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Universidade Estadual Paulista - UNESP

Campus Experimental de Sorocaba/FEB-Bauru

ELETRÔNICA DE POTÊNCIA
PEE00041

Aula 3
Conversores CC-CC
Teoria dos Conversores CC-CC Abaixadores

Prof. Dr. Flávio A. Serrão Gonçalves


Prof. Paulo José Amaral Serni
1. Teoria dos Conversores CC-CC

 Definição: O conversor CC-CC é um


conversor destinado a controlar o fluxo de
energia elétrica entre duas fontes de corrente Vin , Iin   Vout , I out 
contínua.
Pin  Vin  I in
 Vin e Iin é convertido em Vout e Iout
 Lineares (Série e paralelo) Pout  Vout  I out
 Chaveados
Pin  Pout  PLosses
 É usualmente utilizado em sistemas de
acionamento de motores de corrente
contínua, aplicações de energias renováveis
(painel fotovoltaico, células combustíveis,
etc), aplicações automotivas,
telecomunicações, etc.
Princípio do Conversor CC-CC Abaixador
Conceito Básico
S VR

E VR (E) (E)
R

tf ta
 Operação: O interruptor S fecha e abre T  tf  ta
periodicamente em T. T tf
 S(on)  VR(t)=E D
 S(off)  VR(t)=0 T
T
1
 Onde: VR  AVG   vR (t )dt
 D - razão cíclica T 0
 tf - tempo de fechamento(ton) tf
1 tf
 ta -
 T -
tempo de abertura (toff)
período de operação
VR  AVG  
T 0
Edt  E
T
 ED
Princípio do Conversor CC-CC Abaixador
Conceito Básico
 Problemas: VR
 A forma de onda em VR(t) é deformada,
não possuindo o formato contínuo ideal.
(E) (E)
 As componentes harmônicas aparecem
nas frequências múltiplas da frequência
de chaveamento (fs).
tf ta
 As amplitudes das componentes nas
frequências múltiplas são:
T

2E
VR AVG  E  D VR n  sin  n    D 
n 
2E E
VR 1  sin   D  VR 2  sin  2    D 
 
2E
VR 3  sin  3    D 
3
Princípio do Conversor CC-CC Abaixador
Conceito Básico

Filtro
+ passa- + E VF
VR
VF VR
E baixa
- - t

 Objetivos do emprego Filtro Passa Baixa


 Diminuir a ondulação da forma de onda na carga
 Apresentar um rendimento elevado
 Tipos de Filtros:
 L e C puros?
 1ª Ordem (RC): atenua, dissipativo, pólo de baixa frequência limita a velocidade de
resposta (não é usado na prática)
 2ª Ordem (LC): não atenua em CC, não é dissipativo, apresenta uma ressonância (pólos
complexos conjugados), possui uma eficiência de filtragem melhor que o filtro de 1ª
ordem.
Princípio do Conversor CC-CC Abaixador
Conceito Básico

Filtro
+ passa- + E VF
VR
VF VR
E baixa
- - t

 Objetivos do emprego Filtro Passa Baixa


 Diminuir a ondulação da forma de onda na carga
 Apresentar um rendimento elevado
 Tipos de Filtros:
 L e C puros?
 1ª Ordem (RC): atenua, dissipativo, polo de baixa frequência limita a velocidade de
resposta (não é usado na prática)
 2ª Ordem (LC): não atenua em CC, não é dissipativo, apresenta uma ressonância (pólos
complexos conjugados), possui uma eficiência de filtragem melhor que o filtro de 1ª
ordem.
Conversor CC-CC Abaixador
Funcionamento com Carga RLE

 Etapa (a): o interruptor S encontra-se


fechado e a corrente de carga circula pela
fonte E;

 Etapa (b): o interruptor S encontra-se


aberto e a corrente de carga circula pelo
diodo DRL.

