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Atividade

Predecessora

Início

 

A

Início

B

A

C

Início

D

C

Fim

B;D

A B C D Fim início
A
B
C
D
Fim
início

Diagrama de Rede

Atividade

Predecessora

OT(a)

MP (m)

PE (b)

Pert

Início

         

A

Início

1

2

3

2

B

A

2

4

6

4

C

Início

1

3

5

3

D

C

2

6

10

6

Fim

B;D

       
Atividade Predecessora OT(a) MP (m) PE (b) Pert Início A Início 1 2 3 2 B

TeA= 1+(4*2)+3 = 2

DesvioA= 3-1 = 0,33

VA= 0,33 2 = 0,11

 

6

6

TeB= 2+(4*4)+6 = 4

DesvioB= 6-2 = 0,67

VB= 0,67 2 = 0,45

 

6

6

TeC= 1+(4*3)+5 = 3

DesvioC= 5-1 = 0,67

VC= 0,67 2 = 0,45

 

6

6

TeD= 2+(4*6)+10 = 6

DesvioD= 10-2 = 1,33

VD= 1,33 2 = 1,77

 

6

6

A B C D Fim início Diagrama de Rede
A
B
C
D
Fim
início
Diagrama de Rede

Área de Conhecimento:

Gerenciamento do Cronograma

Grupo de Processo:

Planejamento

Desenvolver o cronograma

Uma vez iniciado o trabalho, as prioridades podem mudar e o plano precisa refletir as mudanças.

Esse processo cria a linha de base do cronograma.

Com os dados do

projeto, desenvolve-se o cronograma que é usado

para determinar as datas

de início e término de cada atividade, visando a

aprovação do

cronograma proposto.

Esse processo cria a linha de base do cronograma. Com os dados do projeto, desenvolve-se o

Desenvolver o cronograma

Entradas

Plano de Gerenciamento do Projeto

Plano de gerenciamento do cronograma

Linha de base do escopo

Plano de Gerenciamento do Projeto Plano de gerenciamento do cronograma Linha de base do escopo Desenvolver

Desenvolver o cronograma

Entradas

Documentos do projeto

Atributos das atividades Lista de atividades Registro de premissas Registro das lições aprendidas Lista de marcos
Atributos das atividades
Lista de atividades
Registro de premissas
Registro das lições aprendidas
Lista de marcos
Diagrama de rede do cronograma do projeto
Alocações da equipe do projeto
Calendários dos recursos
Requisitos de recursos
Registro dos riscos

Desenvolver o cronograma

Entradas

Acordos

Acordos são definidos pelo Guia PMBOK® como documentos que estabelecem as intenções iniciais de um projeto
Acordos são definidos pelo Guia PMBOK® como documentos
que estabelecem as intenções iniciais de um projeto e
podem conter requisitos tanto do projeto como do produto.
Fornecedores pode ter uma entrada no cronograma
Fornecedores pode ter uma entrada no cronograma
Entradas Acordos são definidos pelo Guia PMBOK® como documentos que estabelecem as intenções iniciais de um

Desenvolver o cronograma

Entradas

Fatores ambientais da empresa

Padrões governamentais
Padrões
governamentais

Desenvolver o cronograma

Canais de comunicação
Canais de
comunicação

Entradas

Ativos de processos organizacionais

Ativos se referem a toda informação acumulada pela empresa,

e neste caso serão considerados:

Metodologia de elaboração de cronograma
Metodologia
de elaboração
de cronograma
Calendário(s) do projeto
Calendário(s)
do projeto

Desenvolver o cronograma

Modelos de outros projetos
Modelos de
outros
projetos

Ferramentas e técnicas

Análise de rede do cronograma

Emprega várias técnicas:

Método do caminho crítico Método da corrente crítica Técnicas de otimização de recursos Técnicas de modelagem

Análise adicional:

Agregar reservas de cronograma Revisar a rede do cronograma

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas Análise de rede do cronograma Emprega várias técnicas: • Método do caminho crítico

Método do caminho crítico

Ferramentas e técnicas

Calcula, para a todas as atividades, a data de início mais cedo, término mais cedo, início
Calcula, para a todas as atividades, a
data de início mais cedo, término
mais cedo, início mais tarde e
término mais tarde, sem considerar
limitações de recursos, através da
É o caminho mais longo de um
projeto, que tem a menor folga total
(geralmente zero)
análise dos caminhos de ida e de volta
Método do caminho crítico Ferramentas e técnicas Calcula, para a todas as atividades, a data de
Método do caminho crítico Ferramentas e técnicas Calcula, para a todas as atividades, a data de

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Duração

Método do caminho crítico

Qual é o caminho crítico?

b (15) d (15) h (5) a (3) g (10) c (5) e (5) f (15)
b (15)
d (15)
h (5)
a (3)
g (10)
c (5)
e (5)
f (15)

