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Lógica Matemática e Elementos de Lógica digital

Caderno de Laboratório

Experimentos Parte 1

Caderno de Laboratório

Barra do Garças

Lívia Lopes Azevedo

Lógica matemática e elementos de lógica digital Prof a . Lívia Lopes Azevedo

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Sumário

1 Introdução

5

2 Apresentação

5

3 Regras de avaliação

5

4 Normas de relatório

6

5 Normas do laboratório

6

1 Familiarização com equipamento

7

1.1 Objetivo

7

1.2 Introdução

7

1.2.1 Placa de montagem de circuitos (PROTOBOARD):

7

1.2.2 Fontes de Alimentação

8

1.2.3 Multímetro

8

1.2.4 Diodo

9

1.2.5 Resistores

10

1.2.6 Leds de monitoração

10

1.2.7 Chaves de Codificação

11

1.2.8 Circuitos integrados (CI)

11

1.3 Precauções sobre o equipamento

13

1.4 Outras Recomendações:

13

2 Experimento 1

14

2.1 Contextualização

14

2.2 Experimento

14

2.3 Objetivo

14

2.4 Material Necessário:

14

2.5 Procedimento

14

2.5.1

Praticando

14

2.6

Questões

15

3 Experimento 2

16

3.1 Contextualização teórica

16

3.2 Experimento

16

3.3 Objetivo:

16

3.4 Material necessário

16

3.5 Procedimento

16

3.5.1

Praticando

16

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3

3.6

Questões

20

4 Experimento 3

21

4.1 Contextualização

21

4.2 Experimento

21

4.3 Objetivo

21

4.4 Material necessário

21

4.5 Procedimento

21

4.6 Questões

22

5 Experimento 4

23

5.1 Contextualização

23

5.2 Objetivo

23

5.3 Material necessário

24

5.4 Procedimento

24

5.5 Questões

25

6 Experimento 5

27

6.1 Contextualização

27

6.2 Experimento

28

6.3 Objetivo

28

6.4 Material necessário

28

6.5 Procedimento

28

6.6 Questões

29

7 Experimento 6

31

7.1 Contextualização

31

7.2 Experimento

32

7.3 Material necessário

32

7.4 Procedimento

33

7.5 Questões

34

8 Experimento 7

36

8.1 Contextualização (Álgebra de Boole)

36

8.2 Objetivo

36

8.3 Material necessário

36

8.4 Procedimento

37

8.5 Contextualização (Teoremas de De Morgan)

39

8.6 Procedimento

39

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9 Exercícios extras

41

10 Anexo 1 - Pinologia de alguns circuitos integrados da família TTL

44

11 Referências bibliográficas:

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Caderno de Laboratório

1 Introdução

A utilização do laboratório é destinada à aplicação da parte teórica apresentada na exposição,

complementado de forma fundamental o ensino da disciplina Lógica Matemática e Elementos

de Lógica Digital. As aulas foram organizadas de forma a abranger todo o conteúdo proposto no

plano de ensino.

2 Apresentação

Cada aula corresponde a um Relatório que deverá ser preenchido seguindo as orientações contidas nas atividades previstas e com todas as informações e dados solicitados pelo professor ou no próprio relatório.

3 Regras de avaliação

Todas as aulas de laboratório são avaliativas. Cada Relatório individual preenchido tem o valor de 10 pontos, sendo 7 pontos atribuídos a parte escrita e 3 pontos atribuídos a participação nos experimentos. Não haverá reposição de práticas de laboratório. Os alunos que faltarem à determinada prática de laboratório terão automaticamente nota zero na participação naquela prática.

A média da disciplina corresponderá:

+

=

2

;

=

Onde:

M i = Média Intermediária; M f = Média Final; PE = Prova escrita; Lab = corresponde às práticas de laboratório

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4 Normas de relatório

A parte prática da disciplina, realizada no laboratório, deverá ser formalizada com um relatório. O relatório é um documento e como tal deve ser organizado. Deverá ter as seguintes informações:

o autor do documento;

o experimento realizado;

a data do experimento;

os objetivos,

os materiais utilizados,

o procedimento detalhado do experimento,

as conclusões,

as referencias

Os relatórios deverão ser entregues imediatamente após a realização do experimento, ou segundo orientação do professor. A identificação do autor, do experimento e data de realização deverá ser apresentada na capa do relatório.

5 Normas do laboratório

Para as aulas de laboratório os alunos deverão seguir as seguintes normas:

a) Chegar pontualmente à aula de prática de laboratório e teórica;

b) Ler atentamente as instruções relativas à sua experiência;

c) Examinar os aparelhos (módulos de testes) que serão utilizados nas experiências de modo a

se familiarizar com o funcionamento deles;

d) Anotar todas as explicações dadas pelo professor, pois essas notas serão úteis na elaboração

do relatório;

e) Elaborar o relatório com clareza, destacando os pontos relevantes do experimento e

observações;

f) Levar para o laboratório o material necessário: este caderno é essencial;

g) Começar o experimento somente após a autorização do professor;

h) Em hipótese alguma brincar com materiais, componentes e equipamentos destinados aos

experimentos;

i) No final da aula, antes da saída dos alunos, o professor verificará o funcionamento dos

equipamentos utilizados. Em caso de dano de algum material ou equipamento decorrente de mau uso por parte do(s) aluno(s), o professor deverá comunicar ao coordenador do Curso para que sejam tomadas as devidas providências.

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1ª aula de laboratório

1 Familiarização com equipamento

1.1 Objetivo

Propiciar um primeiro contato do aluno com os equipamentos, de modo que esses possam se familiarizar com os equipamentos de experiências - recursos principais; além de introduzir normas básicas de prevenção de acidentes. Conhecer e testar as Portas Lógicas Básicas.

1.2 Introdução

Os sistemas digitais utilizam variáveis que podem assumir valores definidos em forma de patamares (valores discretos). A importância de se estudá-los cresce com as frequentes aplicações, seja nas áreas tecnológicas, ou mesmo no cotidiano doméstico. Na prática, os circuitos que executam funções digitais são construídos com componentes eletrônicos que manipulam a informação representada por níveis de tensão, usualmente dois, um dito alto, outro baixo. Os circuitos digitais de dois estados (sistema binário), pela semelhança da escolha entre duas situações mutuamente exclusivas, são comumente chamados de circuitos lógicos. De maneira geral, os circuitos digitais são mais simples que os lineares, o que possibilita reunir-se num único equipamento quase todo o aparato necessário à realização de experiências, pesquisa e desenvolvimento de pequenos projetos, desde que os recursos estejam adequadamente combinados para permitir montagens de forma rápida e confiável. Os kits de montagem têm normalmente três fontes (+5, +15 e 15V), permitindo a montagem de circuitos integrados digitais de diversas tecnologias: DTL, TTL, MOS e CMOS.

1.2.1 Placa de montagem de circuitos (PROTOBOARD):

Protoboard é uma placa onde podem ser montadas todas as experiências do curso. Ela é constituída por conjuntos de 5 pinos conectados entre si Figura 1 (a). Por isto, quando qualquer componente Figura 1 (b) é inserido, os pontos remanescentes ficam disponíveis, tanto para se ligar fios de interconexão como outros componentes, ou mesmo para obtenção de pontos de teste do circuito.

ou mesmo para obtenção de pontos de teste do circuito. Figura 1 - Esquema de um

Figura 1 - Esquema de um protoboard

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A placa de montagem aceita fios sólidos números 22 ou 24 (AWG) para a implementação dos circuitos. O espaçamento entre os grupos de 5 pinos é compatível com os circuitos integrados (digitais ou lineares), encapsulados Figura 2 (c) e muitos componentes discretos. Existem ainda 12 grupos de 30 pinos interconectados Figura 2 (d), que são convenientes para se injetar sinais comuns como VCC, VDD, VSS, terra ou outro sinal qualquer que requeira mais de 5 ligações.

ou outro sinal qualquer que requeira mais de 5 ligações. Figura 2 - Dispositivo eletrônico (CI)e

Figura 2 - Dispositivo eletrônico (CI)e detalhe dos pinos num protoboard

1.2.2 Fontes de Alimentação

Existem muitos tipos de fontes de alimentação. A maioria é concebida para converter alta voltagem AC de alimentação elétrica um valor adequado de baixa tensão para circuitos eletrônicos e outros dispositivos. A Figura 3, mostra o processo interno de uma fonte de alimentação para conversão de tensão. A Figura 4 são exemplos de fontes de alimentação.