 Obs: A ausência do diodo provocaria


sobretensões destrutivas sobre o
interruptor S, na transição da etapa (a)
para a etapa (b).
Conversor CC-CC Abaixador
Funcionamento com Carga RLE
 IM e Im são as correntes máxima e
mínima de carga, respectivamente.

di E L
E  R iE  L  Ec 
dt R


t

E  E C   
t

i E (t)  I m e  1  e  , 0  t  tf
R  

di D
0  R iD  L  Ec
dt


t
EC  
t
i D (t)  I M e   1  e   , tf  t  T
R  
 
Conversor CC-CC Abaixador
Funcionamento com Carga RLE
Conversor CC-CC Abaixador
Condução Contínua e Descontínua
S i
iE (t  0)  I m  0
iE R
iD (t  T )  I M  0
E DRL V
c L
iD
Ec


t

E  E C   
t

i E (t)  I m e  1  e  , 0  t  tf
R  

t
EC  
t
i D (t)  I M e   1  e   , tf  t  T
R   iE (t  0)  I m  0
 
iD (t  T )  I M  0
 Modos de Condução
 Se a corrente de carga não se anula, a
condução é contínua;
 caso contrário é descontínua.
Conversor CC-CC Abaixador
Relação Entre Valores Médios
 Seja o valor médio da tensão na carga (VCmd):
Vcmd  Ec  R I md
VCmd  D . E VCmd  Ec  VRmd  VLmd
Vcmd E c R I md
1
T
1
T
di  
T 0 T 0 dt
VCmd  E c  R i dt  L dt E E E

Vcmd Ec E
1
T
1
T
D a I
T 0 T 0
VCmd  E c  R i dt  Ldi E E R

T
1 T
L
tf T
 I md Vcmd I md
I md   i dt 1  D( D  a)
T 0 T 0 tf 
Ldi   di  di Da E
.
I
T0 I

 D D  a
P
P  Vcmd . I md
 
T
1
T 0
Ldi 
L
I  I   I m  I M   0
T M m
E. I
P
a  D 1 0  (1  a )
E.I
Conversor CC-CC Abaixador
Relação Entre Valores Médios
 Comportamento da potência:

P
____
 D D  a
P
EI
E. I
a
Área de Atuação
P
0  (1  a )
E.I
(1-a)

a  D 1

0
0 a 1 D
Conversor CC-CC Abaixador
Ondulação da Corrente na Carga
 Considerando a corrente de carga em I’
regime permanente (ao lado); IM
I

tf
E  Ec  
tf
 
ta
Ec   
ta

IM  Im e 
 1  e 
 Im  IM e 
 1  e 
 Im
R   R  

  
tf t
  
tf
1  e   tf ta
Ec E E  1  e   R IM   Ec E
IM   .   T    I
E R R   E   
T
E R
 1 e   1  e   T
 
  
tf
  ta  
T

1  e    e  e  

I    

  
tf
  ta  
T
I   
T

1  e   e  e   1  e  
IM   Im    
 a  a
I   
T
I   
T

1  e   1  e  
    
tf

ta

T
  
tf
 
ta
1 e 
e 
e 
 1  e   1  e  
  
I  IM  Im
Conversor CC-CC Abaixador
Ondulação da Corrente na Carga
  
tf
 
ta
A máxima ondulação relativa é obtida
 1  D
ta
1  e   1  e  
 tf
I    D T
 T   I  T I  T
I   
T
   .(1  2 D)    para D=0.5
1  e   D  I    I max 4
 
 
DT
 
(1 D ) T

1  e  1  e  

T T E T R E
I     I max  .I  .  E I max 
 4 4 R 4 L R 4Lf
I   
T

1  e  
  E
L
4.I maxf
 Na maioria das aplicações a
resistência R é desprezível em 0.25
relação a L. Assim:

DT
D 
 1 D  T
1  D I 

e 
1 T

e 1 T
  I T
 DT   T
 . 1  D  I T 0.1
  D1  D
I      I 

I T
 0
0 0.5 1 D
Conversor CC-CC Abaixador
Característica de Carga
 Objetivo: estabelecer a função que
relacione a tensão e a corrente média
na carga do conversor CC-CC
abaixador.
 Simplificação: a resistência de carga
é desprezada.
 Formas de onda da tensão e da
corrente de carga para condução
descontínua:

