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Presidente da República Federativa do Brasil

Ernesto Geisel

Ministro da Educação e Cultura


Euro Brandão
SISTEMA DE MATERIAL DE
ENSINO-APRENDIZAGEM -
um modelo de avaliação-
Secretário-Geral
Armando Dias Mendes
Diretora-Geral do DEF
Anna Bernardes da Silveira Rocha
Assessora-Chefe da CODEN
Hetty Loretti Rossi

B823s Brasil. Departamento de Ensino Fundamental.


Sistema de material de ensino-aprendizagem: um modelo de
avaliação. Brasília, MEC. Departamento de Documentação e Di-
vulgação, 1979.

153 p. Elaborado por Cósete Ramos e

outros.

1. Ensino-aprendizagem — Material. I. Ramos, Cósete. II. Tí-


tulo.
CDD 371.307 8
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
DEPARTAMENTO DE ENSINO FUNDAMENTAL

SISTEMA DE MATERIAL
DE ENSINO-APRENDIZAGEM
-um modelo de avaliação-

ELABORAÇÃO

Coordenadora-Geral - DEF/MEC

Cósete Ramos, PhD

Técnicos:

Enyr Oliveira - SEC/RJ Estelita Silveira de Andrade -


SEC/DEF João Batista de Mendonça - PREMEN/MEC
Maria Deize Dalla Costa Horta - SEC/DF Vera Lúcia
Lourenço Rezende — SEC/RJ Veralúcia Rodrigues Lins
— SEC/PE Vilma Araújo - SEC/SC

Consultores:

Thereza Penna Firme, PhD

Mari/u Fontoura de Medeiros, PhD (concluindo)

CS© Departamento de Documentação e Divulgação


Brasília, DF - Janeiro de 1979
Capa: Ralph Tadeu Gehre
APRESENTAÇÃO

Um quinto momento, nesta série de documentos cuja pretensão maior é a de servir à melhoria do
1? grau nesse campo tão importante dos materiais de ensino-aprendizagem.
Este SMEA—5 propõe um modelo de avaliação do Projeto Sistema de Material de Ensino-
Aprendizagem que os Senhores Secretários de Educação implantaram a partir de 1977, com a consciência
e a medida da relevância de materiais de ensino para a instrução efetiva das crianças.
O documento está aberto às discussões e às adaptações.
A denominação OMEGA tem presente que o processo de avaliação deve atingir o ponto terminal —
a aprendizagem das crianças.
Pretendemos que as possibilidades do Modelo sejam tão ricas e amplas quanto o potencial de um
alfabeto para a expressão das idéias e para a comunicação humana.

Anna Bernardes da Silveira Rocha


Diretora-Geral do DEF
SUMARIO

CONSIDERAÇÕES INICIAIS .............................................................................. g

AVALIAÇÃO .....................................................................................................
13
AVALIAÇÃO DO SMEA
OBJETIVOS .....................................................................................................................
25
AVALIAÇÃO DO SMEA
MODELO OMEGA ............................ 29
Momento 1
DELINEAR 34
Momento 2
OBTER 38
Momento 3
PROVER E DECIDIR ..............................................................................................
45

AVALIAÇÃO DO SMEA
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO ........................................................................ 49

Plano Global de Avaliação do SMEA ........................................................... 52


Plano Específico de Avaliação do SMEA ..................................................... 66

Matriz 1 : Questionamentos por Tipo de Avaliação e Objetivos Propostos . . 85

Matriz 2: Questionamentos por Nível de Atuação, Objetivos do SMEA e


Tipos de Avaliação .......................................................................... 94
Instrumentos de Avaliação .............................................................................. 106

Instrumentos de Avaliação Diagnostica ............................................ 108


Instrumentos de Avaliação Formativa ............................................... 116
Instrumentos de Avaliação Somativa ................................................. 127
Tabela de Especificação ...................................................................... 143

CONSIDERAÇÕES FINAIS ....................................................................................... 147

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................. 153


CONSIDERAÇÕES INICIAIS
CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Desde 1977 o Departamento de Ensino Fundamental vem desenvolvendo, em convênio com as


Secretarias de Educação das Unidades Federadas, o Projeto Sistema de Material de Ensino-
Aprendizagem (SMEA).

financiar o Projeto, juntamente com o DEF.

desenvolver o Projeto.

financiar o Projeto, juntamente corn a SEC.

colaborar na orientação técnico-pedagógica do Pro-


jeto.
CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Como responsável direta pelo desenvolvimento do Projeto, compete à Secretaria de Educação:

Os projetos já estão sendo planejados e executados. Para tal o DEF tem colaborado através de
documentos e encontros nacionais.

A fim de que a avaliação do Projeto também se realize com o nível de efetividade desejado, é
que surgiu o presente documento. Pretende-se com ele fornecer às Equipes do SMEA, nas
Secretarias de Educação, subsídios para avaliar o Projeto que desenvolvem. Esta é mais uma
forma de o DEF prestar assistência técnica ao trabalho educacional realizado nas Unidades
Federadas.
AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO

Quando um EDUCADOR:

preocupase com a necessidade de verificar o andamento do projeto que está


desenvolvendo, para garantir sua efetividade;

determina criterios para julgar os resultados em função dos objetivos do


projeto;

busca informações sobre sua execução;

faz o julgamento de quais os aspectos que estão indo bem e quais os que
precisam ser corrigidos; e

toma decisões sôbre que providências devem ser ativadas para consolidar os
aspectos favoráveis e redirecionar os desfavoráveis,

ele passou por um processo completo de avaliação do seu projeto


educacional.
AVALIAÇÃO

0 processo avaliativo de um projeto educacional inicia-se com uma preocupação de tomar


decisões sobre a efetividade do projeto.

A efetividade do projeto está diretamente relacionada ao atingimento dos objetivos pretendidos para
o projeto.

0 processo avaliativo de um projeto inclui a determinação de critérios a partir dos quais a


efetividade do projeto será interpretada.

Critérios são padrões absolutos através dos quais os resultados do projeto serão julgados.

Critérios se referem ao nível de qualidade esperado do projeto (internamente) e do seu impacto


(externamente).

A discrepância observada entre a execução real e os critérios preestabelecidos deve conduzir à


correção da execução do projeto ou à revisão dos próprios critérios.

0 processo avaliativo inclui a especificação das informações necessárias, bem como dos meios
para obtê-las.

As informações são dados a serem coletados no sentido de embasar a tomada de decisões.


AVALIAÇÃO

O processo avaliativo inclui um juízo de valor sobre sucessos e dificuldades do projeto


educacional.

0 julgamento se refere tanto ao grau de atingimento dos objetivos do projeto (efetividade) como
também ao mérito desses próprios objetivos.

0 processo avaliativo sempre engloba descrição e julgamento.

Para julgar o valor de aspectos do projeto é necessário estabelecer a relação entre o obtido
(resultado) e o esperado (critério).

O processo avaliativo inclui a tomada de decisões com base em todas as informações coletadas.

As decisões devem levar em conta tanto os resultados relacionados aos objetivos previstos como os
resultados inesperados.

A decisão é o ponto culminante de todo o processo avaliativo. É neste momento que o projeto
consolida suas realizações e soluciona seus problemas.
AVALIAÇÃO

Proporciona um modo racional de agir.

Busca informações sôbre a natureza e o valor de projetos educacionais para tomar melhores
decisões sobre como conduzir tais projetos.

Avaliação, numa abordagem sistêmica, é o:

PROCESSO DE

DELINEAR
:> INFORMAÇÕES
OBTER
PROVER ÜTEIS

PARA JULGAR
ALTERNATIVAS DE
DECISÃO

(Stufflebeam)
AVALIAÇÃO

Um projeto educacional contém:

A avaliação acompanha o projeto educacional em todas as suas etapas, relacionando-se a todos


os seus componentes.

COMPONENTES AVALIAÇÃO ETAPAS

Insumos Diagnóstica Antes

Operações Formativa Durante

Resultados Somativa Depois


AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO

Questões características de cada tipo de avaliação:

Quem se beneficiará do projeto?

Quais as necessidades dessas pessoas?

Que recursos já existem?

Que recursos são necessários?

Que problemas dificultam a satisfação das necessidades?

Que sucessos estão ocorrendo?

Como estimular a manutenção dos aspectos positivos?

Ocorrem acontecimentos indesejáveis? Quais? Como

reduzi-los ou eliminá-los?

Quais os resultados favoráveis obtidos?

Houve resultados desfavoráveis? Quais?

Como consolidar os aspectos positivos e redirecionar os


negativos?

Os objetivos previstos foram alcançados? Quais as


evidências?

Que outros resultados não previstos foram alcançados?

Qual o valor (interno) do projeto?

Qual o impacto (externo) do projeto?


AVALIAÇÃO

Em resumo:

A avaliação é cíclica, realizando-se num processo contínuo. Deve, portanto, ser implementada como um
programa sistemático.

Os resultados finais, somativos, retornam como informação diagnóstica para recomeçar outro ciclo.
22
AVALIAÇÃO

FLUXO DO PROCESSO AVALIATIVO

Os fundamentos filosóficos do Sistema Educacional embasam os objetivos do Projeto.

A situação real da execução do Projeto é detectada através de procedimentos de mensuração que


devem ser fidedignos e válidos.

A comparação da situação real com os objetivos, feita com base nos critérios preestabelecidos,
conduz a um juízo de valor que, por sua vez, embasa a tomada de decisão.
23
[3] AVALIAÇÃO DO SMEA
OBJETIVOS
OBJETIVOS
AVALIAÇÃO DO SMEA

OBJETIVO GERAL
OBJETIVOS
AVALIAÇÃO DÒ SMEA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Verificar se os objetivos do SM EA estão relacionados às necessidades diagnosticadas.

verificar se as atividades programadas -pelos diversos ni'veis de atuação estão coerentes


com os objetivos do SM EA.

Identificar as disponibilidades e restrições existentes para atingimento dos objetivos do


SMEA.

Comparar as ações previstas para o desenvolvimento do SMEA e as ações realmente


efetivadas em cada nível de atuação.

Detectar os fatores que, em cada nível de atuação, contribuem para o sucesso no alcance
dos objetivos do SMEA.

Detectar os fatores que, em cada nível de atuação, dificultam o alcance dos objetivos do
SMEA.

Verificar se os resultados previstos (objetivos do SMEA) foram alcançados nos diversos


niveis de atuação.

Verificar que outros resultados, nao previstos, ocorreram nos diversos níveis de atuação.

Verificar até que ponto as informações obtidas através da avaliação são utilizadas para o
redirecionamento do próprio SMEA.
(4] AVALIAÇÃO DO SMEA
MODELO OMEGA
MODELO OMEGA

O Modelo OMEGA foi idealizado para avaliar o alcance dos objetivos do SMEA (efetividade interna)
e seu impacto (efetividade externa) na melhoria do processo ensino-aprendizagem.

O Modelo OMEGA, a seguir apresentado, consta de três momentos essenciais que constituem as
fases fundamentais de um processo avaliativo, numa concepção sistêmica de avaliação.

Consiste em especificar quais as informações que se desejam e como serão obtidas,


preestabelecendo critérios para interpretação dos resultados.

LJ Consiste na coleta, organização e interpretação das informações.

Consiste na entrega das informações obtidas ao responsável pela tomada de decisões,


ponto culminante do processo avaliativo.

A seguir, o Modelo OMEGA


MODELO OMEGA

INEP
BIBLIOTECA NUCLEO
MODELO OMEGA

Detalhando este Momento.


MODELO OMEGA

A 1a etapa do Modelo consiste na formulação do Plano Global de


Avaliação.

CARACTERIZAÇÃO DA ETAPA

O Plano Global de Avaliação do SMEA, de urna forma ampla, visa estabelecer o


direcionamento de todo o processo avaliativo nas suas três fases: delinear, obter e prover.

Na elaboração do Plano Global se determinam tanto os aspectos técnico-administrativos como a


melhor maneira de aproveitar os resultados da avaliação.

OPERACIONALIZAÇÃO DA ETAPA

Neste documento está proposto um Plano Global de Avaliação do SMEA. Nele são formulados
questionamentos que orientam a execução de cada uma das fases do processo avaliativo.

As respostas a tais questionamentos variam de acordo com o tipo de avaliação que se vai realizar.
Assim, o exame do Plano, no seu sentido vertical, permite identificar os principais aspectos a
considerar numa avaliação diagnóstica, formativa ou somativa.

