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Educação de Jovens e Adultos AS1

Pergunta 1 De acordo com os autores Haddad, Di Pierro (2000) e Ferraro


(2009), o Movimento de Alfabetização de Adultos – MOBRAL apresentava-se
como um programa que:
a. buscou atender aos objetivos políticos dos governos militares;
b. pretendeu alfabetizar e politizar jovens e adultos analfabetos;
c. representou o projeto do governo de Getúlio Vargas;
d. apresentou resultados significativos, sendo muito elogiado pela
sociedade brasileira.

Pergunta 2 Acerca do Método Paulo Freire, podemos afirmar que:


a. envolvia os alunos adultos numa relação entre o trabalho educativo
e a atividade política;
b. referia-se à forma de ensinar o adulto somente a ler e escrever num
processo desvinculado das questões políticas;
c. permitia ao educador elaborar aulas mais dinâmicas, porém sem
conteúdo profissionalizante;
d. favorece ao desenvolvimento de uma consciência crítica e de
classe entre as pessoas jovens e adultas.

Pergunta 3 Qual programa de educação de jovens e adultos originou-se das


ações das arquidioceses de Natal e Aracaju, por meio de escolas radiofônicas?
a. Movimento de Cultura Popular - MCP
b. Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL
c. Movimento de Educação de Base - MEB
d. Centro de Cultura Popular - CPC

Pergunta 4 A partir da seguinte afirmação de Paulo Freire (1986): Do ponto de


vista crítico, é tão impossível negar a natureza política do processo educativo
quanto negar o caráter educativo do ato político,podemos concluir que:
a. o processo educativo não é influenciado pela política
governamental, mas pode ser crítico;
b. é impossível uma educação neutra e uma prática política esvaziada
de significação política;
c. é possível o educador exercer a prática educativa sem vínculo com
a política;
d. a educação é neutra e política partidária; sua proposta é de caráter
humanizado.
Educação de Jovens e Adultos AS2

Pergunta 1 Sobre a educação prisional, um dos desafios está em entender a


escolarização como parte da:
a. criminalização dos indivíduos presos.
b. adaptação à sociedade dos presos.
c. ressocialização dos presos.
d. subjugação dos indivíduos dos presos

Pergunta 2 A diversidade pode significar


a. Somente diferença
b. Somente desigualdade
c. Apenas multiplicidade
d. Variedade, diferença e multiplicidade

Pergunta 3 A Tabela 2 mostra as Grandes Regiões do Brasil e o analfabetismo


considerando cor/raça, procurando demonstrar:
a. a importância de considerarmos a categoria raça/cor nas análises
sobre a diversidade da nossa população e o acesso à educação.
b. a não relevância da categoria raça/cor ao tratarmos sobre a
diversidade e acesso à educação da nossa população.
c. que a região Nordeste é a que possui um índice menor de
analfabetos, apresentando uma concentração na cor/raça parda.
d. que a região Sul assume a liderança em porcentagem de
analfabetos apresentando uma concentração para a cor/raça
parda.

Pergunta 4 Sobre a inclusão educacional na EJA de alunos especiais espera-


se:
a. a consolidação de um modelo curricular que tome como base a
abordagem que une a medicina e a psicologia com o objetivo de
realizar o desenvolvimento humano.
b. a ruptura com a abordagem médico-psicológica e a consolidação
de um modelo social e curricular de deficiência que tome como
base a crença na diversidade humana, nos direitos humanos e no
desenvolvimento humano.
c. a ruptura com um currículo que enfatize o desenvolvimento
humano numa perspectiva sócio-cultural e que destaque a
abordagem médico-psicológica como base do processo educativo.
d. a consolidação de um modelo psicológico para a organização
curricular de atendimento educacional às pessoas com
necessidades educativas especiais.
Educação de Jovens e Adultos AS3
Pergunta 1 Segundo o conteúdo estudado, o rompimento com uma abordagem
de ensino tradicional depende:
a. apenas do professor
b. apenas da prática de ensino
c. de dois aspectos: a prática de ensino e a mudança metodológica
d. do professor ser criativo, crítico e decidido e do seu planejamento
numa perspectiva emancipadora

