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UNICENTRO- BRASIL PAÍS DO FUTURO

ESPECIALIZAÇÃO GESTÃO EM SAÚDE


DISCIPLINA: PROJETO DE PRODUTO IV

RELATÓRIO DE PESQUISA
O Uso da Informática nas escolas no Município de Duque de Caxias – Rio de
Janeiro

CURITIBA
2010
MARCELO CASTRO ANDREO

RELATÓRIO DE PESQUISA
AQUI VAI O TÍTULO DE SEU TRABALHO

Relatório de Pesquisa apresentada à


disciplina de Projeto de Produto IV do Curso
de Desenho Industrial – Habilitação em
Projeto de Produto do Núcleo de Ciências
Exatas e Tecnológicas da Universidade Meu
Brasil Brasileiro

Orientador: José da Silva

CURITIBA
2006
Atualmente a inserção dos computadores na escola tem levantado bastante
discussões, questionamentos e estudos. A disseminação da informática nas escolas
como instrumentos de aprendizagem e auxiliar na busca de novos conhecimentos
vem acontecendo de forma rápida entre nós. Tal disseminação vem provocando
mudanças estruturais e funcionais na educação. A introdução desta nova tecnologia
na educação vem causando um reflexão na atual visão do ensino e aprendizagem.
A introdução da informática na educação exige uma formação bastante ampla do
professor , não se pode criar condições para o professor dominar o computador ou
o software, mas sim auxiliá-lo a desenvolver conhecimento sobre o próprio

i
2

Aos nossos famíliares


Dedicamos
AGRADECIMENTOS

A
João
pela imensa atenção e dedicação ao nosso trabalho, e o
encorajamento nos momentos difíceis.

José, pela ajuda inestimável, pelos esclarecimentos sobre texto, texto.

Joaquim, pela preciosa consultoria nos aspectos técnicos.

Professora Maria, pelas valiosas sugestões.


3

Escreva aqui uma citação que tenha relação com o seu trabalho; um poema, um
parágrafo, etc.

Poeta de sua prefrência


Sumário
LISTA DE FOTOGRAFIAS................................................................................................vi
LISTA DE TABELAS.........................................................................................................vii
LISTA DE ANEXOS.............................................................................................................x
RESUMO..............................................................................................................................xi
INTRODUÇÃO.....................................................................................................................1
1 OBJETIVOS.................................................................................................................2
1.1 Objetivo Geral...............................................................................................2
1.2 Objetivo específico: ......................................................................................2
2. METODOLOGIA..........................................................................................................3
3 ANÁLISE DO PROBLEMA...........................................................................................4
3.1 Introdução.....................................................................................................4
4 LEVANTAMENTO DE DADOS....................................................................................5
5 DEFINIÇÃO DE PÚBLICO ALVO................................................................................6
6 CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES........................................................................7
6.1 Introdução.....................................................................................................7
7 GLOSSÁRIO................................................................................................................8
8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.............................................................................9
9 ANEXOS....................................................................................................................10

iv
LISTA DE FOTOGRAFIAS

v
LISTA DE TABELAS
Tabela 1 - Evolução da Matrícula de Alunos com Necessidades Especiais. Fonte:
MEC, 2005..................................................................................................................6

vi
7

LISTA DE FIGURAS
8

LISTA DE GRÁFICOS
LISTA DE ANEXOS

13.1 Relatório de Visita Hospital do Trabalhador.........................................................................106

ix
RESUMO

Texto, texto, texto

x
1

INTRODUÇÃO

Neste modelo de monografia, os títulos e subtítulos possuem estilos de


parágrafos específicos como, por exemplo: Monografia_Título1, Monografia_Texto.
Além disso, também há uma separação de estilos de página, de maneira que em
cada estilo haja um tipo de numeração (algarismos romanos ou arábicos)
conveniente à sua função dentro de uma monografia ou relatório de pesquisa.

O presente modelo foi feito tendo como base as normas de apresentação da


UFPR, que por sua vez, baseia-se nas normas da ABNT. Como essas entidades
estão constantemente revisando suas instruções normativas, este modelo não pode
ser considerado uma referência absoluta. O usuário deve consultar os manuais de
sua instituição e verificar o quanto ele está de acordo, e realizar as mudanças nos
estilos de parágrafo, fonte e página necessárias.

Creio que, apesar disso, ter ajudado a poupar-lhe um tempo precioso, e


ajudar-lhe no que é realmente importante: a produção de conhecimento.

Bom Trabalho em sua Monografia/Relatório de Pesquisa, e que , de alguma


forma, o resultado de seu trabalho seja revertido em benefício da sociedade,
tornando-a mais inclusiva, justa e igualitária.
2

1 OBJETIVOS

1.1 Objetivo Geral


Criar e desenvolver equipamentos que texto, texto, texto, texto.

1.2 Objetivo específico:


Texto, texto
3

2 METODOLOGIA

2.1 Subtítulo
Uma das facilidades deste modelo é a de que há um estilo de parágrafo
para cada situação. Nesta página temos quatro exemplos. Clique sobre uma das
linhas de texto e veja que na caixa referente aos Estilos e Formatação, o estilo do
parágrafo ficará em destaque.

Caso esta caixa de diálogo não esteja aparecendo, clique em F11.