O Plano ajuda, portanto, garantir que as principais providências com relação ao


desenvolvimento do processo avaliativo estejam previstas.

35
MODELO OMEGA

A 2? etapa do Modelo consiste na formulé


ção do Plano Específico de Avaliação.

CARACTERIZAÇÃO DAS ETAPAS


O Plano Global de Avaliaçãodo SMEA (etapa 1 ) já define, de um modo amplo, o que avaliar. No Plano
Específico de Avaliação do SME A (etapa 2) será feito o detalhamento do objeto-alvo da avaliação, bem
como dos procedimentos para realizar o processo avaliativo.
O Plano Específico de Avaliação deve ser elaborado em função dos objetivos que o SMEA pretende
alcançar. Eis os objetivos do SMEA:

Executar a política de material de ensino-aprendizagem da Unidade Federada.


Dotar o Sistema de Ensino da UF de materiais instrucionais eficazes e eficientes
para a operacionalização da proposta curricular.
Contribuir para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem, aliando-se aos
esforços já desencadeados nas áreas de currículo, metodologia de ensino e
treinamento de recursos humanos.

Construir materiais instrucionais para os objetivos de ensino definidos na


proposta curricular da UF.
Adquirir materiais instrucionais que comprovadamente apresentem condições
de levar à consecução dos objetivos definidos no currículo da UF.
Difundir materiais de ensino na rede escolar, após sua necessária testagem e
validação.
Capacitar recursos humanos para a plena utilização dos materiais de ensino
distribuídos.
Desenvolver pesquisas de materiais de ensino-aprendizagem para atender a
dificuldades e estrangulamentos comprovados no processo ensino-aprendizagem.
Montar mecanismos que propiciem e mantenham a dinamização do próprio
sistema de material de ensino-aprendizagem da UF.

OPERACIONALIZAÇÃO DA ETAPA
Neste documento está proposto um Plano Específico de Avaliação. O Plano é centrado nos objetivos
específicos do SMEA, pois partiu-se da premissa de que o atingimento dos objetivos específicos acarreta o
alcance dos objetivos gerais.
MODELO OMEGA

A 3a, 4a, 5a e 6a etapas do Modelo consis-" tem


na definição do que avaliar e critérios de
julgamento dos tipos de avaliação, das fontes
de informação e das técnicas e instrumentos a
serem utilizados.
CARACTERIZAÇÃO DAS ETAPAS
Estas quatro etapas são estreitamente relacionadas. Nelas se define, com especificidade, a
execução do processo avaliativo do SMEA.
Os produtos destas etapas se integram e irão constituir o Plano Especificó de Avaliação do
SMEA.

OPERACIONALIZAÇÃO DAS ETAPAS


No Plano Especificó proposto neste documento estão apresentados:
questionamentos que definem o que se quer avaliar, em relação a cada objetivo
doSMEA;
critérios para julgamento dos resultados;
tipos de avaliação que caracterizam os questionamentos;
fontes de informação que podem responder aos questionamentos;
técnicas e instrumentos que podem ser utilizados para obtenção das respostas.
MODELO OMEGA

Detalhando este Momento.


MODELO OMEGA

A 7a etapa do Modelo consiste na organiza-


ção das matrizes a partir das quais os instru-
mentos para coleta dos dados serão elabora-
dos.

O plano específico de avaliação detalha o quê e como avaliar o SMEA. Deste plano serão
selecionados os aspectos prioritários para a avaliação. Na etapa 7 deve ser feita a montagem de
matrizes que reúnam estes aspectos prioritários.

Nela os questionamentos considerados prioritários e retirados do Plano Específico de


Avaliação são organizados segundo os tipos de avaliação e os objetivos do SMEA.

Nela os questionamentos considerados prioritários e retirados da Matriz são


organizados segundo o nível de atuação do SMEA (responsável por fornecer a
informação) e os objetivos do SMEA. Tais questionamentos agrupam-se também,
dentro de cada nível de atuação, conforme o tipo de avaliação.
MODELO OMEGA

A 8a, 9a e 10a etapas do Modelo consistem


na preparação completa dos instrumentos
que serão usados para obter os dados
desejados.

CARACTERIZAÇÃO DAS ETAPAS

A preparação dos instrumentos, a ser realizada nestas etapas, está ligada a elaborar, testar e
validar cada instrumento.

ELABORAÇÀOj

Os instrumentos precisam ser formulados a partir das matrizes montadas na etapa 7. Eles devem
incluir os questionamentos selecionados como prioritários, organizados conforme o tipo de avaliação e
o nível de atuação responsável peia informação.

OPERACIONALIZAÇÃO DA ETAPA

Neste documento, à guisa de exemplo, são apresentados dez instrumentos. Outros ainda poderão vir a
ser elaborados para obter respostas aos mesmos questionamentos ou a outros não incorporados na
Matriz e até mesmo no Plano Específico de Avaliação.
MODELO OMEGA

Importante:
Até este ponto, cada etapa do Modelo foi tratada com duplo enfoque:
a) CARACTERIZAÇÃO - a explicação do que deve ser feito;
b) OPERACIONALIZAÇÃO - o desenvolvimento prático (relacionada ao
próximo capítulo deste documento).
Daqui por diante, as outras etapas do Modelo serão apenas explicadas. Seu
desenvolvimento prático ficará a cargo das Equipes do SM EA. Devido à importância do
assunto, ele será tema de outro documento específico.

TESTAGEM

Nesta etapa, os instrumentos de avaliação devem ser aplicados, em caráter experimental, a


elementos representativos da população-alvo. Procura-se verificar adequações e inadequações de
conteúdo e forma, bem como as condições de aplicação, incluindo tempo e local apropriados.

VALIDAÇÃO

Nesta etapa, através de revisões e correções sucessivas dos instrumentos testados, procura-se
estabelecer tanto quanto possível a validade dos instrumentos, isto é, a qualidade de medir o que
pretendem medir.
Como componente da etapa 10 procura-se também estabelecer a fidedignidade dos instrumentos,
ou seja, sua qualidade de consistência, pela quai os ¡tens incluídos sejam de tal modo claros e
concisos que conduzam ao mesmo tipo de resposta sempre que apresentados.
MODELO OMEGA

A 11a, 12a e 13a etapas do Modelo consistem


na obtenção e no tratamento dos Harl ns

CARACTERIZAÇÃO DAS ETAPAS

Estas etapas são diretamente ligadas às anteriores, pois tratam da aplicação dos instrumentos
preparados. As seis etapas em conjunto constituem a fase mais técnica do processo avaliativo.

COLETA DOS DADOS

Nesta etapa os instrumentos testados e validados são administrados à população-alvo para


reunir as informações já delineadas, constantes das matrizes.

Cuidados na aplicação dos instrumentos devem ser observados nesta etapa.


MODELO OMEGA

ORGANIZAÇÃO DOS DADOS

Nesta etapa os dados são tabulados de acordo com as respostas que se deseja obter em relação
aos questionamentos formulados.

Assim, os dados poderão ser computados por objetivo, se o que se pretende é obter uma
indicação sobre o alcance de determinado objetivo.
Os dados também podem ser computados por nível de atuação do SMEA, se o que se pretende é
uma indicação sobre o funcionamento global de determinado nivel de atuação.
A forma de apresentação dos dados é outro fator importante para facilitar a compreensão do seu
significado. Gráficos, tabelas ou listas são exemplos de formas de apresentação.

ANALISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS )

Nesta etapa será feito o exame cuidadoso dos dados obtidos, estabelecendo-se uma comparação
com os objetivos propostos.

E na etapa 13 que se realiza a análise quantitativa e qualitativa das informações, bem como o seu
tratamento estatístico, sempre que necessário.
MODELO OMEGA

A 14? etapa do Modelo consiste na apre-


sentação detalhada das informações obtidas,
indicando-se sua relação com os objetivos e
critérios.

CARACTERIZAÇÃO DA ETAPA

Ê nestaetapa que devem ser evidenciados os aspectos de sucesso e as dificuldades em relação ao


SM EA como um todo, ou nos seus componentes específicos, tendo em vista seus objetivos.
Resultados nao previstos também serão detectados.

Os sucessos e dificuldades do SM E A devem ser interpretados em relação direta aos objetivos e


critérios preestabelecidos, conforme consta do Plano Específico de Avaliação do SM EA. Esta
interpretação deverá embasar as recomendações.
Na etapa 14 elabora-se o relatório dos resultados. Seu formato e detalhamento do conteúdo variam
conforme o tipo de avaliação. Ver Plano Global de Avaliação. Tal relato é indispensável para permitir
um julgamento adequado dos resultados e uma conseqüente tomada de decisões.
MODELO OMEGA

Detalhando este Momento.


MODELO OMEGA

A 15. etapa do Modelo consiste na apresen-


tação resumida dos resultados e suas respec-
tivas recomendações, diretamente relacio-
nadas aos objetivos do SM EA.

Na etapa anterior foi feito um relatório detalhado dos resultados da avaliação realizada, seja ela
diagnóstica, formativa, seja somativa.
Nesta etapa são selecionadas as informações mais relevantes e recomendações pertinentes e
organizadas num informe sintético.
Este informe deve ser adequado ao tipo de pessoa ou instituição que será responsável peia
tomada de decisões.

Portanto, com relação a um mesmo relatório (etapa 14), poderão ser feitos diferentes informes,
enfatizando em maior ou menor profundidade certos aspectos, conforme a clientela à quai a síntese
se destina.
MODELO OMEGA

A 16a etapa do Modelo consiste na entrega


do informe sintético para quem deverá tomar
as decisões correspondentes.

CARACTERIZAÇÃO DA ETAPA

Esta etapa do modelo é o momento crítico que vai estabelecer a conexão entre todo o trabalho de
avaliação realizado até aqui e as decisões pertinentes que são o ponto culminante do processo.

A forma de encaminhamento da síntese e recomendações (reunião, seminário, entrevista...), a quem


de direito, variará conforme o tipo de avaliação e a natureza das decisões.

Esta comunicação será tanto mais efetiva à medida que esteja presente um elemento
do SMEA diretamente envolvido no processo avaliativo, a fim de evitar distorções e permitir
maior detalhamento, se necessário.
MODELO OMEGA

A 17a etapa do Modelo consiste na tomada


de decisões a partir dos resultados da avalia-
ção.

CARACTERIZAÇÃO DA ETAPA

Nesta etapa realiza-se a tarefa mais delicada de todo o processo avaliativo, isto é, o julgamento
do valor do trabalho desenvolvido ou em desenvolvimento e a tomada de decisões em função
deste juízo.
Na etapa 17 são analisadas pelo decisor, em conjunto com o avaliador, as possiveis causas dos
sucessos e dos problemas detectados.
Deve prevalecer a preocupação de reconhecer os êxitos em primeiro lugar. Também é
importante definir que aspectos necessitam ser melhor trabalhados.
Nesta análise, alternativas de decisões são consideradas. 0 decisor seleciona as mais adequadas.
As decisões devem ser tomadas tendo em vista a necessidade de:
garantir o alcance dos objetivos do SMEA, bem como o aperfeiçoamento desses
próprios objetivos: garantir sua efetividade interna;
assegurar que o SMEA tenha um impacto na melhoria do processo ensino-
aprendizagem: assegurar sua efetividade externa.
AVALIAÇÃO DO SMEA
OPERACIONALIZAÇÃO DO
MODELO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

Este capítulo trata da operacionalização de determinadas etapas do Modelo OMEGA.

t uma proposta de um plano de delineamentos gerais que orientam a execução


completa da avaliação do SM EA

É uma proposta de um plano de delineamentos específicos relacionados a cada um


dos objetivos específicos do SMEA, cujo alcance se pretende avaliar.

E uma proposta de questões retiradas do Plano Especificó de Avaliação por serem


consideradas prioritárias.

t uma proposta de questões específicas de avaliação, constituindo-se apenas na


reorganização dos questionamentos da Matriz , com a definição dos níveis
responsáveis pelo fornecimento das informações.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

MODELO OMEGA
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
PLANO GLOBAL DE AVALIAÇÃO DO SMEA

OPERACIONALIZANDO A ETAPA 1 DO MODELO OMEGA


A proposta de um Plano Global de Avaliação do SMEA foi incluída a seguir. Esta proposta contém de-
lineamentos gerais que pretendem orientar o desenvolvimento integral da avaliação do SMEA.
A fim de assegurar a compreensão adequada do referido Plano, apresenta-se abaixo a definição opera-
cional de alguns termos e expressões nele contidos.

