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ISTEMA EDUCATIVO PORTUGUÊS

A educação pré-escolar é facultativa e destina-se às crianças com idade compreendida


entre os 3 anos e a idade de ingresso no ensino básico.

A educação escolar desenvolve-se em três níveis:

 Ensino básico – compreende três ciclos sequenciais, sendo o 1.º de quatro anos,
o 2.º de dois e o 3.º de três;

 Ensino secundário – compreende um ciclo de três anos (10.º, 11.º e 12.º anos de
escolaridade);

 Ensino superior – compreende o ensino universitário e o ensino politécnico.

Sabe mais …

 Direção Geral da Educação - Para obter informação sobre a oferta educativa do


ensino secundário que atribui apenas certificação escolar, designadamente os planos
de estudo dos Cursos Científico-humanísticos.

 Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional - Para obter


informação sobre ofertas de dupla certificação para jovens (escolar e profissional),
como Cursos Profissionais, Cursos de Educação e Formação, Cursos de
Aprendizagem, Cursos do Ensino Artístico Especializado e Cursos de
Especialização Tecnológica.

 Instituto do Emprego e Formação Profissional – Para obter informação sobre os


Cursos de Aprendizagem. São cursos de dupla certificação, em alternância, de nível
4, tutelados pelo IEFP, IP. Visam qualificar jovens (dos 15 aos 25 anos), privilegiam
a sua inserção no mercado de trabalho e permitem o prosseguimento de estudos.

 Direção-Geral do Ensino Superior – Para obter informação sobre o acesso ao


ensino superior, a rede do ensino superior (universidades, institutos e os cursos que
oferecem), bolsas de estudo e ainda a mobilidade na Europa e a cooperação
internacional. Também disponibiliza informação sobre os percursos pós-secundários
.

O sistema educativo português

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Educação Pré-escolar

Destina-se a crianças com idades compreendidas entre os 3 anos e a entrada na


escolaridade obrigatória; é de frequência facultativa e é ministrada em jardins-de-
infância públicos ou privados. Os jardins-de-infância públicos são gratuitos.

Escolaridade Obrigatória - Ensino Básico

O ensino básico corresponde à escolaridade obrigatória; tem a duração de nove


anos, dos 6 aos 15 anos de idade, e organiza-se em três ciclos sequenciais.

No 1.º ciclo, o ensino é global e visa o desenvolvimento de competências básicas em


Língua Portuguesa, Matemática, Estudo do Meio e Expressões. Com a implementação
da escola a tempo inteiro, através do alargamento do horário de funcionamento para um
mínimo de oito horas diárias, as escolas promovem actividades de enriquecimento
curricular, nomeadamente o ensino obrigatório do Inglês, o apoio ao estudo para todos
os alunos, a actividade física e desportiva, o ensino da Música e de outras expressões
artísticas e de outras línguas estrangeiras. O 1º ciclo funciona em regime de
monodocência, com recurso a professores especializados em determinadas áreas.

No 2.º ciclo, o ensino está organizado por disciplinas e áreas de estudo


pluridisciplinares.

No 3.º ciclo, o ensino está organizado por disciplinas. Os principais objectivos deste
ciclo são o desenvolvimento de saberes e competências necessários à entrada na vida
activa ou ao prosseguimento de estudos.

Os 2.º e 3.º ciclos funcionam em regime de pluridocência, com professores


especializados nas diferentes áreas disciplinares ou disciplinas.

O ensino das TIC é introduzido no 8.º ano nas áreas curriculares não disciplinares, de
preferência na área de projecto, e como disciplina obrigatória no 9.º ano de
escolaridade.

No ensino básico é obrigatória a aprendizagem de duas línguas estrangeiras, entre


Inglês, Francês, Alemão e Espanhol.

Ao longo do ensino básico os alunos são sujeitos à avaliação sumativa interna; para
além disso, no final do 3.º ciclo, os alunos são submetidos à avaliação sumativa externa,
através da realização de exames nacionais nas disciplinas de Português e Matemática.

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Aos alunos que completam com sucesso o 3.º ciclo é atribuído o diploma do ensino
básico.

O ensino público é gratuito.

Ensino Secundário

Para acederem a qualquer curso do ensino secundário os alunos devem ter concluído a
escolaridade obrigatória ou possuir habilitação equivalente.

O ensino secundário está organizado segundo formas diferenciadas, orientadas quer


para o prosseguimento de estudos quer para o mundo do trabalho. O currículo dos
cursos de nível secundário tem um referencial de três anos lectivos e compreende quatro
tipos de cursos:
 Cursos científico-humanísticos, vocacionados essencialmente para o
prosseguimento de estudos de nível superior;
 Cursos tecnológicos, dirigidos a alunos que desejam entrar no mercado de
trabalho, permitindo, igualmente, o prosseguimento de estudos em cursos
tecnológicos especializados ou no ensino superior;
 Cursos artísticos especializados, visando assegurar formação artística
especializada nas áreas de artes visuais, audiovisuais, dança e música,
permitindo a entrada no mundo do trabalho ou o prosseguimento de estudos
em cursos pós - secundários não superiores ou, ainda, no ensino superior;
 Cursos profissionais, destinados a proporcionar a entrada no mundo do
trabalho, facultando também o prosseguimento de estudos em cursos pós -
secundários não superiores ou no ensino superior. São organizados por
módulos em diferentes áreas de formação.

Para conclusão de qualquer curso de nível secundário os alunos estão sujeitos a uma
avaliação sumativa interna. Para além dessa avaliação, os alunos dos cursos científico-
humanísticos são também submetidos a uma avaliação sumativa externa, através da
realização de exames nacionais, em determinadas disciplinas previstas na lei.

