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CADERNO DE EXERCÍCIOS 2A Ensino Fundamental – Códigos e Linguagens     Habilidade Questão  

CADERNO DE EXERCÍCIOS 2A

Ensino Fundamental Códigos e Linguagens

   

Habilidade

Questão

 

Conteúdo

da Matriz

 

da EJA/FB

1

Sentido figurado

 

H8

2

Interpretação de texto (conto)

H13

3

Variedade linguística

 

H27

4

Finalidade

do

texto

H3

informativo

5

Gênero textual: rótulo

 

H34

6

Gênero textual: receita

 

H34

7

Gênero textual: receita

 

H34

8

Gênero textual: receita

 

H37

9

Simple Present

H46

10

Estrangeirismo

H29/H52

11

Interpretação

de

texto

H11

(crônica)

12

Repetição

como

recurso

H18

linguístico

13

Sinônimo

H8

14

Conjunção coordenativa

 

H18

15

Argumentação

(artigo

de

H12

opinião)

16

Cultura

H57

17

Programa de rádio em inglês (vocabulário)

H37

1

Caderno de exercícios

1. (PROVA BRASIL, EXEMPLO DE ITEM, 2011) Realidade com muita fantasia 1 Nascido em 1937,

1. (PROVA BRASIL, EXEMPLO DE ITEM, 2011)

Realidade com muita fantasia

1 Nascido em 1937, o gaúcho Moacyr Scliar é um homem versátil: médico e escritor, igualmente atuante nas duas áreas. Dono de uma obra literária extensa, é ainda um biógrafo de mão cheia e colaborador assíduo de diversos jornais brasileiros.

4 Seus livros para jovens e adultos são sucesso de público e de crítica e alguns já foram publicados no exterior.

6 Muito atento às situações-limite que desagradam à vida humana, Scliar combina em seus textos indícios de uma realidade bastante concreta com cenas absolutamente fantásticas. A convivência entre realismo e fantasia é harmoniosa e dela nascem os desfechos surpreendentes das histórias.

10 Em sua obra, são frequentes questões de identidade judaica, do cotidiano da medicina e do mundo da mídia, como, por exemplo, acontece no conto “O dia em que matamos James Cagney”.

Para Gostar de Ler, volume 27. Histórias sobre Ética. Ática, 1999.

A expressão sublinhada em “é ainda um biógrafo de mão cheia” (ℓ. 2) e (ℓ. 3) significa que Scliar é

a) crítico e detalhista.

b) criativo e inconsequente.

c) habilidoso e talentoso.

d) inteligente e ultrapassado.

Leia o texto abaixo para responder às questões 2 e 3.

O texto conta a história de um homem que “entrou pelo cano”.

O Homem que entrou pelo cano

1 Abriu a torneira e entrou pelo cano. A princípio incomodava-o a estreiteza do tubo. Depois se acostumou. E, com a água, foi seguindo. Andou quilômetros. Aqui e ali ouvia barulhos familiares. Vez ou outra um desvio, era uma seção que terminava em torneira.

4 Vários dias foi rodando, até que tudo se tornou monótono. O cano por dentro não era interessante.

6 No primeiro desvio, entrou. Vozes de mulher. Uma criança brincava. Então percebeu que as engrenagens giravam e caiu numa pia. À sua volta era um branco imenso, uma água límpida. E a cara da menina aparecia redonda e grande, a olhá-lo interessada. Ela gritou:

“Mamãe, tem um homem dentro da pia”.

10 Não obteve resposta. Esperou, tudo quieto. A menina se cansou, abriu o tampão e ele desceu pelo esgoto.

BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Cadeiras Proibidas. São Paulo: Global, 1988, p. 89.

2

Caderno de exercícios

2. (PROVA BRASIL, EXEMPLO DE ITEM, 2011) O conto cria uma expectativa no leitor pela

2. (PROVA BRASIL, EXEMPLO DE ITEM, 2011)

O conto cria uma expectativa no leitor pela situação incomum criada pelo enredo. O resultado não foi o esperado porque

a) a menina agiu como se fosse um fato normal.

b) o homem demonstrou pouco interesse em sair do cano.

c) as engrenagens da tubulação não funcionaram.

d) a mãe não manifestou nenhum interesse pelo fato.

3. Na frase “Mamãe, tem um homem dentro da pia.” (ℓ. 9), o verbo empregado representa, no contexto, uma marca de

a) registro oral formal.

b) registro oral informal.

c) falar regional.

d) falar caipira.