E  Ec
IM  tf
L

1 E  Ec  1
S2  tf t 0
 E  Ec 
S1  t 2f 2 L
2 L

i2 (t)  I M 
Ec
t
E  Ec  tf  Ec t , 0  t  t
0
L L L
Conversor CC-CC Abaixador
Característica de Carga
i2(t) é igual a zero quando t = t0. 2LI md 1 
  D 2   1
T. E a 
E  Ec 1 E  Ec  1
S2  tf t 0
 E  Ec  Definindo a corrente de carga
IM  tf S1  t 2f
L 2 L 2 L normalizada ()

i2 (t)  I M 
Ec
t
E  Ec  tf  Ec t , 0  t  t 2L 1 
 I   D 2   1
a 
0
L L L T E md


 E  E  tf
c 1 tf 2  E  Ec 
2
S  S 
S2  I md 
1 2
t0
Ec 2 L Ec T D2
a
tf 2 
 E  Ec  
 E  Ec  2


  D2
I md 
2TL  Ec 

 Para condução descontínua
I md .2L tf 2
 Ec   E Ec  
 2 
1      2  
T. E T  E   E c E 
 Para condução contínua
I md . 2L tf 2
E  tf Ec Vcmd aD
 2 .   1 D  a 
T. E T  Ec  T E E
Conversor CC-CC Abaixador
Característica de Carga
1.2
 A região (1) representa a região
a
de operação no modo de D=1
1
condução descontínua.
D=0.8
0.8
 a tensão de carga varia com a
corrente de carga. Esta é uma 2
D=0.6
0.6
forma indesejável de D=0.5
funcionamento e que deve ser D=0.4
0.4 1
evitada, sobretudo porque
dificulta o controle do sistema D=0.2
0.2
do qual o conversor faz parte
 A região (2) representa a região 0
D=0

de operação no modo condução 0 0.1 0.25 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9  1.1

contínua.
D2
 Condução crítica ou contínua a a aD
tensão de carga depende   D2
apenas da razão cíclica
Conversor CC-CC Abaixador
Indutância Crítica
 Indutância Crítica: é a menor
indutância de carga capaz de
assegurar condução contínua.
0.25
aD 2 I mdLcr
ET
  D  D2
0.1
2 LcR I md
 D 1  D
TE 0
0 0.5 1 D
 O pior caso ocorre quando D é igual a
0,5.

E
LcR 
8 f I md
Conversor CC-CC Abaixador
Filtragem da Corrente de Entrada
 A corrente iE da fonte que alimenta o L S

conversor é pulsada. Este fato


apresenta dois inconvenientes: E C I

 (a) a presença de elevado conteúdo


harmônico produz perturbações
eletromagnéticas nos equipamentos de
comunicação e sinalização (IEM).
 (b) se houver indutância em série com a
fonte, mesmo que seja parasita, no
instante da abertura do interruptor são
produzidas sobretensões normalmente
destrutivas para os componentes
 .
 Filtro LC: atenuar estes fatores;
Conversor CC-CC Abaixador
Filtragem da Corrente de Entrada
 Na análise, a corrente de carga I será
considerada constante.
 Duas etapas de funcionamento
 Pela igualdade entre a potência PE cedida pela
fonte e a potência Pc recebida pela carga
PE  E i Lmd Pc  Ec I  D EI iLmd  D I
 a tensão do capacitor aumente e diminua
linearmente quando S está aberto e fechado,
respectivamente.
 Quando S está aberta, a corrente no capacitor
é igual a iLmd.
 V  • Quando D = 0,5 a
2 c   V 
 2  2C c  ondulação do capacitor é
i Lmd  D I  C .  2 
i Lmd  máxima, desse modo
ta
1  D T
Vc max
Vc 1  D D I
I
 
2 f 2C 2 8f C
Conversor CC-CC Abaixador
Filtragem da Corrente de Entrada
 Expressão da componente alternada da + vL -
corrente no indutor iL
L

E Vc
 Vcmd = E. Desse modo a tensão sobre o
indutor é igual à componente alternada da
tensão no capacitor.
vc (t)
 Decompondo-se Vc em série de Fourier e  Vc
____

tomando-se a componente fundamental, E 2

igual à vL, 8 Vc


vL  . sen (2  f t )
 2 2
 di L
v
 L  L 0
dt
 (a) t
  VC 
 8 
1  2 
i L   v L dt  2 .  sen (2 f t ). dt
 L  . 2  f L i L (t)
 iL
____
2

