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INTRODUÇÃO

Essa pesquisa apresenta através de uma revisão bibliográfica uma analise


da Síndrome de down uma doença causada por uma mutação genética no
cromossomo 21 que faz com que o portador não tenha um par, mas um trio
de cromossomos e é por isso que no total não possui 46 cromossomos, mas
47, o diagnostico dessa síndrome é geralmente feito durante a gravidez,
através da realização de alguns exames, ultrassonografia, trasnlucência
nucal, cordoecentese e entre outras. A importância desse tema faz com que
tenhamos consciência de que ser diferente e normal, as pessoas portadoras
dessa síndrome estão com uma expectativa de vida mais prolongada,
melhor qualidade de vida e aprimoramento da saúde, atualmente quem te
síndrome de down e capaz de ter mais qualidade de vida e claro que vão ter
restrições, mais tudo isso indica que foi devido aos cuidados
multiprofissionais.
A presente pesquisa tem como objetivo geral compreender essa síndrome
frente a pratica pedagógica e como objetivos específicos buscará
contextualizar a síndrome de down referente aos professores em seu âmbito
geral profissional: fundamentar os conceitos de alfabetização com crianças
com síndrome de down na educação, deste modo cabe enfatizar que o
trabalho com crianças com essa síndrome, deve ser bastante cautelosos,
pois sabemos que a aprendizagem dela e uma pouco mais lenta que o
normal, a partir de uma pesquisa bibliográfica, relatando as limitações
dessas crianças levando em consideração os direitos e deveres. Partindo da
premissa, de que a constituição federal garante que as crianças com
necessidades especiais e todo ser humano deve ter direito ás mesmas
oportunidades para adquirir conhecimentos, ou seja, desenvolvendo suas
capacidades e exercendo sua cidadania , alcançando desse modo uma
forma de integra-se completamente no meio social. O professor tem o
importante papel de mediar à socialização dessas crianças principalmente
nas series iniciais.
Antigamente quem tinha esta patologia não se desenvolvia tanto
fisicamente, quanto mentalmente o que levava a sobrevida pequena, com o
passar dos anos a assistência de saúde foi se aprimorando. Esse tema tem
grande relevância e vêm ganhando espaço cada vez mais na sociedade,
ocorrendo com maior intensidade e discutido em debates.
Neste estudo apresentam-se dificuldades que envolvam o ato de alfabetizar
especialmente nas escolas publicas, pois podemos correlacionar estes
conceitos entre essa síndrome e a alfabetização.
A família tem um papel fundamental no cuidado dessa síndrome, pois terão
que se conscientizar que devem colaborar e participar de todo o
desenvolvimento realizado na criança com síndrome de down, e que
também devem estimular seus filhos de todas as maneiras possíveis sem
ficar com muita proteção. E fundamental que a criança cresça sabendo que
deve ter limites e responsabilidades dentro de suas limitações, respeitando
seu tempo e suas restrições.
Considera Siegfried M. Pueschel que (1995, p. 39):
Art. 58. Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a
modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede
regular de ensino, para educandos portadores de necessidades especiais. §
1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola
regular, para atender as peculiaridades da clientela de educação especial. §
2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços
especializados, sempre que, em função das condições específicas dos
alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino
regular. § 3º A oferta da educação especial, dever constitucional do Estado,
tem início na faixa etária de zero a seis anos, durante a educação infantil.
Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com
necessidades especiais: I – currículos, métodos, técnicas, recursos
educativos e organização específica, para atender às suas necessidades; II
– terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível
exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas
deficiências, e aceleração para concluir em menor tempo o programa
escolar para os superdotados; III – professores com especialização
adequada em nível médio ou superior, para o atendimento especializado,
bem como professores do ensino regular capacitados para a integração
desses educandos nas classes comuns; IV – educação especial para o
trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive
condições adequadas para os que não revelarem capacidade de inserção no
trabalho competitivo, mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem
como para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas
artística, intelectual o psicomotora;