4. (PROVA BRASIL, EXEMPLO DE ITEM, 2011)

A antiga Roma ressurge em cada detalhe

Dos 20.000 habitantes de Pompéia, só dois escaparam da fulminante erupção do vulcão Vesúvio em 24 de agosto de 79 d.C. Varrida do mapa em horas, a cidade só foi encontrada em 1748, debaixo de 6 metros de cinzas. Por ironia, a catástrofe salvou Pompéia dos conquistadores e preservou-a para o futuro, como uma joia arqueológica. Para quem já esteve lá, a visita é inesquecível. A profusão de dados sobre a cidade permitiu ao Laboratório de Realidade Virtual Avançada da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, criar imagens minuciosas, com apoio do instituto Americano de Arqueologia. Milhares de detalhes arquitetônicos tornaram-se visíveis. As imagens mostram até que nas casas dos ricos se comia pão branco, de farinha de trigo, enquanto na dos pobres comia-se pão preto, de centeio. Outro megaprojeto, para ser concluído em 2020, da Universidade da Califórnia, trata da restauração virtual da história de Roma, desde os primeiros habitantes, no século XV a.C., até a decadência, no século V. Guias turísticos virtuais conduzirão o visitante por paisagens animadas por figurantes. Edifícios, monumentos, ruas, aquedutos, termas e sepulturas desfilarão, interativamente. Será possível percorrer vinte séculos da história num dia. E ver com os próprios olhos tudo aquilo que a literatura esforçou-se para contar com palavras.

Revista Superinteressante, dezembro de 1998, p. 63.

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Caderno de exercícios

A finalidade principal do texto é a) convencer. b) relatar. c) descrever. d) informar. 5.

A finalidade principal do texto é

a) convencer.

b) relatar.

c) descrever.

d) informar.

5. É correto afirmar sobre o rótulo abaixo:

d) informar. 5. É correto afirmar sobre o rótulo abaixo: a) As informações são apresentadas de

a)

As informações são apresentadas de maneira confusa e repetitiva, apenas para iludir o consumidor.

b)

O modo de organização das informações ajuda o consumidor a identificar rapidamente de que se trata o produto.

c)

A imagem do produto que é comercializado tem função ilustrativa e não contribui para a sua identificação.

d)

O produto destina-se provavelmente a pessoas que desejam fazer uma refeição demorada.

e)

Encontrar referência às calorias em rótulos de produtos alimentícios não é uma característica desse gênero.

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Caderno de exercícios

Leia o texto abaixo para responder às questões 6 a 8. Cinnamon Toast Ingredients 2

Leia o texto abaixo para responder às questões 6 a 8.

Cinnamon Toast

abaixo para responder às questões 6 a 8. Cinnamon Toast Ingredients 2 slices of sliced bread

Ingredients

2 slices of sliced bread

2 pads of butter softened or room temperature 1/4 teaspoon cinnamon

1 tbsp. white granulated sugar

Method In a small bowl or jar, stir together the cinnamon and sugar so they are well mixed. Toast your bread. Slather the toast with butter. Sprinkle the cinnamon sugar over the buttered toast.

Makes two slices of cinnamon toast (and lots of smiles).

Disponível em: <http://simplyrecipes.com/recipes/cinnamon_toast-print/>. Acesso em: 03 mai. 2012.

6. Pelo modo de organização das informações é correto afirmar que o texto acima é:

a) uma bula

b) um rótulo

c) um manual

d) um bilhete

e) uma receita

7. A palavra method refere-se:

a) aos ingredientes

b) à canela

c) ao modo de preparo

d) ao açúcar

e) ao pão de forma

8. Assinale a alternativa que se refere à quantidade de torradas que a receita contempla:

a) makes two slices of cinnamon toast

b) stir together the cinnamon and sugar

c) sprinkle the cinnamon sugar over the buttered toast

d) slather the toast with butter

e) toast your bread

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Caderno de exercícios

9. Dentre outros usos, empregamos o Simple Present , em inglês, para expressar atividades habituais

9. Dentre outros usos, empregamos o Simple Present, em inglês, para expressar atividades habituais e rotineiras do cotidiano. Assinale a alternativa que se refere a esse uso: H13

a) Jude is a very fast athlete.

b) Lucy can play the piano beautifully.

c) Stop the car right now, Paul!

d) May I help you, sir?

e) Katie doesn’t go to the movies very often.