2.1.1 Mais um subnível

Outro subnível
4

3 ANÁLISE DO PROBLEMA

3.1 Introdução
Texto, texto, texto.
5

4 LEVANTAMENTO DE DADOS

Texto, texto, texto


6

5 DEFINIÇÃO DE PÚBLICO ALVO


Abixo, uma tabela, que é indexada automaticamente no sumário:

EVOLUÇÃO DA M AT RÍCULA DE ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS POR TIPO DE DEFICIÊNCIA


- 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003
Tipo de QuantidadeQuantidade Quantidade Quantidade Quantidade Quantidade Quantidade Quantidade
Necessidade Alunos Alunos Alunos Alunos Alunos Alunos Alunos Alunos
Total Brasil 201,14 334,51 337,33 374,13 300,52 323,4 337,9 500,38
Deficiência
V isual 8,08 13,88 15,47 18,63 8,02 8,57 9,62 20,52
Deficiência
Auditiva 30,58 43,24 42,58 47,81 35,55 36,06 35,58 56,02
Deficiência
Física 7,92 13,14 16,46 17,33 10,76 12,18 11,82 24,66
Deficiência
Mental 121,02 189,37 181,38 198 178,01 189,5 199,5 251,51
Deficiência
Múltipla 23,52 47,48 42,58 46,75 41,73 47,09 50,48 62,28
Condutas
Típicas 9,53 25,68 8,99 9,22 7,74 9,19 9,74 16,86
Superdotação 490 1,72 1,19 1,23 454 692 625 1,68
Outras - - 28,67 35,17 18,27 20,13 20,52 66,85
FONTE: MEC/INEP/SEEC (2004)
Tabela 1 - Evolução da Matrícula de Alunos com Necessidades Especiais. Fonte: MEC, 2005
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6 CONCLUSÃO E RECOMENDAÇÕES

6.1 Introdução
Parágrafos destinados à conclusão.
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7 GLOSSÁRIO
afasia: perda da capacidade de usar a linguagem
disartria: incapacidade de engolir (Crossman & Neary, 178)
escoliose: curvatura lateral da coluna vertebral (Melhoramentos, p. 198)
espasticidade: aumento da resistência à movimentação passiva dos membros,
quando os músculos são inicialmente estirados (Crossman & Neary, 2002, p. 178)
handicap: deficiência (física ou mental), desvantagens.
Hemiparesia: fraqueza de um dos lados do corpo (Crossman & Neary, 2002, p.
178)
higidez: perfeita saúde, salubridade.
hipotonia: diminuição anormal do tônus muscular (Crossman & Neary, 2002, p. 179)
infarto: morte do tecido resultante do comprometimento de sua circulação
icterícia: síndrome caracterizada pela cor amarelada da pele e conjuntivas oculares
(Melhoramentos, p. 267)
propriocepção: detecção da posição e dos movimentos das partes do corpo
(Crossman, Neary, 2002, p. 180)
prótese: substituição de um órgão ou parte dele por uma peça artificial
( Melhoramentos, pg. 418, 1992)
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8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BOBATH, Karel Uma Base Neurofisiológica Para o Tratamento da Paralisia


Cerebral. São Paulo: Ed. Manole, 1990

CENTRO DE DESIGN DO PARANÁ Modelo Padrão de Carteiras Escolares,


Curitiba: Fundepar, 1998

CHEN, Jie-Qi, KRECHEVSKY, Mara, VIENS, Julie e ISBERG Emily Utilizando as


Competências das Crianças – Vol. 1. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001

ROSENBERG, Roger N. Atlas de Neurologia Clínica Rio de Janeiro: Ed. Revinter,


2000.

SANCHEZ, Elisabete Maria Saraiva, FELISBERTI, Maria Isabel, COSTA, Carlos A.


R. et al. Evaluation of thermal and photo-oxidative ABS degradation with
recycling purposes. Sâo Carlos: Polímeros, July/Sept. 2003, vol.13, no.3, p.166-
172.

BRASIL NETO, J. Neurofisiologia e plasticidade no córtex cerebral pela


estimulação magnética transcraniana repetitiva. Revista de Psiquiatria Clínica nº
31. 2004. pgs. 216-220

GARDNER, Howard Múltiplas Perspectivas in Revista Viver Mente & Cérebro –


Edição Especial nº 1 – Inteligência, pp.16-21. São Paulo: Editora Dueto, 2005

STERNBERG, Robert J. Os Testes de Inteligência são Inteligentes? In Revista


Viver Mente & Cérebro – Edição Especial nº 1 – Inteligência, pp.10-15. São Paulo:
Editora Dueto, 2005

VIGOTSKY, L. S. Pensamento e Linguagem – São Paulo: Martins Fontes, 1998.

ARAÚJO, Renata Mattos Eyer de Mobiliario Escolar Accesible y Tecnología


Apropiada: Una aportación para la Enseñanza Inclusiva In
http://www.acessibilidade.net/at/kit2004/Programas CD /Ats / cnotinfor /Relatorio
_Inclusiva /pdf/Mobiliario_escolar_es.pdf

APAE BRASIL Dados Estatísticos de Deficiências atendidas pelas Apaes do


Brasil, www.apaebrasil.org.br/?mod=bancodados, acessado no dia 10/09/2005

BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento)Informe Setorial n0 6 - Resinas


ABS http://www.bndes.gov.br/abs.pdf, acessado em 14/10/2005.
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9 ANEXOS

Interesses relacionados