A Figura 4 são exemplos de fontes de alimentação. Figura 3 – Arquitetura de uma fonte

Figura 3 Arquitetura de uma fonte de alimentação

Figura 3 – Arquitetura de uma fonte de alimentação Figura 4 - Exemplos de fonte de
Figura 3 – Arquitetura de uma fonte de alimentação Figura 4 - Exemplos de fonte de

Figura 4 - Exemplos de fonte de alimentação a ser usado no laboratório

As fontes necessárias para o laboratório são:

Alimentação AC - fornecida na bancada para todos os equipamentos. A alimentação é de 220 VAC.

Alimentação DC - A tensão utilizada será de +5V, compatível com a lógica TTL, fornecida pelos equipamentos nos experimentos deste curso.

1.2.3 Multímetro

Será utilizado o multímetro para fazer a verificação dos níveis de tensão nos pontos de teste e alimentação do circuito nos experimentos. A Figura 5 apresenta a imagem de um multímetro.

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9 Figura 5 - Multímetro Mais detalhes sobre o uso de multímetro pode ser obtido em:

Figura 5 - Multímetro

Mais detalhes sobre o uso de multímetro pode ser obtido em:

1.2.4

Diodo

O Diodo semicondutor é um dispositivo ou componente eletrônico composto de

cristal semicondutor de silício ou germânio numa película cristalina cujas faces opostas são dopadas por diferentes gases durante sua formação.

O diodo é um componente elétrico que permite que a corrente atravesse-o num

sentido com muito mais facilidade do que no outro. O tipo mais comum de diodo é o diodo semicondutor, no entanto, existem outras tecnologias de diodo. Diodos semicondutores são simbolizados em diagramas esquemáticos como na Figura 6. O termo "diodo" é habitualmente reservado a dispositivos para sinais baixos, com correntes iguais ou menores a 1 A. Na Figura 6 (direita) é apresentado o esquema de um diodo.

Esquematização do diodo Operacionalização do diodo
Esquematização do diodo
Operacionalização do diodo

Figura 6 Diodo semicondutor

Quando colocado em um simples circuito bateria-lâmpada, o diodo vai permitir ou impedir a passagem da corrente através da lâmpada, dependendo da polaridade da tensão aplicada, como mostrado na Figura 6, lado direito.

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1.2.5 Resistores

Resistores são componentes que têm por finalidade oferecer uma oposição à passagem de corrente elétrica, através de seu material. A essa oposição damos o nome de resistência elétrica, que possui como unidade Ohm (Ω). Os resistores causam uma queda de tensão em alguma parte de um circuito elétrico, porém jamais causam quedas de corrente elétrica. Isso significa que a corrente elétrica que entra em um terminal do resistor será exatamente a mesma que sai pelo outro terminal, porém há uma queda de tensão. Utilizando-se disso, é possível usar os resistores para controlar a corrente elétrica sobre os componentes desejados. Os resistores, em geral, possuem o formato cilíndrico e faixas coloridas que definem o seu valor em Ohms (Ω). O código mais comum é o que utiliza quatro faixas coloridas, cada qual indicando um valor. As duas primeiras correspondem a uma cifra, a qual deve ser multiplicada pelo valor da terceira faixa. A quarta faixa indica a tolerância, ou seja, a precisão do componente. A Figura 7 mostra o esquema de um resistor.

do componente. A Figura 7 mostra o esquema de um resistor. Figura 7 - esquema de
do componente. A Figura 7 mostra o esquema de um resistor. Figura 7 - esquema de

Figura 7 - esquema de um resistor

A Tabela 1 indica os valores das referidas faixas de um resistor.

Tabela 1- resistores VALOR NOMINAL COR PRETO MARROM VERMELHO LARANJA AMARELO VERDE AZUL VIOLETA CINZA
Tabela 1- resistores
VALOR NOMINAL
COR
PRETO
MARROM
VERMELHO
LARANJA
AMARELO
VERDE
AZUL
VIOLETA
CINZA
BRANCO
VALOR
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
VALOR DA TOLERÂNCIA
COR
DOURADO
PRATA
SEM COR
VALOR
±5%
±10%
±20%
O
resistor mostrado na figura tem a leitura da seguinte forma:
faixa = vermelho => 2primeiro algarismo
faixa = preto => 0segundo algarismo
faixa = vermelho => multiplicar o algarismos formado pelo 1° e 2° algarismo =20 x 2 = 40 Ω
faixa dourada = significa que o resistor tem ±5% de tolerância

1.2.6 Leds de monitoração

O diodo emissor de luz também é conhecido pela sigla em inglês LED (Light Emitting Diode). Sua funcionalidade básica é a emissão de luz em locais e instrumentos onde se torna mais conveniente a sua utilização no lugar de uma lâmpada. Especialmente utilizado em produtos de microeletrônica como sinalizador de avisos. A Figura 8 mostra exemplo de leds e seus componentes.

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11 Figura 8 - Leds 1.2.7 Chaves de Codificação Uma chave de codificação consiste, basicamente, de
11 Figura 8 - Leds 1.2.7 Chaves de Codificação Uma chave de codificação consiste, basicamente, de

Figura 8 - Leds

1.2.7 Chaves de Codificação

Uma chave de codificação consiste, basicamente, de chaves interruptoras liga- desliga que fornecerão os níveis lógicos necessários para o circuito implementado na placa de montagem. Podem ser utilizadas chaves para introdução e retirada de informações. Há vários formatos para as chaves. A Figura 9 apresenta um modelo de chave e esquemas de funcionamento.

9 apresenta um modelo de chave e esquemas de funcionamento. Figura 9 - Representação para chaves
9 apresenta um modelo de chave e esquemas de funcionamento. Figura 9 - Representação para chaves

Figura 9 - Representação para chaves interruptoras

1.2.8 Circuitos integrados (CI)

Os circuitos integrados são circuitos eletrônicos funcionais, constituídos por um conjunto de transistores, díodos, resistências e condensadores, fabricados num mesmo processo, sobre uma substância comum semicondutora de silício que se designa vulgarmente por chip, Figura 10. O modo como um circuito digital responde a uma entrada é denominado lógico do circuito. Por esta razão, os circuitos digitais são também chamados de circuitos lógicos. Os dois termos são usados indistintamente. Os principais tipos de circuitos lógicos normalmente encontrados em sistemas digitais serão estudados, dando ênfase inicialmente à funções lógicas que podem ser implementadas por esses circuitos.

Circuito integrado (CI)

Circuito integrado (CI)

visto por dentro e por cima.

visto por dentro e por cima.

visto por dentro e por cima. visto por dentro e por cima. Chip Chip Terminais do
Chip Chip Terminais do CI Terminais do CI
Chip
Chip
Terminais do CI
Terminais do CI

Figura 10 - Circuito integrado

Fios finíssimos

Fios finíssimos

de ligação do chip

de ligação do chip

aos terminais do CI

aos terminais do CI

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Os circuitos integrados digitais estão agrupados em famílias lógicas. As famílias lógicas correspondem a grupos de tecnologias empregadas na construção dos circuitos integrados (CI) digitais. Os CIs numa família são ditos compatíveis e podem ser facilmente conectados pois possuem características comuns como: faixa de tensão de alimentação, velocidade de operação, níveis de tensão de entrada, potência de dissipação, fan-out (fator de carga de saída = limitação de quantas portas podem ser excitadas por uma única saída). Famílias lógicas bipolares:

RTL Resistor Transistor Logic Lógica de transístor e resistência. DTL Díode Transistor Logic Lógica de transístor e díodo. TTL Transistor TransistorLogic Lógica transístor-transístor. HTL High ThresholdLogic Lógica de transístor com alto limiar. ECL EmitterCoupledLogic Lógica de emissores ligados. I2L Integrated-InjectionLogic Lógica de injecção integrada. Famílias lógicas MOS:

CMOS Complemantary MOS MOS de pares complementares NMOS/PMOS NMOS Utiliza só transístores MOS-FET canal N.