 V 
0  Vc
____ t
 8 c 
2

 2  vL (t)
iL (t)  . cos(2  f . t )
2 3 f L (b)
Conversor CC-CC Abaixador
Filtragem da Corrente de Entrada
 Expressão da componente alternada da + vL -
corrente no indutor
L
 Vcmd = E. Desse modo a tensão sobre o iL
E Vc
indutor é igual à componente alternada da
tensão no capacitor.
 Decompondo-se Vc em série de Fourier e
tomando-se a componente fundamental,
igual à vL,  V 
8 c 
Vc  iL  2  8I
vL 
8
. sen (2  f t )  
2 2 2 2 f L 16 3 f 2 LC
3

 di L
 v  L  Vc max
L
dt I
 
  VC  2 8f C
 8  
1  2 
i L   v L dt  2 .  sen (2 f t ). dt
 L  . 2  f L
 iL I
 V 
 8 c 

 2  2 62 . L . C . f 2
iL (t)  . cos(2  f . t )
2 3 f L
Conversor CC-CC Abaixador
Filtragem da Tensão de Saída
 Quando o conversor CC-CC deve produzir
na saída uma tensão contínua é necessário
adicionar um filtro LC de saída
 Para o cálculo da ondulação da corrente no
indutor, a tensão no capacitor é admitida
constante E
 I max 
4 Lf
iL C
 Para o cálculo da ondulação da tensão no
capacitor, admite-se que a componente
alternada da corrente do indutor circule toda
por ele. Desse modo é adotado o circuito 8.  IL
equivalente Vc 
2 C 2  f
 Para D igual a 0,5 a componente
fundamental da corrente é dada por ic(t). 2E
4  IL
Vc max 
ic (t)  cos( t ) 62 . L . C . f 2
2
Conversor CC-CC Abaixador
Dimensionamento Filtro Entrada e Saída
 Dimensionar o filtro de saída
2E E
Vc max   I max 
62 . L . C . f 2 4 Lf
 Um aspecto importante a ser considerado no dimensionamento dos
filtros, tanto de entrada quanto de saída, é a sua frequência de
ressonância fo.
1
fo 
2 LC
 Deve-se escolher um filtro cuja frequência de ressonância seja muito
menor que a frequência de operação do conversor (caso 10fs, 40db de
atenuação na harmônica fundamental)
f  fo  fo  10  f
 Caso o conversor opere com a frequência de ressonância do filtro ou
próximo dela, a tensão de saída pode atingir valores excessivos.
Princípio do Conversor CC-CC Abaixador
Conceito Básico
 Conversor Abaixador Com filtro LC (Buck)

+
Circuito em vL = 0
regime permanente
- Comando
iC = 0 t
iL

t
vL
+ t
-
d·T
Áreas iguais T
Princípio do Conversor CC-CC Abaixador
Conceito Básico
 Conversor Abaixador Com filtro LC (Buck)
Comando

iS= iL t
+
iL
iS iL E -
VO t
Durante d·T iS
VO
iD t
E
+
iD
iD= iL
- t
VO
d·T
Durante (1-d)·T T
Princípio do Conversor CC-CC Abaixador
Conceito Básico

vL = 0

+
-
+
Comando
iL IO
E VO t
iC = 0 R - iL
IO
t
• Aplicação do balanço “soma de produtos
volts·segundos = 0” vL
E- VO
(E- VO)·d·T - VO·(1-d)·T = 0  VO = d·E + t
-
- VO
• Corrente média nula para o capacitor d·T
T
iL = IO = VO/R
Princípio do Conversor CC-CC Abaixador
Conceito Básico
iS vS IO
-
+
•Tensões máximas
+
+ iL vS max = vD max = E
E VO
vD iD
- R
-
iS
• Aplicação do balanço de potências iS
t
iS = IO·VO/E  iS = IO·d
iD
iD
t
• Corrente média para o diodo d·T
T
iD = iL - iS  iD = IO·(1-d)
Conversor CC-CC
Técnica de Modulação
 O fluxo de potência entre a fonte e a carga é controlado pela razão cíclica D. Para
fazer a variação dessa grandeza, podem ser adotados os procedimentos
descritos a seguir.

