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ENG.ENG. CÉSARCÉSAR ZANCHIZANCHI DAHERDAHER ENG.ENG. CESARCESAR HENRIQUEHENRIQUE SATOSATO DAHERDAHER

DOSAGEMDOSAGEM RACIONALRACIONAL DODO CONCRETOCONCRETO

MÉTODOMÉTODO ABCPABCP ACIACI DATECDATEC INTECINTEC

PROCEDIMENTOSPROCEDIMENTOS DEDE CÁLCULOCÁLCULO

CuritibaCuritiba

20002000

INTEC)INTEC)

DOSAGEM

DOSAGEM

RACIONALRACIONAL DODO CONCRETOCONCRETO (ABCP(ABCP ACIACI DATECDATEC

ENG.ENG. CÉSARCÉSAR ZANCHIZANCHI DAHERDAHER // ENG.ENG. CESARCESAR HENRIQUEHENRIQUE SATOSATO DAHER.DAHER.

DOSAGEMDOSAGEM RACIONALRACIONAL DODO CONCRETOCONCRETO -- MÉTODOMÉTODO ACIACI ++ ABCPABCP ++ DATECDATEC ++ INTECINTEC

ACIACI :: AMERICANAMERICAN CONCRETECONCRETE INSTITUTEINSTITUTE ABCPABCP :: ASSOCIAÇÃOASSOCIAÇÃO BRASILEIRABRASILEIRA DEDE CIMENTOCIMENTO PORTLANDPORTLAND DATECDATEC :: DAHERDAHER TECNOLOGIATECNOLOGIA EMEM ENGENHARIAENGENHARIA LTDA.LTDA. INTECINTEC :: INSTITUTOINSTITUTO DEDE PESQUISAPESQUISA EE ASSESSORIAASSESSORIA TECNOLÓGICATECNOLÓGICA

DADA PONTIFÍCIAPONTIFÍCIA UNIVERSIDADEUNIVERSIDADE CATÓLICACATÓLICA DODO PARANÁ.PARANÁ.

NORMANORMA COMPLEMENTARCOMPLEMENTAR :: NBRNBR 12655/9612655/96 -- Preparo,Preparo, controlcontrolee ee recebimentorecebimento

dodo concretoconcreto

PROCEDIMENTOSPROCEDIMENTOS DEDE CÁLCULOCÁLCULO

1)1) CalcuCalcularlar aa resistênresistênciacia médiamédia dodo concretconcretoo àà comprcompressãessãoo aosaos 2828 diasdias ("f("f CJCJ "" parparaa jj == 2828)) emem funfunçãoção dada resresististêncênciaia carcaractacteríerístisticaca dodo conconcrecretoto (f(f CKCK )) ee ddoo ddeessvviioo ppaaddrrããoo ddee dosagemdosagem (S(S dd ),), atravésatravés dada seguinteseguinte expressão:expressão:

ff

CC2828

==ff

CKCK

++11,,6565

SS

dd

SegundoSegundo aa NBR-6118/80,NBR-6118/80, temostemos asas seguintesseguintes definiçõedefinições:s:

ff CKCK == resistênciaresistência característicacaracterística dodo concretoconcreto àà compresscompressãoão (em(em

MPa)MPa) ff C28C28 == resistênciaresistência médiamédia dodo concretoconcreto àà compressão,compressão, previprevistasta parapara aa idadeidade dede 2828 diasdias (em(em MPa)MPa)

InterpretaçãoInterpretação Estatística:Estatística:

MPa)MPa) InterpretaçãoInterpretação Estatística:Estatística: 50 50 % % 5 5 1,65. 1,65. S S d d ff

5050

%%

55

1,65.1,65.

SS dd

ff

11

INTEC)INTEC)

DOSAGEM

DOSAGEM

RACIONALRACIONAL DODO CONCRETOCONCRETO (ABCP(ABCP ACIACI DATECDATEC

ENG.ENG. CÉSARCÉSAR ZANCHIZANCHI DAHERDAHER // ENG.ENG. CESARCESAR HENRIQUEHENRIQUE SATOSATO DAHER.DAHER.

DOSAGEMDOSAGEM RACIONALRACIONAL DODO CONCRETOCONCRETO -- MÉTODOMÉTODO ACIACI ++ ABCPABCP ++ DATECDATEC ++ INTECINTEC

ACIACI :: AMERICANAMERICAN CONCRETECONCRETE INSTITUTEINSTITUTE ABCPABCP :: ASSOCIAÇÃOASSOCIAÇÃO BRASILEIRABRASILEIRA DEDE CIMENTOCIMENTO PORTLANDPORTLAND DATECDATEC :: DAHERDAHER TECNOLOGIATECNOLOGIA EMEM ENGENHARIAENGENHARIA LTDA.LTDA. INTECINTEC :: INSTITUTOINSTITUTO DEDE PESQUISAPESQUISA EE ASSESSORIAASSESSORIA TECNOLÓGICATECNOLÓGICA

DADA PONTIFÍCIAPONTIFÍCIA UNIVERSIDADEUNIVERSIDADE CATÓLICACATÓLICA DODO PARANÁ.PARANÁ.