PMOS - Utiliza só transístores MOS-FET canal P. Este curso está estruturado com base na família TTL da série 74XX. Internamente, os componentes desta família são elaborados com a integração de transistores bipolares e na entrada observamos a presença de um transistor com emissor múltiplo.

É apresentada em duas séries: 54 e 74. A série 54 tem uma faixa maior de

temperatura (55ºC a +125º ) e segue especificações militares.

A série 74 é de uso geral, operando na faixa de temperatura de 0ºC a +70ºC. Os

circuitos integrados da família TTL se caracterizam por exigir uma tensão de alimentação de 5V. Para que a entrada reconheça o nível lógico baixo, é preciso que a

tensão seja de 0 a 0,8V. Analogamente, uma entrada alta deve estender-se de 2 a 5V. Encontramos dentro da família de integrados TTL centenas de funções lógicas, desde portas lógicas, flip flops, decodificadores, comparadores, etc.

A Figura 11 apresenta a configuração de pinos e encapsulamento do CI. Neste

curso utilizaremos a configuração DIP (Dual-In-Line-Package), com 14, 16 e 24 pinos.

DIP (Dual-In-Line-Package), com 14, 16 e 24 pinos. Caderno de Laboratório Figura 11 - Representação do

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Figura 11 - Representação do CI

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O pino 1 é identificado por uma marca indicativa no circuito integrado, como mostra a Figura 11 (a), e a contagem se faz no sentido anti-horário, olhando-se o circuito por cima Figura 11 (b). Nota: Em um circuito integrado (CI) da lógica TTL, quando um terminal de entrada de sinal é deixado aberto, sem ser conectado a nenhum ponto, isto será interpretado como um nível “1” ou “ALTO”. Em anexo a pinologia de alguns CI1s da família TTL

1.3 Precauções sobre o equipamento

Nos experimentos realizados neste curso não deverão ser utilizadas tensões situadas fora da faixa de 0V e 5V.

É um bom procedimento Não fazer ligações no BOARD com a chave geral ligada.

Nunca monte circuitos que solicitem mais que 1A de cada fonte (+5), pois, neste caso, a fonte que estiver sobrecarregada irá se desligar do circuito.

1.4 Outras Recomendações:

Antes de iniciar a qualquer experiência, certificar-se de que a tensão disponível é adequada.

Testar o funcionamento dos equipamentos de montagens.

Executar a montagem ou alteração de circuitos com equipamentos desligados.

Não interconectar saídas dos dispositivos, dos circuitos ou de fonte (evitar curto-circuito).

Nunca ligar as saídas das fontes diretamente ao comum.

Caso ocorra algum acidente durante a experiência, anote e comunique-o imediatamente ao professor

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2ª aula de laboratório

2 Experimento 1

2.1 Contextualização

O sistema binário consiste essencialmente em um código que requer dois estados discretos, em geral designados por 0 e 1, sendo a representação básica para sistemas e dispositivos digitais. Esses dois estados são representados por níveis de tensão. Os valores mais usados são 5V e 0V, embora quaisquer dois outros valores de tensão possam ser usados. Para a tecnologia TTL esses valores são bem definidos:

Nível lógico 1 = + 5V Nível lógico 0 = 0v

2.2 Experimento

Montagem de circuito lógico com diodo.

2.3 Objetivo

Entender o funcionamento de um circuito lógico (porta lógica) utilizando diodos. Verificar o comportamento e classificar a porta lógica.

2.4 Material Necessário:

1. 1multímetro digital ou analógico

2. 1protoboard

3. Fios

4. Fonte alimentação

5. 2 diodos

6. Resistor

7. 1led

8. 4 chaves interruptoras

Obs. A partir de agora consideraremos como material de bancada: protoboard, fonte de alimentação, fios, chaves interruptoras, leds e multímetro.

2.5 Procedimento

Utilizando o protoboard monte os circuitos:

2.5.1

Praticando

1)

Fixar as chaves sobre o protoboard

2)

Preparar as chaves A e B para serem alimentadas com a tensão de 5V e com o terra, fazendo as seguintes ligações:

VCC do protoboard a chave A positiva está ao diodo 1

Gnd do protoboard a chave A negativa está ao diodo 1

VCC do protoboard a chave B positiva está ao diodo 2

Gnd do protoboard a chave B negativa está ao diodo 2

Ligar o diodo ao resistor e este ao led, observando a configuração de cada circuito.

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Alimentar o protoboard com a fonte, usando os cabos banana e alimentar todos os pontos necessários do protoboard (Vcc e Gnd);

Ligar a fonte de alimentação;

Aplicar níveis lógicos às entradas A e B do circuito. Para cada condição de entrada, verificar o estado lógico da saída através do acendimento do led ou medindo com um voltímetro.

do acendimento do led ou medindo com um voltímetro. 2.6 Questões 1) Explique resumidamente qual é
do acendimento do led ou medindo com um voltímetro. 2.6 Questões 1) Explique resumidamente qual é

2.6

Questões

1)

Explique resumidamente qual é a relação que existe entre os dois circuitos.

2)

Explique o comportamento do diodo em cada um dos circuitos.

3)

Faça as tabelas verdades para cada um dos circuitos. Que porta lógica cada um dos circuitos representa?

4) Desenvolva os circuitos utilizando um simulador e apresente os resultados encontrados (obs. Utilize imagens para apresentar os resultados.)

5)

Faça comentários sobre a prática realizada.

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3 Experimento 2

3.1 Contextualização teórica

PORTAS OR

Uma porta OR é projetada para que exista sinal de saída sempre que existir um sinal de entrada. Em eletrônica digital a presença desse sinal representa o dígito 1 e a ausência de sinal representa o dígito 0.

PORTAS AND

Uma porta AND é projetada para que exista sinal de saída se existir sinais em todas as entradas. A porta AND pode ser considerada como uma porta de tudo ou nada, pois é necessário que exista 1 em todas as entradas para que a saída seja 1. Em contrapartida em uma porta OR, qualquer nível lógico 1 na entrada leva a saída para 1.

3.2

Experimento

Teste de portas OR (OU) e portas AND (E) usando circuitos eletrônicos CI específicos.

3.3 Objetivo:

a) Verificar, experimentalmente, como funciona uma porta OR;

b) Verificar, experimentalmente, como funciona uma porta AND;

3.4 Material necessário

1. Material de bancada

2. 1- CI 7408

3. 1- CI 7411

4. 1- CI 7432

3.5 Procedimento

Conectar com fios os níveis lógicos na(s) entrada(s) de cada porta lógica, que permitirão a aplicação de nível lógico 1 ou nível lógico 0. (V CC e Gnd respectivamente), e a saída em um LED de monitoração (obs. É importante ligar a um resistor antes de ligada ao led).

1.

Monte o circuito com o CI indicado e verifique que porta lógica ele implementa. Construa a tabela verdade para este circuito.

3.5.1

Praticando

1)

Fixar o CI 7432 sobre o protoboard

2)

Preparar os CI para ser alimentado com a tensão de 5V, fazendo as seguintes ligações:

Pino 14 do CI com o VCC do protoboard;

Pino 7 do CI com o Gnd do protoboard;

VCC do protoboard a chave A positiva está ao Pino 1 do CI

Gnd do protoboard a chave A negativa está ao Pino 1 do CI

VCC do protoboard a chave B positiva está ao Pino 2 do CI

Gnd do protoboard a chave B negativa está ao Pino 2 do CI

Pino 3 do CI a resistência está ao anodo do led

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17

Ligar o catodo do led ao Gnd

17  Ligar o catodo do led ao Gnd  Ligar a fonte de alimentação; 

Ligar a fonte de alimentação;

Aplicar níveis lógicos às entradas A e B do circuito. Para cada condição de entrada, verificar o estado lógico da saída através do acendimento do led ou medindo com um voltímetro.

Realizar os mesmos procedimentos anteriores para os exercícios que seguem.

