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Se um corpo é colocado no fluxo do vento, e ocorre a alteração da sua trajetória, é porque houve uma interação de forças entre a massa de ar e a superfície do corpo.

Vento pode ser definido como o movimento de uma massa de ar devido às variações de temperatura e pressão.

Pode-se mostrar que essa pressão de interação é função da forma e rugosidade do obstáculo, e do ângulo de incidência e velocidade do vento.

Essa massa de ar em movimento possui energia cinética, e apresenta inércia às mudanças do deslocamento.

Ação do Vento nas Estruturas

e apresenta inércia às mudanças do deslocamento. Ação do Vento nas Estruturas /moc.skrowbp.selteey//:ptth: arugiF
e apresenta inércia às mudanças do deslocamento. Ação do Vento nas Estruturas /moc.skrowbp.selteey//:ptth: arugiF

pode ser obtida na mecânica dos fluidos a partir da simplificação da

equação do movimento para o escoamento de um fluido sem atrito (Eq. de Euler), sendo proporcional ao quadrado da velocidade do

específica do ar ( ) e dependente ainda de

outros fatores, como o ângulo de incidência (C p ):

vento (V), à massa

NBR 6123

Ação do Vento nas Estruturas A expressão da do vento sobre uma superfície
Ação do Vento nas Estruturas
A expressão da
do vento sobre uma superfície
vento ( V ), à massa NBR 6123 Ação do Vento nas Estruturas A expressão da
item 4.2.c:
item 4.2.c:
vento ( V ), à massa NBR 6123 Ação do Vento nas Estruturas A expressão da

: força equivalente normal à superfície

: coef. de forma interno : área do elemento plano considerada : pressão dinâmica

Força Estática (Equivalente) do Vento

Ação do Vento nas Estruturas

C i ) q A

: coef. de forma externo

F = (C e

F C e

C i

A

q

(Equivalente) do Vento Ação do Vento nas Estruturas C i ) q A : coef. de
Ação do Vento nas Estruturas = Velocidade característica (N/m²) fator estatístico (edif. residenciais: S 3
Ação do Vento nas Estruturas
= Velocidade característica (N/m²)
fator estatístico (edif. residenciais: S 3 = 1,0)
05 categorias de rugosidade do terreno,
03 classes de edificações dependendo das dimensões e
altura sobre o terreno
fator topográfico (terreno plano: S 1 = 1,0)
velocidade básica do vento (isopletas
Figura 1 NBR 6123)
Ação do Vento nas Estruturas Mapa de Isopletas: valores podem ser obtidos por interpolação A
Ação do Vento nas Estruturas
Mapa de Isopletas:
valores podem ser obtidos por interpolação
A velocidade básica do vento, V 0 , é a
velocidade de uma rajada de 3 s, excedida
em média uma vez em 50 anos, a 10 m
acima do terreno, em campo aberto e
plano.
Como regra geral, é admitido que o vento
básico pode soprar de qualquer direção
horizontal.
Figura 1 NBR 6123
Apresenta o gráfico das isopletas da velocidade
básica no Brasil, com intervalos de 5 m/s

(florestas e cidades)

Categoria V

2

S

IV

III

(mar, lagos e rios)

II

Categoria I

2

S

Ação do Vento nas Estruturas 05 categorias da RUGOSIDADE do terreno:
Ação do Vento nas Estruturas
05 categorias da RUGOSIDADE do terreno:
2 S IV III (mar, lagos e rios) II Categoria I 2 S Ação do Vento
2 S IV III (mar, lagos e rios) II Categoria I 2 S Ação do Vento

(maior dimensão > 50m)

Classe C

2

S

2

S

Ação do Vento nas Estruturas 03 classes de edificações dependendo das DIMENSÕES: Classe B
Ação do Vento nas Estruturas
03 classes de edificações dependendo das
DIMENSÕES:
Classe B
50m) Classe C 2 S 2 S Ação do Vento nas Estruturas 03 classes de edificações
50m) Classe C 2 S 2 S Ação do Vento nas Estruturas 03 classes de edificações

Barlavento: Região de onde sopra o vento, em relação à edificação. Sobrepressão: Pressão efetiva acima da pressão atmosférica de referência (sinal positivo). Sotavento: Região oposta àquela de onde sopra o vento, em relação à edificação. Sucção: Pressão efetiva abaixo da pressão atmosférica de referência (sinal negativo).

