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Reações Químicas – Equilíbrio Van Ness Cap 13
Reações Químicas – Equilíbrio
Van Ness
Cap 13
Reações Químicas – Equilíbrio Van Ness Cap 13
Reações Químicas – Equilíbrio Van Ness Cap 13
Reações Químicas – Equilíbrio Van Ness Cap 13
Reações Químicas – Equilíbrio Van Ness Cap 13
Notação RQ Considere a RQ O número em frente às fórmulas são os coeficientes estequiométricos,
Notação RQ
Considere a RQ
O número em frente às fórmulas são os
coeficientes estequiométricos,  i
Por convenção, para os produtos é positivo (o
que está à direita) e para os reagentes é
negativo (o que está à esquerda) e para inerte
é zero. Então, 
=  H2 =-1 and  HCl =2 Para
Cl2,
uma reação química simples:
à esquerda) e para inerte é zero. Então,  =  H2 =-1 and  HCl
à esquerda) e para inerte é zero. Então,  =  H2 =-1 and  HCl
A coordenada da reação Considere a RQ d n d n d n 1 2
A coordenada da reação Considere a RQ d n d n d n 1 2
A coordenada da reação Considere a RQ d n d n d n 1 2
A coordenada da reação
A coordenada da reação
Considere a RQ
Considere a RQ
A coordenada da reação Considere a RQ d n d n d n 1 2 i
d n d n d n 1 2 i  d    
d n
d n
d n
1
2
i
 d
1
2
i
d n
 
d
i
i
n
n

i
i o
i
n
n
o


1

A

1

2

A

2

3

A

3

3

A

3

 é chamada coordenada de reação (grau de reação, extensão de reação…) o que caracteriza
 é chamada coordenada de reação (grau
de reação, extensão de reação…) o que
caracteriza a extensão da reação que
ocorre.
de reação (grau de reação, extensão de reação…) o que caracteriza a extensão da reação que
Considere uma simples fase e uma reação química. A energia livre de Gibbs é representada
Considere uma simples fase e uma reação química. A energia livre de Gibbs é representada
Considere uma simples fase e uma reação química. A
energia livre de Gibbs é representada por
química. A energia livre de Gibbs é representada por Note que  d n  
Note que 
Note que
d n   d i i t   G  we want to
d n
 d
i
i
t
  G 
we want to find 
 0
 n
i 
T P
,
Mas 
Mas
d n   d i i t   G  we want to find
d n   d i i t   G  we want to find
A constante T & P :  Para encontrar o mínimo precisa-se encontrar  A
A constante T & P :
Para encontrar o mínimo precisa-se encontrar
A condição para o equilíbrio químico
T & P :  Para encontrar o mínimo precisa-se encontrar  A condição para o
T & P :  Para encontrar o mínimo precisa-se encontrar  A condição para o
T & P :  Para encontrar o mínimo precisa-se encontrar  A condição para o
T & P :  Para encontrar o mínimo precisa-se encontrar  A condição para o
T & P :  Para encontrar o mínimo precisa-se encontrar  A condição para o
G padrão e K d ( n G )  ( n V ) d
G padrão e K d ( n G )  ( n V ) d
G padrão e K d ( n G )  ( n V ) d
G padrão e K d ( n G )  ( n V ) d
G padrão e K d ( n G )  ( n V ) d
G padrão e K
G padrão e K
d ( n G )  ( n V ) d P  ( n
d
(
n G
)
 (
n V
)
d P
(
n S
)
d T
 d n
i
i
i
d
(
n G
)
 (
n V
)
d P
(
n S
)
d T
 
d
i
i
i
 (
n G
)
 (
G
t
)
 
i
 
T
,
P
T
,
P
a t equilibria :
i



i

  i i   

i



i

  i i  0.0

i

0.0

T , P T , P a t equilibria : i   i i 
T , P T , P a t equilibria : i   i i 
T , P T , P a t equilibria : i   i i 
T , P T , P a t equilibria : i   i i 
O potencial químico em termos de fugacidade é
O potencial químico em termos de fugacidade
é
 Para um fluido puro a T do sistema e algum estado padrão para G
 Para um fluido puro a T do sistema e algum
estado padrão para G é
O potencial químico em termos de fugacidade é  Para um fluido puro a T do
O potencial químico em termos de fugacidade é  Para um fluido puro a T do
O potencial químico em termos de fugacidade é  Para um fluido puro a T do
O potencial químico em termos de fugacidade é  Para um fluido puro a T do
O potencial químico em termos de fugacidade é  Para um fluido puro a T do
O potencial químico em termos de fugacidade é  Para um fluido puro a T do
Coeficiente de atividade  Atividade