2. Uma porta OR de 3 entradas pode ser obtida a partir de duas portas OR de 2 entradas conforme mostra a figura a seguir:

portas OR de 2 entradas conforme mostra a figura a seguir: Complete a tabela da verdade

Complete a tabela da verdade abaixo: (anote na coluna de saída o nível lógico 0 ou 1)

C

B

A

X

0

0

0

 

0

0

1

 

0

1

0

 

0

1

1

 

1

0

0

 

1

0

1

 

1

1

0

 

1

1

1

 

3. Faça as ligações de uma por OR de 2 entradas conforme mostra a figura abaixo. Determine as saídas para cada entrada indicada na tabela ao lado da porta.

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18 O CI 7411 é uma porta AND com 3 entradas (TRIPLE - 3 INPUT AND

O CI 7411 é uma porta AND com 3 entradas (TRIPLE - 3 INPUT AND GATE)

4. Escreva as tabelas para portas AND com 2 e 3 entradas: (anote na coluna de saída nível lógico 0 ou 1)

entradas: (anote na coluna de saída nível lógico 0 ou 1) 5. Uma porta AND de
entradas: (anote na coluna de saída nível lógico 0 ou 1) 5. Uma porta AND de
entradas: (anote na coluna de saída nível lógico 0 ou 1) 5. Uma porta AND de

5. Uma porta AND de 4 entradas pode ser obtida a partir de duas portas AND de 3 entradas conforme ilustra a figura a seguir.

portas AND de 3 entradas conforme ilustra a figura a seguir. Faça as ligações da porta

Faça as ligações da porta AND de 4 entradas conforme ilustra a figura e verifique se o circuito funciona, aplicando os sinais de entrada conforme as combinações indicadas na tabela da verdade a seguir, anotando as tensões de saída.

Tabela: AND de 4 entradas

Nível lógico 1 = + 5Vcc

Nível lógico 0 = Gnd

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Entrada A

01

0

1

01

0

1

01

0

1

01

0

1

Entrada B

00

1

1

00

1

1

00

1

1

00

1

1

Entrada C

00

0

0

11

1

1

00

0

0

11

1

1

Entrada D

00

0

0

00

0

0

11

1

1

11

1

1

Saída

       

Anote na saída nível lógico 0 ou 1.

6. Faça as ligações de uma porta AND de 3 entradas como mostra a figura abaixo e determine as saídas para cada entrada na tabela da verdade ao lado.

as saídas para cada entrada na tabela da verdade ao lado. 7. Monte o circuito abaixo,

7.

Monte o circuito abaixo, complete a tabela verdade para o circuito e depois responda as questões:

verdade para o circuito e depois responda as questões: A B C D SAÍDA 0 0

A

B

C

D

SAÍDA

0

0

0

0

 

0

0

0

1

 

0

0

1

0

 

0

0

1

1

 

0

1

0

0

 

0

1

0

1

 

0

1

1

0

 

0

1

1

1

 

1

0

0

0

 

1

0

0

1

 

1

0

1

0

 

1

0

1

1

 

1

1

0

0

 

1

1

0

1

 

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20

1 1

1 0

1 1

1 1

3.6

Questões

1. Em que condições o led acenderá?

2. Orientando-se pela tabela que você completou, responda: qual das entradas A, B, C ou D devem ser mantidas em nível 0 para manter o led apagado?

3. Construa a tabela da verdade de uma porta OR de 3 entradas. Se uma das entradas estiver com defeito (aberta). Suponha que a entrada que esteja com defeito seja a “C”. Como fica a tabela?

4. Monte

os

circuitos

encontrados.

utilizando

um

simulador

e

apresente

os

resultados

5. Projete um circuito com 3 entradas onde são aplicadas as variáveis booleanas simples A, B, C e uma saída R. A saída resultado R será ativada quando A estiver ligado e uma, e só uma, das outras variáveis estiver ativa. Ou quando apenas a variável C estiver ativada. A variável B estará em nível alto apenas quando as demais variáveis estiver em nível baixo. Projete o circuito e represente-o no protoboard.

6. Dado o esquema elétrico do alarme do carro (logigrama), determine que portas lógicas deverão ser utilizadas para que o alarme seja acionado. Sendo o problema proposta da seguinte forma: Pretende-se projetar um circuito que dispare o alarme, tocando um som, quando o carro circular com uma das portas abertas (são quatro portas o carro) ou quando estiver estacionado com as luzes acessas.Observe que para o carro está em movimento é necessário que a chave de ignição esteja ligada. Faça a tabela verdade e determine a expressão lógica para o circuito. Implemente o circuito no protoboard.

para o circuito. Implemente o circuito no protoboard. Caderno de Laboratório Lógica matemática e elementos de

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21

4 Experimento 3

4.1 Contextualização

Uma função lógica de grande importância é a conversão de um nível lógico para outro, ou seja, a capacidade de converter um 1 em 0 e um 0 em 1. Essa conversão de um nível lógico para outro é chamada de complementação (inversão).

Uma maneira fácil de obter a função de complementação é utilizar um circuito eletrônico, pois a mudança significa mudar de + 5V para 0V e vice-versa.Para isso, utiliza-se geralmente um amplificador inversor, cujo símbolo é mostrado na Figura 12:

inversor, cujo símbolo é mostrado na Figura 12 : Figura 12 - inversor lógico Sendo A,

Figura 12 - inversor lógico

Sendo A, a tensão de entrada, enquanto que X é a tensão de saída.

Um inversor típico TTL é composto de vários transistores, resistores e diodos, e como resultado os valores de tensão de saída partem de valores ideais de + 5V e 0V.

4.2 Experimento

Teste de inversor lógico usando circuito eletrônicoCI específicos.

4.3 Objetivo

Verificar, experimentalmente, como funciona um circuito inversor;

4.4 Material necessário

1. CI 7404 (hexa-inversor TTL)

2. Material de bancada

3. Osciloscópio (opcional)

4.5 Procedimento

Observe o CI 7404

Osciloscópio (opcional) 4.5 Procedimento Observe o CI 7404 Caderno de Laboratório Lógica matemática e elementos de

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22

O CI 7404 é denominado hexa-inversor por possuir 6 inversores lógicos. Observe o valor da tensão e o número dos pinos de alimentação. O método mais simples de verificar se um inversor lógico está funcionando corretamente, consiste no uso de um teste estático. Este consiste em conectar a entrada de um dos inversores alternadamente a um potencial de 0V ou 5V, enquanto observa a saída do inversor para verificar se de fato ela está complementando a entrada.

4.6

Questões

1. Complete a tabela para um dos inversores testados.

TABELAVERDADE

V ENTRADA

V SAÍDA

0V

 

5V

 

2. Anote a seguir o valor da tensão de saída de um inversor quando o pino de entrada está flutuando (aberto).

V SAÍDA

3. Para certificar-se de que o inversor pode realmente acionar um outro inversor, conecte dois inversores em cascata (série) como mostra a figura a seguir:

em cascata (série) como mostra a figura a seguir: 4. Alimente a entrada com os valores

4. Alimente a entrada com os valores de tensão indicados na tabela 2, meça as tensões V2 e V3 e anote esses resultados na mesma tabela.

V1

V2

V3

0V

   

5V

   

5. Monte os circuitos utilizando um simulador e apresente os resultados encontrados.

6. A tripulação de um avião é composta por dois pilotos e um engenheiro. Projete um circuito que estão em nível alto quando um membro da tripulação deixa sua cadeira e que gere um sinal de alerta sempre que o engenheiro deixa seu posto ou sempre que os dois pilotos deixam o seu lugar simultaneamente. Monte a tabela verdade, a expressão lógica e a implementação do mesmo com circuitos integrados necessários.

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23

5 Experimento 4

5.1 Contextualização

NOR é entre as portas lógicas digitais a mais largamente usada e a mais popular, sendo suas propriedades lógicas essencialmente equivalentes a uma porta OR seguida de um inversor lógico. A porta NOR pode ser usada sozinha para executar a função de um inversor e, com uma combinação de portas NOR podemos obter as operações das portas OR e AND. A porta NOR é portanto considerada universal, pois as operações lógicas fundamentais de OR, AND e NOT são executadas por ela.

INVERSOR:

A Figura 13 mostra uma porta NOR de 2 entradas, que estão conectadas juntas. Observa-se claramente que somente duas possibilidades são viáveis em termos de nível lógico 0 ou 1.

são viáveis em termos de nível lógico 0 ou 1. Figura 13 - porta NOR de

Figura 13 - porta NOR de duas entradas

Portanto, neste caso, a porta NOR (de uma entrada) executa a mesma função de um inversor lógico.

