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Violência contra mulheres, por psicopatas

Mais uma vez a história se repete. Digo história, porque não falo de apenas notícias
policiais relatando crimes cruéis contra mulheres, praticados muitas vezes por quem mais
amam, mas por fatos que ocorreram há muito tempo mesmo. Simone de Beauvoir relata
muitos desses fatos em seu livro “O Segundo Sexo”, em que mostra a situação muitas das
vezes difícil, em que as mulheres passaram ao longo dos tempos. Outro livro que indicaria as
mulheres de hoje é “Mentes Perigosas”, de Ana Beatriz Barboza Silva, onde ela fala de casos
famosos e de como identificar psicopatas. Dos pontos que aparecem ou capítulos em livro,
relembro: Saiba com quem você está lidando; As aparências enganam; Não se esqueça de
considerar a voz de sua intuição; Abra os olhos com pessoas maravilhosas ou excessivamente
bajuladoras; Autoconhecimento é fundamental; Não entre no jogo das intrigas; Cuidado com o
jogo de pena e culpa; Não tente mudar o que não pode ser mudado; Busque ajuda
profissional. Esses e outros detalhes devem ser levados em conta pelas mulheres, para a sua
segurança.

Saber que o mal existe é um bom começo. Os estudos da psicologia de longa data que
sabem sobre alguns transtornos mentais, e entre eles está a psicopatia. Outros como
esquizofrenia, etc, são mais perceptíveis, e nem sempre antissociais. Já a psicopatia tem níveis
e dependendo é muito difícil de perceber. Mas o mal é real e pode ser provado tecnicamente
por um profissional. Justamente o profissional que pode alertar a pessoa se ela tem esse
aspecto. Mas a aparência engana, quando se trata de uma visão não técnica sobre a pessoa.
Psicopatas são ás vezes muito queridos, belos, inteligentes e bem dados em um grupo.
Conquistadores, têm as mulheres em suas mãos e cedo ou tarde mostram a sua frieza e
egoísmo, muito superior ao comum ou tolerável. Por fim, acabam por assassinar a vítima, e
ainda pior, se fazendo de vítima. São manipuladores e nunca reconhecem a sua
responsabilidade. São bajuladores e exagerados, e parecem emotivos, mas fingem a emoção.
Por isso fazem muitas vezes um jogo de intrigas e usam da pena e da culpa para manipular
suas vítimas. Perfeccionistas, não reconhecem os menores defeitos contra si mesmos. Não
raro, têm um corpo perfeito ou boa aparência. Quando falam da família, acabam por dar
respostas vagas e fugindo do assunto. Não raro o problema ocorre em família, e alguém
estaria na cadeia, não comentando o homem perfeito sobre a situação, com sua “amada”. Ele
acaba sendo o puxa-saco da mulher, mas na primeira confusão, tende a se livrar da mesma
mulher. Casos de ciúmes doentios e ameaças de morte são também corriqueiros para esse
perfil. E eles não sofrem, mas se frustram por não conseguir a perfeição tão desejada. Quem
merece pena é uma pessoa que realmente sofre, e o psicopata mais é um fingidor e
manipulador. E o agressor da mulher sempre coloca a culpa nela, nesses casos.

Vemos assim que o fenômeno não é novo, e que a mídia ainda mostrará por vezes
esses casos. Fato é que para um profissional em uma análise não tem como o agressor real se
esconder, e nem adiantará fingir. Um simples teste tende a desmascarar esse perfeccionismo,
e cedo ou tarde a máscara cai. Isso prova a importância da psicologia na prevenção desses
casos, e também no aconselhamento em que leve a mulher a se afastar de seu algoz.

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