Pergunta 2 Sobre a formação do educador de jovens e adultos, um dos desafios


está em entender a necessidade:
a. de superarmos a visão crítica e da formação fragmentada dos
alunos da EJA, envolvendo-os no processo de ensino como
sujeitos.
b. da escolha, no processo de formação, de uma fundamentação
teórica que implique mudanças de olhar a prática, de conceber o
ensino, de responsabilizar-se ética, política e profissionalmente
pelo educando.
c. de o educador respeitar os alunos da EJA e atuar criticamente
pautado em diferentes fundamentações teóricas.
d. de uma prática educativa apoiada numa abordagem tradicional,
investindo na formação dos jovens e adultos para o trabalho.

Pergunta 3 A partir da seguinte afirmação de que “A perspectiva assistencialista


e infantilizadora da educação de jovens e adultos é um fator que prejudica a
constituição do campo, limitando as condições de se ofertar aos educadores uma
formação adequada, que considere as especificidades do público dessa
modalidade educativa.” podemos concluir que:
a. Desde a aprovação da LDB 9.394/96, a formação de professores
apresenta um currículo que contempla a EJA nos cursos de
licenciaturas.
b. A formação do educador de jovens e adultos é vista com prioridade
pelos instituições de ensino.
c. A formação do educador de jovens e adultos precisa considerar as
especificidades do público da EJA, bem como o perfil do aluno
trabalhador.
d. As Diretrizes Curriculares dos Cursos de formação de professores
consideraram a necessidade de incluir a EJA como conteúdo das
licenciaturas.

Pergunta 4 Sobre poiési entendemos:


a. criação e sensibilidade na atuação do educador.
b. poesia e comprometimento na atuação do educador.
c. sensibilidade e técnica na prática educativa.
d. técnica e ética na prática educativa.
Educação de Jovens e Adultos AS4
Pergunta 1 Foi institucionalizado pelo Decreto 44.270, de 22 de dezembro de
2003, no governo de Marta Suplicy. Trata-se do:
a. ProJovem Urbano
b. Programa Brasil Alfabetizado
c. EJA do Município de São Paulo
d. MOVA – Município de São Paulo

Pergunta 2 A partir da seguinte afirmação de que


As ações de educação em contexto de privação de liberdade devem estar
calcadas na legislação educacional vigente no país, na Lei de Execução Penal,
nos tratados internacionais firmados pelo Brasil no âmbito das políticas de
direitos humanos e privação de liberdade, devendo atender às especificidades
dos diferentes níveis e modalidades de educação e ensino e são extensivas aos
presos provisórios, condenados, egressos do sistema prisional e àqueles que
cumprem medidas de segurança. (BRASIL, CNE-CEB, 2010, p. 2)

Pode-se concluir que:


a. as ações de educação prisional não atendem às especificidades
dos diferentes níveis e modalidade de educação.
b. as ações destinadas aos jovens e adultos em situação de privação
de liberdade atendem à legislação educacional vigente e a tratados
firmados pelo Brasil em âmbito internacional.
c. as ações que se destinam aos jovens e adultos em situação de
privação de liberdade não atendem à legislação educacional
vigente e não está vinculado a tratados firmados pelo Brasil em
âmbito internacional.
d. a educação prisional no Brasil ainda não se constitui como direito
e nem tem legislação que assegure a sua oferta.

Pergunta 3 Leia o trecho abaixo


Ações que sejam fundadas no diálogo (uma das bases do processo de
humanização), no estabelecimento de relações éticas, afetivas e de confiança,
na identificação e formulação de problemas e na busca e proposição de
alternativas de superação, na construção do conhecimento, no debate – uma
educação libertadora. (PORTUGUES, 2009, p. 117)
Podemos afirmar que
a. refere-se às ações do Governo Federal
b. refere-se às ações dos Programas voltados para a EJA
c. refere-se à responsabilidade da Coordenação dos Programa
d. refere-se às ações do educador da EJA

Pergunta 4 Sobre os motivos que levam o jovem a inscrever-se no ProJovem


Urbano, o principal deles é o de:
a. Aprender outra profissão
b. Qualificar-se para arrumar/manter emprego
c. Melhorar a comunidade
d. Obter diploma do ensino fundamental