NORMANORMA COMPLEMENTARCOMPLEMENTAR :: NBRNBR 12655/9612655/96 -- Preparo,Preparo, controlcontrolee ee recebimentorecebimento

dodo concretoconcreto

PROCEDIMENTOSPROCEDIMENTOS DEDE CÁLCULOCÁLCULO

1)1) CalcuCalcularlar aa resistênresistênciacia médiamédia dodo concretconcretoo àà comprcompressãessãoo aosaos 2828 diasdias ("f("f CJCJ "" parparaa jj == 2828)) emem funfunçãoção dada resresististêncênciaia carcaractacteríerístisticaca dodo conconcrecretoto (f(f CKCK )) ee ddoo ddeessvviioo ppaaddrrããoo ddee dosagemdosagem (S(S dd ),), atravésatravés dada seguinteseguinte expressão:expressão:

ff

CC2828

==ff

CKCK

++11,,6565

SS

dd

SegundoSegundo aa NBR-6118/80,NBR-6118/80, temostemos asas seguintesseguintes definiçõedefinições:s:

ff CKCK == resistênciaresistência característicacaracterística dodo concretoconcreto àà compresscompressãoão (em(em

MPa)MPa) ff C28C28 == resistênciaresistência médiamédia dodo concretoconcreto àà compressão,compressão, previprevistasta parapara aa idadeidade dede 2828 diasdias (em(em MPa)MPa)

InterpretaçãoInterpretação Estatística:Estatística:

MPa)MPa) InterpretaçãoInterpretação Estatística:Estatística: 50 50 % % 5 5 1,65. 1,65. S S d d ff

5050

%%

55

1,65.1,65.

SS dd

ff

11

INTEC)INTEC)

DOSAGEM

DOSAGEM

RACIONALRACIONAL DODO CONCRETOCONCRETO (ABCP(ABCP ACIACI DATECDATEC

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ff CKCK -- correspondecorresponde aoao "quantil""quantil" dede 55 %,%, ouou seja,seja, oo concrconcretoeto produzido,produzido, deverádeverá apresentarapresentar 95%95% dede suasua resistênciaresistência àà compressãocompressão aosaos 2828 diasdias acimaacima dodo ff CKCK

ff C28C28 -- oo conconcrecretoto proproduzduzidoido,, devdeveráerá aprapreseesentantarr sursuraa resiresistêstêncinciaa àà compressãocompressão médiamédia aosaos 2828 diasdias igualigual aoao ff C28C28 ee 45%45% dede suasua resistênciaresistência àà compressãocompressão aosaos 2828 dias,dias, compreendidacompreendida entreentre oo ff CKCK ee oo ff C28C28

1.11.1)) DetDetermerminainaçãoção ddoo dedesvisvioo papadrãdrãoo (S(S dd ))

ConcretoConcreto comcom desviodesvio padrãopadrão desconhecidodesconhecido

SegundoSegundo aa NBR-12655/96,NBR-12655/96, pode-sepode-se adotaradotar oo desviodesvio padpadrãorão dede acordoacordo comcom osos trêstrês tipostipos dede condiçõescondições dede preparopreparo dodo concreconcreto:to:

CONDIÇÃOCONDIÇÃO AA ((SS dd == 4,04,0 MPaMPa))

--

AplicávelAplicável aoao concretoconcreto dasdas classesclasses C10C10 àà C80C80 (( 1010 MPaMPa ≤≤ ff CKCK ≤≤ 8080 MPa);MPa);

--

CimentoCimento ee agregadosagregados medidosmedidos emem massa;massa;

--

ÁgÁguaua ddee amamasassasamemenntoto mmededididaa emem mmasassasa oouu vovolulumeme,, cocomm didispspososititivivoo dodosasadodorr ee cocorrrrigigididaa emem fufunçnçãoão dada umumididadadee dodoss agregados;agregados;

CONDIÇÃOCONDIÇÃO BB ((SS dd == 5,55,5 MPaMPa))

--

AplicávelAplicável aoao concretoconcreto dasdas classesclasses C10C10 àà C20,C20, (( 1010 MMPaPa ≤≤ ff CKCK ≤≤ 2020 MPa)MPa) quando:quando:

CimentoCimento medidomedido emem massa;massa; -- ÁguÁguaa dede amaamassamssamententoo medmedidaida emem volvolumeume,, comcom disdispospositiitivovo dosador;dosador;

--

AgregadosAgregados medidosmedidos emem volumevolume -- UmUmididadadee dodo agagreregagadodo mimiúdúdoo dedetetermrmininadadaa pepelolo memenonoss trtrêsês vezes,vezes, durantedurante oo serviçoserviço dodo mesmomesmo turnoturno dede concretaconcretagem;gem;

--

--

VolumeVolume dodo agregadoagregado miúdomiúdo corrigidocorrigido pelapela curvacurva dede inchamento.inchamento.

--

AplicávelAplicável aoao concretoconcreto dasdas classesclasses C10C10 àà C25C25 (( 1010 MPaMPa ≤≤ ff CKCK ≤≤ 2525 MPa)MPa) quando:quando:

CimentoCimento medidomedido emem massa;massa; -- ÁguÁguaa dede amaamassamssamententoo medmedidaida emem volvolumeume,, comcom disdispospositiitivovo dosador;dosador;

--

-- AgregadosAgregados medidosmedidos emem massamassa combinadacombinada comcom volumevolume **

** nono casocaso dede massamassa combinadacombinada comcom volume,volume, permitidopermitido somentesomente parapara concretosconcretos dada classeclasse C25,C25, entende-entende- sese queque oo cimentocimento sejaseja sempresempre medidomedido emem massamassa ee queque oo canteirocanteiro devadeva dispordispor dede meiosmeios parapara medirmedir aa umidadeumidade dada areiaareia ee efetuarefetuar asas correçõescorreções necessáriasnecessárias,, alémalém dede balançasbalanças comcom capacidadecapacidade ee precisãoprecisão aferidas,aferidas, dede modomodo aa permitirpermitir aa rápidarápida ee práticaprática conconversãoversão dede massamassa parapara volumevolume dede agregados,agregados, sempresempre queque forfor necessárionecessário ouou quandoquando oo responsávelresponsável técnicotécnico pelapela obraobra oo exigir.exigir.