Aos alunos que tenham completado este nível de ensino é atribuído um diploma de
estudos secundários. Os cursos tecnológicos, artísticos especializados e profissionais
conferem ainda um diploma de qualificação profissional de nível 3.

No ensino público, os alunos têm que pagar uma pequena propina anual.

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Ensino Pós-secundário não superior

Os cursos de especialização tecnológica (CET) possibilitam percursos de formação


especializada em diferentes áreas tecnológicas, permitindo a inserção no mundo do
trabalho ou o prosseguimento de estudos de nível superior.

A formação realizada nos CET é creditada no âmbito do curso superior em que o aluno
seja admitido. A conclusão com aproveitamento de um curso de especialização
tecnológica confere um diploma de especialização tecnológica (DET) e qualificação
profissional de nível 4, podendo ainda dar acesso a um certificado de aptidão
profissional (CAP).

Educação e Formação de Jovens e Adultos

A educação e formação de jovens e adultos oferece uma segunda oportunidade a


indivíduos que abandonaram a escola precocemente ou que estão em risco de a
abandonar, bem como àqueles que não tiveram oportunidade de a frequentar quando
jovens e, ainda, aos que procuram a escola por questões de natureza profissional ou
valorização pessoal, numa perspectiva de aprendizagem ao longo da vida.

As diferentes modalidades de educação e formação de jovens e adultos permitem


adquirir uma certificação escolar e/ou uma qualificação profissional, bem como o
prosseguimento de estudos de nível pós-secundário não superior ou o ensino superior.

A educação e formação de jovens e adultos compreende as seguintes modalidades


também disponibilizadas pelo Instituto de Emprego e Formação profissional (ver
informação mais detalhada em Tipologia da oferta formativa do Instituto de Emprego e
Formação Profissional):
 Sistema de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências
(RVCC) adquiridas ao longo da vida, por pessoas com mais de 18 anos;
 Cursos de Educação e Formação (CEF) para alunos a partir dos 15 anos;

 Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA) e Formações Modulares,


para alunos maiores de 18 anos;
 "Acções de curta duração S@bER +", para alunos maiores de 18 anos;
 Ensino recorrente do ensino básico e ensino secundário, para alunos maiores
de 15 ou maiores de 18 anos para o ensino básico e secundário,
respectivamente;
 Sistema Nacional de Aprendizagem, da responsabilidade do Instituto de
Emprego e Formação Profissional, para jovens a partir dos 15 anos.

Ensino Superior

O ensino superior está estruturado de acordo com os princípios de Bolonha e visa


assegurar uma sólida preparação científica, cultural, artística e tecnológica que habilite
para o exercício de actividades profissionais e culturais e para o desenvolvimento das

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capacidades de concepção, de inovação e de análise crítica.

Em Portugal organiza-se num sistema binário: o ensino universitário e o ensino


politécnico, administrados por instituições do ensino superior públicas, privadas ou
cooperativas.

Para se candidatarem ao acesso ao ensino superior, os alunos têm que satisfazer os


seguintes requisitos: ter concluído com êxito um curso de ensino secundário superior ou
uma qualificação legalmente equivalente; ter realizado os necessários exames de
admissão para o curso que desejam frequentar com uma classificação mínima de 95
pontos; satisfazer os pré-requisitos exigidos (se aplicável) para o curso a que se
candidatam.

O ingresso em cada instituição de ensino superior está sujeita a numerus clausus.

Alunos maiores de 23 que não possuem habilitações para o ensino superior podem
aceder através de exames específicos que provem a sua capacidade para frequentar o
curso a que se candidatam. Estes exames são organizados pelos respectivos
estabelecimentos de ensino superior.

No ensino superior são conferidas as seguintes qualificações académicas: Primeiro grau


(licenciado), grau de Mestrado (mestre) e Doutoramento (doutor).

As instituições universitárias e politécnicas conferem graus de licenciado e graus de


mestre. O grau de doutor é conferido apenas pelas universidades.

Nos Institutos politécnicos, os estudos que conduzem ao grau de licenciado envolvem 6


semestres que correspondem a 180 créditos.

Nas Universidades, o ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado tem,


normalmente, a duração de 6 a 8 semestres, o que corresponde a 180 ou 240 créditos.

O ciclo de estudos que conduz ao grau de Mestre dura entre 3 a 4 semestres, o que
corresponde a 90 ou 120 créditos.

O grau de doutor, é atribuído a quem tenha obtido aprovação nas unidades curriculares
do curso de doutoramento, quando exista, e no acto público de defesa da tese.

As instituições de ensino superior podem também ministrar o ensino pós-secundário não


superior, para fins de formação profissional especializada.

As propinas são fixadas pelas instituições do ensino superior, entre um valor mínimo e
máximo, de acordo com o tipo de cursos.

Fonte: Ministério da Educação


Progressos e dificuldades do sistema educativo português

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A Comissão Europeia mostra o estado da educação em Portugal, num relatório em
que avalia as principais políticas em matéria de ensino.
Andreia Lobo
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Os alunos portugueses abandonam mais cedo a escola que os colegas europeus. Há
menos adultos, entre os 30 e os 34 anos, a concluírem o ensino superior, mas a
percentagem de crianças no pré-escolar, dos 4 anos ao início do 1.º ciclo, é quase igual à
média europeia. Mas Portugal investiu mais em educação que os restantes países. A
Comissão Europeia divulgou dados sobre os pontos fortes e as dificuldades dos sistemas
de ensino e formação dos Estados-membros. O “Monitor da Educação e da Formação
2016” avalia as principais medidas políticas tomadas ou em curso nos 28 países da
União Europeia e mostra a evolução registada desde 2015. Portugal não foi esquecido.
O Governo português anunciou uma série de medidas para combater o insucesso
escolar. Mas o orçamento de 2016 não gerou aumentos significativos em relação ao
anterior. Assim, as reformas foram financiadas através de uma maior eficiência da
despesa, mas também da diminuição das reprovações, diz a Comissão Europeia no
relatório dedicado a Portugal. A tendência para haver menos matrículas no ensino
superior, aliada à elevada taxa de emigração de cidadãos altamente qualificados para
outros países europeus, poderá ter reflexos negativos para a competitividade portuguesa,
lê-se ainda. Nota positiva para os Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTESP),
pelo contributo dado no aumento de inscrições nos institutos politécnicos e na criação
de novas formas de cooperação com as empresas.

