angolanos e mocambicanos decidiram se Juntar para “errar” na mesma coisa. E assim acontece com muitas outras coisas: regéncias verbais, colocac3o pronominal, concordancias nominais e verbais etc. Temos Uma lingua propria, mas ainda somos obrigados @ seguir uma gramatica normativa de outra lingua diferente. As vésperas de comemorarmos nosso bicentendrio de independéncie, née fez sentido continuar rejeitando o que é nosso para sé aceitar o que vem de fora, Nao faz sentido rejeitar 2 lingua de 190 milhées de brasileiros para s6 considerar certo o que é usado por menos de dez milhdes de portugueses. Sé na cidade de Sdo Paulo temos meis felentes de portugués do que em toda a Europa! BAGNO, Marcos. Informative Parabola Editorial s/6 (ENEM 2012 - adaptada) Na entrevista, o entrevistado defende o uso de formas linguisticas Coloqulais e faz uso da norma padrao em toda a extensdo do texto. Isso pode ser explicado pelo fato de que ele (A) adapta o nivel de linguagem a situacdo comunicativa, uma vez que o veiculo de comunicacao, Parabola Editorial, requer 0 uso da norma padrao. ('B) apresenta argumentos carentes de comprovacdo cientifica e, por isso, defende um ponto de vista dificil de ser verificado na materialidade do texto. ((C) prope que © padro normativo deve ser usado por falantes escolarizados como ele, enquanto & norma coloquial deve ser usada por faiantes ndio escolarizados (D) acredita que a lingua genuinamente brasileira esté em construcao, 0 que 0 obriga 2 incorporar ‘em seu cotidiano a gramética normativa do portugués europeu (E) defende que a quantidade de falantes do portugués brasileiro ainda ¢ insuficiente para acabar com a hegemonia do antigo colonizador. SSAA / STE / CMCG 2013 |