INTEC)INTEC)

DOSAGEM

DOSAGEM

RACIONALRACIONAL DODO CONCRETOCONCRETO (ABCP(ABCP ACIACI DATECDATEC

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CONDIÇÃOCONDIÇÃO CC ((SS dd == 7,07,0 MPaMPa))

--

AplicávelAplicável aoao concretoconcreto dasdas classesclasses C10C10 àà C15C15 (( 1010 MPaMPa ≤≤ ff CKCK ≤≤ 1515 MPa);MPa);

--

CimentoCimento medidomedido emem massa;massa;

--

AgregadosAgregados medidosmedidos emem volume;volume;

--

ÁguaÁgua medidamedida emem volumevolume ee corrigidacorrigida emem funçãofunção dada estiestimativamativa dede umidadeumidade dosdos agregadosagregados ee dada determinaçãodeterminação dada consistêconsistênciancia dodo concretoconcreto segundosegundo aa NBRNBR 7223.7223.

INTEC)

DOSAGEM

RACIONAL DO CONCRETO (ABCP – ACI – DATEC –

ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

Concreto com desvio padrão conhecido

- concreto elaborado com os mesmos materiais

- mediante equipamentos similares e condições equivalentes

Segundo a NBR 12655/96, pode-se adotar o desvio padrão igual ao obtido com o resultado de no mínimo 20 exemplares (20 pares de corpos de prova) moldados e rompidos consecutivamente em um intervalo de 30 dias, em período imediatamente inferior. Cálculo do desvio padrão:

S

d

=

(f CI

n

f

)

C

1

onde: f CI = resistência individual de cada exemplar (maior resistência do par de C.P.s);

f

C = resistência média dos exemplares

n = número de exemplares

Observação: segundo a NBR 12655/96 : S d

Método ACI 214/86

segundo a NBR 12655/96 : S d • Método ACI 214/86 2 MPa Condição S d

2 MPa

Condição

S d

Condição

2,8 MPa a 3,5

A

MPa

Condição

3,5 MPa a 4,6

B

MPa

Condição

4,2 MPa a 4,9

C

MPa

2) Determinar a consistência do concreto em função do(s) elemento(s) estrutural(is) à ser(em) concretado(s) e do tipo de transporte do mesmo durante a concretagem

Elemento Estrutural

Abatimento

(mm)

Fundações armadas, paredes e pisos

 

50 à 120

Fundações

maciças

e

infra-estrutura

de

30 à 100

muros Lajes, pilares, vigas e muros Concreto Massa

50 à 150 < 60

Tipo do Concreto

Abatimento

INTEC)

DOSAGEM

RACIONAL DO CONCRETO (ABCP – ACI – DATEC –

ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

Bombeável

Convencional

(mm)

80 à 100

60 à

80

INTEC)

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ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

Tolerâncias admitidas para a consistência do concreto através do abatimento do tronco de cone (NBR-7223/92)

Abatimento

Consistência

Tolerância

(mm)

(mm)

0 à 20

Seca

± 5

30

à 50

Rapidamente

± 10

 

Plástica

60

à 90

Plástica

± 10

100 à 150

Fluida

± 20

160

Líquida

± 30

3) Determinar o diâmetro máximo do agregado graúdo à ser adotado na dosagem

A escolha é feita tendo em vista as limitações dos elementos geométricos das estruturas. Com muito "Bom Senso", deve-se procurar o maior tamanho possível do agregado (resultando em menor superfície específica).

D MÁX.

 1 4   1 3
1 4
1 3

damenordimensãoentrefacesdeforma

daespessuradalaje

≤ 


1,2xespaçamento verticalentreasarmaduras

0,8xespaçamentohorizontalentreasarmadu

 1 4
1
4

 

dodiâmetrodatubulaçãodebombeameno

4) Ensaiar os materiais disponíveis para a composição do concreto, determinando-se as seguintes características:

Cimento : resistência média à compressão aos 28 dias (f C ) e

massa específica ( )
massa específica (
)

Agregado Miúdo: massa específica (

),
),

peso unitário solto

(PUS), diâmetro máximo (D MÁX. ) e módulo de finura (MF)

Agregado(s) Graúdo(s) : massa específica (

solto (PUS), peso unitá-

), peso unitário

INTEC)

DOSAGEM

RACIONAL DO CONCRETO (ABCP – ACI – DATEC –

ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

rio compactado (PUC),diâmetro máximo (D MÁX. ) e módulo de finura (MF)

INTEC)

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Sugere-se a montagem da seguinte tabela prática:

Materia

f

C

Materia f C PUS PUC D MÁX. MF

PUS

PUC

D MÁX.

MF

l

 

Ciment

NBR

o

7215

Agrega

do

-

Miúdo

Agrega

do

Graúdo

-

do tipo

"A"

Agrega

do

Graúdo

-

do tipo

"B"

(kg/dm 3

(kg/dm 3

(kg/dm 3

(mm)

)

)

)

NBR

-

-

-

-

6474

NBR

NBR

NBR

NBR

 

-

9776

7251

7217

7217

NBR

NBR

NBR

NBR

NBR

9937

7251

7810

7217

7217

NBR

NBR

NBR

NBR

NBR

9937

7251

7810

7217

7217

Obs. : - devemos realizar ainda os seguintes ensaios, para sabermos se estes materiais estão ou não qualificados para compor o concreto:

- Impurezas Orgânicas (NBR 7220);

- Teor de Argila em Torrões (NBR 7218);

- Teor de Materiais Pulverulentos (NBR 7219);

5) Fixar o consumo de água inicial (C AI ) e a porcentagem de ar

incorporado [

inicial (C A I ) e a porcentagem de ar incorporado [ (%)] em função da

(%)] em função da consistência do concreto e

da dimensão máxima do agregado graúdo.

