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MERCADO FINANCEIRO

Leandro Passos Alves RA: 83609

Lívia Tofoli Dias RA: 77354

Luiz Carlos Rigo RA: 83739

Paula Emelyn Ferreira RA: 82985

Vinicius Bardialle RA: 82107

Centro Universitário Hermínio Ometto – UNIARARAS

Disciplina: Administração Financeira


Orientador: Profa. Dra. Aline Damasceno Pellicani

ARARAS, SP
OUTUBRO / 2018
RESUMO

Este trabalho apresenta um estudo sobre o mercado financeiro que por sua vez é
considerado um ambiente onde pode-se obter ou negociar valores mobiliários
(títulos), câmbios (moedas estrangeiras) e mercadorias (produtos agrícolas).
Conjuntamente denota qual a sua importância no mundo econômico e como é
composto, onde pode ser dividido em quatro segmentos: mercado monetário, onde
são realizados os empréstimos de curto prazo, com vencimentos menores de um
ano; mercado de crédito, que negocia os bens de curto, médio e longo prazo para
cidadãos e companhias que visam capital para capital de giro ou uso, sendo o
Banco Central o dirigente por controlar e normatizar o mercado e o Conselho de
Política Monetária ditar os juros da economia; mercado de capitais, que é o
negociante de títulos e ações em bolsas de valores, corretoras e outras sociedades
financeiras; e mercado cambial, no qual decorre o escambo de moeda de um
território pela moeda de outro país e que será o foco em nosso trabalho onde
faremos uma explicação e apresentaremos os conceitos e discussões.

PALAVRAS-CHAVE: Mercado financeiro, mercado cambial, mundo econômico.


1. INTRODUÇÃO

O mercado financeiro é considerado um ambiente onde pode-se obter ou


negociar valores mobiliários (títulos), câmbios (moedas estrangeiras) e mercadorias
(produtos agrícolas). Ele pode ser definido entre superavitários – aqueles que
investem - e deficitários - aqueles que necessitam dos investimentos.

Tanto virtual como social é ele quem comunica quem precisa de investimento
com quem quer investir, sejam pessoas físicas ou jurídicas. Pelas taxas de juros,
valor de corretagem, aumento/diminuição dos mercados, são obtidos os lucros de
todos os envolvidos.

Mercado de Capitais como também é conhecido, segmentam-se entre curto


prazo – mercado monetário – e longo prazo – transações que envolvem ações,
títulos de dívida e derivativos. As transações entre os investidores do mercado
financeiro são promovidas por instituições intermediárias. São elas:

• Banco Central do Brasil (BC): responsável por controlar a inflação no país e


regular a quantidade de moeda na economia para estabilizar preços.

• Caixas Econômicas: responsável por captar depósitos à vista, realizar


operações ativas e efetuar prestações de serviços.

• Bancos Estatais: controlados por alguma instituição pública: municípios,


estados ou a união.

• Bancos Privados: regidos por instituições privadas, ou seja, não recebem


investimento público, sendo alguns dele: Itaú, Bradesco e Santander.

• Bancos de Investimentos: instituições financeiras privadas especialistas em


operações de sociedades de caráter temporário, de financiamento da atividade
produtiva para suprir capital de giro e fixo e administração de terceiros.

• Corretoras de Valores: instituições que atuam como ligação entre os


investidores e a Bolsa de Valores na compra e venda de ações, mas também podem
oferecer títulos públicos federais e títulos de crédito privados, cotas de fundos de
investimento e várias outras opções.
• Distribuidoras de títulos: instituições que funcionam pelo Banco Central do
Brasil e que compõem o Sistema Financeiro Nacional, atuando na intermediação
de títulos e valores mobiliários, nos mercados financeiros e de capitais.

• Fundos de investimentos: mecanismo que reúne o dinheiro de diversas pessoas


(chamadas de cotistas) com o objetivo de cuidar do dinheiro ali investido, assim se
obtém ganhos a partir da aplicação no mercado financeiro.