Sotavento

Barlavento

Ação do Vento nas Estruturas Terminologia
Ação do Vento nas Estruturas
Terminologia
giF Ação do Vento nas Estruturas Terminologia sobrepressão sucção
sobrepressão sucção
sobrepressão
sucção

Um valor positivo para F indica que esta força atua para o interior, e um valor negativo indica que esta força atua para o

Valores positivos dos coeficientes de forma externo e interno correspondem a sobrepressões, e valores negativos correspondem a sucções.

Ação do Vento nas Estruturas

exterior da edificação.

a sobrepressões, e valores negativos correspondem a sucções. Ação do Vento nas Estruturas exterior da edificação.
a sobrepressões, e valores negativos correspondem a sucções. Ação do Vento nas Estruturas exterior da edificação.

Coeficientes de forma externos (C e ):

Coeficientes de forma internos:

Ação do Vento nas Estruturas

Item 6.1 da Norma Tabelas 4 a 9 (casos usuais) Anexos E e F (casos especiais)

Item 6.2 da Norma

do Vento nas Estruturas Item 6.1 da Norma Tabelas 4 a 9 (casos usuais) Anexos E
do Vento nas Estruturas Item 6.1 da Norma Tabelas 4 a 9 (casos usuais) Anexos E
do Vento nas Estruturas Item 6.1 da Norma Tabelas 4 a 9 (casos usuais) Anexos E

Coeficientes de pressão e de forma externos (Tab. 4)

Ação do Vento nas Estruturas Paredes de edificações de planta retangular:
Ação do Vento nas Estruturas
Paredes de edificações de planta retangular:
de pressão e de forma externos (Tab. 4) Ação do Vento nas Estruturas Paredes de edificações
de pressão e de forma externos (Tab. 4) Ação do Vento nas Estruturas Paredes de edificações
Ventos densos na costa da Florida, permitindo a visualização de sua trajetória em torno dos
Ventos densos na costa da Florida, permitindo a visualização de sua trajetória em torno dos edifícios.
Ação do Vento nas Estruturas
Ação do Vento nas Estruturas
Telhados com duas águas, simétricos: Coeficientes de pressão e de forma, externos (Tab. 5)
Telhados com duas águas, simétricos:
Coeficientes de pressão e de forma, externos (Tab. 5)

)0102(siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Seção transversal Fachada
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Seção transversal
Fachada
Plano da Cobertura
Plano da Cobertura

S 2 ,(7,3m) = 0,85

S 2 ,(3m) = 0,77

S 3 = 0,95

depósito c/ baixo fator de ocupação

)0102(siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Dados: região de São Paulo V 0 =
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Dados:
região de São Paulo
V 0 = 40 m/s
terreno plano
S 1 = 1,0
terreno categoria III
edificação classe C
b
=0,93
F r = 0,95
(Tab. 1 NBR 6123)
p
= 0,115
plano S 1 = 1,0 terreno categoria III edificação classe C b =0,93 F r =
plano S 1 = 1,0 terreno categoria III edificação classe C b =0,93 F r =
plano S 1 = 1,0 terreno categoria III edificação classe C b =0,93 F r =
plano S 1 = 1,0 terreno categoria III edificação classe C b =0,93 F r =
plano S 1 = 1,0 terreno categoria III edificação classe C b =0,93 F r =

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Coeficientes de pressão externa (CPe) para as paredes:
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Coeficientes de pressão externa (CPe) para as paredes:
Altura: h=6m
Largura: b=15m
Comprimento: a=54m
Relação altura/largura:
Relação comprimento/largura:
Tabela 4 - NBR 6123
h=6m Largura: b=15m Comprimento: a=54m Relação altura/largura: Relação comprimento/largura: Tabela 4 - NBR 6123

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Coeficientes de pressão externa (CPe) para as paredes:
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Coeficientes de pressão externa (CPe) para as paredes:
Altura: h=6m
Largura: b=15m
Comprimento: a=54m
Vento a 0º:
CPe
CPe
de pressão externa (CPe) para as paredes: Altura: h=6m Largura: b=15m Comprimento: a=54m Vento a 0º:

Coeficientes de pressão externa (CPe) para as paredes:

Vento a 90º:

Altura: h=6m Largura: b=15m Comprimento: a=54m

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Altura: h=6m Largura: b=15m Comprimento: a=54m .0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR CPe
CPe
CPe
Altura: h=6m Largura: b=15m Comprimento: a=54m .0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR CPe