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método do caminho crítico

Qual é o caminho crítico?

b (15) d (15) h (5) g (10) c (5) e (5) f (15)
b (15)
d (15)
h (5)
g (10)
c (5)
e (5)
f (15)
a (3)
a (3)

(28)

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método do caminho crítico

Qual é o caminho crítico?

b (15) d (15) h (5) g (10) c (5) e (5) f (15)
b (15)
d (15)
h (5)
g (10)
c (5)
e (5)
f (15)
a (3)
a (3)

(28)

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método do caminho crítico

Qual é o caminho crítico?

b (15) d (15) h (5) g (10) c (5) e (5) f (15)
b (15)
d (15)
h (5)
g (10)
c (5)
e (5)
f (15)
a (3)
a (3)

(33)

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método do caminho crítico

Qual é o caminho crítico?

b (15) d (15) h (5) g (10) c (5) e (5) f (15)
b (15)
d (15)
h (5)
g (10)
c (5)
e (5)
f (15)
a (3)
a (3)
Esse é o caminho crítico
Esse é o caminho crítico

Desenvolver o cronograma

(38)

Ferramentas e técnicas

Atividade

Duração

Precedência

A

4

 

B

10

A

C

2

A

D

2

B, C

E

6

C

F

4

D, E

Método do caminho crítico

IMC (Início

Duração

TMC (Término

mais cedo)

mais cedo)

 

Atividade

 

IMT (Início mais tarde)

Folga

TMT (Término mais tarde)

IMC Data de início mais cedo que uma atividade pode ter TMC Data de término mais cedo que uma atividade pode ter IMT - Data de início mais tarde que uma atividade pode ter sem atrasar o término do projeto TMT Data de término mais tarde que uma atividade pode ter sem atrasar o término do projeto

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método do caminho crítico

Cálculo das folgas:

  • Folga Livre: quanto uma atividade pode atrasar sem atrasar sua sucessora direta (data de início mais cedo)

FL = IMC (sucessora) TMC (predecessora)

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Cálculo das folgas: ▪ Folga Livre: quanto uma atividade
A B
A
B

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método do caminho crítico

Cálculo das folgas:

Folga Total ou flexibilidade do cronograma: quanto uma atividade

pode ser atrasada ou estendida a partir da sua data de início mais

cedo sem atrasar a data de término do projeto.

_ _ A
_
_
A

Cálculo das folgas:

FT = IMT - IMC ou TMT TMC (sempre da mesma atividade)

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método do caminho crítico

Atividade

Duração

Precedência

A

4

 

B

10

A

C

2

A

D

2

B, C

E

6

C

F

4

D, E

10 B
10
B
2 D
2
D
 

6

 
 

E

 
     
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C
 

4

 
 

F

 
     
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

Término

 

4

 
 

A

 
     

Início

0

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C
2 C
2
C
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

Passo 1: Elaborar o diagrama de rede com as durações

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método do caminho crítico

Caminho de IDA
Caminho de IDA

Atividade

Duração

Precedência

A

4

 

B

10

A

C

2

A

D

2

B, C

E

6

C

F

4

D, E

 

0

4

 

4

 
 

A

 
 

0 + 4 = 4

 
Método do caminho crítico Caminho de IDA Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A

Cálculo do IMC e TMC (Datas “Mais Cedo”)

4 10 14 14 2 16 B 4 + 10 =14 D 14 +2 = 16
4
10
14
14
2 16
B
4 + 10 =14
D
14 +2
= 16

4

2

6

 

C

 

4

+ 2 = 6

 

6

6

12

 

E

 
 

6 + 6 = 12

 
16 4 20 F 16 + 4 = 20
16
4
20
F
16 + 4 = 20
Método do caminho crítico Caminho de IDA Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A
Método do caminho crítico Caminho de IDA Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A

Término

20

Início 0
Início 0
Método do caminho crítico Caminho de IDA Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A

Passo 2: Calcular as datas “Mais cedo”

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método do caminho crítico

Caminho de volta
Caminho de volta

Atividade

 

Duração

Precedência

A

4

 

B

10

A

C

2

A

D

2

B, C

E

6

C

F

4

D, E

 
   

0

 

4

4

Início 0

     
 
A
 

A

   

0

 

4

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Caminho de volta Atividade Duração Precedência A 4 B

4 - 4= 0

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Caminho de volta Atividade Duração Precedência A 4 B

Cálculo do TMT e IMT (Datas “Mais tarde”)

4 10 14 14 2 16 B D 4 14 14 16 14 - 10= 4
4
10 14
14
2
16
B
D
4
14
14
16
14 - 10= 4
16 - 2 = 14
4
2 6
6
6
12
C
E
8
10
10
16
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Caminho de volta Atividade Duração Precedência A 4 B