Investir na educação
A despesa pública global com a educação, em percentagem do PIB, mantém-se em 6,2%
de 2012 a 2014, segundo dados do Eurostat. O Governo anterior tomou medidas para
reforçar a eficiência da despesa com a educação, a Comissão Europeia destaca a
“racionalização da rede escolar, a redução do número de professores que não estão
ocupados com atividades de ensino e a introdução de uma nova fórmula de
financiamento das escolas que inclui critérios de desempenho”.

Relativamente ao atual Governo, em funções desde dezembro de 2015, a CE destaca o


“plano ambicioso para promover a igualdade social na educação e melhorar o
desempenho dos alunos”. No entanto, o orçamento de 2016 para o Ensino Básico e
Secundário baixava 4,2% relativamente ao de 2015. O financiamento das reformas viria
da “poupança resultante da redução da dispendiosa taxa de repetição de ano de
insucesso escolar”.

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Tiago Brandão Rodrigues quer ainda alargar os horários de abertura das escolas, reduzir
o número de alunos por turma e reforçar tanto a oferta de rede pré-escolar, como o
serviço de tutoria e o apoio prestado às famílias. A verba prevista para o apoio social –
em forma de livros, refeições escolares, abonos de família e bolsas de estudo –
aumentará em 31,1% e o orçamento destinado ao pré-escolar aumentará 0,8%. Em que é
que o Governo vai poupar? No financiamento das escolas privadas com contratos de
associação que deixou de custear por estarem em áreas cobertas por escolas públicas.

O orçamento do ensino superior em 2016 aumenta 2,6% em relação ao ano anterior. As


bolsas de estudo registam um aumento de cerca de 15%, as universidades e politécnicos
um aumento de cerca de 3%. O “Monitor da Educação e da Formação 2016” lista
Portugal como um dos países europeus com maior “fuga de cérebros”. Cerca de 11% de
pessoas altamente qualificadas emigraram. Dados do Observatório da Emigração
publicados em 2014 mostram que entre 2001 e 2011 a percentagem de portugueses com
curso superior a saírem do país registava um aumento de 87,5%.

Reduzir desigualdades
Portugal conseguiu diminuir o número de jovens entre os 18 e os 24 anos que não
completaram o 12.º ano nem estão envolvidos em ações de educação e formação. Ou
seja: reduziu a taxa de abandono escolar precoce: de 30,9% em 2009 para 13,7% em
2015. O valor está mais próximo dos 10% relativos à meta nacional da Estratégia
Europa 2020, mas permanece acima dos 11% da média europeia. A descida foi
particularmente evidente com uma diminuição de 3,7% entre 2014 e 2015. A diferença
em termos de abandono precoce entre os alunos nascidos em Portugal e fora do país é
de apenas 2,7% a favor dos primeiros. Mas há disparidades entre os sexos: 11% das
mulheres e 16,4% dos homens abandonam o ensino precocemente.

As reprovações são outro dos problemas do sistema educativo português, diz a


Comissão Europeia. Aumentaram em 50% entre 2011 e 2014. Cerca de 5% dos alunos
chumbam no 1.º ciclo, 11,4% no 2.º ciclo e 13,3% no 3.º ciclo do Ensino Básico. “O
país continua a debater-se com elevados níveis de repetição de ano e com divergências
significativas dentro de grupos etários determinadas pelo contexto socioeconómico dos
alunos”.

Na última década, mais crianças dos 0 aos 3 anos e dos 4 a 5 frequentaram o pré-
escolar. A tendência inverte-se desde 2013, com o envolvimento na faixa dos 4 e 5 a cair
de 93,9% em 2013 para 93,5% em 2014, logo abaixo da média europeia de 94,3%. A
Comissão Europeia faz notar que a rede pública de jardins de infância tem diminuído
face aos recentes cortes orçamentais. Senão, veja-se: cobria apenas 50% das crianças

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inscritas entre os 3 e os 5 anos em 2014-2015, 30% das crianças estava inscrita em
organizações financiadas por fundos públicos e um número crescente recorria a
instituições privadas. Com o atual Governo, escreve a Comissão Europeia, “fixou-se um
objetivo ambicioso, o de assegurar ensino pré-escolar público para todas as crianças
entre os 3 e os 5 anos em 2019”.

Em matéria de combate ao abandono escolar precoce, a Comissão Europeia garante que


“desde 2012, Portugal tem vindo a pôr em prática uma política abrangente, que
demonstrou a sua eficácia”. Recebem nota positiva medidas como o aumento da
escolaridade obrigatória para 12 anos, em 2009; a criação de escolas TEIP, um
programa destinado à intervenção em regiões prioritárias; a introdução de um novo
sistema de acompanhamento de estudantes e o lançamento em 2012 de projetos-piloto
como os cursos vocacionais, dirigidos aos alunos do 3.º ciclo e Secundário, mas cujo
fim foi anunciado pelo atual Governo em janeiro de 2016.