Consistên

 

Consumo de água inicial (C AI - kg/m 3 )

 

cia Abatimen

Dimensão Máxima do Agregado Graúdo (mm)

to (mm)

6,3

9,5

12,5

19,0

25,0

32,0

38,0

50,0

76,0

20 a 40

220

215

195

190

185

180

175

160

150

40 a 60

230

220

200

195

190

185

180

165

155

60 a 80

235

225

215

200

195

190

185

170

160

80 a 100

240

230

220

205

200

195

190

180

170

100 a 120

250

235

225

210

205

200

195

185

175

120 a 140

260

240

230

215

210

205

200

190

180

(%) 3,5 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 1,0 0,5 0,3

(%)

3,5

3,0

2,5

2,0

1,5

1,0

1,0

0,5

0,3

INTEC)

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6) Determinar o fator água cimento (a/c) em função das resistências do cimento (f C ) e da resistência média à compressão do concreto aos 28 dias (f C28 )

"A resistência de um concreto convencional à compressão é praticamente equivalente à resistência da pasta que o compõe. Desta forma o fator água cimento é o fator preponderante para se obter a resistência do concreto à compressão”. (Lei de Abrams)

INTEC)

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Podemos obter o fator a/c do ábaco 6.1., seguinte relação:

a/c

=

log

 

   fc

A

28

logB

ou então através da

Onde A e B são coeficientes que dependem da resistência do cimento à compressão aos 28 dias (f 28 ).

Valores de A e B, segundo a resistência do cimento à compressão aos 28 dias (f 28 )

A

f 28

B

23

75,365

15,249

26

85,408

15,375

29

95,348

15,730

32

106,447

15,906

35

116,197

16,000

38

124,677

15,646

41

134,983

15,395

44

146,376

15,803

47

154,434

15,382

6.1.) Valores limites do fator a/c

a/c

0,65parapeçasprotegidasesemriscodecondensaçãodaumidade;

  0,55parapeçasexpostasaintempéries,ematmosferaurbanaourural;

  0,48parapeçasexpostasaintempéries,ematmosferaindustrialoumarinh

7) Determinar o consumo de cimento por m 3 de concreto

(C CIMENTO )

O consumo de cimento corresponde a quantidade de cimento necessária para produzir 1,0(um) metro cúbico de concreto. É um dos fatores determinantes no custo do concreto.

Obtemos este consumo inicialmente através da relação:

INTEC)

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C CIMENTO =

C AI

a/ c

(em kg/m 3 )

INTEC)

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8) Determinar o consumo de agregado graúdo por m 3 de concreto (C GRAÚDO )

Analogamente, o consumo de agregado graúdo corresponde a quantidade de agregado graúdo necessária para produzir 1,0(um) metro cúbico de concreto. Determina-se em primeiro lugar, o volume de agregado graúdo compactado seco por metro cúbico de concreto. Este valor é função exclusiva do diâmetro máximo do agregado graúdo utilizado e do módulo de finura do agregado miúdo empregado. As relações apresentadas à seguir foram obtidas com base em vários experimentos realizados na ABCP (ET-97), com base nos trabalhos desenvolvidas pelo ACI (ACI 211.1-91/94) e pelo PCI da África do Sul .

As relações que determinam o volume de agregado graúdo compactado seco (V AG ) por metro cúbico de concreto em função do módulo de finura do agregado miúdo empregado, são as seguintes:

Diâmetro máximo do agregado graúdo (mm)

9,5

12,5

19,0

25,0

32,0

38,0

Volume de agregado graúdo em estado compactado seco por m 3 de concreto (dm 3 )

825 - 100.MF agregado miúdo 888 - 100.MF agregado miúdo 950 - 100.MF agregado miúdo 975 - 100.MF agregado miúdo 1000 - 100.MF agregado miúdo 1025 - 100.MF agregado miúdo

Determinado o volume de agregado graúdo em estado compactado seco por m 3 de concreto, devemos então proporcionar este volume (no caso de utilização de 02 tipos de agregados graúdos), entre os agregados graúdos utilizados. Esta proporção é feita da seguinte maneira:

Britas Utilizadas Brita 0 e Brita 1

Entre as demais britas

Proporção à ser adotada

30% de Brita 0 e 70% de Brita

1

50% e 50%

Quando da utilização de outros tipos de agregados graúdos, um critério admissível é realizar mesclas destes agregados em laboratório, de forma a encontrar aquela que conduz ao menor volume de vazios, ou seja, aquela que apresente a máxima massa unitária, em estado compactado. Então, teremos : V AGA = % BA x V AG

V AGB = % BB x V AG

INTEC)

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Onde: V AG = volume total de agregado graúdo em estado compactado seco por m 3 de concreto; V AGA = volume de agregado graúdo do tipo "A" , em estado compactado seco por m 3 de concreto; % BA = proporção de mistura do agregado graúdo do tipo "A" ; V AGB = volume de agregado graúdo do tipo "B", em estado compactado seco por m 3 de concreto; % BB = proporção de mistura do agregado graúdo do tipo "B"; Por fim, obtemos o consumo de cada tipo de agregado graúdo, multiplicando-se o seu volume compactado em estado seco, pelo seu peso unitário em estado compactado, ou seja: C GA = PUC GA x V AGA (kg/m 3 ) e C GB = PUC GB x V AGB (kg/m 3 ).

Tem-se ainda o consumo de agregado graúdo por m 3 de concreto:

C GRAÚDO = C GA + C GB .

9)

Determinar o consumo de agregado miúdo por m 3 de concreto (C MIÚDO )

Uma vez conhecidos os consumos de todos os demais componentes do concreto, se transformarmos estes em volume absoluto, teremos os insumos de materiais componentes que constituem 1 (um) metro cúbico de concreto. Se descontarmos de um metro cúbico a somatória destes insumos ( incluindo o ar incorporado), o resultado será o equivalente ao volume ocupado pelo agregado miúdo (V MIÚDO ).

