Você está na página 1de 36

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

SETOR PALOTINA
CURSO DE ENGENHARIA DE ENERGIAS RENOVÁVEIS
DISCIPLINA: GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS

Caracterização de
Resíduos Sólidos
Recicláveis

Prof. Eliane Hermes


2018
PAPEL

2° Resíduo mais gerado no Brasil


Fatores que diferenciam os tipos de papel:
✓ Aditivos usados na sua fabricação
✓ Presença de alguma impregnação ou revestimento
✓ Gramatura

96% do papel prod. Brasil: pinheiros e eucaliptos: BIODIVERSIDADE

Produção brasileira de papéis por tipo


Madeira, bagaço de cana-de-
açúcar, bambu, palha de arroz,
entre outros

Processos Processos Químicos


combinados com Processos
Químicos
Mecânicos Mecânicos

Pasta celulósica Pasta celulósica de


química não- alto rendimento não-
branqueada branqueada

AGENTES PAPEL AGENTES


ALVEJANTES ALVEJANTES

Pasta celulósica ADITIVOS Pasta celulósica de alto


química branqueada rendimento branqueada
Uma ton. Papel reciclado poupa cerca de 22 árvores nativas
ou 50 eucaliptos

Aparas: economia de insumos:


Fabricação = 44 a 100 mil L de água 5 a 7,6 mil KW de energia
Reciclagem = 2 mil L de água 2,5 mil KW de energia

5 milhões de
66,2% do papel produzido – RECICLAGEM toneladas por ano
em 2017
80% - confecção de embalagens 18% - papéis sanitários 2% - impressão

Papel reciclável – jornais e revistas, folhas usadas e de rascunho, cartões,


envelopes, formulários e papelão.

Papel não reciclável - papéis sanitários, papel impregnado ou revestido com


substâncias impermeáveis, plastificado ou metalizado, papel carbono, papel
vegetal, papel sujo, contaminado ou engordurado.
PLÁSTICO

3° Lugar entre os resíduos gerados no Brasil

Produzido pela polimerização de derivados do petróleo


Geram grande volumes

Excesso é indesejável dificuldade no escoamento de gases

NATURAIS OU SINTÉTICOS

Classificação de acordo com a reciclagem:

❑ Termoplásticos: características de serem amolecidos e fundidos com


aquecimento adequado, podendo ser moldados repetidas vezes.

Tipos: PET (politereftalato de etileno), PEAD (polietileno de alta


densidade), PVC (policloreto de vinila), PEBD (polietileno de baixa
densidade), PP (polipropileno), PS (poliestireno)
PET (politereftalato de etileno)

Características: Alta densidade, muito resistente e


amolece a baixa temperatura
Produtos: Frascos e garrafas para uso alimentício/
hospitalar, refrigerante, cosméticos, fibras têxteis, etc.
Benefícios: Transparente, inquebrável, impermeável, leve.

PEAD (polietileno de alta densidade)

Produtos: Embalagens para detergentes, sacolas de


supermercado, tampas, tambores para tintas, potes, etc.
Benefícios: Inquebrável, resistente a baixas temperaturas,
leve, impermeável, rígido e com resistência química.
PVC (policloreto de vinila)

Características: alta densidade, queima com grande dificuldade

Produtos: tubulação para água e esgoto, etc.

Benefícios: rígido, impermeável, resistente à temperatura

PEBD (polietileno de baixa densidade)

Características: baixa densidade, queima como vela


liberando cheiro de parafina superfície lisa
Produtos: filmes para fraldas descartáveis, bolsa para
soro medicinal, sacos de lixo, lonas agrícolas, etc.
Benefícios: flexível, leve, transparente e impermeável
PP (polipropileno)
Características: baixa densidade, queima como vela
liberando cheiro de parafina
Produtos: Filmes para embalagens de alimentos, utilidades
domésticas, potes, fraldas e seringas descartáveis, etc.
Benefícios: conserva o aroma, inquebrável, rígido e
resistente a mudanças de temperatura

PS (poliestireno)
Características: alta densidade, quebradiço, afetado por
muitos solventes
Produtos: potes para iogurtes, sorvetes, bandejas de
supermercado, brinquedos, copos descartáveis, etc.
Benefícios: Impermeável, rígido, leve
EPS (poliestireno expandido)

Espuma rígida obtida por meio da expansão da resina PS durante a sua


polimerização.
Constituído por um aglomerado de grânulos.
Realizada injetando-se um agente químico na fase de reação da
polimerização.
Agentes de expansão: hidrocarbonetos criogênicos (Ex.: gás carbônico).