A Comissão Europeia salienta o modo como a equipa governativa em funções pretende


tratar o problema das reprovações e das assimetrias de desempenho: através de um
serviço de tutoria aos estudantes, do reconhecimento do valor das competências
transversais nos currículos e da redução do número de alunos por turma, esta última
decidida em função do projeto pedagógico de cada escola. “A prestação de apoio
suficiente numa fase mais precoce do sistema educativo será crucial para a redução das
diferenças de desempenho existentes no sistema geral de ensino e evitar um aumento da
taxa de abandono escolar precoce.”

O alargamento dos exames nacionais a Matemática e a Português no 4.º e 6.º ano do


Ensino Básico, em 2012, e a sua posterior substituição pelas atuais provas de aferição,
no 2.º, 5.º e 8.º anoS, foram outras das medidas postas em curso para travar o insucesso.
Agora, o resultado das provas não conta para a classificação final do aluno, “mas será
usado para corrigir as deficiências detetadas e reduzir o insucesso escolar”, nota a
Comissão Europeia, referindo ainda que “pela primeira vez em tais avaliações
nacionais, também são avaliadas as capacidades de comunicação oral”.

No domínio pedagógico, a Comissão Europeia recorda a revisão das “Orientações


Curriculares para a Educação Pré-escolar”, na sequência do um grupo de trabalho criado
pelo Governo anterior com o objetivo de reformular as orientações pedagógicas para os
infantários e centros de acolhimento de crianças.

Em matéria de inclusão, Portugal está no grupo de países com a mais baixa percentagem
de residentes estrangeiros, apenas 4%. A sua população migrante é essencialmente

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proveniente das ex-colónias, de países da Europa oriental e da China, sendo que mais de
51% destes cidadãos estão estabelecidos em Lisboa. Em 2014 foram registados 442
pedidos de asilo e o Governo manifestou disponibilidade para acolher refugiados.
Medidas para reforçar o apoio aos alunos migrantes foram anunciadas em janeiro de
2016. Entre elas, figuram a criação de classes introdutórias, acesso a intérpretes e
campanhas de sensibilização para o acolhimento nas escolas. A educação cívica volta a
ser reforçada nos currículos do pré-escolar ao Secundário e inclui ainda algumas
orientações nas áreas da “educação para o desenvolvimento” e da “educação para
os media”.

Modernizar o ensino nas escolas


Menos professores foram recrutados nos últimos cinco anos, “devido a
constrangimentos orçamentais”, o que “contribuiu para o aumento da idade média dos
professores”, constata a Comissão Europeia. No ensino público, 41% dos docentes têm
mais de 50 anos, contra apenas 17,3% no ensino privado, onde a percentagem mais
elevada de professores está na faixa etária entre os 30 e os 39 anos, segundo dados do
Conselho Nacional de Educação de 2015.

O Governo em funções no período de 2011 a 2015 iniciou uma reforma do sistema de


formação inicial de professores. O objetivo: melhorar a qualidade do pessoal docente. A
Comissão Europeia lembra que o Ministério da Educação e da Ciência (MEC) elevou os
requisitos de admissão aos cursos e instituiu um exame de admissão à profissão, muito
contestado por associações e sindicatos, e que acabou por ser suspenso pelo Tribunal
Constitucional. O atual Governo anunciou a disponibilidade para repensar a política de
recrutamento de professores. O desenvolvimento profissional também deverá ser
revisto.

No capítulo dedicado às medidas executadas para a modernização do ensino, a


Comissão Europeia salienta que, “desde 2012, as restrições orçamentais têm atrasado o
aumento contínuo e significativo na utilização de meios informáticos no ensino
obrigatório”. O ensino das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) surge
como disciplina apenas no 7.º e 8.º ano, nota o relatório. Depois, só no 10.º e 12.º anos e
consoante a área de estudo, os alunos voltam a ter contacto com “certas matérias
específicas de TIC”.

Ainda assim, uma série de iniciativas de apoio ao uso de tecnologias móveis nas escolas
são postas em prática entre 2014 e 2015. A título de exemplo, a Comissão Europeia
aponta o projeto “Laboratório de Salas de Aula Criativas” e a “Iniciativa Competências
Digitais”, que pretende aumentar as competências em TIC de 20 mil pessoas até 2020 e

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fornecer recursos digitais com vista à modernização dos métodos de ensino e da
formação de formadores.

O relatório “Monitor de Ensino e de Formação” é publicado todos os anos entre


novembro e dezembro para avaliar os progressos dos 28 países membros da União
Europeia em matéria de educação.

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SISTEMA EDUCATIVO SUIÇA
Na Suíça, a instrução educacional encontra-se a encargo dos cantões, o que
significa que exsitem 26 diferentes sistemas de educação no país
Os cantões tentam atualmente harmonizar suas políticas educacionais. Para
uma descrição detalhada do sistema, a Conferência Suíça de Secretários Cantonais
de Educação oferece uma explicação detalhada Link externo e um gráficoLink
externo do sistema. A Swissnex Brasil oferece informações em português Link externo.
A educação primária e secundária
O ensino obrigatório na Suíça compreende nove anos. A maioria dos alunos começa
sua vida escolar aos sete anos, após terem completado um ou dois anos de pré-escola.
A escola secundária é a continuação da escola primária. A educação ocorre de forma
generalizada, mas no decorrer da escola secundária, tem início o direcionamento
vocacional ou acadêmico.
Sistema Profissionalizante
Aos 16 anos, os alunos passam para o nível secundário II, que tem uma duração média
de 3 a 4 anos. Praticamente todos os jovens na Suíça seguem para o nível secundário
II. Mais de 60% dos alunos optam por um treinamento profissionalizante. Assim, o
aprendiz (aluno) frequenta uma escola profissionalizante em dois ou três dias da
semana e, paralelamente, encontra-se trabalhando como estagiário aprendiz numa
empresa do ramo.