A inclusão da criança com síndrome de down na educação

Crianças com a síndrome devem ser colocadas nas escolas desde os


primeiros anos de vida, assim como qualquer outra. O ideal é que elas
estudem em escolas que tenham inclusão de pessoas com deficiência, para
que tenham convívio com crianças que não possuem a síndrome (Lei
13.146/2015). Não são todas as escolas que lidam bem com a inclusão, por
isso o ideal é buscar um colégio onde já exista um histórico de inclusão.
A educação é um direito de todos e dever do estado e da família. Esse
direito está dentro de um conjunto chamado direito social e que buscam a
igualdade entre as pessoas. Para que isso ocorra de maneira satisfatória é
preciso considerar o papel fundamental do educador e a oferta de recursos
de acessibilidade adequados ao processo.
Ao longo das décadas, as pesquisas também desmitificaram a ideia de que
haja uma “receita” para ensinar esses estudantes. Mesmo que duas pessoas
apresentem o mesmo diagnóstico, elas podem reagir de modos diferentes a
uma mesma intervenção. Assim, a recomendação dada aos educadores é a
de conhecer todos de forma individual, perceber como cada um aprende e
valorizar suas singularidades. A maioria das crianças com síndrome de
Down estará em um estágio de desenvolvimento social e emocional anterior
aos de seus colegas devido às dificuldades de aprendizagem. Além disso, é
mais difícil para elas absorver convenções de maneira intuitiva. Como
consequência, seu entendimento de mundo será menos avançado e seu
comportamento pode estar mais equilibrado com o de crianças mais novas.
Para qualquer criança, é muito mais difícil fazer progressos em áreas
cognitivas até serem capazes de se comportar e interagir com os outros de
uma maneira aceitável socialmente e de responder apropriadamente ao
contexto imediato. O foco da ajuda e do apoio adicional nos primeiros anos
deve, assim, ser a aprendizagem de regras para o comportamento social
normal e apropriado. O preconceito e o senso de justiça com relação à
Síndrome de Down no passado, fez com que essas crianças não tivessem
nenhuma chance de se desenvolverem cognitivamente, pais e professores
Muito mais crianças com Síndrome de Down têm entrado em escolas da
rede regular de ensino. Este é o resultado de muitos fatores. Pressões dos
pais com o apoio de organizações voluntárias encorajaram desde 1981 a
secretaria de educação a integrar alunos com necessidades educacionais
especiais nas escolas comuns se os pais assim o desejassem. Mais
recentemente, um documento de 1997 propôs que alunos com
necessidades educacionais especiais deveriam estar em escolas
comuns.Inevitavelmente, muitos professores vão achar a ideia de incluir
alunos com SD em suas classes preocupante e vão ficar apreensivos a
princípio. Porém, a experiência demonstra que a maioria dos professores
têm as ferramentas necessárias para entender as necessidades específicas
destas crianças e são capazes de ensiná-los efetivamente e com
sensibilidade. Há muitas razões por que uma criança com Síndrome de
Down deve ter a oportunidade de frequentar uma escola comum. Cada vez
mais pesquisa tem sido publicada e o conhecimento sobre as capacidades
de crianças com Síndrome de Down e o potencial de serem incluídos com
sucesso tem aumentado. Ao mesmo tempo, os pais têm se informado mais
sobre os benefícios da inclusão. Além disso, a inclusão é não discriminatória
e traz tanto benefícios acadêmicos quanto sociais.
A inclusão bem-sucedida é um passo importante para que crianças com
necessidades educacionais especiais se tornem membros plenos e
contributivos da comunidade, e a sociedade como um todo se beneficia
disso. Os colegas com desenvolvimento típico ganham conhecimento sobre
deficiência, tolerância e aprendem como defender e apoiar outras crianças
com necessidades educacionais especiais. Como escreve David Blunkett
“quando todas as crianças são incluídas como parceiros iguais na
comunidade escolar, os benefícios são sentidos por todos”.
2.1 Como estimular uma criança com síndrome de down no processo de
aprendizagem.