Principais aplicações são na


proteção de embalagens e
no isolamento térmico.
❑ Termofixos:

- PU (poliuretano)
- EVA (poliacetato de etileno vinil)
- Plásticos fenólicos
- Poliéster

Produtos: Cabos de panela, botões de rádio, CD’s, canetas,


bijuterias, espumas, embalagens à vácuo, fraldas descartáveis,
solados de sapato, telhas reforçadas com fibra de vidro,
revestimentos de móveis e outros.
Benefícios: flexibilidade, leveza

O Brasil recicla hoje em dia 20% dos polímeros produzidos


(Plástico Transforma, 2017).
Sua reciclagem promove uma enorme economia e redução de impactos
(Ribeiro e Morelli, 2009):

✓ 97% de economia de energia


✓ 86% de economia de água
✓ 98% menos emissões de CO2
✓ 92% menos emissões de CO

TEMPO DE DECOMPOSIÇÃO QUANDO DESCARTADOS COMO RESÍDUOS SÓLIDOS DOMÉSTICOS:


PRODUTO TEMPO (ANOS)
Sacolas plásticas 500
Fraldas descartáveis 450
Embalagens de bebidas 400
Tampas de garrafas 150
Copos plásticos 50

Estima-se que no mundo se utilize 1,5 BILHÃO


de sacolas plásticas por DIA
VIDRO

❑ Quase que totalmente feito à base de silício (SiO2) – principal


componente da areia

❑ Aditivado como óxido de sódio (Na2O) e óxido de cálcio (CaO)

❑ Adição de sais metálicos – uso previsto e cor pretendida

❑ Reciclável – vidro de garrafas em geral, frascos de remédio,


perfumes, produtos alimentícios e de produtos de limpeza em geral, vidro
plano, vidro cristal, louças e cerâmicas, entre outros.

❑ Não reciclável – vidro de espelhos, vidro temperado em geral, vidro


plano, vidro cristal, louças e cerâmicas, entre outros.
COMPOSIÇÃO DO VIDRO

O vidro pode levar até 5 mil anos para se


decompor (Ribeiro e Morelli, 2009)

Das mais de 1 milhão de toneladas de vidro


produzidas por ano apenas 47% são recicladas
(ABIVIDRO, 2012).

Fonte: ABIVIDRO (2009)


1 tonelada de caco
=
1 tonelada de vidro
TIPOS DE VIDROS:
Dependendo da formulação, os vidros tem ǂ cores (propr. químicas e físicas ǂ):
De acordo com a pré utilização o vidro pode ser considerado:
PRIMÁRIO: fusão da matéria-prima em altas temperaturas
SECUNDÁRIO: transforma o vidro em outros produtos derivados do próprio
vidro. Ex: espelhos e vidros temperados.
METAIS

❑ Obtidos por um processo que se inicia com a extração do minério e


redução do metal a partir do seu minério.