• Bolsas de valores: ambiente de negociação no qual investidores


podem comprar ou vender seus títulos emitidos por empresas, sejam elas com
capitais públicos, mistos ou privados.
2. SEGMENTAÇÃO DO MERCADO FINANCEIRO

O Mercado Financeiro é segmentado da seguinte forma quanto aos tipos e às


finalidades das operações de intermediação praticadas:

• Mercado Monetário: Neste segmento, as operações realizadas são de curto


prazo. Através deste mercado os agentes econômicos e intermediários financeiros
suprem suas momentâneas necessidades de caixa. A liquidez neste segmento de
mercado é regulada por operações abertas, administradas pelas autoridades
monetárias, através de colocação, recompra e resgate de títulos da dívida pública de
curto prazo.

• Mercado de Crédito: Este segmento atende aos agentes econômicos quanto às


suas necessidades de crédito de curto e médio prazo. As solicitações atendidas são
de crédito para financiamento da aquisição de bens duráveis pelos consumidores e
do capital de giro das empresas. Grande parte do suprimento desse tipo de crédito é
realizada por intermediários financeiros bancários e também podem ocorrer
suprimentos via intermediários não bancários.

• Mercado de Capitais: Segmento que atende aos agentes econômicos


produtivos, tanto na área pública quanto na área privada, quanto às necessidades
de médio e principalmente, de longo prazo. A maioria dos recursos financeiros de
longo prazo é sustentada por intermediários financeiros não bancários. Suas
operações realizadas nas bolsas de valores (particularmente com ações) são parte
integrante desse mercado.

• Mercado Cambial: Segmento no qual de realizam operações de compra e


venda de moedas estrangeiras conversíveis. Podem ocorrer ações em curto prazo,
para suprimento de momentâneas necessidades de moedas estrangeiras para
variados fins como: fechamento de câmbio de importações e podem ser adquiridas
divisas por antecipação, como por exemplo, de exportadores que trocam antes por
moeda corrente do país as divisas estrangeiras que receberão. Suas operações são
realizadas por meio de instituições financeiras autorizadas, bancárias e não
bancárias.
A diferença entre intermediários financeiros bancários e não bancários é que os
intermediários financeiros bancários operam com ativos monetários, que são o
papel-moeda e os depósitos a vista em bancos comerciais; os intermediários
financeiros não bancários operam com ativos financeiros não monetários, que são
constituídos por diferentes tipos de títulos que dão apoio às operações realizadas
nos mercados de crédito e de capitais.

Outra diferença importante concatenada à segmentação do mercado financeiro


diz respeito aos conceitos de mercado primário e mercado secundário. No mercado
primário, realiza-se a primeira aquisição ativo. Nesse mercado se transfere fundos
de agentes superavitários para agentes deficitários, no financiamento das atividades
produtivas e do consumo. No mercado secundário, são renegociados ativos
financeiros já existentes e adquiridos primariamente, transferindo-se de um
proprietário para outro.

A finalidade principal deste tipo de mercado é a de aumentar a liquidez do


estoque de ativos financeiros da economia, para tornar mais atraente sua aquisição
primária. Apesar do estoque de ativos financeiros não ser alterado diretamente com
as negociações secundárias, as mesmas constituem uma das condições
importantes para o bom desempenho e para expansão do mercado primário de
ativos financeiros.

É muito importante lembrar que a existência e a magnitude de cada segmento do


mercado financeiro dependem essencialmente do grau de maturidade do sistema
econômico do país com um todo. O nível da estrutura econômica do país e apontado
como um dos fatores básicos da intermediação financeira. À medida que a estrutura
econômica se modifica, cedendo lugar à diversificação do aparelho de produção da
economia e à expansão do produto e da renda nacionais, a intermediação financeira
deve evoluir rumo à criação de novos ativos e do desenvolvimento dos segmentos
contidos nos mercados de crédito e de capitais.
2.1 MERCADO CAMBIAL

Mercado cambial é basicamente como um país controla a cotação da moeda


estrangeira dentro de suas divisas. Este tema é de extrema importância, pois é
através dele que podemos ter ciência sobre como é afetado o balanço de
pagamentos de contas públicas do país, onde há ligação com importações e
exportações.

Em qualquer local do mundo, independentemente da condição econômica do


mesmo, sempre haverá necessidade de consumo de bens que só podem ser
encontrados em outras regiões do mundo (matérias primas, bens de consumo
duráveis e não duráveis e etc).

Considerando o cenário de que são países diferentes e de que provavelmente


fazem uso de moedas diferentes, há de haver alguma padronização, para que o
comprador possa pagar o valor requerido pelo vendedor, sem que nenhuma das
partes seja lesada.