Então, em volumes absolutos, temos :

- Cimento :

V

CIMENTO

=

C (dm )

CIMENTO

3

γ CIMENTO

- Agregado graúdo do tipo "A" :

V

GRAÚDOA

- Agregado graúdo do tipo "B" :

V

GRAÚDO B

- Água* : V ÀGUA = C AI (dm 3 )

C

= (dm )

G A

3

γ GRAÚDOA

C

= (dm )

G B

3

γ

GRAÚDOB

INTEC)

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- Ar incorporado:

V

AR INCORP,

=

ν

(%)

1000.

100

=

10. (%

ν

* considerando-se γ ÁGUA 1,0 kg/dm 3

Desta forma, obtemos:

V MIÚDO (dm 3 ) = 1000 - (V CIMENTO + V GRAÚDO A +
V MIÚDO (dm 3 ) = 1000 - (V CIMENTO + V GRAÚDO A + V GRAÚDO B + V ÁGUA
+ V AR INCORP. )
E portanto :
3
C
V
x
(kg/m )
=
γ
MIÚDO
MIÚDO
MIÚDO

INTEC)

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Tabela Prática:

Materiais Cimento Água Ar incorporado Graúdo A Graúdo B Soma

Miúdo

Soma Final

Massas(kg)

C CIMENTO

C AI

0

C GA

C GB

Massa

Parcial

C MIÚDO

Massa do Concreto /

m 3

Cálculos

Volumes (dm 3 )

C CIMENTO /

C C I M E N T O /

CIMENTO

V CIMENTO

C AI / 1,0

V ÁGUA

10 x

10 x (%)

(%)

V AR INCORP.

C GA /

GRAÚDO A

GRAÚDO A

V GRAÚDO A

C GB /

GRAÚDO B

GRAÚDO B

V GRAÚDO B

V MIÚDO x

/ GRAÚDO B V GRAÚDO B V M I Ú D O x MIÚDO Volume Parcial

MIÚDO

Volume Parcial

GRAÚDO B V M I Ú D O x MIÚDO Volume Parcial 1000 – Volume Parcial

1000 – Volume Parcial =

V MIÚDO

Volume Final do Concreto que

É SEMPRE IGUAL A 1000

dm 3

= 1 m 3

10)

Determinar traço unitário em “peso*” seco (TUPS) inicial

* massa, define-se peso devido a facilidade de interpretação por parte dos funcionários envolvidos nas obras civis.

Onde:

a'

=

C

MIÚDO

C CIMENTO

TUPS INICIAL = 1 : a' : g' A : g' B :

kgdecimento

kgdeagregadomiúdo

g'

g'

A

B

=

=

C

GA

C

GA

C

GB

C

GB

kgdeagregadograúdodotipo"A"

     kgdeagregadograúdodotipo"A"    kgdeciment   

kgdeciment

kgdeagregadograúdodotipo"B"

kgdeciment

a/ c fatorágua/cimento

=

11)

Determinação do Consumo Teórico de Cimento Inicial

(CT' CIMENTO )

Determinado o TUPS inicial, deve-se então proceder o recalculo do consumo de cimento, uma vez que este poderá diferir do consumo obtido anteriormente devido aos arredondamentos utilizados.

15

INTEC)

DOSAGEM

RACIONAL DO CONCRETO (ABCP – ACI – DATEC –

ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

1 a' 1000 10. (%) g' − ν 3 (emkg/m deconcret g' + + A
1
a'
1000 10. (%)
g'
ν
3
(emkg/m deconcret
g'
+
+
A
+
B
+ a/c
γ CIMENTO
γ MIÚDO
γ GRAÚDO A
γ GRAÚDO B

CT'

CIMENTO

=

12)

Verificações adicionais

a) Teor de argamassa

   

a.1) Úmida (

a.1) Úmida ( ')

')

   
 

1

+ +

a'

a/ c

'

α=

1

+ +

a'

g'

A

g'

+

B

a/ c

+

 

1

+ +

a' a/ c

'(%)

α

=

.10

 

1

+ + + +

A

B

a' g'

g'

a/ c

a.2) Seca (

a.2) Seca (
 

ou

em

porcentagem

:

α=

1

1

+ a'

+ + +

A

a' g'

g'

B

ou em porcentagem :

1 + a' α = (%) .10 1 + + + a' g' g' A
1
+ a'
α =
(%)
.10
1
+ + +
a' g'
g'
A
B

b) Porcentagem de cimento

%Cimento

=

1

100

+ + +

A

a' g'

g'

B

c) Porcentagem de agregado miúdo

%Miúdo

=

1

a'

a' g'

+ + +

A

g'

B

.10

c) Porcentagem de agregado graúdo

g' + g' A B %Graúdo .10 = 1 a g' g' + + +
g'
+ g'
A
B
%Graúdo
.10
=
1
a
g'
g'
+ +
+
A
B

d) Rodar o traço experimental para avaliar a argamassa e a quantidade de água

Ver anexo.

INTEC)

DOSAGEM

RACIONAL DO CONCRETO (ABCP – ACI – DATEC –

ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

Avaliação da argamassa

a) com a betoneira desligada, retirar todo o material aderido na superfície interna. b) Com uma colher de pedreiro:

INTEC)

DOSAGEM

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ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

b.1.) Trazer todo o material para a região inferior da cuba da betoneira; b.2.) Alisar a superfície do concreto; b.3.) Introduzir a colher de pedreiro dentro da massa e levantá-la no sentido vertical; b.4.) Verificar se a superfície exposta apresenta vazios, o que indica a falta de argamassa; b.5.) Introduzir novamente a colher de pedreiro e retirar sobre ela um pouco de concreto, observando-se a ocorrência ou não de desprendimento de agregado graúdo da massa, o que também indica a falta de argamassa; b.6.) Em seguida soltar esta quantidade de concreto da colher de pedreiro à uma altura próxima da parte superior interna da betoneira, verificando se esta amostra cai de modo compacto e homogêneo ou não, indicando assim se o concreto está ou não bem argamassado.