PLANO GLOBAL DE AVALIAÇÃO DO SMEA


QUESTIONAMENTOS
— São englobados em questionamentos todas aquelas perguntas que direcionam o processo
avaliativo, sejam elas relacionadas às fases e aos tipos de avaliação ou mais especificamente
aos objetivos do SMEA, cujo alcance se pretende verificar. Sinônimo de "questões avaliativas."

DELINEAR
— Primeira fase do processo avaliativo na quai se define, de forma global, quais as informações que
se deseja coletar, com vistas a uma efetiva avaliação do SMEA.

OBTER
- Segunda fase do processo avaliativo na qual as informações são coletadas, organizadas e
interpretadas.

PROVER
— Última fase do processo avaliativo na qual as informações são colocadas à disposição dos
responsáveis pelo SMEA, para que tais informações embasem a tomada de decisões.
AVALIAÇÃO DIAGNOSTICA
- Tipo de avaliação que visa julgar, em última análise, que necessidades do Sistema de Ensino da
UF o SMEA deve atender e com que recursos conta para realizar esta tarefa.
AVALIAÇÃO FORMATIVA
- Tipo de avaliação que visa julgar, em última análise, o desempenho do SMEA, durante a
execução, conduzindo a reformulações indispensáveis ao seu aperfeiçoamento.

AVALIAÇÃO SOMATIVA
— Tipo de avaliação que visa julgar, em última análise, o desempenho do SMEA, depois da
execução, em termos do atingimento ou não dos seus objetivos (efetividade interna) e seu
impacto na melhoria do processo ensino-aprendizagem (efetividade externa).
PLANO GLOBAL DE AVALIAÇÃO DO SMEA

QUESTIONAMENTOS EM FUNÇÃO DAS


FASES DE AVALIAÇÃO

I. DELINEAR

1. O que vai ser avaliado?


2. Quais os objetivos da avaliação?
3. Quais os antecedentes que determinaram a avaliação?
4. Quem tomará as decisões?
5. Que tipo de decisões serão tomadas?
6. Quem utilizará os resultados?
7. Quais os requisitos que serão exigidos para que se aceitem os resultados da avaliação?
8. Qual o objeto-alvo da avaliação?
9. A quem compete a tarefa de avaliar?
10. Qual o cronograma a ser executado?

II. OBTER

1. Quais as fontes de informação?


2. Quais as técnicas e instrumentos a serem utilizados?
3. Como serão testados e validados os instrumentos?
4. Como serão determinadas as condições de aplicação, incluindo responsabilidades e normas a serem seguidas?
5. Como os resultados serão organizados?
6. Qual o procedimento para analisar e interpretar as informações?

III. PROVER

1. A quem serão dirigidas as informações?


2. Quai a abrangência das informações?
3. Que procedimentos serão utilizados para a elaboração do Relatório?
4. Quai o provável roteiro do Relatório?
5. Como será feita a apresentação final do Relatório?
6. Como se fará a divulgação dos resultados?
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

TIPOS DE AVALIAÇÃO

DIAGNOSTICA FORMATIVA SOMATIVA


PLANO GLOBAL DE AVALIAÇÃO DO SMEA

QUESTIONAMENTOS EM
FUNÇÃO DAS FASES
DE AVALIAÇÃO
DIAGNOSTICA

1. DELINEAR - 0 SMEA no que se refere à análise de necessidades, expectativas e


1. 0 que vai ser avaliado? recursos de professores e alunos, no desenvolvimento do processo
2. Quais os objetivos da avaliação? ensino-aprendizagem.
3. Quais os antecedentes que — Tal análise serve para fundamentar a definição de objetivos e estru
determinaram a avaliação? tura do SMEA.
4. Quem tomará as decisões?
5. Que tipos de decisões serão to
madas? - Identificação das necessidades, expectativas prioritárias da popula
ção professor-aluno.
— Identificação dos recursos humanos, técnicos e materiais existentes
na comunidade.

— A preocupação em desenvolver o SMEA a partir de uma realidade


detectada, satisfazendo necessidades e com o máximo aproveitamento
possível dos recursos.

— Equipe Central do SMEA.


— Equipe Intermediária do SMEA (Núcleos).
— Equipe Terminal do SMEA (Agências Escolares).
— Outras Equipes técnicas como Supervisão, Currí
culo... (em conjunto com os elementos do
SMEA).
— Professores e Diretores das Escolas.

— De planejamento, isto é, na determinação de objetivos éde estru-


turação na especificação do programa de desenvolvimento do SMEA.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

TIPOS DE AVALIAÇÃO

FORMATIVA SOMATIVA

- 0 SMEA no que se refere à execução dos pro — 0 SMEA no que se refere ao exame dos resul
cedimentos e mecanismos de dinamização pre tados em função dos objetivos propostos.
vistos, os quais devem permitir o alcance dos — Tal exame serve para julgar a efetividade do
objetivos. SMEA e tomar decisões relacionadas ao seu
— Tal acompanhamento da execução serve para redirecionamento.
detectar êxitos e desvios e assim garantir revi
sões para aperfeiçoamento.
- Verificação da medida em que procedimentos e — Verificação da coerência entre os resultados
mecanismos do SMEA estão ou não auxiliando na alcançados e os objetivos propostos, essencialmente
consecução dos objetivos: — identificação de éxitos e no que se refere ao desenvolvimento do SMEA
dificuldades no processo. como sistema (interno) e ao impacto (externo) do
SMEA na melhoria do processo ensino-aprendizagem.

— A preocupação em aperfeiçoar continuamente o — A preocupação em identificar os resultados do


desenvolvimento do SMEA para que produza os SMEA em termos de materiais produzidos e de
melhores resultados possíveis. contribuição à melhoria do processo ensino-
aprendizagem.
- Equipe Central do SMEA. — Secretário de Educação.
- Equipe Intermediária do SMEA (Núcleos). — Administrador do Órgão de vinculação do
- Equipe Terminal do SMEA (Agências Escola SMEA.
res). — Equipe Central do SMEA.
- Outras Equipes técnicas como Supervisão, Currí — Equipe Intermediária do SMEA (Núcleos).
culo... (em conjunto com os elementos do SMEA). — Equipe Terminal do SMEA (Agências Escola
- Professores e Diretores das Escolas. res).
— Outras Equipes técnicas como Supervisão, Currí
culo... (em conjunto com os elementos do SMEA).
— Professores e Diretores das Escolas.

— De implementação, isto é, na consolidação de - De reciclagem, isto é, na aprovação do SMEA tal


sucessos alcançados e na correção de desvios como foi desenvolvido, na sua modificação parcial
ou reformulação total.
PLANO GLOBAL DE AVALIAÇÃO DO SMEA

QUESTIONAMENTOS EM
FUNÇÃO DAS FASES
DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

6. Quem utilizará os resultados? — Equipe Central do SMEA.


7. Quais os requisitos que serão — Equipe Intermediária do SMEA (Núcleos).
exigidos para que se aceitem — Equipe Terminal do SMEA (Agências Escolares).
os resultados da avaliação? — Outras Equipes técnicas como Supervisão, Currículo...
8. Qual o objeto-alvo da avalia — Professores e Diretores das Escolas.
ção?
9. A quem compete a tarefa de
avaliar?
10. Qual o cronograma a ser
executado?
— Informações apresentadas em tempo hábil; coletadas através de fonjes
e instrumentos confiáveis; concisas e claras de modo a orientar decisões.

— Necessidades e expectativas da clientela (professores e alunos) em


relação ao desenvolvimento da proposta curricular.
— Recursos humanos, técnicos e materiais, os quais dão o necessá- I
rio suporte para o alcance dos objetivos do SMEA.

— Comissão de Avaliação (do Centro).


— Comissão de Avaliação (do Núcleo).
— Comissão de Avaliação (da Agência Escolar).
— Estas Comissões trabalharão de forma integrada e em interface
com outras Equipes.

— Janeiro até setembro do ano anterior à execução do projeto.


OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

TIPOS DE AVALIAÇÃO

FORMATIVA SOMATIVA

- Equipe Central do SMEA. — Equipe Central do SMEA.


- Equipe Intermediária do SMEA (Núcleos). — Equipe Intermediária do SMEA (Núcleos).
- Equipe Terminal do SMEA (Agências Escola — Equipe Terminal do SMEA (Agências Escola
res). res).
- Outras Equipes técnicas como Supervisão, Cur — Outras Equipes técnicas como Supervisão, Cur
rículo... rículo...
- Professores e Diretores das Escolas. — Professores e Diretores das Escolas.
— Comunidade.

— Informações apresentadas em tempo hábil; co- — Informações apresentadas em tempo hábil; co-
letadas através de fontes e instrumentos confiáveis; letadas através de fontes e instrumentos confiáveis;
concisas e claras de modo a orientar as decisões. concisas e claras de modo a orientar as decisões.

— Sucessos e dificuldades encontrados durante a — Produtos do SMEA, internamente em termos de


execução dos procedimentos e mecanismos de cumprimento de suas funções e externamente em
dinamização do SMEA. termos de contribuição ao melhoramento do processo
ensino-aprendizagem.

- Comissão de Avaliação (do Centro). - Comissão de Avaliação (do Centro).


- Comissão de Avaliação (do Núcleo). - Comissão de Avaliação (do Núcleo).
- Comissão de Avaliação (da Agência Escolar). - Comissão de Avaliação (da Agência Escolar).
- Estas Comissões trabalharão de forma integra - Estas Comissões trabalharão de forma integra
da e em interface com outras Equipes. da e em interface com outras Equipes.

- Janeiro até dezembro do ano de execução do - Novembro a dezembro do ano de execução do


projeto. projeto.
PLANO GLOBAL DE AVALIAÇÃO DO SMEA

QUESTIONAMENTOS EM DIAGNOSTICA
FUNÇÃO DAS FASES
DE AVALIAÇÃO

II. OBTER — Equipe Central do SMEA (Centro).


1. Quais as fontes de informação? — Equipé Intermediária do SMEA (Núcleos).
— Equipe Terminal do SMEA (Agências Escolares).
— Professores e alunos das escolas da rede.
— Outras Equipes técnicas: Supervisão, Currículo...
— Diagnósticos já realizados.
— Relatórios diversos.

2. Quais as técnicas e instrumentos — Entrevistas.


a serem utilizados? — Visitas.
— Observações.
— Inquirição (questionários— inventários de opinião).
— Debates com a comunidade.
— Escalas de atitudes e interesses.

3. Como serão testados e valida - Aplicação do instrumento a um grupo representativo da clientela a


dos os instrumentos? que se destina.
4. Como serão determinadas as - Reformulação do instrumento em função das informações obtidas.
consições de aplicação, inclu
indo responsabilidades e nor
mas a serem seguidas? - Especificação dos seguintes aspectos:
— treinamento dos aplicadores;
— controle do tempo;
— condições do local;
— instruções de aplicação;
— procedimentos junto aos sujeitos.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

TIPOS DE AVALIAÇÃO

FORMATIVA SOMATIVA

1
— - Equipe Central do SMEA (Centro). — Equipe Central do SMEA (Centro).
1

_ Equipe Intermediária do SMEA (Núcleos). — Equipe Intermediária do SMEA (Núcleos).


— Equipe Terminal do SMEA (Agências Escolares). — Equipe Terminal do SMEA (Agências Escolares).
- Professores e alunos das escolas da rede. — Professores e alunos das escolas da rede.
— Outras Equipes técnicas: Supervisão, Currículo... — Outras Equipes técnicas: Supervisão, Currículo...
- Materiais de Ensino. — Materiais de Ensino.
— Plano de Trabalho (em registro e em operação). — Plano de Trabalho (em registro e em operação).
— Memorandos e outras comunicações técnico- — Relatórios.
administrativas.
— Relatórios parciais.

— Visitas: — Seminários, Reuniões.


