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Monday, October 11, 2010

ALIENAÇÃO
PARENTAL

Monday, October 11, 2010


PARTE I

A ALIENAÇÃO
PARENTAL
EM SEDE DE LITÍGIO NA REGULAÇÃO DAS
RESPONSABILIDADES PARENTAIS

Monday, October 11, 2010


O QUE É A ALIENAÇÃO PARENTAL ?

É um conjunto de comportamentos seriados, praticados pelo


progenitor alienante (guardião),com o objectivo de criar uma relação
de carácter exclusivo entre ele e a(s) criança(s) de forma a excluir
para sempre o outro progenitor da vida dos seus filhos,

Monday, October 11, 2010


COMO SE IDENTIFICA UM CASO DE
ALIENAÇÃO PARENTAL EM SEDE DE LITÍGIO?

Incumprimento do regime de visitas estipulado pelo Tribunal.

Impedimento do contacto regular do progenitor não-guardião com o seu


filho/a assim como da sua família alargada.

Justificação destes mesmos incumprimentos com acusações articuladas de


forma displicente, teatral e agressiva.

Atribuição à criança da responsabilidade pela decisão de não querer estar


com o outro progenitor.

Sonegação de Informações relativas à vida do menor.

Mudança de residência para outro local situado longe do progenitor


alienado.

Monday, October 11, 2010


COMO SE IDENTIFICA UM CASO DE
ALIENAÇÃO PARENTAL EM SEDE DE LITÍGIO?

A ENTREVISTA AO PROGENITOR ALIENANTE

Teatralidade no discurso.

Exagero e distorção de factóides com o objectivo claro de denegrir a


imagem do outro progenitor aos olhos do Tribunal.

Várias justificações para o não cumprimento do regime de visitas, datas


festivas, dia do pai/mãe, aniversários, etc.

Agressividade desmedida para com o outro progenitor em prejuízo do


menor.

Ausência de sentimentos de culpa.

Historial familiar com ausência de referências estruturantes.

Monday, October 11, 2010


COMO SE IDENTIFICA UM CASO DE
ALIENAÇÃO PARENTAL EM SEDE DE LITÍGIO?

A ENTREVISTA AO PROGENITOR ALIENADO

Ausência de contradições no discurso.

Relato de tentativas frustradas de contacto com o filho/a.

Revolta.

Sentimento de Humilhação.

Sofrimento pela falta de contacto com o filho/a.

Monday, October 11, 2010


COMO SE IDENTIFICA UM CASO DE
ALIENAÇÃO PARENTAL EM SEDE DE LITÍGIO?

A ENTREVISTA À CRIANÇA

A criança apresenta um discurso contraditório que reflecte aquilo que


foi preparada para dizer por um lado e aquilo que realmente sente
por outro.

Ideia de que o outro progenitor é perigoso e mau.

A criança age de forma regressiva com um comportamento


demasiado infantil para a sua idade.

Numa fase mais avançada assiste-se ao aparecimento das falsas


memórias.

Monday, October 11, 2010


CONSEQUÊNCIAS
DA ALIENAÇÃO PARENTAL

Monday, October 11, 2010


CONSEQUÊNCIAS DA ALIENAÇÃO PARENTAL
Abuso Psicológico e Mau Trato Infantil

Isolada do contacto com a família alargada e com o progenitor alienado,


a criança assiste à desestruturação da sua vida emocional.

A criança é impedida de participar de uma herança cultural que lhe


pertence desenvolvendo um sentimento crónico de inferioridade e
tristeza.

Sem referências de autoridade, a criança desenvolve um sentimento de


impunidade com consequências imprevisíveis.

A criança torna-se cada vez mais dependente do progenitor alienante


comprometendo definitivamente o desenvolvimento saudável da sua
autonomia.

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A ALIENAÇÃO PARENTAL EM SEDE DE LITÍGIO

GRAUS DE GRAVIDADE

FASE I
O progenitor alienado consegue estar a sós com a criança mas só
muito esporadicamente. A criança está ciente do conflito mas não
participa.

FASE II
As visitas são vigiadas pelo progenitor alienante. A criança começa a
dar sinais de estar a ser manipulada.

FASE III
Impedimento definitivo do contacto.
A criança toma o partido do progenitor alienante.