Este é um sistema de aprendizado profissionalizante bastante peculiar, existente


também na Alemanha. Os jovens têm a oportunidade de escolher entre 300 profissões
reconhecidas oficialmente no país. Para mais detalhes, cheque o link do Departamento
Federal de Ensino Profissional e Technologia
Aos 16 anos, os alunos passam para o nível secundário II, que tem uma duração média
de 3 a 4 anos. Praticamente todos os jovens na Suíça seguem para o nível secundário
II. Mais de 60% dos alunos optam por um treinamento profissionalizante. Assim, o
aprendiz (aluno) frequenta uma escola profissionalizante em dois ou três dias da
semana e, paralelamente, encontra-se trabalhando como estagiário aprendiz numa
empresa do ramo.
Este é um sistema de aprendizado profissionalizante bastante peculiar, existente
também na Alemanha. Os jovens têm a oportunidade de escolher entre 300 profissões

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reconhecidas oficialmente no país. Para mais detalhes, cheque site sobre formação
profissionalLink externo da Secretaria de Educação, Pesquisa e Inovação.
Educação Acadêmica
Outros 20% dos alunos dão continuidade aos seus estudos secundários no
"gymnasium" (ou "gymnase" em francês): uma escola que oferece educação
acadêmica geral e particularmente intensiva. Os alunos terminam esta escola aos 19-
20 anos. Com a obtenção do certificado de conclusão (“matura” ou “maturité), os
formandos têm qualificação para o estudo universitário ou acesso a um dos dois
institutos federais de tecnologia.
Nível Terciário
Os aprendizes profissionalizantes podem obter o diploma vocacional federal
("Berufsmaturität" ou "maturité professionnelle"), que os habilita a um estudo numa
Universidade de Ciências Aplicadas (UCA). Trata-se de faculdades que oferecem
cursos vocacionais em uma grande variedade de ocupações, das ciências de
computação à indústria hospitalar. Estas faculdades possuem educação terciária que
inclui experiência profissional prática. As 17 "faculdades pedagógicas Link externo"
(faculdades de treinamento de professores) possuem um estatus equivalente.

MULTILINGUISMOSuíça quer harmonizar ensino de línguas nas escolas

Por Urs Geiser


A medida visa acabar com uma querela entre as quatro regiões linguísticas do país e a
influência cada vez maior do inglês como língua federativa. ...
 CULTURA
 POLÍTICA

 Educação

Outras línguas: 5

Línguas e Educação
A Suíça, em possuindo quatro idiomas oficiais, já incluiu há muito tempo o
aprendizado de línguas entre as suas prioridades educacionais. Logo, as crianças que
frequentam escolas suíças, aprendem não somente o idioma da sua própria região
como também uma das línguas oficiais do país.
A globalização fez com que o inglês passasse a competir com os idiomas nacionais no
sistema escolar. Atualmente, há uma grande controvérsia no tocante a isto, havendo
pessoas insistindo no valor dos idiomas oficiais para solidarização da unidade
nacional. Outros defendem o inglês como sendo a prioridade maior.

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Num nível mais básico, a lingua é um tema constante na escola primária suíça. As
crianças, por exemplo, que estão habituadas a falar um dialeto (alemão) em casa,
enfrentam a árdua tarefa de aprender a língua alemã oficial ao ingressarem o primeiro
ano escolar. As famílias encontram-se mais flexíveis no tocante a trabalho, mudam-se
para outros cantões, onde se fala uma outra língua. Em algumas cidades grandes, o
número de crianças estrangeiras é alto, muitas sequer dominam a língua local. As
escolas primárias confrontam-se dia-a-dia com uma certa pressão em conseguir suprir
as necessidades de todas estas crianças.
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Sistema de Ensino Suíço


A Suíça, à semelhança da Alemanha, adota o federalismo como forma de Estado, isto é,
constitui federaçõesformadas por vários estados autônomos distintos, designados
“Cantão Suiço”, unidos por uma administração única. As regulações feitas pelo estado
exercem impactos diferentes em estados diferentes, pelo que o seu sistema educativo
pode variar dependendo das leis do respetivo estado. Esta informação, até onde nos é
possível conhecer, é aplicada para a região de Friburgo.

Divisão do ensino
Como foi supra referido, houve uma remodelação no ensino no ano de 2011, mas não
seria sensato pensar que houve uma ampla disparidade entre o antigo e o “novo”
sistema, visto que mudanças radicais geralmente geram conflito e acabam por não
aproveitar as partes boas do antigo sistema.

Assim sendo a maior reformulação no ensino Suíço incidiu sobre a duração dos
sistemas letivos, nomeadamente do primeiro nível do ensino.

Jardim de Infância e Ensino Primário


Antes da reestruturação, o jardim de infância apresentava apenas um ano de duração,
enquanto que ensino primário decorria do segundo ao sexto ano, totalizando 6 anos
letivos. A partir da implementação do sistema HarmoS, ambos adquiriram um ano
extra. No entanto, notamos que o grau académico só começou a ser contabilizado a
partir do ingresso ao ensino primário, pelo que no novo sistema de ensino, o primeiro
ano de ensino primário e/ou académico, corresponde ao terceiro ano de ensino básico,
formando um total de 8 anos de estudo.