OPERAÇÃO OR:

As duas portas NOR mostradas na Figura 14 são conectadas em série, onde a primeira executa a função NOR e a segunda e função de inversor lógico. Logo, o que se obtém na saída é o complemento da combinação dos sinais aplicados na entrada.

complemento da combinação dos sinais aplicados na entrada. Figura 14 - Porta NOR ligada em serie

Figura 14 - Porta NOR ligada em serie

OPERAÇÃO AND:

O diagrama lógico mostrado na Figura 15 consiste em uma porta NOR de 2 entradas precedidas por duas portas NOR de 3 entradas, operando como inversores.

por duas portas NOR de 3 entradas, operando como inversores. Figura 15 - Combinação de portas

Figura 15 - Combinação de portas NOR e inversores

Observa-se que a porta NOR 3 tem duas entradas complementadas A e B, provenientes das portas NOR 1 e 2, as quais atuam como inversores lógicos. Podemos então descrever a operação total do circuito assim: a saída assume nível lógico 1 quando ambas as entradas estão em nível lógico 1 ao mesmo tempo, o que em última análise é uma função idêntica a uma porta AND.

5.2 Objetivo

a) Verificar experimentalmente o funcionamento de uma porta NOR;

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24

b) Usar uma porta NOR como um inversor lógico;

c) Demonstrar porque uma porta NOR é uma porta lógica universal;

5.3 Material necessário

1. CI 7427

2. Material de bancada

5.4 Procedimento

Observe o CI 7427 e alimente-o corretamente, ligando as entradas A, B e C nas chaves “interruptoras”, alimentando-as corretamente, a saída X ao resistor e este ao led.

-as corretamente, a saída X ao resistor e este ao led. 1. Verifique seu funcionamento medindo
-as corretamente, a saída X ao resistor e este ao led. 1. Verifique seu funcionamento medindo

1.

Verifique seu funcionamento medindo a tensão de saída para cada uma das combinações indicadas na tabela abaixo:

 

NÍVEL LÓGICO 1 = + 5Vcc

NÍVEL LÓGICO 0 = Gnd

 

A

0

1

0

1

0

1

0

1

B

0

0

1

1

0

0

1

1

C

0

0

0

0

1

1

1

1

X

               

2.

Conecte as 3 entradas em um ponto comum a fim de converter a porta NOR em um inversor. Verifique o seu funcionamento preenchendo a tabela a seguir:

Verifique o seu funcionamento preenchendo a tabela a seguir: Entrada (A) 0 (GND) +5V (Vcc) Saída

Entrada (A)

0 (GND)

+5V (Vcc)

Saída (X)

   

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25

3. Determine se a porta NOR de 3 entradas funcionará ou não como um inversor se duas das 3 entradas forem deixadas em flutuação, aplicando sinal em apenas uma das entradas.

4. Faça a conexão de duas portas NOR conforme mostra a figura a seguir e complete a tabela, a fim de verificar se o circuito opera como uma porta OR.

a fim de verificar se o circuito opera como uma porta OR. NÍVEL LÓGICO 1 =

NÍVEL LÓGICO 1 = + 5Vcc

NÍVEL LÓGICO 0 = Gnd

A

0

1

0

1

B

0

0

1

1

X

       

5. Faça as conexões de 3 portas NOR, conforme mostra a figura abaixo e complete a tabela a seguir, a fim de verificar se o circuito funciona como uma porta AND.

fim de verificar se o circuito funciona como uma porta AND. A 0 1 0 1

A

0

1

0

1

B

0

0

1

1

X

       

5.5

Questões

1. O CI 7427 é usado para substituir uma porta NOR de 2 entradas. O que você faz com a entrada que sobra?

2. Explique a diferença principal entre os CIs 5427 e 7427.

3. Usando o resultado do item 5, explique se o CI 7427 irá ou não funcionar como um inversor se duas das três entradas forem deixadas em flutuação.

4. Explique porque uma porta NOR é considerada universal.

5. Um determinado circuito lógico necessita de três inversores, duas portas AND de 3 entradas e uma porta OR de 2 entradas. Se forem usados apenas CIs 7427,

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26

qual a quantidade necessária para esse circuito? Faça o diagrama desse circuito lógico.

6. Faça o diagrama de um circuito lógico que execute a função X = ABC, utilizando apenas CIs 7427.

7. Monte os circuitos utilizando um simulador e apresente os resultados encontrados.

8. Um técnico de laboratório químico possui quatro produtos químicos A, B, C, D que devem ser guardados em dois depósitos. Por conveniência, é necessário mover um ou mais produtos de um depósito para o outro de tempos em tempos. A natureza dos produtos é tal que é perigoso guardar B e C juntos, a não ser que A esteja no mesmo depósito. Também é perigoso guardar C e D juntos se A não estiver no depósito. Escreva uma expressão para a variável lógica Z tal que Z = 1 sempre que exista uma combinação perigosa em qualquer dos depósitos.

9. Existem três interruptores de parede A, B, C. Quando eles estiverem em nível alto, estão ligados. Escreva uma expressão para a variável S de modo que a alteração do estado de um interruptor, independentemente dos outros, provoque a mudança de estado na variável S. Desenhe a estrutura das portas que implementa S em circuito normal e depois utilizando o mínimo de lógica possível.

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27

6 Experimento 5

6.1

Contextualização

A porta NAND é uma das mais utilizadas em eletrônica digital. Suas

propriedades são essencialmente equivalentes a uma porta AND seguida de um inversor lógico. A porta NAND pode ser utilizada para executar a função de um inversor lógico e, com uma combinação de portas NAND podemos obter as operações de portas OR e AND. Uma porta NAND é portanto, considerada como universal.

INVERSOR:

Na Figura 16 temos uma porta NAND de 2 entradas, onde ambas estão conectadas juntas, assim, existem apenas duas possibilidades de entrada de nível lógico: 0 e 1. Observa-se então claramente que a porta NAND neste caso executa a função de um inversor lógico.

NAND neste caso executa a função de um inversor lógico. Figura 16 - Porta NAND de

Figura 16 - Porta NAND de duas entradas

OPERAÇÃO AND:

As duas portas NAND da Figura 17 são conectadas em série, onde a primeira

executa a função NAND e a segunda inversor lógico. Portanto “X” é o complemento da saída da primeira porta, isto é:

é o complemento da saída da primeira porta, isto é: Figura 17 - Portas NAND conectadas

Figura 17 - Portas NAND conectadas em serie

Esta combinação de portas pode ser usada então como única porta AND de 2 entradas.

OPERAÇÃO OR:

A Figura 18 mostra um diagrama lógico que consiste em uma porta NAND de 2 entradas precedida de duas portas NAND de 1 entrada operando como inversores. Em uma porta NAND se ambas entradas forem 0 a saída será 1. Agora, como as duas entradas da porta NAND são complementadas podemos descrever a operação total do circuito como: se ambas as entradas A ou B forem 1, então a saída “X” será 1, o que é exatamente a operação de uma porta OR.

será 1, o que é exatamente a operação de uma porta OR. Figura 18 - Circuito

Figura 18 - Circuito formado por portas NAND

Logo, a combinação de portas NAND conforme mostra a figura acima pode ser usada como uma única porta OR.