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Coeficientes de pressão externa (CPe) para o telhado
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Coeficientes de pressão externa (CPe) para o telhado
Altura: h=6m
Largura: b=15m
Comprimento: a=54m
Relação altura/largura:
inclinação do telhado de 10°
Tabela 5 NBR 6123
Tabela 5
NBR 6123

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Coeficientes de pressão externa (CPe) para o telhado
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Coeficientes de pressão externa (CPe) para o telhado
Altura: h=6m
Largura: b=15m
Comprimento: a=54m
Vento a 0º
CPe
CPe
Coeficientes de pressão externa (CPe) para o telhado Altura: h=6m Largura: b=15m Comprimento: a=54m Vento a

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Coeficientes de pressão externa (CPe) para o telhado
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Coeficientes de pressão externa (CPe) para o telhado
Altura: h=6m
Largura: b=15m
Comprimento: a=54m
Vento a 90º
CPe
CPe

/noitagitim-erusserp-dniw-dna-erutcurts/seehroov

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Coeficientes de pressão interna (CPi)
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Coeficientes de pressão interna (CPi)
edificações com paredes internas permeáveis a pressão interna pode ser considerada uniforme
edificações com paredes internas permeáveis
a pressão interna pode ser considerada uniforme

a) duas faces opostas igualmente permeáveis; as outras faces impermeáveis:

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Coeficientes de pressão interna (CPi) NBR 6123 item
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Coeficientes de pressão interna (CPi)
NBR 6123
item 6.2.5
leváemrep
leváemrep
Alívio da sobrepressão na face do barlavento ! Aumento da sucção na face do sotavento!
Alívio da sobrepressão na face do barlavento !
Aumento da sucção na face do sotavento!
leváemrepmi
leváemrepmi
Aumento da sobrepressão na face do barlavento ! Alívio da sucção na face do sotavento!
Aumento da sobrepressão na face do barlavento !
Alívio da sucção na face do sotavento!

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

permeável leváemrepmi leváemrepmi
permeável
leváemrepmi
leváemrepmi
.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR permeável leváemrepmi leváemrepmi
.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR permeável leváemrepmi leváemrepmi
.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR permeável leváemrepmi leváemrepmi

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

impermeável leváemrep leváemrep
impermeável
leváemrep
leváemrep
.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR impermeável leváemrep leváemrep
.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR impermeável leváemrep leváemrep
.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR impermeável leváemrep leváemrep

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Composições dos casos de carregamento:
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Composições dos casos de carregamento:
impermeável leváemrep leváemrep
impermeável
leváemrep
leváemrep
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Composições dos casos de carregamento: impermeável leváemrep leváemrep
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Composições dos casos de carregamento: impermeável leváemrep leváemrep
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Composições dos casos de carregamento: impermeável leváemrep leváemrep
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Composições dos casos de carregamento: impermeável leváemrep leváemrep

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Composições dos casos de carregamento:
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Composições dos casos de carregamento:
permeável leváemrepmi leváemrepmi
permeável
leváemrepmi
leváemrepmi
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Composições dos casos de carregamento: permeável leváemrepmi leváemrepmi
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Composições dos casos de carregamento: permeável leváemrepmi leváemrepmi
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Composições dos casos de carregamento: permeável leváemrepmi leváemrepmi
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Composições dos casos de carregamento: permeável leváemrepmi leváemrepmi

Caso1

0,5

Caso3

=

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Análise dos Casos: = 0,5 Caso 1
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Análise dos Casos:
=
0,5
Caso 1
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Análise dos Casos: = 0,5 Caso 1
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Análise dos Casos: = 0,5 Caso 1
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Análise dos Casos: = 0,5 Caso 1

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Obtenção das cargas finais de vento no pórtico:
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Obtenção das cargas finais de vento no pórtico:
F = (C e
C i ) q A
6m
6m
(C e C i )
(C e
C i )
q
q

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Obtenção das cargas finais de vento no pórtico:
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Obtenção das cargas finais de vento no pórtico:
F = (C e
C i ) q A
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Obtenção das cargas finais de vento no pórtico: F
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Obtenção das cargas finais de vento no pórtico: F
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Obtenção das cargas finais de vento no pórtico: F

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Exemplo: Ação do vento em um Galpão Obtenção das cargas finais de vento no pórtico:
Exemplo: Ação do vento em um Galpão
Obtenção das cargas finais de vento no pórtico:
F = (C e
C i ) q A
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Obtenção das cargas finais de vento no pórtico: F
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Obtenção das cargas finais de vento no pórtico: F
Exemplo: Ação do vento em um Galpão Obtenção das cargas finais de vento no pórtico: F

Nas coberturas comuns (telhados), na ausência de especificação mais rigorosa, deve ser prevista uma sobrecarga característica mínima de 0,25 kN/m² em projeção horizontal.