— Equipe Central à Equipe Intermediária; — Reuniões com a comunidade.
— Equipe Intermediária à Equipe Terminal. — Questionários.
— Reuniões, Seminários. — Inventários de opinião.
— Entrevistas. — Testes de rendimento.
— Observações. — Escalas de atitudes e interesses.
— Testes de rendimento. — Observações.
— Análise de materiais de ensino. — Entrevistas.
- Aplicação do instrumento a um grupo repre- — Aplicação do instrumento a um grupo repre-
sentativo da clientela a que se destina. sentativo da clientela a que se destina.
— Reformulação do instrumento em função das - Reformulação do instrumento em função das
informações obtidas. informações obtidas.

— Especificação dos seguintes aspectos: — Especificação dos seguintes aspectos:


— treinamento dos aplicadores; — treinamento dos aplicadores;
— controle do tempo; — controle do tempo;
— condições do local; — condições do local;
— instruções de aplicação; - instruções de aplicação;
— procedimentos junto aos sujeitos. — procedimentos junto aos sujeitos.
PLANO GLOBAL DE AVALIAÇÃO DO SMEA

QUESTIONAMENTOS EM

FUNÇÃO DAS FASES


DIAGNOSTICA
DE AVALIAÇÃO

5. Como os resultados serão or- — Tabelas e/ou quadros por área de ensino e região, apresentando ne-
ganizados? cessidades e recursos.
6. Qual o procedimento para ana-
lisar e interpretar as informa-
— Análise das defasagens de aprendizagem e dos recursos humanos,
materiais e financeiros levantados.
— Utilização de freqüências e percentagens, bem como de outras me-

didas de tendência central (média, mediana, etc).

çoes? III. PROVER


- À Equipe Central do SMEA.
- A Equipe Intermediária do SMEA.
1. A quem serão dirigidas as — A Equipe Terminal do SMEA.

informações? — A outras Equipes técnicas como Supervisão, Currículo...


— A diretores, professores e alunos das escolas da rede.

2. Quai a abrangência das infor — Inclusão de dados referentes a todas as escolas (ou amostra repre-
mações? sentativa) em termos de necessidades e recursos.

— Procedimentos ligados a:
— elaborar um roteiro;
3. Que procedimentos serão utili- — reunir as informações disponíveis (sob for-
zados para a elaboração do Re- ma de tabelas, gráficos...);
latório? — redigir 1? rascunho;
— submeter à apreciação de terceiros;
— redigir Relatório Final.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

TIPOS DE AVALIAÇÃO

FORMATIVA SOMATIVA

— Tabela ou quadro com os dados por escola/região. — Tabelas, quadros e gráficos que sintetizem os
_ Registros anedóticos. resultados obtidos pelo SMEA.

- Comparação entre o previsto e o que está sen — Comparação entre o que foi planejado com o
do executado, através da análise da aplicação que foi alcançado, levando em consideração as
de estratégias e mecanismos previstos. ações corretivas tomadas durante o processo.
— Utilização de freqüências e percentagens, bem — Utilização de freqüências e percentagens, bem
como de outras medidas de tendência central. como de outras medidas de tendência central.

- Da Equipe Terminal para a Equipe Interme — Da Equipe Central para o Órgão de Decisão
diária e desta para a Equipe Central do SMEA. Superior.
- A diretores, professores e alunos das escolas — Da Equipe Central para a Equipe Intermediária
da rede. e desta para a Equipe Terminal.
— A diretores, professores e alunos das escolas
da rede.

- Inclusão de dados específicos que registrem si- - Inclusão de dados globais que considerem os
tuações previstas e não previstas, possibilitando a resultados em função dos dados de avaliação
identificação de sucessos e dificuldades. diagnostica e formativa, tendo em vista os objetivos do
SMEA.

— Procedimentos ligados a: — Procedimentos ligados a:


— elaborar um roteiro; — elaborar um roteiro;
— reunir as informações disponíveis (sob for — reunir as informações disponíveis (sob for
ma de tabelas, gráficos...); ma de tabelas, gráficos...);
— redigir 1o rascunho; — redigir 1o rascunho;
— submeter à apreciação de terceiros; — submeter à apreciação de terceiros;
— redigir Relatório Final. — redigir Relatório Final.
PLANO GLOBAL DE AVALIAÇÃO DO SMEA

QUESTIONAMENTOS EM
FUNÇÃO DAS FASES
DE AVALIAÇÃO DIAGNOSTICA

4. Qual o provável roteiro - 1. Justificativa.


do relatório? - 2. Objetivos.
5. Como será feita a apresentação - 3. Procedimentos.
final do relatório? - 4. Resultados.
6. Como se fará a divulgação - 5. Recomendações.
dos resultados?

— Datilografada.

— Através de reuniões com os diversos níveis.


i •
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

TIPOS DE AVALIAÇÃO

FORMATIVA SOMATIVA

_ 1. Justificativa. — 1. Justificativa.
— 2. Descrição das atividades, situações ou fa- — 2. Objetivos.
tos.
— 3. Sucessos constatados. — 3. Procedimentos.
— 4. Problemas detectados. — 4. Resultados das avaliações anteriores.
— 5. Alternativas de solução. — 5. Resultados da avaliação somativa.
— 6. Recomendações. — 6. Síntese e recomendações.

— Datilografada (com ilustrações, sempre que — Impressa (com ilustrações, sempre que possível).
possível).

— Através de reuniões e entrevistas com pequenos — Através da distribuição de impressos.


grupos para apoiar, dar reforço e propor correções. — Reuniões e Seminários com elementos do
SMEA e da comunidade.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

MODELO OMEGA
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
PLANO ESPECIFICO DE AVALIAÇÃO DO SMEA

OPERACIONALIZANDO AS ETAPAS 2-3-4-5-6 DO MODELO OMEGA

A proposta de um Plano Específico de Avaliação do SMEA foi incluída a seguir. Esta proposta contém
delineamentos específicos relacionados a cada um dos objetivos específicos do SMEA, cujo alcance se
pretende avaliar.

Apresenta-se abaixo a definição operacional de alguns termos e expressões nele contidos.

CRITÉRIO

- Padrão absoluto através do quai o atingimento dos objetivos do SMEA será julgado. Esse padrão
é expresso algumas vezes em termos quantitativos e outras em níveis de qualidade.

FONTES DE INFORMAÇÃO

— Pessoas, documentos ou materiais capazes de fornecer informações sobre o SMEA.

TÉCNICAS E INSTRUMENTOS

- Formas e recursos de coleta de informações adequados às fontes e aos questionamentos


formulados sobre os objetivos do SMEA.

CONSTRUÇÃO DO MATERIAL

Processo completo que envolve (1 ) o diagnóstico de necessidades para as quais o material


será construído, (2) a elaboração do protótipo do material, (3) a testagem e validação do
material e (4) sua produção em larga escala para difusão na rede escolar (Documentos
SMEA-3 e SMEA-4).

TESTAGEM

Avaliação formativa do material de ensino para verificar se é efetivo (Documento SMEA—4), O


mesmo conceito se aplica aos instrumentos de avaliação.

VALIDAÇÃO

Processo resultante da avaliação formativa de material de ensino. Consiste em revisar o


material até que ele, de fato, atinja o que se pretendeu atingir com a sua construção
(Documento SMEA—4). O mesmo conceito se aplica a instrumentos de avaliação.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
PLANO ESPECIFICO DE AVALIAÇÃO DO SMEA

Neste Plano Especifico, os objetivos do SMEA aparecem de maneira resumida: apenas as


palavras-chaves que expressam a essência de cada objetivo.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
PLANO ESPECIFICO DE AVALIAÇÃO DO SMEA

D. - Diagnóstica F. = Formativa S. = Somativa


PLANO ESPECIFICO DE AVALIAÇÃO DO SMEA

QUESTIONAMENTOS EM FUNÇÃO CRITÉRIOS PARA DETERMINAR


DOS OBJETIVOS ALCANCE DOS OBJETIVOS

CONSTRUÇÃO Atendimento às necessidades da clientela


local ou regional.
Necessidade do material
Quais são as necessidades específicas de 50% o índice de rendimento por objetivo/
aprendizagem a serem atendidas? área de ensino.
Que tipos de materiais responderiam às Consenso de técnicos, professores e
necessidades diagnosticadas? especialistas na área.
Existem, na rede oficial de ensino, materiais Existência de materiais de baixa qualidade
que atendam às necessidades detectadas? e em quantidade insuficiente.
Existem, no mercado, materiais que poderiam Existência de materiais de baixa qualidade
atender àquelas necessidades? e/ou inadequados ao currículo da UF.
Atendimento às necessidades da clientela
População-alvo estadual.
Os materiais de ensino poderão atender uma
clientela específica?
Os materiais de ensino poderão atender uma
clientela mais ampla? (produção e difusão em 80% dos materiais elaborados pelos elementos
larga escala) previstos.
80% dos materiais previstos, em cada nível
Elaboração do material Quem do SMEA.
elaborou os materiais?

Quantos materiais foram elaborados? 100% dos materiais com Manual para o
Professor.
Os materiais foram elaborados no prazo 80% dos materiais diretamente relacionados
previsto? aos objetivos de ensino propostos.
Os materiais são acompanhados de Manuais Consenso de técnicos, professores e especialistas
para o Professor? na área.
A elaboração de materiais nos níveis 80% dos materiais elaborados no prazo.
Intermediário e Terminal é efetiva?
0 custo dos materiais elaborados está coerente
com os "possíveis" benefícios?
FONTES DE TÉCNICAS E TIPOS DE
INFORMAÇÃO INSTRUMENTOS AVALIAÇÃO

- Equipes do SMEA — Questionários - D.


— Central, Intermediária, Terminal — Quadro
— Reuniões
- Equipe de Supervisão e Currículo — Fichas de levantamento
- professores e Diretores das Escolas — Entrevista
- Relatórios — Inventários de opinião
- Catálogos/Inventários

- Equipes do SMEA — Tabelas ou quadros - D.


— Central, Intermediária, Terminal — Entrevista
- Especialistas
- Equipe de Supervisão

- Equipes do SMEA — Central, — Fichas de levantamento - F.


Intermediária, Terminal — Questionários - S.
— Inventários de opinião
PLANO ESPECIFICO DE AVALIAÇÃO DO SMEA

Os materiais elaborados são de fácil manuseio? Consenso de técnicos, professores e especialista


na área.
Os materiais elaborados correspondem aos 80% dos materiais correspondem aos objetivos!
objetivos pretendidos? Os materiais para difusão pretendidos.
foram projetados seguindo o Modelo 100% dos materiais projetados de acordo
CONSTRUAS? com o Modelo.

Testagem e Validação
Os materiais para difusão foram testados? 100% dos materiais testados 80% dos materiais
Os materiais para difusão foram validados? testados são validados. 80% dos materiais testados
Qual foi o padrão de sucesso dos materiais alcançam o padrão de sucesso preestabelecido.
testados?
100% dos materiais avaliados de acordo com o
Os materiais para difusão foram avaliados
seguindo o Modelo de TESTAGEM E Modelo.
VALIDAÇÃO?_ __

Produção do Material
Todos os materiais testados e validados.
Quantos materiais para difusão em larga
escala foram produzidos? Correspondência entre o previsto e o real em termos
Estes materiais foram produzidos no de prazos.
prazo previsto? Correspondência entre o previsto e o real em termos
Estes materiais produzidos correspondem à de especificação técnica e qualidade.
especificação técnica e qualidade pretendidas?

AQUISIÇÃO
Necessidade do material
50% o índice de rendimento por objetivo/
Quais as necessidades específicas de
área de ensino.
aprendizagem a serem atendidas?
Consenso de técnicos, professores e especialistas
Que tipos de materiais responderiam às
na área.
necessidades diagnosticadas?
Existência de materiais de baixa qualidade
Existem, na rede oficial de ensino, materiais
e em quantidade insuficiente.
que atendam às necessidades detectadas?
Existência de materiais de boa qualidade e
Existem, no mercado, materiais que poderiam
atender àquelas necessidades?
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

FONTES DE TÉCNICAS E TIPOS DE


INFORMAÇÃO INSTRUMENTOS AVALIAÇÃO

- Equipes do SM EA — Questionários - F.
— Central, Intermediária, Terminal — Fichas de levantamento - S.
- Relatórios de Avaliação Formativa dos — Tabelas
materiais — Gráficos
_ _ — Diagramas
— Análise de relatórios

- Equipes do SMEA — Chaves de conferência - F.


— Central, Intermediária, Terminal — Análise de relatórios - S.
- Relatórios — Fichas de levantamento
- Prospectos

— Equipes do SMEA — Reuniões - D.