Coeficiente de atividade

Coeficiente de atividade  Atividade

Atividade

Coeficiente de atividade  Atividade
Coeficiente de atividade  Atividade
Coeficiente de atividade  Atividade
Coeficiente de atividade  Atividade
Coeficiente de atividade  Atividade
Coeficiente de atividade  Atividade
Coeficiente de atividade  Atividade
Coeficiente de atividade  Atividade
Coeficiente de atividade  Atividade
Então, G O é a variação da energia livre de Gibbs padrão
Então, G O é a variação da energia livre de Gibbs padrão
Então,
G O é a variação da energia livre de Gibbs padrão
Então, G O é a variação da energia livre de Gibbs padrão
Então, G O é a variação da energia livre de Gibbs padrão
Então, G O é a variação da energia livre de Gibbs padrão
Então, G O é a variação da energia livre de Gibbs padrão
Então, G O é a variação da energia livre de Gibbs padrão
Equação Gibbs-Helmholtz Diferenciando  Sabemos que: LOgo, 
Equação Gibbs-Helmholtz
Diferenciando
Sabemos que:
LOgo,
Equação Gibbs-Helmholtz Diferenciando  Sabemos que: LOgo, 
Equação Gibbs-Helmholtz Diferenciando  Sabemos que: LOgo, 
Equação Gibbs-Helmholtz Diferenciando  Sabemos que: LOgo, 
Entalpia padrão Dependência de T e o princípio de Le Chatelier's. Esta equação nos diz
Entalpia padrão
Entalpia padrão
Entalpia padrão Dependência de T e o princípio de Le Chatelier's. Esta equação nos diz se
Entalpia padrão Dependência de T e o princípio de Le Chatelier's. Esta equação nos diz se
Dependência de T e o princípio de Le Chatelier's.
Dependência de T e o princípio de Le Chatelier's.
Dependência de T e o princípio de Le Chatelier's. Esta equação nos diz se a reação
Esta equação nos diz se a reação é exotérmica (perde calor) ou endotérmica (necessita de
Esta equação nos diz se a reação é exotérmica
(perde calor) ou endotérmica (necessita de calor
para manter a reação isotérmica). Se é negativa
então a reação é exotérmica e K diminui com o
aumento de T. Esta é a manifestação do princípio de
Le Chatelier's. Se é positiva a reação é endotérmica
e K aumenta como aumento de T.
do princípio de Le Chatelier's. Se é positiva a reação é endotérmica e K aumenta como
do princípio de Le Chatelier's. Se é positiva a reação é endotérmica e K aumenta como
Considerando H O independente de T então a integração fornece
Considerando H O independente de T então a integração
fornece
Considerando H O independente de T então a integração fornece  Uma integra ç ão mais
Considerando H O independente de T então a integração fornece  Uma integra ç ão mais

Uma integração mais rigorosa fornece

Considerando H O independente de T então a integração fornece  Uma integra ç ão mais
Considerando H O independente de T então a integração fornece  Uma integra ç ão mais
Considerando H O independente de T então a integração fornece  Uma integra ç ão mais
Considerando H O independente de T então a integração fornece  Uma integra ç ão mais
Considerando H O independente de T então a integração fornece  Uma integra ç ão mais
Avaliação de K  Rearranjando: K  K K K O 1 2 0 
Avaliação de K
Avaliação de K
Avaliação de K  Rearranjando: K  K K K O 1 2 0  G
Avaliação de K  Rearranjando: K  K K K O 1 2 0  G
Avaliação de K  Rearranjando: K  K K K O 1 2 0  G

Rearranjando:

Avaliação de K  Rearranjando: K  K K K O 1 2 0  G
Avaliação de K  Rearranjando: K  K K K O 1 2 0  G
Avaliação de K  Rearranjando: K  K K K O 1 2 0  G
K  K K K O 1 2 0  G RT 0 T 0
K
 K
K K
O
1
2
0
 G
RT
0
T
0
RT
T
0
0
T