Monday, October 11, 2010


PARTE II

A FALSA ACUSAÇÃO
DE ABUSO SEXUAL
EM SEDE DE LITÍGIO NA REGULAÇÃO DAS
RESPONSABILIDADES PARENTAIS

CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS

Monday, October 11, 2010


A FALSA ACUSAÇÃO DE ASSÉDIO
Em Sede de Litígio pela Regulação das Responsabilidades Parentais

COMO SE INICIA?

A BOMBA ATÓMICA PROCESSUAL

As falsas acusações de abuso sexual surgem num contexto de grande


conflitualidade como última solução para justificar os incumprimentos
sucessivos do acordo de Pais regulado pelo Tribunal ou para justificar uma
alteração futura do regime de visitas no sentido de vedar o acesso da
criança ao progenitor alvo da falsa acusação.

Monday, October 11, 2010


A FALSA ACUSAÇÃO DE ASSÉDIO
Em Sede de Litígio pela Regulação das Responsabilidades Parentais

COMO SE INICIA?

UM PASSO PARA O ABISMO


A decisão de fazer uma falsa denúncia é definitiva e fatal.

O progenitor que toma esta decisão, mesmo que inconscientemente, não


pode jamais voltar atrás no que disse pois isso significaria um autêntico
suicídio jurídico e social.

Perante a descrença do Tribunal o falso acusador, acossado pela


possibilidade de vir a ser descoberta a verdade, não hesitará em manipular a
criança para corroborar as suas afirmações.

Monday, October 11, 2010


A FALSA ACUSAÇÃO DE ASSÉDIO
Em Sede de Litígio pela Regulação das Responsabilidades Parentais

COMO SE INICIA?

A CRIANÇA COMO ARMA DE ARREMESSO


Por inclusão de partes verifica-se que o menor ou foi defacto abusado
fisicamente e a acusação é verdadeira ou está a ser abusado
psicológicamente e a acusação é falsa.

Esta é a principal razão pela qual se conclui que apartir do momento em


que uma acusação deste calibre é verbalizada e oficializada o menor deve
ser imediatamente assinalado como criança em PERIGO.

Um longo processo altamente traumático para o menor está em curso e não


há mecanismos para o travar.

Monday, October 11, 2010


A FALSA ACUSAÇÃO DE ASSÉDIO
Em Sede de Litígio pela Regulação das Responsabilidades Parentais

COMO SE DESENVOLVE?

UMA QUESTÃO DE TEMPO


Quanto mais tempo demorar a Investigação mais grave será o crime que está a
ser cometido contra a criança

Enquanto decorrer essa investigação o processo de regulação das


responsabilidades parentais está moralmente congelado.

Os incumprimentos ficam assim justificados e mesmo que o Tribunal mantenha


um regime de visitas dificilmente o Magistrado tem coragem de o impôr
coercivamente pelo que opta por aguardar o resultado da investigação em curso.

Este tempo é pois aproveitado pelo progenitor alienante para consumar o


afastamento emocional entre o menor e o outro progenitor.

Monday, October 11, 2010


A FALSA ACUSAÇÃO DE ASSÉDIO
Em Sede de Litígio pela Regulação das Responsabilidades Parentais

COMO SE DESENVOLVE?

O CRIME PERFEITO

Afastada do progenitor alienado, diariamente manipulada pelo progenitor


alienante e seus familiares, sujeita a interrogatórios chocantes, a criança
desenvolve sintomas regressivos que por sua vez sustentam a própria falsa
acusação.

Por outro lado, o menor desenvolve um rancor pelo progenitor alienado


como reacção ao seu afastamento.

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A FALSA ACUSAÇÃO DE ASSÉDIO
Em Sede de Litígio pela Regulação das Responsabilidades Parentais

COMO SE DESENVOLVE?

O CRIME PERFEITO

O progenitor alienado, desenvolve um tal sentimento de revolta e impotência


que corre o risco de reagir de forma imprópria o que lhe poderá imprimir uma
imagem de instabilidade emocional prejudicial aos olhos do Tribunal.

Por outro lado, o progenitor alienante, autor da falsa acusação, cultiva uma
imagem de vítima e, no caso de ser mãe, tira partido do sentimento generalizado
de injustiça perante as mulheres e do estigma de “sexo fraco”.

Beneficia ainda da subjectivação e projecção por parte dos operadores judiciais e


profissionais ligados ao processo, do seu próprio conceito de maternidade.