O direito da criança com síndrome de down frequentar a escola e fazer parte


da sociedades dita normal tem sido abordado e questionado a ponto de
podermos evidenciar avanços, pelo menos o que se trata das leis que
asseguram o direito e dever de todos os cidadãos a aprender. A Organização
das Nações Unidas e outros órgãos internacionais iniciaram em 1990
discussões acerca do problema dos marginalizados na educação, ou seja,
pessoas com necessidades educacionais especiais que estavam fora do
plano nacional de educação. Então, foram apresentadas estatísticas que
comprovaram a discriminação e o movimento ficou conhecido como
Movimento de Educação para todos, sendo a inclusão uma grande
obrigatoriedade no setor educacional, e por emergir diversas discussões na
área educacional foi que este tema surgiu, com o intuito de investigar como
esta sendo o processo de inclusão dos alunos com síndrome de down no
ensino regular comum.

No entanto ao falar de inclusão, é preciso explicitar que não se trata de


modismo, a palavra inclusão recebe dois significados distintos na educação
um, quando possibilitamos as pessoas com deficiências iguais, oportunidades
de aprendizado. E o outro e quando se pensa no conceito de educação
inclusiva, esta não e apenas um inserção da criança dentro da sala de aula, e
sim uma criação de escolas no qual a pessoa com deficiências ou não possa
conviver juntas. A primeira descrição clínica foi feita em 1866 pelo medico
pediatra inglês John Langdon Down, que trabalhava no Hospital John Hopkins
em Londres em uma enfermaria para pessoas com deficiência intelectual, e
publicou um estudo descritivo e classificou estes pacientes. Cada vez mais a
sociedade está se conscientizando de como é importante valorizar a
diversidade humana e de como é fundamental oferecer equidade de
oportunidades para que as pessoas com deficiência exerçam seu direito em
conviver em comunidade. A sociedade está mais preparada para receber
pessoas com síndrome de Down e existem relatos de experiências muito
bem-sucedidas de inclusão. Apesar da experiência acumulada nos últimos
anos, não é possível prever qual o grau de autonomia que uma criança com
SD terá na sua vida adulta. O potencial a ser desenvolvido é sempre uma
fronteira a ser cruzada diariamente. No entanto, é consenso para as equipes
que atuam no cuidado da pessoa com SD que todo investimento em saúde e
educação e inclusão social resulta em uma melhor qualidade de vida e
autonomia.

“A aprovação da Lei das diretrizes Educacionais-LDB (Lei 9394/93),


estabeleceu entren utros princípios o da “igualdade e condições para o
Acesso e permanência na escola” NE adotou nova modalidade da educação
para “ educando com necessidades especiais.

Todavia hoje em dia, já e comprovado que as crianças, jovens com síndrome


de down podem alcançar estágios muito mais avançados de raciocínio e
desenvolvimento, como descreve Schwartzman (1999), embora a síndrome
de down seja confundida como uma deficiência mental, não se pode nunca
pré- determinar qual será o limite do desenvolvimento do individuo, pois sabe-
se que a síndrome de down se trata de uma alteração genética e que os
portadores embora apresente algumas dificuldades, podem ter uma vida
normal.
2. O PAPEL DO PROFESSOR NA INCLUSÃO DOS ALUNOS COM
SINDROME DE DOWN

A inclusão favorece não somente as crianças que estão sendo


beneficiadas, mas ao pedagogo que cresce na área profissional e pessoal o
pedagogo, torna-se mais sensível quanto a causa da exclusão, e a sociedade
também ao conviver com essas crianças inseridas na escola. Para que
possamos mostrar na pratica a convergência e os aspectos políticos e sociais
que por sua vez estão juntos na estrada seguindo o ensejo fidedigno de Elias
(1997, p.90) declara que

O principal da educação é o crescimento pessoal e social


do indivíduo, elevar a criança a um máximo de
humanidade, preparando-a a não apenas para a
sociedade atual, mas para uma sociedade melhor,
fazendo-a avançar o mais possível em conhecimento,
num constante desabrochar.

Ao longo dos tempos tem-se assistido a uma mudança no comportamento


perante o individuo com síndrome de down, verificando um progressivo interesse
por partes dos investigadores sobre suas características e possibilidades a nível
escolar,são vários fatores responsáveis pelo aparecimento da deficiência
mental,sendo um deles de origem genética,onde se enquadra a síndrome de
down ,Síndrome de down assim como outras condições hereditárias ou
congênitas são responsáveis por muitos casos de deficiência mental
(Nielsen,1999:49).