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28

6.2 Experimento

Teste da porta NAND

6.3 Objetivo

1. Verificar experimentalmente o funcionamento de uma porta NAND;

2. Utilizar uma porta NAND como inversor;

3. Demonstrar que uma porta NAND é universal;

6.4 Material necessário

1. 1 CI 7410

2. Material de bancada

3. Alimente corretamente o circuito, conforme figura abaixo:

6.5 Procedimento

Alimente corretamente o circuito, conforme figura:

Alimente corretamente o circuito, conforme figura: 1. Ligue as entradas A, B e C nas chaves
Alimente corretamente o circuito, conforme figura: 1. Ligue as entradas A, B e C nas chaves

1. Ligue as entradas A, B e C nas chaves “interruptorase esta a alimentação e a saída X em um resistor e este a um led. Proceda de forma idêntica para os demais itens a seguir.Verifique seu funcionamento através do acionamento do led ou medindo a tensão de saída para cada uma das combinações da tabela a seguir:

A

0

1

0

1

0

1

0

1

B

0

0

1

1

0

0

1

1

C

0

0

0

0

1

1

1

1

X

               

2. Faça a conexão das três entradas de uma das portas do CI em uma única entrada e verifique se a porta opera como um inversor, aplicando na entrada nível lógico 1 ( + 5Vcc) e nível lógico 0 (Gnd). Preencha então a tabela a seguir:

e nível lógico 0 (Gnd). Preencha então a tabela a seguir: Entrada (A) 0 (Gnd) 1

Entrada (A)

0 (Gnd)

1 (Vcc)

Saída (X)

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29

4. Determine se a porta NAND de 3 entradas funcionará ou não como inversor, se duas das três entradas forem deixadas em flutuação, aplicando sinal em apenas uma das entradas.

5. Faça a conexão de duas portas NAND conforme sugere a figura abaixo e complete a tabela a seguir, a fim de verificar se o circuito comporta como uma porta AND.

fim de verificar se o circuito comporta como uma porta AND. A 0 1 0 1

A

0

1

0

1

B

0

0

1

1

X

       

OBS: Uma porta NAND de três entradas pode ser utilizada como uma porta NAND de duas entradas, conforme ilustra a figura abaixo:

NAND de duas entradas, conforme ilustra a figura abaixo : 6. Faça as conexões de três

6. Faça as conexões de três portas NAND conforme sugere a figura a seguir e complete a tabela a fim de comprovar se o circuito opera como uma porta OR.

a fim de comprovar se o circuito opera como uma porta OR. A 0 1 0

A

0

1

0

1

B

0

0

1

1

X

       

6.6

Questões

1. O CI 7410 está sendo usado como uma porta NAND de 2 entradas. O que deve ser feito com o terminal de entrada que não está sendo usado?

2. Explique o significado de uma saída em leque de 8.

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30

3. Usando os resultados do item 5, explique se o CI 7410 funcionará ou não como inversor se duas das três entradas forem deixadas em flutuação.

4. Explique porque uma porta NAND é considerada como porta universal.

5. Um determinado circuito lógico necessita de três inversores, duas portas NAND de 3 entradas e uma porta OR de 2 entradas. Se esse circuito for montado usando apenas CIs 7410, quantos CIs serão necessários? Desenhe o diagrama desse circuito para cada tipo de porta.

6. Desenhe o diagrama de um circuito lógico que mostre como obter a função OR (X = A + B + C). Use o CI 7410 e suponha que todas as funções e seus complementos estão disponíveis.

7. Monte os circuitos utilizando um simulador e apresente os resultados encontrados.

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31

7 Experimento 6

7.1

Contextualização

A porta OU EXCLUSIVO é denominada porta “algumas, mas não todas”. O termo OU EXCLUSIVO pode ser abreviado simplesmente como XOU (XOR, em inglês). A porta XOU é ativada quando um número ímpar de níveis lógicos 1 aparece nas entradas. Para uma porta XOU de 2 entradas, aparecerá nível lógico 1 na saída quando as entradas forem diferentes entre si, o que pode ser constatado pela Tabela 2.

Tabela 2 porta XOU de 2 entradas

A

B

S

0

0

0

0

1

1

1

0

1

1

1

0

Para uma porta XOU com 3 entradas, observa-se na Tabela 3, que aparece nível lógico na saída quando as entradas 1 forem em número ímpar. Pode-se portanto, considerar a porta XOU como detentora de número ímpar de bits 1.

Tabela 3 porta XOU de 3 entradas

A

B

C

S

0

0

0

0

0

0

1

1

0

1

0

1

0

1

1

0

1

0

0

1

1

0

1

0

1

1

0

0

1

1

1

1

Uma porta XOU de 2 entradas é mostrada na Figura 19 (A), enquanto que em (B) temos uma porta XOU de 3 entradas implementada com duas portas XOU de 2 entradas.

3 entradas implementada com duas portas XOU de 2 entradas. Figura 19- Porta XOU de 2

Figura 19- Porta XOU de 2 e 3 entradas

A porta NOU EXCLUSIVO nada mais é do que uma porta XOU complementada. O termo NOU EXCLUSIVO pode ser abreviado como XNOU (XNOR, em inglês). A porta XNOU é conhecida também como circuito de coincidência.

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32

Ao contrário da porta XOU, na porta XNOU aparecerá nível lógico 1 na saída, quando os níveis 1 na entrada forem em número par.Para uma porta XNOU de 2 entradas, temos nível lógico 1 na saída, quando houver coincidência de bits na entrada, conforme mostra a Tabela 4.

Tabela 4 - Porta XNOU de 2 entradas

A

B

S

0

0

1

0

1

0

1

0

0

1

1

1

Para uma por XNOU de 3 entradas, aparecerá nível lógico 1 na saída, quando houver um número par de 1 nas entradas, conforme mostra aTabela 5.

Tabela 5 - Porta XNOU de 3 entradas

A

B

C

S

0

0

0

1

0

0

1

0

0

1

0

0

0

1

1

1

1

0

0

0

1

0

1

1

1

1

0

1

1

1

1

0

Observa-seque na primeira linha da Tabela 5, a saída é 1 uma vez que, houve uma coincidência de níveis lógicos aplicados na entrada.Pela análise da tabela verdade (Tabela 5), conclui-se que a porta XNOU produzirá uma saída 1, quando um número par de 1 aparecer nas entradas. Observando a Figura 20, em (A) temos uma porta XNOU de 2 entradas enquanto que em (B) temos uma por XNOU de 3 entradas, implementada com duas portas XNOU de 2 entradas.

3 entradas, implementada com duas portas XNOU de 2 entradas. Figura 20 - Portas XNOU de

Figura 20 - Portas XNOU de 2 e 3 entradas

7.2 Experimento

Testar as portas XOU e XNOU

7.3 Material necessário

1. CI 7404

2. CI 7486

3. Material de bancada

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33

7.4

Procedimento

Ligue as entradas A, B, C e D nas chaves “interruptorase estas a alimentação e a saída S em resistor e ao led.

1. Monte o circuito abaixo e preencha a tabela verdade a seguir:

o circuito abaixo e preencha a tabela verdade a seguir: A B C D S 0
o circuito abaixo e preencha a tabela verdade a seguir: A B C D S 0

A

B

C

D

S

0

0

0

0

 

0

0

0

1

 

0

0

1

0

 

0

0

1

1

 

0

1

0

0

 

0

1

0

1

 

0

1

1

0

 

0

1

1

1

 

1

0

0

0

 

1

0

0

1

 

1

0

1

0

 

1

0

1

1

 

1

1

0

0

 

1

1

0

1

 

1

1

1

0

 

1

1

1

1

 

2- Monte o circuito abaixo e complete a tabela verdade a seguir:

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34

34 A B C D S 0 0 0 0   0 0 0 1  

A

B

C

D

S

0

0

0

0

 

0

0

0

1

 

0

0

1

0

 

0

0

1

1

 

0

1

0

0

 

0

1

0

1

 

0

1

1

0

 

0

1

1

1

 

1

0

0

0

 

1

0

0

1

 

1

0

1

0

 

1

0

1

1

 

1

1

0

0

 

1

1

0

1

 

1

1

1

0

 

1

1

1

1

 

7.5

Questões

1. Em uma porta XOU com 2 entradas, em que condições teremos nível 1 na saída?

2. Em uma porta XNOU com 2 entradas, em que condições teremos nível 1 na saída?

3. Implemente um circuito OU EXCLUSIVO, utilizando dois inversores, duas portas AND e uma porta OR.

4. Implemente um circuito de coincidência, utilizando dois inversores, duas portas AND e uma porta OR.

5. Um circuito de coincidência é o complemento de:

a. um circuito XNOU

b. um circuito OR

c. um circuito XOU

d. um circuito NOR

6. Determine a expressão lógica na saída de um circuito ou exclusivo com 4 entradas: X, Y, Z e W.

7. Determine a expressão lógica na saída de um circuito de coincidência com 3

entradas: L, M e N.