— Central, Intermediária, Terminal — Questionários
— Equipes de Supervisão e Currículo — Fichas
— Professores e Diretores das Escolas — Entrevistas
— Relatórios — Contacto com fornecedores
— Catálogos/Inventários — Demonstração por fornecedores
— Visitas
— Inventários de opinião
PLANO ESPECIFICO DE AVALIAÇÃO DO SMEA

População-alvo
Os materiais de ensino poderão atender urna Atendimento às necessidades da clientela local
clientela específica? ou regional.
Os materiais de ensino poderão atender uma Atendimento às necessidades da clientela
clientela mais ampla? (produção e difusão em estadual.
larga escala).

Caracterização do material
Há conveniência na aquisição dos materiais? Os materiais têm condições de levar à
consecução
dos objetivos definidos no currículo da UF, na
opinião de técnicos, professores e especialistas;
Qualidade técnica (80% dos itens da análise
positivos). Prazo de entrega adequado. Verba
0 custo dos materiais está coerente com os prevista e disponível.
"possíveis" benefícios? Consenso de técnicos, professores e especialista
Os materiais a serem adquiridos são de fácil na área.
manuseio? Consenso de técnicos, professores e especialista
Estão previstas a manutenção e a reposição na área. | 80% dos materiais com previsão para
de peças para os materiais pesados? manutenção e reposição de peças. 100% dos
Os materiais leves adquiridos são acompanhado materiais com Manual (sejam eles elaborados
de Manuais para o Professor? pelas Firmas ou Equipes do SMEAl 100% dos
Os materiais pesados adquiridos são materiais com "instruções para uso
acompanhados de "instruções para uso"
fornecidas pelo fabricante?

Testagem e validação Os materiais para difusão


foram testados? Os materiais para difusão foram 100% dos materiais testados. 80% dos materiais
validados? Qual foi o padrão de sucesso dos testados são validados. 80% dos materiais
materiais leves adquiridos? testados alcançam o padrão de sucesso
preestabelecido.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

FONTES DE I TÉCNICAS E TIPOS DE


INFORMAÇÃO INSTRUMENTOS AVALIAÇÃO

_ Equipes do SMEA — Tabelas - D.


- Central, Intermediária, Terminal — Quadros

— Equipes do SMEA — Quadros - D.


— Central, Intermediária, Terminal — Chaves de conferência - F.
— Equipes de Supervisão e Currículo — Demonstrações - S.
— Prospectos — Visitas
— Professores e Diretores das Escolas — Fichas
— Tabelas

- Equipes do SMEA — Fichas de levantamento - F.


— Central, Intermediária, Terminal — Questionários - S.
- Relatórios de Avaliação Formativa dos — Tabelas
materiais — Gráficos
— Diagramas
— Análise de relatórios
PLANO ESPECÍFICO DE AVALIAÇÃO DO SMEA

Os materiais para difusão foram avaliados 100% dos materiais avaliados de acordo com
seguindo o Modelo de TESTAGEM E o Modelo.
VALIDAÇÃO?

Produção do material
Quantos materiais para difusão em larga escala Todos os materiais testados e validados.
foram produzidos?
Estes materiais foram produzidos no prazo Correspondência entre o previsto e o real
previsto? em termos de prazos.
Estes materiais produzidos correspondem Correspondência entre o previsto e o real
à especificação técnica e qualidade pretendidas! em termos de especificação técnica e qualidade!

DIFUSÃO

Distribuição do material
Existe uma sistemática de distribuição? A sistemática existe, se estabelece:
— prioridades de atendimento;
— condições de empréstimo;
— calendário de distribuição;
— condições de recebimento. Cumprimento de
A sistemática de distribuição foi cumprida? todos os critérios definidos na sistemática de
distribuição As condições são
As condições de recebimento dos materiais são satisfatórias quando observados os prazos, o
satisfatórias? acondicionamento, o funcionamento, a
quantidade e a destinação previstos.
Os materiais distribuídos foram incorporados 100% dos materiais incorporados ao acervo.

ao acervo? ____
Divulgação do material
Existe uma sistemática de divulgação? A sistemática existe, se estabelece:
mecanismos, periodicidade, público
especificó, Veiculação.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

[Equipes do SMEA — Central, — Fichas - F.


Intermediária, Terminal Equipe de — Entrevista -S.
Compras da SEC — Observação
— Reunião
— Análise de materiais

— Equipes do SMEA — Fichas - D.


— Central, Intermediária, Terminal — Chaves de conferência - F.
Diretores das Escolas — Quadros - S.
Catálogos do SMEA — Análise de documentos

— Questionários
- Equipes do SMEA — Quadros - F.
— Central, Intermediária, Terminal — Tabelas - S.
— Chaves de conferência
— Documentos escritos — Análise de documentos
PLANO ESPECIFICO DE AVALIAÇÃO DO SMEA

A sistemática de divulgação foi cumprida? Cumprimento de todos os critérios definidos na


sistemática de divulgação 80% dos
A divulgação dos materiais foi efetivamente materiais divulgados atingem 80% do público a
realizada? que se destina.

Utilização do material
Os materiais são utilizados adequadamente? 80% dos materiais usados na forma prevista
no Manual do Professor.
Os materiais são utilizados para atender a 20% dos materiais usados para outros
outros objetivos? objetivos que nao os previstos.
Os materiais distribuídos são utilizados? 80% dos materiais distribuídos são utilizados
Os materiais correspondem às expectativas 80% dos professores consultados respondem
dos professores? afirmativamente.
Os professores sentem dificuldades para usar 80% dos professores consultados respondem
os materiais? negativamente.
Os materiais contribuem para o alcance 80% dos elementos consultados respondem
dos objetivos do currículo da UF? afirmativamente.

TREINAMENTO DE RECURSOS
HUMANOS
Periodicidade
São realizados treinamentos periódicos? Mínimo de um treinamento anual para cada
nível do SMEA.

Objetivos/Conteúdo
Durante os treinamentos foram enfocados Estes tópicos são incluídos em todos os
tópicos relacionados à concepção e à treinamentos.
política do SMEA?
Durante os treinamentos foram enfocados 70% da carga horária do curso destinada à
tópicos relacionados à construção de construção (arquitetura, testagem, validação)
materiais de ensino? de materiais.
Durante os treinamentos foram enfocados Estes tópicos são incluídos em todos os
tópicos relacionados à utilização de materiaií treinamentos.
de ensino?
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

FONTES DE TÉCNICAS E TIPOS DE


INFORMAÇÃO INSTRUMENTOS AVALIAÇÃO

I - Equipes do SMEA — Quadros-sintese - F.


— Central, Intermediária, Terminal — Inventários de opinião - S.
— Professores e Diretores das Escolas — Observação
- Equipes de Supervisão e Currículo — Tabelas
— Chaves de conferência
— Análise de materiais

- Equipes do SMEA — Questionários -D. -F.


— Central, Intermediária, Terminal — Análise dos planos e relatórios dos -S.
- Diretores e Professores das Escolas Cursos
- Professores dos Cursos — Quadros
- Planos e Relatórios dos Cursos — Fichas
- Equipe de Supervisão — Observação
- Arquivos — Entrevista
— Fichas de registro pessoal
PLANO ESPECIFICO DE AVALIAÇÃO DO SMEA

Elementos
Os elementos envolvidos nos diversos niveis Treinamento de todos os elementos do
de atuação do SMEA foram treinados? Centro e dos Núcleos e pelo menos um
Os elementos treinados são cadastrados? Os elemento de cada Agência.
elementos treinados atuam permanentemente 100% dos treinados são cadastrados.
no SMEA? Os elementos treinados são 75% dos elementos treinados permanecem
acompanhados em termos de avaliação do nas Equipes do SMEA.
desempenho, em serviço? Avaliação do desempenho de 100% dos
elementos treinados (Centro e Núcleos)
e 10% dos elementos treinados (Agências).

A sistemática existe, se estabelece: normas


PESQUISAS
e procedimentos especificos.
Existe uma sistemática definida para a
pesquisa de materiais? São feitos
levantamentos periódicos dos bilateriais
Pelo menos um levantamento semestral.
existentes na comunidade?
São desenvolvidas pesquisas de novos No mínimo, uma pesquisa anual.
materiais para atender a dificuldades e
estrangulamentos comprovados no processo
Há envolvimento do professorado nos
Todas as pesquisas envolvem pelo menos
trabalhos de pesquisa?
um professor regente de classe.

MECANISMOS DE DINAMIZAÇÃO .

Atividades
Os mecanismos possuem um plano de ação? Cada mecanismo com seu plano de ação.
Os mecanismos executaram as atividades Execução de pelos menos 80% das
previstas? atividades de competência de cada
Os mecanismos dispõem dos recursos mecanismo.
humanos, materiais e financeiros para Atendimento às especificações estabelecidas.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

— Equipes do SMEA - Entrevistas - D.

— Central, Intermediária, Terminal - Questionários - F.


- Relatórios - Ficha de observação - S.
— Publicações - Levantamentos
— Equipe de Supervisão

- Equipes do SMEA - Visita - D.

— Central, Intermediária, Terminal - Observação - F.


— Planos - Chaves de conferência -S
- Questionários
• - Análise de planos
- Entrevistas
PLANO ESPECIFICO DE AVALIAÇÃO DO SMEA

Articulação/lntegração
Há articulação entre os diferentes níveis de Existência de articulação vertical e
atuação do SMEA? horizontal entre os níveis.
Há uma ação conjunta entre as Equipes de 50% das ações sao realizadas em conjunto.
Material de Ensino, Supervisão e Currículo?
Objetivos/Dinamização Os mecanismos
montados permitem o atingimento dos
objetivos do SMEA? Os mecanismos
montados proporcionaram 80% dos elementos consultados respondem
afirmativamente.
80% dos elementos consultados
respondem afirmativamente.
Expansão do SMEA: aumento de 20% do
total de mecanismos existentes no ano

0 SMEA é expandido anualmente? 0


anterior (mínimo).
Aplicação de instrumentos de avaliação
0 SMEA foi avaliado seguindo o Modelo diagnostica, formativa e somativa, em
cada nível de atuação do SMEA.
Toda a avaliação do SMEA de acordo
com o Modelo.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

FONTES DE TÉCNICAS E TIPOS DE


INFORMAÇÃO INSTRUMENTOS AVALIAÇÃO

— Equipes do SMEA — Entrevistas - D.


— Central, Intermediária, Terminal — Chaves de conferência - F.
— Equipes de Supervisão e Currículo — Questionários - S.
— Diretores e Professores das Escolas — Inventários de opinião
| - Relatórios
— Visitas
— Formulários
— Observação
— Análise de relatórios
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
PLANO ESPECIFICO DE AVALIAÇÃO DO SMEA

Foram arroladas neste Plano Específico inúmeras questões relacionadas á avaliação de cada um dos
objetivos específicos do Sistema de Material de Ensino-Aprendizagem.

Todavia, as questões avaliativas incluídas não esgotam as questões que poderiam ser levantadas para cada
objetivo do SMEA. Por exemplo:
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
MATRIZ

OPERACIONALIZANDO A ETAPA 7 DO MODELO OMEGA

Uma série de questões relacionadas aos objetivos do SMEA foram selecionadas do Plano
Específico de Avaliação do SMEA.

Estas questões selecionadas, por serem consideradas prioritárias, constituem a Matriz

E para coletar informações relacionadas a estas questões prioritárias que os instrumentos


de avaliação apresentados neste documento foram elaborados.

Q Obviamente, ao se decidir avaliar também outros questionamentos incluídos no Plano Especificó de


Avaliação do SMEA, outros instrumentos precisam ser preparados.

Q Como se verifica no Plano Específico de Avaliação do SMEA, muitos dos questionamentos


relacionados podem ser utilizados num ou noutro tipo de avaliação (diagnóstica, formativa,
somativa).

Por isso, agora, na Matriz estes questionamentos aparecem repetidos nos vários

tipos de avaliação. Entretanto, o tempo verbal foi alterado em função de cada tipo.

Exemplo: Matriz

A sistemática de distribuição foi cumprida?


OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
MATRIZ

DIAGNÓSTICA

FORMATIVA

SOMATIVA
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
MATRIZ

Quais são as necessidades específicas de aprendi-


zagem a serem atendidas?
Que tipos de materiais responderiam às necessida-
DIAGNOSTICA
des diagnosticadas?
Existem, no mercado, materiais que poderiam aten-
der àquelas necessidades?