A Síndrome de down foi descoberta no século XIX por Jhon down, como
já referimos e uma doença genética causada por anomalia cromossômica
nomeadamente no par 21. Os portadores dessa síndrome revelam grandes
atrasos de desenvolvimento, tanto nas funções motoras quanto nas mentais, há
também aspectos que comprometem a aprendizagem, como problema na fala e
dificuldade na linguagem,déficit auditivo, problema na articulação,dificuldades em
sons, dificuldade em concentração, atraso na motricidade fina e grossa ou seja
revelam um desenvolvimento mais lento em todas as funções.
A Educação surge como um direito fundamental a própria existência e o
principio de igualdade implica que as necessidades de cada indivíduo tenha igual
importância, devendo por isso haver tratamento de igualdade de modo que todos
os recursos sejam aplicados de maneira que garante a todos direitos iguais
oportunidades de participação

“A Educação e para todos é um imperativo social, econômico, cultural e ético”.

Esta questão e próprio modo como cada homem olha o outro homem, como.

“Cada pessoa olha a outra pessoa, o lugar que lhe dá e o espaço que lhe abre”

(Azevedo, J 1993.81)

Se o papel dos professores é fundamental no processo de inclusão e se


esta pode ser melhorada pelas condições das escolas, é preciso atuar no sentido
de adequar para que sejam, de fato “Escola para todos” e que incluam todas as
pessoas , que aceitem as diferenças, que apoiem a aprendizagem e que
respondam as necessidades individuais ( major,1994). Para que isso aconteça e
preciso criar escolas com maior eficácia educativa.

Hoje em dia o papel dos professores mais complexos e que vivemos num
tempo de mudança em que o lúdico ocorre e se transforma rapidamente. Para
isso o professor deve conhecer e perceber quais são os fatores que estão
envolvidos no processo de mudança para que possa usar estratégias que ajudem
a contrariar a tendência natural para a rejeição a mudança. Assim questionamos
será que o professor esta preparado para receber crianças com trissomia 21 nas
salas de ensino regular.

“As escolas tem que organiza-se de forma a poderem adequar-se

A diferentes necessidades educativas dos seus alunos, procedendo

Adaptações circulares de funcionamento , mobiliando recursos matérias

E humanos, tornando iniciativas diversas no âmbito de formação de.

“Professores”. (Caderno de apoio D.L319/91:11).


Apontamos ainda nesse capitulo uma abordagem teórica sobre a
intervenção educativa , intervenção familiar e intervenção precoce, segundo
Sampedo Blosco e Hermandéz ( 1997:240). O desenvolvimento motor da criança
com síndrome de down se esta tiver beneficiado de um programa de
intervenção precoce adaptado não manifestará grandes diferenças quando
comparadas como a de outras crianças, embora sua fraca tonicidade, sua falta
de atenção e outras características particulares possam dificultar esse
desenvolvimento.

A nível cognitivo ,segundo vários autores, os portadores desta deficiência


tem uma especialidade própria a nível do desenvolvimento assim Vinagreiro e
Peixoto( 200:48-49) afirmam que não compartilhamos , pois a ideia da criança
com trissomia 21 é lenta no seu sentido rigoroso. Admitimos isso sim, de que
existe mais visocidade inter-estadios, este pensamento tem legitimidade quando
a trissomia 21 e coparada entre si e não quando e tomada como ponto de
referencia a uma criança normal desta apreciação peculiar podemos inferir que
sua diferença lhe proporciona um modo próprio de procedimentos em todas as
ações.