Chegado ao ensino primário, o sistema Suíço obriga que anualmente e até ao final desta
fase do ensino, os alunos se retirem durante uma semana para uma quinta, onde

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aprendem a estar em contacto com a natureza, desenvolvendo atividades como tratar de
animais ou praticar desportos como ski. Terminada esta semana de atividades
complementares não curriculares, mas de complemento curricular, todos eles têm de
preencher um formulário com perguntas sobre aquilo que praticaram, na medida de
avaliar o desempenho de cada um.

Ensino Secundário
Segue-se então o ensino secundário, a última fase obrigatória do ensino Suíço. Esta é
composta pelos sétimo, oitavo e nono anos académicos mas respetivamente nono,
décimo e décimo primeiros anos escolares. Iremos essencialmente focar-nos no oitavo,
onde os alunos têm uma disciplina chamada “Serviço de Orientação Escolar e
Profissional”. Aqui os alunos são confrontados com aspetos da vida real e do trabalho
concreto, pelo que durante o decorrer desta disciplina, os alunos preenchem diversos
formulários e inquéritos que lhes dão maiores perspetivas sobre aquilo que eles mais
gostam (apercebem-se se estão mais vocacionados para a área da saúde, da educação, do
direito, da segurança ou mesmo do trabalho não académico). Ainda neste oitavo ano,
todos os alunos são obrigados a fazer um estágio numa empresa, com duração de duas
semanas e durante este tempo são formados por profissionais e professores. É permitido
faltar à escola com a justificação de ter um estágio profissional, e depois das duas
semanas obrigatórias os estágios são constituídos geralmente por conjuntos de três dias.

Ensino Não Obrigatório


Resta-nos então debater sobre o ensino não obrigatório. Neste os alunos têm de suportar
alguns dos custos, como por exemplo os manuais escolares, o que não acontece nas
fases anteriores obrigatórias. Chegados ao 10 ano académico, podem escolher:

 Uma escola de aprendizagem designada “Vocational Education and


Training”;
 Uma escola de especialização;
 Uma escola ginásio.

A primeira destas não é vocacionada para seguir o ensino universitário, enquanto que as
duas restantes já o são.

Concluídos os estudos numa escola de aprendizagem, os alunos podem tirar um curso


dito “profissional” que consiste em estudar 2 dias por semana e nos restantes 3 dias
trabalhar numa empresa, com remuneração mensal, e manter este ritmo durante 3 anos.
No final deste período o aluno recebe um diploma de trabalho na área em questão,
ficando assim formando e pronto para enveredar no mercado de trabalho.

Visto que na Suíça as médias não apresentam grande relevância, este é o método
preferido de quem contrata, pois sabem que à partida todos os novos profissionais já
adquiriram a experiência necessária para corresponderem às necessidades exigidas.

Universidade

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Os alunos que pretenderem continuar os estudos e entrar numa Universidade, chegados
ao 10 ano académico não devem escolher uma escola de aprendizagem, devem optar por
um dos dois tipos de ensino praticado nas restantes escolas:

 Escola “especializada” ;
 Escola “ginásio”.

Ambas têm duração nominal de 3 anos. No entanto, apenas a “ginásio” os alunos


podem realizar um doutoramento uma vez que estes enveredam diretamente para a
universidade, enquanto que os alunos que decidem fazer o secundário numa escola
“especializada” têm de enveredar para uma escola superior com acesso a licenciaturas e
mestrados, mas sem acesso a doutoramentos.

No entanto, tanto estes como os alunos de um secundário “vocacional” podem


enveredar no ensino académico, tendo primeiro de completar um “ano zero”.

Independentemente do tipo de ensino escolhido, existe um estágio obrigatório de 3


semanas no 11 ano académico,, em que membros de empresas vêm às escolas e vice
versa, sendo estes avaliados pelo seu desempenho.

Abaixo podemos ver um breve gráfico explicando o q

ue foi acima referido.

Enorme Diversidade de Opções Profissionais


É fácil perceber porque é que esta é considerada um dos melhores métodos de ensino da
europa, observável pela enorme diversidade de opções profissionais que se desenrolam

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a partir do ensino obrigatório. No entanto não podemos deixar de comparar com o
ensino português, e que embora talvez hajam semelhantes vias profissionais, não
existem apostas concretas nas mesmas, dado que continuamos sistematicamente a
avaliar todos os alunos da mesma forma e pelas mesmas medidas, não dando espaço a
novas atividades extra curriculares que completam de forma bastante superior o
desempenho dos alunos, enquanto pessoas e enquanto profissionais, mas não se trata
apenas de um aumento no desempenho, trata-se sobretudo de potencializar o talento
dentro deles e tentar descobrir desce cedo para que área do conhecimento os alunos
estarão mais conscientes e mais especializados a desenvolver.

Outros Países Federados:

A Alemanha um dos países federados mais importantes da europa e partilha algumas


semelhanças com a Suíça respetivamente ao tipo de ensino praticado: No entanto o
aproveitamento escolar dos dois países varia significativamente.