Quem está elaborando os materiais? Os materiais


sao acompanhados de Manuais para o Professor?
A elaboração de materiais nos niveis Interme-
diário e Terminal é efetiva?
Os materiais elaborados correspondem aos objetivos
FORMATIVA pretendidos?
Quais são as necessidades específicas de
aprendizagem a serem atendidas? Que
tipos de materiais responderiam às
necessidades diagnosticadas? Existem, no
mercado, materiais que poderiam atender
àquelas necessidades?

Os materiais leves adquiridos são acom- A sistemática de distribuição está sendo


panhados de Manuais para o Professor? cumprida?
As condições de recebimento dos mate-
riais são satisfatórias? Os materiais
distribuídos estão sendo incorporados ao
acervo? A sistemática de divulgação está
sendo cumprida?
Os materiais são utilizados adequada-
mente?
Os materiais são utilizados para atender a
outros objetivos?
Os materiais distribuídos são utilizados?
Os materiais correspondem às expec-
tativas dos professores? Os professores
sentem dificuldade para usar os materiais?
Os materiais contribuem para o alcance
dos objetivos do currículo da UF?
r«iraftra[t]ZMiMTt*x»jti«mu»]i^g«i
MATRIZ

A elaboração de materiais nos níveis Intermediá-

rio e Terminal foi efetiva?


0 custo dos materiais elaborados foi coerente com

os benefícios?
Os materiais elaborados são de fácil manuseio?

Os materiais elaborados corresponderam aos obje-


tivos pretendidos?
Os materiais para difusão foram projetados seguindo o
SOMATIVA Modelo CONSTRUAS?

Os materiais para difusão foram testados?

Os materiais para difusão foram validados?

Qual foi o padrão de sucesso dos materiais testados?

Os materiais para difusão foram avaliados seguindo o


Modelo de TESTAGEM E VALIDAÇÃO?
Houve conveniência na aquisição dos A sistemática de distribuição foi cumprida?
materiais?
A sistemática de divulgação foi cumprida?
O custo dos materiais foi coerente com
os benefícios? Os materiais foram utilizados adequada-
mente?
Os materiais adquiridos são de fácil ma-
nuseio? Os materiais corresponderam às expecta-
tivas dos professores?
Os materiais para difusão foram testa-
dos? Os professores sentiram dificuldades para
usaros materiais?
Os materiais para difusão foram valida-
dos? Os materiais contribuíram para o alcance
dos objetivos do currículo da UF?
Quai foi o padrão de sucesso dos mate-
riais leves adquiridos?

Os materiais para difusão foram avalia-


dos seguindo o Modelo de TESTAGEM
E VALIDAÇÃO?
MATRIZ(

São realizados treinamentos periódicos?


Durante os treinamentos são enfocados tópicos
relacionados à concepção e à política do SMEA?
Durante os treinamentos são enfocados tópicos
relacionados à construção de materiais de ensino?
Durante os treinamentos são enfocados tópicos
relacionados à utilização de materiais de ensino?
Os elementos envolvidos nos diversos níveis de
atuação do SMEA estão sendo treinados?
Os elementos treinados são cadastrados?
Os elementos treinados atuam permanentemente
no SMEA?
Os elementos treinados são acompanhados em
termos de avaliação do desempenho, em serviço?

Os elementos envolvidos nos diversos níveis de


atuação do SMEA foram treinados? Os elementos
treinados foram acompanhados, em termos de
avaliação do desempenho, em serviço?
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

São feitos levantamentos periódicos de Os mecanismos estão executando as


materiais existentes na comunidade? atividades previstas?
Os mecanismos dispõem dos recursos hu-
manos, materiais e financeiros para a
operacionalização de suas ações?

Existe uma sistemática definida para a Os mecanismos executaram as atividades


pesquisa de materiais? Foram feitos previstas?
levantamentos periódicos dos materiais Houve articulação entre os diferentes
existentes na comunidade? Houve níveis de atuação do SMEA? Houve uma
envolvimento do professorado nos ação conjunta entre as Equipes de
trabalhos de pesquisa? Material de Ensino, Supervisão e
Currículo?
Os mecanismos montados permitiram o
atingimento dos objetivos do SMEA?
Os mecanismos montados proporcionaram
a dinamização do SMEA? O SMEA foi
expandido este ano? O SMEA foi avaliado
seguindo o Modelo
OMEGA?
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

MODELO OMEGA
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
MATRIZ

OPERACIONALIZANDO A ETAPA 7 DO MODELO OMEGA

Nesta Matriz aparecem os mesmos questionamentos da Matriz . Todas as questões


contidas em uma estão contidas na outra. A diferença entre as duas matrizes é a seguinte:
na Matriz as questões estão organizadas basicamente por nível de atuação do
SMEA, responsável pelo fornecimento das informações;
na Matriz não há especificação do responsável pelo fornecimento das
informações;
na Matriz certas questões aparecem repetidas nos diferentes níveis de atuação.

Os mecanismos executaram as atividades previstas?


Exemplo: Matriz
O questionamento 6A2 aparece relacionado a
cada nível de atuação do SMEA, porque se deseja
obter este tipo de informação em todos os níveis.

Nesta Matriz aparece a expressão abaixo, que será


definida operacionalmente.

NIVEL DE ATUAÇÃO

- Forma de estruturação do SMEA. Nível Central: Centro de Material de Ensino-Aprendizagem. Nível


Intermediário: Núcleos de Material de Ensino-Aprendizagem. Nível Terminal: Agências Escolares
de Material de Ensino-Aprendizagem. Sinônimo de "mecanismos de dinamização" do SMEA.
MATRIZ

NIVEL DE ATUAÇÃO TIPOS DE


DO SMEA
AVALIAÇÃO CONSTRUÇÃO AQUISIÇÃO

D. (questões)

NIVEL
CENTRAL
(Centro) F.

S.

D.

NIVEL F.
INTERMEDIARIO
(Núcleos)

S.

D.

NIVEL TERMINAL
(Agências Escolares)
F.

S.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
Quais são as necessidades específicas de
aprendizagem a serem atendidas?
Que tipos de materiais responderiam às necessidades
diagnosticadas?
Existem, no mercado, materiais que poderiam
atender àquelas necessidades?

A elaboração de materiais nos níveis Intermediário e


Terminal foi efetiva?
O custo dos materiais elaborados foi coerente com os
benefícios?
Os materiais elaborados são de fácil manuseio?
Os materiais elaborados corresponderam aos
objetivos pretendidos?
Os materiais para difusão foram projetados seguindo o
Modelo CONSTRUAS?

Os materiais para difusão foram testados?

Os materiais para difusão foram validados?

Quai foi o padrão de sucesso dos materiais testados?


Os materiais para difusão foram avaliados seguindo o
Modelo de TESTAGEM E VALIDAÇÃO?
Quais são as necessidades específicas de
aprendizagem a serem atendidas?
Que tipos de materiais responderiam às
necessidades diagnosticadas?
Existem, no mercado, materiais que poderiam
atender àquelas necessidades?

Houve conveniência na aquisição dos materiais? A sistemática de distribuição foi cumprida? A


O custo dos materiais foi coerente com os sistemática de divulgação foi cumprida?
benefícios?
Os materiais adquiridos são de fácil manuseio? Os materiais foram utilizados adequadamente?
Os materiais para difusão foram testados? Os materiais corresponderam às expectativas
Os materiais para difusão foram validados? dos professores?

Qual foi o padrão de sucesso dos materiais Os professores sentiram dificuldades para usar
leves adquiridos? os materiais?

Os materiais para difusão foram avaliados Os materiais contribuíram para o alcance dos
seguindo o Modelo de TESTAGEM E objetivos do currículo da UF?
VALIDAÇÃO?
MATRIZ

Os materiais são acompanhados de Manuais para o


Professor?
A elaboração de materiais nos Níveis Intermediário
e Terminal, é efetiva?
Os materiais elaborados correspondem aos objetivos
pretendidos?

NIVEL
INTERMEDIÁRIO
(Núcleos)

Quais são as necessidades específicas de


aprendizagem a serem atendidas?
Que tipos de materiais responderiam às necessidades
NIVEL diagnosticadas?
TERMINAL
(Agências
Escolares) Quem está elaborando os materiais?
Os materiais leves adquiridos são acompanhados A sistemática de distribuição está sendo
de Manuais para o Professor? cumprida?
As condições de recebimento dos materiais
são satisfatórias?
Os materiais distribuidos estão sendo
incorporados ao acervo?
A sistemática de divulgação está sendo
cumprida?
Os materiais são utilizados adequadamente?
Os materiais são utilizados para atender
a outros objetivos?
Os materiais distribuídos são utilizados?
Os materiais correspondem às expectativas
dos professores?
Os professores sentem dificuldades para
usar os materiais?
Os materiais contribuem para o alcance
dos objetivos do currículo da UF?

Quais são as necessidades específicas de


aprendizagem a serem atendidas? Que
tipos de materiais responderiam às
necessidades diagnosticadas?

Os materiais distribuídos são utilizados?


Os professores sentem dificuldades para
usar os materiais?
MATRIZ

Os elementos envolvidos nos diversos níveis de


atuação do SMEA foram treinados?

Os elementos treinados foram acompanhados, em


termos de avaliação do desempenho, em serviço?

NIVEL
CENTRAL
(Centro)

São realizados treinamentos periódicos?

NIVEL Durante os treinamento são enfocados tópicos


INTERMEDIARIO
relacionados à concepção e à política do SMEA?
(Núcleos)

Durante os treinamentos são enfocados tópicos


relacionados à construção de materiais de ensino?
Existe uma sistemática definida para a
Os mecanismos executaram as atividades
pesquisa de materiais?
previstas?
Houve envolvimento do professorado nos
Houve articulação entre os diferentes níveis
trabalhos de pesquisa? de atuação do SMEA?
Houve uma ação conjunta entre as Equipes de
Material de Ensino, Supervisão e Currículo?
Os mecanismos montados permitiram o
atingimento dos objetivos do SMEA?
Os mecanismos montados proporcionaram a
dinamização do SMEA?
0 SMEA foi expandido este ano?
0 SMEA foi avaliado seguindo o Modelo
OMEGA?
Os mecanismos estão executando as
atividades previstas?
Os mecanismos dispõem dos recursos
humanos, materiais e financeiros para a
operacionalização de sua ações?
São feitos levantamentos periódicos de
materiais existentes na comunidade?
MATRIZ

Durante os treinamentos são enfocados tópicos


relacionados à utilização de materiais de ensino?

Os elementos envolvidos nos diversos níveis de


atuação do SMEA estão sendo treinados?
NIVEL
INTERMEDIÁRIO F.
Os elementos treinados são cadastrados?
(Núcleos)
Os elementos treinados atuam permanentemente
no SMEA?

Os elementos treinados são acompanhados em


termos de avaliação do desempenho, em serviço?

Os elementos envolvidos nos diversos níveis de


atuação do SMEA estão sendo treinados?

F.
NIVEL
TERMINAL
(Agências
Escolares)

S.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

OBJETIVOS DO SMÉA

PESQUISAS MECANISMOS DE DINAMIZAÇÃO

I6A2I Os mecanismos estão executando as


atividades previstas?
6A3 Os mecanismos dispõem dos recursos
humanos, materiais e financeiros para a
operacionalização de suas ações?

6A2| Os mecanismos executaram as atividades


previstas?
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO

MODELO OMEGA
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO

OPERACIONALIZANDO A ETAPA 8 DO MODELO OMEGA

Foram incluidos no presente documento, como exemplo, 10 instrumentos de avaliação. Eles se aplicam
aos diferentes niveis de atuação do SMEA, conforme quadro a seguir:

CENTRAL (2) - (2) (4)

INTERMEDIÁRIO - (2) (1) (3)

TERMINAL (1) (1) (1) (3)

TOTAL (3) (3) (4) (10)

Os itens que aparecem nos instrumentos não reproduzem necessariamente os questionamentos na


forma como aparecem na Matriz 2. Os itens foram redigidos mantendo-se fiéis à essência dos
questionamentos, porém variando seu formato dependendo do tipo de avaliação ou do tipo de
instrumento — itens mais fechados no questionário e abertos na entrevista.