FUSÃO

MOLDAGEM

RESFRIAMENTO

❑ TODOS SÃO RECICLÁVEIS

ALUMÍNIO
Separação alumina refino químico

100% reciclável
O alumínio é o material reciclável mais valioso atualmente, seu preço gira
em torno de R$1,50 o quilo do material (74 latinhas)
PET ou vidro: R$0,35
Papel: R$0,10

Brasil ocupa o 1° lugar no ranking de reciclagem: 95%


Japão ocupa o 2° lugar no ranking de reciclagem: 90%

AÇO

Redução da hematita (minério de ferro) + adição de outros elementos


formadores de ligas geralmente moldado na forma de chapas

CHAPAS – estanho, cobre e cromo

FOLHAS DE FLANDRES
EMBALAGENS LONGA-VIDA
❑ Lançada no Brasil na década de 70 pela empresa TETRAPAK
❑ Função: envasar alimentos (leites e sucos), molhos de tomate e maionese

Esses materiais criam uma barreira que impede além da entrada de luz,
ar, água e microrganismos, ao mesmo tempo não permitem que o
aroma dos alimentos deixe a embalagem
EMBALAGENS DE AGROTÓXICOS
Produtos de processos físicos, químicos ou biológicos, destinados ao uso
nos setores de produção, no armazenamento e beneficiamento de
produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas nativas e
outros ecossistemas, cuja finalidade seja alterar a composição da flora ou
da fauna, para preservá-las da ação danosa de seres vivos considerados
nocivos, e substâncias e produtos empregados como desfolhantes,
dessecantes, estimuladores e inibidores de crescimento (ANVISA).

❑ 135 milhões de embalagens de agrotóxicos vendidas por ano


no Brasil.

❑ Recolhidas, incineradas ou recicladas de forma segura, pois


constituem resíduos potencialmente perigosos (INPEV, 2006).

❑ Lei Federal 9.974/2000 – regras para recolhimento,


transporte e destinação final dessas embalagens vazias.
LÂMPADAS FLUORESCENTES
➢ Responsável por 70% da luz artificial do mundo.

➢ As lâmpadas contendo Mercúrio tem eficiência luminosa de 3 a 6 vezes


superior às outras lâmpadas e possuem vida útil de 4 a 15 vezes mais longa.

Uma lâmpada fluorescente é composta por:


❑ um tubo selado de vidro, preenchido com gás argônio à baixa pressão
e vapor de mercúrio, também à baixa pressão.

O interior do tubo é revestido por uma poeira fosforosa constituída por


vários elementos, como:
alumínio, antimônio, cádmio, bário, chumbo, cromo manganês,
MERCÚRIO (Hg+2)
A corrente elétrica gera uma descarga no gás.
Energia ultravioleta gerada pelo vapor de mercúrio
ativa uma camada de material fluorescente
constituída por fósforo

Conversão da radiação ultravioleta em luz visível

Norma ABNT NBR 10.004 – Norma Brasileira de Resíduos Sólidos - Os resíduos


de lâmpadas de mercúrio são resíduos perigosos – Classe I, porque apresentam
concentrações de mercúrio e chumbo que excedem os limites regulatórios

100 mg de Hg/kg de resíduo


Bioacumulação e danos aos
rins, cérebro e formação fetal

Estima-se que o mercado envolva 300 milhões de


lâmpadas fluorescentes por ano (PGRS, 2014).

▪ Lâmpadas de LED: não contém substâncias nocivas à saúde humana e à natureza


PILHAS E BATERIAS

PILHA – dispositivo que gera eletricidade a partir da transformação da


energia química.
Mercado nacional: 700 a 800 milhões/ano (PGRS, 2014)

BATERIA – associação de pilhas agrupadas em um único conteiner.


Quando a tensão fornecida por uma pilha é insuficiente para o
funcionamento de um equipamento 2 ou mais pilhas são associadas
formando uma bateria com a função de gerar a tensão necessária.
Mercado nacional: 17 milhões/ano (PGRS, 2014)
PRIMÁRIAS:
- zinco/dióxido de manganês
- zinco/cloreto
Lanternas, rádios e relógios
- zinco/dióxido de mangânes
- zinco/óxido de prata

SECUNDÁRIAS:
- chumbo-ácido
- níquel-cádmio Aparelhos sem fio, notebooks,

- níquel-hidreto metálico celulares


- íons lítio

É obrigatória a devolução de todas as pilhas e baterias


usadas aos fabricantes ou importadores, que ficam
responsáveis pela sua destinação final, independente das
características dos produto (PNRS, 2010).
LIXO ELETRÔNICO
Equipamentos eletrônicos substituídos rapidamente