K

O

exp(

O

)

  H O 0   

H

  H O 0   

O

0

  H O 0   

  H O 0   

  H O 0   

K

1

exp

1

0

K

2

exp

1

T

T

T

0

C

P

R

d T

T

T

0

C

P

R

d T

exp   1 T  T T 0  C P R d T 
exp   1 T  T T 0  C P R d T 
Composiçaõ no Equilíbrio para RQ em Fase Líquidas
Composiçaõ no Equilíbrio para
RQ em Fase Líquidas
 Para RQ ocorrendo em fase líquida.
 Para RQ ocorrendo
em fase líquida.
em Fase Líquidas  Para RQ ocorrendo em fase líquida. ˆ f  x f i
em Fase Líquidas  Para RQ ocorrendo em fase líquida. ˆ f  x f i
em Fase Líquidas  Para RQ ocorrendo em fase líquida. ˆ f  x f i
ˆ f  x f i  i i i ˆ f  f 
ˆ
f
x f
i
i
i
i
ˆ
f
f
i
i
x 
f

i

o

i

i


f i

o

i o   i i    f i  o
i  i i i ˆ f  f  i i x   f
i  i i i ˆ f  f  i i x   f
i  i i i ˆ f  f  i i x   f
Aproximações 1. Fator de Poynting. A razão dos coeficientes de fugacidade para o fluido puro
Aproximações
Aproximações
Aproximações 1. Fator de Poynting. A razão dos coeficientes de fugacidade para o fluido puro pode
Aproximações 1. Fator de Poynting. A razão dos coeficientes de fugacidade para o fluido puro pode
1. Fator de Poynting. A razão dos coeficientes de fugacidade para o fluido puro pode
1. Fator de Poynting. A razão dos
coeficientes de fugacidade para o
fluido puro pode ser avaliada
considerando que o volume molar
do líquido não varia muito com a
pressão.
para o fluido puro pode ser avaliada considerando que o volume molar do líquido não varia
para o fluido puro pode ser avaliada considerando que o volume molar do líquido não varia
para o fluido puro pode ser avaliada considerando que o volume molar do líquido não varia
1. Sem fator de Poynting. O fator de Poynting é desprezado se P da reação
1. Sem fator de Poynting. O fator de Poynting é desprezado se P da reação
1.
Sem fator de Poynting. O fator de
Poynting é desprezado se P da
reação não for muito mais alta
que P O e se os líquidos não
estiverem próximos de seus
pontos críticos. Então podemos
ignorar a correção de pressão
para obter uma expressão
simplificada,
Esta equação pode ser resolvida
iterativamente usando um
modelo para calcular  para
cada componente.
Esta equação pode ser resolvida iterativamente usando um modelo para calcular  para cada componente.
Esta equação pode ser resolvida iterativamente usando um modelo para calcular  para cada componente.
Esta equação pode ser resolvida iterativamente usando um modelo para calcular  para cada componente.
Esta equação pode ser resolvida iterativamente usando um modelo para calcular  para cada componente.
Esta equação pode ser resolvida iterativamente usando um modelo para calcular  para cada componente.
3. Solução Ideal.
3. Solução Ideal.
3. Solução Ideal.
3. Solução Ideal.
3. Solução Ideal.
3. Solução Ideal.
3. Solução Ideal.
3. Solução Ideal.
3. Solução Ideal.
Reações em Gases Não Ideais. A constante de equilíbrio para gases não ideais é idêntico
Reações em Gases Não
Ideais.
A constante de equilíbrio
para gases não ideais é
idêntico para casos de
gases ideais.
A expressão para
calcular a composição
do gás não ideal é
bem diferente da dos
gases ideais.
de gases ideais. A expressão para calcular a composição do gás não ideal é bem diferente
de gases ideais. A expressão para calcular a composição do gás não ideal é bem diferente
de gases ideais. A expressão para calcular a composição do gás não ideal é bem diferente
de gases ideais. A expressão para calcular a composição do gás não ideal é bem diferente
de gases ideais. A expressão para calcular a composição do gás não ideal é bem diferente
de gases ideais. A expressão para calcular a composição do gás não ideal é bem diferente
Algoritmo: • Calcular o valor numérico de K • Escrever cada y i s em
Algoritmo: • Calcular o valor numérico de K • Escrever cada y i s em
Algoritmo: • Calcular o valor numérico de K • Escrever cada y i s em
Algoritmo:
Calcular o valor numérico
de K
• Escrever cada y i s em
termos de 
Escrever uma
função que
calcule cada
de um
dado valor de , T e P
• Desenvolver um programa
de computador que a partir
de uma estimativa inicial de
 resolve esta equação
T e P • Desenvolver um programa de computador que a partir de uma estimativa inicial
T e P • Desenvolver um programa de computador que a partir de uma estimativa inicial
Rea ç ões qu í micas dependem de energia e colisões eficazes que ocorrem entre