10 - 2= 8

  • 16 - 6 = 10

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Caminho de volta Atividade Duração Precedência A 4 B

16

4

20

 

F

 

16

 

20

20 - 4 = 16

Término

20

Passo 3: Calcular as datas “Mais tarde”

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método do caminho crítico

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

Atividade

Duração

Precedência

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

A

4

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

B

10

A

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

C

2

A

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

D

2

B, C

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

E

6

C

Folga total = (IMT IMC) ou (TMT TMC)

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

Dica: sempre será (Início Início) ou (Término Término)

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

Da mesma atividade)

0

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

4

10

14

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

B

14 2 16 D 14 0 16 14-14=0
14
2 16
D
14
0
16
14-14=0
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

E

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

10

4

16

10-6=4

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

F

4

D, E

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

4

14

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

16

4

20

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

F

4-4=0

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

0

4

4

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

16

0

20

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

Início 0

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

A

16-16=0

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

0

0

4

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

4

2

6

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

6

6

12

0-0=0

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

C

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

8

4

10

Término

20

8-4=4

Passo 4: Calcular Folga Total de cada Atividade

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método do caminho crítico

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

Atividade

Duração

Precedência

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

A

4

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

B

10

A

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

C

2

A

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

D

2

B, C

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

E

6

C

Folga total = (IMT IMC) ou (TMT TMC)

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

Dica: sempre será (Início Início) ou (Término Término)

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

Da mesma atividade)

0

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

4

10

14

B

14 2 16 D 14 0 16 14-14=0
14
2 16
D
14
0
16
14-14=0
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

6

6

12

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

F

4

D, E

4

14

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

16

4

20

F

4-4=0

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

0

4

4

16

0

20

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

Início 0

A

16-16=0

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

0

0

4

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

4

2

6

0-0=0

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

C

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

E

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

10

4

16

10-6=4

Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Atividade Duração Precedência A 4 B 10 A C

8

4

10

8-4=4

Término

20

Passo 4: Calcular Folga Total de cada Atividade

Desenvolver o cronograma

Exemplo 1
Exemplo 1
Caminho crítico Folga Total Folga Livre
Caminho crítico
Folga Total
Folga Livre

Desafio

Método do caminho crítico

Atividade

Duração

Precedência

Início

0

 

A

3

início

B

4

F

C

7

H

D

4

início

E

9

D

F

8

A; D

G

4

E; F

H

2

G

Fim

0

B; C

IMC (Início mais cedo)

Duração

TMC (Término mais cedo)

 

Atividade

 

IMT (Início mais

 

TMT (Término

tarde)

Folga

mais tarde)

Desenvolver o cronograma

Desafio

Método do caminho crítico

Desafio Método do caminho crítico 4 4 4 4 B B B B 2 7 H
Desafio Método do caminho crítico 4 4 4 4 B B B B 2 7 H
 

4

4

4

4

 
 

B

B

B

B

 
     
Desafio Método do caminho crítico 4 4 4 4 B B B B 2 7 H
2 7 H C
2
7
H
C
3 8 A F 4 9 E
3
8
A
F
4
9
E
 

4

 
 

D

D

 
     
4 4 G G
4
4
G
G
Desafio Método do caminho crítico 4 4 4 4 B B B B 2 7 H

1º passo Diagrama de Rede

Desenvolver o cronograma

Desafio

Método do caminho crítico

Desafio Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 13
Desafio Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 13
 
  • 12 16

4

4

4

4

 
 

B

B

B

B

 
     
  • 13 17

4 4

Desafio Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 13
G G
G
G
17 2 19 19 7 26 H C
17
2
19
19
7
26
H
C
2º passo caminho de ida
2º passo caminho de ida
0 3 3 4 8 12 A F 0 4 4 4 9 13 E
0
3
3
4
8
12
A
F
0
4
4
4
9
13
E
 

4

 
 

D

D

 
     
Desafio Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 13
Desafio Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 13

Desenvolver o cronograma

Desafio

Método do caminho crítico

12 4 4 4 4 16 B B B B 22 26 0 3 3 4
12
4
4
4
4 16
B
B
B
B
22
26
0
3
3
4
8
12
13
4
4
17
17
2
19
19
7
26
A
F
G
G
H
C
2
5
5
13
13
17
17
19
19
26
0
4
4
4
4
9
13
D
D
E
0
4
4
13
3º passo caminho de volta

Desenvolver o cronograma

Desafio

Método do caminho crítico

Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
 
  • 12 16

4

4

4

4

 
 

B

B

B

B

 
 
  • 22 26

10

 
 
 
  • 13 17

4

4

 
 

G

G

 
 
  • 13 17

0

 
Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
17 2 19 19 7 26 H C 17 0 19 19 0 26
17
2
19
19
7
26
H
C
17
0
19
19
0
26
Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26