Correção da água

Executar o ensaio de abatimento (slump-test). Se o resultado diferir do abatimento requerido, significa que existe deficiência de água.

Uma vez percebida a deficiência de água, adicionar mais água de forma à se obter o abatimento desejado. Deve-se observar que toda vez que for adicionada água deve-se adicionar também uma quantidade equivalente de cimento de maneira à se manter o fator água/cimento.

Experimentalmente, a determinação exata do consumo de água é bastante simples e pode ser obtida através de 2 ou 3 tentativas.

A quantidade de cimento à ser adicionada em função do acréscimo de água é dada por:

ÁGUA

a/ c

CIMENTO

=

INTEC)

DOSAGEM

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ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

13)

Calcular

definitivos

o

TUPS

e

o

Consumo

Teórico

de

Cimento

O

TUPS final será obtido após terem sido feitas as correções finais.

E

poderá ser calculado, da seguinte maneira:

No concreto rodado, para a avaliação do abatimento, foram utilizados os seguintes pesos de materiais:

P CIMENTO = volume de concreto à ser produzido.CT CIMENTO ;

P MIÚDO SECO = a'. P CIMENTO ; P GRAÚDO A = g' A . P CIMENTO ; P GRAÚDO B = g' B . P CIMENTO ; P ÁGUA = a/c. P CIMENTO .

INTEC)

DOSAGEM

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Uma vez corrigidas as quantidades de água e cimento, teremos:

P

CIMENTO

+∆

CIMENTO

P

CIMENTO

+∆

CIMENTO

:

P

MIÚDO SECO

P

CIMENTO

+∆

CIMENTO

:

P

GRAÚDOA

P

CIMENTO

+∆

CIMENTO

TUPS FINAL = 1 : a : g A : g B : a/c

:

P

GRAÚDOB

P

CIMENTO

+∆

CIMENTO

:

P

ÁGUA

+∆

ÁGUA

P

CIMENTO

+∆

CIMENT

E o consumo teórico de cimento final, será dado então por:

1 a 1000 10. (%) g − ν 3 (emkg/m deconcret g + + A
1
a
1000 10. (%)
g
ν
3
(emkg/m deconcret
g
+
+
A
+
B
+ a/c
γ
CIMENTO
γ MIÚDO
γ GRAÚDOA
γ GRAÚDO B

CT

CIMENTO,FINAL

=

14)

Cálculo das quantidades de materiais, para um saco de cimento (50 kg):

Cimento: 1 saco = 50 kg

Agregado Miúdo Úmido

Em peso:

P

MIÚDO ÚMIDO

= 50.a.

100 h(%)

+

100

(kg

Em volume solto:

V MIÚDO ÚMIDO =

P MIÚDO ÚMIDO

PUS

MIÚDO

3

(dm )

Agregado Graúdo do Tipo A

Em peso:

Em volume solto:

= 50.g A 3 (dm ) 50.g (kg P GRAÚDO A A V GRAÚDOA =
=
50.g
A
3
(dm )
50.g (kg
P GRAÚDO A
A
V GRAÚDOA =
PUS
GRAÚDO A
Agregado Graúdo do Tipo B

Em peso:

P GRAÚDO B

=

50.g (kg)

B

Água:

 h(%)  = 50.a/ c 50.a. − (litro V ÁGUA    100
h(%)
=
50.a/ c 50.a.
(litro
V ÁGUA
100 

Em volume:

V GRAÚDO A =

50.g

B

PUS

GRAÚDOB

3

(dm )

umidade

porcentagem) - h(%) = 6% (valor médio das areias de Curitiba e Região Metropolitana)

Obs.:-

h(%)

teor

de

do

agregado

miúdo

=

(em

20

INTEC)

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15)

Determinação das dimensões das padiolas, para um saco de cimento (50 kg)

As padiolas serão de formato prismáticos, de base 40 cm (comprimento*), 35 cm (largura*) e altura* à ser determinada, sendo que esta não poderá ultrapassar 30 cm.

* dimensões internas.

h=? ≤ 30c 35 cm m 40 cm
h=?
≤ 30c
35 cm
m
40 cm

Padiola(s) de agregado miúdo úmido:

Altura base da padiola (h' MIÚDO ) :

h'

MIÚDO =

V MIÚDO

14

.10(cm

Altura final da padiola (h MIÚDO ):

seh'

MIÚDO

30cm h

MIÚDO

=

seh'

MIÚDO

>

30

númerodepadiolas(n

MIÚDO

h MIÚDO

=

h' MIÚDO

n

MIÚDO

)

h MIÚDO :

h'

MIÚDO

=

h'

MIÚDO

30

o

(arredondarp/cimaep/n. inteir

INTEC)

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Padiola(s) de agregado graúdo do tipo A:

Altura base da padiola (h' GRAÚDO A ) :

h'

GRAÚDOA =

V GRAÚDOA

14

.10(cm

Altura final da padiola (h GRAÚDO A ):

h GRAÚDO A :

seh'

GRAÚDO A

30cm h

GRAÚDO A

seh'

GRAÚDO A

>

30

númerodepadiolas(n )

GRAÚDO A

h

GRAÚDO A

=

h'

GRAÚDOA

n

GRAÚDO A

=

h'

GRAÚDOA

=

h'

GRAÚDOA

30

o

(arredondarp/n. inteir

Padiola(s) de agregado graúdo do tipo B:

Altura base da padiola (h' GRAÚDO B ) :

h'

GRAÚDOB =

V GRAÚDOB

14

.10(cm

Altura final da padiola (h GRAÚDO B ):


h GRAÚDO B :

seh'