Monday, October 11, 2010


A FALSA ACUSAÇÃO DE ASSÉDIO
Em Sede de Litígio pela Regulação das Responsabilidades Parentais

COMO SE DESENVOLVE?

O CRIME PERFEITO
Toda a investigação é condicionada pelo falso acusador que tem assim tempo
de preparar e manipular a criança para dizer o que for necessário à obtenção
de prova.

Assiste-se a uma situação na qual o criminoso é o principal responsável pela


protecção da vítima.

É como se o xerife, depois de assaltar um banco fosse incumbido da


investigação com vista a descobrir o criminoso de um crime que ele próprio
cometeu e no qual as únicas duas testemunhas são o seu filho menor e o seu
maior inimigo.

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A FALSA ACUSAÇÃO DE ASSÉDIO
Em Sede de Litígio pela Regulação das Responsabilidades Parentais

COMO SE DESENVOLVE?

OS RELATÓRIOS DOS PERITOS


O progenitor alienante recorre aos serviços de um pedo-psiquiatra ou psicólogo
que corrobore a sua ‘suspeita’.

O técnico escolhido nunca é o pediatra habitual que conhece a criança.

O outro progenitor nunca é previamente informado dos “sintomas regressivos” e


das consultas a este técnico.

Depois de várias consultas, estes técnicos elaboram então , um relatório dizendo


que a criança “disse” ou que a mãe lhes revelou, a verdade, ou o segredo !

Não procuram nunca saber se o que a criança conta, é verdade ou fruto de


inúmeras possíveis influências a que está sujeita.

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A FALSA ACUSAÇÃO DE ASSÉDIO
Em Sede de Litígio pela Regulação das Responsabilidades Parentais

COMO SE DESENVOLVE?

OS RELATÓRIOS DOS PERITOS

Assim elaboram relatórios incipientes onde nunca descrevem a


metodologia usada – as circunstâncias em que a “verdade”foi relatada, ou
se cruzaram informações e o resultado desse cruzamento (que não
possuem porque só ouviram uma parte).

Em quase todos estes relatórios afirmam da necessidade que a criança tem


do pai, o que é um absoluto contra senso. Mas fica bem no relatório!

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A FALSA ACUSAÇÃO DE ASSÉDIO
Em Sede de Litígio pela Regulação das Responsabilidades Parentais

COMO SE DESENVOLVE?

OS RELATÓRIOS DOS PERITOS

Este “pseudo-relatório” elaborado por um técnico (dizendo que a criança lhe


revelou a situação) é precioso.

Este relatório vai fundamentar no Tribunal a interrupção das visitas, ou


anulando-as ou transformando-as em visitas vigiadas – o que é o mesmo.

Obter esta interrupção” é no fundo o único objectivo do progenitor alienante.

A criança será sugeita a inúmeras e terriveis avaliações assim como os seus


progenitores.

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A FALSA ACUSAÇÃO DE ASSÉDIO
Em Sede de Litígio pela Regulação das Responsabilidades Parentais

COMO SE DESENVOLVE?

INTERRUPÇÃO DEFINITIVA DO REGIME DE VISITAS

Mais cedo ou mais tarde as visitas serão interrompidas.

Ou como medida de precaução imposta pelo Tribunal;

Ou por decisão unilateral do falso acusador com vista a impedir a


descoberta da verdade por parte dos técnicos e dos Magistrados.

Monday, October 11, 2010


CONSEQUÊNCIAS
DAS FALSAS ACUSAÇÕES DE ABUSO SEXUAL

Monday, October 11, 2010


CONSEQUÊNCIAS
DAS FALSAS ACUSAÇÕES DE ABUSO SEXUAL

A CRIANÇA

A criança deixa de conseguir distinguir entre realidade e mentira


causando o aparecimento de falsas memórias e consequente
incapacidade de descernimento ético.

Estigma e discriminação social: mesmo que o Tribunal descarte essa


possibilidade e arquive o processo, a criança será sempre tratada,
observada e assinalada como vítima de abuso.

A criança sentir-se-á sempre como razão e fruto de um conflito


desenvolvendo um sentimento de culpa e de auto-exclusão social e
emocional.

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CONSEQUÊNCIAS
DAS FALSAS ACUSAÇÕES DE ABUSO SEXUAL

O ACUSADO

As consequências de um processo com estas caracteristicas são


devastadoras para a vida social e emocional do progenitor alienado
dando origem a sintomas de ansiedade, depressão, isolamento,
revolta, tristeza, insónia, etc.