10. SMS é a abreviação do inglês para Short Message Service (serviço de mensagem curta), isto é, um sistema para enviar mensagens curtas de texto de um telefone celular para outro. MMS (também do inglês: Multimedia Messaging Service) é uma maneira de enviar textos, fotos, vídeos e áudios de e para telefones celulares.

O fato de, no Brasil, empregarmos a sigla em inglês para esse tipo de comunicação indica:

a) Desatenção dos profissionais brasileiros de tecnologia da informação

b) Precariedade da oferta de banda larga de qualidade em nosso território

c) Influência do inglês como língua do trabalho no mundo globalizado

d) Adoção do inglês como segunda língua oficial do Brasil

e) Preconceito contra a língua portuguesa falada no nosso país

11. (PROVA BRASIL, EXEMPLO DE ITEM, 2011)

As enchentes de minha infância

ℓ. 1 Sim, nossa casa era muito bonita, verde, com uma tamareira junto à varanda, mas eu invejava os que moravam do outro lado da rua, onde as casas dão fundos para o rio. ℓ. 3 Como a casa dos Martins, como a casa dos Leão, que depois foi dos Medeiros, depois de nossa tia, casa com varanda fresquinha dando para o rio. ℓ. 5 Quando começavam as chuvas a gente ia toda manhã lá no quintal deles ver até onde chegara a enchente. As águas barrentas subiam primeiro até a altura da cerca dos fundos, depois às bananeiras, vinham subindo o quintal, entravam pelo porão. Mais de uma vez, no meio da noite, o volume do rio cresceu tanto que a família defronte teve medo. ℓ. 9 Então vinham todos dormir em nossa casa. Isso para nós era uma festa, aquela faina de arrumar camas nas salas, aquela intimidade improvisada e alegre. Parecia que as pessoas ficavam todas contentes, riam muito; como se fazia café e se tomava café tarde da noite! E às vezes o rio atravessava a rua, entrava pelo nosso porão, e me lembro que nós, os meninos, torcíamos para ele subir mais e mais. Sim, éramos a favor da enchente, ficávamos tristes de manhãzinha quando, mal saltando da cama, íamos correndo para ver que o rio baixara um palmo aquilo era uma traição, uma fraqueza do Itapemirim. Às vezes chegava alguém a cavalo, dizia que lá, para cima do Castelo, tinha caído chuva muita, anunciava águas nas cabeceiras, então dormíamos sonhando que a enchente ia outra vez crescer, queríamos sempre que aquela fosse a maior de todas as enchentes.

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Caderno de exercícios

BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962.

BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962. p. 157.

A expressão que revela uma opinião sobre o fato “ (ℓ. 9), é

a)

“Às vezes chegava alguém a cavalo

b)

“E às vezes o rio atravessava a rua

c)

“e se tomava café tarde da noite!”

“Isso para nós era uma festa

d)

12. (PROVA BRASIL, EXEMPLO DE ITEM, 2011).

vinham todos dormir em nossa casa”

A chuva

A chuva derrubou as pontes. A chuva transbordou os rios. A chuva molhou os transeuntes. A chuva encharcou as praças. A chuva enferrujou as máquinas. A chuva enfureceu as marés. A chuva e seu cheiro de terra. A chuva com sua cabeleira. A chuva esburacou as pedras. A chuva alagou a favela. A chuva de canivetes. A chuva enxugou a sede. A chuva anoiteceu de tarde. A chuva e seu brilho prateado. A chuva de retas paralelas sobre a terra curva. A chuva destroçou os guarda-chuvas. A chuva durou muitos dias. A chuva apagou o incêndio. A chuva caiu. A chuva derramou-se. A chuva murmurou meu nome. A chuva ligou o para-brisa. A chuva acendeu os faróis. A chuva tocou a sirene. A chuva com a sua crina. A chuva encheu a piscina. A chuva com as gotas grossas. A chuva de pingos pretos. A chuva açoitando as plantas. A chuva senhora da lama. A chuva sem pena. A chuva apenas. A chuva empenou os móveis. A chuva amarelou os livros. A chuva corroeu as cercas. A chuva e seu baque seco. A chuva e seu ruído de vidro. A chuva inchou o brejo. A chuva pingou pelo teto. A chuva multiplicando insetos. A chuva sobre os varais. A chuva derrubando raios. A chuva acabou a luz. A chuva molhou os cigarros. A chuva mijou no telhado. A chuva regou o gramado. A chuva arrepiou os poros. A chuva fez muitas poças. A chuva secou ao sol.