3. A FAMILIA NO DESENVOLVIMENTO COM CRIANÇAS PORTADORAS DA


SÍNDROME DE DOWN

A Família deve será parceira, amiga e mediadora em estimular sua criança ou seja
investir para melhor qualidade de vida, acredita-se que em parceria com a escola
será possível intervir nas áreas de desenvolvimento infantil: motor,
cognitivo,sensório , perceptivo e sócio-afetivo e da linguagem, segundo cesarin
(2009) na idade escolar , os pais sentem mais as dificuldades em lidar e lidar com
os filhos que possuem síndrome de down, porque os problemas com o
comportamento são mais percebidos e os pais tem dificuldade de impor limites.
Portanto, os pais juntamente com a escola precisam entender e adaptar suas
atitudes ao nível de desenvolvimento da criança, para so assim , melhorar o
relacionamento com o outro. Para Voivodic(2008), o processo de desenvolvimento
cognitivo e da aprendizagem se Dara mais rápido quando a criança for integrada as
atividades cotidianas e concretas, sem abstrações, visto que, a família deve
acompanhar, os pais devem proporcionar boas orientações a respeito da interação
com outras crianças, a corrigir seus erros, é preciso conhecer a organização e a
estruturação da vida cotidiana familiar dessas crianças com síndrome de down, pois
o papael dela e extremamente importante junto a escola.
Conscientizar a família para que veja como um modo natural pedindo ajuda
dos profissionais , quanto ao atraso no desenvolvimento, essa ajuda ocorre não só
nos primeiros anos da criança mais por toda a sua vida. As famílias com crianças
portadoras dessa síndrome se fortalecem quando tem seus problemas
compartilhados, quando são ouvidas elas sentem-se apoiadas , concientizam-se de
que há formas para melhorar a qualidade de vida dos seus filhos, diferente do que
pensam, as crianças com síndrome de down devem ser disciplinadas e educadas
como qualquer outra criança, faz parte da responsabildade dos pais ensinar a
criança a ter limites, não deixando que ela faça tudo o que quiser só pelo fato dela
ter síndrome de down, e claro que nesse caso e necessário um cuidado maior e
mais atenção, pois essa criança demorada mais tempo para entender as coisas.
Os pais devem se atentar de que a criança com síndrome de down precisa de
um trabalho de estimulação desde seu nascimento, na síndrome de down há
tendência espontânea para melhora. O objetivo terapêutico e acelerar este impulso
espontâneo de desenvolvimento, ua criança com síndrome de down sendo logo
levada pelos pais para um tratamento terapêutico, a tendência e esperar so
resultados positivos, não podemos esperar pelo um milagre já que um individuo
“Normal” e diferente um dos outros também. A ajuda dos pais também proporciona
a sociabilidade da criança, pois simplesmente a síndrome de down e uma pequena
parte da estrutura genética, e bom frisar que ao contrario do que se afirma
antigamente , não significa que o individuo com síndrome de down seja incapaz de
fazer isso fazer aquilo de aprender a falar por falar, muitas crianças ditas “normais”
as vezes tem dificuldade de aprender, por isso se lhe derem oportunidades seu filho
vai andar, vai falar, vai correr e ate mais vai trabalhar.
O conceito deficiência mental apoia-se basicamente, em três ideias que
Tem sido utilizada para definir esse termo. È essencial examina-las
Do ponto de vista interativo. A primeira diz respeito ao binômio de
Desenvolvimento-aprendizagem
( ...) A segunda ideia se refere aos fatores biológicos ( ...) A ultima tem
Haver com o ambiente fisicom e social ( ...)
( Schwartzman,1999, Pg 243).

Os três conceitos, que o autor citado se refere podem ser explicados como base
das atividades mentais, na verdade um cérebro de um portador de síndrome de
down recém nascido possui capacidades de aprendizagem o entanto, serão
desenvolvidas através da internalização ou estímulos e esta se da através da
aprendizagem e está intimamente associadas dos fatores biológicos, como
integradas orgânicas e ainda sofre influencias diretas de fatores ambientais e
sociais.
Essa afirmação feita por Schwartzaman (1999) e muito aceita pois podemos
observar inúmeros trabalhos de outros autores coerentes e esta abordagem, como
por exemplo Piaget, que afirma que os indivíduos nascem apenas com
potencialidades ( capacidade inata) a capacidade de aprender. Assim, todo
conhecimento desenvolvido da criança dependendo da exposição aos meios e dos
estímulos adquirido deste pra ele , a base do conhecimento uma estrutura que será
“assimilada” pelo individuo através da sua capacidade de aprender.
A educação especial atualmente e prevista por lei e foi um direito adquirido ao
longo da conquista dos direitos humanos. A garantia do acesso a educação e a
permanência da escola requerem a pratica de uma política de respeito às diferenças
individuais.
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