Outros instrumentos poderiam e podem ser elaborados com a finalidade de obter informações sobre
os mesmos questionamentos.

Convém enfatizar que estes 10 instrumentos ainda precisam ser testados e validados (etapas 10 e 11
do Modelo OMEGA), antes de sua aplicação à população-alvo.

Como anexo aos instrumentos aparece uma "Tabela de Especificação" onde estão registrados os
códigos dos instrumentos, os questionamentos nele tratados e o nível responsável pelo fornecimento
da informação, com o propósito de facilitar a interpretação dos resultados, uma vez aplicados os
instrumentos.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO D-1

IDENTIFICAÇÃO DE DEFASAGENS NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM

QUADRO-RESUMO - ORIENTAÇÃO PARA PREENCHIMENTO

Este quadro visa identificar, por série, as defasagens comprovadas no processo ensino-
aprendizagem na Escola. Entende-se por defasagem a dificuldade de aprendizagem do aluno
percebida pelo professor, para alcançar objetivos específicos em cada um dos componentes
curriculares, isto é, em Comunicação e Expressão, Matemática, Geografia...

Neste quadro, portanto, deverão ser especificados os componentes, objetivos e conteúdos nos
quais os alunos estão tendo maiores dificuldades de aprendizagem e onde se verifica um baixo
índice de rendimento escolar. Esta especificação pode ser feita a partir dos resultados obtidos
pelos alunos no ano ou semestre anterior.

Deverão, ainda, ser relacionados os materiais de ensino-aprendizagem que poderão ser


construídos e/ou adquiridos em função dos objetivos de ensino citados. O presente quadro
deverá ser preenchido após uma coleta de informações junto aos professores de cada série.
Trata-se, assim, de um quadro-resumo, sendo responsável peia informação nele apresentada
o(a) Diretor(a) da Escola ou mesmo o(a) Supervisor(a) Escolar.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO

IDENTIFICAÇÃO DE DEFASAGENS NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEMJ

QUADRO-RESUMO - ORIENTAÇÃO PARA PREENCHIMENTO

Ño cabeçalho do Quadro
— Registre o nome da Escola e o município onde ela se localiza.
— Registre o nome da pessoa responsável pelas informações prestadas e marque
caso esta pessoa seja o Diretor ou o Supervisor da Escola.
No espaço ao lado de Série
— Registre a série relacionada às informações da Ficha. Utilize um exemplar da Ficha
para cada série.
Na coluna "Componente Curricular"
— Especifique apenas os componentes curriculares em que há maiores deficiências em
termos de aprendizagem e que merecem um tratamento prioritário.
Na coluna "Objetivos de Ensino"
— Registre integralmente, e de acordo com a proposta curricular, cada um dos
objetivos de ensino onde se verificam maiores dificuldades de aprendizagem.
Na coluna "Conteúdo Relacionado"
— Especifique apenas os conteúdos em que os alunos, comprovadamente, estão tendo
dificuldades. Os conteúdos listados devem estar diretamente relacionados aos
objetivos de ensino de cada componente curricular.
Na coluna "Material de Ensino Proposto"
— Relacione apenas o tipo de material de ensino-aprendizagem que poderá ser
construído e/ou adquirido para cada um dos objetivos. Para cada objetivo listado
indique um ou mais materiais.

As informações contidas neste Quadro-Resumo serão úteis para:


Análise da situação geral das séries no que se refere à defasagem na aprendizagem e
conseqüente busca de soluções adequadas ao problema.
Planejamento de construção, aquisição e difusão de materiais de ensino-aprendizagem,
atendendo às necessidades diagnosticadas.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO

SELEÇÃO DE MATERIAIS DE ENSINO-APRENDIZAGEM

ROTEIRO DE ENTREVISTA - ORIENTAÇÃO PARA O ENTREVISTADOR


Entrevistador - Elemento da Equipe Central do
SMEA. Entrevistado — Elemento da Equipe de
Currículo e/ou Supervisão.

Identificar os materiais instrucionais adequados ao atendimento das defasagens


comprovadas no processo ensino-aprendizagem.

DURAÇÃO
A entrevista deve ser marcada com antecedência, sendo o entrevistado comunicado sobre
seu tempo provável de duração (30 minutos).

Recomenda-se que haja um tom de informalidade (linguagem coloquial) e que o


entrevistado seja comunicado dos objetivos e do conteúdo da entrevista, bem como da
necessidade de se registrar por escrito (ou por gravação) as perguntas e respostas. É
importante assegurar-lhe que sua informação será mantida com devido respeito e
confidencialidade.

Ressaltar a utilidade das informações a serem prestadas pelo entrevistado, no sentido de


que elas contribuirão para decisões relativas à melhoria do processo ensino-aprendizagem.

Registrar as respostas no momento da realização da entrevista (por escrito ou mediante


gravação).
Submeter ao entrevistado os registros efetuados, obtendo, assim, sua total concordância
com os termos do registro e a confirmação do conteúdo de cada resposta.

Agradecer a colaboração recebida.


INSTRUMENTO D-3
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO

LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE ENSINO

FICHA DE LEVANTAMENTO - ORIENTAÇÃO PARA PREENCHIMENTO

Esta ficha visa identificar, por componente curricular e por série, quais os materiais de ensino que
existem no mercado e que têm "possibilidade" de atender aos objetivos de ensino do currículo, no
qual há uma defasagem comprovada. Pretende também, caso nao existam materiais
prontos/comercializados para determinados objetivos, estabelecer a necessidade de construção
pelo SMEA.
Utilize um exemplar desta ficha para cada componente curricular e para cada série.
Registre estes dados no local apropriado.
Na coluna "Objetivos de Ensino"
— Registre integralmente e de acordo com a proposta
curricular cada um dos
objetivos de ensino onde se verificam dificuldades de aprendizagem. (Utilize as
informações do Quadro-Resumo.)
Na coluna "Material de Ensino"
— Registre os materiais de ensino que existem no mercado para cada objetivo de
ensino. Caso exista mais de um, especifique-os.
Na coluna "Aquisição Firma"
— Registre o nome da Firma à qual cada material pertence. Na
coluna "Custo Previsto"
— Registre o custo previsto de cada material. Na
coluna "Construção SMEA"
— Ao lado de cada objetivo de ensino, para o qual nao exista material pronto/
comercializado, marque a fim de estabelecer a necessidade de ser construído
pelo SMEA um material de ensino.

Planejamento de aquisição, construção e difusão de materiais de ensino, atendendo às


necessidades diagnosticadas.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO F-2

AGÊNCIA ESCOLAR DE MATERIAL DE ENSINO-APRENDIZAGEM

FORMULÁRIO DE OBSERVAÇÃO - ORIENTAÇÃO PARA O OBSERVADOR

Este formulário visa coletar dados relacionados à organização, ao funcionamento e à


produtividade da Agência Escolar de Material de Ensino-Aprendizagem.

No cabeçalho do Formulário
— Preencha todas as informações solicitadas desde o nome da Agência Escolar e o
município onde ela se localiza até o nome do Observador.
No item A
— Assinale a resposta mais adequada (1/2).
No item B
— Assinale a resposta mais adequada (1/2/3).
— Registre a quantidade total de materiais leves e pesados emprestados (4).
— Liste os materiais retirados com maior e menor freqüência (5/6).
No item C
— Preencha o quadro, registrando:
— o tipo do material;
— a quantidade do material;
— o responsável pela elaboração ou aquisição do material (Coordenador da Agência;
Professores da Agência; Outros — especificar);
— de quem foi adquirido o material (Firma...);
— área de ensino atendida (Comunicação e Expressão; Matemática; Estudos Sociais;
Ciências Naturais).
No item D
— Preencha o quadro e responda a pergunta.
No item E
— Assinale a resposta adequada (1).
— Especifique o n° de atendimentos (2). No
item F
— Responda as questões apresentadas.
No item G
— Acrescente outros aspectos que julgar pertinentes.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO [F
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO
INSTRUMENTO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO

CHAVE DE CONFERÊNCIA

2. Providenciar a reprodução de protótipos de meios instrucionais para serem


testados.

3. Testar e validar os materiais de ensino a serem difundidos na rede escolar.

4. Elaborar manuais para orientar a utilização dos materiais testados e


validados.

5. Elaborar documentos técnicos orientando a confecção e utilização de


materiais simples.

6. Fornecer assistência técnica aos Núcleos e Agências para a execução de


projetos de elaboração de material de ensino.

C. Atividades de Execução Operacional

1. Coordenar a implantação e implementação do SMEA na UF.

2. Coordenar as atividades do Centro.

3. Supervisionar as atividades dos Núcleos e Agências Escolares.

4. Providenciar a aquisição dos materiais de ensino "comercializados" que


foram selecionados para operacionalização curricular, após a testagem
e validação respectivas.

5. Providenciar internamente ou encomendar externamente a produção dos


materiais instrucionais construídos, testados e validados pelo SMEA.

6. Providenciar a difusão na rede escolar dos materiais testados e validados.


OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO

CHAVE DE CONFERÊNCIA

7. Manter cadastro atualizado de controle de fluxos e estoques de material de


ensino, desde sua aquisição ou produção até a distribuição aos Núcleos e
Agências Escolares.
8. Distribuir manuais de orientação e documentos técnicos aos Núcleos e
Agências Escolares.
9. Montar mecanismos dinâmicos de empréstimo e troca de material entre os
Núcleos e Agências Escolares, mantendo registro atualizado.

10. Executar tarefas de apoio administrativo indispensável ao bom


funcionamento do SMEA.
D. Atividades de Ampliação
1. Realizar pesquisas de novos materiais, para atender a dificuldades e
estrangulamentos detectados no processo ensino-aprendizagem.
2. Treinar recursos humanos para atuar no SMEA.

3. Estudar a viabilidade de produzir protótipos de materiais de ensino


construídos pelos Núcleos e Agências Escolares, para posterior difusão na
rede escolar.
4. Avaliar a implantação e eficácia do SMEA.

5. Acompanhar, controlar e avaliar as atividades dos: Centro, Núcleos e


Agências Escolares.
6. Participar de sessões de estudo, encontros, seminários...

7. Divulgar as atividades do SMEA.


8. Estabelecer intercâmbio com Centros de Material de Ensino-Aprendizagem
de outras Unidades Federadas.
INSTRUMENTO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO

CHAVE DE CONFERÊNCIA

B. Atividades de Elaboração de Material

1. Construir materiais de ensino para atender às necessidades de


operacionalização do currículo, a nível regional.

2. Participar da testagem e validação dos meios instrucionais a serem


difundidos na rede escolar, sob orientação do CEMEA.

3. Participar da elaboração de manuais para orientar a utilização dos


materiais testados e validados, sob a orientação do CEMEA.

4. Participar da elaboração de documentos técnicos sobre a confecção e


utilização de materiais simples, sob a orientação do CEMEA.

5. Fornecer assistência técnica às Agências Escolares na sua área de


irradiação para a execução de projetos de elaboração de material de
ensino.

C. Atividades de Execução Operacional

1. Coordenar a implantação e implementação do SMEA, a nível regional.

2. Coordenar as atividades do Núcleo.

3. Supervisionar as atividades das Agências Escolares que estão na sua área


de irradiação.

4. Colaborar na difusão dos materiais testados e validados às Agências


Escolares de sua irradiação.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO [

CHAVE DE CONFERÊNCIA

5. Manter cadastro atualizado de controle de fluxos e estoques de


material de ensino destinados à região.
6. Colaborar na distribuição de manuais de orientação e documentos
técnicos às Agências Escolares de sua irradiação.
7. Montar mecanismos dinâmicos de empréstimo e troca de material
entre as Agências Escolares de sua irradiação, mantendo registro atualizado.
8. Executar tarefas de apoio administrativo indispensáveis ao bom
funcionamento do SMEA, a nível regional.

D. Atividades de Ampliação

1. Participar de pesquisas de novos materiais realizadas pelo CEMEA.


2. Treinar recursos humanos para atuar no Núcleo e nas Agências Escolares.
3. Sugerir ao Centro protótipos de material de ensino elaborados pelo
Núcleo e/ou pelas Agências Escolares para estudo da viabilidade de
produção dos mesmos, para posterior difusão na rede escolar.
4. Participar da avaliação da implantação e eficácia do SMEA.
5. Acompanhar, controlar e avaliar as atividades do Núcleo e das Agências
Escolares.
6. Participar de sessões de estudo, encontros, seminários ...
7. Divulgar as atividades do Núcleo e das Agências.
8. Estabelecer intercâmbio com outros Núcleos de Material de
Ensino-Aprendizagem.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO |S-3|

CHAVE DE CONFERENCIA

B. Atividades de Elaboração de Material

1. Construir materiais'de ensino para atender às necessidades de


operacionalização do currículo, a nível escolar.