ANTUNES, Arnaldo. As coisas. São Paulo: Iluminuras, 1996.

Todas as frases do texto começam com “a chuva”. Esse recurso é utilizado para

a) provocar a percepção do ritmo e da sonoridade.

b) provocar uma sensação de relaxamento dos sentidos.

c) reproduzir exatamente os sons repetitivos da chuva.

d) sugerir a intensidade e a continuidade da chuva.

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Caderno de exercícios

Leia o artigo de opinião abaixo para responder às questões de 13 a 16. Economia

Leia o artigo de opinião abaixo para responder às questões de 13 a 16.

Economia criativa

1§

A Economia Criativa é responsável por 10% do PIB da cidade de São Paulo. No Brasil, a contribuição dos setores criativos atingiu 2,84% do PIB, em 2010. Cerca de R$ 104 bilhões.

2§

3§

O forte e tradicional ramo da produção e distribuição de eletricidade, gás, água, esgoto

e limpeza urbana, tudo isso junto, chega a R$ 103 bilhões. Menor que a Economia Criativa. 4§ Impressiona porque não é um setor conhecido e dominado pelo conjunto da sociedade. Tem muito a evoluir.

5§ A Economia Criativa, segundo a definição do ministério da Cultura, precisa ter um ato gerador de valor intangível como elemento central de formação do preço. E que produza riqueza cultural e econômica. É a economia do simbólico. Como os semáforos em forma de totem da Avenida Paulista. Eles identificam a avenida. Não são quaisquer semáforos. Eles possuem design (setor da economia criativa). Como o vão do MASP, que além de ser uma obra notável de cálculo da engenharia civil, tornou-se símbolo do local e da cidade. 6§ Uma peça teatral sobre a vida da cidade e que se consolide como ícone da história paulistana. Destacará a cidade no imaginário das pessoas. Precisa ter um valor simbólico agregado. Como um ponto de ônibus cuja arquitetura identifique um bairro específico.

A economia normal lida com a escassez. O ser humano tem que extrair dos recursos naturais,

que são finitos, limitados e mal distribuídos geograficamente, o máximo possível. O tempo todo, uma luta contra a escassez. A demanda, geralmente, é maior que a oferta. 7§ A Economia Criativa trabalha com a capacidade humana de criar. Como já se frisou em textos de 'O Globo', do Ministério da Cultura e da SP Turismo sobre o assunto, esse potencial criativo é abundante. Em vez de lidar com a escassez, lida com a abundância. O que muda a lógica costumeira, permitindo alterar modelos econômicos clássicos. 8§ O importante é que aí está um setor que cresce vigorosamente e a sociedade ainda não descobriu o seu verdadeiro potencial. Sobretudo para gerar empregos. E empregos qualificados. 9§ Segundo a secretaria da Economia Criativa, do Ministério da Cultura, a renda média dos trabalhadores formais do setor foi de R$ 2.293,64, contra uma renda média de todos trabalhadores brasileiros de R$ 1.588,42, em 2010. 10§ Ainda tem muito para avançarmos. A Economia Criativa está só começando. Muita coisa é recém-descoberta. Há planos ousados para o setor. 11§ É bom acompanharmos. São Paulo precisa disso. Temos poucos filmes, pouca música, pouco teatro que simbolize a cidade. É mais uma atividade para gerar mais empregos e melhorar a vida dos paulistanos.

PORTELLA, José Luiz. Economia criativa. Disponível em: < http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joseluizportella/1018271-economia-criativa.shtml>. Acesso em:

03 mai. 2012.

Destaque incrível!

13. No 6º parágrafo, na oração A economia normal lida com a escassez, a palavra normal foi

usada com o mesmo sentido de:

a) perfeita

b) tradicional

c) incomum

d) criativa

e) correta

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Caderno de exercícios

14. O trecho em destaque foi retirado do final do 6º parágrafo. Releia-o com atenção:

14. O trecho em destaque foi retirado do final do 6º parágrafo. Releia-o com atenção:

O tempo todo, uma luta contra a escassez. A demanda, geralmente, é maior que a oferta.

