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Fichamento Strathner

Partes e todo: refigurando relações

Construtos de sociedade holísticos e dissolventes

Inicia afirmando a ênfase dada por Daniel de coppet no estudo de uma sociedade como um
todo, que não fosse desagregada pelas categorias do entendimento, adquirindo uma visão
holística de sociedades holísticas. P. 241

Strathern ressalta a diferença na sua abordagem, embora endosse a observação de coopet. Ao


invés de estudar a permanência nos indivíduos que compõem aquela sociedade, ela ressalta a
própria posição de coopet, de que esta permanência advem do processo ritual e da troca que
realizam a dissolução dos elementos que compõem um individuo.

“assim, em vez de desagregar sistemas holísticos por meio de categorias analíticas


inadequadas, talvez devêssemos buscar uma apreensão holística da maneira pela qual nossos
sujeitos de pesquisa desagregam seus próprios construtos. “ p. 241

Depois de elencar formas pelas quais as desagregações são realizadas como observado por
outros autores, como desconcebido, obivar, desagregar, rompimento, dissolução,
decomposição dos laços de matrimonio ou de parentesco dependendo de determinados
acontecimentos ou do precipitado social.

Definindo também essas imagens como contrapostas aquela do pos modernismo que concebe
os problemas históricos das influencias fragmentadoras do ocidentais sobre outras culturas e o
que ela está se conjugando, o respeito pelas formas nativas de elaborar a reprodução do seu
próprio conhecimento, que é também perspectivista

Cuidado com a diferença e ressonância entre a fragmentação cultural ocasionada pelo


ocidente, as táticas analíticas utilizadas para compreender as culturais como a descontrução
eee a descoberta de relações nativas elaboradas nas formas da imagem da dissolução.

p. 242

cita então um tal de Lawrence sobre os garia e sua completa falta de organização social e de
integração, cujo limiar só era visualizado nas formas pelas quais o individuo se agrupava por
meio dos casamentos cognáticos.

“ Dois problemas foram colocados pelos Daria em 1950. Em primeiro lugar, como
conceitualizar uma sociedade que não era composta de grupos; em segundo lugar, a relação
das partes com os todos. Se os grupos eram o veiculo por meio do qual as sociedades se
apresentavam a seus membros, de que faria parte uma pessoa não sendo membro de grupo
algum? “ p. 245