São descartadas anualmente no mundo 50 milhões de toneladas


No Brasil 1 milhão de computadores são descartados de forma
inadequada por ano (2,6 Kg hab.ano) (PGRS, 2014)

Composição:
✓ 40% de plásticos
✓ 37% de metais
✓ 18% de outros materiais
✓ 5% de dispositivos eletrônicos: presença de cádmio, cobre, ferro,
manganês, níquel, zinco, chumbo, estanho, ouro e prata (ANDRADE,
2002).
CONSTRUÇÃO CIVIL
Conjunto de fragmentos ou restos de tijolos, concreto, argamassa, aço, madeira etc.,
provenientes do desperdício na construção, reforma e/ou da demolição de estruturas,
como prédios, residências e pontes.
- Brita - Areia
- Materiais cerâmicos - Argamassas
- Concretos - Madeira
- Papéis - Plásticos, pedras
- Tijolos - Solventes
- Gesso - Tinta

✓ Desperdícios correspondem a 20% do material


utilizado em uma obra
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS (NBR 10.004/2004):

✓ Inertes: rochas, tijolos, vidros, alguns plásticos, etc.


✓ Perigosos: tintas, solventes, lâmpadas fluorescentes, etc.

A Resolução CONAMA 307 (2002) estabelece diretrizes,


critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da
construção civil.

CLASSIFICAÇÃO CONAMA:

I – Classe A: Reutilizáveis ou recicláveis


como agregados
II – Classe B: Recicláveis
III – Classe C: Reciclagem não viável
economicamente
IV – Classe D: Perigosos
RESÍDUOS DO SERVIÇO DE SAÚDE

De acordo com a RDC ANVISA n° 306/2004 e Resolução CONAMA n°


358/2005, os RSS são classificados em cinco grupos: A, B, C, D, E.

GRUPO A engloba os componentes com possível presença de agentes


biológicos que, por suas características de maior virulência ou concentração,
podem apresentar risco de INFECÇÃO. Exemplos: placas e lâminas de
laboratório, carcaças, peças anatômicas (membros), tecidos, bolsas
transfusionais contendo sangue, dentre outras.
GRUPO B contém substâncias QUÍMICAS que podem apresentar risco à
saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de
inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade. Exemplos: medicamentos
apreendidos, reagentes de laboratórios, resíduos contendo metais pesados, dentre
outros.

GRUPO C materiais resultantes de atividades humanas que contenham


RADIONUCLÍDEOS em quantidades superiores aos limites de eliminação
especificados nas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN.
Exemplos: serviços de medicina nuclear e radioterapia, etc.
GRUPO D não apresentam risco biológico, químico ou
radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser
equiparados aos resíduos domiciliares. Exemplos: sobras de
alimentos e do preparo de alimentos, resíduos de áreas
administrativas, etc.

GRUPO E materiais PERFURO-CORTANTES ou ESCARIFICANTES,


tais como lâminas de barbear, agulhas, ampolas de vidro, pontas diamantadas,
lâminas de bisturi, lancetas, espátulas e outros similares.

Os RSS devem ser segregados, identificados, acondicionados, armazenados


e transportados, tratados e dispostos de acordo com a Resolução RDC
306/2004 da ANVISA e a Resolução 358/2005 do CONAMA
RESÍDUOS RADIOATIVOS

❑ Caso Específico

❑ Instituto de Radioproteção e Dosimetria do CNEN (Conselho Nacional


de Energia Nuclear)

❑ Fontes geradoras de resíduos radioativos

❑ Acidente Goiânia Césio 137

❑ Emissão > 2 µCi/kg (microcuries por quilograma)

❑ Perda da característica de acordo com o tempo de


meia vida do elemento radioativo presente.
Fonte: CNEN (1999)
PNEUS, PNEUMÁTICOS E SIMILARES
Pneu ou pneumático: componente de um sistema de rodagem, constituído de
elastômeros, produtos têxteis, aço e outros materiais que quando montado em
uma roda de veículo e contendo fluido(s) sobre pressão, transmite tração dada
a sua aderência ao solo, sustenta elasticamente a carga do veiculo e resiste à
pressão provocada pela reação do solo (CONAMA 416, 2009).