8. Determine a saída da porta XOU mostrada abaixo, em função do trem de pulsos aplicado na entrada. Complete a tabela a seguir.

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35

35 PULSOS SAÍDA A   B   C   D   E   F   G

PULSOS

SAÍDA

A

 

B

 

C

 

D

 

E

 

F

 

G

 

9. Suponha que fosse acrescentada uma 5ª entrada no circuito OU EXCLUSIVO, que você montou (conforme sugerido abaixo). O que aconteceria com a saída da tabela verdade (exercício 1), quando: E = 0 e E = 1? Porque?

verdade (exercício 1), quando: E = 0 e E = 1? Porque? 10. Qual é a

10. Qual é a principal aplicação das portas XOU?

11. Monte os circuitos utilizando um simulador e apresente os resultados encontrados.

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36

8 Experimento 7

8.1 Contextualização (Álgebra de Boole)

As três operações fundamentais na álgebra de Boole são: complementação (inversão), multiplicação (AND) e adição (OR), executadas em sistemas digitais por inversores, portas AND e portas OR respectivamente. A Tabela 6 apresenta um resumo das regras de operação de inversão, AND e OR.

Tabela 6 - Resumo das operações lógicas

AND e OR. Tabela 6 - Resumo das operações lógicas Essas regras simplesmente descrevem como cada

Essas regras simplesmente descrevem como cada uma das três funções lógicas funciona e podem portanto, serem usadas para determinar o estado de saída de um circuito lógico conforme as condições de entradas do circuito.

8.2 Objetivo

a) Conhecer na prática os principais fundamentos da álgebra de Boole;

b) Comprovar na prática os teoremas de De Morgan.

8.3 Material necessário

1. Material de bancada

2. 1CI 7404

3. 1 CI 7410

4. 1 CI 7411

5. 1 - CI 7427

6. 1 CI 7432

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37

37 8.4 Procedimento Monte o circuito lógico abaixo e preencha a tabela com os valores medidos

8.4

Procedimento

Monte o circuito lógico abaixo e preencha a tabela com os valores medidos na saída do circuito.

a tabela com os valores medidos na saída do circuito. 1. Ligue as entradas A, B

1. Ligue as entradas A, B e C nas chaves “interruptoras”

em um

resistor e um led. Proceda de forma idêntica para os próximos circuitos, ou seja, interligue sempre as entradas nas chaves “interruptoras” e a saída nas saídas que monitoram os níveis lógicos (led).

e

a

saída X

A

0

1

0

1

0

1

0

1

B

0

0

1

1

0

0

1

1

C

0

0

0

0

1

1

1

1

X

               

2. Monte os circuito lógicos (a) e (b) e complete a tabela com os valores medidos na saída de cada circuito:

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38

38 3. Os circuitos 2a e 2b são equivalentes? (justifique) 4. Monte o circuito lógico e
38 3. Os circuitos 2a e 2b são equivalentes? (justifique) 4. Monte o circuito lógico e

3. Os circuitos 2a e 2b são equivalentes? (justifique)

4. Monte o circuito lógico e complete o valor de X na tabela.

Monte o circuito lógico e complete o valor de X na tabela. Compare os resultados dos
Monte o circuito lógico e complete o valor de X na tabela. Compare os resultados dos

Compare os resultados dos dois circuitos e apresente conclusões.

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8.5 Contextualização (Teoremas de De Morgan)

Os teoremas de De Morgan são muito úteis uma vez que, permitem a fácil transferência ou mudança de uma expressão booleana na forma de termos mínimos para termos máximos e vice-versa. Com os teoremas de De Morgan torna-se fácil a eliminação das barras que estão sobre diversas variáveis ou até mesmo sobre uma expressão inteira. Os dois teoremas básicos de De Morgan são:

inteira. Os dois teoremas básicos de De Morgan são: Observa-se que no primeiro teorema uma situação

Observa-se que no primeiro teorema uma situação OR é convertida em uma situação AND, com a vantagem de se poder eliminar a longa barra sobre a expressão NOR. Situação contrária ocorre no segundo teorema, onde uma situação AND é convertida para uma situação OR, isto é, uma porta NOR é convertida em uma porta AND com 2 inversores na entrada e uma porta NAND é convertida em uma porta OR com 2 inversores na entrada.

8.6 Procedimento

1. Monte os circuito e complete a tabela verdade. A B C Saída X do
1.
Monte os circuito e complete a tabela verdade.
A
B
C
Saída X do circuito 5a
Saída X do circuito 5b
0
0
0
0
0
1
0
1
0
0
1
1
1
0
0

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1

0

1

   

1

1

0

   

1

1

1

   

2.

Compare as colunas referentes as saídas dos circuitos (a) e (b) e apresente suas conclusões:

3.

Monte os circuitos e complete a tabela verdade.

 

OBS: Implemente a porta OR de 3 entradas com duas portas OR de 2 entradas.

a porta OR de 3 entradas com duas portas OR de 2 entradas. A B C

A

B

C

Saída X do circuito 6a

Saída X do circuito 6b

0

0

0

   

0

0

1

   

0

1

0

   

0

1

1

   

1

0

0

   

1

0

1

   

1

1

0

   

1

1

1

   

4.

Compare as colunas referentes as saídas dos circuitos (a) e (b) e apresente conclusões.

5.

Monte os circuitos utilizando um simulador e apresente os resultados encontrados.

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9 Exercícios extras

Decodificadores e Codificadores. Estes termos diferenciam-se por uma questão de referência dos circuitos combinacionais. O termo decodificador significa obter informação a partir de um código. O termo codificador significa gerar um código a partir de uma informação. O exemplo a seguir ilustra a diferença.

uma informação. O exemplo a seguir ilustra a diferença. O tradutor fez o papel de um

O tradutor fez o papel de um decodificador para a pessoa que entende alemão , logo esse elemento irá encará-lo como um decodificador, pois, está passando uma mensagem qualquer de um código desconhecido (o inglês) para um código conhecido (o alemão). Porém para a pessoa do idioma inglês o tradutor faz o papel de um codificador, pois está transformando uma linguagem conhecida sua para uma outra. Estas mesmas observações podem ser feitas quando deseja-se transformar as informações representadas em um determinado código para outro código. Por exemplo o teclado da calculadora converte um número em código decimal para um

número em código binário.

em código decimal para um número em código binário. 1) Elabore o circuito que faça a

1) Elabore o circuito que faça a conversão de código BCD 8421 1 em código Excesso 3 2 Utilize a tabela verdade dada para realizar as operações de obtenção da expressão e, em seguida, implemente o circuito. Observe o uso das condições irrelevantes. Dada a tabela de conversão de código BCD 8421 para Excesso 3.

1 Código BCD 8421 – A sigla BCD representa as iniciais de “Binary-Coded Decimal”, que significa decimal codificado em binário. Os dígitos 8421 representam o valor em decimal correspondente dígito em binário (2 3 = 8, 2 2 = 4, 2 1 = 2, 2 0 = 1).

2 Código Excesso 3 - Este código é obtido transformando-se o número decimal no binário correspondente e somando-se três unidades a este. Exemplo: 2 10 0010 2 0101 excesso 3 . O Código Excesso de 3 (D + 3). O código Excesso-3 não é muito utilizado mas, no passado, facilitou a realização de certos circuitos aritméticos. Trata-se de um código decimal-binário e, como tal, possui 10 palavras, numeradas de 0 a 9. A sua construção resulta do código BCD adicionando 3 unidades a cada palavra homologa desse código (daí a designação Excesso-3).

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42 Observe que variável está recebendo os valores mais e menos significativo. 2) Suponha o cruzamento

Observe que variável está recebendo os valores mais e menos significativo.

2) Suponha o cruzamento de duas ruas, conforme mostrado a seguir:

o cruzamento de duas ruas, conforme mostrado a seguir: Deseja-se, utilizando circuitos combinacionais, para

Deseja-se, utilizando circuitos combinacionais, para controlar os semáforos instalados no cruzamento destas ruas. O sistema de controle a ser instalado deve atender as seguintes especificações:

i) Se não houver carros trafegando em ambas as ruas é irrelevante o estado do semáforo.

ii) Se houver carros trafegando somente na rua secundária, o semáforo 2 deve permanecer verde e em consequência o semáforo 1 deve permanecer vermelho.

iii) Se houver carros trafegando somente na rua principal, o semáforo 1 deve permanecer verde e em consequência o semáforo 2 deve permanecer vermelho.