GRAÚDOB

≤ ⇒

30cm h

GRAÚDOB

seh'

GRAÚDOB

>

30

númerodepadiolas(n

GRAÚDOB

h GRAÚDO A

h' GRAÚDOB

=

n

GRAÚDOB

)

=

h'

GRAÚDOB

=

h'

GRAÚDOB

30

o

(arredondarp/n. inteir

Pode-se ainda determinar o número de sacos de cimento de 50 kg (N) para produzir 1 m 3 de concreto, dado por:

N

=

CT

CIMENTO

50

INTEC)

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Tabela Prática:

Altura Massa Massa Úmida Volume Solto Inicial da Número de Material Seca MH (kg) VS
Altura
Massa
Massa Úmida
Volume Solto
Inicial da
Número de
Material
Seca
MH (kg)
VS (dm 3 )
Padiola
padiolas (N*)
MS (kg)
h’ (cm)
MH
100 h(
VS
h'
Agregad
+
VS
=
A
A
MS A = 50.a
MH A
A h'
.1
=
A
A =
N A =
o Miúdo
PUS
100
14
30
MIÚDO
Agregad
MS
VS
h'
o
MS GA =
50.g A
VS
=
GA
GA
GA
h'
.
N
GA
Graúdo
PUS
GA =
GA =
14
30
GRAÚD
“A”
Agregad
MS
VS
h'
o
MS GB =
50.g B
VS =
GB
GA
h'
.
N
GB
GB
Graúdo
PUS
GA =
GB =
14
30
GRAÚD
“B”

Em resumo:

Material Altura Inicial da Padiola h' (cm) Número de padiolas (N*) Altura Final da Padiola
Material
Altura Inicial da
Padiola
h' (cm)
Número de
padiolas (N*)
Altura Final
da
Padiola
h (cm)
Volume Total
Solto de
Material
VTS** (litros)
Agregado M
5.a.100 h(%)
[
+
]
h'
h'
i
h'
A h
A
A =
N A =
= VTS A =1,4.h A
A
ú
14.PUS
30
N
MIÚDO
A
d
o
500.g
h'
h'
Agregado
Graúdo “A”
h'
=
GA
A N
h
GA
= VTS GA =1,4.h GA
GA
GA =
GA
14.PUS
30
N
GRAÚDO "A"
GA
500.g
h'
h'
Agregado
Graúdo “B”
h'
=
GB
B N
GB
h
= VTS GB =1,4.h GB
GB
14.PUS
GB =
GB
30
N
GRAÚDO "B
GB

E o volume de água** é dado por:

 h(%)  = 50. a/ c −a . (litro V ÁGUA   
h(%)
=
50. a/ c
−a
.
(litro
V ÁGUA
100 

Onde: h(%) = teor de umidade do material em porcentagem.

* arredondar para cima e para número inteiro.

** para atender ao TUPS, quando da utilização de 01 saco de cimento de 50 kg.

Tabela prática para utilização na obra:

Cimento Agregado Miúdo

01 saco

N A ( 35 x 40 x h A )

cm

50 kg VTS A litros

INTEC)

DOSAGEM

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ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

Agregado Graúdo “A” Agregado Graúdo “B” Água

N GA ( 35 x 40 x h GA )

cm

N GB ( 35 x 40 x h GB )

cm

VTS GA litros

VTS GB litros

V ÁGUA litros

INTEC)

DOSAGEM

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16)

Fatores que influem na resistência final do concreto:

a) Materiais

Material

Cimento - Variação da sua resistência

± 12%

Efeito Máximo

Água - Variação da quantidade adicionada

± 15%

Agregados (principalmente o miúdo)

±

8%

b) Mão-de-obra

Tempo e procedimento da mistura

-

30%

c)

Equipamentos

Balanças não aferidas

- 15%

d)

Ensaio de Controle

Coleta Imprecisa

50%

- 10%

Adensamento Inadequado

-

Cura do corpo de prova

± 10%

Mau remate do topo do corpo de prova 30% (côncavo)

-

-

50%

(convexo) Velocidade de aplicação do carregamento ± 5%

INTEC)

DOSAGEM

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ANEXO:

DOSAGEM EXPERIMENTAL DE LABORATÓRIO DETERMINAÇÃO DAS QUANTIDADES DE MATERIAIS E EXECUÇÃO DO TRAÇO

DAS QUANTIDADES DE MATERIAIS E EXECUÇÃO DO TRAÇO Quando da realização da dosagem experimental de

Quando da realização da dosagem experimental de laboratório, deve- se visar a verificação dos seguintes parâmetros:

- teor de argamassa;

- quantidade de água para se obter o abatimento desejado;

- resistência do concreto dosado.

Portanto devemos calcular a quantidade de concreto necessária para:

- Moldar "n CPC " corpos de prova cilíndricos, sejam eles de 10 cm x 20 cm, 15 cm x 30 cm ou superior, de acordo com a NBR 5738.

- Moldar "n CPP " corpos de prova prismáticos, no caso de avaliação de resistência à tração na flexão, de acordo com a NBR 5738;

- Preencher o volume equivalente à um tronco de cone para a realização do ensaio de abatimento ("slump test"), de acordo com a NBR 7223.

Desta forma, teremos os seguintes volumes:

Tronco de cone:

V

TC

=

30.

π

3

.