Reações químicas dependem de energia e colisões eficazes que ocorrem entre as

moléculas dos reagentes. Em sistema fechado, é de se esperar que o mesmo ocorra

entre as moléculas dos produtos em menor ou maior grau até que se atinja o chamado equilíbrio químico. O valor da constante de equilíbrio em função das concentrações das espécies no equilíbrio, em quantidade de matéria, é um dado importante para se avaliar a extensão (rendimento) da reação quando as concentrações não se alteram mais.

Considere a tabela com as quantidades de reagentes e produtos no início e no :equilíbrio, na temperatura de 100°C, para a seguinte reação

brio, na temperatura de 100 ° C, para a seguinte rea ç ão A constante de

A constante de equilíbrio tem o seguinte valor:

a) 0,13

b) 0,27

c) 0,50

d) 1,8

C, para a seguinte rea ç ão A constante de equil í brio tem o seguinte
05. Foi aquecido a 250 ° C um recipiente de 12 litros contendo certa quantidade
05. Foi aquecido a 250 ° C um recipiente de 12 litros contendo certa quantidade

05. Foi aquecido a 250°C um recipiente de 12 litros contendo certa quantidade de PCl 5 . Sabe-se que, no equilíbrio, o recipiente contém 0,21 mol de PCl 5 , 0,32 mol de PCl 3 e 0,32 mol de Cl 2 . A constante de equilíbrio, para a dissociação térmica do PCl 5 , em mol/litro, é:

a) 0,41 mol/litro

b) 0,49 mol/litro

c) 0,049 mol/litro

d) 0,041 mol/litro

e) 0,082 mol/litro

PCl 5 , em mol/litro, é: a) 0,41 mol/litro b) 0,49 mol/litro c) 0,049 mol/litro d)
PCl 5 , em mol/litro, é: a) 0,41 mol/litro b) 0,49 mol/litro c) 0,049 mol/litro d)
PCl 5 , em mol/litro, é: a) 0,41 mol/litro b) 0,49 mol/litro c) 0,049 mol/litro d)
06. Um mol de hidrogênio é misturado com um mol de iodo num recipiente de

06. Um mol de hidrogênio é misturado com

um mol de iodo num recipiente de um litro a 500°C, onde se estabelece o equilíbrio

2

constante

concentração

HI(g). Se

valor da

H

(g) + I

(g)

o

2

2

de

equilíbrio (Kc) for 49, a

de

HI

no equilíbrio

em

mol/litro valerá:

a) 1/9

b) 14/9

c) 2/9

d) 7/9

(g) o 2 2 de equilíbrio (Kc) for 49, a de HI no equilíbrio em mol/litro
(g) o 2 2 de equilíbrio (Kc) for 49, a de HI no equilíbrio em mol/litro
Escolher 4 questões no Van Ness e trazer resolvido e justificado. A escolha é direcionada.
Escolher 4 questões no Van Ness e trazer resolvido e justificado. A escolha é direcionada.
Escolher 4 questões no Van Ness e trazer resolvido e justificado. A escolha é direcionada.

Escolher 4 questões no Van Ness e trazer

resolvido e justificado. A escolha é direcionada. A primeira questão escolhida

deve ser o seu número na turma. As

próximas três questões devem ser sempre 3 após a escolhida. Por exemplo, se seu

número for 13, suas questões serão: 13,

16, 19 e 22.

devem ser sempre 3 após a escolhida. Por exemplo, se seu número for 13, suas questões
devem ser sempre 3 após a escolhida. Por exemplo, se seu número for 13, suas questões