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iv) Se houver carros trafegando em ambas as ruas o semáforo 1 deve permanecer verde e, em consequência o semáforo 2 deve permanecer vermelho.

Construa o circuito que atenda as especificações.

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10 Anexo 1 - Pinologia de alguns circuitos integrados da família TTL

Quad Two-Input NAND Gate Quad Two-Input NOR Gate Hex Inverter Quad Two-Input AND Gate Triple
Quad Two-Input NAND Gate Quad Two-Input NOR Gate Hex Inverter Quad Two-Input AND Gate Triple

Quad Two-Input NAND Gate

Quad Two-Input NOR Gate

Quad Two-Input NAND Gate Quad Two-Input NOR Gate Hex Inverter Quad Two-Input AND Gate Triple Three-Input
Quad Two-Input NAND Gate Quad Two-Input NOR Gate Hex Inverter Quad Two-Input AND Gate Triple Three-Input

Hex Inverter

Quad Two-Input AND Gate

Two-Input NOR Gate Hex Inverter Quad Two-Input AND Gate Triple Three-Input NAND Gate Triple Three-Input AND
Two-Input NOR Gate Hex Inverter Quad Two-Input AND Gate Triple Three-Input NAND Gate Triple Three-Input AND

Triple Three-Input NAND Gate

Triple Three-Input AND Gate

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Dual 4-Input NAND Schmitt Trigger Hex Inverter Schmitt Trigger Dual Four-Input NAND Gate Dual Four-Input
Dual 4-Input NAND Schmitt Trigger Hex Inverter Schmitt Trigger Dual Four-Input NAND Gate Dual Four-Input

Dual 4-Input NAND Schmitt Trigger

Hex Inverter Schmitt Trigger

4-Input NAND Schmitt Trigger Hex Inverter Schmitt Trigger Dual Four-Input NAND Gate Dual Four-Input AND Gate
4-Input NAND Schmitt Trigger Hex Inverter Schmitt Trigger Dual Four-Input NAND Gate Dual Four-Input AND Gate

Dual Four-Input NAND Gate

Dual Four-Input AND Gate

Dual Four-Input NAND Gate Dual Four-Input AND Gate Dual Four-Input NOR Gate With Strobe Triple Three-Input
Dual Four-Input NAND Gate Dual Four-Input AND Gate Dual Four-Input NOR Gate With Strobe Triple Three-Input

Dual Four-Input NOR Gate With Strobe

Triple Three-Input NOR Gate

Dual Four-Input NAND Gate Dual Four-Input AND Gate Dual Four-Input NOR Gate With Strobe Triple Three-Input
Dual Four-Input NAND Gate Dual Four-Input AND Gate Dual Four-Input NOR Gate With Strobe Triple Three-Input

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Eight-Input NAND Gate

Eight-Input NAND Gate Quad Two-Input NAND Buffer Dual D-Type Positive Edge-Triggered Flip-Flop Quad 2-Input Exclusive OR

Quad Two-Input NAND Buffer

Eight-Input NAND Gate Quad Two-Input NAND Buffer Dual D-Type Positive Edge-Triggered Flip-Flop Quad 2-Input Exclusive OR

Dual D-Type Positive Edge-Triggered

Flip-Flop

NAND Buffer Dual D-Type Positive Edge-Triggered Flip-Flop Quad 2-Input Exclusive OR Gate Quad Two-Input OR Gate

Quad 2-Input Exclusive OR Gate

Quad Two-Input OR Gate

Flip-Flop Quad 2-Input Exclusive OR Gate Quad Two-Input OR Gate BCD to-7-Segment Decoder Dual JK Flip-Flop

BCD to-7-Segment Decoder

Flip-Flop Quad 2-Input Exclusive OR Gate Quad Two-Input OR Gate BCD to-7-Segment Decoder Dual JK Flip-Flop
Flip-Flop Quad 2-Input Exclusive OR Gate Quad Two-Input OR Gate BCD to-7-Segment Decoder Dual JK Flip-Flop

Dual JK Flip-Flop

Flip-Flop Quad 2-Input Exclusive OR Gate Quad Two-Input OR Gate BCD to-7-Segment Decoder Dual JK Flip-Flop

DecadeCounter

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47 DecadeCounter 4-Bit Shitf-Register Quad 3-State Buffers Quad 3-State Buffers Quad Exclusive OR/NOR Gate QUAD 2-Input

DecadeCounter

47 DecadeCounter 4-Bit Shitf-Register Quad 3-State Buffers Quad 3-State Buffers Quad Exclusive OR/NOR Gate QUAD 2-Input

4-Bit Shitf-Register

47 DecadeCounter 4-Bit Shitf-Register Quad 3-State Buffers Quad 3-State Buffers Quad Exclusive OR/NOR Gate QUAD 2-Input

Quad 3-State Buffers

47 DecadeCounter 4-Bit Shitf-Register Quad 3-State Buffers Quad 3-State Buffers Quad Exclusive OR/NOR Gate QUAD 2-Input

Quad 3-State Buffers

Shitf-Register Quad 3-State Buffers Quad 3-State Buffers Quad Exclusive OR/NOR Gate QUAD 2-Input Schmitt Trigger NAND
Shitf-Register Quad 3-State Buffers Quad 3-State Buffers Quad Exclusive OR/NOR Gate QUAD 2-Input Schmitt Trigger NAND

Quad Exclusive OR/NOR Gate

QUAD 2-Input Schmitt Trigger NAND

Gate

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48 1of 8 Decoder/Demultiplexer 10-line-to-4-line and 8 line-to-3-line PriorityEncoder 8-input Multiplexer Quad D Flip-Flop

1of 8 Decoder/Demultiplexer

48 1of 8 Decoder/Demultiplexer 10-line-to-4-line and 8 line-to-3-line PriorityEncoder 8-input Multiplexer Quad D Flip-Flop

10-line-to-4-line and 8 line-to-3-line

PriorityEncoder

10-line-to-4-line and 8 line-to-3-line PriorityEncoder 8-input Multiplexer Quad D Flip-Flop Portas lógicas Caderno
10-line-to-4-line and 8 line-to-3-line PriorityEncoder 8-input Multiplexer Quad D Flip-Flop Portas lógicas Caderno

8-input Multiplexer

Quad D Flip-Flop

Portas lógicas

8-input Multiplexer Quad D Flip-Flop Portas lógicas Caderno de Laboratório Lógica matemática e elementos de

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11 Referências bibliográficas:

A presente apostila é o resultado de uma coletânea de dados técnicos retirado de diversas fontes (livros, internet, manuais, etc.) entre eles:

Arroz, Guilherme; Sêrro, Carlos. Sistemas digitais: apontamentos de sala de aula. Disponível em: http://web.ist.utl.pt/~D898/public/sd/Biblio/Folhas_v11.pdf

Casagrande,

Gorge

H.

B.

Eletrônica

digital:

circuitos combinacionais. Disponível em:

Chueiri, Ivan Jorge, Miguel, Afonso Ferreira, “Sistemas digitais: exercícios e fundamentos”, 4° edição, 2010

Curso de eletrônica digital fascículos

Curso técnico em eletrônica SENAI- Brusque

Mano, Morris M., Kime, Charles R.Logic and Computer Design Fundamentals, 2nd ed., Prentice Hall International, Inc., New Jersey, USA, 2000, Secção 3.1 a 3.4

Material de aula disponibilizado pelo Prof. Edgar Zuim (

Material de aula disponibilizado pelos Professores: Mario Oliveira Orsi e Carlos Alexandre F. Lima

Mendonça, Alexandre; Zelenovsky, Ricardo, “Eletrônica Digital curso prático e exercícios”, 2° edição, Ed. MZ, 2007

Tocci, Ronald J., "Sistemas Digitais - Princípios e Aplicações", 7' Ed., Ed LTC- Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. Rio de Janeiro, 2000 (disponível na pagina do curso, cap. 1 a 9)

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