Mesmo que ganhe todos os processos e consiga recuperar o contacto


regular e até a guarda do seu filho/s, nunca será capaz de recuperar
totalmente do trauma a que foi sujeito.

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CONSEQUÊNCIAS
DAS FALSAS ACUSAÇÕES DE ABUSO SEXUAL

O ACUSADOR

Viverá o resto da vida prisioneiro/a da mentira que criou.

Poderá perder a guarda do menor e ser condenado/a de vários crimes


incluíndo Simulação de Crime, Difamação, Maus Tratos Infantis e
Subtração de Menores.

Sentirá as consequências nefastas das suas acções na forma como a


criança mais tarde se revoltará contra a falta de autonomia e
privacidade.

Monday, October 11, 2010


PARTE III

O QUE FAZER?
CRITÉRIOS, PRECAUÇÕES E SOLUÇÕES
A TER EM CONTA EM CASOS DE
ALIENAÇÃO PARENTAL

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CRITÉRIOS
IMPARCIALIDADE E CELERIDADE

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CRITÉRIOS

EM SEDE DE LITÍGIO QUAIS SÃO OS DIREITOS


DA CRIANÇA A SALVAGUARDAR?

Manter o contacto regular e saudável com


ambos os Progenitores.

Participar do património cultural e espiritual


de ambas as famílias, isto é, manter o contacto
estreito com a sua família alargada, e com
quem a criança tenha afecto.

Manter uma vida o mais parecida possível


com aquela que ela tinha anteriormente – isto
é, com o mínimo de mudança

Monday, October 11, 2010


CRITÉRIOS

O QUE FAZER PERANTE UMA


ACUSAÇÃO DE ABUSO SEXUAL ?

Todas as denúncias de abuso sexual de menores devem ser investigadas.

A investigação deve ser conduzida com total imparcialidade e tirando partido de


uma visão sistémica da problemática e contexto familiar.

A investigação deve ser célere.

Deve sempre partir-se do princípio de que ou a integridade física da criança ou o


seu equilibrío emocional estão em perigo.

Não prejudicar o menor mantendo o regime de visitas.

Ouvir a família alargada. Avaliar o contexto e estrutura familiar de cada parte

Dialogar com ambas as partes e acompanhar a evolução do processo.

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PRECAUÇÕES
BOM SENSO E EQUILÍBRIO

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PRECAUÇÕES

O QUE FAZER PERANTE UMA


ACUSAÇÃO DE ABUSO SEXUAL ?

MANTER O REGIME DE VISITAS E ZELAR PELO SEU CUMPRIMENTO

É natural que um Juiz, perante semelhante acusação, opte por uma


alteração provisória do regime de visitas. Mas deve este Magistrado
interromper o contacto do menor com o seu progenitor?

O regime de visitas deve de facto ser alterado até que a investigação se


conclua mas deve ser substituido por um regime de visitas vigiadas pelos
Avós, Tios ou outros membros da família do progenitor acusado e não pelo
acusador ou seus familiares.

As visitas vigiadas por técnicos destroem a Família, ao contrário do


desejado a Família da criança.! !

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PRECAUÇÕES

O QUE FAZER PERANTE UMA


ACUSAÇÃO DE ABUSO SEXUAL ?

Paralelamente, dada a gravidade da acusação, o magistrado, terá que pedir,


num curtíssimo espaço de tempo, uma investigação rigorosa da situação
familiar. Quinze dias a um mês no máximo, deverá tardar esta investigação,
que terá carácter urgente.

Quando os técnicos tiverem terminado, o Magistrado deve colocá-los à volta de


uma mesa e ouvi-los. Deve informar-se se as visitas continuaram a ser
realizadas, nesse espaço de tempo.

E só depois de ter ouvido a família, professores e técnicos é que (mantendo a


neutralidade a favor da criança e ordenando visitas no seio da família alargada)
poderá, em consciência, tomar uma decisão: a favor do Pai acusado ou a favor
da Mãe que acusa. Só nessa altura estarão presentes os elementos necessários a
uma boa decisão.

Monday, October 11, 2010


PRECAUÇÕES

COMO SE IDENTIFICA
UMA FALSA ACUSAÇÃO DE ABUSO SEXUAL ?