0

3

 
 

A

 

2

2

 

0

4

 

4

 
 

D

D

 

0

0

 
 

8

12

 

F

 
 

1

13

 
 

9

13

 

E

 
 

0

13

  • 3 4

Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
  • 5 5

5 5
  • 4 4

Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
  • 4 4

4º passo Folga Total
4º passo Folga Total

Desenvolver o cronograma

Desafio

Método do caminho crítico

Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
 
  • 12 16

4

4

4

4

 
 

B

B

B

B

 
 
  • 22 26

10

 
 
 
  • 13 17

4

4

 
 

G

G

 
 
  • 13 17

0

 
Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
17 2 19 19 7 26 H C 17 0 19 19 0 26
17
2
19
19
7
26
H
C
17
0
19
19
0
26
Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26

0

3

 
 

A

 

2

2

 

0

4

4

     
 

D

D

 

0

0

 
 

8

12

 

F

 
 

1

13

 
 

9

13

 

E

 
 

0

13

  • 3 4

Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
  • 5 5

5 5
  • 4 4

Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
Método do caminho crítico 12 16 4 4 4 4 B B B B 22 26
  • 4 4

Caminho crítico
Caminho crítico

Desenvolver o cronograma

Desafio

Método do caminho crítico Desenvolver o cronograma Caminho crítico
Método do caminho crítico Desenvolver o cronograma Caminho crítico

Método do caminho crítico

Desenvolver o cronograma

Caminho crítico
Caminho crítico

Desafio

Método do caminho crítico Desenvolver o cronograma Caminho crítico
Método do caminho crítico Desenvolver o cronograma Caminho crítico

Método do caminho crítico

Método do caminho crítico Desenvolver o cronograma Caminho crítico

Desenvolver o cronograma

Caminho crítico
Caminho crítico

Desafio

Método do caminho crítico

Desafio Método do caminho crítico Desenvolver o cronograma Caminho crítico

Desenvolver o cronograma

Caminho crítico
Caminho crítico

Ferramentas e técnicas

Método da corrente crítica

Goldratt (1997) apresenta

através da teoria das

restrições a necessidade

de levar em consideração a disponibilidade dos

recursos da organização

e a utilização de reservas para reduzir as incertezas

dos projetos.

Ferramentas e técnicas Método da corrente crítica Goldratt (1997) apresenta através da teoria das restrições a

Exemplo de corrente crítica: Almeida (2013)

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método da corrente crítica

Lei de Parkinson: conceito que todos nós, gerentes de projeto, sabemos que existe, mas não havíamos
Lei de Parkinson: conceito que todos nós, gerentes de projeto, sabemos que existe, mas não
havíamos nunca formalizado: O trabalho se expande até ocupar todo o prazo disponível.
Síndrome do Estudante: deixar para iniciar no último momento a atividade, adiar o trabalho
até o último momento possível. Goldratt já preconiza que as atividades que possuam folga
sejam alocadas em suas datas mais tarde, sem folgas portanto, e os recursos agora mais
disponíveis no início das atividades sejam alocados para auxiliar nas atividades críticas

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método da corrente crítica - Prático

1º Passo: Encontrar o caminho crítico do cronograma

Ferramentas e técnicas Método da corrente crítica - Prático 1º Passo: Encontrar o caminho crítico do

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método da corrente crítica - Prático

2º Passo: Nivelar os recursos que estão superalocados. Aplicando Corrente Crítica

Analista B Recurso Crítico
Analista B Recurso Crítico

Desenvolver o cronograma

Recursos sem multitarefas

Ferramentas e técnicas

Método da corrente crítica - Prático

2º Passo: Nivelar os recursos que estão superalocados

Recursos Nivelados
Recursos Nivelados

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método da corrente crítica - Prático

3º Passo: Reduzir em 50% a duração das atividades

Goldratt propõe,

radicalmente, que uma vez estabelecido o cronograma, as atividades tenham suas durações reduzidas em 50%, e depois acrescido a cada corrente crítica

um buffer de 50% da

duração da corrente

Ferramentas e técnicas Método da corrente crítica - Prático 3º Passo: Reduzir em 50% a duração

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método da corrente crítica - Prático

4º Passo: Tarefas que desembocam no caminho crítica, iniciar o mais tarde possível

Essa técnica evita gastos desnecessário com a utilização antecipada dos recursos.