Esse trecho foi reescrito nas alternativas abaixo com a inclusão de uma conjunção coordenada. Assinale a única alternativa em que a inclusão da conjunção coordenada não alterou o sentido original do que o trecho em destaque comunica:

a) O tempo todo, uma luta contra a escassez, pois a demanda, geralmente, é maior que a oferta.

b) O tempo todo, ora uma luta contra a escassez, ora a demanda, geralmente, é maior que a oferta.

c) O tempo todo, uma luta contra a escassez. Ainda que a demanda, geralmente, é maior que a oferta.

d) O tempo todo, ou uma luta contra a escassez. Ou a demanda é maior que a oferta, geralmente.

e) O tempo todo, uma luta contra a escassez. A demanda, no entanto, geralmente, é maior que a oferta.

15. No 9º parágrafo, o autor faz referências a outras instituições como O Globo, o Ministério

da Cultura e a SP Turismo.

Assinale a alternativa que explica por que essas citações podem ser consideradas como recurso de argumentação sobre o tema desenvolvido:

a) Porque o escritor não acredita no que está escrevendo e esconde-se na opinião de outros.

b) Por desconhecer o assunto o autor recorre a terceiros para persuadir o leitor.

c) Para não expor sua opinião, o escritor camufla-se entre a opinião de outras entidades.

d) Para o autor agradar e receber elogios e benefícios das instituições citadas.

e) Para reforçar o ponto de vista do autor e convencer o leitor a assumir postura favorável.

16. Releia o trecho retirado do 5º parágrafo:

A Economia Criativa, segundo a definição do ministério da Cultura, precisa ter um ato gerador de valor intangível como elemento central de formação do preço. E que produza riqueza cultural e econômica. É a economia do simbólico.

De acordo com a definição acima, as demais informações apresentadas pelo texto e seus conhecimentos, assinale a alternativa que indica apenas atividades relacionadas à economia criativa:

a) montadoras, hidrelétricas, tecelagens

b) supermercados, estaleiros, armamentos

c) cinema, produção de software , moda

d) petrolíferas, mineradoras, usinas de celulose

e) usinas nucleares, distribuidoras de gás, construtoras

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Caderno de exercícios

17. O texto abaixo é o início de um programa de rádio do site Voa

17. O texto abaixo é o início de um programa de rádio do site Voa Special English. Leia-o:

What you can do about headaches

BARBARA KLEIN: This is SCIENCE IN THE NEWS in VOA Special English. I'm Barbara Klein.

STEVE EMBER: And I'm Steve Ember. Today we tell about headaches, the pain that strikes almost everyone at some time.

BARBARA KLEIN: Have you had a headache recently? If your answer is yes, you are like many millions of people worldwide who experience pain in the head.

STEVE EMBER: The U.S. Headache Consortium is a group with seven member organizations. They are working to improve treatment of one kind of headache - the migraine.

VOA NEWS. Disponível em: < http://www.voanews.com/MediaAssets2/learningenglish/2012_04/se-sn- headaches.pdf >. Acesso em: 06 mai. 2012.

Releia o título da reportagem What you can do about headaches e assinale o tema abordado:

a) habilidades

b) profissões

c) dor de cabeça

d) ciência

e) notícias

Referência bibliográfica

BRASIL, Ministério da Educação. Exemplos de itens da 8ª série/9º ano do Ensino Fundamental Língua Portuguesa. In: PDE: Plano de Desenvolvimento da Educação: Prova Brasil: ensino fundamental: matrizes de referência, tópicos e descritores. Brasília: MEC, SEB; Inep, 2008. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/prova%20brasil_matriz2.pdf>. Acesso em: 02 mai. 2012.

Observação: As questões referentes aos exemplos de itens da Prova Brasil apresentam apenas quatro alternativas, portanto, por respeito aos direitos autorais, elas foram mantidas nesse formato no Caderno de Exercícios.

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Caderno de exercícios

GABARITO COMENTADO 1. Alternativa C. H8. A inferência exige que o leitor se baseie nas

GABARITO COMENTADO

1. Alternativa C. H8.

A inferência exige que o leitor se baseie nas informações já conhecidas e em seu conhecimento de mundo sobre o tema para que ele chegue a informações novas que não estão explicitamente indicadas no texto. Nessa questão o aluno precisava fazer uma inferência para dar novo sentido à expressão “de mão cheia”, chegando à conclusão de que no texto a expressão ganha o sentido figurado (conotativo) de alguém habilidoso e talentoso.