A terminologia usada pelo acusador assim como a descrição do contexto e


circunstâncias do alegado abuso são normalmente indicadoras da falsidade
da acusação. O primeiro momento é essencial. Uma mentira é sempre frágil
no início. Mas não basta não acreditar. O Magistrado deve agir.

As primeiras declarações do acusador devem pois ser criteriosamente


analisadas.

As Conferências de Pais devem ser gravadas.

A criança deve ser imediatamente observada em interacção com o


progenitor acusado sem a intervenção prévia ou interferência do acusador.
Se esta interação for espontânea e saudável há razões para desconfiar.

Monday, October 11, 2010


PRECAUÇÕES

COMO SE IDENTIFICA
UMA FALSA ACUSAÇÃO DE ABUSO SEXUAL ?
Uma primeira avaliação da veracidade ou falsidade da acusação
está muitas vezes à disposição do Magistrado.

Se o Tribunal quiser perceber se existe ou não um objectivo determinado da parte


da Mãe em afastar o Pai e a família deste, basta dizer: “ Pode ser verdade, ou não.
Neste momento não sei. Mas a criança não tem avós paternos? Então as visitas
deverão ter lugar em casa dos avós (ou tios) do lado do Pai”.

Se a resposta da Mãe for de aceitação, se a Mãe disser que essas visitas são
importantes, que se dá bem com a família paterna, aí o Magistrado pode inclinar-
se talvez para a veracidade da insinuação ou acusação. Mas na maioria das vezes,
perante esta alternativa do Tribunal, a Mãe oporá argumentos e dificuldades.

Chamamos a atenção para este tipo de “teste”: esclarecedor na maioria das vezes.

Monday, October 11, 2010


SOLUÇÕES
JUSTIÇA, ESTADO E SOCIEDADE CIVIL

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SOLUÇÕES

A NÍVEL LEGISLATIVO E PROCESSUAL

Guarda Conjunta como regra (ir além das responsabilidades parentais


conjuntas).

Mediação Familiar Obrigatória.

Obrigatoriedade de prestação de informação escolar. (clarificação


legislativa).

Agravamento das medidas de acção directa e indirecta para os


incumprimentos do regime de visitas.

Enquadramento legal do conceito de “superior interesse da criança”,


diminuindo a amplitude da arbitriedade do juiz.

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SOLUÇÕES

A NÍVEL INSTITUCIONAL

Mediação Familiar obrigatória em situações de conflito parental

Coragem da magistratura para aplicar medidas de acção directa e


indirecta face aos incumprimentos reinterados do regime de visitas

Encurtamento das avaliações sociais (mais meios humanos e


implementação mais célere do SCORE II - Reengenharia de Processos
no I.S.S.) e das pericias médico-legais

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SOLUÇÕES

A NÍVEL INSTITUCIONAL

Pensar a aplicação do Modelo de Cochem em Portugal (cooperação


coordenada de todos os agentes intervenientes em cada comarca com vista à
redução, na fonte, do conflito parental e uniformizando critérios. Envolve
juizes, mediadores, psicológicos, pedopsiquiatras (profissionais da saúde
mental de uma forma geral), advogados, técnicos da segurança social,
elementos das comissões de protecção de crianças e jovens, directores dos
agrupamentos escolares e forças da autoridade).

Formação das forças da autoridade para lidarem com situações de conflito


parental.

Afirmar os principios da parentalidade positiva por todas as instituições que


lidam com estas matérias.

Repensar o papel/uso da Terapia Famíliar em contexto de conflito parental


por parte das instituições envolvidas.

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SOLUÇÕES

A NÍVEL CÍVICO

Envolvimento em organizações que lutam pela igualdade parental e direito dos filhos

Pressionar o poder político-legislativo para olhar para a problemática do conflito parental


como um fenómeno que afecta gravemente milhares de crianças e pais e que necessita de
intervenção e atenção dos mesmos;

Lutar contra as falsas acusações de abuso sexual

Divulgar os principios da parentalidade positiva

Contribuír para o desenvolvimento da investigação na área das ciências sociais e humanas


do fenómeno da Alienação Parental em Portugal

Participar na organização de iniciativas que ajudem a formação de profissionais qualificados


para identificarem e lidarem com este fenómeno

Institucionalizar o Dia Internacional para a Consciêncialização da Alienação Parental (25 de


Abril), como forma pedagógica e preventiva para evitar o alastramento deste grave
fenómeno.

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