Porém aumenta o risco,

pois todas as tarefas passarão a fazer parte do caminho crítico

Ferramentas e técnicas Método da corrente crítica - Prático 4º Passo: Tarefas que desembocam no caminho

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método da corrente crítica - Prático

4º Passo: Tarefas que desembocam no caminho crítica, iniciar o mais tarde possível

Ferramentas e técnicas Método da corrente crítica - Prático 4º Passo: Tarefas que desembocam no caminho

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método da corrente crítica - Prático

4º Passo: Inserir buffers, sendo esse 50% do caminho crítico e 50% para caminhos que desemboca no crítico

Ferramentas e técnicas Método da corrente crítica - Prático 4º Passo: Inserir buffers, sendo esse 50%
Ferramentas e técnicas Método da corrente crítica - Prático 4º Passo: Inserir buffers, sendo esse 50%
Ferramentas e técnicas Método da corrente crítica - Prático 4º Passo: Inserir buffers, sendo esse 50%

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Otimização dos recursos Nivelamento de Recursos

Ferramentas e técnicas Otimização dos recursos Nivelamento de Recursos Antes do nivelamento Depois do nivelamento O
Ferramentas e técnicas Otimização dos recursos Nivelamento de Recursos Antes do nivelamento Depois do nivelamento O
Antes do nivelamento
Antes do nivelamento
Depois do nivelamento
Depois do nivelamento

O nivelamento de recursos pode alterar o caminho crítico bem como a data final do projeto.

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Otimização dos recursos Estabilização de recursos

Estabilização de recursos

Ajusta as atividades de forma que os requisitos do projeto não excedam os

limites pré-definidos Não muda o caminho crítico original Data de conclusão não pode ser atrasada

As atividades só podem ser atrasadas dentro da sua folga livre e folga total

Estabilização de Recursos Antes Tempo Depois Homens hora Homens hora
Estabilização de Recursos
Antes
Tempo
Depois
Homens hora
Homens hora

Tempo

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Otimização dos recursos Estabilização de recursos

Ferramentas e técnicas Otimização dos recursos Estabilização de recursos Estabilização de Recursos Desenvolver o cronograma
Ferramentas e técnicas Otimização dos recursos Estabilização de recursos Estabilização de Recursos Desenvolver o cronograma
Estabilização de Recursos
Estabilização de Recursos

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Análise de dados

Análise de cenário “E-se”:

Avaliar cenários efeitos positivos e negativos nos objetivos do projeto

Análise de perguntas Análise da rede do cronograma Viabilidade do cronograma do projeto determinada condições

sob

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Análise de dados

Simulação

envolve o cálculo de múltiplas durações de projeto com diferentes conjuntos de hipóteses. A técnica mais

comum é a análise de Monte Carlo, na qual uma distribuição das possíveis durações de atividades é definida para cada atividade e usada para calcular uma distribuição de possíveis resultados para o projeto.

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Antecipação e esperas

Técnicas aplicadas durante a análise da rede para produzir um

Antecipações:

Esperas:

cronograma viável.

• Adiantar uma atividade sucessora em relação a uma atividade predecessora
• Adiantar uma atividade sucessora em relação a uma
atividade predecessora
• o processo exige um determinado período de tempo entre as atividades predecessoras e sucessoras
• o processo exige um determinado período de tempo
entre as atividades predecessoras e sucessoras
Ferramentas e técnicas Antecipação e esperas Técnicas aplicadas durante a análise da rede para produzir um
Ferramentas e técnicas Antecipação e esperas Técnicas aplicadas durante a análise da rede para produzir um

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Compressão do cronograma

Compressão (crashing): • Encurtar a duração do cronograma mediante a adição de recursos • Exemplos: horas
Compressão (crashing):
• Encurtar a duração do
cronograma mediante a adição
de recursos
• Exemplos: horas extras,
recursos adicionais ou
pagamento adicional
• Impacto: maior custo e as vezes
riscos também
Paralelismo (fast tracking): • Executar paralelamente atividades previstas para serem realizadas sequencialmente • Impacto: aumenta esforço
Paralelismo (fast tracking):
• Executar paralelamente
atividades previstas para serem
realizadas sequencialmente
• Impacto: aumenta esforço de
coordenação das atividades,
aumenta o risco com relação à
qualidade e também pode
aumenta os custos

Desenvolver o cronograma

Compressão do cronograma

Ferramentas e técnicas

Compressão

Compressão do cronograma Ferramentas e técnicas Compressão Sempre no caminho crítico! Paralelismo Desenvolver o cronograma

Sempre no caminho crítico!