2.

Alternativa D. H13.

O

conto cria uma expectativa no leitor pela situação incomum criada pelo enredo: um homem

que segue o mesmo percurso da água. Esse fato imaginário poderia ter tido uma continuidade surpreendente na narrativa, caso a mãe tivesse dado atenção àquilo que a filha apresentava. A

quebra desse imaginário vem exatamente na desatenção da mãe. Essa desatenção faz com que a menina veja o “homem na torneira” como algo corriqueiro, cotidiano, normal, fazendo com que a resposta correta esteja na alternativa D “a mãe não manifestou nenhum interesse pelo fato”.

3. Alternativa B. H27.

Cabia ao aluno perceber que o verbo ter, usado no sentido de existir, é comum nas situações informais das relações familiares e cotidianas. Usou-se aqui esse recurso em uma situação de interação entre mãe e filha, personagens do conto. Na linguagem formal, deveria se usar o verbo haver.

4. Alternativa D. H3.

A questão exige que o aluno reconheça que a finalidade predominante do texto é a de

informar, quer dizer, de apresentar ideias ou dados novos com o objetivo de aumentar o conhecimento do leitor. O leitor deve perceber que não há a intenção de contar/relatar um

fato.

5. Alternativa B. H34.

O aluno precisa reconhecer algumas características do gênero textual rótulo, tais como:

apresentação de informações verbais que descrevem o produto (sabor, composição, consistência etc.), quantidade de calorias, o peso, o número de unidades etc. Além disso, espera-se que o aluno reconheça que as imagens contribuem muito para a identificação do produto e funcionam também como apelo para convencer o leitor a consumir o produto.

6. Alternativa E. 34.

A questão exige que o aluno identifique os elementos básicos de construção e organização do

gênero textual receita, ou seja, o título da receita em primeiro lugar, a imagem do prato e as duas principais partes de uma receita: os ingredientes (ingredients) e modo de preparo ou instruções (method).

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Caderno de exercícios

Tradução da receita: Torrada de canela Ingredientes 2 fatias de pão de forma 2 “almofadas”

Tradução da receita:

Torrada de canela Ingredientes

2

fatias de pão de forma

2

“almofadas” de manteiga

¼

de colher de chá de canela

1

colher de sopa de açúcar granulado

Instruções/Modo de preparo

Em uma pequena tigela ou vasilha, mexa a canela com o açúcar até que eles fiquem bem misturados. Torre o (seu) pão. Espalhe a manteiga nas torradas. Pulverize a mistura de açúcar

e

canela sobre as torradas untadas com manteiga.

7.

Alternativa C. 34.

Em um primeiro momento, o aluno pode dizer que não conseguiu resolver a questão porque não sabia o significado da palavra method. Mas, levado pelo reconhecimento do texto como uma receita e pela posição que a palavra method ocupa no texto e ainda considerando-se que se trata de palavra cognata ao termo método, em língua portuguesa, é possível chegar à conclusão de que ela se refere ao modo de preparo do prato.

8. Alternativa A. H37.

O aluno precisa demonstrar certo domínio sobre vocabulário e verbos no presente simples e no imperativo em inglês. A única alternativa que faz referência à quantidade (two, o número de fatias de torrada) é a alternativa “a”. Os verbos usados nas alternativas estão no imperativo, indicando se tratar de instruções de preparo do prato. O único verbo que está no presente simples é o verbo makes, da alternativa “a”.

9. Alternativa E. H46.

Espera-se que o aluno saiba reconhecer o uso do simple present para indicar atividades rotineiras na alternativa “e”, cuja oração está na forma negativa e apresenta o verbo na terceira pessoa do singular. A alternativa que poderia gerar dúvida é a alternativa “a”, pois o verbo to be (is )também está no simple present, porém para indicar uma qualidade do sujeito (very fast athlete). Tradução das alternativas:

a) Jude é uma atleta muito rápida.

b) Lucy sabe tocar piano lindamente.

c) Pare o carro agora, Paul!

d) Posso ajuda-lo, senhor?

e) Katie não vai ao cinema muito frequentemente.

10. Alternativa C. H29/52.

O inglês é reconhecido hoje como língua universal ou língua do trabalho no mundo globalizado em que fronteiras territoriais são rompidas pela comunicação digital. Assim, ao utilizarmos estrangeirismos como as abreviações SMS ou MMS, do inglês, é mais provável que as mensagens sejam compreendidas por falantes de outras línguas, inclusive os da língua portuguesa, em qualquer parte do planeta.