5

2

+

2

10

+

5.10

6

10

0,005498m

3

Corpos de prova cilíndricos:

V

CPC

=

π .D

2

6

4.10

3

.h(m )

; onde: D = diâmetro do corpo de prova (em cm); h

= altura do corpo de prova (em cm)

10

Para corpos

de

prova

V

10x20

CPC

=

π

2

.10

6

4.10

.20 V

10x20

CPC

3

0,001571m

Para

V

15x30

CPC

=

corpos

de

π

2

.15

6

4.10

.30 V

prova

15

15x30

CPC

0,00530m

3

cm

x

20

cm,

temos:

cm

x

30

cm,

temos:

* pela NBR-5738/94 o diâmetro do corpo de prova cilíndrico deverá ser maior ou igual a 3 vezes o diâmetro máximo do agregado graúdo. Desta forma só poderão ser moldados corpos de prova cilíndricos de

INTEC)

DOSAGEM

RACIONAL DO CONCRETO (ABCP – ACI – DATEC –

ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

10 cm x 20 cm para concretos que apresentem agregados graúdos com diâmetro máximo menor ou igual a 32 mm. E corpos de prova 15 cm x 30 cm para concretos que apresentem agregados graúdos com diâmetro máximo menor ou igual à 50 mm.

INTEC)

DOSAGEM

RACIONAL DO CONCRETO (ABCP – ACI – DATEC –

ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

Corpos de prova prismáticos:

c.b.h

6

10

; onde c = comprimento do corpo de prova (em cm);

b = largura do corpo de prova (em cm); altura do corpo de prova (em cm).

Para corpos

V

3

(m )

CPP =

de

prova

15

cm

x

15

cm

x

50

cm,

temos:

V

50x15x15

CPP

50.15.15

=

6

10

=

3

0,01125m

Desta forma o volume de concreto (Vp) à ser produzido no laboratório para estas verificações será igual á:

Vp (V n .V n .V ).1,10* = + + TC CPC CPC CPP CPP
Vp
(V
n
.V
n
.V
).1,10*
=
+
+
TC
CPC
CPC
CPP
CPP

* acréscimo de 10% devido à perdas.

Conhecendo-se o TUPS INICIAL , o consumo de cimento teórico inicial e o volume de concreto à ser produzido, teremos às seguintes quantidades de materiais à serem misturados:

Cimento P CIMENTO = Vp.CT' CIMENTO (em kg) Agregado Miúdo Seco P MIÚDO SECO = P CIMENTO .a' (em kg) Agregado Graúdo do tipo A P GRAÚDO A = P CIMENTO .g' A (em kg) Agregado Graúdo do tipo B P GRAÚDO B = P CIMENTO .g' B (em kg) Água P ÁGUA = P CIMENTO .a/c (em kg) = V ÁGUA (em litros)

*Deve-se observar que o agregado miúdo, geralmente encontra-se úmido, desta forma devemos promover à correção dos pesos de agregado miúdo e de água.

O teor de umidade (h), em porcentagem, de um agregado é dado por:

h(%)=

Pesodeamostraúmida- Pesodeamostraseca .10 Pesodeamostraseca

Conhecendo-se h(%), podemos então determinar as quantidades corretas de agregado miúdo úmido e de água à serem misturados:

INTEC)

DOSAGEM

RACIONAL DO CONCRETO (ABCP – ACI – DATEC –

ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

Agregado Miúdo Úmido Água

P ÁGUA CORRIGIDO =

P

CIMENTO

.a/c P

P

MIÚDO ÚMIDO

=

P

MIÚDO SECO

.

100 h(%) (emkg

+

100

MIÚDO SECO

h(%) (emkg) V

100

=

ÁGUA CORRIGIDO

(emlitros

INTEC)

DOSAGEM

RACIONAL DO CONCRETO (ABCP – ACI – DATEC –

ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

Rodar o traço experimental da seguinte maneira:

Imprimar a betoneira com água, brita e areia. Em seguida excluir todo o material da betoneira.

Colocar os componentes do concreto na betoneira, respeitando-se à seguinte seqüência:

1/2 da água

1/2 do agregado graúdo

todo o agregado miúdo

todo o cimento

o restante do agregado graúdo

o restante da água é colocado lentamente, para se observar a aparência do concreto.

Deve-se agitar o material no interior da betoneira por um tempo mínimo de 03 minutos. O tempo ideal é de 05 minutos.

DOSAGEM

RACIONAL DO CONCRETO (ABCP – ACI – DATEC – INTEC)

ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

Exercício Proposto

Características de dosagem:

1. Resistência característica do concreto à compressão:

f ck = 25,0 MPa.

2. Desvio padrão adotado:

sd = 3,0 MPa.

3. Resistência média do concreto aos 28 dias de idade:

f c28 = f ck + 1,65. sd =

+ 1,65

=

4. Abatimento Requerido:

Slump = 90 mm ± 10 mm.

MPa. (1 casa decimal)

5. Características dos materiais empregados

Material fc Massa Peso Peso Unitário Módul Diâmet MPa Específic Unitário Compactado o de ro
Material
fc
Massa
Peso
Peso Unitário
Módul
Diâmet
MPa
Específic
Unitário
Compactado
o de
ro
a (
)
Solto (PUS)
(PUC)
finura
Máxim
kg/dm 3
kg/dm 3
kg/dm 3
o
(mm)
Cimento:
47
3,14
CPV-ARI
Agregado
Miúdo:
2,58
1,45
3,06
6,3
Areia
Agregado
Graúdo:
2,73
1,41
1,46
7,69
25
Brita 2

DOSAGEM

RACIONAL DO CONCRETO (ABCP – ACI – DATEC – INTEC)

ENG. CÉSAR ZANCHI DAHER / ENG. CESAR HENRIQUE SATO DAHER.

6. Determinação do diâmetro máximo à ser empregado

Menor dimensão entre faces de formas (MFF)= 100 mm Menor espessura de laje (EL) = 120 mm Menor espaçamento vertical entre barras das armaduras (EV) = 150 mm Menor espaçamento horizontal entre barras das armaduras (EH) = 200 mm Menor diâmetro da tubulação de bombeamento (DT) = 150 mm

1/4

.

MFF