Paralelismo
Paralelismo

Desenvolver o cronograma

Compressão do cronograma

Ferramentas e técnicas

Compressão do cronograma Ferramentas e técnicas Desenvolver o cronograma

Desenvolver o cronograma

Ferramentas e técnicas

Sistema de informações de gerenciamento de projetos (SIGP)

  • Software de elaboração de cronograma

Ferramentas e técnicas Sistema de informações de gerenciamento de projetos (SIGP) ▪ Software de elaboração de
Ferramentas e técnicas Sistema de informações de gerenciamento de projetos (SIGP) ▪ Software de elaboração de
Ferramentas e técnicas Sistema de informações de gerenciamento de projetos (SIGP) ▪ Software de elaboração de
Ferramentas e técnicas Sistema de informações de gerenciamento de projetos (SIGP) ▪ Software de elaboração de

Desenvolver o cronograma

Saídas

Linha de base do cronograma

Saídas Linha de base do cronograma Versão aprovada de um modelo do cronograma Pode ser alterada

Versão aprovada de um modelo do cronograma

Pode ser alterada somente mediante procedimentos de controle de mudanças

Base para comparação com os resultados reais

Deve ser aceita e aprovada pelas partes interessadas

Componente do plano de gerenciamento do projeto

Desenvolver o cronograma

Saídas

Linha de base do cronograma

Linha de base do cronograma Desenvolver o cronograma

Desenvolver o cronograma

Saídas

Cronograma do projeto

Saída de um modelo de cronograma

Formas de apresentação:

Cronograma mestre ou cronograma de marcos Gráficos de barras ou gráficos de Gantt Gráficos de marcos Diagramas de rede do cronograma do projeto

Desenvolver o cronograma

Saídas

Cronograma de Marcos

Saídas Cronograma de Marcos Desenvolver o cronograma

Desenvolver o cronograma

Saídas

Relatórios do Cronograma

Saídas Relatórios do Cronograma Desenvolver o cronograma

Desenvolver o cronograma

Saídas

Dados do cronograma

Informações para descrever e controlar o cronograma

Marcos, atividades do cronograma, os atributos das atividades e a

documentação das premissas e restrições

Informações

fornecidas:

• Requisitos de recursos por período de tempo • Cronogramas alternativos • Reservas de cronogramas
• Requisitos de recursos por período de
tempo
• Cronogramas alternativos
• Reservas de cronogramas

Desenvolver o cronograma

Saídas

Calendários do projeto

Dias úteis e turnos disponíveis

Pode ter mais de um calendário do projeto

Podem ser atualizados

Saídas Calendários do projeto Dias úteis e turnos disponíveis Pode ter mais de um calendário do

Desenvolver o cronograma

Saídas

Atualizações no plano de gerenciamento do

projeto

Plano de gerenciamento do cronograma
Plano de
gerenciamento
do cronograma

Desenvolver o cronograma

Linha de base dos custos
Linha de base
dos custos

Saídas

Atualizações nos documentos do projeto

Atributos das atividades
Atributos
das
atividades
Registro de premissas
Registro de
premissas
Estimativas de duração
Estimativas
de duração
Registro das lições aprendidas
Registro das
lições
aprendidas
Requisitos de recursos
Requisitos
de recursos
Registro dos riscos
Registro dos
riscos

Desenvolver o cronograma

Cronogramas Determinístico ou

Probabilístico

Determinístico

Determinístico Média a + 4m + b t e = 6 Desvio (b – a) 
Média a + 4m + b t e = 6
Média
a + 4m + b
t e =
6
Desvio (b – a)  = 6
Desvio
(b – a)
 =
6
Variância 2 (b – a)  2 = 6
Variância
2
(b – a)
 2 =
6

Probabilístico

Probabilístico Média a + 4m + b t e = 6 Desvio (b – a) 
Probabilístico Média a + 4m + b t e = 6 Desvio (b – a) 
Média a + 4m + b t e = 6
Média
a + 4m + b
t e =
6
Desvio (b – a)  = 6
Desvio
(b – a)
 =
6
Variância 2 (b – a)  2 = 6
Variância
2
(b – a)
 2 =
6
Probabilístico
Probabilístico

Caminho crítico: Todas as tarefas

2 = (variâncias de atividades do caminho crítico) z =

2 = 0,0 + 0,3 + 0,4 + 1,4 = 2,1

T – T E  2
T – T E
 2

Qual a probabilidade de

terminar o projeto em 13 dias (T)?

13 – 11,4 z = 2,1
13 – 11,4
z =
2,1

= 1,10

Do apêndice de distribuição normal

Probabilístico

Do apêndice de distribuição normal P z = 1,10 0,86

Probabilístico Do apêndice de distribuição normal P = 1,10  0,86  = 0,0 + 0,3
Probabilístico Do apêndice de distribuição normal P = 1,10  0,86  = 0,0 + 0,3

2 = 0,0 + 0,3 + 0,4 + 1,4 = 2,1

13 – 11,4 z = 2,1
13 – 11,4
z =
2,1

= 1,10

A probabilidade do projeto finalizar em 13 dias é de

aproximadamente 86%

Probabilístico

Do apêndice de distribuição normal P z = 1,10 0,86

2 = 0,0 + 0,3 + 0,4 + 1,4 = 2,1

13 – 11,4 z = 2,1
13 – 11,4
z =
2,1

= 1,10

Duração do caminho crítico
Duração do
caminho
crítico

11,4

Probabilidade de cumprir o cronograma é de

0,86

Probabilidade de exceder 13 dias é de 14%

A probabilidade do projeto finalizar em até 13 dias é de

aproximadamente 86%

13,0

Duração do projeto (dias)

Cronograma P86

Cronograma P86

Processos de Monitoramento e Controle para Gerenciamento do

Cronograma

Uma vez iniciado o trabalho, as prioridades podem mudar e o plano precisa refletir as mudanças.