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Caderno de exercícios

11. Alternativa D. H11. vinham todos dormir em nossa casa” , logo, precisa voltar ao

11. Alternativa D. H11.

vinham todos dormir em nossa casa”, logo,

precisa voltar ao texto para identificar essa passagem. Observando esse trecho específico, ele terá condições de encontrar a opinião, que aparece a seguir, “Isso para nós era uma festa”, o que o leva à alternativa D.

O aluno precisa apontar a opinião sobre o fato “

12. Alternativa D. H18.

O texto recorre à estratégia da repetição da palavra chuva com o propósito de sugerir certa

intensidade da chuva, bem como sua continuidade. É importante reconhecer que não se trata de mau uso da língua, mas de intencionalidade do autor para provocar o sentido desejado de que a chuva é intensa e contínua.

13. Alternativa B. H8.

O aluno precisa voltar ao trecho citado e perceber que a palavra normal foi usada para

caracterizar a economia preponderante na maioria dos países, a qual lida com recursos naturais em menor quantidade do que as necessidades humanas atuais, isto é, a economia tradicional.

14. Alternativa A. H18.

O aluno precisa entender que esse trecho apresenta a ideia de que existe uma luta contínua

contra a escassez porque as necessidades das pessoas são maiores do que a capacidade de produção de recursos pela humanidade. Logo, a oração A demanda, geralmente, é maior que

a oferta explica a o período anterior O tempo todo, uma luta contra a escassez, o que permite que seja inserida a conjunção coordenativa explicativa pois.

As demais alternativas estão erradas, pois, além de fragmentarem a ideia, não há relação de

alternância (alternativas b e d), nem de concessão (alternativa c) e muito menos de oposição (alternativa e).

15. Alternativa E. H12.

A questão exige que o aluno tenha se apropriado dos recursos da argumentação. Um desses

recursos é fazer referências a entidades confiáveis para dar mais credibilidade aos argumentos expostos, facilitando o caminho para persuadir e convencer o leitor a pensar do mesmo modo

que o autor do texto.

16. Alternativa C. H57.

Ainda que o aluno tenha dificuldade de entender que a produção da economia criativa é intangível (não pode ser tocada, não é perceptível enquanto objeto material), pois se realiza, em primeiro lugar, na mente, na criatividade e nas boas ideias das pessoas, conforme definição do Ministério da Cultura, o texto dá pistas sobre as atividades humanas que fazem parte da economia criativa ao citar exemplos como: o design dos semáforos da Av. Paulista, o vão do Museu de Arte de São Paulo (MASP), uma peça teatral que se torne símbolo do modo de vida paulistano, um ponto de ônibus cuja arquitetura faça referência a determinado bairro. Por outro lado, quando, no 3º parágrafo, o autor menciona setores de produção e distribuição de gás, água, esgoto e limpeza urbana (as chamadas atividades econômicas normais), pode- se deduzir que bens materiais e palpáveis se inserem na economia tradicional. Do que se depreende que a alternativa correta é a “c”. É importante observar o quanto o hábito da leitura de textos diversificados também pode contribuir para a correta resolução da questão.

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Caderno de exercícios

17. Alternativa C. H37. A questão exige que o aluno identifique o sentido da palavra

17. Alternativa C. H37.

A questão exige que o aluno identifique o sentido da palavra chave do título que é headache, ou seja, dor de cabeça.

Tradução do texto:

O que você pode fazer sobre dores de cabeça

BARBARA KLEIN: Este é o CIÊNCIA EM NOTÍCIA no Voa Especial de Inglês. Eu sou Barbara Klein.

STEVE EMBER: E eu sou Steve Ember. Hoje nós vamos falar sobre dores de cabeça, a dor que afeta quase todo mundo em algum momento (da vida).

BARBARA KLEIN: Você teve dor de cabeça recentemente? Se sua resposta é sim, você é como milhões de pessoas ao redor do mundo que já vivenciaram dor de cabeça.

STEVE EMBER: O Consórcio Norte-Americano de Dor de Cabeça é um grupo com membros de sete organizações. Eles estão trabalhando com o aperfeiçoamento do tratamento de um tipo de dor de cabeça a enxaqueca.

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Caderno de exercícios