2. Participar da testagem e validação dos meios instrucionais a serem


difundidos na rede escolar, sob orientação do Núcleo.

3. Participar da elaboração de manuais para orientar a utilização dos


materiais testados e validados, sob orientação do Núcleo.

4. Participar da elaboração de documentos técnicos sobre a confecção e


utilização de materiais simples, sob a orientação do Núcleo.

5. Orientar professores e alunos para executarem projetos de elaboração de


material de ensino.

C. Atividades de Execução Operacional

1. Coordenar a implantação e implementação do SMEA, a nivel escolar.

2. Coordenar as atividades da Agência Escolar.

3. Supervisionar a utilização dos materiais por professores e alunos.

4. Difundir os materiais testados e validados entre professores-alunos da


Agência.

5. Manter cadastro atualizado de controle de fluxos e estoques de material de


ensino destinados à Agência.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO S-3

CHAVE DE CONFERÊNCIA

6. Distribuir manuais de orientação e documentos técnicos aos professores da


Agência.

7. Montar mecanismos dinâmicos de empréstimo e troca de material entre os


professores da Agência, mantendo registro atualizado.

8. Executar tarefas de apoio administrativo indispensável ao bom


funcionamento do SMEA, a nível escolar.

D. Atividades de Ampliação

1. Participar de pesquisas de novos materiais realizadas pelo CEMEA.

2. Treinar recursos humanos para atuar na Agência Escolar.

3. Sugerir ao Núcleo e CEMEA protótipos de material de ensino elaborados


pelos professores-alunos da Agência para estudo da viabilidade de
produção dos mesmos, para posterior difusão na rede escolar.

4. Participar da avaliação da implantação e eficácia do SMEA.

5. Acompanhar, controlar e avaliar as atividades da Agência.

6. Participar de sessões de estudo, encontros, seminários...

7. Divulgar as atividades da Agência.

8. Estabelecer intercâmbio com outras Agências Escolares de Material de


Ensino-Aprendizagem.

136
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO

INVENTÁRIO DE OPINIÕES

EQUIPE CENTRAL DO SMEA

Este instrumento tem por objetivo destacar aspectos positivos a serem mantidos e/ou
negativos a serem aperfeiçoados no Sistema de Material de Ensino-Aprendizagem.
Sua opinião é muito importante para um melhor replanejamento do nosso projeto no
próximo ano.

instruções:
Ao lado de cada afirmativa, a seguir, há uma escala de 5 pontos.
Leia cuidadosamente a afirmativa e depois assinale aquele ponto que melhor reflete
a sua opinião.
O número 1 significa "Concordo Totalmente" e o número 5 "Discordo Totalmente". Estes
são os pontos extremos da escala. Haverá outros casos que, em geral, concorda, mas
nao totalmente (marque . Haverá outros casos que, em geral,
discorda, mas nao tota imente (marque). Se estiver em dúvida, marque

mas procure de preferência expressar sua opinião, favorável ou desfavorável.

Os materiais foram utilizados de maneira


adequada.
Na afirmativa acima foi assinalado o n° , o que significa que a pessoa que o
marcou concorda , mas com algumas restrições, pois considera que os materiais
foram em parte utilizados de maneira adequada, mas não totalmente.
Nas páginas seguintes estão as afirmações com as respectivas escalas para você
assinalar, e, na parte superior de cada folha, você encontra a escala de 5 pontos com o
significado de cada um deles.

137
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO

A. Construção
1 ) O diagnóstico de necessidades com vistas à construção
de materiais foi realizado adequadamente.

2) A escolha do tipo de material para atender ás


necessidades detectadas foi a mais efetiva.

3) A construção de materiais pelo Centro foi efetiva.

4) O Modelo CONSTRUAS foi usado adequadamente.

5) A elaboração de materiais pelos Núcleos foi efetiva.

6) A elaboração de materiais pelas Agências foi efetiva.

7) Os materiais para difusão foram adequadamente


testados.

8) Os materiais para difusão foram adequadamente


validados.

9) O Modelo de TESTAGEM E VALIDAÇÃO foi usado


corretamente.

10) O custo dos materiais elaborados foi coerente com os


beneficios.

11) Os materiais elaborados são de fácil manuseio.

12) Os materiais elaborados realmente corresponderam aos


objetivos pretendidos.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO

B. Aquisição

1 ) O diagnóstico de necessidades com vistas à aquisição de


materiais foi realizado adequadamente.

2) A escolha do tipo de material para atender às


necessidades detectadas foi a mais efetiva.

3) Os materiais para difusão foram adequadamente


testados.

4) Os materiais para difusão foram adequadamente


validados.

5) O Modelo de TESTAGEM E VALIDAÇÃO foi usado


corretamente.

6) Realmente foi conveniente a aquisição dos materiais.

7) O custo dos materiais adquiridos foi coerente com os


benefícios.

8) Os materiais adquiridos são de fácil manuseio.

9) Os materiais adquiridos corresponderam aos objetivos


pretendidos.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO

C. Difusão

1 ) A sistemática de distribuição dos materiais realmente


funcionou.

2) A divulgação dos materiais foi efetivamente realizada.

3) Os materiais foram utilizados de maneira adequada.

4) Os materiais corresponderam às expectativas do


professorado.

5) A dificuldade para uso dos materiais pelos professores


foi mínima.

6) Os materiais contribuíram decisivamente para o


alcance dos objetivos do currículo da Unidade
Federada.

D. Treinamento de Recursos Humanos

1 ) Os elementos do Centro receberam o treinamento


necessário.

2) Os elementos dos Núcleos receberam o treinamento


necessário.

3) Os elementos das Agências Escolares receberam o


treinamento necessário.
4) Os elementos treinados tiveram um excelente
desempenho, em serviço.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO

E. Pesquisas
1 ) A sistemática de pesquisa funcionou adequadamente.

2) O envolvimento dos professores nas pesquisas foi um


ponto alto.

F. Mecanismos de Dinamização

1 ) Houve sucesso no trabalho desenvolvido pelo Centro.

2) Houve sucesso no trabalho desenvolvido pelos Núcleos.

3) Houve sucesso no trabalho desenvolvido pelas Agências


Escolares.

4) Os mecanismos montados realmente propiciaram a


dinamização do SMEA.

5) Os mecanismos montados conduziram ao atingimento


dos objetivos do SMEA.

6) A articulação entre os diferentes níveis de atuação do


SMEA foi efetiva.

7) A ação conjunta entre as Equipes de Material de


Ensino-Aprendizagem, Supervisão e Currículo
desenvolveu-se de forma adequada.

8) A expansão do SMEA neste ano foi a desejável.

9) 0 Modelo OMEGA foi usado adequadamente.


OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
INSTRUMENTO [S

Observações sobre o Inventário de Opiniões

Este Inventário de Opiniões, um dos possiveis instrumentos para fazer uma avaliação global do SM
EA, apresenta algumas características distintivas que se considera importante comentar.

As afirmativas apresentadas no Inventário estão, tal como nos demais instrumentos de


avaliação, ligadas aos questionamentos arrolados na Matriz , Entretanto, houve uma
alteração em sua natureza.

EXEMPLO:

Verifica-se assim que a natureza "fatual" do questionamento foi transformada em natureza


"opiniativa", por se tratar de um instrumento que visa coletar opiniões.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
TABELA DE ESPECIFICAÇÃO
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
TABELA DE ESPECIFICAÇÃO

Na página seguinte foi incluída uma Tabela de Especificação relacionada a todos os instrumentos
apresentados neste documento.

PROPOSITO

Esta Tabela visa relacionar cada instrumento de avaliação apresentado neste documento, com os
respectivos questionamentos incluídos em cada um deles. Estes questionamentos estão todos
contidos na Matriz

A Tabela identifica também o nível de atuação do SMEA, responsável pelo fornecimento das
informações.

UTILIDADE

A utilidade desta Tabela reside em, uma vez aplicados os instrumentos, facilitar a análise dos
resultados, relacionando os "Questionamentos em função dos Objetivos" com os "Critérios para
determinar o alcance dos Objetivos", tal como aparece no Plano Específico de Avaliação do SMEA

FUTURA UTILIZAÇÃO

Outras Tabelas semelhantes a esta poderão ser montadas à medida que:


1 ) novos "questionamentos" forem incluídos na Matrize até mesmo no Plano
Específico de Avaliação do SMEA; 2) novos instrumentos forem
elaborados para estes novos questionamentos.
OPERACIONALIZAÇÃO DO MODELO
TABELA DE ESPECIFICAÇÃO
CONSIDERAÇÕES FINAIS
CONSIDERAÇÕES FINAIS

Muitas coisas nao foram ditas neste documento e esta seção nao seria suficiente para
preencher tal lacuna. Nem seria possível esgotar, de uma limitada forma escrita, toda a
riqueza que só poderá advir da vivência das Equipes do SMEA na aplicação concreta do
Modelo de Avaliação aqui apresentado.

Assim, nao só pelas limitações materiais e técnicas inerentes a um trabalho dessa


natureza, mas também propositadamente, é que o documento está incompleto.

Desde as considerações de ordem conceitual sobre avaliação até as propostas de


operacionalização de um Modelo de Avaliação do SMEA, o documento deixa uma ampla
margem para expansão e aperfeiçoamento, à medida que seu estudo e aplicação possam
ir trazendo novas e relevantes contribuições.

Muitos outros "questionamentos" e outras técnicas de obtenção e provimento de


informações deverão ser anexadas a este documento como um longo processo resultante
da experiência prática das pessoas e equipes envolvidas no SMEA. Só assim o
documento cumprirá sua finalidade, e o DEF, o seu compromisso com os educadores. É
tarefa conjunta, do mesmo modo que interdisciplinar, o trabalho de avaliação. A
participação de outras equipes e outros professores chega a ser indispensável para a
efetiva avaliação do SMEA.
E desta característica integradora da avaliação que poderá surgir também um outro tipo
de expansão do Modelo proposto, isto é, o seu aproveitamento para outros projetos de
natureza similar. O Modelo tem componentes básicos que se ajustariam facilmente a
outros empreendimentos educacionais, adquirindo novas formas de adaptação e
possivelmente enriquecendo-se.
CONSIDERAÇÕES FINAIS

Há, porém, analogamente a todo bom "medicamento", indicações sobre precauções que
devem ser consideradas na aplicação de um plano de avaliação e mais especificamente
do Modelo aqui apresentado.

Embora toda a estrutura do Modelo terha sido cuidadosamente montada, seus


detalhes revisados por muitos e seus propósitos expressos com a intenção de beneficiar
o SMEA e o processo ensino-aprendizagem em geral, o trabalho está posto à prova
para sua testagem e validação. 0 documento deve ser tomado com uma atitude crítica e
construtiva, visando o seu aperfeiçoamento contínuo. Todas as sugestões de
reformulação devem ir sendo incorporadas através dos meios competentes.

Fazendo jus à filosofia de avaliação que inspira este documento, precisam também ser
detectados todos aqueles aspectos que evidenciam o sucesso da aplicação do Modelo.
São as Equipes do SME A e seus colaboradores os melhores críticos deste trabalho.

E, assim, se espera que todos os envolvidos na tarefa de avaliar compartilhem da


mesma orientação que embasa este documento, pondo em prática uma avaliação que
ajude a descobrir as qualidades e os êxitos, tanto das atividades como dos indivíduos
por elas responsáveis, bem como identificar aqueles aspectos onde correções são
necessárias. Só desta forma, a avaliação cumpre seus objetivos.

Se o grande propósito é a melhoria do processo ensino-aprendizagem e por ela a


formação do Homem, só poder-se-á esperar que avaliadores deste processo tão
importante estejam conscientes das limitações de técnicas e instrumentos, bem como da
utilização de estratégias, para assim fazer o melhor uso de sua sensibilidade, a fim de
interpretar com justiça e dar a cada indivíduo envolvido na tarefa educacional sempre
uma nova oportunidade de acertar.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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