É aí que entram as políticas cambiais, para que haja a equiparação entre as duas
moedas, ou até mesmo para que uma terceira moeda seja utilizada para o
pagamento, a exemplo do que acontece em muitas das negociações do mundo
atual, onde o dólar foi adotado como moeda “padrão”. Existem algumas formas de
Políticas Cambiais, sendo elas:

• Política Cambial Flutuante: Que como se diz propriamente o nome, refere-se ao


câmbio que flutua livremente sem intervenção do Banco Central do país, e é muito
importante para o desenvolvimento e a competitividade da indústria nacional. Em
seu curto prazo costuma ocorrer fortes volatilidades, onde o mercado que manda na
cotação da moeda. Já no Longo prazo sua vantagem é onde o mercado se ajusta
sozinho mantendo a competitividade da indústria nacional.

• Política Cambial Fixa: É o oposto da Flutuante, pois na Cambial Fixa o governo


atua delimitar o valor do cambio, quanto vale a moeda em relação ao dólar.
Normalmente tem cotação desvalorizada por fortalecer a exportação de produtos
nacionais. Esse câmbio é prejudicial a competitividade na indústria nacional por
perder o preço real de cada produto, mas a inflação é mais controlada por não
ocorrer essa flutuação.

2.2 MERCADO CAMBIAL NO BRASIL

Grandes partes das grandes e médias empresas, atualmente não conseguiriam


perdurar sem as relações financeiras internacionais. O Mercado Cambial é usufruído
não somente por investidores em pessoa jurídica, mas também para investidores em
pessoa física, pois as variações da moeda nacional estimulam a compra do dólar
particular para investimento próprio.

No Brasil, o câmbio comercial ou de turismo é controlado pelo Banco Central.


Todas as ações por intermédio de negociações financeiras devem responder ao
Banco Central, exceto o mercado paralelo, que é o câmbio não regulamentado.

A taxa de câmbio é a relação entre moedas de dois países, que tem como
resultado no preço de uma delas medido em relação à outra (Exemplo: Real e Dólar
Americano). Sendo assim, a taxa de câmbio para venda é o preço que o banco
cobra, em moeda nacional, ao vender moeda estrangeira.

No mercado flutuante (mercado de turismo), a taxa é livre e oscila de acordo com


o mercado; isso ocorre porque neste mercado, não há um regulamento que defina
seu valor fixo. O câmbio no mercado flutuante não se aplica apenas para
negociações relacionadas ao turismo, ele também se aplica a transações de
doações a entidades, tratamentos de saúde, heranças, pensões e contribuições para
instituições internacionais. A principal moeda de negociação no Brasil é o dólar e
existem diferentes taxas atuais de cotação do dólar. São elas:

• Comercial: Constituída por operações legais e oficiais de compra e venda de


moedas entre bancos e empresas, como: exportações, importações, captações ou
empréstimos.

• Interbancário: Constituída pela negociação entre bancos com prazo


determinado para liquidação financeira.
• Turismo: Este tipo de taxa é constituído pela negociação entre pessoas que
farão viagens para o exterior e casas de câmbio autorizadas.

Apesar de o Banco Central ser exigente com as leis, ainda existe outro tipo de
mercado, chamado Mercado Paralelo, que é utilizado para facilitar e tornar mais
rápida a negociação. É denominado Mercado Paralelo, toda negociação feita sem
ter o Banco Central como intermediário. Neste caso, toda e qualquer movimentação,
posse de moeda estrangeira ou negociações realizadas fora dos padrões, são
considerados ilegais e estão sujeitos à pena de lei.

No Brasil, a prática do Mercado Paralelo ainda é frequente, e acontece para


servir como uma fuga perante o monopólio do mercado de câmbio operado pelo
Banco Central. Tal atividade gera perdas enormes na receita cambial do país, pois
os valores que circulam neste mercado, não são contabilizados.

Em 2013 o Banco Central passou a fazer a utilização do swap cambial, uma


ferramenta econômica utilizada para conter a volatilidade do dólar frente ao real.
No swap tradicional, o Banco Central oferece ao investidor o pagamento da
oscilação do dólar, além de uma bonificação. Já o investidor se compromete a pagar
ao Banco Central a diferença da taxa de juros durante o período de validade do
ativo. A referência é o DI, taxa utilizada entre instituições financeiras que é próxima à
Selic.