Controlar o cronograma

Área de Conhecimento:

Gerenciamento do Cronograma

Grupo de Processo:

Monitoramento e Controle

Uma vez iniciado o trabalho, as prioridades podem mudar e o plano precisa refletir as mudanças.

Objetivo:

Monitorar o status do projeto para atualizar o cronograma do projeto e gerenciar as mudanças na linha de base

Resultado:

Linha de base do cronograma mantida ao longo do projeto

Controlar o cronograma

Objetivo: • Monitorar o status do projeto para atualizar o cronograma do projeto e gerenciar as

Manter a linha

de base,

atualizar o cronograma e

gerenciar as

mudanças.

Conhecimento

do desempenho

real até a presente.

data

Manter a linha de base, atualizar o cronograma e gerenciar as mudanças. Conhecimento do desempenho real

Controlar o cronograma

Entradas

Plano de Gerenciamento do Projeto

Plano de gerenciamento do cronograma Linha de base do cronograma

Linha de base do escopo

Linha de base da medição do desempenho

Plano de Gerenciamento do Projeto Plano de gerenciamento do cronograma Linha de base do cronograma Linha

Controlar o cronograma

Entradas

Documentos do projeto

Registro das lições aprendidas Calendários do projeto Cronograma do projeto Calendários dos recursos Dados do cronograma

Documentos do projeto Registro das lições aprendidas Calendários do projeto Cronograma do projeto Calendários dos recursos

Documentos do projeto

Controlar o cronograma

Entradas

Desempenho do projeto

  • Dados sobre o desempenho do

projeto. (Tarefas iniciadas, atrasadas, avanço físico, etc)

Desempenho do projeto ▪ Dados sobre o desempenho do projeto. (Tarefas iniciadas, atrasadas, avanço físico, etc)

Controlar o cronograma

Entradas

Ativos de processos organizacionais

Políticas, procedimentos e diretrizes relacionadas ao cronograma
Políticas,
procedimentos e
diretrizes
relacionadas ao
cronograma
Ferramentas de controle do cronograma
Ferramentas de
controle do
cronograma

Controlar o cronograma

Métodos de monitoramento e produção de relatórios
Métodos de
monitoramento
e produção de
relatórios

Ferramentas e técnicas

Análise de dados

Análise de valor agregado Gráfico de evolução regressiva (burndown) de iteração Análise de desempenho Análise de
Análise de valor agregado
Gráfico de evolução regressiva (burndown) de iteração
Análise de desempenho
Análise de tendências
Análise de variação
Análise de cenário “E-Se”

Controlar o cronograma

Ferramentas e técnicas

Método do caminho crítico

Comparar o progresso ao longo do caminho crítico Qualquer variação no caminho crítico terá impacto direto
Comparar o
progresso ao
longo do
caminho crítico
Qualquer
variação no
caminho crítico
terá impacto
direto na data
de término do
projeto
Ferramentas e técnicas Método do caminho crítico Comparar o progresso ao longo do caminho crítico Qualquer

A avaliação do progresso das atividades nos caminhos quase críticos pode identificar o

risco do cronograma

Controlar o cronograma

Ferramentas e técnicas

Sistema de informações de gerenciamento de projetos (SIGP)

Software de elaboração de cronograma: Controlar as datas planejadas e reais Relatar as variações e o
Software de elaboração de cronograma:
Controlar as datas planejadas e reais
Relatar as variações e o progresso em relação à
linha de base
Prever efeitos de mudanças

Controlar o cronograma

Ferramentas e técnicas

Otimização de recursos

As técnicas de otimização de recursos envolve o agendamento de atividades e os recursos necessários considerando
As técnicas de otimização de recursos envolve o
agendamento de atividades e os recursos necessários
considerando a disponibilidade e o tempo do projeto

Controlar o cronograma

Ferramentas e técnicas

Antecipação e esperas

Técnica aplicada • Antecipações: Adiantar uma atividade sucessora em para identificar relação a uma atividade predecessora
Técnica aplicada
• Antecipações: Adiantar uma
atividade sucessora em
para identificar
relação a uma atividade
predecessora
maneiras de alinhar
as atividades
atrasadas:
• Esperas: o processo exige
um determinado período de
tempo entre as atividades
predecessoras e sucessoras