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

x 6 m
x 6 m
de 0,25 kN/m² em projeção horizontal. .0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR x 6 m x 6 m
x 6 m
x 6 m
de 0,25 kN/m² em projeção horizontal. .0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR x 6 m x 6 m

superior

4.9.7.1.1 Nas estruturas de pequena deslocabilidade e média deslocabilidade, os efeitos das imperfeições geométricas iniciais devem ser levados em conta diretamente na análise, por meio da consideração, em cada andar, de um

(deslocamento interpavimento) de h/333, sendo h a altura do andar (distância

Admite-se também que esses efeitos sejam levados em conta por meio da aplicação, em cada andar, de uma força horizontal equivalente, denominada aqui força nocional, igual a 0,3% do valor das cargas gravitacionais de cálculo aplicadas em todos os pilares e outros elementos resistentes a cargas verticais, no andar considerado.

4.9.7.1 Estruturas de pequena deslocabilidade e média deslocabilidade

e

inferior

níveis

os

entre

relativo

horizontal

entre eixos de vigas).

deslocamento

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Combinações para análise estrutural do pórtico: Determinação dos esforços solicitantes para estados-limites
Combinações para análise estrutural do pórtico:
Determinação dos esforços solicitantes para estados-limites últimos
Consideração da influência da geometria deformada da estrutura
(análise não-linear)
Métodos aproximados previstos na NBR 8800:

Na NBR 8800, o parâmetro de classificação das estruturas quanto à sensibilidade a deslocamentos laterais é o deslocamento lateral do andar relativo à base obtido na análise de segunda ordem e aquele obtido na análise de

ações

de

últimas

combinações

estipuladas, conforme disposto no item 4.9.4.

as

todas

em

ordem,

primeira

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Combinações para análise estrutural do pórtico: Determinação dos esforços solicitantes para estados-limites
Combinações para análise estrutural do pórtico:
Determinação dos esforços solicitantes para estados-limites últimos
Classificação das estruturas quanto à deslocabilidade

deslocabilidade

grande

deslocabilidade

média

deslocabilidade

pequena

1,1 < 1,4<

Relação entre os desloc. laterais, considerando, e não considerando a geometria deformada

1,1 < 1,4< Relação entre os desloc. laterais, considerando, e não considerando a geometria deformada

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Combinações para análise estrutural do pórtico: Determinação dos esforços solicitantes para estados-limites
Combinações para análise estrutural do pórtico:
Determinação dos esforços solicitantes para estados-limites últimos
Combinações para Estados Limites Últimos
Determinação dos esforços solicitantes para estados-limites últimos Combinações para Estados Limites Últimos
Determinação dos esforços solicitantes para estados-limites últimos Combinações para Estados Limites Últimos

Combinações para Estados Limites Últimos

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Combinações para Estados Limites Últimos .0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR
Combinações para Estados Limites Últimos .0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Combinações para Estados Limites Últimos

F D,3

.0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Combinações para Estados Limites Últimos F D , 3 .0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR
Combinações para Estados Limites Últimos F D , 3 .0102,ACBC,siareGsosUarapseõplaG:oçAmeoãçurtsnoCedlaunaM:feR

Vento forte danifica telhado do ginásio de esportes em Tarauacá - AC

http://4.bp.blogspot.com/-iFz8IQwoGrA/ToMHVk4c2cI/AAAAAAAAAJ0/AeYB_IH2ydQ/s1600/DSC07622.JPG

- AC h ttp : // 4. bp . b l ogspot . co m /
- AC h ttp : // 4. bp . b l ogspot . co m /

Projeto de Estrutura de Aço e de Estrutura Mista de Aço e

Manual de Construção em Aço: Galpões para Usos Gerais, CBCA, 2010

Forças devidas ao vento em edificações

http://www.ebanataw.com.br/roberto/telhado/index.php

Prof . Watanabe

http://www.youtube.com/watch?v=GwtA6kwNfCI

Concreto de Edifícios

Referências

NBR 6123:1988

NBR 8800:2008