É como se os investidores apostassem que os juros irão subir mais que o dólar e
o Banco Central apostassem o contrário. No fim do contrato, as duas partes trocam
os rendimentos. Caso o dólar aumente mais que os juros, os investidores ficam
protegidos, enquanto o Banco Central deixa de ganhar.

O objetivo do Banco Central, no entanto, não é ganhar ou perder dinheiro. A


autoridade monetária oferta esse contrato quando julga que há a necessidade de
controlar altas bruscas da moeda norte-americana — que impactam diretamente na
inflação do país.

Como esses contratos funcionam como uma garantia, eles tornam a compra do
dólar à vista desnecessária naquele momento, aliviando a pressão sobre a moeda
norte-americana. É por isso que se diz que o swap cambial tradicional é o
equivalente à venda de dólares no mercado futuro.
O swap cambial reverso, por sua vez, é usado quando há a necessidade de
controlar quedas bruscas da moeda norte-americana — o que pode ser prejudicial,
por exemplo, para as exportações.

O mecanismo é o mesmo do swap tradicional, com a diferença das


rentabilidades trocadas. O Banco Central oferece aos compradores os juros do
período. O investidor, por outro lado, paga à autoridade monetária a oscilação
cambial do período.
3. LITERATURA

Gitman (2008, p.19) afirma que “os mercados financeiros são fóruns nos quais os
fornecedores e os demandantes de fundos podem transacionar diretamente.” Como
vimos no decorrer deste trabalho, nos mercados financeiros os poupadores
conhecem o destino do empréstimo ou aplicação. Existem dois tipos de mercados
financeiros básicos: o mercado monetário, onde ocorrem transações que envolvem
instrumentos de dívidas de curto prazo ou títulos negociáveis; e o mercado de
capitais, onde ocorrem as negociações de títulos de longo prazo.

Embasado no foco deste trabalho, podemos afirmar que “a taxa de câmbio é uma
das mais importantes variáveis macroeconômicas. Seus impactos são determinantes
nas relações econômicas mundiais, assim como na alocação produtiva global”
(Arruda, 2015). A mesma é uma medida do poder aquisitivo de cada país e também
uma medida de competitividade externa dos bens produzidos nacionalmente
comparado ao restante do mundo.

“O mercado de câmbio é sem muitas delongas um local cheio de surpresas e


oscilações. O controle da valorização e/ou desvalorização da moeda nacional é de
se questionar [...]” (Mesquita, 2012). Economias de pequeno porte sentem com mais
intensidade às oscilações no mercado cambial e o Brasil, que apesar de possuir
uma economia em desenvolvimento, é atingido diretamente pelas intensas
mudanças de câmbio que vem do mercado internacional.

Protegido pelas leis que tratam do direito público internacional, o comércio


exterior permanece com sua estrutura legalista em um estágio avançado relacionado
ao seu controle. Porém, o mesmo ainda continua frágil e propenso a crises
econômicas mundiais.

Apesar da instabilidade e incerteza do mercado cambial, o governo brasileiro tem


como dever, proteger a moeda nacional de possíveis crises mundiais e deve ser
cobrado por uma política cambial moderada. Assim, o governo pode passar a
oferecer melhores condições no mercado de commodities no país.
4. MATERIAL E MÉTODOS

A pesquisa cientifica em questão se fez necessária com o intuito de compor nota


da Avaliação 1, da disciplina Administração Financeira. O tema “Mercado
Financeiro” deveria ser explorado na pesquisa científica. O grupo, por sua vez,
tomou, de forma conjunta, a decisão de explorar um pouco mais a fundo o tema
Mercado Cambial, por entender de que se trata de um tema interessante, usual e
com vasto conteúdo a ser explorado.

O processo de decisão do tema se deu através do fato que foi unanimidade entre
os discentes o fato de que nenhum de nós dispunha de grande conhecimento sobre
o assunto, mas todos, sem exceção, tinham curiosidade para entender um pouco
melhor o tópico, como forma de acrescentar isso à bagagem acadêmica. Foi
consenso dentro do grupo, que a forma mais correta de se obter a maior quantidade
de dados confiáveis para a pesquisa, seria onde todos pesquisassem sobre o
assunto Mercado Financeiro, lessem bastante sobre tal, para que assim
decidíssemos qual seria o tema principal a ser abordado dentro desse vasto tópico.