Controlar o cronograma

Ferramentas e técnicas

Compressão do cronograma

  • Técnica para identificar maneiras de alinhar as atividades atrasadas

Compressão
Compressão
Paralelismo
Paralelismo

Controlar o cronograma

Saídas

Informações sobre o desempenho do trabalho

Como está o desempenho do trabalho do projeto em comparação à linha Calcular as variações por
Como está o desempenho
do trabalho do projeto
em comparação à linha
Calcular as variações por
pacote de trabalho ou
por conta de controle
de base do cronograma

Controlar o cronograma

Saídas

Previsões do cronograma

Previsões de estimativas ou prognósticos de condições e eventos futuros
Previsões de estimativas
ou prognósticos de
condições e eventos
futuros

Controlar o cronograma

Atualizadas e publicadas com base nas informações de desempenho do trabalho
Atualizadas e publicadas
com base nas
informações de
desempenho do trabalho

Saídas

Solicitações de mudanças

Solicitações de mudanças podem ser resultantes de:

Análise de variações do cronograma Revisões dos relatórios de progresso Resultados de medições de desempenho Modificações no escopo e no cronograma

Ações preventivas podem recomendar mudanças para eliminar

ou reduzir a probabilidade de variações negativas

Controlar o cronograma

Saídas

Atualizações no Plano de gerenciamento do

projeto

Plano de gerenciamento do cronograma Linha de base do cronograma Linha de base dos custos Linha
Plano de gerenciamento do cronograma
Linha de base do cronograma
Linha de base dos custos
Linha de base da medição do desempenho
Atualizações no Plano de gerenciamento do projeto Plano de gerenciamento do cronograma Linha de base do

Controlar o cronograma

Saídas

Atualizações nos Documentos do Projeto

Registro de premissas Base das estimativas Registro das lições aprendidas Cronograma do projeto Calendário dos recursos
Registro de premissas
Base das estimativas
Registro das lições aprendidas
Cronograma do projeto
Calendário dos recursos
Registro dos riscos
Dados do cronograma

Controlar o cronograma

Atualizações nos Documentos do Projeto Registro de premissas Base das estimativas Registro das lições aprendidas Cronograma

Documentos do projeto

IMC

D

TMC

 

Atividade

IMT

FT

TMT

PMBOK

MS PROJECT 2016

SIGLA

DESCRIÇÃO

SIGLA

Coluna

IMC

Início mais cedo

IMC

Início antecipado

TMC

Término mais cedo

TMC

Término antecipado

IMT

Início mais tarde

IMT

Início atrasado

TMT

Término mais tarde

TMT

Término atrasado

D

Duração

D

Duração

FT

Folga total

FT

Margem de atraso total

Método Diagrama de Precedência

ALMEIDA, N. Gerenciamento do Tempo em Projetos. São Paulo: Elsevier, 2013 BARCAUI, A. B. Gerenciamento do

ALMEIDA, N. Gerenciamento do Tempo em Projetos. São Paulo: Elsevier, 2013

ALMEIDA, N. Gerenciamento do Tempo em Projetos. São Paulo: Elsevier, 2013 BARCAUI, A. B. Gerenciamento do

BARCAUI, A. B. Gerenciamento do Tempo em Projetos. São Paulo: FGV, 2009.

ALMEIDA, N. Gerenciamento do Tempo em Projetos. São Paulo: Elsevier, 2013 BARCAUI, A. B. Gerenciamento do

KRAJEWSKY, L.J. Administração de Produção e Operações. São Paulo: Pearson, 2017

ALMEIDA, N. Gerenciamento do Tempo em Projetos. São Paulo: Elsevier, 2013 BARCAUI, A. B. Gerenciamento do

MAXIMIANO, A. C. A. Administração de Projetos: como transformar ideias em resultados. Ed. 4a.

2010.

ALMEIDA, N. Gerenciamento do Tempo em Projetos. São Paulo: Elsevier, 2013 BARCAUI, A. B. Gerenciamento do

PMI, Project Management Institute. Um Guia do Conjunto de Conhecimentos do Gerenciamento de

Projetos - PMBOK (Project Management Body of Knowledge) Guide. PMI, 2017.

ALMEIDA, N. Gerenciamento do Tempo em Projetos. São Paulo: Elsevier, 2013 BARCAUI, A. B. Gerenciamento do

VARGAS, R. V. Gerenciamento de Projetos: Estabelecendo Diferenciais Competitivos. Rio de Janeiro:

Brasport, 2013.

ALMEIDA, N. Gerenciamento do Tempo em Projetos. São Paulo: Elsevier, 2013 BARCAUI, A. B. Gerenciamento do

VARGAS, R. V. Manual Pratico do Plano do Plano de Projeto 6ª ed.: Brasport, 2018

Bibliografia

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Redes Sociais

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