 (a) Operação com T constante e tf variável. Esta modulação é conhecida como


modulação por largura de pulso ou PWM. É a mais empregada.

 (b) Operação com tf constante e T variável. Neste modo a frequência de operação


é a variável de controle. Esta técnica é empregada em alguns conversores a
tiristor, porém tem menor importância prática. Muito utilizado em conversores
quase-ressonantes e ressonantes.

 (c) Operação com tf e ta variáveis. Esta técnica conhecida como modulação por
valores extremos da corrente de carga (histerese).
 Uma modulação com frequência fixa, onde o tempo de condução, variável, é
controlado pelo valor máximo da corrente de carga.
Conversor CC-CC
Técnica de Modulação
 O fluxo de potência entre a fonte e a carga é controlado pela razão cíclica D. Para
fazer a variação dessa grandeza, podem ser adotados os procedimentos
descritos a seguir.
Conversor CC-CC
Técnica de Modulação: Histerese
 Neste tipo de modulação, a ondulação I é mantida constante. O interruptor é
aberto ou fechado em função dos valores assumidos pela corrente de carga.
Quando ela atinge o valor IM, o interruptor é fechado
 diagrama simplificado de um comando para realizar este tipo de modulação

 A frequência de operação é livre e os tempos tf e ta são variáveis, por isto é


fundamental que se conheça as leis de variações dessas grandezas
Conversor CC-CC
Técnica de Modulação: Histerese
 A frequência de operação é livre e os 0.25
tempos tf e ta são variáveis, por isto é
fundamental que se conheça as leis de f  I

variações dessas grandezas I
0.1
I  E D1  D I
.  D1  D fmax  f
I T 4Lc I I . 0
0 0.5 1 D

 Verifica-se que a máxima frequência ocorre


para D igual a 0,5.
L I I . 
 Quando D tende a zero, tf tende ao seu valor ta min  f.  1  D f tf
mínimo. E I

1  D
tf  DT 
D ta  1  D T  I  L. I
f f tf   L I
I 1  D E 1  D tfmin 
E
I .  I . 
f.  D1  D f.  D . ta . f
I I
  I L R I L I
ta   . . 
I . D R E D ED
Conversor CC-CC
Técnica de Modulação: Histerese
 A modulação por valores extremos da corrente é de grande interesse, pelos
seguintes motivos:
 a) a corrente nos componentes e na carga é controlada nos seus valores
instantâneos, fato que lhe confere grande segurança.
 b) propicia controles mais rápidos
10

tf . E 1
tf  
8

L .I 1  D
6
__ __
ta tf
4
ta . E 1
ta   2
L .I D 1
0
0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 D 0.9 1

Representação dos tempos de


condução e bloqueio
Exercícios no Sala/Matlab

 2.1) Simule o conversor apresentado em


I.
Através da simulação digital determine:
 a) Os valores médios da tensão e da
corrente de carga.
 b) Os valores máximo e mínimo instantâneos
da corrente de carga.
 c) Represente em função do tempo as
grandezas envolvidas no funcionamento da
estrutura.
 d) Qual razão cíclica a condução torna-se
descontínua?
 e) Utilizando a teoria ratifique os valores
determinados (Homework)
 Considere os parâmetros:

E = 110V L = 1 mH R = 0,25 
Ec = 11 V T = 2500 S fs = 1000 S
Exercícios no Sala/Matlab

 2.2) Seja o conversor II, onde L1 e C1 constituem o filtro de entrada, e L2 e C2


constituem o filtro de saída. O transistor T funciona como um interruptor ideal.
 a) representar em função do tempo as seguintes grandezas: iL1, ic1, iT, iD, iL2,
ic2 e iS.
 b) Seja f igual a 1 KHz, a ondulação máxima da tensão Vc1 igual a 1%, a
ondulação máxima da corrente iL1 igual a 1%. Projete os valores de C1 e L1
 Ratifique através da simulação a obtenção da operação desejada..
 c) Considerar os mesmos valores para o filtro de saída e calculá-lo.
 d) Repetir todos os cálculos adotando f igual a 10 KHz.

iL1 iL2 is 10A

L1 ic1 iT iD L2 ic2
T
300V C1 Vc1 D C2 Vc2 150 V