Um pneu novo de automóvel pesa cerca de 10 kg

VULCANIZAÇÃO

✓ Resistência e elasticidade
✓ Aquecimento da borracha enxofre e agentes aceleradores e ativadores
✓ Formação de ligações cruzadas
✓ Reciclagem complexa – necessidade de romper
ligações cruzadas para uma nova vulcanização
A destinação ambientalmente adequada dos pneus inservíveis é
regulada pela Resolução 416 (2009) do CONAMA

✓ A partir da entrada em vigor desta resolução, para cada pneu novo


comercializado para o mercado de reposição, as empresas fabricantes ou
importadoras deverão dar destinação adequada a um pneu inservível.

✓ Os fabricantes e os importadores de pneus novos deverão implantar, nos


municípios acima de 100.000 habitantes, pelo menos um ponto de coleta no
prazo máximo de até 01 (um) ano, a partir da publicação desta Resolução.

Apenas 25,81% (758) dos municípios brasileiros controlam a


destinação dos pneus inservíveis (PGRS, 2014).
ÓLEO LUBRIFICANTE
➢ Derivados do petróleo
➢ Produzidos e comercializados cerca de 234 milhões de litros de óleo básico
(SINDIRREFINO, 2011)

➢ Resíduo perigoso (toxicidade) – NBR 10.004 (ABNT, 2004)

➢ Portarias 125, 126, 127 e 128/1999 ANP - normas para o gerenciamento


do recolhimento, coleta e destinação final dos óleos lubrificantes usados

➢ Resolução CONAMA 362/2005

RERREFINO

industrialização e a
comercialização de novos óleos
lufrificantes não recicláveis,
nacionais ou importados
➢ Possível presença de bifenilas policloradas no óleo máximo 50 ppm
para óleo rerrefinado

➢ Produção bifenila proibida

Para a reciclagem os óleos são classificados em:

- INDUSTRIAL: menor nível de aditivação e desgaste menor, usado


puro na lubrificação de motores, ou em emulsões com água –
arrefecimento em operações de corte de peças metálicas.

- AUTOMOTIVO: níveis de aditivação e degradação mais elevados do


que os industriais.

1 ton/dia óleo lubrificado usado


=
esgoto doméstico 40 mil hab.
GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS
Conjunto de decisões estratégicas e das ações voltadas à busca de
soluções para resíduos sólidos, envolvendo políticas, instrumentos e
aspectos institucionais e financeiros.

- Atribuição de todos

- Pautada nos 4 R’s da minimização:

REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO

RECICLAGEM RECUPERAÇÃO DE ENERGIA


REDUÇÃO NA FONTE

Qualquer mudança no projeto, fabricação, compra ou uso de


materiais/produtos, inclusive embalagens, de modo a reduzir a sua
quantidade ou periculosidade, antes de se tornarem subprodutos (EPA).
Exemplos:
- Uso de correio eletrônico - Uso de ambos os lados de papéis
- Compra de produtos em tamanhos maiores ou a varejo
- Reduzir a quantidade de embalagens

REUTILIZAÇÃO
Aproveitamento sem sua transformação biológica, física
ou físico-química
SISNAMA, SNVS (Lei 12305/2010).
RECICLAGEM

Transformação dos resíduos sólidos que envolve a alteração de suas


propriedades físicas, físico-químicas ou biológicas com vistas à
transformação em insumos ou novos produtos.
Padrões estabelecidos pelo SISNAMA, SNVS, etc (Lei 12305/2010).

❑ BENEFÍCIOS

RECUPERAÇÃO DE ENERGIA
Recuperação de energia térmica gerada pela combustão dos resíduos sólidos urbanos, por
processos de tratamento por oxidação térmica, pirólise e gaseificação, entre outros.

❑ Exemplo