sistema de educação na Suíça


O sistema educacional na Suíça é reconhecido internacionalmente por sua excelência.
Juntamente com os estabelecimentos financiados pelo Estado, a Suíça também oferece
uma ampla escolha de educação de alta qualidade em escolas particulares. Ambos os
estabelecimentos públicos e privados fornecem uma gama abrangente de educação em
todos os níveis.
A Suíça divide seu sistema educacional em níveis primário, secundário e terciário. Em
todos os níveis existem possibilidades educacionais abertas a estrangeiros. O estágio
terciário abrange universidades e formação profissional superior. A Suíça tem
universidades que oferecem educação geral e universidades de ciências aplicadas. Maior
formação profissional é fornecida por escolas técnicas superiores, levando a certificados
vocacionais e diplomas vocacionais mais elevados. Ambos os tipos de instituto formam
uma densa rede de instituições educacionais na Suíça, oferecendo oportunidades de alta
qualidade para estudantes suíços e não-suíços.
Universidades em Suíça
Há as 10 Universidades Cantonais e os dois institutos federais de tecnologia na Suíça,
alguns dos quais, particularmente no caso das universidades cantonais, datam do século
XV.
A universidade mais antiga da Suíça está localizada em Basel e foi fundada em 1460.
Todas as doze universidades operam mais ou menos na tradição clássica das
universidades européias, na medida em que ensinam e conduzem pesquisas, e oferecem
uma ampla gama de estudos dentro das faculdades de direito. e economia, matemática,
ciências naturais, humanidades e ciências sociais.
A educação universitária na Suíça segue o sistema de bacharelato. Como outros países
europeus, as universidades na Suíça seguem o sistema de Bolonha, o que significa que é
fácil para os estudantes internacionais se deslocarem entre universidades de outros
países.
As reformas destinadas a normalizar a estrutura dos estudos e de licenciaturas foram
concluídas até 2010. Ao abrigo deste novo sistema de dois níveis, o primeiro grau
atribuído é o bacharelato (180 créditos ECTS ou três anos de estudo a tempo inteiro) e o
segundo é o mestrado licenciatura (90 - 120 créditos ECTS ou um ano e meio a tempo

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inteiro). Um diploma de bacharel é o pré-requisito para a admissão aos estudos no nível
de mestrado. Um mestrado e boas notas são o pré-requisito para se fazer um doutorado.
Universidades de Ciências Aplicadas na Suíça
Existem oito Universidades de Ciências Aplicadas na Suíça, que emergiram desde 1997
da fusão e especialização de cerca de 70 escolas técnicas avançadas. As universidades
de ciências aplicadas trabalham sob o lema "Padrões iguais, abordagem diferente". Em
outras palavras, eles têm as mesmas tarefas educacionais combinadas com elementos de
formação profissional geral, enquanto adotam uma abordagem mais prática. As
universidades de ciências aplicadas:
 fornecer treinamento vocacional baseado na ciência aplicada
 realizar pesquisa aplicada e desenvolvimento
 são atores-chave na promoção do conhecimento e transferência de tecnologia
 oferecer pós-graduação especializada para profissionais como parte da
aprendizagem ao longo da vida.
Universidades Melhores de Suíça
Além das instituições de ensino superior mencionadas acima, há também várias
universidades privadas e institutos educacionais na Suíça. Com três idiomas oficiais
(francês, alemão e italiano), a Suíça tem muitas escolas com foco internacional. A Suíça,
em geral, ganhou reconhecimento internacional pela excelência de suas escolas
particulares. Eles oferecem estudos de idiomas, uma ampla variedade de programas de
hospitalidade e serviços, bem como cursos comerciais e de gestão para cursos de BBA,
MBA, MBA Executivo e DBA.
istema Educativo em Zurique

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A educação é altamente valorizada na Suíça e que o país tem uma lista ilustre de
intelectuais que nasceram lá, ou concluída importante trabalho no país. Albert Einstein
foi premiado com um prêmio Nobel por seu trabalho no campo da física e da sua teoria
da relatividade, enquanto trabalhava em Berna. Vladimir Prelog, Heinrich Rohrer,
Richard Ernst, Edmond Fischer, Rolf Zinkernagel e Kurt Wuthrich também receberam
prêmios Nobel nas ciências. No total, 113 vencedores do Prêmio Nobel posição em
relação à Suíça eo Prêmio Nobel da Paz foi concedido nove vezes para organizações
que residem na Suíça.

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Na Suíça, a educação é de responsabilidade do governo do pré-escolar ao nível do
ensino superior (universidades e ensino superior profissional e formação). No entanto, a
constituição de delegados Suíça a autoridade para o sistema escolar para os cantões.
Padrões e práticas podem ser bastante diferentes entre os cantões, e tem havido esforços
para padronizar. Alguns cantões se envolveram em inter-cantonal acordos para a
transferência mais fácil e de comunicação.

Educação suíça é gratuita e obrigatória. Todas as crianças possam frequentar a escola,


inclusive as crianças estrangeiras. Filhos no cantão de Zurique deve freqüentar a escola
por 11 anos. Escolaridade é dividida em creche (2 anos), ensino fundamental (6 anos) e
escola superior (3 anos). O ano escolar começa depois das férias de verão (4 semanas).
O nível de educação é excelente e os alunos pontuação alta nos testes internacionais.

Elementar Escola

Os cantões e seus municípios são responsáveis pela organização e financiamento de pré-


escolas e as normas diferem significativamente entre os cantões. A idade mínima para a
escola primária é de seis anos em todos os cantões, mas a maioria cantões fornecer um
livre "escola infantil" (ou jardim de infância ou école enfantine) a partir de quatro ou
cinco anos de idade. Embora não seja obrigatório, a maioria das crianças frequentam a
pré-escola por pelo menos 1 ano.

Escola primária (Volksschule) c ontinues por seis anos. Normalmente, as crianças têm
um único professor que ensina todas as disciplinas.

Após os primeiros seis anos, estudantes entrarem Oberstufenschule que dura três anos.
Geralmente há pelo menos dois professores para cada classe ensino de disciplinas
diferentes. Pode haver outros professores para algumas disciplinas especiais, como
ginásio, bordado, culinária, etc Oberstufenschule é normalmente dividido em três
seções. Há uma seção para os mais rápidos alunos, bem como seções para crianças que
aprendem mais devagar.

 Sekundarschule - Este é o mais alto nível e é necessário se o estudante quer


participar de um Ginásio. Assuntos inclui matemática, geometria, língua nativa, língua
estrangeira primeiro (normalmente Francês em Zurique), história, geografia e muito mais.
 Realschule - temas similares são ensinados a Sekundarschule em um nível mais
básico.