Assim se fez; Mercado cambial se mostrou mais viável, como já relatado. Tema
foi escolhido para ser melhor aprofundado. Todos leram sobre o mesmo, todos
participaram do processo de agregação de valor e conteúdo.

Foi acordado entre os criadores de conteúdo, que somente conteúdos


provenientes de fontes confiáveis, com referência bibliográfica de peso, seriam
aceitos na composição final dessa dissertação. Até porque, essa era uma das
diretrizes impostas pela docente que ministra tal disciplina.
5. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Após os estudos realizados sobre o tema mercado financeiro: mercado cambial,


usamos nosso cenário nacional como base de estudo e chagamos nos seguintes
resultados. O regime de câmbio fixo adotado pelo governo em 1994 junto ao plano
Real aonde se estabelecia que R$1,00 se equivalia a US$1,00, a fim de controlar um
aumento na inflação. De início foi bom, pois conteve a inflação, porém prejudicial
para a indústria nacional que sofria com a alta nas importações, além do governo ver
suas reservas internacionais se esgotarem e sua dívida pública aumentar.

Diante desse cenário, em 1999, o governo adotou o regime de câmbio flutuante


“sujo” aonde o dólar passou a flutuar conforme o mercado mundial, porém, com
eventuais intervenções do Banco Central para controle da inflação, e com o uso do
swap cambial para controlar a volatilidade do dólar. O Regime flutuante foi de
fundamental importância para o crescimento da indústria nacional, com significativo
aumento nas exportações de commodites.

Porém hoje, os maiores empecilhos para o crescimento da economia no país são


as altas taxas de juros na dívida pública (hoje a dívida pública gira em torno de
74,8% em relação ao PIB, segundo informações do site tesouro nacional), além dos
variados escândalos de corrupção envolvendo seus principais governantes, que
acaba afastando investidores e consequentemente a criação de novos empregos.

Após uma discussão do assunto entre os integrantes do grupo, chegamos na


seguinte conclusão para o cenário econômico nacional. Para uma redução drástica
na dívida pública, o caminho a seguir é o das privatizações, vendendo ações de
empresas estatais, imóveis e concessões, a fim de um aumento no fluxo de caixa do
governo, uma nova política tributária também é de extrema importância para a
população aumentar seu poder de compra, gerando mais renda e empregos.
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS OU PROPOSIÇÃO

Analisando o resultado final dessa dissertação, podemos salientar a importância


do mercado cambial para a regulação do mercado internacional, o colocando entre
os protagonistas no processo de globalização, que seria completamente inviável e
custoso, sem o intermédio das políticas cambiais para padronização de regras, onde
os interesses de todas as partes interessadas são resguardadas, afim de não haver
favorecimento para nenhum dos lados da negociação.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Entenda o que é mercado financeiro? (2018, 6 de agosto). Retirado 04 de outubro


de 2018, de https://www.parmais.com.br/blog/o-que-e-mercado-financeiro/

Mercado Financeiro: o que é, como funciona e para que serve | BTG Pactual
digital. (n.d.). Retirado 05 de outubro de 2018, de
https://www.btgpactualdigital.com/blog/financas/mercado-financeiro

Mercado Financeiro - Dicionário Financeiro. (n.d.). Retirado 05 de outubro de


2018, de https://www.dicionariofinanceiro.com/mercado-financeiro/

Azevedo, R. (2017, outubro 4a). Entenda o que é swap cambial e swap cambial
reverso. Retirado 06 de outubro de 2018, de https://exame.abril.com.br/mercados/entenda-o-
que-e-swap-cambial-e-swap-reverso/

ROSSETTI & LOPES. Economia Monetária. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2015. 496 p.

GITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira. 10. ed. São Paulo:


Pearson, 2008. 745 p.

Entenda o que é swap cambial e swap cambial reverso

https://exame.abril.com.br/mercados/entenda-o-que-e-swap-cambial-e-swap-
reverso/

http://www.tesouro.fazenda.gov.br/-/limites-para-a-divida-publica-federal-em-2018-
vao-de-r-3-78-trilhoes-a-r-3-98-trilhoes