 Oberschule - Um conjunto mais limitado de cursos são ministrados para os


alunos que têm dificuldades na aprendizagem.

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Inscrição

Toda criança entre 6 e 15 anos registrados na Suíça tem que estar matriculado em uma
escola primária ou secundária. Há muitas escolas disponíveis, assim que visitam as
escolas de encontrar o melhor ajuste. Requisitos diferem entre os cantões, mas existem
alguns documentos padrão necessário.

Documentos:

 Certidão de nascimento ou caderneta de famille


 Prova de saúde e seguro de acidentes

 Autorização de residência

Aprendizagem

Conhecido como Berufslehre, os estudantes podem um aprendizado após a escola


primária. Dependendo da profissão, um aprendizado leva de dois a quatro anos.
Aprendizagem podem incluir artesanato (carpinteiro, padeiro, cabeleireiro), para
trabalhador de escritório (secretária, contador, especialista em TI). Aprendizes são
treinados em uma empresa ou organização, mas também freqüentar a escola por um ou
dois dias por semana.

Depois de aprendizado, ainda é possível obter um diploma de graduação


na Maturitaetsschule (escola diploma de graduação). Depois de concluir os cursos em
um Maturitaetsschule, um aluno pode freqüentar a universidade como um estudante que
participou de um Ginásio. Este caminho na educação currículo é conhecido
como Zweiter Bildungsweg (percurso educativo secundário).

Educação secundária

Conhecido como Ginásio em Zurique, a educação de nível secundário é novamente


regulada pelos cantões. Existem vários diferentes ginásios:

 O Mathematisches und Naturwissenschaftliches Gymnasium (Escola


Secundária de Matemática e Ciências) - Concentra-se em matemática e ciências, mas
também ensina alemão e duas línguas estrangeiras (geralmente Francês e Inglês ou Italiano).
 O Ginásio Neusprachliches (Escola Secundária de Línguas Modernas) -
Concentra-se em línguas modernas como alemão, francês, italiano e Inglês, mas inclui um
pouco de matemática e ciência também.

 O Altsprachliches Gymnasium (Escola Secundária de línguas antigas) -


Concentra-se na América e pelo menos mais duas outras línguas, mas inclui assuntos de
matemática e ciência.

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 Wirtschaftsgymnasium (Escola Secundária de Economia) - Foca economia.

Cada vez mais existem diferentes formas de ginásios, incluindo: Musisches


Gymnasium (Escola Secundária de Arte), Sportgymnasium (Escola Secundária de
Esportes), etc
Estas escolas secundárias últimos seis ou e meia ou quatro anos e meio e levar
ao Eidgenoessische Matura, um Diploma de graduação Federal. Isto é reconhecido em
todas as universidades na Suíça e na maioria das universidades em países estrangeiros.

Cerca de 90 por cento dos jovens pessoas na Suíça educação superior completo
secundário na idade de 18 ou 19 que lhes permite começar a trabalhar, mudar para um
colégio de formação profissional superior ou com uma matura / bacharelado continuar
seus estudos em uma universidade.

Escola particular

A maioria das escolas privadas (privatschulen, écoles privees) são escolas internacionais
que ensinar em língua estrangeira. Aproximadamente 5 por cento da população SUÍÇA
aluno freqüenta a escola privada. Escolas privadas tendem de ser extremamente caro,
apesar de diferentes escolas oferecem preços diferentes, currículo e qualidade. Para
encontrar uma escola que atenda às suas necessidades, a Federação Suíça de Escolas
Privadas é um grande recursos.

Universidade

Universidades suíças são classificados entre os melhores do mundo. Seus diplomas são
reconhecidos na maioria dos países e seus muitos são internacionais estudantes, bem
como da Suíça natal. Suíça realmente tem a segunda maior taxa de estudantes
estrangeiros no ensino superior, depois da Austrália.

Universidade de Zurique - O maior universidade na Suíça é a com quase 25 mil alunos.


Fundada em 1833, é sob a direção do cantão de Zurique.

Instituto Federal Suíço de Tecnologia (ETH) - Patrocinado pelo governo federal e


fundou 1855. A instituição é geralmente classificado como uma das melhores
universidades da Europa continental e é particularmente bem posicionado nas áreas de
química, matemática e física. Há 21 prêmios Nobel que são associados com a
instituição.

Universidade de St. Gallen (HSG) - Líder em estudos de negócios e gestão.

Instituto Internacional for Management Development (IMD) - Líder em estudos de


negócios e gestão.

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Zurich University of Applied Sciences (ZHAW) - Uma das universidades maiores e
mais produtivas de aplicada ciências na Suíça. Cerca de 9000 alunos estão matriculados
no ZHAW em um total de 24 programas de Bacharelado e programas de 12
consecutivos de Mestre.

Zurich University of the Arts (ZHdK) - Uma das principais faculdades técnicas.

Biblioteca

Juntamente com uma excelente educação e comunidade de pesquisa, a Suíça tem um


sistema de grande biblioteca. Existem muitas bibliotecas de todo o país ( listagem das
instalações ).

Biblioteca Nacional da Suíça - A Biblioteca Nacional da Suíça é localizado em Berna e


é parte do Escritório Federal de Cultura. Ele coleta, catálogos e conserva a informação
em todos os campos e disciplinas, em qualquer meio.

ETH Bibliothek - Este grande edifício faz parte do campus universitário do Instituto
Federal Suíço de Tecnologia. Fundada em 1855, é o lar de mais de seis milhões de
livros, documentos e artefactos regionais suíços.

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